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Ana Rita Silva

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Saia da sua zona de conforto

Tratam-se de distinções de orgulho, mas também de um acréscimo de responsabilidade?

Sim, de facto são distinções que me deixam muito orgulhosa, trata-se de ver reconhecido o meu trabalho e o trabalho de todos os colaboradores da SI.

Termos sido os vencedores do Portugal 5 Estrelas em 2018, na categoria Imobiliárias, comprova o cuidado que a SI tem em apoiar, formar e ajudar os seus franchisados, e acredito que esta foi a fórmula que nos levou a ser reconhecidos pelos consumidores portugueses como uma marca Cinco Estrelas.

Não menos importante é o facto de nos últimos três anos termos sido distinguidos como uma das melhores marcas no apoio à rede pelo Instituto do Franchising. Torna-se claro que o nosso forte apoio aos franchisados e a todos os colaboradores é o que nos conduz à excelência do serviço, e, para mim, este reconhecimento tem um valor muito importante. Enquanto Diretora de expansão da Marca, o apoio à rede é uma das minhas principais funções, e este reconhecimento traz-me um sentimento de dever cumprido.

Estas distinções trazem-nos uma projeção ao nível nacional enquanto Marca de confiança e com um nível de serviço de excelência.

Enquanto Marca Portuguesa, obter este estatuto é claramente uma responsabilidade acrescida. Temos de manter uma grande objetividade no nosso principal objetivo, crescer e ser até 2020 a maior rede imobiliária nacional, par a par com o compromisso de manter a qualidade do serviço que nos levou a ser distinguidos com tão prestigiados reconhecimentos.

Desenvolver um plano e estratégia com vista ao crescimento almejado, mantendo intacto o nosso modelo de negócio e a nossa forma de estar no mercado, honesta, transparente e profissional, tem sido o nosso maior desafio. Mas temos uma estrutura altamente capaz, motivada, preocupada e preparada para orientar todos as nossas lojas para o máximo sucesso, implementando as melhores práticas com vista à elevada satisfação do cliente.

Queremos (e vamos) manter a identidade própria dos Serviços da SI que nos permitiram alcançar estes reconhecimentos. Não é novidade sermos reconhecidos como líderes de mercado e pela excelência do nosso serviço, mas esta realidade passou do âmbito regional para o âmbito nacional e, obviamente, além do orgulho que sentimos, sentimos também o peso da responsabilidade que estes reconhecimentos nos trazem.

 

O Grupo SI está a viver um momento de grande expansão no país, com previsão de chegar às 60 lojas até 2020. Qual tem vindo a ser a estratégia do grupo para se diferenciar dos demais do setor?

Efetivamente encontramo-nos num notável processo de expansão. Este ano focámo-nos no processo de expansão a norte e conseguimos chegar às quatro agências, a mais recente na Maia, e já temos mais três aberturas previstas até ao final do ano, em Ermesinde, Matosinhos e Gaia.

A sul também temos assistido a um excelente processo de crescimento. Neste momento, temos uma posição de referência com cinco unidades já em atividade, e passámos à sexta este mês, com a inauguração da loja do Laranjeiro. Além disso, já se encontra em andamento a inauguração de mais uma loja em Linda-a-Velha.

No centro, região onde nos encontramos mais representados, continuamos igualmente a crescer e a reforçar a nossa posição. Em outubro, inaugurámos a terceira loja na cidade de Coimbra, na zona da Portela, e estamos agora focados no crescimento em duas importantes cidades – Viseu e Leiria.

Este sucesso que temos vindo a obter, no que diz respeito ao crescimento, é graças ao nosso plano de expansão cuidadosamente delineado e estruturado. Em 2019, temos como objetivo abrir 30 agências, 10 a norte e 10 a sul e Algarve, e pretendemos ainda iniciar a nossa expansão na Ilhas, onde queremos estar representados com cinco agências na Madeira e Açores.

A nossa estratégia passa pelo planeamento antecipado: onde estamos, onde queremos chegar, identificar oportunidades e dificuldades, pontos fortes e fracos, definir uma estratégia assertiva e realista e trabalhar diariamente de forma focada.

Claro que a nossa estratégia de crescimento tem sempre associada a componente de inovação e diferenciação, pois sem esta somos iguais aos demais do nosso setor.

Durante 15 anos, a fazer 16 já no próximo dia 26 de novembro, podemos dizer orgulhosamente que sempre procurámos oferecer um serviço melhor, diferenciado e inovador.

Não vou falar muito dos serviços adicionais que disponibilizamos ou de ferramentas exclusivas da marca, porque esta inovação está assente em algo que considero ser a chave do nosso sucesso e o que nos leva a esta diferenciação e inovação.

Basicamente trata-se da ligação intensa que todos os colaboradores da SI têm, não existem barreiras ou hierarquias de comunicação, qualquer colaborador, seja consultor, franchisado ou parceiro, não tem barreiras de comunicação com o Diretor Geral, Diretor de Expansão, Departamento Jurídico, etc., seja para partilhar ideias, pedir ajuda em dificuldades ou partilhar vitórias. Somos todos iguais e igualmente acessíveis.

Todos os colaboradores são ouvidos e tidos em conta nas importantes decisões que a SI toma, e, de uma forma geral, todos sentem orgulho e vontade em serem participativos no caminho que a SI trilha diariamente, e sabem que podem contar sempre com toda a estrutura da SI nos bons e nos maus momentos.

Acredito que todos partilhamos este sentimento. Somos SI, somos uma família com laços fortes, somos unidos e existe apoio e colaboração mútua constante, e, por isso, somos DIFERENTES.

Oferecemos um serviço diferenciado, tanto pela qualidade como pelo alargado leque de serviços que disponibilizamos ao cliente, que no processo de transação imobiliária pode contar com mediação de obras, consultoria financeira, gestão de arrendamentos, contratação de importantes serviços para a habitação, como certificados energéticos, energias, comunicações, água e luz, mudanças e até planos de segurança.

Estes serviços permitem-nos apoiar o cliente num maior número de necessidades, com vista à sua máxima satisfação.

Procuramos regularmente novos serviços, e neste processo fazemos questão de ouvir os nossos clientes através de inquéritos regulares sobre o serviço prestado. Estes inquéritos permitem-nos evoluir e melhorar de acordo com as reais necessidades do cliente, mas também assegurar que mantemos a qualidade do nosso serviço. No último inquérito obtivemos 98.7% de satisfação dos nossos clientes, um dado muito positivo.

Se tiver de resumir o que nos diferencia, penso que é o nosso modelo de negócios orientado para uma forma de estar transparente, leal e profissional, e o facto de estarmos a crescer com pessoas que adotam o nosso modelo de forma entusiasta.

 

Sara Guedes é a Diretora de Expansão do Grupo SI. Em que momento da sua vida agarrou este desafio? E que desafios acarreta um cargo desta dimensão?

O desafio foi-me lançado em 2013, altura em que a SI traçou a sua estratégia de crescimento no âmbito regional a curto prazo e no nacional a médio prazo. Este projeto foi-me apresentado de uma forma entusiasta e ao perceber que iria haver uma forte aposta no crescimento da marca, de uma forma bem planeada e estratégica, fiquei sem qualquer dúvida de que iria ser um projeto bem-sucedido e do qual eu queria fazer parte.

