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Ana Rita Silva

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TELESSAÚDE – Uma resposta a salas de espera sobrelotadas?

Serviços de urgência com longos tempos de espera e dificuldades no acesso a cuidados de saúde primários na doença aguda são problemas que todos nós – utentes e profissionais do SNS – conhecemos de experiência própria ou através de familiares ou amigos.

Embora não sirva verdadeiramente de consolo, sabemos que estes cenários se repetem noutros países – também naqueles que entre nós frequentemente são apontados como “mais evoluídos”.

Na Alemanha, por exemplo, o país em que estudei medicina e em que, nos anos 90, no início de carreira, fiz os primeiros bancos de urgência, era muito raro um doente não vir referenciado pelo seu médico de família ou através do sistema de emergência pré-hospitalar. Quando isso acontecia era quase certo que se tratava de um “sem-abrigo” à procura de ser acolhido durante as noites frias de inverno.

Entretanto, dos 38 milhões episódios de urgência registados na Alemanha em 2015, 45% foram atendidos em hospitais[1]. A percentagem de autorreferenciação subiu para 37% – 50%. Os episódios de urgência hospitalar têm crescido 4-9% por ano, enquanto os episódios atendidos em cuidados primários têm descido. De dez doentes atendidos nos serviços hospitalares alemães, quatro admitem que não necessitavam de um serviço de urgência hospitalar para o seu problema de saúde.

Em comparação, cerca de 40% dos episódios de urgência hospitalar em Portugal são classificados pela Triagem de Manchester como pouco urgentes ou mesmo não urgentes. É a este grupo de doentes que a telessaúde pode oferecer soluções.

Vejamos dois exemplos: a Dinamarca e a Suíça:

  1. O exemplo dinamarquês: Um estudo[2] recente analisou a eficiência do serviço de triagem telefónica executado pelos médicos de família durante o período em que os cuidados de saúde primários estão encerrados. Este serviço encontra-se a funcionar em quatro das cinco regiões da Dinamarca. O estudo conclui, que 59,2% das chamadas terminam com uma teleconsulta. Em apenas 40,8% dos casos os doentes são triados para uma observação presencial. É de salientar, que em regra o médico que atende não é o médico de família do doente em causa.

  1. O exemplo suíço[3]: O sistema de saúde suíço está assente num modelo de seguros. Dependendo do seguro de saúde a telemedicina pode ser a primeira via de acesso a cuidados de saúde. A empresa Medgate, que surgiu em 1999, é o maior prestador teleconsultas na Europa. Assistiu 900 000 doentes na Suíça em 2016. Metade dos casos (50%) foram totalmente resolvidos à distância – sem necessidade de consulta presencial.

Portugal já dispõe de um serviço de telessaúde que se dirige à população com doença aguda: o Centro de Contacto do SNS – SNS 24.

Em 2018, os seus enfermeiros atenderam mais de 1 milhão de chamadas de utentes que procuravam orientação por um problema agudo de saúde. Através do número 808 24 24 24, em regra, em menos de 20 segundos, qualquer cidadão tem a oportunidade de falar com um profissional de saúde que o ouve, aconselha e acompanha com chamadas de seguimento. Quando necessário, encaminha para cuidados de saúde presenciais no centro de saúde ou hospital. Atualmente, cerca de 30% dos casos são orientados para autocuidados. Números da Holanda[4] indicam que esta percentagem talvez ainda poderá aumentar para 40%.

Mas podemos ambicionar ser mais resolutivos e aliviar a pressão nas urgências e centros de saúde. Como? Evoluindo para um modelo semelhante ao suíço ou dinamarquês. Na triagem pelos enfermeiros do SNS 24 poderão ser identificadas as situações passíveis de resolução, com segurança clínica, através de uma teleconsulta médica. Sabendo que as teleconsultas consomem habitualmente menos tempo que as presenciais, podemos ainda aumentar a capacidade de resposta do SNS. Teremos assim uma oportunidade real de finalmente reduzir a afluência inapropriada aos Serviços de Urgência e permitir que as suas equipas dediquem toda a atenção aos casos verdadeiramente urgentes.

