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Ana Rita Silva

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Cinco aspetos que um CFO deve ter em conta para gerir o crescimento da sua empresa

A Sage, líder de mercado em soluções de gestão empresarial na Cloud, analisou o papel dos CFO (Diretores Financeiros) no setor da indústria. Numa economia cada vez mais global e competitiva, o cenário das cadeias de distribuição é muito mais complexo e os CFO devem assumir uma visão muito mais ampla da empresa, dirigindo o negócio não apenas aos próprios benefícios económicos, mas também à eficiência e ao futuro.

Tendo em conta este contexto, a Sage destaca os cincos aspetos fundamentais que um CFO deve ter em conta para desenvolver bem o seu trabalho num ambiente em mudança, digital e globalizado no qual evoluem atualmente as empresas:

1.O impacto da globalização

A globalização trouxe diversas vantagens aos fabricantes, desde o acesso a novos mercados até à capacidade de procura dos melhores recursos a nível global. Os acordos de comércio livre, por exemplo, permitem às empresas de diferentes países estabelecerem acordos lucrativos entre si sem a intervenção dos governos. Contudo, também se colocam alguns desafios em relação às normas de informação financeira.

Existem processos reconhecidos universalmente, como as Normas Internacionais de Informação Financeira e as Normas Internacionais de Auditoria, mas não são obrigatórias para todos os países, especialmente nos Estados Unidos. Como consequência, os CFO e as suas equipas enfrentam o desafio de compreender não apenas as regulações dos seus países, mas de todos os países em que têm negócios. Poder-se-ia afirmar que trabalhar com associados nos diferentes mercados que conheçam a regulação pode ajudar a minimizar muitos riscos.

  1. Recondução dos investimentos

É fácil distrair-se com projetos que agreguem pouco valor ao processo de fabrico e ao resultado final, mas o conhecimento e o pragmatismo do CFO podem implicar uma proteção eficaz contra isto. Os CFO podem utilizar o seu conhecimento das despesas operacionais para guiar os investimentos de forma favorável e assegurar também que os fabricantes priorizem as oportunidades que oferecem benefícios a curto e a longo prazo.

  1. Integração de processos de melhoria

Os CFO também têm de contribuir bastante na melhoria dos processos da indústria, já que podem ajudar a eliminar intermediários em todo o processo, assim como reduzir custos e melhorar o retorno de investimento.

  1. O verdadeiro valor da mudança digital

A digitalização permite aos CFO estabelecerem melhor as suas prioridades de acordo com a quantidade de trabalho e colocar ênfase nos aspetos mais importantes. Além disso, todos os departamentos podem partilhar a informação ao mesmo tempo, de forma direta e sem intermediários. Por fim, este processo permitirá aos CFO equilibrar CAPEX com OPEX, e ao mesmo tempo garantir que qualquer sistema de aquisições seja o mais adequado para a empresa, tanto a curto como a longo prazo.

  1. Automatizar ou não automatizar

A automatização não é nada de novo no mundo da indústria. Embora a ideia das fábricas autónomas possa ser atrativa para os Diretores Executivos, a realidade é que os sistemas de Inteligência Artificial e os robôs ainda necessitam de muita supervisão e de manutenção humana. Equilibrar a poupança de custos e os aumentos em termos de produtividade implica um desafio ético, já que pode conduzir a uma tendência de substituição de humanos por robôs. Encontrar o equilíbrio será a tarefa do CFO e do departamento financeiro, identificando prioridades e envolvendo-se para se converter no agente da mudança, conduzindo o negócio para a rentabilidade, eficiência e o futuro.

“A automatização pode ser vista como uma ameaça para os colaboradores do mundo da indústria, mas os CFO devem ter consciência do seu potencial na altura de aumentar o trabalho das pessoas ao invés de substituí-lo. A indústria de produção está em constante evolução e a pressão do CFO vai aumentar ao longo dos anos. A mudança como oportunidade irá proporcionar uma vantagem competitiva, já que o CFO deverá ser proativo e fazer avançar o negócio para os desafios do futuro”, conclui Josep María Raventós, Country Manager da Sage.

