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Anarita Paiva

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ENTRAJUDA incentiva a cultura do voluntariado e a cidadania ativa através de várias ações

Lançada em 2006, no âmbito da ENTRAJUDA, a Bolsa de Voluntariado pretende ser um ponto de encontro entre a procura e oferta de trabalho voluntário, estabelecendo uma ponte entre os voluntários e as entidades que deles necessitam, de diversos setores da solidariedade, à cultura, passando pelo desporto e pela proteção dos animais. Quinze anos depois esta plataforma online já permitiu desenvolver um “mercado” virtual de voluntariado em Portugal, que reúne hoje mais de 58 mil voluntários e 2.200 organizações sem fins lucrativos, e através da qual se concretizaram 4350 ações de voluntariado em todo o país.

Este novo site tem também a ambição de vir a ser exportado para outros países de língua portuguesa, nos quais há muitos voluntários que querem ajudar, mas não sabem como, desperdiçando-se assim o melhor ‘capital’ humano que é o das ‘boas vontades’”, afirma a Presidente da ENTRAJUDA, Isabel Jonet.

A responsável realça ainda que “A ENTRAJUDA considera a Bolsa do Voluntariado como uma área estratégica, que gera muito valor social, e por isso entendemos ser oportuno e justo dar à nova plataforma o destaque que merece, com um lançamento que ajude a trazer a cidadania para a agenda, dando visibilidade a tantas iniciativas e pessoas que intervêm apenas porque querem deixar o mundo melhor”. E é precisamente para incentivar a cultura do voluntariado enquanto expressão de cidadania ativa que hoje têm lugar diversas iniciativas com o intuito de captar o interesse dos mais jovens para o tema, promover a partilha de boas ideias e práticas, bem como grupos de debate que possam estar na origem de mais projetos com reflexos positivos para toda a sociedade.

Webinar Voluntariado e Cidadania, 6 de Dezembro, 15h00

Uma conversa online entre António Barreto e Catarina Marques – uma voluntária de 28 anos – que cruza o olhar de duas diferentes gerações sobre o tema da cidadania ativa e da intervenção cívica. Um diálogo promissor, que terá lugar hoje, às 15h, e ao qual pode assistir e participar AQUI.

“Voluntariado e Cidadania: como se ligam estes dois conceitos?”

Esta foi a questão que a ENTRAJUDA colocou a pessoas com diferentes perfis, idades e interesses, de personalidades públicas – como o Presidente da República, Professor Marcelo Rebelo de Sousa, e o selecionador nacional, Fernando Santos – a pessoas anónimas.
As diferentes respostas serão emitidas hoje, ao longo de todo o dia, na Rádio Comercial, M80 e Smooth FM (após os blocos informativos). Também hoje a ENTRAJUDA anuncia a criação de um Cartão Nacional do Voluntário. Produzido pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, este cartão viverá num portal próprio que disponibilizará uma app a todas as entidades que promovam o voluntariado.

O objetivo é criar uma espécie de “BI/passaporte” do Voluntário que permita:

– às entidades, carregar os benefícios que oferece, contar as horas de voluntariado prestado e credenciar os seus voluntários;
– aos voluntários, tirar, por exemplo, declarações de participação nestas iniciativas, hoje também, e felizmente, valorizadas nos percursos académicos por muitas empresas.

Ser Voluntário é saber que a Vida só faz sentido para os outros e com os outros. Este novo cartão do Voluntário valoriza o Voluntariado e, assim, valoriza a nossa vida individual e coletiva. Parabéns à ENTRAJUDA e à Imprensa Nacional por esta parceria!”, afirmou Ana Mendes Godinho. Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, a propósito deste projeto.

À semelhança do que aconteceu com a criação da Bolsa do Voluntariado – que foi a primeira aplicação na área social/solidariedade a estar disponível na loja online do Windows – este cartão volta a colocar a tecnologia ao serviço do Terceiro Setor em Portugal.