Tenho que ser franca, não precisei de refletir muito sobre a decisão de abraçar este projeto, conhecia muito bem a SI, dado que já era colaboradora da marca desde 2003, e ter a oportunidade de crescer dentro de uma marca em que confio e acredito, mantendo-me ligada a uma atividade pela qual sou apaixonada, a área imobiliária, foi quase como um sonho.

Foi assim que iniciei esta caminhada, lado a lado com a SI, sempre consciente de que o desafio era ambicioso e que esta nova função iria exigir de mim mais tempo e concentração, e que teria de estar preparada para muita aprendizagem durante o processo.

É óbvio que um cargo de tão elevada responsabilidade exige alguns sacrifícios. Numa primeira instância, exigiu uma reflexão e análise para perceber se estava preparada para enfrentar este novo desafio. Na verdade, sei que não estava, mas se há uma coisa que as mulheres sabem fazer muito bem, é tomar decisões de forma determinada, que é a parte mais difícil, mas depois de tomada, rapidamente ajustam as condicionantes, arregaçam as mangas, vão à luta e não aceitam nada menos que o sucesso.

Claro que um cargo desta natureza nos obriga a uma excelente capacidade de gestão e de conciliação das responsabilidades profissionais e pessoais. É preciso muita determinação e vontade e termos pessoas otimistas ao nosso redor.

 

Portugal é o sexto país do mundo com melhores oportunidades e condições de apoio para as mulheres prosperarem enquanto empreendedoras. Na sua opinião, estamos realmente num bom caminho?

Acredito plenamente que estamos no bom caminho, afinal em quantos rankings se consegue ver Portugal tão bem classificado?

Temos assistido nos últimos anos ao fenómeno do empreendedorismo feminino. Hoje, cada vez mais se veem líderes femininas em altos cargos de direção e de gestão, e acredito que esta será uma tendência que vamos continuar a verificar nos próximos anos.

A sociedade mudou e continua a mudar, aliás, a evoluir. Hoje, as mulheres crescem sabendo que conseguem ser autónomas, que podem desenvolver as suas capacidades e competências e que podem ser participativas e ativas em atividades que eram exclusivamente masculinas de uma forma tão ou mais bem-sucedida.

As mulheres já têm acesso à mesma formação e às mesmas oportunidades que os homens, não vejo diferenças, crescem nas mesmas creches, estudam nas mesmas instituições, têm acesso aos mesmos cursos, aos mesmos estágios, por isso claro que estão capazes e prontas para enfrentar os mesmos desafios.

No entanto, quando falamos do acesso ao mercado de trabalho, aqui sim, ainda existe muito a fazer. Eu tenho a sorte de nunca ter sentido este tipo de desigualdades, mas não estou alheia às desigualdades salariais, ao facto de existirem determinados cargos em que privilegiam as candidaturas masculinas, por supostamente estes terem menos limitação de tempo relacionado a responsabilidades parentais ou a tarefas domésticas.

E aqui sim, existe muito a fazer para continuarmos no bom caminho. Otimista como sou, vejo que as mentalidades estão a mudar a olhos vistos e espero que continuemos a ver uma mudança de mentalidades e uma evolução que nos leve em pouco tempo a sanar estas desigualdades a que ainda assistimos. Penso que nós, mulheres, temos aqui um importante papel, está nas nossas mãos valorizarmo-nos e exigirmos que as responsabilidades domésticas e parentais sejam igualmente repartidas, não faz sentido um casal em que só a mulher tem a responsabilidade de fazer a comida ou de tratar dos filhos, estas responsabilidades devem e têm de ser igualmente partilhadas.

É fácil para uma mulher sair da sua zona de conforto para se tornar numa empreendedora de sucesso? Que obstáculos se enfrenta? Conte-nos um pouco sobre a sua história.

Começando pela minha história, sempre fui muito precoce e irreverente, sempre pronta para enfrentar desafios. Dá-me um gosto especial encarar e ultrapassar desafios “fora da caixa”. Sinto-me muito realizada, quando decido fazer algo totalmente inesperado numa mulher e que causa impacto e admiração na sociedade.

Tive a felicidade de ter uma família que me transmitiu valores profissionais muito importantes. Desde muito cedo, criança ainda, as minhas férias escolares eram passadas a trabalhar no restaurante do meu avô, o melhor avô do mundo quando estava no papel de avô, mas no que tocava ao trabalho não havia misturas, desligava-se do papel de avô e tornava-se um patrão exemplar e exigente. Tenho de partilhar esta história: há uns largos anos, as máquinas de café tinham um manípulo que tínhamos de puxar para tirar o café. Determinado dia, o meu avô teve de se ausentar para fazer umas compras urgentes a uma hora em que os clientes que poderiam aparecer apareciam para beber café. Portanto, tínhamos um problema que precisava de ser resolvido. Ele precisava mesmo de ir fazer as compras para garantir a satisfação dos clientes à hora do jantar, e, ao mesmo tempo, garantir o atendimento dos clientes que chegassem na sua ausência. O problema é que eu não chegava ao manípulo da máquina de café!

Logo aqui comecei a aprender o que é sair da zona de conforto, pois o meu avô rapidamente encontrou uma solução: foi buscar uma grade, vazia, colocou em frente à máquina e mandou-me tirar um café. Imaginem só qual a minha zona de conforto, nesse momento seria o meu avô não se ausentar ou fechar o restaurante. Mas não foi isso que aconteceu, ali fiquei atrapalhada, mas preparada para responder às expetativas e não deixar nenhum cliente insatisfeito. Quando o meu avô chegou, senti-me realizada e orgulhosa e percebi naquele dia que com determinação, criatividade e força de vontade não existem barreiras ou limites para alcançar os sucessos a que nos propomos.

E fui assim crescendo, no seio de uma família humilde que me proporcionava as oportunidades de crescimento necessárias, mas sempre com a atitude de que sem esforço não existe recompensa.

Por isso, para mim, foi muito fácil entrar no mercado de trabalho preparada para todos os desafios que me surgissem. Aos 18 anos tive o primeiro contacto com a área imobiliária e nunca mais me consegui desligar dela, não me vejo a fazer outra coisa, não porque não consiga ou não tenha capacidade, mas porque me sinto realizada diariamente nesta atividade.

Desde então, passei por várias funções, como consultora imobiliária, diretora comercial, gerente de loja, e consegui enfrentar os desafios dos altos e baixos, das bolhas, etc. Cometi erros, claro, faz parte do processo do nosso crescimento pessoal e profissional e é com eles que nos vamos tornando melhores e mais fortes.

Respondendo então à questão: é fácil sair da zona de conforto? Claro que não, não é fácil para ninguém, nem para as mulheres, nem para os homens e nem mesmo para as crianças. Para mim, só existem dois fatores que nos obrigam a sair da zona de conforto. O primeiro é a necessidade, seja qual for a sua razão, e o segundo passa pela atitude, sendo que tanto numa situação como na outra é uma escolha que cada pessoa tem a liberdade de tomar.

Sair da zona de conforto tem um primeiro obstáculo, a capacidade de assumir o risco e estar mentalmente capaz e preparado para saber que assumir esse risco nos pode levar à satisfação e realização, mas também preparados para assumir o risco de algo que não corra tão bem e conseguir ultrapassar a frustração com um plano B, com otimismo e persistência para voltar a sair da zona de conforto.

