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Ana Rita Silva

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A desadequação é das aptidões que continua a ser um problema para as empresas

Em Portugal, as empresas estão a enfrentar uma escassez de talentos para funções-chave, o que pode significar que não estão a conseguir atingir o seu potencial máximo. A escassez de competências também pode ter um impacto sobre os salários e por isso, as empresas têm a necessidade de oferecer salários e benefícios mais atrativos para competir pelos melhores talentos.

Sandrine Veríssimo, Regional Director da Hays Portugal “Como grupo líder mundial em recrutamento de profissionais qualificados, estamos numa posição única para oferecer informações importantes sobre as questões que afetam o mercado de trabalho. A escassez de aptidões não é um problema novo, mas os nossos clientes têm nos confirmado que a situação está a agravar-se cada vez mais, em vez de melhorar”.

As conclusões do Hays Global Skills Index corroboraram isso mesmo quando divulgou um aumento de vagas disponíveis em todo o mundo, um indicador-chave da escassez de competências. A última edição do relatório anual revelou um crescente desajuste de talentos entre as aptidões dos trabalhadores e as exigidas pelos empregadores. De todos os países incluídos no relatório, 48% tiveram um aumento no indicador de incompatibilidade de talentos em relação ao ano anterior. A pontuação média do indicador de Incompatibilidade de Talentos para todos os países aumentou 10% desde que o Hays Global Skills Index iniciou em 2012.

Este é um relatório detalhado que examina o mercado laboral qualificado global e coloca em contexto os desafios que os empregadores enfrentarão ao competirem pelas aptidões mais procuradas. O relatório expõe uma pontuação do Índice Geral para os 33 países[1] apresentados, cada um dos quais se concentra num aspeto diferente de quão fácil ou difícil é recrutar profissionais qualificados. O indicador “Talent Mismatch” é um dos sete indicadores e é calculado medindo o número de vagas não preenchidas versus o número de desempregados de longa duração.

Sandrine Veríssimo, Regional Director da Hays Portugal acrescenta “De acordo com o Guia do Mercado Laboral 2019, 65% das empresas recrutaram em 2018,  pessoas menos adequadas às necessidades da função e 41% desistiu do recrutamento e optou por recursos internos. O que também nos leva a ponderar até que ponto este desencontro entre as necessidades da função e o perfil dos candidatos escolhidos não será uma das causas dos 60% de despedimento por má performance, apontados no relatório.”

Pete Collings, Director of Consulting, Oxford Economics, comenta: “O Hays Global Skills Index destaca a questão urgente das ‘inadequações de talentos’ – a lacuna entre as competências que os profissionais (atuais e futuros) possuem e aquelas que os empregadores exigem. Os decisores precisam de ter em conta este desafio em todas as fases da vida, desde a qualidade e o foco da educação escolar até à formação no trabalho.”

A RIU adquiriu um segundo hotel em Zanzíbar

O novo hotel, que se encontra na zona de Nungwi Beach, possui todas as comodidades necessárias para desfrutar deste destino paradisíaco. Encontra-se numa bela praia de areia branca e águas cristalinas na zona norte de Unguja, a principal ilha do arquipélago de Zanzíbar, a uma distância de pouco mais de uma hora em carro do aeroporto e da capital.

Os seus 149 quartos oferecem o máximo de luxo com a categoria cinco estrelas e com o selo de Riu Palace. O hotel possui o serviço Tudo Incluído 24 horas, WiFi gratuito e ainda um fantástico restaurante sobre o mar onde pode desfrutar da gastronomia local.

Em conjunto com este novo hotel, a RIU também adquiriu cinco hectares de terreno nos quais pretende construir um terceiro hotel na ilha, o investimento total da compra ascendeu a 56 milhões de dólares. Com esta nova aquisição, a cadeia RIU consolida a sua aposta no continente africano como novo destino turístico para ampliar a sua oferta de hotéis de sol e praia, depois de se ter anunciado no último mês de junho a compra de um terreno no Senegal. Com este novo estabelecimento, a cadeia hoteleira já possui um total de sete hotéis (cinco em Cabo Verde e dois na Tanzânia) que se juntam aos cinco de Marrocos.

MSC Cruzeiros aumenta premiada oferta para famílias com nova série online para adolescentes e novas atividades a bordo do MSC Grandiosa

Todos os anos, a MSC Cruzeiros recebe mais de 350,000 crianças a bordo dos seus navios com uma programação de entretenimento abrangente que disponibiliza centenas de horas de actividades todas as semanas, um espaço até 700 m2 para crianças com áreas dedicadas às diferentes faixas etárias, para além de magníficos parques aquáticos, jogos virtuais com alta tecnologia e muito mais. Para além disto, a companhia vai agora introduzir três novas actividades a bordo do MSC Grandiosa, MSC Dance Crew, The Drone Academy e Spy Mission, bem como a estreia de uma nova série online, destinada a adolescentes.