Maioria das pessoas sente-se mais confortável a trabalhar remotamente

A digitalização das interações profissionais foi uma das mudanças para rápidas de 2020. No início do confinamento, 82% dos gestores estavam preocupados que a rápida mudança para o teletrabalho levasse a uma diminuição da produtividade, enquanto 69% dos colaboradores afirmaram que o trabalho à distância afetava negativamente o seu estado emocional. Ao aproximarmo-nos do final do segundo ano da pandemia, é altura para reavaliar as implicações do trabalho à distância para aqueles que trabalham no sector de IT. Embora o estudo revele que mais de metade dos colaboradores sofreu um aumento do volume de trabalho, 64% dos inquiridos não se sentem mais cansados no final de um dia remoto. De facto, 36% declararam ter mais energia a trabalhar a partir de casa, e 28% afirmaram não notaram uma diferença entre os dois formatos. No que se refere à estabilidade emocional, o formato remoto foi bem recebido pelos colaboradores: 67% relatam sentir-se mais confortáveis a trabalhar à distância ou não notaram um aumento de ansiedade associado a horas extraordinárias, enquanto 41% dos inquiridos afirmaram sentir-se ainda mais confortáveis a trabalhar a partir de casa. Em paralelo, a percentagem de trabalhadores que se sentiam desconfortáveis por se distanciarem dos seus colegas era ainda bastante significativa, com 36% dos inquiridos a dizerem que se sentiam mais cansados e 33% a relatarem que sentiam mais ansiedade a trabalhar a partir de casa.

Uma solução que se está a revelar popular entre os colaboradores em geral, é o modelo de trabalho híbrido. Este formato é altamente favorecido entre colaboradores, com quase metade (45%) a mudarem para um formato de trabalho híbrido em meados de 2021. Outra solução bem-vinda é a implementação de práticas de bem-estar empresarial. A boa notícia é que muitas empresas estão à altura do desafio de procurar formas de ajudar a gerir um potencial esgotamento de um colaborador. De facto, 80% das empresas estão a investir em cursos de formação para melhorar as competências nucleares, tais como gestão e poupança de tempo (31%). As empresas estão também a oferecer vantagens, tais como tempo livre adicional pago ou férias anuais (30%), e a proporcionar consultas e cursos de bem-estar online (29%). No entanto, o estudo desenvolvido pela Kaspersky indica que ainda há muito trabalho a ser feito para mitigar o aumento do volume de trabalho dos colaboradores remotos. Apenas 45% das empresas aplicaram pelo menos uma medida prática, como a automatização das operações de segurança ou a contratação de pessoal adicional para fazer face ao esgotamento dos colaboradores.

“Atualmente, o bem-estar dos colaboradores é o foco de muitas organizações. Infelizmente, não existe uma ‘solução única’ quando se trata de desenvolver um programa de bem-estar, uma vez que o seu sucesso depende das necessidades de todos os colaboradores. Estes programas e formações, podem incluir ajuda psicológica e práticas de atenção, programas de fitness, e serviços de consultoria jurídica e financeira para ajudar os colaboradores a lidar com situações negativas da vida. No entanto, é crucial criar uma cultura que torne confortável para os colaboradores, falar sobre o seu estado emocional ou problemas com os seus gestores ou parceiros comerciais de RH”, comenta Marina Alekseeva, Chief Human Resources Officer da Kaspersky. “Na Kaspersky, estamos orgulhosos de ter construído uma cultura deste tipo. No ano passado, introduzimos estudos para avaliar como os nossos colaboradores se sentem e como os podemos ajudar. Também implementámos vários serviços de bem-estar, fitness e apoio psicológico, e criámos uma plataforma dedicada ao relaxamento digital: o Cyber Spa, que ajuda tanto os nossos colaboradores como o público externo a relaxar e a fazer pausas durante os seus dias mais ocupados.”

À medida que as necessidades dos colaboradores evoluem, o mesmo deve acontecer com as estratégias para os liderar. A Kaspersky e o Global Centre for Healthy Workplaces aconselham:

  • Abordar as questões subjacentes ao burnout de uma forma sistemática, não só o volume de trabalho, mas também o equilíbrio entre controlo/procura, práticas de gestão, previsibilidade, apoio social, redistribuição do trabalho, etc. Estes fatores têm de ser avaliados e geridos ao longo de todo o processo.
  • Utilizar uma combinação de estudos e indicadores para assegurar uma abordagem consistente e eficaz em relação ao bem-estar dos colaboradores, como por exemplo, inquéritos de compromisso, avaliação de risco psicossocial, de bem-estar, utilização de Programas de Assistência aos Colaboradores, licenças por doença, inquérito de stress ou inventário de burnout.
  • Se as circunstâncias do negócio o permitirem, ser flexível e aberto a várias práticas de trabalho. Os formatos híbridos podem proporcionar a flexibilidade necessária à força de trabalho atual, assegurando ao mesmo tempo o foco na entrega de resultados.
  • Educar os colaboradores para utilizarem práticas básicas de segurança quando trabalham à distância, tais como, evitar tornar-se vítima phishing, ou como gerir contas e palavras-passe. A Kaspersky e a Area9 Lyceum criaram um curso gratuito para ajudar as pessoas a trabalharem em segurança a partir de casa.
  • Ajudar os empregados a gerir o seu bem-estar digital. Hoje em dia, como utilizamos mais tecnologia, é importante manter o equilíbrio certo. A Kaspersky estabeleceu uma parceria com Neil Tranter, um professor de mindfulness, para desenvolver o curso de meditação: “Vencer o stress digital e o vício dos smartphones”. O curso inclui também uma aula bónus especial dedicada aos desafios do trabalho à distância, destinada a ajudar as pessoas a desenvolver hábitos de trabalho saudáveis e um melhor equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

