Inicio Autores Posts por Ana Rita Silva

Ana Rita Silva

4162 POSTS 0 COMENTÁRIOS

Queixas contra o CNP disparam 88%

Queixas contra o CNP disparam 88%

Atrasos na atribuição das reformas é o principal motivo de reclamação no Portal da Queixa. Há relatos de utentes que aguardam resposta há 3 anos.
Partilhar:
O Portal da Queixa, referência nacional em matéria de consumo, detetou um aumento significativo das reclamações dirigidas ao Centro Nacional de Pensões (CNP). Entre novembro de 2018 e 5 de maio de 2019, as queixas dispararam 88% face ao período compreendido entre 5 de maio de 2018 até novembro de 2018. Os dois períodos em análise mantêm em comum o principal motivo das reclamações: os atrasos na atribuição das reformas.

O Portal da Queixa tem verificado que as reclamações contra o CNP têm vindo a aumentar. Só do início do ano, até ao dia 5 de maio, a maior rede social de consumidores de Portugal viu serem registadas na sua plataforma: 377 reclamações.

A equipa do Portal da Queixa decidiu fazer uma análise entre dois períodos semestrais e verificou que, de 5 de maio de 2018 até novembro de 2018, foram recebidas 266 reclamações, tendo constatado que o número das queixas disparou para 501, entre novembro de 2018 e 5 de maio de 2019, refletindo um aumento de 88%.

 

Utentes sem resposta há três anos

Para além da subida das reclamações, o Portal da Queixa detetou – através dos casos reportados na plataforma -, que há pessoas a aguardar uma resposta do CNP há, praticamente, três anos.

Nos dois períodos em análise, os principais motivos das reclamações apresentadas mantêm-se inalteráveis. A liderar as queixas estão os atrasos na atribuição das reformas; seguem-se os atrasos na atribuição de pensões, sobrevivência, viuvez e alimentos. Em terceiro lugar na tabela, está a falta de resposta do CNP aos pedidos de informação: ausência de esclarecimentos por telefone/email e fax.

5 maio 2018 – 5 novembro 2018 (total de 266 Reclamações)

Principais motivos apresentados N.º % representa
Atrasos na atribuição das reformas 119 45%
Atrasos na atribuição de pensões sobrevivência, viuvez, alimentos 74 28%
Ausência de esclarecimentos por telefone/email/fax 12 5%

 

 

5 novembro 2018 – 5 maio 2019 (total de 501 Reclamações)

Principais motivos apresentados N.º % representa
Atrasos na atribuição das reformas 205 41%
Atrasos na atribuição de pensões sobrevivência, viuvez, alimentos 141 28%
Ausência de esclarecimento por telefone/email/fax 26 5%

 

CNP não dá resposta

A página do CNP no Portal da Queixa reflete a falta de resposta entre a marca/serviço e o consumidor, uma vez que, a entidade pública apresenta um Índice de Satisfação de 9.3 em 100 e apresenta uma Taxa Solução e Resposta de apenas 7,9%, alusiva aos últimos 12 meses.

Entre as reclamações apresentadas pelos utentes, destacam-se alguns casos que atestam, não só, o descontentamento dos cidadãos queixosos, mas também, evidenciam a indignação pela longa espera por uma resposta ou resolução do problema:

“Foi feito o pedido da reforma a 16-10-2016 e até ao dia de hoje não obtive qualquer resposta, já fiz várias reclamações e de nada serve.  Sofia Jesus

“O meu pai faleceu no dia 04-12-2017 e hoje 03-05-2019 a minha mãe ainda não recebeu a pensão de viuvez. todos os meses se desloca ao balção da segurança social e a resposta é a mesma… estamos com atrasos no tratamento.” Alda Vaz

 

No Portal da Queixa a relação dos utilizadores, enquanto cidadãos, com os organismos públicos, adquire uma importância acrescida face à sua relação com marcas privadas, tendo em conta que devem ser estes, os organismos públicos, a prestar um serviço de acordo com os padrões de qualidade exigidos e assumirem o referencial de confiança”, considera Pedro Lourenço, CEO do Portal da Queixa, sublinhando ainda que: “Por essa razão, têm sido inúmeras as entidades e organismos do estado que passaram a interagir com os cidadãos através do Portal da Queixa, possibilitando uma relação de proximidade e fomentando a literacia digital, ao mesmo tempo que demonstram publicamente a sua capacidade de resolução de problemas, garantindo a eficácia e reduzindo a inércia muitas vezes apontada como principal handicap do serviço público.”

