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Ana Rita Silva

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Wall Street começa dia a tropeçar

Pelas 14h50 [hora de Lisboa], o índice Dow Jones industrial seguia a recuar 0,53% para 17.435,10 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq cedia 0,49% para 4.715,88 pontos.

Também o índice alargado Standard & Poor’s 500 recuava, pela mesma hora, 0,32% para 2.041,26 pontos.

De acordo com as atas da Reserva Federal (Fed) da reunião de abril divulgadas na quarta-feira, a maioria dos membros admite a possibilidade de uma subida das taxas de juro em junho se a economia norte-americana continuar a melhorar.

Segundo o documento, alguns participantes disseram que os mercados podem não estar à espera desse ajustamento monetário e defenderam que se deve “comunicar claramente” as intenções do banco central.

As taxas de juro de referência nos Estados Unidos estão entre 0,25% e 0,50%, depois da subida decidida em dezembro passado, a primeira em quase dez anos.

A próxima reunião da Fed será a 14 e 15 de junho e no final está prevista uma conferência de imprensa da presidente da instituição, Janet Yellen.

Tino de Rans vai criar um novo partido. Só faltam as assinaturas

Vitorino Silva vai criar um novo partido. Tino de Rans, como é conhecido, foi um dos candidatos às eleições europeias de 2016. Não tendo sido eleito, recusa conformar-se.

“A ideia surgiu após várias solicitações de votantes e apoiantes que nos foram abordando após as presidenciais”, contou ao Notícias ao Minuto a assessora do calceteiro da Junta de Freguesia de Rans.

“A sigla é PA (de Povo Acordar) e o partido ainda não está formalmente constituído”, acrescentou Margarida Ferreirinha.

A informação de que um novo partido irá surgir foi avançada esta manhã pelo Jornal de Notícias, que explica que Vitorino Silva vai ainda angariar as 7.500 assinaturas necessárias para que o requerimento seja entregue no Tribunal Constitucional.

Mais detalhes sobre a criação deste partido foram remetidos para o próximo domingo. Tino de Rans fará, a este propósito, uma declaração após a final da Taça de Portugal, no Jamor.

Egyptair: Encontrados dois corpos no Mediterrâneo

Foram encontrados pelo menos dois corpos a flutuar no mar Mediterrâneo, bem como o que parecem ser destroços do avião da Egyptair que desapareceu esta manhã dos radares com 66 pessoas a bordo.

As operações de buscas estão a ser conduzidas por autoridades egípcias e gregas, que, segundo o canal de televisão da Arábia Saudita Al Arabiya, já encontraram os primeiros indícios de que o avião terá caído no mar.

Dois pedaços de plástico foram também avistados a cerca de 370 quilómetros da ilha grega de Creta. Foram encontrados por um avião C-130 egípcio “a sudeste de Creta, dentro da zona de informação aérea do Cairo”, afirmou um porta-voz do Estado-Maior, Vassilis Beletsiotis à agência France Presse.

Nas operações para encontrar os destroços estão envolvidos um submarino, vários F-16, um “avião-radar”, dois aviões transportadores militares e vários navios da marinha.

A França providenciou também apoio aéreo da marinha.

Estratégia certa colocará Portugal nos 10 destinos mais competitivos

“Acredito que ‘Portugal virá a ser um dos primeiros países do turismo’ [conforme defendido em 1935 por Joaquim Roque da Fonseca]. No entanto, num contexto de permanente mudança, em que novas tendências socioculturais, demográficas, ambientais, económicas e tecnológicas emergem, conhecer forças e fraquezas e reconhecer ameaças e oportunidades é um imperativo para que se possa ser bem-sucedido”, sustenta a investigadora na obra “Turismo em Portugal”, que será hoje apresentada em Lisboa no âmbito da coleção ‘Ensaios da Fundação’, da Fundação Francisco Manuel dos Santos.

Vera Gouveia Barros aponta como “principais destinos concorrentes” Espanha, França, Itália e Grécia. E, embora defenda o “princípio de que deve ser a procura a definir a oferta”, considera “útil” a identificação de produtos turísticos onde apostar, nomeadamente o “sol e praia”, o “’touring’ cultural”, a “saúde e bem-estar”, o “‘citybreak'”, o “golf’, o “turismo de natureza” e o “turismo do mar”.