Se é mais difícil para a mulher, claro que sim, infelizmente a mulher está mais sujeita a julgamentos pelo facto de arriscar sair da zona de conforto que a sociedade lhe impõe. Mas quando a mulher o decide fazer, está preparada para enfrentar tudo, inclusive os julgamentos alheios. Resume-se a coragem e atitude, e por vezes sabermos que nos vamos insurgir contra as normas habitualmente aceites pela sociedade, mas ter a capacidade de ser superior a isso.

O preconceito de género continua a ser o principal entrave ao empreendedorismo feminino, a nível mundial. É ou foi o seu caso? Já teve de enfrentar obstáculos pelo facto de ser mulher?

Sou uma pessoa bem-disposta e muito otimista, e, quanto a esta questão, só posso dizer que estou muito grata por todos os obstáculos que já tive de enfrentar. Eles foram essenciais e fundamentais para o meu processo de crescimento enquanto pessoa e enquanto profissional.

Pessoalmente, recuso-me a compactuar e a aceitar o preconceito de género, tenho uma personalidade muito forte e se existe algo que me motiva é conseguir feitos que muitos julgam que uma mulher não consegue. Pode ser difícil, exigente e até improvável, mas ter a liberdade de escolha, de decisão e conseguir provar de que não há limites para a determinação das mulheres é das coisas que mais satisfação me traz.

Se enfrentei obstáculos, claro que sim. Sou uma mulher pequenina, tenho 1,52 m e sinto algumas vezes o olhar surpreso das pessoas no primeiro impacto, mas é algo para o qual estou sempre preparada mentalmente, provar às pessoas que sou uma profissional exemplar e em quem podem confiar.

Nos obstáculos vejo sempre uma oportunidade de ir mais além, de conseguir mais e melhor e de me realizar profissionalmente.

Acredito que o maior entrave ao empreendedorismo feminino continue a ser as responsabilidades acrescidas das mulheres no que diz respeito à vida familiar e doméstica, o que a sociedade espera dela, que sejam mães, donas de casa e nalguns casos ser até inaceitável que descurem estas tarefas para se dedicarem mais à realização profissional.

Esta mudança tem que começar em nós, cada mulher deve poder ter a liberdade de decidir a sua vida, este é o primeiro e mais importante passo.

Com falta de candidatos, empresas portuguesas, começam a procurar trabalhadores estrangeiros

A tecnologia é o grande fator de mudança em vários contextos e no mundo do trabalho não é exceção. “A tecnologia e o trabalho em rede vieram revolucionar, a forma como pensamos, trabalhamos e nos relacionamos. Esta foi sem dúvida a mudança mais significativa dos últimos tempos”, começa por explicar Miguel Toscano.

A adaptação das empresas a esta nova realidade nem sempre é tarefa fácil e acessível. Em Portugal esta acessibilidade tem sido um desafio permanente entre as Pme’s e as microempresas que denotam mais dificuldades na adaptação a esta nova realidade e que requerem um maior desenvolvimento dos seus recursos humanos, especialmente aquelas que competem na economia global.

“Enquanto empresa especializada em recursos humanos tivemos de nos adaptar rapidamente. Esta adaptação foi difícil porque essencialmente trabalhamos em rede, de forma a integrarmos os ecossistemas e criar soluções em função das necessidades dos nossos clientes. Nesse âmbito, a forma de como toda a economia se encontra integrada, torna-se extremamente complexo decompormos essas relações e ajudarmos os clientes a desenvolver o seu capital humano”, elucida o country manager.

Na sociedade do conhecimento as pessoas passaram a ser o principal recurso e a informação a principal matéria-prima, portanto quem tiver as suas pessoas melhor preparadas e capacitadas para transformar informação em conhecimento e conhecimento em valor sustentável passará a ter claramente a vantagem competitiva”, defende o especialista.

As dificuldades maiores prendem-se em três áreas: Atração, Fidelização e Retenção de talento. “Estas três áreas são áreas para as quais as empresas portuguesas começam a despertar. Claro que empresas cotadas em bolsa ou com grandes departamentos de recursos humanos já possuem algumas soluções, mas Portugal vive numa economia de Pme’s e de microempresas onde efetivamente não existem ainda gestores orientados para uma efetiva gestão do talento”.

Para acompanhar as tendências globais, Miguel Toscano, acredita que as empresas têm de continuar a apostar na formação contínua, no desenvolvimento da mobilidade profissional, mas também em programas de gestão de talento estruturados desde a entrada até á saída de uma pessoa numa organização e que estes devem integrar 4 eixos: Atração, Fidelização, Retenção e a Gestão da Saída.

VÁRIAS GERAÇÕES VS O MESMO CONTEXTO LABORAL

As organizações têm hoje um fenómeno geracional para gerir. Existe uma multiplicidade de gerações dentro das organizações e o gestor de talento terá que ter a capacidade em potenciar todas as suas competências de uma forma alinhada ao serviço da empresa, desde dos tradicionais e baby boomers até aos millennials. “Existe uma riqueza brutal de know-how com metodologias de trabalho, sistemas de auto-aprendizagem e níveis de maturidade e performance tecnológica diferenciados assim como uma visão diferenciada de ver o mundo que nem sempre são utilizados e potenciados da melhor forma dentro das organizações. Ora, tudo isto é também um foco de conflito dentro das organizações. Alinhar todas estas competências e visões numa cultura organizacional é um dos principais desafios do gestor de talento”, defende o nosso interlocutor.

O primeiro passo para desenvolver um processo de atração de talento eficaz é, segundo Miguel Toscano, “conhecer muito bem a cultura organizacional de cada cliente, os valores representativos da sua marca e o mapa de competências críticas para o seu negócio. Qual o perfil desejado da pessoa a contratar e o que se espera dela no processo de criação de valor no curto, medio e longo prazo e claro como a empresa espera retribuir esse compromisso orientado para os resultados em termos de retribuição, valorização e reconhecimento”.

Numa entrevista de recrutamento há três coisas a que o recrutador toma especial atenção e que são indicadores de sucesso: a postura, o que motiva o candidato, quais as suas expectativas e que garantias de realização (pessoal e profissional) existem na vaga em questão. Por outro lado, a falta de conhecimento sobre a empresa (História, estrutura, volume de negócios) e foco exclusivo no salário são à partida motivos para não se criarem duvidas à sua contratação.

 

DE FORA PARA DENTRO

No actual baixo nível de desemprego existente em Portugal há uma carência de preenchimento de vagas para áreas mais técnicas e altamente especializadas, sobretudo em regiões fora dos grandes centros urbanos. Neste domínio Miguel Toscano entende que “ou as empresas começam por desenvolver as suas próprias unidades de formação seja individualmente ou em rede – através de modelos de joint-venture com empresas especializadas em gestão de talento ou então teremos de ir ao estrangeiro buscar talento. Por isso o Grupo Norte já está a trabalhar em outras geografias para atrair talento estrangeiro, principalmente onde o Grupo Norte está posicionado. Portugal é um país que recebe bem a todos os níveis e nas empresas isso também se verifica, onde o processo de aculturação não é difícil de se atingir. O mais difícil será encontrar a solução de atração mais ajustada para cada sector, indústria ou empresa de acordo com a realidade social e económica do ecossistema empreendedor local, e neste âmbito quer as autarquias quer a academia ou associações empresariais serão parceiros cruciais para o futuro desta estratégia”.