 

“Eu não quero trabalhar muito!” por Miguel Coelho

Existem, no entanto, outras opiniões, também defendidas por nomes relevantes no panorama da Gestão das Organizações e das sociedades que defendem que talvez a relação entre uma coisa e a outra possa ser um pouco mais complexa. Eu, humildemente, estou neste grupo.

A OCDE estudou estas duas variáveis (tempo de trabalho e produtividade) em diversos países e publicou resultados que constituem “food for thought” (perdoem-me o estrangeirismo, mas dito em português não parece tão impactante):

– Dos que trabalham mais horas por ano, encontramos a Grécia, a Coreia do Sul, a Costa Rica ou o México;

– Dos que trabalham menos horas temos países como a Alemanha, a Dinamarca e a Noruega;

– Entre aqueles onde se regista a maior produtividade, inserem-se a Noruega, o Luxemburgo ou a Irlanda;

– Já quanto aos que apresentam mais fraca produtividade, situa-se a Rússia, a Costa Rica e o México.

Ao fazermos o exercício de verificar onde um país se encontra em mais de um dos quadrantes acima descritos, registamos pela positiva a Noruega que, com menos horas de trabalho alcança das maiores produtividades. Quanto aos que trabalham mais, mas obtêm resultados mais fracos, coincidem a Costa Rica e o México.

No entanto, ao analisarmos o gráfico com todos os países, percebe-se que não existe uma relação direta, ou seja, trabalhar muito não significa necessariamente produzir muito. Em rigor, os países com maior produtividade estão entre os que dedicam menos horas ao trabalho, como que a dizer, têm um maior equilíbrio entre o tempo de trabalho e o tempo de lazer. O que acontece na prática é que, quando estão a trabalhar, não gastam tempo em tarefas improdutivas ou gerem gorduras nas organizações.

E Portugal? Não sendo dos países que mais horas trabalham, estamos abaixo da linha de água relativamente à produtividade. Curioso também verificar que, dos países que trabalham mais horas do que em Portugal, apenas a Irlanda, a Islândia e os EUA apresentam maior produtividade; todos os demais produzem menos que os portugueses.

 Naturalmente que não deixo de extrapolar estas conclusões para as organizações. Não sendo propriamente um defensor da Gestão do Ócio, e tendo a perceção que para alcançarmos os resultados que sabemos que estão ao nosso alcance temos que sair da nossa Zona de Inércia e procurar o espaço de trabalho onde somos disruptivos, com competitividade, implementando projetos, desafiando o status quo, celebrando as nossas vitórias, analisando as nossas derrotas e fazendo de novo, correndo riscos. Esta, que designo como a Zona de Conforto dos grandes profissionais.

Assim se alcança o sucesso. Ao conseguirmos fazê-lo em menos tempo, significa que somos mais produtivos, mais eficazes e celebramos novamente.

 

Mob Lab Congress regressa com 2ª edição e destaca os novos desafios da mobilidade

Em destaque no evento estão os temas da transformação tecnológica, que engloba a condução autónoma, blockchain, integração de Big Data e cibersegurança; a mobilidade partilhada no transporte de passageiros e mercadorias; a mobilidade on demand, assim como as potencialidades previstas para as cidades do futuro e para as smartcities. Especialistas dos setores dos Transportes, Tecnologia, Energia, Telecomunicações, Ambiente e Inovação vão estar presentes para abordar desafios e soluções da mobilidade.

Dados e tendências atuais sobre o setor da mobilidade dão o mote à escolha destes temas. Os transportes públicos coletivos são utilizados como forma principal de mobilidade apenas por 11% e 16% das pessoas nas áreas metropolitanas do Porto e Lisboa, respetivamente. Por outro lado, as vendas de automóveis elétricos cresceram cerca de 150% em 2018, em Portugal, e o transporte individual permanece a forma preferencial de transporte nas áreas metropolitanas do Porto (69%) e Lisboa (60%). De destacar que, atualmente, já são mais de 1000 as cidades que disponibilizam bicicletas públicas.