“Alguém que me Explique” é o podcast dedicado à Esclerose Múltipla (EM) da Sanofi Genzyme

De forma a criar novas formas de contacto através do digital, gerar tendências, evoluir e desafiar o status quo, este ano lançamos uma série de podcasts sobre a EM para apoiar todas as pessoas que vivem ou veem as suas vidas influenciadas pela Esclerose Múltipla, incluído os seus cuidadores, família, amigos e profissionais de saúde e interessados pelo tema.

O podcast é apresentado por Joana Gama (humorista, radialista, blogger e apresentadora), terá um conjunto de 5 episódios, cada um focando um tema chave para a comunidade de EM (Origem da patologia, Família, Trabalho, Atrofia Cerebral…), contando ainda com a participação de médicos, pessoas com esclerose múltipla, cuidadores, amigos e representantes de Associações de Doentes.  Conheça aqui a iniciativa e escute desde já o episódio 0 desta série: https://www.emonetooneportugal.pt/

Para Francisco del Val, General Manager da Sanofi Genzyme. “A esclerose múltipla é uma patologia que afeta milhares de pessoas em Portugal e em todo o mundo por isso é importante continuarmos a informar e a desmistificar a doença. A par da inovação no tratamento, importa também inovar na forma de comunicar com as comunidades disponibilizando informação credível e acessível num mundo digital que apoie a gestão da doença. O nosso agradecimento e reconhecimento a todos os participantes no podcast “Alguém que me explique”.

O projeto “Alguém que me Explique” conta com o apoio das associações de doentes Associação Nacional de Esclerose Múltipla (ANEM), Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM) e da Associação Todos com a Esclerose Múltipla (TEM) e viverá na plataforma web “EM One to One” e nas suas redes sociais – Facebook e Instagram.

Investigadores nacionais criam moléculas capazes de chegar ao cérebro e combater problemas neurocognitivos causados pelo VIH

A ciência já confirmou que o VIH consegue, por vezes, chegar ao cérebro e que pode aí manter-se durante décadas e induzir o declínio das funções cognitivas, como memória, raciocínio, julgamento, resolução de problemas e concentração. A terapêutica antiviral existente no mercado não tem em conta este aspeto e não atravessa eficientemente as paredes das artérias que irrigam o cérebro (a chamada barreira hematoencefálica). Esta barreira é pouco permeável a medicamentos. Ao mesmo tempo que mantém o cérebro protegido de agentes externos, é um obstáculo quando é necessário que a medicação atravesse essa “fortaleza”, impedindo o tratamento eficaz dos distúrbios neurocognitivos causados pelo VIH.

No iMM, o trabalho tem sido permanente e já deu os seus frutos. “Já fomos capazes de desenvolver moléculas capazes de atravessar a barreira hematoencefálica e, assim, chegar ao cérebro”, confirma Miguel Castanho, investigador principal do iMM e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. Ao mesmo tempo, acrescenta, foi possível “desenvolver moléculas com capacidade antiviral. Ao juntarmos ambas, conseguimos obter moléculas conjugadas capazes de ultrapassar os desafios no combate às doenças causadas por vírus que afetam o cérebro. Em particular, no caso do VIH, mostrámos que três destas conjugações são eficazes a atravessar a barreira hematoencefálica e têm atividade antiviral contra o VIH”.

A eficácia destas moléculas contra outros vírus que afetam o cérebro (Dengue, Zika e SARS-CoV-2) está atualmente em estudo.