[1] Aqua-Gutachten-Notfallversorgung, AQUA – Institut für angewandte Qualitätsförderung und Forschung im Gesundheitswesen GmbH, 2016

[2] Telephone triage by GPs in out-of-hours primary care in Denmark: a prospective observational study of efficiency and relevance; Br J Gen Pract 2016; DOI: 10.3399/bjgp16X686545

[3] Telemedizin in der Schweiz – das Beispiel Medgate,  Dtsch med Wochenschr 2017; 142(05): 334-339 DOI: 10.1055/s-0042-111357

[4] InEe https://ineen.nl/assets/files/assets/uploads/ InEen-Benchmarkbulletin-huisartsenposten-2014.pdf

Sophos lança um novo estudo: “RDP Exposed: The Threat That’s Already at your Door”

O RDP continua a ser motivo de insónia para os administradores de sistemas. Neste sentido, a Sophos tem estado a informar sobre a forma como os cibercriminosos exploram o RDP desde 2011, e que, no último ano, os grupos de cibercriminosos responsáveis por dois dos maiores ataques de ransomware direcionados, o Matrix e o SamSam, abandonaram quase por completo todos os outros métodos de acesso à rede a favor da utilização do RDP.

Matt Boddy, Especialista de Segurança na Sophos, e o principal investigador do relatório destaca, “Recentemente, uma falha de execução do código remoto no RDP – denominado de BlueKeep (CVE-2019-0708) – tornou-se conhecida. Trata-se de uma vulnerabilidade bastante grave que poderia ser utilizada para provocar o aparecimento de ransomware, que poderia ser disperso potencialmente pelo mundo numa questão de horas. No entanto, proteger-se contra ameaças RDP vai muito para além da reparação de sistemas contra o BlueKeep, que é apenas a ponta do iceberg. Além de ser necessário parar o BlueKeep, os gestores de TI precisam de prestar mais atenção ao RDP no geral porque, como demonstra a investigação da Sophos, os cibercriminosos estão ocupados 24/7 a investigar todos os computadores potencialmente vulneráveis expostos pelo RDP, com ataques de descoberta de palavras-passe.”

A nova investigação sobre o RDP da Sophos destaca a forma como os atacantes podem encontrar equipamentos habilitados para o RDP, quase ao mesmo tempo em que estes dispositivos aparecem na internet. Para demonstrá-lo, a Sophos implementou 10 honeypots1 dispersos geograficamente e de baixa interação, para medir e quantificar os riscos baseados no RDP.

Abaixo pode encontrar um resumo da investigação e uma declaração adicional de Boddy, também disponíveis para partilha:

As principais conclusões do estudo demonstram que:

  • Os 10 honeypots receberam a primeira tentativa de login do RDP em apenas um dia.
  • O Remote Desktop Protocol expõe os computadores em apenas 84 segundos.
  • Os 10 honeypots RDP registaram um conjunto de 4.298.513 tentativas falhadas de início de sessão durante um período de 30 dias. O que representa aproximadamente uma tentativa a cada seis segundos.
  • Em geral, o setor acredita que os cibercriminosos estão a utilizar sites como Shodan para verificarem as fontes RDP abertas, no entanto o estudo da Sophos destaca a forma como os cibercriminosos contam com as suas próprias ferramentas e técnicas para descobrir fontes RDP abertas e não dependem necessariamente apenas nos sites de terceiros para obterem acesso.

O comportamento dos hackers revelado

A Sophos identificou alguns padrões de ataque, com base no estudo, entre os quais se encontram três perfis principais/características de ataque: a RAM, a swarm e o hedgehog:

  • A ram é uma estratégia criada para descobrir a password de um administrador. Um exemplo dado durante a investigação foi que, durante 10 dias, um atacante realizou 109.934 tentativas de login no honeypot irlandês, utilizando apenas três nomes de utilizador para obter acesso.