Oradores de cerca de 20 entidades e empresas de relevo vão estar presentes, incluindo a Autoridade Nacional Segurança Rodoviária; Instituto da Mobilidade e dos Transportes; Associação de Utilizadores de Veículos Elétricos – UVE; SOLTRAFEGO; CCDR Norte; CEIIA; ARMIS ITS; Visa e Logística & Transportes Hoje. No campo da investigação estarão oradores do Centro de Computação Gráfica e da Universidade do Minho. O Metro do Porto e os Transportes Intermodais do Porto também estarão presentes, bem como a Câmara Municipal do Porto que coorganiza o evento. Representantes das Câmaras Municipais de Cascais, Faro, Matosinhos e Viseu vão também estar presentes.

Masterclass de Yoga e meditação com Jean-Pierre de Oliveira

O próximo domingo poderá trazer-lhe um relevante boost de energia com uma prática focada em corpo e mente, orientada por Jean-Pierre de Oliveira. Durante 3 horas o coach e consultor de yoga propõe que se entregue a 2 estilos de yoga diferentes com o mesmo propósito numa Masterclass de Yin e Hatha Yoga, seguida de meditação.

O Mentor do Yoga-Spirit e autor do livro Slow Living Yoga, acredita na importância do Awareness na caminhada individual.

Para melhor lidarmos com as exigências do dia-a-dia, “precisamos de estar conscientes não só dos nossos pensamentos, mas sobretudo, da sua natureza. Tomar consciência é mais é mais do que uma ação, é um estilo de vida. Para mim, é, em suma, yoga”, afirma jean-Pierre de Oliveira.

Programa da MasterClass do dia 12 de Maio

Horário: 10 AM – 1 PM

. Hatha Yoga : 60 minutos de prática fluida, dinâmica e intensa onde o trabalho muscular e cardio-vascular será preponderante. Os asanas serão adaptados às características bio-mecânicas do aluno.

. Yin Yoga: 75 minutos de prática com asanas sentados ou deitados com permanências de 3 a 4 minutos para um trabalho mais profundo dos tecidos internos e propícios a introspeção.

. Meditação Nada Brahma: Uma meditação simples e guiada por Jean-Pierre de Oliveira de 45 minutos.

Local: Estúdio Yoga-Spirit – Rua de Xabregas nº 20, Sala 3.08 Lisboa

Condições de acesso e valores:

.Participantes:25€

. Alunos do Estúdio: 2 aulas cartão + 5€

. Alunos do curso de prof. Sob consulta

Para mais informações e confirmação de presença enviar um e-mail para Info@yoga-spirit.pt

“Há como praticar um bocadinho de Yoga em tudo o que fazemos: na forma como comemos, na forma como pensamos, na forma como nos comportamos, na forma como convivemos, no espaço e até no “poder” que damos aos outros sobre nós e sobre os nossos pensamentos. A procura de equilíbrio, de consciência. Isso é Yoga!”

 

Biotecnologia é a 5ª área tecnológica com mais patentes em Portugal

Organizado pela P-BIO, Associação Portuguesa de Bioindústria, o BIOMEET vai juntar especialistas nacionais e internacionais nas instalações da Nova School of Business and Economics (NOVA SBE), em Carcavelos, onde vão ser partilhados os dados mais recentes sobre este setor que, em Portugal, conta atualmente com mais de 80 empresas que têm a biotecnologia como atividade primária. A estas juntam-se ainda outras 100 empresas que desenvolvem biotecnologia como atividade secundária.

O estudo revela que, do total de empresas analisadas, 24% estão associadas a publicações de patentes: entre 2000 e 2019, foram submetidas por estas empresas um total de 369 patentes. Ao todo, 25% das empresas com registo de patentes são responsáveis por 80% das patentes registadas.