Apesar do contexto de extrema dificuldade da última crise o certo é que os Portugueses conseguiram dar a volta por cima e ganhar novamente a confiança dos seus parceiros europeus. Reinventamo-nos neste cantinho à beira mar plantado. Conseguimos controlar as contas publicas. Somos o pais da web summit e dos trofeus do Turismo de excelência. Somos mais inovadores, mais competitivos e conseguimos gerar mais emprego. É porque de facto temos capacidade para gerar talento. Não temos é capacidade para o fidelizar ou reter. Agora temos é de continuar a desenhar as nossas estratégias e implementar programas integrados de gestão do talento mesmo com o apoio de empresas especializadas como o Grupo Norte, ou seja, não agir neste domínio só por impulso ou em caso necessidade.

 O Grupo Norte é um grupo empresarial de capitais espanhóis com mais de quatro décadas de experiência em ofertas globais e integradas de gestão estratégica e operacional de recursos humanos e chegou a Portugal em 2017.

O Grupo Norte presta serviços de Consultoria, Formação, R&S, trabalho Temporario e é especialista em Externalização, facturando mais de 220 milhões de euros em serviços. Neste momento tem cerca de 12 mil colaboradores a operar no Chile, Peru, Espanha e Portugal, onde as economias e culturas são distintas e, por isso com níveis de desenvolvimento dispares, onde, contudo o denominador comum é o recurso humano. Esse é idêntico em todo o lado.

Uma carreira assente em disciplina e rigor

Disciplinada e rigorosa, Adriana Monteiro abre o seu escritório de advogados, almejando um projeto maior: conciliar a advocacia com a investigação científica na área da fiscalidade.

Adriana Monteiro Advogados RL teve como marco de início a publicação e apresentação do primeiro livro da advogada, no domínio do direito fiscal, subordinado ao tema “IVA nos Atos Médicos” e com chancela da editora Almedina. A presente obra procura analisar alguns dos aspetos essenciais da tributação em IVA dos atos médicos.

A principal área de atuação do escritório é, portanto, o direito fiscal, com especial foco no IVA, quer ao nível da investigação (já com duas obras publicadas), quer ao nível da advocacia.

“A par do direito fiscal, e pela sua conexão, tenho tratado de dossiers que se inserem noutros ramos de direito, como seja o direito societário, direito das obrigações, insolvência, direito comercial, familiar e menores, direito penal e direito de mera ordenação social”, acrescenta Adriana Monteiro.

Olhando para a presença da mulher no setor da advocacia, até há bem pouco tempo dominado, maioritariamente, por homens, Adriana Monteiro salienta que “há já algum tempo que os bancos das faculdades de direito têm vindo a ter mais mulheres do que homens, o que também virá a ter os seus reflexos na advocacia”, diz-nos.

Adriana Monteiro explica, no entanto, que sentiu a necessidade de se empenhar mais, ampliar conhecimento, assimilar informação e fazer o seu melhor, alargando o seu leque de competências, o que exigiu um claro acréscimo de horas de trabalho, pois, confessa, no início da carreira sentiu alguns entraves. “Era claro que “ab initio” os colegas homens gozavam de uma maior credibilidade e votos de confiança, tanto entre pares, como na relação com os clientes e os intervenientes da justiça, para inverter essa tendência e conseguir o meu reconhecimento, trabalhei de forma árdua, investi muito em formação, estudei ainda mais e foquei-me no exercício da profissão”, adianta a nossa entrevistada.

Ao longo de 15 anos, e após a licenciatura na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, Adriana Monteiro frequentou cinco cursos de Pós-Graduação na área da fiscalidade nas faculdades de Direito do Porto, Coimbra e Lisboa. Assistiu a inúmeras conferências, leu o quanto pode e, por fim, na mesma faculdade onde se licenciou, obteve o grau de Mestre em Ciências Jurídico-Políticas, menção em Direito Fiscal, sob a orientação do Professor Casalta Nabais.

“Foi assim que fui adquirindo mais e mais competências para abarcar o vasto mundo do Direito Fiscal e, à medida que fui crescendo em conhecimento, fui conquistando o meu lugar como advogada fiscalista, na cidade do Porto e no país. Concomitantemente fui obtendo o reconhecimento daqueles que, na advocacia, iam ombreando comigo, independentemente do género”, afirma a advogada.

Em rigor, foi o trabalho e a expansão do conhecimento que lhe permitiram ultrapassar a confiança e credibilidade “ab initio” atribuída aos advogados homens, e obter o reconhecimento profissional daqueles que nos mais diversos cargos participam na administração da justiça, bem como clientes com os quais se foi cruzando nestes 15 anos de prática.

“Hoje não sinto qualquer tipo de discriminação, antes pelo contrário. Fruto do empenho, dedicação e da forma como estou na advocacia, sinto um manifesto reconhecimento do meu trabalho nos vários quadrantes, seja de profissionais homens, seja de profissionais mulheres”, adianta Adriana Monteiro.

“Superada a barreira erguida pelos fatores históricos e culturais”, Adriana Monteiro está convicta que a advocacia pode ser, e para si é, uma profissão que pode ser exercida por uma mulher, “de forma meritória, com elevado nível de qualidade, a ombrear com homens advogados em qualquer ramo do direito, inclusive no domínio do direito fiscal”, embora reconheça que mesmo nos dias de hoje ainda é um ramo do direito dominado pelo género masculino.

CINCO FATORES PARA O SUCESSO EMPRESARIAL

Adriana Monteiro acredita que o êxito de qualquer estrutura empresarial depende, na sua opinião, de organização, disciplina, conhecimento, prontidão e assertividade.

Organização, porque qualquer estrutura, por mais histórica que seja, sucumbirá se não estiver organizada em termos de recursos humanos e de modus operandi;

Disciplina, na medida em que seria difícil conseguir resultados eficientes e eficazes por parte de entidades regradas por um certo anarquismo. O escritório deve obedecer a um único modelo de ação e a uma só voz. É isso que faz a sua identidade interna e externa;

Por sua vez, uma forte aposta na expansão do conhecimento é a chave da vitória. Ter uns horizontes de conhecimento alargados permitem uma melhor leitura de cada caso à luz de iure constituto e da jurisprudência firmada;

Por fim, a prontidão e a assertividade, por serem as características que os clientes mais privilegiam.

A advogada, Adriana Monteiro, termina afirmando que desenvolve a prática da advocacia sob o lema “disciplina, conhecimento e respeito pelo dossier do cliente”.

“O FSC Portugal sempre teve uma presença feminina bastante forte”

Em questões de preservação da floresta, somos um mercado maduro?

O valor da floresta é cada vez mais notório, e a necessidade de adoção de boas práticas prende-se com essa importância e com a consciencialização da sociedade civil nessa matéria.

O uso de produtos florestais é recomendável, mas implica responsabilidade acrescida de assegurar uma gestão apropriada, motivo que levou à criação do Forest Stewardship Council® (FSC®), uma organização internacional, dedicada à promoção de uma gestão ambientalmente adequada, socialmente benéfica e economicamente viável, das florestas no mundo inteiro.

A certificação florestal permite escolhas esclarecidas sobre a origem dos produtos, contribuindo para uma mudança positiva através do poder da dinâmica de mercado.