Recordando que “em 2015 o país ocupava o 15.º lugar do ‘ranking’ do Fórum Económico Mundial”, a economista destaca que a capacidade de Portugal captar turistas “decorre muito” do modo como se compara com a concorrência e que, a este nível, “os dados não são animadores”.

“Apenas a Grécia ocupa um lugar abaixo do nosso. Itália, França e Espanha não só estão melhor que nós, como fazem parte da lista a que queremos pertencer, a dos 10 destinos mais competitivos do mundo”, refere, acrescentando que “em 2015 Espanha e França eram mesmo os dois mais competitivos”.

Ainda assim, a autora nota que em 2015 Portugal subiu cinco lugares face a 2013, os mesmos cinco lugares que agora tem “de escalar” para aceder ao ‘top 10’, pelo que não se trata de um “objetivo excessivamente ambicioso”.

Neste percurso até ao ‘top 10’, Vera Gouveia Barros aponta como “premente” a resolução de “problemas estruturais” da economia portuguesa que levam a que atualmente o país surja mal posicionado em indicadores como o “ambiente de negócios”, o que afeta as todas as atividades económicas, incluindo o turismo.

Por outro lado, diz, Portugal surge “bastante aquém” de qualquer um dos seus quatro concorrentes no indicador relativo às visitas de turistas internacionais, o que se justifica pelo facto de ser ainda “um destino pouco importante” no contexto das viagens europeias.

E se os bons resultados dos últimos anos, em que Portugal conseguiu “crescer em preço e quantidade”, podem dar a ideia de que será fácil continuar a progredir, a autora recorda que “a Primavera Árabe deu o seu contributo” (ao desviar a procura para destinos do lado europeu da bacia mediterrânica) e que “parte do sucesso ficou a dever-se a uma estratégia de promoção acertada, que percebeu as novas tendências”, mas que não é “sustentável” a longo prazo.

“A tradicional comercialização de um destino feita através dos operadores turísticos está a perder importância”, refere, salientando que “hoje uma parte significativa da distribuição é feita em plataformas eletrónicas” e que “os responsáveis pela promoção do turismo optaram por fazê-la de modo diferente, com recurso aos meios digitais”.

E se, de facto, esta estratégia “deu frutos”, a investigadora considera que não é “um modo duradouro de promover o país” e defende que a melhor forma de o fazer é deixar satisfeito quem o visita, o que implica aumentar o uso de novas tecnologias de informação e gerar conhecimento sobre o setor do turismo.

Como “marcas distintivas” que podem contribuir para uma maior visibilidade do destino Portugal, Vera Gouveia Barros admite as frequentemente elogiadas “gastronomia” e “hospitalidade”, mas elege como “elemento diferenciador” o facto de o país ter “uma diversidade de produtos condensada num pequeno território, em que a mobilidade é facilitada por uma boa rede rodoviária”.

Contudo, alerta, “essa diversidade deve ser promovida com coerência”, sendo “missão do Estado garantir” que as várias entidades ligadas à promoção turística “falam a uma só voz e põem de lado o paroquialismo tão tipicamente português, trabalhando e agindo de modo concertado”.

Papa Francisco vai receber a mais alta autoridade sunita

“Esta audiência está em preparação e está prevista para segunda-feira”, declarou à agência noticiosa France Presse o padre Federico Lombardi, sem adiantar mais pormenores sobre o encontro do papa com o grande imã desta instituição sunita, com sede no Cairo, Egito.

Nunca houve um encontro entre um papa e um grande imã de Al-Azhar.

O encontro marcará o fim do esfriamento das relações entre a instituição sunita e a Santa Sé, que se tornaram delicadas depois das declarações polémicas do anterior líder da Igreja Católica Bento XVI, num discurso em Ratisbonne (Alemanha), em 2006.

As relações foram mesmo interrompidas em 2011, quando a grande Universidade do Cairo reagiu com veemência face à posição pública do pontífice alemão depois de um ataque mortal contra uma igreja copta ortodoxa em Alexandria.