Universidade de Aveiro quer ajudar a NATO a combater extremistas na Internet

Numa época em que as redes sociais são cada vez mais usadas para difundir mensagens extremistas e onde fotografias e imagens são manipuladas constantemente, a competição lançada pela NATO StratCom desafiou investigadores de todo o mundo a apresentarem soluções para combater uma realidade que a organização considera ser “um risco claro para a segurança da Aliança Atlântica”.

“O objetivo da NATO é detetar conteúdo malicioso em vídeos e fotos online. Esse conteúdo pode ir desde propaganda política extremista até alterações ou descontextualização de imagens”, explica Daniel Canedo que, a par de António Neves, José Luis Oliveira, Alina Trifan e Ricardo Ribeiro, todos especialistas em Informática do Instituto de Engenharia Eletrónica e Informática de Aveiro (IEETA) da UA e do respetivo Departamento de Eletrónica, Telecomunicações e Informática (DETI), assina o projeto com que a equipa portuguesa pretende ajudar a NATO StratCom.

“O universo online é muito sensível a este tipo de informação, especialmente porque a faixa etária predominante na Internet é a mais jovem”, aponta o investigador que, não tem dúvidas: “Facilmente se consegue moldar uma mente jovem através da Internet, e quem cria este conteúdo malicioso está bem ciente desse fenómeno”. Portanto, “a NATO, por querer criar formas para combater este problema, lançou o desafio à comunidade científica com o objetivo de desenvolver sistemas capazes de detetar conteúdo malicioso”.

A ideia apresentada pela equipa da UA passa pelo desenvolvimento de um sistema capaz de analisar imagens, sejam em formato vídeo, sejam em fotografia, em três grandes dimensões. Em primeiro lugar o sistema quer esmiuçar os objetos. Os investigadores propõem-se a que no final da análise todos os objetos presentes nas imagens estejam rastreados de forma a que sejam ou não identificados aqueles que possam estar potencialmente ligados a grupos extremistas.

Em segundo lugar, o dispositivo informático permitirá também concluir se as imagens são originais ou se sofreram qualquer tipo de manipulação. Por último, o ‘detetive’ da UA terá a capacidade de analisar a informação extraída das imagens, enquadrada com as eventuais mensagens que a possam acompanhar como posts ou comentários a elas ligados nas redes sociais.

“Com base na informação extraída das imagens e dos conteúdos textuais dos posts que possam estar associados, o nosso sistema classificará o risco dessa informação utilizando técnicas de mineração de dados [exploração de grandes quantidades de dados em busca de padrões consistentes] e classificadores [treino de algoritmos para aprenderem padrões e fazerem previsões a partir de dados]”, explica Daniel Canedo.

Uma Lágrima na Face da Índia: Um romance que concentra amor, genocídio e infanticídio

Este é o teu primeiro livro mas para te conhecer um pouco melhor fala-nos um pouco sobre ti. Quem é o Daniel Nunes de Sousa?

