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Ana Rita Silva

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António Zambujo e Richie Campbel nas Festas Antoninas de Famalicão

Ao longo de 11 dias de festa, Famalicão, distrito de Braga, vai “misturar” a tradição e a modernidade através da conjugação de concertos dirigidos a todas as idades e de marchas populares, entre outras atividades, incluindo religiosas.

“As festas Antoninas são uma mescla de tradição com modernidade que envolve muitas dezenas de associações e organizações do concelho que dão o melhor de si para que cada ano seja o melhor de sempre de um evento com mais de 100 anos de história”, refere o presidente da câmara de Famalicão, Paulo Cunha.

Um dos pontos altos das Antoninas deste ano é o concerto de Richie Campbel que atua a 08 junho na Praça D. Maria II, enquanto António Zambujo sobe ao palco do Parque da Devesa dois dias depois. Ambos atuam às 22:00 com entrada gratuita.

No que à música diz respeito, o programa faz ainda referência às atuações com concertinas, cantares ao desafio, fado e rock and roll.

As Marchas Antoninas saem à rua, na noite do dia 12, e este ano assumem um novo figurino, regressando ao centro da cidade, para, indica a autarquia, “reforçar a proximidade ao povo e, ao mesmo tempo, projetar-se para fora do concelho, chegando em direto, através da internet, aos quatro cantos do mundo”.

Os grupos que vão compor as Marchas Antoninas vão percorrer as principais ruas da cidade antes de atuarem em frente ao edifício da câmara diante de milhares de pessoas, incluindo as 3.000 que poderão assistir desde s bancadas amovíveis colocadas no local para esta finalidade.

Mas a autarquia informa que também serão colocados dois ecrãs gigantes, um na Praça 9 de Abril e outro no cruzamento das ruas Conselheiro Santos Viegas com a Adriano Pinto Basto, pois o desfile será transmitido em direto através de um ?site’ oficial.

Antes, também os pequeninos terão direito a balouçar os arcos e as fatiotas com as Marchas Infantis que desfilam por Famalicão a 03 de junho.

O dia 13 é dedicado ao “casamenteiro”, ou seja a Santo António, com procissão, missa e distribuição de pão e o programa inclui tradições ligadas às cascatas, às rusgas, passando pela corrida de Galgos, pelas caminhadas e outras atividades desportivas.

“A mobilização dos famalicenses em torno das suas festas é garantia de qualidade. Temos programas com dinâmicas para todas as idades e para todos os gostos. E temos a bênção de Santo António que, como é sabido, também é nosso”, afirma Paulo Cunha.

Disparados tiros contra sede do Partido Socialista francês em Grenoble

Os escritórios do partido em Grenoble (sudeste), localizados no rés-do-chão de um edifício de habitação de cinco andares, foram atingidos por cinco balas, segundo um comunicado do Ministério do Interior, cujo titular, Bernard Cazeneuve, condenou o ataque “com a maior firmeza”.

Habitantes da zona relataram ter ouvido rajadas com vários minutos de intervalo entre si pouco antes da 01:00 local (00:00 em Lisboa), segundo o jornal Le Dauphiné Liberé.

O ataque não foi reivindicado até ao momento.

A justiça abriu um inquérito por danos voluntários com arma de fogo.

Várias sedes locais do partido socialista francês têm sido alvo de vandalismo nas últimas semanas, mas esta é a primeira vez que são utilizadas armas de fogo.

Bernard Cazeneuve afirmou que as autoridades estão a fazer todos os esforços “para deter rapidamente os autores” do ataque e sublinhou que ataques contra sedes políticas “são, na sua essência, incompatíveis com o exercício do pluralismo e da diversidade de opiniões garantidos pelo Estado de Direito”.

“Estes atos, de particular gravidade, constituem um atentado insuportável à vida democrática do país”, acrescentou.

França assiste desde o princípio de abril a uma forte contestação social, com manifestações e greves, devido à reforma da lei laboral proposta pelo governo de François Hollande.