O sector registou um crescimento expressivo. A título de exemplo: entre 2011 e 2017 o crescimento de empresas com biotecnologia como atividade primária cresceu 102%;  no mesmo intervalo de tempo o crescimento de emprego foi de 125%.

“Este estudo demonstra que o sector da biotecnologia está muito mais maduro e a dar os seus frutos. No entanto o potencial de crescimento é enorme até chegar ao nível dos países líderes, como por exemplo a Dinamarca ou Holanda. Certo é que estes países começaram muito mais cedo o seu investimento nesta área. A P-Bio continuará a apoiar as empresas  e a criar estes tipo de estudos para que as empresas e instituições Portuguesas possam ter ferramentas para defender o investimento no nosso ecossistema,” afirma Filipe Assoreira Presidente da P-Bio e organizador desta iniciativa.

Numa altura em que está a comemorar os seus 20 anos de atividade, a P-Bio volta a realizar o BIOMEET, que dedica a manhã do BIOMEET à temática dos medicamentos órfãos e ao balanço dos seus últimos anos em Portugal, uma sessão que irá ainda contar com a apresentação do “Livro Branco dos Medicamentos Órfãos”.

Canon promove crescimento de especialistas de sinalização e gráficos na FESPA 2019

A Canon irá inspirar os visitantes com impressão digital de grande formato e soluções automatizadas de fluxos de trabalho, incluindo a série plana da Océ Arizona e a inovadora impressora Océ Colorado com tecnologia UVgel da Canon.

 

Apresentada pela primeira vez num evento internacional, a nova Océ Arizona 1300 Series estará em exposição pela primeira vez, após o seu lançamento em fevereiro de 2019, para que os visitantes possam observar a impressora plana ao vivo. Através da apresentação do modelo Océ Arizona 1380 GT em exposição também nesta edição da FESPA vai ser possível aos clientes comprovarem como a tecnologia permitirá produzir uma gama ainda maior de aplicações com praticamente qualquer material rígido ou flexível. A nova impressora será apresentada com o Océ Arizona Xpert, uma solução inovadora de software que simplifica e automatiza tarefas de impressão complexas, incluindo aplicações em camadas e de dupla face.

 

Os clientes podem também ver ao vivo uma série de aplicações texturizadas impressas ao vivo com o Océ Touchstone, facto que está a permitir que clientes de impressoras planas consigam produzir aplicações de elevado valor de forma fiável e rentável. Os exemplos em produção no stand irão incluir superfícies com textura, com detalhes metálicos e letras em relevo.

 

Os visitantes da Canon na FESPA 2019 terão oportunidade de ver a Océ Arizona 6170 com High Flow Vacuum (HFV). Esta tecnologia continua a melhorar a colocação de materiais porosos, cartões ondulados e madeira prensada na mesa de impressão, reduzindo a necessidade de intervenções manuais do operador e assegurando um registo preciso para impressões de elevada qualidade. A capacidade de imprimir eficazmente em substratos rígidos permite aos clientes diversificar com aplicações de embalagens, industriais e decoração de interiores. A Océ Arizona 6170 com o HFV estará a imprimir expositores para Pontos de Venda e caixas dobráveis na FESPA 2019. Com soluções end-to-end completas no evento, incluindo a Océ ProCut, os clientes interessados na otimização da eficiência operacional podem ver em primeira mão os próximos passos estratégicos que a Canon irá tomar na automação.

 

Para os visitantes que estão a investir em tecnologias roll-to-roll, a impressora Océ Colorado 1640 com a tecnologia UVgel da Canon será um dos destaques no stand da marca. Na FESPA 2019, a impressora será apresentada com impressão automatizada e corte com uma solução em linha do parceiro Fotoba, transferindo diretamente a impressão acabada para o dispositivo de corte sem ser necessária qualquer intervenção manual, oferecendo um conjunto de impressões prontas para entrega imediata. No seguimento da demonstração tecnológica desta solução no ano passado, a Canon trabalhou em conjunto com os clientes e com a Fotoba para otimizar o produto para produção de elevado volume, disponibilizando-o ao mercado a partir do primeiro dia do evento este ano.