Matteo Mancini, Children’s Entertainment Manager da MSC Cruises afirmou: “O crescente número de adolescentes que navegam connosco com idades entre os 13 e os 17 anos, representa 40% dos nossos hóspedes jovens – e isso tem estimulado o desenvolvimento de novas actividades de entretenimento, bem como de uma nova série dedicada a adolescentes. Estamos muito satisfeitos por estrear o MSC Dance Crew, a Spy Mission e The Drone Academy a bordo do MSC Grandiosa no final deste ano, bem como anunciar que se encontram a decorrer as filmagens para ‘Cabin 12006’ – a nossa nova web série destinada a adolescentes que estará disponível on-line no início do próximo ano.”

ATIVIDADES DE ENTRETENIMENTO PARA CRIANÇAS INAUGURADAS NO MSC GRANDIOSA

  • MSC DANCE CREW – desenvolvida em parceria com a Fremantle, a produtora responsável pelos reconhecidos espectáculos de talento mundiais da TV, incluindo o Ídolos, The X Factor e Got Talent, esta nova competição possibilita equipas de jovens entre os 12 e os 17 anos a disputar entre eles, para ganhar o título de equipa de dança do ano.
  • A MSC Cruzeiros está a trabalhar em colaboração com a agência imersiva com sede em Londres, The Department, especializada em criar produções direccionadas para o teatro e para a tecnologia, para que uma série de marcas e empresas globais possam apresentar:
    • THE DRONE ACADEMY – a ter lugar no Sportsplex do MSC Grandiosa, esta corrida de alta tecnologia e drones de alta energia ganha vida à noite graças aos efeitos florescentes e aos drones brilhantes. Os adolescentes são treinados com competências de pilotagem de drones antes de competir em equipas para correr na arena de 390m2, navegando por 15 obstáculos no menor tempo possível.
    • SPY MISSION – o público jovem desempenha o papel principal numa nova experiência de espionagem imersiva e envolvente, uma novidade na MSC Cruzeiros. Misturando as linhas entre a realidade e a ficção, os convidados serão conduzidos através de uma série de cenas diferentes, que decorrem em todo o navio, de modo a desvendar histórias originais, seguir pistas e resolver o mistério para ganhar uma variedade de prémios MSC Cruzeiros.

NOVA SÉRIE ONLINE PARA ADOLESCENTES, “CABIN 12006”, SERÁ LANÇADA NO INÍCIO DE 2020

No seguimento do sucesso de ‘Kelly & Kloe Onboard’, a série online para crianças da MSC Cruzeiros durante três temporadas e que atraiu mais de cinco milhões de visualizações, a empresa vai agora estrear uma nova série online dedicada a adolescentes.

A série de sete episódios acompanha o adolescente Markus quando embarca no seu primeiro cruzeiro – contudo, as suas férias não correm como planeadas e tornam-se numa aventura inesperada..

O Camarote 12006 do MSC Bellissima está repleto de perguntas por responder e muitas surpresas, e cabe a Markus e ao seu amigo, Lucas, resolver o mistério com a ajuda da  assistente pessoal virtual de cruzeiro, ZOE. Enquanto isso, os dois jovens sonham com uma carreira a bordo de um navio de cruzeiro e embarcam num estágio único e, sem qualquer intenção, envolvem-se na história graças a uma inesperada história de amor.

A série foi escrita e filmada em colaboração com a Viacom, o grupo de media por detrás do canal de televisão infantil Nickelodeon, de modo a desenvolver uma série online para crianças original, autêntica e de alta qualidade.

A série é protagonizada por alguns dos mais adorados talentos incluindo Luciano Spinelli, Max & Harvey, Matteo Markus Bok, Sespo, Valerio Mazzei, Rosalba e pela primeira vez como comediantes, crianças Embaixadoras da UNICEF, do grupo Kids United. Entre eles, têm milhões de seguidores em todos as plataformas sociais e são conhecidos por crianças e adolescentes de todas as idades, em todo o mundo.

Os seguidores da série Kelly & Kloe ficaram felizes por saber que os dois personagens principais também vão aparecer em alguns episódios de ‘Cabin 12006’.

As filmagens encontram-se a decorrer a bordo do MSC Bellissima e os episódios estão previstos estrearem no inicio de 2020. Para as crianças que não tiveram a possibilidade de assistir a ‘Kelly & Kloe Onboard’, poderão aceder a kellyandkloe.com e ver as três temporadas de seguida.

MASTERCHEF AT SEA JUNIORS

Ao longo de 2019, o MasterChef at Sea Juniors, que foi lançado no passado mês de Outubro a bordo do MSC Seaview, tem vindo a ser implementado em toda a frota da MSC Cruzeiros, o que significa que as crianças a bordo de qualquer navio poderão participar da competição de culinária interativa com duas etapas.

Esta actividade é desenvolvida para ajudar a inspirar uma nova geração de crianças a ter interesse em cozinhar e para as incentivar a ter uma alimentação saudável. Ajuda as crianças a praticar técnicas úteis e a cultivar a criatividade na cozinha através de receitas elaboradas por Rukmini Iyer, um concorrente do MasterChef 2013 e autor de dois best-sellers de culinária.