  • A swarm é uma estratégia que utiliza nomes de utilizador consecutivos e um número determinado com as piores palavras-passe. Na investigação, observou-se um exemplo em Paris, com um atacante que utilizou o nome ABrown nove vezes durante 14 minutos, seguido outras nove tentativas com o nome BBrown, depois CBrown, seguido de DBrown, e assim por diante. O padrão foi repetido com A.Mohamed, AAli, ASmith, entre outros.

  • O hedgehog caracteriza-se por explosões de atividade seguidas por longos períodos de inatividade. Um exemplo foi observado no Brasil, onde cada pico criado por um endereço de IP, durou aproximadamente quatro horas e consistiu na descoberta entre 3.369 e 5.199 palavras chave.

Matt Boddy explica que significado tem para as empresas o alcance desta exposição por parte do RDP, “Neste momento, existem mais de três milhões de dispositivos acessíveis através do RDP em todo o mundo, e é atualmente o ponto de entrada preferencial para os cibercriminosos. A Sophos tem informado sobre a forma como os cibercriminosos que utilizam ransomware específico o BitPaymer, Ryuk, Matrix e SamSam têm abandonado quase por completo outros métodos utilizados para aceder às organizações, através da simples utilização à força contra as palavras-passe do RDP. Todos os honeypots foram descobertos em poucas horas, apenas porque estavam expostos à internet através do RDP. A principal conclusão – finaliza Broddy – é reduzir a utilização do RDP sempre que possível e assegurar que na empresa se tenha em conta as melhores práticas em relação à utilização de palavras-chave. As empresas precisam de agir em conformidade para colocar o protocolo de segurança correto para se protegerem contra os atacantes persistentes.”

Porto de Setúbal: Rampa das Baleias reabre a 26 de julho

Numa época em que se verifica um particular aumento da procura por esta infraestrutura, a APSS reabre a utilização da rampa varadouro já nos próximos fins-de-semana, para responder às necessidades dos seus utilizadores.

Os trabalhos de betonagem e de recarga de tuvenam para nivelamento do acesso E10/4  à Rampa das Baleias estão concluídos. A seguir será necessário proceder à operação de selagem das juntas em parte da rampa, trabalho que apenas poderá ser efetuado entre 5 e 8 de agosto pois, só nesses dias existirão marés favoráveis à realização. Até lá a infraestrutura está totalmente apta a funcionar. E depois desta última intervenção, a Rampa das Baleias ficará aberta, sem mais restrições.

Três em cada quatro portugueses preferem viajar acompanhados para poder partilhar experiências

Para os portugueses, a principal razão para viajar acompanhado é ter companhia para partilhar as experiências que vivem em férias (74%). Mas referem também que viajar acompanhado é mais divertido (51%) e sai mais barato, pois podem dividir custos (18%). A nível global, a razão mais apontada pelos viajantes inquiridos pela eDreams é a vontade de escapar da rotina com alguém de quem se gosta e a possibilidade de passar tempo em conjunto, longe de casa e do trabalho – e cerca de 38% dos portugueses concordam também com esta justificação.

A agência de viagens europeia descobriu que, em média, os portugueses consideram ir de férias com outras pessoas quando já as conhecem há cerca de um ano e meio. No entanto, há quem não tenha problema em viajar com amigos que fez há menos de nove meses (19%) e até há menos de três meses (11%)!

A eDreams também quis fazer algumas perguntas mais difíceis, por isso questionou os portugueses sobre se costumam arranjar desculpas para se escaparem de passar férias com amigos ou familiares – e quase metade (43%) respondeu que nunca fez, ou nunca faria, tal coisa! Mas alguns confessaram já ter dado desculpas… Houve quem dissesse que não tinha dinheiro (33%), que tinha demasiado trabalho (14%), que já tinha outras férias marcadas (12%) e até mesmo quem fingiu estar doente (4,5%).