Estudo inovador quer saber quantos são e como vivem os portugueses com insuficiência cardíaca, principal causa de internamento acima dos 65 anos

“É a principal causa de internamento hospitalar acima dos 65 anos e a sua mortalidade pode chegar aos 50% ao fim de 5 anos, sendo esta superior a alguns tipos de cancros mais comuns”, confirma Rui Baptista, cardiologista e co-investigador principal do estudo PORTHOS. Apesar de, como refere o especialista, ser uma síndrome cuja gestão “acarreta custos elevados, o que implica uma significativa sobrecarga económica/financeira tanto para os doentes como para o sistema de saúde e sociedade como um todo”, não se conhece a realidade nacional da IC na atualidade. É, por isso, que se lança agora o estudo PORTHOS, que tem um objetivo principal: saber quantos são e como vivem os portugueses com IC.

“Estima-se que, em Portugal, possam existir cerca de 400.000 pessoas com IC. No entanto, esta estimativa baseia-se nos resultados de um estudo epidemiológico desenvolvido há mais de 20 anos e, desde então, verificaram-se várias alterações demográficas, sociais, económicas, políticas e culturais que influenciaram não só as causas da síndrome de IC, bem como os métodos para a diagnosticar”, afirma Rui Baptista. “Por outro lado, devido ao aumento da esperança média de vida e ao estilo de vida atual das populações, prevê-se uma tendência de aumento da incidência da IC.” Por cá, sabemos que “é uma das causas mais frequentes de internamento hospitalar e responsável por uma elevada taxa de mortalidade intra-hospitalar (superior a 10%). A elevada taxa de internamentos e reinternamentos tem implicações económicas e assistenciais, com importantes consequências na distribuição de recursos”, refere o especialista. “Por estas razões, o impacto económico da IC é elevado, correspondendo, em 2014, a 405 milhões de euros de custos diretos e indiretos. Pela sua dimensão epidemiológica, complexidade clínica, impacto na qualidade de vida dos doentes e carga para os sistemas de saúde, a IC requer uma gestão complexa, com necessidade de otimização dos recursos existentes e articulação de diferentes níveis de cuidados.” É por tudo isto que se torna necessária a realização do PORTHOS, PORTuguese Heart failure Observational Study ou, em português, Estudo Epidemiológico sobre Insuficiência Cardíaca na População Portuguesa, um trabalho promovido pela Sociedade Portuguesa de Cardiologia e pela AstraZeneca, em parceria com a Nova Medical School, cujo desenvolvimento “compreende um modelo inovador de investigação colaborativa, com uma abordagem contemporânea de proximidade e articulação” e, através do qual “será possível gerar conhecimento para as políticas de saúde, alocação de recursos e adequação das melhores práticas e evidências à prevenção, cuidado e tratamento da IC”.

Destinado a uma amostra representativa da população portuguesa (5.616 participantes) com residência em Portugal Continental e idade igual ou superior a 50 anos, o estudo arranca, no terreno, no dia 1 de dezembro, em Matosinhos, e decorrerá até final de 2022 por todo o território nacional. “Está dividido em 4 fases, desde o convite à participação, até às fases em que serão aplicados os procedimentos necessários para rastreio da IC e confirmação de diagnóstico. Uma Unidade Móvel instalada num camião, devidamente equipada com meios técnicos e humanos, irá percorrer o País para que os participantes realizem os procedimentos do estudo – que incluem colheita de sangue, questionários, um eletrocardiograma e um ecocardiograma – junto da sua área de residência”, explica Rui Baptista. Os resultados, esses irão permitir “conhecer a prevalência atual da IC, as características dos doentes com IC e o impacto da IC na qualidade de vida dos doentes”, o que contribuirá “positivamente para a tomada de decisões mais informadas e definição de estratégias mais efetivas de prevenção e gestão desta síndrome”

Sérgio Alves, Country President da AstraZeneca, considera que “o modelo inovador deste estudo entre indústria farmacêutica, investigadores, sociedades científicas e academia é um marco na forma como podemos estabelecer parcerias e contribuir, em conjunto, para a geração de dados e conhecimento com elevado impacto na definição de estratégias e políticas de saúde numa área tão importante como a IC”. Mas afinal, o que é a IC? Rui Baptista dá a resposta. “É constituída por um conjunto de sintomas e sinais, como cansaço, inchaço das pernas, falta de ar em esforço e/ou repouso, edemas das pernas, inchaço no abdómen ou pele fria. Estes sintomas e sinais são causados por alterações na estrutura ou na função do coração, habitualmente devidas a problemas no músculo cardíaco, nas válvulas ou nas artérias do coração.” Costuma desenvolver-se “em pessoas que têm (ou tiveram) um problema de saúde cardíaco, que deixou lesões no coração (por exemplo, após um enfarte do miocárdio) ou em pessoas com hipertensão arterial ou diabetes. No entanto, existem muitos outros fatores que causam IC, incluindo doenças das válvulas cardíacas, doenças do músculo cardíaco, arritmias ou doenças cardíacas congénitas. O desenvolvimento de IC torna-se mais comum com o avançar da idade”. Aqui, “a incapacidade de o coração receber ou bombear o sangue para o corpo na quantidade adequada traduz-se em acumulação de líquido nos pulmões e noutras partes do corpo, como nas pernas e na barriga”. Os seus sintomas “podem agravar-se e evoluir para um episódio de descompensação, que requer atendimento médico urgente e, frequentemente, culmina num episódio de internamento”.