 

A impressora de grande formato imagePROGRAF PRO-2000 24” estará também em exposição no stand da Canon, produzindo excelentes impressões fotográficas e artísticas, tal como aplicações exteriores, como por exemplo os banners, utilizando materiais à prova de água. Isto permitirá que os clientes expandam o seu portfólio de produtos para oferecer impressões capazes de lidar com condições climáticas adversas por um período de até seis meses para campanhas periódicas de curto prazo ou sazonais.

 

De hora a hora haverá demonstrações das soluções da Canon ao vivo, pelo que todos os visitantes da FESPA estão convidados a testemunhar o aumento de produtividade e as novas oportunidades com aplicações disponibilizadas pelo portfólio. Os especialistas de aplicações e fluxos de trabalho da Canon estarão disponíveis durante a FESPA 2019 para demonstrar aos clientes a forma como podem melhorar a eficiência e diferenciar a sua oferta com novos produtos e modelos de negócio inovadores.

 

Fomentar novas oportunidades

 

Na FESPA 2019, a Canon irá apresentar uma gama de aplicações de grande formato para ilustrar o poder emocional da impressão e demonstrar a forma como a impressão pode ser um canal complementar ao digital, proporcionando aos consumidores uma experiência de marca consistente e simples. Os visitantes do stand irão descobrir a campanha promocional “Speed” completa, um verdadeiro livro de mesa de café com imagens lifestyle captadas por Horst A. Friedrichs e produzidas digitalmente na impressora a jato de tinta de alimentação contínua, a Océ ProStream 100.

 

Através da simulação de uma pequena livraria, os visitantes poderão experienciar um conjunto diverso de materiais gráficos promocionais e elementos decorativos de espaços comerciais criados para que em conjunto otimizem o compromisso emocional do cliente com o produto. As aplicações de impressão “Speed” incluem cartazes decorativos e promocionais, impressões em metal, tela, madeira, fotografias e obras de arte, cartazes para aplicação em chão e janelas, e aplicações para POS que demonstram como as marcas podem utilizar o elevado impacto da impressão de grande formato para potenciar o compromisso emocional, envolver os clientes, melhorar a retenção e aumentar a resposta.

 

Wouter Derichs, Sales & Marketing Director, Display Graphics Systems da Canon Europa, refere: “Na FESPA 2019, iremos apresentar aos visitantes a forma como a Canon está a fomentar a visão, não apenas de fornecedores de serviços de impressão, mas dos seus clientes, incluindo proprietários das marcas. As nossas soluções de grande formato roll-to-roll, planas e fluxos de trabalho estão a ajudar os PSPs a alcançar a excelência operacional, a oferecer qualidade constante e a expandir as suas capacidades para novas aplicações emocionantes. Ao confiar no desempenho dos seus investimentos tecnológicos, podem focar os seus recursos e energias na criação de valor para os seus clientes que serão traduzidos em crescimento sustentável dos negócios.”

Cerca de 50% dos doentes com insuficiência cardíaca grave têm anemia

A ferropenia com ou sem anemia também é uma comorbilidade frequente nos doentes com insuficiência cardíaca crónica. Cerca de 50% dos doentes com IC grave têm anemia e muitos têm ferropenia mesmo na ausência de anemia. Este é um alerta do Anemia Working Group Portugal (AWGP) no âmbito do mês de maio, mês do coração. É importante que a população em geral, profissionais de saúde bem como decisores políticos, estejam sensibilizados para esta questão.

 

A anemia quando presente – a prevalência em maior nos casos mais graves de IC- agrava o prognóstico da insuficiência cardíaca, mas mais importante que a anemia é a ferropénia, quer se acompanhe de anemia quer não. Cândida Fonseca, cardiologista e membro do AWGP, refere “esquecemo-nos muitas vezes de corrigir a anemia e a mais forte razão a ferropenia, nestes doentes”. No entanto, a investigação demonstrou que, quando se corrige a ferropenia e a anemia em doentes com insuficiência cardíaca, há ganhos no prognóstico; a qualidade de vida melhora significativamente e a taxa de internamentos diminui. Para o doente, “o diagnóstico atempado e a correção da anemia e da ferropénia representam uma mais-valia pelo que é imprescindível fazer o rastreio sistemático destas situações aquando do primeiro diagnóstico de IC”.