O diálogo foi retomado pouco a pouco desde o início do pontifício de Francisco, com o envio de enviados de ambos os lados.

Em março de 2014, um representante da mesquita, Mahmoud Azab, participou numa iniciativa interconfessional para lançar uma rede de luta contra todas as formas de escravatura moderna e de tráfico de pessoas.

“O diálogo nunca foi interrompido, esteve apenas suspenso”, disse o responsável.

Quina, a carteirista octogenária de Ermesinde

No dia em que ia ser julgada pela juíza e logo de seguida fuzilada pelo pelotão de jornalistas que já estava de câmaras montadas em tripés e microfones em riste, apontados para a entrada do tribunal, Joaquina Gonçalves, 85 anos, entrou discreta pela porta das traseiras, meia hora antes do início da sessão.

A contrastar com a ligeireza de mãos de que vinha acusada e pela qual ia ser julgada, Quina, a carteirista de Ermesinde, como ficou conhecida, caminhava em passo arrastado escondendo o rosto coberto de rugas bem vincadas por baixo de um cachecol preto e felpudo. Desta vez, o panamá azul que costuma trazer na cabeça e com o qual já apareceu em fotografias de jornais trazia-o na carteira. A indumentária que usa, principalmente as roupas quentes, desadequadas aos dias de calor, fazem soar à distância o alarme dos agentes à civil da Divisão de Investigação Criminal da PSP. “Ela traz sempre um casaco dobrado sobre o braço esquerdo para encobrir a bolsa da vítima e também a sua mão direita, com que saca a carteira”, assegura em depoimento um dos agentes que a deteve. “A Dona Joaquina é já uma nossa conhecida de há dois ou três anos. Assim que a vimos ficamos atentos a observá-la. No momento do flagrante”, prossegue o agente, “estava tão perto dela que quase ouvi o fecho éclair da bolsa da vítima a abrir”.

Foi assim que Quina se voltou a tramar, pelo segundo ano consecutivo, no cortejo da Queima das Fitas do Porto. Mas desta vez a queimadela foi mais grave porque a vítima apresentou queixa, ao contrário do que sucedera no ano anterior, em que a lesada, atendendo à idade avançada da detida, decidiu não o fazer. A vítima, Emília Vaz, que admitiu não se ter apercebido do furto e nunca ter visto Quina até esse momento em que se cruzaram na sessão do julgamento, queixava-se do desaparecimento de uma carteira que continha 25 euros, um terço sagrado, dois santinhos, um porta-chaves de cor azul de motivos religiosos, uma mão de prata em forma de figa e uma cabeça de alho.

Enquanto ouvia o depoimento dos agentes, Quina abanava a cabeça em sinal de desacordo. Não, ela nunca fizera tal coisa. “Senhora doutora, eu não tirei nada. Ia a passar a caminho da estação de São Bento e dei um pontapé numa coisinha, até pensei que era um telemóvel”. E depois de verificar que era uma carteira o que ia fazer? “Não ficava com aquilo. Ia entregar a um agente quando o visse”. E não se lembrou de perguntar às pessoas que por ali estavam? “Ó senhora doutora, estava lá tanta gente! Ia perguntar a este e aquele?”

O registo criminal de Joaquina Gonçalves não abona a favor da tese da Defesa. Em 2002 foi condenada pelo crime de maus tratos ou sobrecarga de menores a uma pena suspensa de dois anos. Um ano mais tarde o tribunal de Tomar condenou-a por furto de uma carteira a uma multa de 120 dias, o mesmo crime pelo qual viria também a ser condenada, em 2012, pelo tribunal de Barcelos. Agora, e “por considerar provados os factos” e por a ré “não ter mostrado arrependimento”, a Procuradora do Ministério Público entende que “uma pena de prisão com pena suspensa seria adequada”. O advogado de Defesa considera que “há matéria para criar um pouco de dúvida nos depoimentos dos dois agentes”.