MAIS INFORMAÇÕES SOBRE A OFERTA PARA CRIANÇAS DA MSC CRUZEIROS

Estas actividades são apenas a mais recente melhoria da premiada oferta para famílias* da MSC Cruzeiros, que já inclui:

  • The LEGO Experience a bordo – um dia inteiro em cada itinerário dedicado a divertidas actividades LEGO®, e que culmina com as crianças a receberem um diploma de LEGO® Master Builder Jr.
  • DOREBRO – um programa de desporto dedicado a crianças de todas as idades
  • Uma vasta gama de serviços para bebés e crianças pequenas: incluindo o Baby-Club para crianças com menos de 3 anos, bem como um serviço de puericultura dedicado. Muitos destes serviços são disponibilizados em colaboração com a Chicco® – a marca líder mundial para crianças e mais uma parceria exclusiva da MSC Cruzeiros.
  • Family Explorer Club – programa de excursões personalizado, de modo a atender às necessidades de toda a família.

Sessão de lançamento do livro digital “O Alentejo na Metrópole do Atlântico”

No âmbito do estudo “Uma Metrópole para o Atlântico” publicado pela Gulbenkian em 2016, que incidiu sob a macrorregião do Arco Metropolitano de Lisboa, a aicep Global Parques – Gestão de Áreas Empresariais e Serviços, S. A., a Fundação Calouste Gulbenkian e a Administração do Porto de Sines acordaram na realização de um exercício de marketing territorial que se estendesse ao Alentejo. O livro digital, “O Alentejo na Metrópole do Atlântico” hoje apresentado, da autoria de Félix Ribeiro e sua equipe faz uma caracterização da região e mostra os fatores competitivos para a captação de investimento, e a atratividade da região e suas infraestruturas, elaborando cenários de futuro. A sessão conta com as intervenções de S. Exa. o Secretário de Estado da Internacionalização, Prof. Doutor Eurico Brilhante Dias, e da Presidente do Conselho de Administração da aicep Global Parques – Gestão de Áreas Empresariais e Serviços, S. A., Maria Manuel Aires Serrano.

Ministro Adjunto e da Economia inaugura nova Casa Microsoft

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A Microsoft abre hoje as portas à sua nova Casa em Lisboa. O novo edifício-sede reflete agora a cultura implementada por Satya Nadella e as mudanças que se verificaram nos últimos anos, no que diz respeito à realidade do trabalho e ao próprio negócio da companhia. O Ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira, visita esta quarta-feira, 3 de julho, pelas 15h30, o renovado espaço, que abre hoje portas a parceiros, clientes e comunidades para o evento “O Futuro é Hoje”. A sessão inaugural está agendada para as 16h00. A partir de amanhã, 4 de junho, parte do piso térreo estará aberto ao público, num convite à população para conhecer o universo Microsoft.

Sete anos depois de inaugurar o edifício instalado no Parque das Nações, a evolução do negócio e os ciclos de Transformação Digital exigiam uma nova arquitetura de espaço. Segundo um estudo interno, realizado através da sensorização e IoT (Internet of Things), revelou que apenas 38% das áreas do espaço anterior eram usadas ativamente pelos colaboradores.

A análise justificou assim a criação de novos espaços, de um aumento da área dedicada exclusivamente a clientes e parceiros e uma envolvência mais familiar, propícia à criatividade e colaboração. O novo espaço tem agora mais de 500 workstations, 105 salas – todas equipadas com o sistema Microsoft Teams Room, com exceção das salas designadas de Phone Booths, pensadas para a realização de chamadas telefónicas.

A nova Casa Microsoft mantém a política de hot seat e clean desk – ninguém tem lugar assinalado e não existem gabinetes pessoais  – e apresenta diferentes tipologias de salas: Phone Booths, Focus Rooms, Conference Rooms, Scrum Rooms – para brainstorm e Design Thinking – e Multipurpose Rooms – adaptadas a servir múltiplos propósitos. A multinacional, que em 2020 assinalará os 30 anos em Portugal, mantém a sua personalidade local através da utilização de materiais tipicamente portugueses, como a cortiça, o burel, as cerâmicas e têxteis nacionais, os azulejos, as cadeiras “Gonçalo” e outras peças de design nacional. As salas do edifício têm ainda nomes de cidades (Piso 0), rios e serras (Piso 1), praias (Piso 2) e monumentos nacionais (Piso 3), num espaço que convida a abraçar a geografia portuguesa.

Um escritório mais ágil, multicultural e inclusivo 

A operação da Microsoft em Portugal aumentou substancialmente ao longo dos últimos anos. A tecnológica tem quase 500 engenheiros que suportam clientes da Microsoft em todo o mundo, a que se somam cerca de 190 pessoas a apoiar o negócio local e 200 baseadas em Lisboa mas a servir outras regiões como Western Europe ou Europe, Middle East e Africa (EMEA). No total, cerca de 850 pessoas a trabalhar a partir da Casa Microsoft, num ambiente multicultural com cerca de duas dezenas de nacionalidades. Diferentes equipas com múltiplos backgrounds e necessidades plurais não é problema devido ao espírito One Microsoft que se promove. A diversidade e a inclusão são pilares da organização que incluiu no novo espaço uma casa-de-banho gender free, painéis de informação em braille, todo o edifício acessível a pessoas com mobilidade reduzida e uma sala de amamentação.