Fazer amizades durante as férias é comum? A resposta mais popular entre os portugueses (36%) foi que sim, já conheceram 1 ou 2 pessoas de quem se mantêm amigos até aos dias de hoje – e entre estes, são os homens quem parece ter mais facilidade em fazer amigos em viagem, e a mantê-los após o regresso a casa. A nível global, no entanto, a maioria dos inquiridos respondeu que nunca fez amizades em férias que durassem até ao presente.

E quando viajamos com alguém e, chegados ao destino, percebemos que afinal não éramos assim tão compatíveis com aquela pessoa quanto àquilo que queríamos fazer nas nossas férias? Esse parece não ser um problema para os portugueses – a grande maioria (54%) disse que tal nunca lhe tinha acontecido. No entanto, para aqueles que já passaram pela situação, os grandes problemas foram a desorganização e a preguiça da outra pessoa, o facto de ela não querer explorar o destino, as horas de levantar e deitar diferentes e, claro está, as expectativas financeiras diferentes (querer gastar demasiado dinheiro ou então dinheiro nenhum).

Finalmente, a eDreams quis saber se as férias dos portugueses são conturbadas – costumam chatear-se com os seus companheiros de viagem? Felizmente, a resposta mais votada (46%) é que não costumam zangar-se! No entanto, há quem diga que já aconteceu uma ou duas vezes (40%) e até mesmo quem diga que é uma prática mais ou menos comum e já aconteceu várias vezes (15%)…

Para encontrar as melhores sugestões para a sua próxima viagem, visite o site da eDreams e conte-nos a sua experiência de viagem.

 

– Começar bem, para acabar melhor

Todos aqueles que praticam exercício físico com regularidade, que têm uma atividade profissional intensa ou que estão sujeitos a muito stress profissional, têm necessidades nutricionais acrescidas devido a um maior gasto energético e a um metabolismo mais acelerado.

Para ter mais energia, melhorar a performance e para uma recuperação mais rápida após o treino, a AMPLIPHAR- empresa de referência na área da saúde em Portugal, que focaliza a sua atividade no segmento dos Cuidados Pessoais (Self Care) -, disponibiliza no mercado farmacêutico nacional o Win-Fit®sport, um super suplemento, com uma combinação única de ginseng, ginkgo biloba, coenzima Q10, aminoácidos (BCAAs), vitaminas, minerais e ácido alfa lipóico.

“Os suplementos nutricionais estão entre os recursos com que os desportistas podem contar. Suplementos que contêm uma combinação completa e adequada, com ação sinérgica, de vitaminas, minerais como o magnésio, e demais substâncias como o ginseng e os BCAAs, são excelentes aliados para aumentar a energia, melhorar a performance e ajudar na recuperação do músculo após o exercício. O magnésio é importante para a produção de energia, redução da fadiga muscular e das cãibras. O ginseng é um energizante natural, que combate os efeitos físicos do stress, e os aminoácidos BCAAs são importantes para a recuperação do músculo após o treino”,refereMariana Azevedo, Farmacêutica e Diretora de Marketing da Ampliphar.

Segundo Mariana Azevedo, “tanto na prática de uma modalidade desportiva, como no exercício físico do dia-a-dia, a energia que apresentamos determina a disposição e eficiência do treino. O stress, a nutrição menos adequada, a falta de hidratação e a falta de descanso podem estar na origem de falta de energia e resistência, da má recuperação e até de lesões musculares”, sublinhando que“a toma do Win-Fit®sport durante 30 dias, na dose recomendada (dois comprimidos por dia), revelou-se um excelente aliado no aumento de energia, no aumento de massa muscular e numa recuperação mais rápida.”

Com o Win-Fit®sport, começar bem, para acabar melhor.

CONSUMO DE SUPLEMENTOS EM PORTUGAL:

Um em cada quatro portugueses consome suplementos alimentares

Um estudo publicado pela Marktest conclui que o consumo de vitaminas e suplementos alimentares tem aumentado nos últimos anos. São quase dois milhões, o número de portugueses consumidores deste tipo de complemento.