Natural de uma pequena freguesia de Fafe, Joaquina Gonçalves não sabe ler nem escrever porque, diz, os pais a puseram “a guardar ovelhas muito cedo”. Hoje vive com uma reforma de 300 euros e dois netos num pequeno apartamento em Ermesinde, terra onde toda a gente a conhece, mesmo antes de ter começado a aparecer nas televisões e nas capas de jornais. Dos seis filhos que teve, antes de ser abandonada pelo marido, só restam três. Nenhum deles, nem os netos, assistiu ao julgamento. Na sala de tribunal, Joaquina Gonçalves era uma mulher só. No final da audiência, e em sua defesa, insistiu na inocência: “Que Deus me mate, que me pare a pilha do coração. O que aqui estiveram a dizer é tudo mentira”.

A leitura da sentença ficou marcada para dia 25. À saída Joaquina Gonçalves não quis falar com jornalistas mas, um dos repórteres do pelotão correu atrás dela enfiando-lhe o microfone quase pela goela abaixo. Quina afastou-o a custo e seguiu rua acima a protestar. Mas sem fugir, como garantiu à juíza. “Eu não fujo, senhora juíza. Eu não fujo”.

Ministério da Cultura acompanha “com atenção” projeto para reabilitar ponte Luiz I

Em resposta a pedidos de esclarecimento da Lusa , a tutela disse hoje que “o Ministro da Cultura tem conhecimento do processo que acompanha com atenção”.

O anteprojeto, que prevê a construção de passeios exteriores ao tabuleiro inferior para peões e ciclistas, esteve com a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) para “decisão final”.

Na passada semana, a DGPC reiterou ter recebido o anteprojeto mas remeteu o assunto para parecer prévio da Secção do Património Arquitetónico e Arqueológico (SPAA) do Conselho Nacional de Cultura (CNC) por se tratar de “uma intervenção num imóvel abrangido no conjunto inscrito na Lista do Património Mundial da UNESCO”.

O Conselho Nacional de Cultura é um órgão consultivo do Governo para a área da cultura que tem como missão “emitir pareceres e recomendações sobre questões relativas à realização dos objetivos de política cultural e propor medidas que julgue necessárias ao seu desenvolvimento, por solicitação do membro do Governo responsável pela área da cultura ou dos serviços e organismos da área da cultura”

À Lusa, o ministério da cultura disse ainda que o ministro ” aguarda a marcação da reunião da SPAA do CNC e das suas conclusões.”

Em abril, a DGPC informou que o projeto estava “em análise para emissão de parecer”, e referia que “não é necessário pronunciamento por parte da UNESCO”.

Também em abril a UNESCO disse não ter sido informada sobre o projeto para a Ponte Luiz I no Centro Histórico do Porto e alertou que as intervenções em sítios classificados não podem afetar o seu Valor Universal Excecional.

De acordo com as linhas orientadoras para a aplicação da Convenção do Património Mundial, os países membros são convidados a informar o Comité do Património Mundial da sua intenção de promover ou autorizar grandes obras de recuperação ou novas construções que possam afetar o Valor Universal Excecional da propriedade em causa.

Também a Comissão Nacional da UNESCO informou então não ter informações sobre o projeto de remodelação da Ponte Luiz I, o mesmo sucedendo com o Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (ICOMOS).

O obra em causa prevê a construção de passeios exteriores para peões e ciclistas no tabuleiro inferior, bem como uma estrutura de proteção contra queda de pessoas e objetos junto ao tabuleiro superior da Ponte Luiz I, parte integrante do Centro Histórico do Porto, classificado em 1996 como Património Mundial pela UNESCO.

Em fevereiro a Infraestruturas de Portugal publicou em Diário da República o lançamento do procedimento pré-contratual para a contratação da empreitada de recuperação do tabuleiro inferior da Ponte Luiz I por 1,4 milhões de euros.

Diretor-geral das Artes notificado para cessar funções

Carlos Moura Carvalho ocupava o cargo desde julho do ano passado na Direção-geral das Artes (DGArtes), organismo responsável pela coordenação e execução das políticas de apoio às artes.