Sou, talvez, o homem mais distraído que já conheci. Às seis da madrugada, quando os primeiros raios solares incidem sobre os telhados da minha casa, o meu cérebro entra numa torrente de pensamentos e contrapensamentos que me acompanham, sob qualquer situação, até o sol partir para uma nova cidade e o meu corpo, exausto, cair no sofá e saborear, em paz, o prazer de uma narguilé e uma boa conversa. «Ouviste alguma coisa do que eu disse?», perguntam-me, por vezes. E eu respondo, seguro na maioria das vezes de que tudo ouvi: «Mas é claro que sim!» Por isso, sou activo e gosto da ideia de ser, fazer e pensar em múltiplas coisas simultaneamente. Não imagino que um dia seja apenas psicólogo ou escritor ou sommelier, ou até as três coisas juntas. Há em mim, desde há muito, mas agora maior, o desejo do voluntário que larga tudo a troco de nada – nem mesmo uma única esmola! –, mas ainda não encontrei a força e a loucura necessárias para pôr em prática este tão velho desejo. E devia, porque sempre que imagino como seria esta aventura, ecoam na minha cabeça sorrisos felizes e longas conversas, debaixo de um cardume de estrelas reluzentes sob a paz nocturna, em círculo (como sempre imaginei), com um grupo de voluntários de rostos joviais segurando nas mãos a velha guitarra portuguesa e espalhando no ar melodias por mim desconhecidas enquanto o sono não chega. Por isso, também, tenho em mim a bondade para ajudar e estender uma mão amiga, pelo que, não dificilmente, me poderão encontrar a ajudar um idoso a carregar um saco de compras, a devolver uma nota de alguns euros deixada cair sobre o azulejo de um supermercado pelas mãos de um homem igualmente distraído, ou, em raras situações, emocionar-me com o olhar ansioso e apaixonado de uma senhora idosa, reclamando com o marido sobre uma coisa qualquer absolutamente insignificante. Por isso, gosto dos amores verdadeiros, os que nos deixam com espasmos no coração e enchem de amor até à loucura. E, porque acredito em sonhos, e este é possível, sonho um dia casar em Bali, e o amor da minha vida terá uma grinalda de flores alegres na cabeça, e no final da noite, com velas espalhadas por toda a margem do oceano, dançarei desajeitadamente e brindarei com um bom vinho português à alegria de ter concretizado um pequeno grande sonho, porque quando se quer muito uma coisa, todo o Universo conspira para que se realize*, então, a vida, com toda a sua magia, sempre nos põe no caminho da busca por um sonho.

*“O Alquimista”, de Paulo Coelho

 Como surgiu a inspiração para escreveres “Uma lágrima na face da Índia”?

Imagine, o leitor, que todas as noites, ao deitar confortavelmente a cabeça na sua almofada macia, fecha os olhos para um sono profundo e começa a imaginar, em cores fictícias, que está num país longínquo, e que lá, magicamente, conhece e sente uma felicidade nunca antes por si sentida. Nessa terra maravilhosa, conhece lugares que despertam em si muitas emoções e muitos sentimentos; aventuras que nunca pensou ser capaz de experienciar, como saltar do alto de uma montanha e sentir-se, literalmente, voar sob as alturas dos céus. E as pessoas e os lugares nunca são os mesmos, são todas as noites novos, porque o leitor deseja saltar de espaço em espaço para abrir os braços a novas experiências. Todo este parágrafo para dizer, no fundo, que foi assim que surgiu a minha inspiração. Durante vários meses, todas as noites eu deitava a cabeça na minha almofada, fechava os meus olhos vulgares e o meu pensamento, sempre, viajava para longe do meu país. Queria muito viajar, sair e conhecer uma nova língua, um novo horizonte. Como, na altura, ainda estudava e não tinha condições para fazer a minha viagem, decidi pôr no papel tudo aquilo que sempre imaginei. Portanto, a ideia original do livro parte precisamente deste meu pequeno grande sonho. No entanto, assim que o meu personagem literário, o Noah, chega à Índia, e percebe a dimensão da violência sobre as mulheres, tudo o que sempre imaginei e senti deixou de ter importância. A minha missão, a partir dali, converteu-se num desejo profundo e genuíno de ajudar as mulheres indianas, acreditando, vivamente, que a minha função, enquanto escritor, seria mostrar com rigor e respeito o que aquela vasta terra, que apavora e fascina, carrega sobre os seus ombros pesados.

O livro retrata o romance entre um turista e uma indiana e foca aspetos preocupantes que ainda afetam em grande escala a Índia como o genocídio e o infanticídio nas mulheres. Porquê abordagem destas temáticas?

