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Ana Rita Silva

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Encontro Ibérico de Leitores de Saramago

No próximo sábado 25 de maio irá realizar-se, no Consulado Geral de Portugal em Sevilha, o IV Encontro Ibérico de Leitores de Saramago.

Esta iniciativa está inserida no programa da Feira do Livro de Sevilha 2019 (FLS), em que Portugal é o país convidado.

Estes encontros acontecem anualmente desde 2016, em diversas bibliotecas e espaços públicos Portugal e Espanha.

A entrada é livre e está aberta à participação de leitores e leitoras da obra de José Saramago – Prémio Nobel la Literatura 1998.

A organização é da Câmara Municipal de Beja, através da sua Biblioteca Municipal, que tem o nome de José Saramago desde 1998, em colaboração com o projeto Aula Saramago, com o apoio da Fundação Saramago, e nesta edição conta com o apoio do Consulado Geral de Portugal em Sevilha e da Feira do Livro de Sevilha 2019.

PROGRAMA

Dia 25 maio

Sábado

12h00-14h00

Boas vindas pelo Cônsul Geral de Portugal, Dr. João Queirós

Inauguração do encontro por Pilar del Río, Presidente de Fundação José Saramago.

Apresentação do projeto “Encontro ibérico de leitores de Saramago”, por Paula Santos (Biblioteca Municipal de Beja José Saramago)

Apresentação de Diego Mesa – “José Saramago – Cidadão e escritor comprometido”

Participação de leitores e leitoras.

Intervenção do público.

16h30- 18h30

Participação de leitores e leitoras.

Intervenção do público.

Encerramento

Faltam recursos humanos e financeiros para ensaios clínicos em oncologia pediátrica

De acordo com a representante da FROC, “os centros de referência de oncologia pediátrica encontram-se muito orientados para um modelo exclusivamente assistencial, o que faz com que a participação de Portugal nestes grupos de trabalho internacionais exista apenas sustentado na boa vontade dos médicos”. Apela, por isso, à existência de uma estrutura capaz de coordenar a participação nestes ensaios clínicos, considerada “uma mais-valia para se conseguir integrar mais crianças portuguesas ao abrigo de protocolos de ensaios clínicos”.

A diretora-geral da FROC salienta também a necessidade de consciencializar a população no geral que “as crianças com doença oncológica são tratadas com medicamentos que, na grande maioria, não foram testados para elas, mas sim para adultos”. As características e as reações de um cancro numa criança podem ser muito diferentes do cancro num adulto. “É por isso fundamental que exista investigação clínica e ensaios clínicos específicos para a oncologia pediátrica.”

Cristina Potier, considera ainda que Portugal deve “contribuir para a evolução do conhecimento da doença e da melhoria contínua nos cuidados prestados, com a vantagem de assim as nossas crianças terem mais cedo acesso a terapias inovadoras” e explica que “os ensaios clínicos realizados nas crianças de que falamos são de fase III ou IV. O que é que isto quer dizer… que o risco não é grande, os medicamentos utilizados já têm autorização de introdução no mercado. Apenas se quer comprovar se um medicamento ou protocolo é melhor do que já é seguido no tratamento de um certo tipo de doença oncológica nas criança”.

No que diz respeito ao investimento da indústria farmacêutica, a aposta tem sido no adulto. “A investigação pediátrica é normalmente realizada por iniciativa dos investigadores, através de estudos chamados académicos. Nos ensaios clínicos pediátricos podem estar a testar-se protocolos de tratamento e caso não seja ‘melhor’ do que o normalmente seguido, volta-se ao protocolo normalmente utilizado para aquela patologia e estadiamento da doença”. Aqui, “a vantagem é que a observação não é feita apenas numa criança. Existe um grupo de crianças que participa, pelo que existe uma grande monitorização e controlo ao tratamento seguido. Qualquer sinal menos positivo é logo transmitido a todos os participantes. Tendo em conta o número reduzido de casos de cada tipo de cancro pediátrico, estes ensaios são normalmente organizados por grupos de trabalho internacionais, normalmente europeus, para que a amostra seja significativa”.