A reforma visa tornar o mercado laboral mais flexível, mas os sindicatos e associações estudantis na origem dos protestos consideram que ela vai conduzir à eliminação de direitos e à desproteção dos trabalhadores.

Rixa em Coimbra acaba com a morte de um homem

Um homem de 43 anos morreu, no domingo à tarde, depois de ter sido esfaqueado durante uma rixa.

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro disse ao Notícias ao Minuto que as agressões tiveram lugar na Rua do Clube, em Santa Clara, Coimbra, e que o alerta para as autoridades foi dado cerca das 17h40.

A vítima mortal, que apresentava ferimentos de faca na zona do abdómen, morreu a caminho do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.

De acordo com o CDOS, o incidente feriu ainda outro homem de forma grave e dois de forma ligeira, incluindo o agressor.

Para o local das agressões foram mobilizados os Bombeiros Sapadores de Coimbra, a Cruz Vermelha, o INEM e a PSP.

Saída do Reino Unido da UE vai levar à recessão, alerta David Cameron

A um mês da consulta pública, David Cameron acompanhou o ministro britânico das Finanças George Osborne, que hoje apresentou uma nova análise do Departamento do Tesouro britânico sobre os cenários provocados pela eventual saída britânica do bloco comunitário, numa visita a uma empresa de bricolagem no sul de Inglaterra.

Durante a visita, o primeiro-ministro britânico insistiu que o voto na saída da UE será a “opção da autodestruição”, enquanto a opção “ética” será votar a favor da permanência britânica.

“Como o Banco de Inglaterra disse, o Fundo Monetário Internacional (FMI) sublinhou e o Tesouro agora confirma, o impacto na nossa economia da saída da Europa levará o país à recessão”, declarou Cameron.

“Poderia ser, pela primeira vez na história, uma recessão criada por nós próprios”, salientou o primeiro-ministro britânico durante a visita à empresa de bricolagem, insistindo que “seria efetivamente uma recessão de fabrico próprio”.

George Osborne corroborou as declarações de Cameron, ao detalhar algumas informações do novo relatório do Tesouro britânico, que analisou os efeitos do ‘Brexit’ num período de dois anos, até 2018.

Perante um cenário mais “prudente”, em que o Reino Unido sai da UE mas negoceia um novo tratado comercial com o bloco europeu, o documento aponta que o Produto Interno Bruto (PIB) britânico poderá contrair em 3,6 %, o que iria mergulhar o país numa recessão e implicar a perda de 520 mil empregos.

Ainda dentro deste cenário, a inflação também irá disparar e os preços das casas poderão cair em 10%, com um aumento da dívida estatal de 24.000 milhões de libras (cerca de 31.000 milhões de euros).

As previsões são mais graves perante um cenário de “grande impacto”, em que o país sai da UE e do mercado único, e assume unicamente as normas da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Neste cenário, e segundo o documento do Departamento do Tesouro, o PIB britânico poderá recuar até 6%, registando-se um efeito ainda maior na inflação e nos preços dos imóveis (uma quebra de 18%).

Perante o mesmo cenário, cerca de 820 mil postos de trabalhos ficariam comprometidos e o aumento da dívida pública rondaria os 39 milhões de libras (cerca de 50.000 milhões de euros).

O ministro das Finanças britânico avisou hoje contra as ações que podem colocar em causa os avanços que foram alcançados para superar a recessão gerada pela crise global em 2008, a primeira para o Reino Unido desde a Segunda Guerra Mundial.

“Quando falta exatamente um mês para o referendo, o povo britânico deve fazer esta pergunta: podemos votar em consciência para uma recessão?”, afirmou George Osborne.

“O Reino Unido quer realmente esta recessão de fabrico próprio? Porque as provas mostram o que vamos ter se deixarmos a UE”, insistiu o ministro.

Após a publicação do documento do Tesouro britânico, a campanha a favor do ‘Brexit’ afirmou que o relatório “não é uma análise honesta”.