Destino e instinto. Estes são os alicerces de todo o meu processo criativo. O leitor pense agora que todos aqueles sonhos, todas aquelas noites em que me deitava a pensar e a imaginar histórias fictícias maravilhosas, serviram apenas para me levar a um único lugar – amoroso e sangrento – e, depois de lá chegado, já não havia como sair. Por isso, ouso dizer: eu não escolhi este tema, este tema escolheu-me. Agarrou nos meus ombros, sacudiu-os como uma espécie de pedido de ajuda e provocou em mim calafrios nervosos, lágrimas, raiva, e uma vontade louca e incessante de fazer alguma coisa, de seguir instintivamente mais para diante e provocar algum efeito positivo nas mulheres que todos os dias sofrem nas mãos desses machos indianos que acreditam que, “para serem homens, precisam de uma certa violência para provar a sua masculinidade!” E o meu personagem literário principal vem confirmar esta dura realidade. O seu amor genuíno por Sahana agarra-o com força e empurra-o até às tradições de um país onde “a violação sexual dentro do casamento não é considerado crime”. É, por isso, um romance onde a ficção e realidade se enleiam numa história inesperada, onde os casamentos arranjados com homens de uma casta superior permanecem bastante enraizados e as mortes por dote continuam a ser um problema. Noah vê diante de si, no rosto feminino de olhos tristes e suplicantes, a pressão extenuante para ter um menino, ainda que, não raras vezes, se ouça dizer: “Não há problema em ter uma menina, desde que primeiro se tenha um menino”. Mas são as violações sexuais que petrificam Noah, que colocam os seus nervos como cordas tensas e fazem o seu sangue gelar. Conhecida pelas violações em grupo, as estatísticas, enquanto elemento meramente representativo, mostram-nos números assustadores, ainda que longe da realidade de um país onde a mulher é vista como um boneco de castigo e os crimes são sempre, sem qualquer excepção, justificados pelos homens, deixando-os imunes para continuarem a castigar o comportamento inaceitável de uma mulher (incluindo crianças), como, por exemplo, defecar numa zona onde não existem casas de banho, ou, então, pela “má escolha de roupas”. Na boca cruel de um macho indiano, “a culpa é sempre delas”. Se o leitor, por um segundo que seja, se sentiu fragilizado com estas palavras, estou então certo que compreenderá, agora, o porquê de eu ter passado vários anos a estudar e a escrever sobre este tema, que tanto me comoveu. Por isso, se pensar que muito pouco sabia sobre este assunto, e que os becos e as ruelas indianas, inexplicavelmente, não faziam parte dos meus pensamentos em cores fictícias, acredito então que fui escolhido para escrever sobre a violência contra as mulheres indianas.

 

Por que razões devem as pessoas ler o teu livro?

Uma Lágrima na Face da Índia é uma obra bastante completa: ela integra um amor proibido, exótico, através do encontro inesperado entre um turista à procura do seu caminho na vida e uma guia de turismo inexperiente, que enfrenta, diariamente, o peso de um casamento que lhe foi lançado sobre as mãos. Como, então, se libertar deste arranjo de espinhos e ser livre? Com uma narrativa profundamente cuidada, o leitor poderá ver e sentir as loucuras de um amor que chega como uma tempestade, que cai dos céus como um relâmpago e atira o coração para um majestoso e incompreensível mistério. Por outro lado, caminhando lado a lado, o romance entre estas duas pessoas desenrola-se à medida que a realidade da Índia é descortinada por meio de notícias e factos reais, que o autor recorre com alguma frequência, e a cultura do país, com os seus muitos deuses e mitos, surge para embelezar e colorir a narrativa da obra. Em Uma Lágrima na Face da Índia, o leitor poderá estar certo de, no final da mesma, sentir dentro de si uma vontade inexplicável para partir daqui, comentar o que leu, pesquisar, fazer alguma coisa quem sabe, emprestar o livro a um amigo ou recomendá-lo, pensar na Índia e vê-la com outros olhos, nem sempre bons, mas com a certeza de que, apesar da violência exercida sobre as mulheres, é um país com uma cultura fascinante que sempre nos atrai.

“Consumidores estão mais conscientes das oportunidades da Black Friday”

No rescaldo da semana Black Friday 2018, o Portal da Queixa, a maior rede social de consumidores do país, – que lançou uma plataforma online específica para a data – verificou que, face a 2017, os consumidores estão mais conscientes acerca do que representam as oportunidades na Black Friday.