Prova disso é o aumento da certificação de Cadeia de Custódia, essencial para organizações que procuram ter acesso a mercados conscientes em termos ambientais e sociais, ou para dar cumprimento a políticas de compras públicas e privadas, que especificam materiais ambientalmente responsáveis.

A garantia de que os produtos provêm de florestas bem geridas, que apoiam a conservação dos espaços florestais, permite que o mercado possa ser um incentivo para uma melhor gestão florestal.

Assumiu, em junho de 2017, funções enquanto Secretária Executiva. Que desafios surgiram com esta nova posição?

Essencialmente os associados às questões Normativas. A implementação de novos Indicadores Genéricos Internacionais do FSC, levou à necessidade de revisão da Norma de Gestão Florestal. Portugal foi o primeiro país a ter a nova norma aprovada pelo FSC Internacional, publicada em 2018.

Mais recentemente outro processo foi aprovado, a Análise de Risco da Madeira Controlada, que define cinco categorias de material inaceitável no FSC.

Estes dois processos, a par da Cadeia de Custódia, são a base do FSC e têm de ser assegurados pelo sistema.

Além das questões Normativas, outros tópicos estão na base do nosso trabalho, como a promoção da certificação de grupo em áreas de minifúndio, e a avaliação dos benefícios da certificação florestal.

A presença feminina é cada vez maior no mundo dos negócios. Alguma vez enfrentou obstáculos pelo facto de ser mulher?

O FSC está assente em três Câmaras – Ambiental, Económica e Social. Nesta vertente social a igualdade de género tem uma importância significativa.

No meu percurso profissional nunca senti dificuldades por ser mulher e, na verdade, o FSC Portugal sempre teve uma presença feminina bastante forte.

Que balanço é possível fazer dos dez anos de atividade do FSC em Portugal?

A evolução é notória. Em 2006 tínhamos 73.000ha certificados e 15 certificados de Cadeia de Custódia (CoC), atualmente temos 414.000ha e 277 CoC. Isto significa que a implementação da certificação no terreno é efetiva, mesmo no regime de pequena propriedade, que imprime desafios adicionais.

Na área de Mercado, alcançámos também já alguns marcos, como parcerias estratégicas, que nos permitem sensibilizar para a importância de uma gestão florestal responsável.

O FSC pretende alertar para um consumo responsável, e para o impacto que as escolhas dos consumidores podem ter na preservação das florestas. Os portugueses estão consciencializados para esta questão?

Temos consciência do trabalho que ainda será necessário desenvolver para um reconhecimento inequívoco do símbolo FSC e do seu significado. Mas, de facto, a certificação florestal é uma ferramenta que dá aos consumidores a garantia que os produtos que compram provêm de florestas bem geridas.

Ao comprar produtos FSC, todos contribuímos para uma gestão responsável das florestas e um uso consciente dos recursos, já que todos devemos questionar e exigir produtos de origem sustentável.

A 28 de setembro comemorou-se o FSC Friday, uma data que se celebra mundialmente. O que se pretende com este dia?

O FSC Friday é comemorado anualmente na última sexta-feira de setembro, e é um dia dedicado à reflexão sobre a importância da gestão florestal responsável e ao papel que o FSC desempenha neste âmbito.

Este ano, Portugal celebrou a data com um jantar vínico, que reuniu produtores de vinho, fabricantes de rolha de cortiça e demais agentes do setor, na partilha de experiências sobre modelos de sustentabilidade dos seus negócios.

Ao longo dos anos o FSC tem trabalhado em prol da floresta, e das pessoas e animais que dela dependem, e o FSC Friday é sobre compartilhar essa mensagem de contributo para a preservação da floresta, para que mais pessoas reconheçam o nosso trabalho.​

Já pensou nos serviços que a natureza presta “gratuitamente” à humanidade?

Inovação é a palavra de ordem na atividade da Biota, fale-nos um pouco sobre um dos vossos projetos.

É sempre difícil eleger um único projeto quando o portfólio já ultrapassa os 300. O crescimento de uma empresa é algo de multidimensional, multisetorial, daí vários projetos distintos terem sido muito importantes para o crescimento e consolidação da BIOTA. Para mencionar apenas um é incontornável a referência ao projeto de translocação de bivalves de água doce, pioneiro em Portugal, associado ao aproveitamento hidroelétrico do Baixo Sabor.

Que retrospetiva pode ser feita da presença da Biota no mercado e dos desafios enfrentados?

A BIOTA tem uma característica muito própria que é a sua capacidade de estabelecer colaborações e parcerias com entidades e pessoas muito diversas. Isso permite-lhe produzir soluções criativas porque consegue integrar uma diversidade que é crucial para lidar com a complexidade tipicamente associada à problemática da conservação da natureza e da biodiversidade. A crise económica em Portugal foi um dos desafios mais difíceis que foram superados. A internacionalização foi e é outro enorme desafio que temos abraçado, com a sua diversidade económica, cultural, etc. Sem dúvida uma experiência muito enriquecedora, inegavelmente decisiva para o nosso crescimento, a todos os níveis.

A empresa comemora este ano dez anos de atividade. Dez anos de Biota, dez anos de…?

…desafios. Claro, todas as empresas que comemoram uma década têm um portefólio de desafios superados! Como a BIOTA nasceu em tempos de crise económica, esse contexto imprimiu-lhe desde sempre uma elevada resiliência e capacidade de superação para ultrapassar obstáculos à medida que estes foram surgindo. Também se poderia falar em dez anos de colaboração, de sinergias, de uma maneira de estar que permite estabelecer pontes e parcerias. Vamos comemorar uma década de existência no próximo dia 17 de outubro e iremos realizar o Seminário 10 Anos BIOTA, com uma tarde de partilha de conhecimentos e experiências, com momentos de inspiração e networking, onde foram abordados temas como, por exemplo, o Turismo e o Património Natural, o futuro da Avaliação de Impacte Ambiental, o Capital Natural, a Sustentabilidade e a Importância do Networking.

A preservação ambiental é hoje, mais do que nunca, um dos desafios da sociedade. Que importância assume a consultoria ambiental?

A consultoria ambiental assume uma enorme importância para a preservação ambiental, e para a conservação da natureza e biodiversidade, em particular.

São as entidades que prestam consultoria que operam junto dos promotores de projetos, públicos e privados, que potencialmente têm ações mais impactantes no ambiente, contribuindo para tornar os seus projetos mais sustentáveis.

Urge, cada vez mais, consciencializar para a importância da gestão ambiental como uma oportunidade de crescimento económico sustentado?

Sem dúvida. E é nesse contexto que queremos trazer, no âmbito do nosso evento, o tema do Capital Natural, um conceito ainda pouco conhecido em Portugal, que se centra nessa problemática. Este conceito baseia-se na valorização dos serviços de ecossistemas que, de uma forma simplista, são os serviços que a natureza tem prestado “gratuitamente” à humanidade. Um exemplo muito conhecido é a polinização realizada pelas abelhas. Atualmente, nalguns países, já são realizados avultados investimentos em polinização “artificial” em consequência dos desequilíbrios ambientais causados pelo Homem, o que ilustra bem a importância deste serviço. Os serviços de ecossistemas podem ser quantificados e utilizados na tomada de decisão para evitar perdas de biodiversidade e promover o crescimento económico, em simultâneo com a preservação ambiental.