Sage University: a nova plataforma da Sage para formação online disponível 24/7

Fiel à sua missão em apoiar Clientes e Parceiros na evolução dos seus negócios, a Sage pretende, com esta nova plataforma, possibilitar que os utilizadores tirem um maior partido das Soluções Sage, adquirindo as competências necessárias à sua implementação e utilização.

Na era digital, a Sage University é uma plataforma de formação interativa e com uma ergonomia intuitiva que permitirá um processo de compra online, rápido e fácil. As formações digitais, mais curtas e flexíveis, mas que preservam as interações essenciais (sessões práticas ao vivo, mas também chat ou comunidades, que permitem o intercâmbio com o formador e com os outros participantes), em forma de vídeos e módulos curtos com um formador à distância, acessível a qualquer momento.

 

As formações da Sage University são:

  • Eficazes: compostas por sessões curtas, no máximo de 4 horas por dia em sala de aula virtual e de 10/15 minutos, no máximo, por vídeo.

  • Flexíveis: os formandos não precisam de dedicar dias inteiros à formação. Cada formação pode ser assistida no momento em que seja mais adequado e ao seu próprio ritmo. As formações estão disponíveis online, 24 horas por dia e 7 dias por semana.

  • Económicas: o custo por participante, em sala de aula virtual (à distância) é acessível mesmo a empresas pequenas. Poderão ser adquiridos cursos do catálogo avulso, ou subscrever todas as formações eLearning e virtuais a partir de 2,5€/mês.

  • Dinâmicas: estarão disponíveis regularmente, novos conteúdos, para que seja possível acompanhar as necessidades e a evolução das competências dos formandos.

Para Isália Barata, Marketing Director da Sage: “A Sage acompanha os seus clientes que pretendem tornar-se utilizadores experientes ou aperfeiçoar-se na utilização dos seus softwares de gestão. É com muita satisfação que lançamos esta plataforma, com uma vasta gama de formações diferenciadas, por nível de conhecimento, de curta duração, flexíveis, e a um preço acessível a todos, os nossos clientes e parceiros poderão tirar o máximo partido das soluções Sage, agilizando a sua operacionalidade e um maior conforto na sua utilização diária.

ALD Automotive e Worten renovam a dupla atração de um automóvel e um smartphone

Uma solução de Renting única, totalmente adaptada ao Cliente Particular, onde a Fiat e a Huawei, prometem estar juntos nas buzinadelas e nos emojis, no prego a fundo e na internet lenta e até no depósito vazio e na bateria cheia. Uma forma económica e vantajosa de ter um veículo novo com todos os serviços incluídos e sem preocupações, juntamente com um smartphone, tudo incluído numa única renda mensal.

Para Manuel de Sousa, Diretor Geral da ALD Automotive, ficou comprovado que este modelo de distribuição inovador, vai cada vez mais ao encontro das necessidades dos Clientes Particulares. Disponibilizar num só operador uma combinação perfeita de duas fortes exigências do Cliente Individual, a mobilidade e a comunicação, levou-nos facilmente à renovação da campanha deste ano.

Mais de quatro em cada dez mulheres com mutações no gene BRCA1 vão desenvolver cancro do ovário até aos 80 anos

As alterações dos genes BRCA não estão apenas associadas a cancro da mama ou do ovário. Também poderão associar-se a cancro do pâncreas, próstata, entre outros[2,3]]. Gabriela Sousa explica que “estes são genes reparadores celulares, ou seja, ao funcionarem corretamente produzem proteínas que reparam pequenos erros no ADN e evitam o desenvolvimento dos tumores. Contudo, quando ocorre uma alteração, uma mutação nestes genes, este ‘trabalho’ fica comprometido, o que pode levar ao aparecimento do tumor”.

Segundo a especialista, as mutações genéticas germinativas são transmitidas às gerações seguintes num padrão de hereditariedade autossómica dominante. “Estas alterações não saltam gerações. Se o pai ou a mãe tem a mutação, o(a) filho(a) tem uma probabilidade de 50% de a ter herdado.” É por isso que é importante a realização do teste genético. “O teste genético é recomendado a alguns doentes oncológicos. No caso do cancro epitelial do ovário, todas as mulheres devem ser testadas segundo as recomendações nacionais e internacionais, porque esta informação poderá ter implicações no seu tratamento. As pessoas com um histórico familiar de cancro, mediante aconselhamento genético, poderão também ser referenciadas para estudo genético.”