Na primeira vaga de 2017, “um milhão e 983 mil” indivíduos referem ter consumido vitaminas ou outros suplementos nos últimos 12 meses. Este valor representa 23,2% dos residentes em Portugal Continental com 15 ou mais anos.

Significa que cerca de um em cada quatro indivíduos inquiridos admitiu consumir estes produtos, um consumo que tem crescido nos últimos anos.

Mais de dois terços do total de consumidores são mulheres e o hábito vai aumentando ao longo da vida em ambos os géneros, com os indivíduos com 65 e mais anos a apresentarem a taxa mais elevada, 31,9%.

Travel + Leisure World’s Best Awards 2019: Tivoli Hotels & Resorts em quarto lugar no ranking das melhores marcas hoteleiras do mundo Tivoli Palácio de Seteais eleito como o melhor hotel de Portugal e Espanha

Todos os anos, através do inquérito Word’s Best Awards, a revista Travel + Leisure pede aos seus leitores para classificarem as suas experiências em hotéis, resorts, cidades, ilhas, cruzeiros, spas, companhias aéreas, entre outros. No caso dos hotéis, as unidades são qualificadas de acordo com as suas valências, localização, serviço e oferta gastronómica, sendo classificados como hotel de cidade ou resort com base na sua localização e comodidades.

Com orgulho na sua história, a Tivoli Hotels & Resorts, que deu os seus primeiros passos na capital portuguesa há 86 anos, projeta agora novos desenvolvimentos na América do Sul, sobretudo no Brasil, e na Ásia, em países como a Tailândia, a Coreia do Sul e a China, destinos onde vai cumprir o seu desígnio enquanto marca: ser uma referência global, com espaços sofisticados e reconhecidos pelos seu ambiente cosmopolita e de lifestyle.

De acordo com a Travel + Leisure, as marcas que mais se destacam no setor da hotelaria, e conquistam a preferência contínua dos viajantes, oferecem hoje um padrão de serviço consistentemente impecável em todos os destinos onde estão presentes. Além disso, procuram inovar e antecipar as necessidades e desejos dos viajantes de todo o mundo, ganhando a sua confiança e fidelização.

Tivoli Palácio de Seteais: O melhor hotel de Portugal combina história e luxo para uma estadia inesquecível

Mais que uma unidade de cinco estrelas na mítica vila de Sintra, Património Mundial da Unesco, o Tivoli Palácio de Seteais é um palácio luxuoso e romântico que acaba de ser distinguido como o melhor hotel em Portugal e Espanha no The Worlds Best Awards 2019, promovidos pela Travel + Leisure (Top 3 Spain + Portugal Resort Hotels).

“Este é um momento especial para o Tivoli Palácio de Seteais e uma honra para toda a nossa equipa. Trata-se de um testemunho das experiências únicas que a nossa unidade proporciona pela sua localização invejável e pelo serviço atencioso e dedicado de toda a equipa do hotel, transmitindo a magia única deste palácio”, afirma Alexandre Maia de Carvalho, Diretor Geral da unidade.

O Tivoli Palácio de Seteais remonta ao século XVIII e destaca-se pela sua arquitetura de época, com quartos decorados com mobiliário de grande riqueza e salões deslumbrantes com tapeçarias e frescos, que tornam o espaço ímpar. Com vista privilegiada sobre o castelo dos Mouros e o Palácio da Pena ou, a Oeste, sobre o vale de Sintra e o mar, este palácio convida ao romance, num cenário idílico capaz de proporcionar estadias inesquecíveis.

Huawei vai selecionar 10 estudantes portugueses para programa de formação na China

Esta é uma oportunidade única para dez estudantes de universidades portuguesas, que terão a oportunidade de integrar um programa de formação que é também uma experiência cultural, frequentar a sede da Huawei em Shenzhen e conhecer uma das mais avançadas e inovadoras instalações de Investigação & Desenvolvimento do mundo.