Primeiro dia do Rock in Rio Innovation Week esgotado

Começou hoje a 2ª edição do Rock in Rio Innovation Week @LACS com uma programação que incluiu cerca de três dezenas de sessões, entre workshops, palestras, sessões de networking, speed interviews, música, muita animação e conexão entre os mais de 500 participantes que passaram hoje pelo LACS. Os bilhetes para o primeiro dia esgotaram mas estão ainda disponíveis para os próximos três dias de evento, que decorre até sexta-feira em Lisboa e onde se dá palco a conversas sobre os desafios e as oportunidades de um mundo em rápida transformação.

“O Rock in Rio Innovation Week não é uma conferência, é uma experiência de aprendizagem, informal e participativa. Porque acreditamos que a mudança pode começar em cada um de nós, queremos pôr os participantes a debater com os nossos oradores, a pensar e a criar em conjunto com eles. A adesão que tivemos hoje ao evento e, em particular, aos workshops, demonstram que as pessoas querem participar e “pôr a mão na massa”, ser questionadas e desafiadas”, realça Agatha Arêas, Vice-Presidente da Learning Experience do Rock in Rio.

A 2ª edição do Rock in Rio Innovation Week apresenta um programa distribuído por quatro dias com mais de 150 horas de formação e mais de 100 oradores que se dividem entre workshops, talks, sessões participativas sobre criatividade e inovação, colocando sempre o indivíduo como o principal agente de mudança na sociedade. No final de cada dia há muita música no rooftop do LACS, tendo ficado responsável pelo encerramento do primeiro dia o músico e artista de rua espanhol radicado em Lisboa, Tyler Faraday. Nos próximos dias estão ainda confirmados Carol Campolina, Os Camelos, Serushio, DJ Pedro Motta e DJ Lucas Bicudo.

Entre os temas debatidos no primeiro dia estiveram, entre muitos outros, a reinvenção dos modelos de trabalho, a participação em processos de inovação e as megatrends, os novos modelos de educação na era digital, a neurociência na regulação de emoções e a construção da marca pessoal. O dia terminou com a talk de Marcos Piangers “Inovação e criatividade: uma espiada no futuro”. No seu habitual registo humorístico, Piangers aborda questões determinantes na organização do trabalho, no equilíbrio entre a vida familiar e profissional e os desafios colocados às empresas num mundo globalizado na era digital.

Nos próximos dias espera-se a discussão sobre temas como o empreendedorismo social, a empatia como ferramenta de negócios, a liderança no feminino, a evolução tecnológica acelerada e os desafios do ser humano na era da Inteligência Artificial, a criatividade como motor de transformação de pessoas, entre muitos outros. Haverá ainda ao longo dos quatro dias de evento sessões de speed interviews para captação de talentos nacionais, uma ótima oportunidade para jovens recém-licenciados darem o primeiro passo no mercado de trabalho nacional.

Depois de uma primeira edição que recebeu mais de 1.000 participantes de 15 países, este ano o Rock in Rio Innovation Week regressa maior, com mais espaços e capacidade para receber 2.000 pessoas. A esta 2ª edição junta-se a Galp como founding partner do projeto para as edições de 2019 e 2020, assumindo o papel de co-criador e participando ativamente na construção dos conteúdos. Do conjunto de patrocinadores fazem ainda parte a Microsoft e a Hotmart, sendo parceiros do evento a Rituals, Cerveja Coruja, 4ItFuture e a Udemy.

Recorde-se que o Rock in Rio Innovation Week faz parte da recém-criada LExU, Learning Experience Unit do Rock in Rio. Esta nova unidade de negócio nasce com o objetivo de aplicar a capacidade do Rock in Rio em construir experiências transformadoras na área da educação, através do conceito de edutainment (education e entertainment). A LExU incluiu outras iniciativas como o Rock in Rio Academy, que conta já com quatro edições realizadas em Portugal e no Brasil.

A programação do evento, assim como todos os speakers poderá ser consultada em http://www.rockinrioinnovationweek.com/. Os bilhetes estão à venda na Ticketline e em https://rockinrioinnovationweek.com/bilhetes/, estando disponíveis opções de bilhete diário por 39€ e full pass (quatro dias) por 99€.

NextBITT Asset & Facilities Management: A tecnologia completa para gerir edifícios

A NextBitt, uma plataforma que desenvolve software e uma solução que se adapta aos modernos requisitos de gestão de edifícios. Como funciona a mesma?

A Tecnologia NextBITT Asset & Facilities Management é uma solução flexível para monitorizar e gerir tudo o que diz respeito aos ativos físicos de uma empresa.

O sistema desenvolvido pela NextBITT pode ser implementado numa infraestrutura em cloud, como o Microsoft Azure, e é parametrizado de acordo com as necessidades do cliente, permitindo-lhe ter informação e controlo de uma forma rápida e eficaz.

Um processo típico tem início com o cadastro de todos os ativos, seguindo-se a sensorização de edifícios/máquinas ou ligação a sistemas de sensorização já existentes. O controlo de operações é feito com recurso à aplicação da NextBITT, que é acessível em equipamentos móveis.

A solução que desenvolvemos também pode ser integrada com sistemas empresariais (como o ERP ou CRM), garantindo a comunicação e o fluxo de informação na organização, sem tarefas redundantes.

Que tipo de serviços, necessários na gestão de edifícios como a limpeza, controlo de pragas, pragas, catering ou segurança, abrange a NextBitt FM?