“O Tesouro errou repetidamente nas suas previsões no passado. Este documento do Tesouro não é uma análise honesta, mas um ponto de vista profundamente preconceituoso sobre o futuro e ninguém deve acreditar”, disse o ex-ministro do Trabalho e Pensões Iain Duncan Smith.

Duncan Smith argumentou que o país “entrega 350 milhões de libras (cerca de 453 milhões de euros) por semana à UE” e que poderá, caso a saída britânica se concretizar, “recuperar o controlo sobre o dinheiro e utilizar o montante para ajudar as pessoas no Reino Unido”.

 

Apanhada dupla que assaltou 13 bancos

Uma investigação do Departamento de Investigação e Ação Penal de Leiria culminou na detenção de dois homens, de nacionalidade estrangeira e com 34 e 35 anos de idade, feita pela Polícia Judiciária com a colaboração da GNR de Rio Maior.

Em comunicado, a PJ faz saber que “difundiu e partilhou alguns dados [relativos aos suspeitos] com outros órgãos da polícia criminal e funcionários de segurança” dos bancos, o que permitiu deter um dos suspeitos em flagrante quando se preparava para levar a cabo mais um assalto na zona de Rio Maior.

Quando a GNR chegou ao local encontrou o suspeito no exterior da instituição bancária, “com claros sinais de estar a preparar-se para efetuar um assalto”, tendo na sua posse uma arma de fogo e um veículo com matrículas falsas.

“No seguimento da investigação, que já vinha sendo desenvolvida pela Polícia Judiciária desde o final do ano passado, foi possível apurar que o suspeito usava identidade falsa, já tinha sido condenado a pena de prisão e expulso do nosso país”, lê-se no comunicado enviado às redações.

Na mesma nota é referido que as “diligências subsequentes permitiram também identificar, interpelar e proceder à detenção de um segundo coautor, já anteriormente referenciado”.

Os dois homens são suspeitos de serem os autores de, pelo menos, 13 roubos a bancos nomeadamente em Pombal, Buarcos, Murtede, Cantanhede, Torres Vedras, Valadares, Golegã, Leiria, Vila Nova da Barquinha e A-dos-Francos.

No decorrer da investigação, as autoridades apreenderam uma réplica de arma de fogo, uma quantidade significativa de dinheiro, alguns disfarces usados na prática dos roubos, nomeadamente barbas e cabeleiras postiças, bem como diversa documentação relacionada com os crimes praticados.

Depois de serem presentes a tribunal, os dois suspeitos ficaram em prisão preventiva.

Esta muçulmana calou a extrema-direita com uma selfie

Aconteceu há uns dias em Antuérpia, durante o evento anual da Expo Muçulmana. Cerca de 40 membros e apoiantes do Vlaams Belang, um partido de extrema direita belga, decidiram manifestar-se com cartazes cheios de mensagens como “não ao islão”, “não às mesquitas” ou “não aos véus”. De véu na cabeça, Zakia deu por si a passar por este cenário. Como resposta à hostilidade e vaias que a sua presença provocava, sacou do telemóvel, sorriu e começou a tirar selfies com a manifestação como cenário de fundo.

Apanhados desprevenidos, os protestantes só lhe souberam apontar o dedo e dizer que o islão proíbe os telemóveis. Zakia sorriu novamente, aproximou-se, disse-lhes que se calhar tinham de estudar um bocadinho o islão antes de dizerem disparates e tirou novamente selfies, mesmo lado a lado com as pessoas que estavam ali para criticar a sua existência, e a de todos os muçulmanos naquela cidade.

Tudo isto poderia até ter passado despercebido, mas o fotógrafo Jurgen Augusteyns captou o momento e as suas imagens foram publicadas pela Vice. Rapidamente se tornaram virais, em jeito de símbolo harmonia e tolerância. Na web, são muitos os que dizem que esta mulher é “uma heroína” e que nos tempos conturbados que a Europa vive, “esta forma de protesto é encorajadora”. Mas Zakia deixa claro que o que fez não foi um protesto, “foi apenas uma forma de espalhar um bocadinho de alegria e de paz, de tentar mostrar que as coisas podem ser diferentes. Que não temos de viver apenas uns ao lado dos outros, mas sim uns com os outros.”