Tendo em conta a mais recente posição da Sociedade Europeia de Oncologia Pediátrica, que pretende alterar a idade mínima de acesso a ensaios clínicos para 12 anos, a diretora-geral da FROC considera que a proposta “tem prós e contras. Permite o acesso precoce a tratamentos inovadores e muito se tem evoluído no tratamento e na sobrevivência de alguns tipos de cancro nos adultos isto graças a terapias inovadoras. Terapias essas a que as crianças com a atual regra dos 18 anos ainda não têm acesso. O contra é o risco inerente à participação num ensaio clínico, neste caso com medicamentos que podem ainda não ter autorização para serem introduzidos no mercado, isto é nunca “testados”. Pessoalmente, acredito, que cada caso é um caso e que a escolha deverá ser dada à família e ao médico e apenas seguida não havendo outra hipótese terapêutica satisfatória. E acho que esse vai ser o caminho ”.

Pouca diversidade e nenhuma fruta fresca nas máquinas de venda automática do SNS

A ação inspetiva foi solicitada em outubro de 2017 pela Ordem dos Nutricionistas com o objetivo de verificar o cumprimento do despacho que limita produtos prejudiciais à saúde nas máquinas de venda automática do SNS.

Os resultados revelam que apesar da apreciação satisfatória da conformidade do conteúdo destas máquinas, a maioria dos equipamentos não inclui grande parte dos alimentos que são recomendados. Com uma oferta reduzida e pouco diversificada, verifica-se que nenhuma das máquinas dos estabelecimentos hospitalares inspecionados disponibiliza fruta fresca.

“Verificamos, com satisfação, que o primeiro desafio foi vencido. Houve alteração na oferta alimentar e o resultado é satisfatório. Agora falta trabalhar para atingir a excelência, que é contribuir, por um lado, para que o SNS disponibilize uma vasta variedade de produtos alimentares saudáveis, e por outro, para que os portugueses adotem hábitos alimentares mais equilibrados”, afirma Alexandra Bento, Bastonária da Ordem dos Nutricionistas.

“Se trabalharmos desde cedo em programas de educação e literacia alimentar, para uma criança um palito de cenoura poderá ser tão apelativo quanto uma batata frita. Estou certa de que, nessa altura, as instituições vão, de forma mais convicta, disponibilizar uma oferta alimentar mais saudável”, sustenta a Batonária.

As ações inspetivas foram realizadas por uma equipa da IGAS com participação de peritos nutricionistas, em resultado da articulação institucional com a Ordem dos Nutricionistas, em mais de duas centenas de máquinas de venda automáticas de 10 estabelecimentos hospitalares, designadamente o Hospital Distrital de Santarém; o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra; o Instituto Português de Oncologia de Coimbra; o Hospital Distrital Figueira da Foz; o Instituto Português de Oncologia do Porto; o Centro Hospitalar Baixo Vouga; o Hospital de Braga – Escala Braga;  o Hospital Santa Maria Maior; o Hospital Garcia de Orta; e o Centro Hospitalar Lisboa Ocidental.

A legislação que impede a venda de produtos prejudiciais à saúde nas máquinas de venda automática do SNS entrou em vigor em setembro de 2016 (Despacho n.º 7516-A/2016), tendo o governo fixado março de 2017 como prazo limite para que bebidas alcoólicas, refrigerantes, doces, salgados, refeições rápidas e/ou com molhos fossem retiradas destes equipamentos.

Recorde-se que em junho de 2018 a Ordem dos Nutricionistas solicitou também à IGAS uma outra ação inspetiva aos bares, cafetarias e bufetes do SNS com a intenção de verificar o cumprimento do despacho que limita a disponibilização de produtos com altos teores de sal, açúcar e gorduras nestes locais (Despacho n.º 11391/2017), estando ainda a aguardar a sua realização.