Face a 2017, o número de reclamações aumentou, tendo registado mais de 70 queixas (62 o ano passado). Porém,  se em 2017, “a dificuldade de contacto e apoio com das marcas” era o principal motivo de reclamação dos consumidores, este ano, no topo da tabela estão motivos comos: o aumento do preço antes da promoção por forma a aplicar o desconto; a falta de stock no momento da compra; dificuldades de efetuar a compra com a promoção anunciada e atraso de entrega.

“Este ano verificou-se uma natural tendência no aumento de campanhas das marcas relacionadas com a Black Friday e, por isso, verificou-se igualmente um exponencial aumento na procura relativamente à oferta. Por conseguinte, registámos uma subida das reclamações relativas à BF em Portugal.”, explica Sónia Lage Lourenço, COO e Co-Founder do Portal da Queixa, sublinhando que: “Este ano, a queixa referente à ‘falta de capacidade de contacto com a marca’ foi quase nula, dando lugar à reclamação por ‘variação do preço’.”

Marcas com mais reclamações:

Entre as marcas com o maior número de reclamações registadas no Portal da Queixa, as mais visadas são no setor da tecnologia – FNAC, Worten, Media Markt, Rádio Popular e El Corte Inglês – (facto que resulta da elevada procura destes produtos em iniciativas como estas), contudo, no setor do comércio a retalho de vestuário e alimentação também foram um grande alvo de reclamações.

Segundo revela a responsável, “muitos consumidores relataram que alguns dos melhores descontos apresentados constituíram um chamariz, na medida em que na hora de os adquirir não estavam disponíveis por falta de stock ou dificuldade na aquisição dos mesmos.”

Quanto à plataforma www.blackfriday2018.pt – que ainda esteve online para a Cyber Monday -, o balanço do Portal da Queixa é positivo.

Considerando que a mensagem de confiança e transparência foi adotada por grande parte das marcas aderentes, Sónia Lage Lourenço realça: “Este ano, verificámos que os consumidores já estão mais conscientes acerca do que representam as oportunidades na Black Friday, face a 2017, que foi o primeiro ano de grande impacto e as dúvidas eram muitas. Contudo, devido a más práticas de algumas marcas, nos anos anteriores, os consumidores procuraram, este ano, confiança e transparência, para que as suas compras fossem efetuadas com segurança e que representassem uma real vantagem de desconto. Por essa razão, as 247 marcas que quiseram estar presentes, na plataforma Blackfriday2018.pt, demonstraram essa disponibilidade para o contacto imediato, por forma a garantirem uma maior proximidade e confiança na hora de comprar. O balanço é realmente otimista e é realçado pela atitude positiva, que as marcas quiseram demonstrar aos seus consumidores. Não há dúvida que a reputação online está a mudar o paradigma de consumo em Portugal e, cada vez mais, as grandes marcas necessitam de estar onde estão os consumidores.”

 PORTAL DA QUEIXA em números:

• Média de 10.000 reclamações registadas por mês

• de 5.000 marcas presentes na plataforma

• de 290.000 utilizadores registados ( de 10.000 novos /mês)

• 3 milhões de páginas visitas/mês

• 800.000 visitantes únicos (10% do universo de utilizadores de internet em Portugal)

• TOP 300 dos sites mais acedidos em Portugal (ranking Alexa)

• de 235 mil reclamações recebidas desde 2009

 

 

CHEP reforça apoio ao Banco Alimentar na campanha de Natal

A colaboração da CHEP nesta iniciativa estende-se à preparação logística da campanha, que terá início já hoje, a qual inclui a montagem de caixas de cartão para armazenamento dos alimentos recolhidos no âmbito da campanha do Banco Alimentar Contra a Fome e a preparação de kits que são enviados para os diferentes pontos de recolha nos supermercados da região de Lisboa. O apoio da CHEP passa também pela disponibilização de paletes aos Bancos Alimentares Europeus pertencentes à Federação Europeia de Bancos Alimentares (FEBA) para armazenamento de produto.