Em questões de preservação ambiental, Portugal é um país maduro?

Podemos dizer que caminha para a maturidade. Tal como o desenvolvimento dos jovens, a maturidade não é unidimensional, há muitas variáveis que influenciam esse percurso. Nalguns aspetos, Portugal apresenta bastante maturidade, noutros ainda tem um caminho importante a percorrer. Por exemplo, no que diz respeito ao enquadramento legislativo somos um dos países que mais se destaca a nível europeu. Mas se pensarmos em questões que se relacionam com a integração das preocupações de conservação da biodiversidade a nível transversal no contexto das atividades económicas, nomeadamente a nível de perceção, desenvolvimento e implementação, o panorama é muito heterogéneo.

 

“Sou feminina, não sou feminista!”

Em que momento da sua vida surge «Márcia Gigante – Concierge, Events & Consulting»?

Sempre me considerei um hub, uma plataforma de relações internacional, com contactos, família e amigos nos cinco continentes. A experiência profissional consolidada nas áreas de relações externas, comunicação e gestão de pessoas, em multinacionais europeias, e o desafio de colegas e amigos, serviram de mote para me aventurar a fazer por conta própria o que realmente gosto e me motiva: estimular e estreitar relações, gerir a comunicação empresarial de forma global e integrada e ajudar as pessoas nos seus projetos. Com mais de 20 anos de experiência profissional, pretendo ser o elo de ligação entre investidores nacionais e estrangeiros. Depois de Luanda, Caldas da Rainha e Lisboa, Guimarães é agora a minha nova casa. É aqui que estou a desenvolver a marca «Márcia Gigante – Concierge, Events & Consulting», que disponibiliza um serviço holístico de assessoria executiva, personalizado e à medida de cada cliente.

É mulher, mãe e empreendedora. Que desafios ou que barreiras se enfrentam quando se toma iniciativa de implementar novos negócios?

O mais importante desafio é ser capaz de conciliar os projetos com a vida familiar. Não sendo viciada no trabalho, empenho-me com paixão em cada projeto a que me dedico, o que, por vezes, retira algum tempo à família, admito. Mas procuro sempre o equilíbrio. Tenho a felicidade de ter uma família estruturada, que me ama, me apoia e incentiva! Esse amor é a força que me permite desfrutar de ambos os mundos, o profissional e o familiar e afetivo.

A falta de soluções na legislação laboral que permitam esta conciliação é ainda uma barreira em Portugal. Sai prejudicada a estrutura familiar e, em consequência, assistimos ao adiamento da vida conjugal e à redução da natalidade.

Afirma que os seus maiores sonhos profissionais são a independência e o reconhecimento profissional. Objetivos alcançados?

A independência e autonomia são um caminho e não um fim em si mesmo. Considero ter construído uma reputação de profissionalismo, capacidade e dedicação que me irão permitir agora, num novo contexto, conseguir resultados muito interessantes.

Tem como missão apoiar e desenvolver o Empreendedorismo Feminino no Minho. A verdade é que as mulheres empreendedoras têm vindo crescer e a conquistar o seu espaço. Mas é suficiente? Existem as mesmas oportunidades para mulheres e homens?

No início de 2016 assumi a responsabilidade pela implantação, gestão e desenvolvimento da rede de associadas da “Adoro Ser Mulher” em Braga e Guimarães, dando a conhecer as atividades e partilhando a filosofia deste grupo de Mulheres Empreendedoras. Criamos sinergias, porque juntas somos mais fortes! O Empreendedorismo Feminino tem crescido, e o Minho tem-se revelado uma agradável surpresa. Creio que as mulheres são, em geral, mais criativas e isso permite encontrar uma panóplia mais vasta de ideias, que podem transformar-se em negócios com sucesso. Aborrece-me a “questão da igualdade”. Sou feminina, não sou feminista! É inegável que existem atividades mais adequadas para o homem e outras para a mulher. As oportunidades? Podem não ser as mesmas, em número, mas estão aí. Cabe-nos a nós lutarmos por estas (ou criá-las!), demonstrando capacidade, valor e mérito, em vez de acedermos a estas em função de quotas. Parece-me um mau princípio.

De igual forma, a presença feminina é cada vez maior no mundo dos negócios. É fácil ser-se mulher no mundo dos negócios? Alguma vez sentiu dificuldades ou enfrentou obstáculos pelo facto de ser mulher?

Nas empresas em que trabalhei a gestão era maioritariamente masculina. No entanto, jamais fui preterida por ser Mulher. Temos que saber conquistar o nosso espaço, trabalhando o melhor que sabemos, de forma inteligente. A mulher é um ser especial. Tem a capacidade de se adaptar rapidamente a qualquer situação. Tem uma maior sensibilidade e maior atenção aos detalhes. A diplomacia é uma qualidade inata.

Hoje faz aquilo que realmente gosta. Que mensagem gostaria de deixar às nossas leitoras, sejam elas empreendedoras, mães, mulheres de negócios ou não?

Se quer algo e tem força de vontade, então deverá procurar e agarrar as oportunidades que vão surgindo. Não esqueça que a cortesia, o respeito, a honestidade e a humildade são virtudes indispensáveis para o estabelecimento de relações profissionais saudáveis e equilibradas. Saber estar é saber fazer. Perante a adversidade, persistir sempre!

Clínica Replace: Um espaço que se adequa a si

Como surgiu a aposta de criar a Clínica?

A aposta de criar a Clínica REPLACE surge com a minha necessidade de poder fazer o que anteriormente não foi possível, ou seja, o foco principal ser o cuidado ao paciente. Para além de pretender proporcionar uma oferta de tratamentos inovadores com resultados clinicamente comprovados, como é o caso da Biofibre®, a Clínica REPLACE pretende proporcionar a melhor experiência possível no processo de recuperação do cabelo. Queremos que os nossos pacientes se sintam seguros, tranquilos e mimados, como se estivessem no conforto da sua família e em sua casa.

Não posso falar na aposta de criar a Clínica REPLACE sem falar do meu percurso clínico iniciado em Medicina Geral, no Hospital Santa Maria, e complementado pelo Hospital de S. José. Nessa altura, ano 2006/2008, surgiu a oportunidade de especialização na área capilar. Desde então, implementei em Portugal a utilização da técnica Folicular Unit Excision (FUE) quando ainda apenas se fazia FUT (Strip). Ao trazer a FUE para Portugal o feedback dos pacientes foi-se verificando extremamente positivo porque os resultados demonstraram ter um aspeto totalmente natural. A minha prática foi evoluindo, e fundei, numa sociedade por quotas, a Clínica Saúde Viável, onde exerci durante 8 anos, até abril de 2017.

Em 2017 decidi dissociar-me da Clínica Saúde Viável e fundar a Clínica REPLACE. Existe uma forte aposta nos resultados, na prática médica baseada na evidência e ética, no acompanhamento pós-operatório próximo e nas tecnologias de vanguarda.

Qual diria que é o lema principal da Replace?

A REPLACE é uma Clínica onde trabalham pessoas que se interessam e se preocupam com os outros, onde o foco é totalmente o cuidado e a proximidade com o paciente.

Que tratamentos capilares tem a Clínica ao dispor?