A IGAS é o serviço central da administração direta do Estado que assegura o cumprimento de leis em todos os domínios da prestação dos cuidados de saúde, quer pelos organismos do Ministério da Saúde ou por este tutelados, quer ainda pelas entidades privadas, pessoas singulares ou coletivas, com ou sem fins lucrativos.

Ensaios clínicos entre as dúvidas e a esperança

Doença de Alzheimer, doença de Parkinson e Esclerose Múltipla são algumas das mais conhecidas doenças neurológicas, que têm em comum a deterioração progressiva e morte de neurónios. Em Portugal, e falando apenas em demência, existem cerca 182.526 casos1, estimando-se que este valor possa duplicar a cada 20 anos. “Torna-se fundamental explicar o que são os ensaios clínicos e quais os seus benefícios para o participante, principalmente no caso das doenças neurodegenerativas em que a capacidade para prestar consentimento informado pode ficar comprometida. Acreditamos que através da participação em ensaios clínicos poderemos melhorar a qualidade de vida do participante e a de futuros doentes. A participação num ensaio clínico é uma forma de desempenharmos um papel ativo na sociedade e de contribuir para o avanço da Ciência” começa por explicar Maria do Rosário Zincke dos Reis, membro da direção da Alzheimer Portugal e responsável por este evento.

Segundo um estudo divulgado pela APIFARMA2, em fevereiro deste ano, os ensaios clínicos mostraram ter vantagens importantíssimas para os doentes, comunidade científica e para a economia. Para os doentes, permitem: acesso precoce e gratuito a novos medicamentos; insights valiosos para a investigação e progressão médica; melhoria dos diversos serviços prestados nas unidades de saúde e aumento da qualidade e tempo de vida. Por sua vez, para a comunidade científica, os ensaios clínicos contribuem fortemente para a criação e inovação do conhecimento científico do país, permitem estabelecimento de redes de investigação (nacionais e internacionais) e desenvolvem novas equipas de investimento. Por último, para a economia, os ensaios clínicos permitem a redução da despesa pública, uma vez que o tratamento dos doentes não é financiado pelo SNS, criam valor para várias indústrias, através da aquisição de bens e serviços, criam emprego e atração de investimento.

Segundo o mesmo estudo, em Portugal, apesar do número de ensaios clínicos ter tido uma evolução positiva, com o registo de, em 2017, 13.3 ensaios clínicos por cada milhão de habitantes, se nos compararmos com países de dimensões semelhantes ou inferiores, podemos aumentar este valor 3,7 vezes mais. Esta evolução iria permitir um impacto muito positivo para o país, pois cada euro investido na atividade de ensaios clínicos gera um retorno de 1,99 euros na economia portuguesa e é uma oportunidade para aqueles doentes que não têm alternativa terapêutica disponível, trazendo ainda benefícios para futuros doentes. Em 2017, o impacto económico dos ensaios clínicos foi cerca de 87,3 milhões de euros.

Na opinião de Rosário Zincke,“Estes dados confirmam que ainda há muito trabalho a desenvolver no que diz respeito à literacia da sociedade sobre os benefícios da participação em ensaios clínicos. Muitas pessoas não participam por falta de informação e conhecimento das vantagens associadas e do consentimento informado. Importa informar o cidadão sobre este tema tão importante e que levanta tantas questões éticas e jurídicas que urge debater. É neste sentido, para aumentar o conhecimento da população sobre o tema, que convidamos toda a sociedade a participar nesta conferência, que junta médicos, doentes, indústria e associações para uma melhor literacia em saúde sobre os ensaios clínicos.”

A Alzheimer Portugal convida todos os interessados a colocarem questões sobre o tema na página de Facebook da Associação. Todas as dúvidas serão respondidas no dia do evento.

Este é um evento da Alzheimer Portugal que conta com a presença e participação de associações como a SPEM (Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla) e a Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson. A inscrição no evento poderá ser realizada em www.alzheimerportugal.org, estando limitada a 300 inscrições. A participação no evento prevê o donativo de 10€ que reverterá na íntegra para a Alzheimer Portugal.