Éduquer les Enfants avec la Sérénité qu’ils méritent, un objectif Royal Kids

Royal Kids est une garderie basée au Luxembourg, où sa mission principale est liée à l’inclusion et au bien-être de tous les enfants qui y passent. Pour Paula Castro, en tant que directrice de cette entité, cela a-t-il toujours été un objectif personnel et professionnel? Pourquoi?
Lorsqu’on a le projet d’ouvrir une garderie, il est primordial que l’objectif principal soit le bien être des enfants. L’inclusion est un objectif personnel et professionnel. Mon enfant, atteint d’autisme fréquente l’établissement Royal Kids. Des enfants de nationalités différentes fréquentes l’établissement Royal Kids. Ils parlent différentes langues, s’expriment de manières différentes. L’équipe a mis en place des méthodes de communication (pictogrammes, gestuelles, photographies etc) afin de faciliter l’apprentissage du langage et la compréhension entre les enfants. Ces méthodes sont également utilisées dans enfants spéciaux (autistes). Les enfants apprennent la socialisation et la sociabilisation, l’approche  de l’autre, de multiples façons. L’équipe s’adapte et trouve des solutions afin que tous les enfants évoluent au mieux.

On sait qu’ils reçoivent des enfants de deux mois à 12 ans. Comment se fait cette gestion compte tenu de la différence d’âge? Dans quelle mesure est-il important d’avoir une équipe compétente et qualifiée afin de promouvoir un apprentissage de qualité pour tous les groupes d’âge?
La structure est divisée en 3 groupes. Le premier de 2 mois à 2 ans (Royal Babies), le deuxième de 2 ans à 4 ans (Royal Kids) et le troisième de 4 ans à 12 ans (Kids Scolaires). Il est important que l’équipe soit qualifiée car elle accompagne les enfants pas seulement pendant quelques jours, mais pendant des mois, des années. L’Equipe accompagne les enfants dans leurs apprentissages, dans leurs évolutions, elle participe activement au début de la vie de l’enfant. Elle permet de donner, en parallèle avec les parents, des bases solides tel que l’apprentissage du langage, de la motricité, la socialisation, les règles d’hygiène etc. Le but premier de l’équipe est d’aider et de voir grandir les enfants. L’équipe est compétente car elle se forme constamment, elle connait également la réalité du terrain, elle met en pratique ce qu’elle apprend au quotidien et ce qui lui semble le plus adapté.

Beaucoup prétendent que le Luxembourg est le deuxième meilleur pays d’Europe pour élever des enfants. Quel est le poids de cet attribut pour le pays, compte tenu de la compétitivité du secteur où opère Royal Kids? Avez-vous l’impression d’avoir un défi supplémentaire ici?
L’équipe se forme constamment afin de s’améliorer, d’apprendre de nouvelles choses. L’équipe à des bases au niveau des études, des vécues, des expériences et le fait de partager et de communiquer au sein de l’établissement ainsi qu’avec les personnes extérieures (professionnels, parents, écoles etc) fait notre force. Je suis convaincu qu’une équipe soudée qui à envie de s’améliorer constamment est beaucoup plus bénéfique qu’une structure sans passion et sans envie. Nous communiquons beaucoup au sein de l’équipe et faisons les choix ensemble. Chacun des éducateurs connait les enfants, sait gérer chacun des groupes, connait tel ou tel allergies ou pathologies de chaque enfant etc. Le réel défi au sein d’une structure est d’installer un climat de confiance entre chacun. Nous avons réussi à avoir confiance les uns entre les autres ce qui permet un travail de qualité. Le retour positif des parents nous donnent également la motivation de continuer dans ce sens. Le bouche à oreille des parents contents est très satisfaisant pour l’équipe.