A Clínica REPLACE apresenta soluções cirúrgicas e não cirúrgicas. Dentro das opções cirúrgicas temos o transplante capilar FUE com Robot ARTAS 9X, para a recolha eficaz das melhores unidades foliculares e para a reconstrução rápida de novos poros onde se depositarão os folículos transplantados. Ou seja, para além de evitar o cansaço humano, conseguimos, com o Robot ARTAS 9X, identificar e extrair folículos com muitos fios de cabelo, conseguindo assim um tempo de recuperação rápido, cicatrizes praticamente invisíveis, grande densidade e bons resultados.

O implante de Biofibre®, exclusivo da Clínica REPLACE, é um tratamento micro-cirúrgico que proporciona resultados imediatos e pode ser a solução para pessoas que não reúnam condições físicas ou psicológicas para se submeterem a um transplante capilar. Este tratamento pressupõe o implante de fibras que se assemelham ao cabelo natural, numa variedade de tamanhos, cores e estrutura.

Dentro das opções não cirúrgicas, realizamos Mesoterapia e tratamentos Laser que, devidamente complementados com os tratamentos cirúrgicos, contribuem para o crescimento do cabelo. Em Mesoterapia é expectável um aumento do crescimento e engrossamento dos fios de cabelo, com aumento da densidade e cobertura do couro cabeludo. O tratamento anti-queda com Laser trava a queda de cabelo promovendo um aumento da densidade capilar pelo aumento da espessura da fibra capilar. Aumenta a vitalidade da raiz assim como a estrutura dos fios, conferindo maior resistência à queda e promovendo o crescimento. É um tratamento não-invasivo e não-químico, não sendo conhecidos efeitos secundários associados.

Quais são os avanços mais significativos que destaca como aqueles que revolucionaram os tratamentos e as cirurgias capilares?

Da investigação contínua que faço relativamente às técnicas que se praticam atualmente em Portugal, continuo a verificar que o transplante capilar realizado com a técnica FUE é a técnica mais avançada e segura, que nos permite obter os resultados naturais desejados pelo paciente.

E se a mesma for complementada com tratamentos não cirúrgicos, como o Lazer ou a Mesoterapia com a substância adequada, os resultados revelam-se fantásticos. O PRP ou Plasma Rico em Plaquetas é um tratamento ainda em estudo. Não existe um consenso entre a comunidade científica relativamente ao equipamento de centrifugação adequado que garanta os resultados de acordo com as características dos cabelos ou estádio da calvície.

Obviamente, a utilização da inteligência artificial na realização dos transplantes capilares, o Robot ARTAS 9X, já está a revolucionar a forma como se fazem os transplantes capilares atualmente. Por sua vez, a técnica da Biofibre® permite-nos tratar situações de calvície que não podem ser resolvidas com um transplante capilar, produzindo resultados imediatos.

A Clínica REPLACE é a única em Portugal com o ARTAS 9X, a versão do robot mais avançada. Qual a aplicabilidade do mesmo?

Hoje em dia é muito comum ver Clínicas a praticar transplantes capilares. O desejável é que estas cirurgias sejam praticadas por profissionais formados e sendo os próprios responsáveis pela sua prática. Um médico-cirurgião capilar deveria envolver-se com o seu paciente na procura de solução para o problema da calvície, desde a fase do diagnóstico na primeira consulta, quando conhece os seus anseios e desejos. Este envolvimento, que para mim é importante, é crucial para uma correta criação da linha frontal do cabelo. Por outro lado, é muito importante cumprir a mesma direção e profundidade dos cabelos na fase de criação dos poros para a implantação. É essencial para o aspeto natural dos resultados. O volume do cabelo que se adquire após o transplante é apenas uma questão simples de quantidade de folículos implantados. O Robot ARTAS da Clínica REPLACE, a única versão em Portugal, é muito mais rápido; não só nos ajuda na excisão perfeita de folículos, como também constrói a tão importante linha da frente e todos os poros para a implantação, bem direcionados e com a profundidade adequada. Com o ARTAS 9X, o tempo de recuperação é menor e as cicatrizes são menos visíveis. A envolvência e a proximidade do médico com o paciente, aliada à tecnologia de vanguarda, produz excelentes resultados no tratamento da calvície.

Têm ainda a exclusividade em Portugal do implante de Biofibre®. Como funciona o mesmo?

O implante capilar de Biofibre® é uma técnica de pequena cirurgia com o objetivo de inserir fibras capilares em zonas calvas, reconstruindo-as. É um tratamento eficaz para solucionar a calvície de homens e mulheres a perder cabelo. Destina-se a todos os tipos de calvície, tais como a comum calvície de origem genética (Alopécia Androgénica), queimaduras, traumatismos e cicatriciais. É a solução quando se anseia e deseja um resultado estético imediato e quando se prefere cirurgias mais ligeiras para densificar gradualmente a área capilar.

O implante Biofibre® é realizado sob anestesia local e possibilita a obtenção de grande densidade capilar, num reduzido período de tempo. A implantação das fibras em zonas calvas é feita sem corte dos cabelos e sob anestesia local, podendo ser realizado em associação com as diferentes técnicas de preenchimento capilar como um transplante. As biofibras estão disponíveis em 15 cores, três tamanhos e em tipo liso, curvo ou encaracolado.

Para assegurar a realização de um tratamento sem riscos para infeções e bem-sucedido, é realizado o teste de biocompatibilidade cujos resultados são obtidos entre o 21º e o 45º dia. A evolução científica constante permitiu que a taxa de compatibilidade de Biofibre® com o ser humano seja hoje elevada a 95%.

Indicadores mostram que a vertente capilar é a que mais pesa no mercado da beleza mundial. Portugal é também prova disso quando comparado com valores de outros países europeus?

Sem dúvida alguma. Recebemos pacientes dos mais diversos países e cada vez se sente mais a preocupação dos homens com a sua aparência. De Portugal, a Clínica REPLACE recebe mais de cinquenta pedidos de informação por dia e a tendência é aumentar.

Os portugueses são pessoas preocupadas com a saúde capilar?

Definitivamente. Para além de existir em Portugal uma cultura orientada para o bem-estar e o saber viver, cada vez se sente mais a preocupação dos homens com a sua aparência. Ou seja, não são apenas as senhoras a procurar tratamentos capilares.

Há quem considera que o cabelo não assume uma importância significativa, o que diria?

No caso das senhoras, o cabelo é um traço muito importante da feminilidade, sem o qual a pessoa se sente amputada, uma vez que a calvície na mulher não é aceite socialmente. Sabemos que quando falamos no ideal de beleza, existe um certo misticismo e identidade associada ao cabelo feminino, mas o que vejo no gabinete de consulta é que ambos os géneros sofrem com a calvície da mesma forma. Existe um grande impacto na auto-estima, auto-confiança, bem como na idade aparente, que é sempre superior quando existe a calvície. Muitas pessoas falam em depressão e ansiedade, causada pela queda de cabelo. Da Alopécia resultam alguns sintomas desagradáveis, que podem condicionar a sua vida, tais como frustração, baixa auto-estima, depressão e ansiedade. A saúde capilar assume uma importância significativa na vida das pessoas e merece cuidados específicos e adequados, para que se sintam saudáveis e felizes, no seu dia a dia.

Quais são os problemas mais frequentes que surgem na Clínica?