 

GS1 Portugal – Codipor debate segurança no setor da saúde

Já confirmadas estão as presenças de Cristina Lopes, Diretora de Assuntos Técnicos da APIFARMA; António Santos, vogal da Direção da APDH; Judite Neves, Diretora de Dispositivos e Produtos de Saúde do INFARMED; Santiago Ruiz, Diretor Geral da B. BRAUN; Antonieta Lucas, Vice-Presidente da APORMED; Catarina Simões, Diretora de Regulatory Affairs & Quality Portugal, Espanha e Itália da MEDTRONIC; Ricardo Valente, General Manager da MVO Portugal; Géraldine Lissalde-Bonnet, Director Public Policy da GS1 HEALTHCARE.

Também confirmada a presença de Maria de Belém Roseira, Jurista, Auditora de Defesa Nacional e Deputada, que irá encerrar o Seminário de Saúde com uma conversa inspiradora, conduzida pela jornalista Fernanda Freitas.

Entre os oradores convidados encontram-se Marta Temido, MINISTRA DA SAÚDE; Paulo Moreira, Diretor de Operações GRUPO AZEVEDOS; Carmen Bessa, Diretora de Operações da PLURAL; Gonçalo Mergulhão, International Sales Manager da BIQ Health Solutions; Diogo Gouveia, Presidente ADIFA; Carlos Neves Martins, Presidente do CENTRO HOSPITALAR DE LISBOA NORTE;

O Seminário de Saúde é um evento anual organizado pela GS1 Portugal e tem como principal propósito ser um ponto de encontro e de convergência dos intervenientes do setor. Desta forma, a GS1 Portugal reforça o seu papel enquanto plataforma neutra e facilitadora da unidade de ação.

 

 

PROGRAMA PROVISÓRIO

  • 08h30-09h30 ∙ Credenciação
  • 09h30-10h15 ∙ Sessão de Abertura ∙ João de Castro Guimarães, Diretor Executivo da GS1 Portugal, e Marta Temido, Ministra da Saúde.
  • 10h15-10h35 ∙ Enquadramento: diretiva medicamentos falsificados ∙ Ricardo Valente, General Manager da MVO Portugal.
  • 10h35-11h05 ∙ A perspetiva dos laboratórios ∙ Paulo Moreira, Diretor de Operações Grupo Azevedos. Inclui perguntas & respostas com Cristina Lopes Diretora de Assuntos Técnicos APIFARMA.
  • 11h05-11h35 ∙ A perspetiva dos armazenistas ∙ Carmen Bessa, Diretora de Operações da PLURAL. Inclui perguntas & respostas com Diogo Gouveia, Presidente DAADIFA
  • 12h05-12h35 ∙ A perspetiva dos hospitais ∙ Carlos Neves Martins, Presidente do Centro Hospitalar de Lisboa Norte. Inclui perguntas & respostas com António Santos, vogal da Direção da APDH.
  • 12h35-12h55 ∙ Soluções de gestão de dados (hardware & software) ∙ Gonçalo Mergulhão, International Sales Manager da BIQ Health Solutions
  • 14h20-14h50 ∙ Enquadramento: diretiva dispositivos médicos ∙ Géraldine Lissalde-Bonnet, Director Public Policy da GS1 Healthcare.
  • 14h50-15h10 ∙ Soluções de gestão de dados (hardware & software)
  • 15h10-16h00 ∙ Painel de debate: UDI. E agora? ∙ Judite Neves, Diretora de Dispositivos e Produtos de Saúde do INFARMED; Santiago Ruiz, Diretor Geral B. Braun; Antonieta Lucas, Vice-presidente da APORMED; Catarina Simões, Diretora Regulatory Affairs & Quality Portugal, Espanha e Itália. Debate moderado por Madalena Centeno, Gestora de Saúde GS1 Portugal.
  • 16h00-16h25 ∙ À conversa com…∙ Maria de Belém Roseira, conduzida pela jornalista Fernanda Freitas.
  • 16h25-16h30 ∙ Conclusões

As inscrições no evento podem ser efetuadas online até ao dia 28 de maio e, no próprio dia, no balcão de credenciação.