Il est certain que la pandémie de Covid-19 a entraîné quelques changements dans les routines des plus jeunes. Quels sont les plus gros revers dans l’éducation des enfants que vous avez ressentis lors de la réouverture de Royal Kids?
La structure n’était pas ouverte depuis longtemps lorsque la pandémie est arrivée. Nous avons donc pris le temps de nous former davantage, d’aménager de nouveaux espaces, d’enlever et de changer ce qui à été demandé pour la réouverture de la structure (utilisation du masque par exemple). Les routines changent et s’améliore en fonction des besoins des enfants mais les bases restent les mêmes. Au niveau des bébés, l’équipe s’adapte à leur rythme donc il n’y a pas eu beaucoup de changement par rapport à eux. Pour vous donner un exemple, au niveaux des plus grands, un questionnement sur le travail des émotions est apparu lors de la pandémie car ils nous semblait compliqué de faire ce travail avec le masque chirurgical. Une solution à été trouvée après une réunion d’equipe en commandant des masque transparent. L’équipe sait rebondir face aux imprévus.

Au cours de votre expérience en tant que Directrice de Royal Kids, quelles sont les principales angoisses avec lesquelles vous luttez dans les familles luxembourgeoises? Et comment les traitez-vous?
Dans le quartier ou la structure Royal Kids se trouve, il y a beaucoup de familles étrangères, nous ne pouvons pas parler uniquement de famille luxembourgeoise. Nous traitons les différentes familles de la même façon. S’ils ont besoin d’aide, s’ils ont des questions, des demandes, nous faisons notre possible pour eux. Chaque famille est différentes, chaque famille à ses problèmes, chaque famille à ses peurs et nous essayons d’être le plus présent possible pour eux et leur enfants sans pour autant sortir de notre posture professionnelle.

Dans un pays comme le Luxembourg, quels enseignements sont fondamentaux pour les préparer au mieux pour l’avenir?
Nous avons comme projet pédagogique : “le plurilinguisme “. Au Luxembourg, l’apprentissage des langues est mis en avant. En parallèle, comme avec tout enfants, il est important de l’aider et lui apprendre à grandir (le respect, l’hygiène, la socialisation).

Enfin, comment voyez-vous l’avenir de l’éducation des enfants au Luxembourg? Croyez-vous que la technologie peut nuire à leurs expériences? Et Royal Kids, cela apportera-t-il des nouvelles?
Il y a du positif (créativité) comme du négatif (isolement) à la technologie. Au sein de la structure, nous travaillons le moins possible avec les écrans. Après discussion avec l’équipe, nous pensons que les enfants auront assez d’écrans, de matériels technologiques à l’école, à la maison, au travail. C’est même une évidence. Donc nous voulons les préserver le plus longtemps possible en utilisant que très rarement les écrans dans le groupe Royal Babies et Royal Kids. Nous faisons des activités avec de la récupération, nous allons ramasser les feuilles dans la forêt, nous écoutons le chant des oiseaux etc des choses simples que malheureusement beaucoup de personnes oublient.

 

31 Anos de SoftFinança

A SoftFinança é uma marca que consolida parcerias com os clientes fundamentadas na experiência e know-how que foram ao longo dos anos sendo acumuladas em projetos e soluções de engenharia nos mais diversos setores. Para o CEO, Luís Teodoro, toda esta conquista deve-se fundamentalmente a duas características que acompanharam o mindset da equipa naquele que era o caminho para o sucesso. “por um lado o profundo conhecimento dos setores de atividade onde operamos, que nos faz ser uns parceiros naturais por excelência para os nossos clientes e, por outro lado, a qualidade e a inovação daquilo que entregamos”. Sabemos que foi uma marca que começou por trabalhar na área dos ATM em Portugal numa altura em que a Transformação Digital ainda se encontrava nos seus tempos primitivos. E por isso, a SoftFinança foi pioneira neste setor que hoje em dia tanto diz a toda a sociedade. “Temos vindo a acompanhar desde essa altura tudo o que tem a ver com alteração de processos que conduzem à inovação, ou seja, esta é uma mais-valia que nos acompanha desde o primeiro dia”, afirma Luís Teodoro. Aliado a todo este espírito inovador, esta é uma empresa que sempre esteve orientada a realizar uma permanente pesquisa dos projetos que são feitos internacionalmente, bem como a realizar um acompanhamento das tendências, para que desse trabalho pudessem, naturalmente, sair frutos. “Retirar conclusões e colher aprendizagens para aportar na realidade de cada país, uma vez que operamos em áreas muito específicas, torna-nos também uns parceiros com grande valência para os nossos clientes”, sustenta o CEO.