O compromisso de responsabilidade corporativa da CHEP junta-se à sustentabilidade através da campanha “Papel por Alimentos”, uma iniciativa apoiada pela CHEP que consiste na troca de papel do escritório por alimentos que são enviados ao Banco Alimentar. A ação, de teor ambiental e social, visa a troca de papel por alimentos através da qual uma tonelada de papel recolhido corresponde a 100 euros para mantimentos.

A CHEP ajuda na transportação de bens, em mais lugares do que qualquer outra organização a nível global. É essencial para a CHEP ter um papel participativo na questão social. As nossas equipas possuem um espírito comunitário muito forte onde a satisfação em poder ajudar os outros é um sentimento comum entre as equipas. Dar o exemplo começa pelos pequenos passos que fazem uma grande diferença. No caso do Banco Alimentar, o apoio da CHEP tem por base essencialmente a organização do armazém e coordenação de voluntários, que é um trabalho que passa despercebido mas é essencial nas ações de recolha de alimentos, afirma Filipa Ferreira Mendes, Country General Manager da CHEP Portugal.

A Responsabilidade Social Corporativa é um dos pilares da empresa. Os colaboradores da CHEP dispõem de três dias de voluntariado por ano para participarem numa variedade de atividade propostas pela equipa de RSC – Responsabilidade Social Corporativa. No ano de 2017, 86% dos colaboradores participaram em atividades de voluntariado, tendo completado 191 horas de voluntariado.

Sage apresenta novo Programa de Parceiros para Portugal

A Sage, líder de mercado em soluções de gestão empresarial na cloud, apresenta hoje o seu novo Programa de Parceiros para o mercado português – “Sage Partner Program” com o objetivo de simplificar a forma como a empresa se relaciona com o seu ecossistema de parceiros e os apoia a explorar novas oportunidades de negócio.

O novo programa tem como objetivo reforçar o compromisso com este que é um dos pilares mais relevantes para a Sage, oferecendo métodos de colaboração simplificados, programas de formação e certificação e incentivos para cada modelo de negócio.

Sejam Parceiros VAR’s (Revendedores), Contabilistas, Implementadores de Sistemas ou Parceiros ISVs, o programa estrutura-se por níveis com requisitos e benefícios que aumentam de acordo com as receitas, as contribuições, os compromissos de marketing e a experiência técnica e comercial destes Parceiros.

Com este novo programa, a Sage propõe-se em cumprir e oferecer benefícios, tais como:

  • Aumento de Receitas com base no volume de vendas, referências de clientes, oportunidades de serviços e incentivos para a captação de novos clientes.
  • Maior rapidez na comercialização ao oferecer acesso às soluções mais modernas Sage, formação e suporte para ajudar a conhecer a constante procura dos clientes de produtos e soluções baseados na cloud.
  • Maior eficácia e alcance das ações de Marketing com base em elementos fundamentais de Marketing, incluindo o Sage Marketplace e os Fundos de Marketing (MDF).
  • Aumento de vantagem competitiva que ajudará a diferenciar a marca do parceiro com base no seu nível de Parceria e conhecimentos demonstrados sobre os produtos e serviços Sage.
  • Compromisso contínuo de parceria e aumento do investimento no canal para ajudar a oferecer novos produtos Sage, a implementar novos modelos de negócio e a acelerar o crescimento.

Segundo Josep María Raventós, Country Manager da Sage Portugal, “As Soluções Cloud, as plataformas móveis e a procura por produtos e serviços de valor acrescentado são excelentes oportunidades de negócio para os nossos parceiros e por isso nasceu o novo Sage Partner Program, onde o nosso objetivo é ter o melhor ecossistema de parceiros em cada um dos segmentos de mercado onde atuamos, com benefícios e incentivos que os ajudam a acelerar os seus e o nosso negócio.”

Celebre connosco o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência

Este dia internacional, aberto à participação de todos, é um evento relevante na afirmação e defesa dos Direitos Humanos, nomeadamente, os direitos das pessoas com deficiência, cuja realidade no dia a dia passa por enfrentar as barreiras que as impedem de participar, ativamente, na sociedade, em condições de igualdade com as outras pessoas.