Na plataforma NextBITT é possível fazer a gestão de todos os serviços relacionados com assets & facilities management.

A solução existe para a monitorização e gestão de todos os ativos da empresa, permitindo o seguimento das operações de manutenção corretivas e preventivas, mas também a gestão de todos os serviços de limpeza, segurança, estafetagem, gestão de pragas, vending, arquivo, auditorias, mudanças entre muitos outros.

Por exemplo, no caso da sensorização dos edifícios podemos extrair informação sobre a qualidade do ar, a temperatura e a energia e, a partir dessa informação, gerir sistemas como os de ar condicionado, ventilação, aquecimento e iluminação.

De forma objetiva, podemos dizer que na plataforma NextBITT é possível gerir o ciclo de vida de todos os ativos, bem como todos os serviços que lhes estão associados.

Sendo a NextBitt uma empresa que desenvolve software focada em todas as áreas da gestão de ativos, quais diria que são as principais preocupações dos empresários sobre este assunto?

As organizações têm, cada vez mais, a preocupação de tomarem decisões com base em informação e em indicadores, também nestas áreas não core, para terem uma gestão mais eficiente dos seus recursos.

Nenhuma organização trabalha bem sem controlar meios fundamentais como a segurança, a energia ou o conforto dos espaços.

A solução desenvolvida pela NextBITT torna possível, ainda, garantir a melhor execução dos serviços contratados, bem como o controlo de SLAs.

Quando os processos são definidos e integrados na plataforma NextBITT, os custos tornam-se visíveis, de uma forma detalhada, e a sua gestão pode dar origem a poupanças globais que podem atingir os 40%.

O facility management é essencial para garantir que tudo funciona de forma adequada e que existe uma sinergia entre os diferentes membros da equipa de manutenção. Quais são os maiores desafios de “desenhar soluções” que “pensem” nisto tudo?

O maior desafio é sempre encontrar as soluções que são as mais adequadas para cada cliente. Por isso, as soluções da NextBITT são desenvolvidas de acordo com as melhores práticas do mercado, resultam de uma aliança entre o conhecimento consolidado das operações aliado à capacidade tecnológica, para garantir flexibilidade, escalabilidade e capacidade para o cliente otimizar a sua operação.

Quais são, na sua opinião, os maiores desafios que os facilities management representam?

Estamos a falar de uma mudança de paradigma.

Hoje, algumas empresas já estão a automatizar e a digitalizar processos e a investir na mobilidade, ou seja, na capacidade de gerir todas e quaisquer necessidades operacionais a qualquer momento, onde quer que esteja, e sem “complexidade alguma”.

Tudo isto passa por uma nova dinâmica dos serviços, sem residentes fixos.

A solução NextBITT consegue, por exemplo, monitorizar se o serviço foi ou não prestado, se as equipas iniciaram o trabalho à hora contratualizada e quanto tempo demoraram, quanto gastaram na execução do serviço; consegue rastrear e evidenciar toda a operação, tornando assim fácil a sincronização do contrato inicialmente efetuado com a sua concretização.

Este fluxo exige uma maior profissionalização dos interlocutores do FM.

Qual acredita que será o caminho, em Portugal, na área dos facilities services/management e que papel pretende assumir a NextBitt nesta temática?

Portugal está a tornar-se uma referência neste setor.

Isto acontece pelo nível avançado dos prestadores de serviço, pois grande parte sentiu necessidade de adotar rapidamente a tecnologia como meio diferenciador do seu negócio, mas também pela exigência de serviços por parte das grandes empresas, que hoje usam, por exemplo, a NextBITT para gerir os seus ativos.

Quando um edifício está em processo de venda, por exemplo, é valorizada a capacidade de “clicar numa tecla” e espelhar todo o histórico operacional do ativo, manutenções, consumos de energia, de água, ou toda a documentação afeta ao edifício ou aos diferentes equipamentos, etc.

Ou seja, a tecnologia NextBITT é, cada vez mais, uma solução transversal e flexível, assente no Asset Management, mas que desde início estendeu o seu negócio para todo o tipo de facilities. Estamos na saúde, nas telecomunicações, no retalho, na indústria, nos combustíveis, nas autoestradas, na ferrovia. Temos capacidade para estar em todos os sectores em que exista a necessidade de monitorização e gestão de ativos e de monitorização e gestão de serviços.

É esta capacidade que nos permite ambicionar ser cada vez mais forte em Portugal, mas também noutros mercados.

O prémio que a NextBITT conquistou a nível internacional, como parceiro do ano da Microsoft, é o reconhecimento do trabalho já realizado e também um fator motivacional para toda a equipa, que percebe que tem capacidade para competir no mercado global.

Broll Moçambique: “Reinventamos o mercado (imobiliário)”

Que padrões são estes que têm contribuído para o crescimento e consolidação da marca?