Inovação como foco primordial

Se a inovação é nos dias de hoje uma prioridade no seio de todas as empresas, para a SoftFinança foi desde 1990 este o foco. “A inovação para nós é a única forma que temos para continuar a trazer valor acrescentado aos nossos parceiros, só aportamos valor se lhes proporcionarmos satisfação das suas necessidades, usamos, portanto, a inovação para encontrar melhores soluções. Para nós inovar é a única forma de sustentar uma relação de continuidade para os nossos clientes”, garantem os interlocutores. Esta é precisamente umas das características que diferencia a marca das restantes no mercado, porque, segundo Luís Teodoro, “fomos sempre uma companhia especializada em alguns setores de atividade, o que tem feito com que sejamos reconhecidos como especialistas nessas áreas”. Para os entrevistados, parar de inovar nunca será uma opção, uma vez que os mercados onde operam são altamente dinâmicos, e “se deixarmos de inovar deixamos de trazer valor acrescentado aos nossos clientes e, consequentemente, deixamos de ter alternativas para nos complementar”, por isso sabem que para garantir a solidez da operação da SoftFinança, a inovação é um fator-chave. Fruto da inovação que prestam, mas não só, a SoftFinança tem uma notoriedade acima da média. Isto porque quando se fala dos mercados onde opera – banca, retalho, saúde – é reconhecida com excelência e numa posição muito privilegiada, o que naturalmente estimula toda a equipa gerando vontade de fazer mais e melhor.

O impacto da pandemia

Sabemos que a pandemia que ainda hoje vivemos impactou os mais variados setores de atividade e a SoftFinança naturalmente não foi exceção. Dentro de todos os aspetos negativos que a Covid-19 trouxe, a verdade é que a resiliência e a boa comunicação interna, característica de uma empresa como esta, tornou a adaptação a esta nova realidade um processo muito menos doloroso. Assim, segundo o CEO, foram várias as medidas adotadas de forma a minimizar o desconforto e insegurança de toda a equipa. “todas as pessoas em que as funções o permitiam, passaram a estar em teletrabalho e isso levou-nos a rever fundamentalmente os padrões de segurança, para poder ter as pessoas a trabalhar em ambientes remotos, mas no nosso setor de atividade, as tecnologias de informação, já tinham mostrado há muito que o teletrabalho era uma realidade possível, embora não muito adotada”. E sendo o teletrabalho cada vez mais uma atração para a maioria dos trabalhadores, naturalmente que este veio trazer aos da SoftFinança “uma maior satisfação e conforto, numa área de continuidade em que as pessoas se habituaram e vivem isso com naturalidade”. No reverso da moeda estava a falta de socialização que, a dada altura, as pessoas começaram a sentir. Foi então que os nossos entrevistados, a pensar no bem-estar de toda a sua equipa encontraram “um mix, de forma a que as pessoas pudessem equilibrar a sua função profissional com as suas solicitações particulares, conjugando dias em teletrabalho com dias em presencial”, e é nesse regime híbrido que se mantêm até hoje.

A internacionalização como futuro

Estes 31 anos de experiência, aliados a uma diversidade de clientes e serviços, é o que permite à SoftFinança responder dos mais simples aos mais complexos desafios exigidos no mercado onde atuam, quem o afirma é o CEO da marca, Luís Teodoro. Isto porque “a acumulação da experiência enriquecida por esta multiplicidade de realidades que cada cliente aporta acaba por nos dar uma perspetiva mais versátil que nos permite ter o desempenho que temos”, assume. Trilhado um caminho de sucesso e com os olhos postos no futuro, a SoftFinança iniciou um processo de internacionalização com a abertura de um escritório no Senegal, tendo também iniciado atividade na República Dominicana. Luís Teodoro garante mesmo que o foco neste momento é “crescer internacionalmente, fundamentalmente no setor financeiro, nestas duas geografias: países africanos de língua francesa, baseada no nosso escritório de Dakar e na América Latina, baseada na nossa atuação na República Dominicana”. A verdade é que – nada surpreendente – em qualquer uma das novas atividades, a SoftFinança já conquistou novos clientes. A verdade é que é de extrema importância internacionalizar uma empresa como a SoftFinança, uma vez que o mercado português se esgota a uma certa altura. E é por isso que “o mais importante é abrir novas frentes para podermos continuar a crescer, porque o nosso objetivo é crescer numa altura em que se vislumbra um mercado português que começa a atingir uma maturidade em que a perspetiva de crescimento já não é muito alta, portanto encontrar novas formas de desenvolvimento é fundamental”, sustentam os entrevistados. Ainda assim, não descurando o nosso país, dentro do mercado nacional, a estratégia passa por continuar a reter os clientes de vários anos, “continuar a crescer nos setores mais tradicionais e ao mesmo tempo entrar nas áreas mais inovadoras que são a área da saúde e do retalho, onde temos uma presença mais recente”, confessa Luís Teodoro garantindo ainda que em Portugal o objetivo é precisamente aumentar o número de clientes nestas mais recentes áreas onde atuam.