A confirmação da presença de uma mutação patogénica germinativa (no gene BRCA1 ou BRCA2) é importante para o doente, porque poderá fazer alterar as opções terapêuticas, mas é sobretudo importante para os familiares saudáveis[3-5]. “Se identificarmos portadores saudáveis com estas alteração podemos atuar antes da doença surgir, através de cirurgias redutoras de risco, como a mastectomia, que previne o cancro da mama, ou a cirurgia de remoção dos ovários, que previne o cancro do ovário, mas também reduz o risco de cancro da mama. Também se pode optar por uma vigilância mais adequada, com a realização de exames regulares, caso as cirurgias preventivas não sejam opção para a mulher.”

Quanto às idades para a realização destas intervenções cirúrgicas, Gabriela Sousa explica que “a vigilância deve ser iniciada cerca de dez anos antes da idade de diagnóstico do familiar mais jovem atingido pela doença, e as cirurgias redutoras de risco, são decididas de acordo com cada situação clínica. A cirurgia de remoção dos ovários é aconselhada a partir dos 35 anos ou entre os 40 e os 45 anos, se em causa estiver o gene BRCA2, após as mulheres terem completado o seu projeto reprodutivo”. A preocupação de várias mulheres quanto à maternidade, nomeadamente, o receio de passar a mutação aos filhos é, segundo a especialista, válido, “mas  existem, atualmente, técnicas de reprodução medicamente assistida que permitem selecionar os embriões que não têm a mutação e, dessa forma, interromper a transmissão da mutação à descendência”.

É para esclarecer estas e outras questões que a Evita, a Liga Portuguesa Contra o Cancro, a Sociedade Portuguesa de Genética Humana, a Sociedade Portuguesa de Ginecologia, a Sociedade Portuguesa de Senologia e a Sociedade Portuguesa de Oncologia e a AstraZeneca irão lançar a campanha “saBeR mais ContA”, no dia 8 de maio, Dia Mundial do Cancro do Ovário, e que irá decorrer até outubro, mês de sensibilização para o cancro da mama.

Segundo Tamara Milagre, presidente da Evita, “estamos a contribuir para acelerar a identificação de portadores e aumentar a resposta às suas necessidades específica”. A responsável refere ainda que “é necessário que os centros especializados aumentem a sua capacidade de resposta para quem decide avançar com cirurgias preventivas, para as quais o tempo de espera neste momento é bastante longo em algumas instituições.”

Neste sentido, a campanha contará com a realização de três sessões de esclarecimentos com médicos especialistas e testemunhos sobre “As mutações genéticas BRCA e o cancro”, com a primeira a acontecer no dia 17 de maio, pelas 15h00, no IPO de Coimbra, e a segunda, a 30 de maio, à mesma hora, no IPO do Porto, esta última transmitida por livestreaming nos sites e páginas de facebook da Evita e LPCC.  Estas sessões, dirigidas sobretudo a doentes e familiares, são uma forma de passar conhecimento, que segundo Vítor Rodrigues, Presidente da Direção da LPCC, “é um aspeto-chave para que as pessoas possam tomar decisões informadas sobre a sua saúde e equacionem as vantagens e as desvantagens das várias estratégias disponíveis e o diálogo com os profissionais de saúde, numa interacção esclarecida sobre as opções a tomar.”

Para além destas sessões, a campanha “saBeR mais ContA” terá ainda uma exposição fotográfica, com testemunhos de famílias onde houve diagnóstico de cancro da mama e/ou ovário, associados à mutação BRCA, e outros que realizaram o teste genético. Esta exposição estará no Alma Shopping, entre 9 a 20 de maio, seguindo para o Porto, para a estação da Casa da Música do Metro do Porto, de 20 a 31 de maio. A campanha chega a Lisboa no mês de outubro.

EMPRESAS