A Broll Moçambique, de direito Moçambicano, é participada pela Broll Property Group, que gere cerca de 41 milhões de m2 em propriedades, em 15 países africanos, a maior empresa de serviços imobiliários pan-africana. Adicionalmente representa em exclusivo a Cushman & Wakefield, para África. A atividade transfronteiriça é alicerçada na adoção de melhores práticas internacionais e no seguimento dos standards de indústria, por exemplo as regras do RICS. Adotámos desde início estes princípios de governação e impusemo-nos a obrigatoriedade de auditorias financeiras anuais, pela PWC, e gestão da qualidade, de modo a demonstrar a nossa integridade e independência no negócio imobiliário. Estes comportamentos potenciaram o acesso aos clientes corporativos. O nosso foco é nos serviços imobiliários corporativos, e isso obriga-nos a evoluir com uma rapidez acima da média, com colaboradores num nível de especialização que nos diferencia.

A Broll Property Group, juntamente com as suas subsidiárias africanas, agregam valor a inúmeros investidores e negócios em toda a África Subsaariana. Qual é a visão do grupo e, logicamente, a visão da Broll Moçambique?

A Broll não limita a sua participação apenas ao negócio, mas tem em conta a criação de empregos qualificados e oportunidades em África. Enquanto negócio estabelecido neste continente, a visão é a de se posicionar, não como o melhor dos piores globalmente, mas de estar e participar a par dos grandes intervenientes no setor. A Broll Moçambique partilha esta ambição, atuando num país onde o imobiliário dá os primeiros passos. O nosso caminho é apenas mais longo. Somos uma força para a ação. Partilhamos a paixão por novas ideias. Somos aventureiros, mas especializados nas nossas atividades. Somos mentes inquiridoras, adoramos as nossas pessoas, e pomos o nosso cliente primeiro.

Que mais-valias apresentam junto dos vossos clientes de forma a acrescentar valor aos seus negócios?

Ao especializarmos neste segmento, trazemos a experiência que nos coloca muito à vontade quando assessoramos os nossos clientes nas regras que se aplicam. Quando estabelecemos e aconselhamos estratégias de comercialização. Quando demonstramos o nosso conhecimento profundo do mercado. Quando gerimos e operamos as propriedades criando diferenciação que potencia negócio, quer para os investidores quer para os ocupantes dos espaços. A nossa presença assenta num quadro de profissionais com experiência e com presença em Moçambique com muitos anos de atividade no setor imobiliário.

Acumulamos um vasto conhecimento da legislação em vigor, de procedimentos contabilísticos e financeiros, experiência na montagem de operações de estruturação financeira de imóveis, incluindo o funcionamento de fundos imobiliários e operações em bolsa. Igualmente no dia a dia das operações dos imóveis, da manutenção à gestão das expectativas dos ocupantes dos edifícios e da maneira como potenciam o seu negócio neste ou naquele espaço imobiliário. Somos responsáveis pela gestão dos principais Centros Comerciais como o Baia Mall, e de alguns dos mais avançados edifícios de escritórios como o Platinum, um investimento português, ou o MBT. Trabalhamos para clientes internacionais, empresas como a ExxonMobil, ou a BHGE.

Para investidores internacionais como a Actis. Para quase todos os bancos que operam em Moçambique, algumas seguradoras e empresas locais que detém portfólios imobiliários a necessitar de otimização como a TMCEL. Trabalhamos com dezenas de Prestadores de Serviços nacionais e internacionais. Os nossos clientes têm obrigações muito claras relativamente aos imóveis que detém ou onde se estabelecem. Estão sujeitos a regulamentação e conformidade internacional que ajudamos a observar. É isso que fazemos e é esse o valor que aportamos aos nossos clientes.

Qual tem sido a estratégia da Broll Moçambique para relançar o mercado imobiliário moçambicano?

Focámo-nos no imobiliário existente, essencialmente projetos lançados em 2013/14, dando-lhes vida. As Torres Rani, o Baia Mall, o edifício MBT e mais recentemente o Edifício Platinum e o Centro Comercial Marés necessitavam de um parceiro especializado quer na comercialização quer na gestão. E reinventamos o mercado. Literalmente. Por exemplo no comércio em centros comerciais, desdobramo-nos em contactos com as marcas internacionais e com clientes âncora, percebemos o seu negócio e investimos em parcerias com investidores locais de modo a criarmos franchisados. O ano passado ganhamos o concurso para otimização do portfolio da TMCell e fizemos toda a gestão da primeira fase desse concurso com enorme sucesso. Com o nosso posicionamento, acedemos a clientes internacionais em instalação em Moçambique. Agora, com a confiança restabelecida no setor, com melhores indicadores económicos e com o otimismo que nunca nos deixa desistir, assistiremos à retoma do mercado Imobiliário. Felizmente muito preparados para receber novos clientes, com o nosso conhecimento efetivo do Pais e dos subsetores em que atuamos.

A vossa presença no mercado moçambicano tem crescido e, hoje, apresentam um impacto na área onde se posicionam no setor do imobiliário. No entanto, com o crescimento, a responsabilidade e os desafios serão maiores certamente. Sentem isso? Quais são os verdadeiros desafios deste setor atualmente?

Sentimos sim. Os nossos clientes confiam no nosso trabalho e exigem-nos performances que são comuns em países onde o setor está maduro e desenvolvido. Quando, por exemplo, temos a gestão total de um ativo como o Baia Mall, a nossa intervenção não envolve apenas as funções mais evidentes como os alugueres de lojas, ou a manutenção dos espaços. Implica assumirmos a responsabilidade de lidarmos com a contabilidade, as autoridades locais e os bancos financiadores. A nossa responsabilidade é inclusive para com os investidores internacionais que detém obrigações do imóvel e que esperam o rendimento projetado para o investimento que foi realizado. Estamos em todas as fases da operação.