Informações adicionais sobre o evento em http://www.gs1pt.org/events/v-seminario-de-saude/.

Belas Talks | 21 de maio | 18h30: “Eleições Europeias: A Europa dos próximos anos”

A próxima edição das Belas Talks tem lugar já esta terça-feira, dia 21 de maio, pelas 18h30, no ClubHouse do Belas Clube de Campo. Com a iminência das eleições europeias a 26 de maio, debate-se neste encontro o futuro da Europa com a presença de:

Pedro Valente da Silva – Chefe do Gabinete de Ligação do Parlamento Europeu em Portugal, responsável pela plataforma “Desta Vez Eu Voto” da UE.

João Cantigas Esteves – Economista e Professor de Finanças do ISEG

Estudo científico inédito sobre o consumo de sal recebeu 1500 candidaturas

Este estudo, com uma abordagem inédita no nosso país, visa avaliar o impacto dos hábitos de consumo de sal na saúde dos portugueses e traçar as melhores estratégias de intervenção para reduzir o consumo  de sal – sem retirar o sabor dos alimentos – e promover estilos de vida mais saudáveis.

Após visitas de avaliação inicial e de recrutamento, que apuraram se os candidatos cumpriam os critérios de inclusão para integrarem o estudo científico, 231 participantes já realizaram a primeira visita de intervenção. Os participantes estão motivados e cooperantes com o protocolo do estudo, que implica a realização de medições e análises clínicas que permitem avaliar a evolução do impacto na saúde da redução do consumo de sal. Manifestaram interesse em compreender e aplicar no seu dia a dia os ensinamentos dos conteúdos de promoção de hábitos de vida saudáveis veiculados em consulta.

Esta primeira visita de intervenção permitiu, ainda, aos investigadores traçarem a caracterização da amostra: participantes maioritariamente do sexo feminino, as idades variam entre os 21 e os 70 anos de idade – sendo a média de idades de 44 anos e a maioria tem excesso de peso ou obesidade” refere Conceição Calhau, investigadora neste estudo.

A conclusão do Estudo está prevista para finais de Setembro, onde os investigadores esperam encontrar melhorias na saúde dos participantes e promover medidas que visem a redução do consumo excessivo de sal. Pretendem também que alterações de comportamentos, com benefícios para a saúde, se instalem quer nos voluntários e respetivos agregados familiares, quer em toda a população.

A coordenação deste estudo de intervenção integrado no Programa Menos Sal Portugal, está a cargo de Conceição Calhau, Professora da NOVA Medical School, Investigadora do CINTESIS e Coordenadora da Unidade Universitária de Lifestyle Medicine da CUF e de Jorge Polónia, Professor na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, Investigador do CINTESIS, Médico Especialista em Medicina Interna e Hipertensão Arterial do Hospital CUF Porto, Membro da Direção da Sociedade Europeia da Hipertensão.

 

Kapten continua a crescer e entra no maior mercado Europeu

Corria o ano de 2012 quando a Kapten foi lançada no mercado Francês. Com um crescimento de sucesso, escolheu Lisboa como primeiro mercado para a sua expansão internacional, a setembro de 2018, seguido de Genebra. Agora, chega a Londres e tem como objetivo de chegar a 15 cidades europeias até 2020.

Graças ao apoio dos seus acionistas, Daimler AG e BMW, a Kapten tem fortes ambições para Londres, não fosse a maior cidade do Reino Unido, com quase 9 milhões de habitantes, recebendo, assim, entre 5.000 a 10.000 motoristas da plataforma Kapten neste arranque. Na verdade, Londres tem registado um crescimento bastante lento desde o lançamento do seu principal concorrente, em 2012, e agora a Kapten prepara-se para mudar esta realidade.

Com uma campanha exclusiva para este mercado, a Kapten irá oferecer descontos de lançamento de 50% em todos as viagens, por um tempo limitado, adotando a mesma política de preços baixos, revelando um custo 20% inferior nas viagens quando comparado com a concorrência. Com isto, a Kapten pretende alcançar 1,5 milhões de utilizadores em Londres e conquistar 20% do mercado até 2020.