Junte-se ao Presidente da República; ao Ministro da Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e à Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência e e celebre connosco esta data. Porque todos fazemos falta e somos todos agentes importantes para a mudança.

Allianz planta 10 mil árvores na Sertã

A Allianz Portugal, em conjunto com a ANEFA – Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente e o Município da Sertã dão início, hoje, à primeira fase da plantação de 10 mil árvores em Vale do Pereiro, no concelho da Sertã, no âmbito da iniciativa “Vamos plantar o futuro.

As 10 mil árvores são resultado da Campanha Especial de Multirriscos Habitação da Allianz Portugal, que se traduziu num enorme sucesso.

No total, será recuperada uma área de 10 hectares, com espécies resilientes e resistentes como carvalhos, pinheiros, castanheiros, sobreiros e medronheiros certificados, que têm uma maior resiliência ao fogo. Nesta iniciativa participam cerca de 100 voluntários, entre estudantes, residentes e colaboradores da Allianz Portugal.

José Francisco Duarte Neves, Membro do Comité de Direcção e Diretor de Market Management e de Produto P&C da Allianz Portugal, refere: “com esta iniciativa, pretendemos ajudar a superar os danos causados pelos incêndios em 2017 no município da Sertã, mais especificamente no Vale do Pereiro. Não basta falar em responsabilidade social, as Empresas devem retribuir à sociedade uma parte do que ela nos dá. É isso que a Allianz Portugal pretende com esta ação, que se concretiza no âmbito da nossa política de responsabilidade social.”

Vera Morais dos Santos, Engenheira Florestal da ANEFA, adianta: “A Allianz é parceira do projecto PRONATURA da ANEFA há mais de uma década e é com muito orgulho que a empresa não fica indiferente à tragédia ocorrida em 2017 e reforça a sua presença numa área tão afectada pelos incêndios. Iremos iniciar a plantação das 10.000 árvores oferecidas pela Allianz na aldeia Vale de Pereiro, cujo objectivo é criar uma faixa de gestão em redor da aldeia, com espécies mais resilientes ao fogo. Nesta área serão plantados essencialmente medronheiros, carvalhos, castanheiros e sobreiros.”

Para José Farinha Nunes, Presidente da Câmara Municipal da Sertã, “este tipo de iniciativas é de louvar porque possibilita a reflorestação de áreas afetadas pelos incêndios, ao mesmo tempo que atua como estímulo e incentivo às populações para recomeçarem e retomarem as suas vidas.” O autarca sertaginense congratula-se pela parceria estabelecida entre o Município da Sertã, ANEFA e Allianz, que possibilitou a concretização daquela ação de reflorestação. “Sublinho o caracter meritório desta ação cuja ideia surgiu, inicialmente, de um grupo de populares do Vale do Pereiro, que uniu esforços no sentido de se reerguerem e agirem localmente”, conclui o autarca.

Recorde-se que entre janeiro a outubro do último ano, arderam mais de 442 mil hectares, entre os quais zonas habitacionais, que causaram a morte a 112 pessoas. Inserida na política de responsabilidade social da Companhia de Seguros, a campanha “Vamos plantar o futuroirá ajudar a reflorestar as zonas afetadas pelos incêndios no concelho da Sertã.

 

FBI lança alerta para ataque de SamSam com origem em cidadãos Iranianos

A sofisticada forma de operar do ransomware, assim como o número de vítimas e a quantidade de dinheiro arrecadado pelos atacantes foram revelados por uma investigação realizada pelo SophosLabs em Agosto deste ano.

 

A Sophos esteve a seguir o SamSam e outros ataques similares tendo chegado à conclusão de que os autores do SamSam arrecadaram cerca de 6,5 milhões de dólares ao longo dos últimos três anos. Os atacantes usam uma técnica de ataque dirigida controlada por uma equipa qualificada de rápida implementação durante a noite enquanto as vítimas dormem, o que indica que os ciber criminosos realizam reconhecimento das suas vítimas e planeiam cuidadosamente quem, o quê, onde e quando se podem realizar os ataques.