O desafio está na identificação de quadros moçambicanos que, não tendo sido expostos a este tipo de realidade, formamos para desempenharem funções especializadas. A formação na nossa empresa é continua e em áreas como HST, Gestão de Projetos, Sistemas de Informação, Contabilidade e Finanças e nas áreas especificas do imobiliário e gestão de propriedades. Outro desafio continuo é o conhecimento do mercado, que obtemos com a interação com os nossos clientes e realizando estudos de mercado em diferentes cidades do País. O desafio de crescimento é também muito importante pois sendo o mercado muito curto, cada aposta tem de ser ganhadora com pouco ou nenhum lugar a falhas.

Com atividade em Moçambique – único país da CPLP onde operam a marca Broll – existe a possibilidade ou a perspetiva de promover a marca nos países-membros da comunidade tendo em conta que o foco da mesma é hoje promover a cooperação económica e empresarial dos países-membros?

Quando começamos este projeto, em 2014, a nossa intenção era apenas a de trazer para este setor padrões internacionais de atuação, setor onde já atuávamos e onde sentíamos a necessidade. Com o início da JV com a Broll e em parceria com a representação internacional, tornamo-nos muito exigentes com o nosso desempenho no mercado local, o que contribuiu decisivamente para o nosso crescimento. No início de junho, fomos de novo o patrocinador principal da Conferência Anual do Setor Imobiliário, MozamReal, que contou com a presença do CEO do Grupo. O desafio que nos lançou foi exatamente esse.

Sendo a Broll uma empresa de origem Sul-Africana, a penetração nos mercados Africanos de expressão inglesa é relativamente fácil, com regras de origem anglo-saxónica. A realidade tem sido diferente nos mercados francófonos e particularmente difícil nos mercados lusófonos. Poderá a Broll Moçambique constituir o núcleo a partir do qual se poderá expandir para os países da CPLP? Sim. Para a Broll Moçambique, isto constituirá uma possível expansão internacional, que até aqui não tínhamos no horizonte. Porém o nosso foco atual está ainda muito centrado no crescimento e consolidação local.

Arrendamento (in)acessível

Em boa verdade, a Nova Geração de Políticas de Habitação (NGPH) e a Lei de Bases da Habitação proposta pelo Partido Socialista faz depender o financiamento para a execução da política nacional de habitação de múltiplas engenharias financeiras, inclusive com recurso a fundos de investimento e à captação de investimento privado, o que desresponsabiliza o Estado de verdadeira e expressiva afetação de capital, deixando esta questão, que é de suma importância, dependente e refém das vontades e interesses da iniciativa privada e do mercado, contribuindo para agravar as condições permissivas da financeirização da habitação.

E ainda que se reconheça no discurso oficial e nos preâmbulos das leis, o imperativo de dinamizar o mercado de arrendamento, a verdade é que entre o discurso, a legislação, e os atos e as práticas, evidenciam-se múltiplas contradições e uma grande falta de vontade política para realmente alterar o quadro existente nesta matéria. Ao invés da sua dinamização, do aumento da oferta, de melhor qualidade e de rendas comportáveis, optou-se e manteve-se uma política que não pretende regular o mercado, sendo manifesto e estando demonstrado que esta resposta, como era expectável, resulta numa oferta insuficiente e em rendas elevadas.

O Programa de Arrendamento Acessível (PAA) foi lançado no âmbito da NGPH com o intuito de estimular o setor privado a colocar no mercado fogos com rendas mais acessíveis para os arrendatários, em troca de benefícios fiscais para os senhorios. O programa permite que os senhorios beneficiem de uma isenção total de impostos sobre os rendimentos prediais resultantes de contratos de arrendamento ou subarrendamento habitacional enquadrados no PAA, em sede de IRS e de Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Coletivas (IRC), desde que a renda seja inferior a 20% dos preços de mercado e os arrendatários não tenham de suportar uma taxa de esforço superior a 35%. O grande problema é que o mercado se encontra de tal forma sobreaquecido, que mesmo valores 20% abaixo do mercado, continuam a ser inacessíveis para a família média portuguesa. Os tetos máximos para os valores das rendas praticadas ao abrigo do PAA são sensíveis à diferenciada geografia do país, mas quando o salário médio mensal em Lisboa ronda os 950 euros, não é compatível com “acessível” que o teto máximo para arrendar um T1 na capital seja de 900 euros.

Extrai-se que os nossos sucessivos Governos insistem em não cumprir as suas obrigações de definir e praticar uma política de habitação em conformidade com a Constituição da República, claramente demonstrado na insuficiência de propriedade pública para arrendamento, na indefinição e aplicação de políticas de intervenção no mercado e de programas de reabilitação e construção públicas com vista a uma maior oferta para arrendamento e a um preço comportável para as famílias.

Temos insistido em medidas que reforcem o papel de intervenção do Estado, não como mero gestor e incentivador, mas como construtor e executor, como principal agente na promoção do mercado de arrendamento, por exemplo, evitando a alienação de propriedade pública com vocação habitacional, alocando a existente, mesmo que dispersa, a bolsas de arrendamento acessível dirigido às populações mais vulneráveis.