Continuo a não perceber como é que manifestações públicas com motes racistas e xenófobos continuam a ser permitidas na Europa. Uma coisa é liberdade de expressão, outra coisa é puro incitamento ao ódio – de onde nada de bom pode sair – e isso deve ser punido por lei. Ainda bem que surgem pessoas como Zakia Belkhiri e Tess Asplund (a mulher que desafiou 300 neo-nazis na Suécia) que, com gestos tão simples e pacíficos, demonstram quão idiota, pacóvio e inaceitável é este comportamento. A memória histórica da Europa é realmente pequena.

Grécia vai acelerar evacuação do campo de Refugiados de Idomeni

“Nos últimos 15 dias transferimos mais de 2.000 pessoas do campo”, próximo da fronteira com a Macedónia, onde estão recenseadas 8.400 pessoas, disse a fonte.

“Agora, terça ou quarta-feira, vamos fazer uma operação de transferência mais ampla, uma vez que temos 6.000 lugares disponíveis em centros de acolhimento” na região, acrescentou.

“Haverá uma presença policial, e seremos persuasivos, mas não está previsto o uso da força para obrigar as pessoas a partir”, disse.

Outra fonte governamental citada pela mesma agência disse que, a partir de hoje, os altifalantes do campo estão a difundir uma mensagem aconselhando os migrantes a prepararem-se para partir.

A operação de transferência “será gradual”, como ocorreu no porto de Pireu, de onde, desde o final de abril, 4.000 migrantes foram transferidos para centros de acolhimento, precisou a primeira fonte.

No Pireu, que à semelhança de Idomeni é um acampamento improvisado, permanecem, segundo números oficiais, 1.500 pessoas.

Uma fonte policial confirmou que está a ser preparada uma operação em Idomeni, com o envio de reforços policiais, mas recusou confirmar se ela se vai realizar na terça-feira.

O envio de reforços, precisou, visa “prevenir reações de uma minoria de migrantes que possa reagir negativamente”.

“A maioria dos migrantes não levanta dificuldades para partir […], mas foram tomadas medidas suplementares para evitar surpresas”, disse.

A fonte policial acrescentou que a transferência de cerca de 2.000 pessoas realizada nas últimas duas semanas decorreu com tranquilidade.

Milhares de migrantes, muitos deles crianças, vivem em condições miseráveis no campo de Idomeni desde que, no início de março, a Macedónia encerrou a sua fronteira com a Grécia, cortando a rota dos Balcãs, utilizada desde 2015 por centenas de milhares de pessoas para chegar aos países da Europa do norte.

PSD questiona Governo sobre apoio aos produtores de cereja do Fundão

No requerimento a que a agência Lusa teve hoje acesso, os deputados do PSD questionam o Ministério da Agricultura sobre “se estão ou não previstas quaisquer medidas de apoio excecional aos produtores de cereja dos concelhos do Fundão, da Covilhã, de Oleiros e de Proença-a-Nova para os compensar pelos prejuízos que as intempéries causaram na produção de cereja”.

Os sociais-democratas sustentam que a cereja do Fundão tem sido alvo de “grande promoção” por parte do município, onde tem um “significativo impacto económico”.

Adiantam ainda que esta cultura é utilizada para estimular as atividades económicas da região, o mesmo sucedendo nos concelhos de Proença-a-Nova e de Oleiros, onde tem vindo a adquirir uma importância cada vez maior, contribuindo para o rendimento e para a fixação das populações.

Os deputados do PSD querem saber se o Governo “tem estado ou não a monitorizar a situação” junto dos produtores e, em caso afirmativo, perguntam “quais são as conclusões que retirou dessa monitorização e que medidas concretas de acompanhamento implementou”.