 

Nesta análise a Sophos descobriu que os ciberataques se dirigem a pontos de entrada débeis e forçam as palavras-passe de RDP (Protocolo de escritório remoto). Uma vez dentro, movem-se lateralmente, trabalhando passo-a-passo para roubar as credenciais de administrador de domínio, manipular controlos internos, desativar as cópias de segurança entre outras ações, para instalar manualmente o ransomware. Quando a maioria dos administradores de TI se dão conta do que está a acontecer, o dano está feito.

 

Baseando-se na investigação realizada, a Sophos suspeitava que se tratava de um pequeno grupo de pessoas pelo grau de segurança operacional que empregavam. Por exemplo, não entravam em fóruns da Deep Web para ostentar as suas façanhas, como costumam fazer muitos aficionados. Além disso, intuía-se que a língua materna dos autores não era o inglês devido à gramática e pontuação utilizada. A estas pistas somava-se as horas de trabalho dos ciber atacantes que coincidam com as do fuso horário de Teerão que é GMT+3:30.

 

A investigação sobre o SamSam e o relatório de ciberameaças 2019 realizado pela Sophos explicam detalhadamente como se levou a cabo este ataque. A técnica, tática e procedimento dos delinquentes eram únicos e empregavam algumas medidas de proteção muito sofisticadas que iam evoluindo com o tempo. Lamentavelmente, esta nova metodologia de ciberataque inspirou toda uma nova geração de atacantes que está a usar as mesmas técnicas contra outras organizações de média e grande dimensão.

 

Foi o facto de os ciber criminosos e a sua nova metodologia demonstra que todo o tipo de ciber atividade pode ser rastreada até aos culpados e acusá-los de roubar e extorquir pessoas inocentes. Ao identificar as carteiras Bitcoin associadas a esta atividade criminosa, foram assinalados. Portanto, qualquer pessoa que tente lavar essas cripto moedas será cúmplice dos cibercrimes cometidos por estes.

 

Canon patrocina National Geographic Exodus Aveiro Fest

Edição que este ano ficará marcada pela distinção de Personalidade do Ano, a Yann Arthus-Bertrand, realizador e fotógrafo, e embaixador da Canon que ao longo do seu percurso profissional tem trazido à luz do dia, histórias humanas documentadas por exemplo em HUMAN ou a extraordinária beleza do mundo que podemos assistir em HOME. Além de todo o programa, os presentes no evento estão convidados a visitar o Spot Canon onde poderão conversar e beber um café com os fotógrafos ARTURCABRAL PHOTOGRAPHER e Ricardo Bravo – Image Maker.

Mais que um festival, este é um evento que visa inspirar todos os apaixonados por fotografia de Viagem e Aventura. O Exodus Fest conta com uma missão ambiciosa – abrir as portas ao mundo, juntando os melhores profissionais destas áreas para falarem das suas vidas, partilharem os seus projetos e inspirar. É um hino para a humanidade e uma homenagem ao nosso planeta. O ponto de partida para um mundo acessível a todos, partilhando os melhores trabalhos de fotografia e vídeo sobre as temáticas que mais valor têm para a sua divulgação, preservação e inspiração ao conhecimento e descoberta.

A cidade de Aveiro prepara-se assim para dois dias recheados de bons momentos e muita criatividade que prometem ficar na memória de todos. A Canon como uma das principais patrocinadoras do evento terá no seu espaço um conjunto de novidades para todos os visitantes que se descolarem ao Centro de Congressos de Aveiro poderem conhecer. Uma oportunidade para os amantes da fotografia colocarem as suas questões aos especialistas.

Yann Arthus-Bertrand, Embaixador da Canon, será a personalidade homenageada em 2018, no National Geographic Exodus Aveiro Fest. Fotógrafo há mais de 40 anos, é Embaixador da Boa Vontade das Nações Unidas e o realizador de ‘HOME’ e ‘HUMAN’, e o mais recente documentário, “WOMAN”.

Toda a informação sobre o National Geographic Exodus Aveiro Fest em https://www.exodusaveirofest.com/pt/evento/

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