No sentido de uma fiscalidade sobre as rendas habitacionais mais adequada à função social da habitação arrendada, propusemos que se adotasse um escalonamento e taxas idênticos ao escalonamento e taxas do IRS que incidem sobre os rendimentos do trabalho e pensões. Para o efeito, passaria a calcular-se a renda sobre o metro quadrado da casa, escalonando esse valor. Exemplificando, uma renda de dois euros o m2 poderia estar isenta de IRS, uma renda de 30 euros o m2 poderia pagar a taxa máxima de IRS que é de 48%.

Sem a vontade política e a tomada de decisão séria e esclarecida necessária para alterar as regras do mercado e implementar estas medidas que propomos, o mais provável é que o PAA acabe por morrer na praia e assim continuemos com um mercado de arrendamento instável, precário e desacreditado.

Opinião de Luís Mendes, membro da Direção da Associação dos Inquilinos Lisbonenses

“A nossa visão é sermos líderes globais no controlo preventivo de pragas”

A Anticimex apresenta-se como uma empresa moderna no controlo de pragas. Tal modernização implica que fatores e a que níveis?

A Anticimex tem o orgulho de se caracterizar como a mais moderna empresa na área da prestação de serviços de controlo de pragas e essa é uma das suas imagens de marca. É com esse objetivo que estamos constantemente a desenvolver novos equipamentos e tecnologias, no nosso centro de inovação baseado na Dinamarca, que nos permitem fazer pensar que estamos no caminho certo.

Vivemos num mundo em constante mudança e em que a tecnologia avança a um ritmo assustador, no entanto, na nossa área de negócio muito pouca coisa mudou desde há muitos anos a esta parte e a grande maioria das empresas, sejam elas grandes multinacionais ou pequenas empresas familiares, continuam a prestar serviços de uma forma não muito diferente de há vários anos atrás.

Em Portugal e ao contrário da grande maioria dos países europeus, a regulamentação para a prestação de serviços de controlo de pragas, é bastante mais permissiva no que toca à utilização de produtos tóxicos e este é para nós o fator que seguramente nos diferencia no mercado.

Na prevenção poderá estar o ganho? A Anticimex criou o Anticimex Smart – Controlo de pragas inteligente “around the clock”. Pode explicar-nos como funciona o mesmo e qual o seu nível de eficácia?

A nossa visão é sermos líderes globais no controlo preventivo de pragas, colocando assim a prevenção em lugar de destaque. A razão pela qual o fazemos é exactamente pela importância que damos à prevenção.

Com esse objetivo em mente, desenvolvemos continuamente soluções únicas, no mundo, que permitem aos nossos clientes nos vários segmentos de negócio, desde a indústria alimentar, farmacêutica, hotéis, entre outros, ter acesso a uma serie de equipamentos que permitem a monitorização e a captura de roedores e insetos 24/7.

Existem equipamentos para utilização acima do solo que nos permitem a monitorização e captura, seja ela, única ou múltipla, bem como abaixo do solo onde desenvolvemos o sistema Smart Pipe que é instalado no sistema de esgotos

Em Portugal, e não só, têm vindo a crescer de forma consolidada e já fizeram aquisições importantes desde a entrada em Portugal em 2013. Esta foi uma solução para colmatar que lacunas?

A nossa estratégia de crescimento não foi pensada para colmatar quaisquer lacunas, mas sim para possibilitar atingirmos o nosso objetivo em nos tornarmos na empresa líder em Portugal.

O mercado do controlo de pragas em Portugal é bastante fragmentado existindo mais de 160 empresas nesta área, no entanto, mais de 50% da cota de mercado está com as 5 maiores empresas.

Enquanto multinacional e com um leque diverso de serviços, que soluções põem em prática no âmbito da redução/otimização de custos?

A otimização de custos é uma preocupação constante dentro das empresas, ainda mais com o aumento da concorrência e a necessidade de se tornarem mais competitivas.

Por esse facto, na nossa área de negócio a utilização de novas tecnologias como o sistema Smart em conjunto como a IoT, torna-se na forma eficiente de ajudar os nossos clientes a tomar decisões baseadas em dados e não em pressupostos.

Entre os principais objetivos está a recolha de dados para verificação e melhoria de processos quer da nossa prestação de serviços, quer até mesmo dos processos dos nossos clientes. Através de sensores instalados nos mais diversos equipamentos e comunicação sem fios, é possível obter informações valiosas para a uma gestão mais eficiente e que permita aos nossos clientes uma gestão mais assertiva.

O vosso core business – controlo de pragas – está intimamente ligado aos Facilities, neste âmbito, qual é o posicionamento da Anticimex?

Infelizmente, não sendo uma área em que se dê grande destaque quando se fala em Facility Services é seguramente, uma das mais importantes quando se fala em qualidade dos ambientes de trabalho.

Hoje em dia, a área dos Facilities está bastante focada em garantir a qualidade dos ambientes de trabalho e é nesse aspecto que penso estarmos em boa posição para em conjunto com as empresas de Facilities encontrarmos soluções diferenciadoras para os seus clientes.

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