Surgem-nos todos os tipos de alopecia, sendo a mais frequente a alopecia androgenética (de origem genética). Surgem-nos ainda muitas pessoas insatisfeitas com tratamentos realizados no passado e que pretendem ver o seu estado capilar remediado; também vêm até nós pessoas com queimaduras, traumatismos, cicatrizes e outras que desejam obter mais densidade capilar ou um resultado estético imediato.

Foi pioneira em Portugal da técnica FUE, a mais avançada de transplante capilar. A procura pela inovação tem sido uma constante na sua carreira?

Eu digo que sim. Não com o intuito de inovar por inovar, mas sim porque encaro como missão conseguir proporcionar os melhores tratamentos existentes nesta área. Então, participo em Congressos Médicos sempre que seja possível, tento manter-me informada e em sintonia com as comunidades científicas, e invisto na minha formação em técnicas que acrescentem valor. Por isso, a Clínica REPLACE utiliza aqueles que eu considero serem os tratamentos mais adequados na resolução da calvície a curto, médio e longo prazo.

Neste momento quais são os focos de maior atuação da Clínica na temática inovação e tecnologia?

Estamos atentos à evolução da robótica e das novas tecnologias de informação e comunicação. Servimo-nos das novas tecnologias, quer ao nível da gestão interna e processual, quer para o contacto com o exterior, minimizando distâncias entre nós e os pacientes, de forma a proporcionar boas experiências.

É necessário marcar uma consulta de diagnóstico?

Sim, é sempre necessária uma consulta de diagnóstico não só para determinar qual o tratamento mais adequado a cada paciente, mas para explicar cada um dos tratamentos. Na Clínica REPLACE, as avaliações são gratuitas para que todas as pessoas possam obter um diagnóstico sobre o seu cabelo e é possível agendá-las através das nossas redes sociais, e-mail, whatsapp e contacto telefónico. ▪

 

QUEM É  FÁTIMA GARCÊS?

É médica-cirurgiã capilar e conta com 12 anos de experiência em transplantes capilares. Fundou a Clínica REPLACE focada fundamentalmente no cuidado do bem-estar do paciente e na inovação de tratamentos médicos e cirúrgicos.

A missão desta Clínica? Proporcionar uma experiência ímpar aos pacientes durante a sua passagem pelos serviços da REPLACE.

Air Canada is the best north american air company

In your opinion, what are the biggest challenges that airlines face today?

Energy prices that are increasing at a higher rate than inflation. Maintaining margins with higher jet fuel inputs is typically achieved by capacity reductions and/or price increases, neither of which are good for our customers or demand generation. Infrastructure to support aviation growth and the availability of specialized operational talent.

What were the most significant changes that have occurred in recent years in air transportation?

At airports “trusted traveler” type programs have expedited security clearance removing some of the “hassle factor” of air travel, which has a relatively larger impact on short haul business travel. The new aircraft technology enabling airlines to offer longer flights with smaller aircraft and at the same time having relatively small changes in CASK when compared to larger aircraft.

Air Canada has recently been recognized as the best airline in North America. What factors do you consider to be crucial to such recognition?

A very concerted focus by all of the Air Canada Employees on improving our customer’s journey along with a substantial investment in new fleet, premium products and leading technology solutions. Along with this we have grown profitably over 50% in the past five years offering our customers more choices.

In terms of mobility, specifically aerial, what still needs to be done? 

We are well on our way to have our whole jet fleet connected.

What news can we expect from the company in the near future? 

Our customers can expect the announcement of a successful implementation of our new Passenger Sales and Service System Altea. This will enable seamless customer bookings and facilitate many customer facing product and process improvements. You can also expect the launch of Air Canada’s A220(formerly C Series) aircraft in North America markets. This aircraft will enable us to fly longer thinner routes at lower unit costs.

Biografy:

John MacLeod was appointed Vice President, Global Sales and Alliances in May 2018, with overall responsibility for the airline’s revenues generated across sales channels from all global points of sale and for sales distribution strategies worldwide. John also has oversight for Air Canada’s alliance and joint venture partnerships with foreign airlines, including management of Air Canada’s membership in Star Alliance.  He joined Air Canada in 2017 as Vice President, Commercial Strategy where he led the development of a number of strategic plans, and was also responsible for the commercial aspect for the airline’s objectives in revenue performance supporting Air Canada’s global expansion.

Prior to joining Air Canada, John was Senior Vice President, Planning, Sales, Revenue Management and eCommerce at Virgin America.  With over 25 years of experience leading commercial, revenue, network, corporate development and alliance teams, he has held various executive positions at international and North American airlines.

John holds an MBA from York University’s Schulich School of Business and a Bachelor’s Degree in Mechanical Engineering from the University of Cape Town, South Africa.

 

índia cria comité para investigar agressões sexuais

O ministério estabelecerá um comité formado por funcionários judiciais e por um sistema legal para examinar todos os problemas denunciados pelo movimento #MeTooIndia”, afirmou Maneka Gandhi, ministra das mulheres e desenvolvimento infantil, no Twitter.

A ministra apelou às mulheres para que saiam “sem medo e denunciem os casos de qualquer tipo de agressão sexual”, assegurando que garantirá toda a ajuda possível.

Esta reação chega no contexto de um número crescente de denúncias feitas contra MJ Akbar, ministro de Estado e das relações exteriores, por agressões sexuais na altura em que trabalhava como jornalista e editor, antes de entrar no mundo da política.

Akbar encontra-se de momento em viagem oficial e não se pronunciou sobre as acusações

Nas duas últimas semanas, as denúncias têm aumentado na Índia, depois de uma acusação de abuso sexual lançada pela atriz Tanushree Dutta, que já se retirou da profissão e vive atualmente nos Estados Unidos.

O cineasta Sajid Khan desistiu hoje da realização de um filme, depois de a atriz Saloni Chopra o acusar de assédio e abusos sexuais no seu blogue.

Salid Khan negou as acusações e afirmou abandonar o projeto até poder “provar a verdade”.

Em Nova Deli, um pequeno grupo de mulheres convocado pela Federação Nacional de Mulheres Índias acudiu ao edifício Jantar Mantar, célebre pelas manifestações que já acolheu, para pedir justiça.

“Os homens precisam de se desculpar, devem pagar pelo que fazem. Será que percebem o trauma que a mulher sofre quando é vítima de abuso sexual no seu lugar de trabalho?”, disse Rushda Siddiqui, membro da organização, em declarações à EFE.

Segundo a manifestante, a justiça do país deveria permitir que as mulheres denunciem os factos, “inclusive quando ocorreram 20 ou 30 anos atrás”.

Combustíveis mais baratos a partir da próxima semana

Os condutores portugueses vão pagar menos na hora de ir à bomba de gasolina na próxima segunda-feira. Por isso, se precisa de abastecer o seu automóvel o melhor é esperar.

Em causa estará uma descida de três cêntimos por litro no caso da gasolina e de meio cêntimo no caso do gasóleo, segundo apurou o Notícias ao Minuto junto de fonte do setor.

Esta descida surge depois de ambos os componentes terem registado um acréscimo no preço no arranque desta semana.

Na quinta-feira, o preço médio do gasóleo simples era de 1,436 euros por litro, ao passo que a gasolina simples 95 era de 1,608 euros por litro, segundo dados da Direção-Geral de Energia e Geologia, que reúnem informação de 2.817 postos de abastecimento.

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