A edição de 2019 deste programa selecionará dez dos melhores alunos das áreas de Engenharia Eletrotécnica e de Comunicações, Informática, e outras áreas relacionadas, que frequentem instituições de ensino superior em Portugal.

Para além de uma semana de experiência cultural em Pequim, os estudantes terão a oportunidade de passar uma semana na sede da Huawei, em Shenzhen, onde poderão interagir com engenheiros de alto nível e integrar atividades práticas nos laboratórios da empresa.

A primeira edição deste programa decorreu em julho de 2015, após a assinatura do Memorando de Entendimento com a AICEP para a implementação desta iniciativa em Portugal, em maio de 2014, durante a visita oficial à China do então Presidente da República Aníbal Cavaco Silva.

“Acreditamos que a educação tem um papel crucial para o desenvolvimento das sociedades. Ao longo destes 15 anos de atividade em Portugal, a Huawei tem vindo a reforçar o investimento e o compromisso com o país. É nesse contexto que implementamos o Seeds for the Future. Através desta iniciativa, contribuímos ativamente para a capacitação do talento em Portugal e para o desenvolvimento das TIC no país, uma área cada vez mais relevante para a economia nacional”, afirma Diogo Madeira da Silva, Head of Public Affairs & Communications da Huawei em Portugal.

Procura por novos alvos terapêuticos para Linfoma Não Hodgkin vence Bolsa de Investigação

Esta é uma iniciativa da Associação Portuguesa contra a Leucemia (APCL) em parceria com a Sociedade Portuguesa de Hematologia (SPH) e com o apoio da biofarmacêutica Gilead. A bolsa de 15.000€ é atribuída a um projeto de investigação com a duração de um ano.

Encontrar novos fatores prognósticos e a carência de uma terapêutica orientada para as necessidades dos doentes com Linfoma Linfoplasmocítico/Macroglobulinémia de Waldenström foram as principais necessidades detetadas pelos investigadores que, durante o próximo ano, se vão dedicar ao estudo da relação entre as transformações genéticas e celulares na célula maligna assim como alterações no sistema imunológico envolvente, particularmente o compartimento de células B, em doentes com Linfoma Linfoplasmocítico/Macroglobulinemia de Waldenström.

Sara Duarte, médica interna de Hematologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) e coordenadora do projeto vencedor explica que “apesar dos avanços, nos últimos anos, no conhecimento das alterações genéticas subjacentes ao desenvolvimento do Linfoma Linfoplasmocítico/Macroglobulinémia de Waldenström, não existe ainda uma terapêutica orientada para estes doentes, que acabam por ser tratados com recurso a terapêuticas conceptualizadas para linfomas mais agressivos e para o Mieloma Múltiplo. Com os nossos estudos pretendemos contribuir com uma melhor caracterização não só molecular, mas também celular da doença assim como das alterações no microambiente com o objetivo último de identificar potenciais alvos terapêuticos”.

 “É com muito orgulho que atribuímos esta bolsa de investigação a um projeto que pode ser uma mais-valia na cura de doentes com este tipo de Linfoma Não Hodgkin. É muito importante encontrar tratamentos que permitam ajudar cada vez mais pessoas e aumentar a esperança média de vida dos doentes com linfoma”, afirma Manuel Abecasis, presidente da Associação Portuguesa Contra a Leucemia.

Vítor Papão, Diretor Geral da Gilead Sciences refere que “este é um projeto com potencial para trazer novidades para a área das doenças hemato-oncológicas e poder fazer a diferença na vida dos doentes. É muito recompensador para nós podermos associar-nos à atribuição desta Bolsa em conjunto com a APCL e a Sociedade Portuguesa de Hematologia”.

“É com satisfação que vemos ser atribuída esta bolsa a um projeto focado num linfoma menos conhecido e investigado, no qual as opções terapêuticas são ainda pouco satisfatórias”, comenta Aida Botelho de Sousa, presidente da Sociedade Portuguesa de Hematologia.