Yan Hascoet, co-founder e CEO da Kapten, comenta: “Londres é talvez o mais importante passo da nossa expansão internacional. É um desafio ambicioso que irá contribuir, de forma significativa, para cumprir os nossos objetivos delineados para 2020. Pretendemos replicar em Londres o já modelo de negócio da Kapten e estamos confiantes de que será um sucesso! Acreditamos que a Kapten será, indubitavelmente, a plataforma de serviço de TVDE preferida dos Londrinos”.

Ainda sobre esta expansão, Sérgio Pereira, Diretor Geral da Kapten Portugal, sublinha que “este crescimento revela a maturidade que a Kapten está a alcançar. Obviamente, visamos reforçar o nosso posicionamento que assenta num serviço de qualidade e acessível a todos, com a missão de, num futuro próximo, seja possível chamar um Kapten em qualquer capital europeia. Em Portugal, a Kapten, plataforma que garante a tarifa mais baixa do mercado, já regista cerca de 3.000 motoristas ativos na plataforma, com uma pontuação entre 4.8 e 5 estrelas. Podemos afirmar que tem sido um caso de sucesso!”.

Mantendo uma comunicação transparente com os seus motoristas parceiros, utilizadores e autoridades locais, a Kapten irá mostrar a todos os Londrinos que o serviço de TVDE pode ser diferente do que estão habituados.

Apresentação do livro “PERIFERIA” de Sérgio Almeida

Sérgio Almeida, promotor cultural e membro cofundador do coletivo de poesia e performance Sindicato do Credo, reúne neste livro vários textos poéticos, além de recuperar conteúdo dos seus livros “Como ficar louco e gostar disso” e “Ob-dejectos”, há muito esgotados.

O livro “Periferia” dá origem à nova performance homónima do coletivo Sindicato do Credo, que será apresentada neste dia na Livraria Lello, um espetáculo que alia poesia, música e imagens, reunindo um conjunto de dez textos literários, a maioria dos quais reunidos no novo livro do autor.

O evento decorrerá no espaço Vozes Vivas, na Livraria Lello.

A entrada é livre, limitada ao espaço existente.

 

Arranca a 4ª edição do Allianz World Run

Divididos por equipas, todos os colaboradores da Allianz são desafiados a correr ou caminhar os quilómetros percorridos que irão apoiar os projetos das Aldeias de Crianças SOS em países como Chad, Burkina Faso, Nigéria, Bangladesh e Ucrânia.

Para o financiamento dos projetos nos cinco países, os colaboradores terão que percorrer 1.500.000 quilómetros.

As três equipas vencedoras serão as que percorrerem a maior distância, tiverem o maior número de pessoas inscritas e a maior distância percorrida por colaborador. Além disso, como novidade nesta edição, os colaboradores inscritos em qualquer uma das equipas da Allianz World Run podem convidar até cinco pessoas – amigos, familiares, mediadores, clientes, etc. – para se juntarem às suas equipas.

Para promover as gerações futuras e garantir a sua segurança e direitos iguais às oportunidades, a Allianz estabeleceu uma parceria de longo prazo com as Aldeias de Crianças SOS, desde 2015. As crianças de hoje são o futuro de amanhã.

Desafios em várias modalidades desportivas

Pela primeira vez na história da Allianz World Run, serão criados desafios individuais,  não só de corrida, como outras modalidades desportivas: ciclismo, ioga, natação, futebol e fitness. É uma forma de incentivar a participação, incluindo outros tipos de desporto para Colaboradores que não são amantes da corrida.

Parceria com a Runtastic

Os atletas da Allianz World Run vão contabilizar os quilómetros percorridos através da aplicação Runtastic, uma APP da Adidas, com quem a Allianz estabeleceu uma parceria de três anos. Uma das principais plataformas de fitness digital, a Runtastic oferece programas que motivam as pessoas a levar um estilo de vida mais saudável.

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