Contactado hoje pela agência Lusa sobre a notificação, o gabinete do ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, confirmou que a comunicação foi feita na semana passada e que o despacho de exoneração será efetivado na próxima semana.

No quadro da lei, Carlos Moura Carvalho tem um prazo de dez dias úteis para pedir esclarecimentos ou contestar esta notificação, que termina a 24 de maio.

De acordo com o gabinete do ministro da Cultura, o responsável da DGArtes irá manter-se em funções até 31 de maio.

Questionado pela Lusa sobre quem irá ocupar a direção daquele organismo – já que Joana Fins Faria, subdiretora-geral das Artes, pediu a exoneração do cargo em abril – o gabinete do ministro da Cultura escusou-se a adiantar nomes.

Contactado pela Lusa, Carlos Moura Carvalho também confirmou a notificação do Ministério da Cultura para deixar funções, mas disse que, “para já”, não pretende fazer comentários à decisão da tutela.

Carlos Moura Carvalho, que foi finalista de um concurso público para o cargo, sucedeu em 2015 a Margarida Veiga, então diretora-geral das Artes, nomeada em regime de substituição pelo então secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier.

O processo ficou, na altura, marcado pela polémica devido a uma denúncia de irregularidades pela Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CReSAP), que criticava o adiamento sucessivo da nomeação, pela tutela, dos finalistas do concurso público.

Licenciado em Direito, com uma pós-graduação em Estudos Europeus e outra em Direito da Sociedade da Informação, Carlos Moura Carvalho exerceu funções, entre outros, na Inspeção-Geral das Atividades Culturais e no Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais.

Estremoz abre portas a Feira Medieval dedicada à Rainha Santa Isabel

Segundo a autarquia, a iniciativa pretende contribuir para a promoção turística e desenvolvimento económico do concelho, recorrendo a uma recriação histórica do período medieval, no que diz respeito às temáticas relacionadas com a figura da Rainha Santa Isabel (séculos XIII/XIV).

A Rainha Santa Isabel morreu no dia 04 de julho de 1336, em Estremoz, no distrito de Évora.

O ‘Festival da Rainha – III Feira Medieval de Estremoz’, que pretende ainda contribuir para a dinamização do centro histórico da cidade, começa no sábado, às 10:30, com um cortejo entre a escola secundária e o Largo D. Dinis, passando pelo mercado tradicional.

O programa inclui ainda desfiles, espetáculos musicais e de fogo, danças, cânticos medievais, demonstrações de falcoaria e torneios de armas a pé e a cavalo.

Durante o festival, vão decorrer também outros momentos de animação no recinto, que conta com artesãos, mercadores e tabernas.

A iniciativa é promovida pelo município e pela Escola Secundária Rainha Santa Isabel de Estremoz (Curso Técnico de Turismo e Curso Técnico de Turismo Ambiental e Rural).

Ministro da Educação apresenta queixa-crime contra revista Sábado

A revista Sábado lançou, na sua última edição, uma notícia baseada nas acusações do orientador da tese de doutoramento do Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, que o acusava “de se ter apropriado ilegalmente de cerca de 18 mil euros que lhe foram atibuídos pela Fundação para a Ciência e Tecnologia”.

O Ministério tutelado por Brandão Rodrigues já reagiu à notícia e afirma desde logo ser “totalmente falso que o ministro da Educação tenha cometido qualquer crime, burla ou irregularidade no âmbito do processo de atribuição de uma Bolsa de Estudo”.

Além de “lamentar e repudiar profundamente” as acusações de que é alvo, Tiago Brandão Rodrigues “considera que não se tratam de afirmações inocentes tendo em conta o atual momento político e considerando que é o repescar de uma situação com 14 anos e há 14 anos esclarecida”.

Garantindo que colocou à disposição todas as informações que desmentem as acusações presentes da notícia, o Ministério cisma que “a revista insistiu, ainda assim, em publicar a notícia”.

Assim sendo, fica a garantia que “o ministro da Educação já iniciou todos os procedimentos inerentes à apresentação de uma queixa-crime contra quem profere e publica as falsidades prontamente desmentidas”, como se pode ler no comunicado a que o Notícias ao Minuto teve acesso.

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