O Linfoma Linfoplasmocítico/Macroglobulinémia de Waldenström é um linfoma não Hodgkin, que embora represente apenas 1-2% dos linfomas, está associado a elevada morbilidade quando sintomático. O Linfoma Linfoplasmocítico define-se por envolvimento da medula óssea e está frequentemente associado à produção aberrante de uma proteína, quase sempre a imunoglobulina-M, designando-se nestes casos, de Macroglobulinémia de Waldenström. A acumulação de imunoglobulina-M no organismo pode levar ao desenvolvimento de sintomas típicos da macroglobulinémia de Waldenström, incluindo hemorragias, alterações da visão e problemas associados ao sistema nervoso.

Mais 50 Livros Raros de autores nacionais enriquecem espólio da Livraria Lello, que bate record de venda diária de livros (1.800 por dia)

Destas novas aquisições destacam-se um exemplar do livro Encyclopedia of Wit, livro de anedotas, humor e piadas da biblioteca privada Fernando Pessoa, que ostenta uma dedicatória para Álvaro de Campos do seu amigo Alberto, 6 cartas e 27 postais de Matilde Rosa Araújo, escritos entre 1975 e 2004; 3 cartas e um postal de Mário Cesariny, escritos entre 1962 e 1979; uma primeira edição da Mensagem de Fernando Pessoa, de 1934 e, algo raro, que conserva a fatura de compra de 26/01/1935, tendo custado à data 10 escudos; quatro livros assinados por José Saramago: Deste mundo e do outro, História do Cerco de Lisboa, Todos os Nomes e Ensaio sobre a Cegueira; e um exemplar da primeira edição da peça Deseja-se Mulher, de José de Almada Negreiros, assinada pelo autor.

Ao longo dos últimos dois anos a Livraria Lello tem feito um enorme esforço na angariação de espólio literário de autores nacionais, bem como na valorização dos livros raros como investimento económico e cultural com valor e futuro. A sua presença em leilões e a colaboração com parceiros nacionais e internacionais tem permitido à Livraria criar um portefólio de venda atrativo para o público especializado neste segmento bibliófilo que, regularmente, a visita.

Olhando para o livro como um produto de investimento tão (ou mais) seguro como a arte, a Sala Gemma (novo espaço na Livraria Lello) foi precisamente pensada para ser o que hoje já é:

o lugar do Porto, cidade com amplas tradições livreiras, na compra e venda ativa de livros antigos, livros raros e livros objeto.

Em paralelo, a Livraria Lello tem-se afirmado cada vez mais como a maior exportadora nacional de cultura portuguesa.

Maio veio confirmar esta posição, pois foi o mês em que a Livraria Lello bateu o seu recorde diário de vendas de livros, tendo vendido cerca de 1800 livros por dia, cimentando a sua posição de Livraria de rua que mais livros vende em Portugal e que mais livros de autores nacionais vende a visitantes estrangeiros.

Canal Segurador representa mais de um milhão de euros para MELOM E Querido Mudei a Casa Obras

Ageas e Ocidental foram as seguradoras pioneiras nesta parceria com a MELOM. Recorde-se que, no modelo tradicional, o perito visita o segurado e a reparação fica a cargo do mesmo. Com esta parceria, a MELOM e o Querido Mudei a Casa Obras passam a centralizar esse processo, assumindo a responsabilidade de diagnóstico em situações de danos por água, mas com a vantagem de reparar o problema de imediato. Desta forma, o cliente é responsável apenas por acionar o seguro.

“É um serviço que só poderia ser prestado pela MELOM e Querido Mudei a Casa Obras, não só por estarmos presentes em todos os distritos do país, com uma rede de 192 unidades, garantindo a capilaridade que as seguradoras necessitam, mas também pelo nosso grau de especialização em tudo o que diz respeito à reabilitação e obras em casa” comenta João Carvalho, diretor-geral da MELOM. “Creio que os resultados, quer do ponto de vista de negócio, mas sobretudo da satisfação para os segurados e de eficiência de processos nos abrem perspetivas para a extensão deste serviço para outras áreas no universo segurador”, acrescenta.

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