Por último, perguntam se no caso do Governo ainda não ter estabelecido nenhum plano de ação para esta situação, se o está a pensar fazer no curto prazo.

Aproveitou bem o fim de semana? Chuva e frio regressam já amanhã

De acordo com a especialista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), para hoje não está prevista ocorrência de precipitação, apenas nebulosidade alta, em especial nas regiões do norte e do centro.

“Em relação ao dia de hoje, prevê-se também uma subida da temperatura máxima e da mínima. Amanhã [terça-feira] temos a passagem de um sistema frontal que vai trazer a precipitação, em especial nas regiões do norte e centro, a partir da manhã. Começa no Minho e Douro Litoral e estende-se às regiões do norte e centro”, adiantou.

Segundo Madalena Rodrigues, hoje as temperaturas máximas vão ser de 22 graus no Porto, 26 em Lisboa e 25 em Faro.

“Na terça-feira temos 19 graus para o Porto, 21 para Lisboa e 23 para Faro. As temperaturas descem uns 04 a 05 graus, em especial no norte e no centro. As mínimas variam entre os 05 e os 08 graus nas regiões do interior e 10 e 11 graus no litoral, sendo que na terça-feira sobem 04 a 05 graus”, declarou.

De acordo com o IPMA, a passagem da depressão a oeste do continente vai trazer alguma precipitação nos próximos dias, principalmente no norte e centro.

O instituto prevê para hoje no continente céu geralmente muito nublado por nuvens altas e vento em geral fraco, do quadrante leste, soprando moderado nas terras altas, tornando-se gradualmente do quadrante sul e rodando temporariamente para o quadrante oeste no litoral, durante a tarde.

A previsão aponta ainda para uma pequena descida da temperatura mínima e subida da máxima.

Na Madeira, estão previstos períodos de céu muito nublado e vento fraco, tornando-se moderado do quadrante oeste a partir do meio da tarde.

Para o grupo ocidental (Flores e Corvo), os técnicos prevêm períodos de céu muito nublado com boas abertas, aguaceiros, geralmente fracos e vento oeste forte com rajadas até 75 quilómetros por hora, rodando para noroeste e tornando-se muito fresco.

No grupo central (Graciosa, São Jorge, Terceira, Pico e Faial), estão previstos períodos de céu muito nublado, com abertas, aguaceiros e vento oeste moderado a fresco, com rajadas até 55 quilómetros por hora, rodando para noroeste.

Para o grupo oriental (São Miguel e Santa Maria) prevê-se períodos de céu muito nublado, com boas abertas a partir da manhã, aguaceiros, mais frequentes durante a madrugada e manhã e vento oeste moderado a fresco com rajadas até 55 quilómetros por hora, rodando para noroeste.

Quanto às temperaturas, em Lisboa vão variar entre 11 e 26 graus Celsius, no Porto entre 10 e 22, em Vila Real e Viseu entre 08 e 23, em Bragança entre 05 e 21, na Guarda entre 07 e 18, em Coimbra entre 10 e 25, em Castelo Branco entre 11 e 24, em Santarém entre 09 e 28, em Évora entre 10 e 28, em Beja entre 11 e 29, em Faro entre 16 e 25, no Funchal entre 19 e 24, em Ponta Delgada e na Horta entre 16 e 20 e em Santa Cruz das Flores entre 15 e 19.

Panama Papers: “Porque esperam para difundir o nome dos políticos?”

Nesta senda, o antigo candidato presidencial questiona: “Estão a ser protegidos porquê? Se já se divulgaram 70 nomes, a maioria empresários e advogados, porque esperam para difundir os dos políticos?”.

O ex-candidato ao Palácio de Belém deixa, ainda, uma nota ao semanário Expresso, que prometeu revelar, ao longo de cada semana, novos nomes sobre os envolvidos nos papéis do Panamá.

“O jornal Expresso, em homenagem à sua história, e o seu diretor, Pedro Santos Guerreiro (jornalista que admiro), devem-nos uma explicação”, termina.

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