A gratidão de celebrar o 31º aniversário

Jorge Carvalho, Fundador da empresa, foi quem a fez nascer e quem acompanha todos os passos desde o primeiro dia. Por outro lado, Luís Teodoro, enquanto CEO, caminha de mãos dadas com esta que é a sua segunda casa há oito anos, e orgulhosamente afirma que “ver crescer este sonho e fazer parte desta história de sucesso é uma honra muito grande”. Em tom de finalização, e de maneira a celebrar este 31º aniversário, os interlocutores garantiram um enorme orgulho em terem conseguido trazer a companhia até esta data com a estabilidade que possui. “Por outro lado, aquilo que nos permitiu chegar aqui foi um conjunto de recursos internos: os recursos humanos são uma pedra fundamental e muitos deles estão connosco desde o início, o que demonstra que esta equipa, estável e muito profissional, é um fator que nos permite olhar para os próximos anos com muita segurança”, asseguram. Além disso, e parte fundamental do sucesso de uma marca tão bem vincada no mercado: os clientes. “Temos a sorte de ter a merecida confiança dos nossos clientes que continuam a apostar em nós e que nos vai permitir, ano após ano, ir continuando a estar presente e aumentar a ligação aos mesmos”, garantem Luís Teodoro e Jorge Carvalho. A promessa da SoftFinança prende-se então em continuar com as particularidades que os identificam, bem como olhar para novas perspetivas: a evolução tecnológica e dos negócios. “Queremos continuar a manter a relação de parceria que construímos no caminho que fizemos para chegar ate aqui”, finalizam.

“O nosso maior objetivo é Estimular os Alunos para processos Inovadores”

A OHC é uma organização de formação profissional continuada cuja missão é o desenvolvimento pessoal e profissional, com troca de experiências, transmissão de conhecimento e promoção de valor na sociedade. Em que momento sentiu que, com esta criação, poderia fazer a diferença na sociedade Luxemburguesa?
A partir de 2016, a OHC implantou uma visão de educar e possibilitar oportunidades de desenvolver as competências pessoais e profissionais, a princípio, para os imigrantes que aqui residem. Hoje já atendemos públicos de todas as nacionalidades, incluindo luxemburgueses. A OHC aposta nas inovações e fomos o primeiro Centro de Formação a oferecer cursos e-learning e cursos em modelos híbridos: online mais professor.

Certificada pelo Ministério da Educação, a OHC colabora com instituições nacionais e internacionais, com o objetivo de oferecer aos alunos uma educação inclusiva e de qualidade. Para o efeito, possui a plataforma de formação e-learning, disponível 24 horas por dia. O que podemos encontrar nesta mesma plataforma?
Nas nossas plataformas e-learning é possível encontrar mais de 500 cursos de desenvolvimento profissional, pessoal e de idiomas. Estamos inscritos na Plataforma Nacional de Educação Lifelong-learning: https://www.lifelong-learning.lu/Recherche/Tous/ohc/pt?keyword=ohc. Fazemos parte de Projetos Educacionais e transnacionais como a EPALE: http://www.mufocom.eu/.

Em complemento, a maior inovação está no facto de a OHC oferecer cursos online de 140 idiomas e nove cursos de idiomas em total imersão com a tecnologia da realidade virtual. Que valor a mesma agrega aos alunos?
As tecnologias de Realidade Virtual (VR ou RV) estão a tornar-se mais abertas às nossas necessidades diárias. No que diz respeito à RV, foi provado cientificamente que a memorização melhora significativamente, simulando a presença real e tornando-se cada vez mais disponível para uso em várias áreas de nossas vidas. Inclusive para ensino. São excelentes oportunidades para novos métodos de ensino de línguas estrangeiras e desenvolvimento pessoal. A RV está a tornar-se uma aliada ativa de profissionais de diversas áreas e, no nosso Centro, também é uma ferramenta para professores, alunos e escolares em quase todo o mundo. Os métodos de ensino atuais são caminhos abertos para métodos inovadores. A atualização é um processo natural e evolutivo de tudo e na educação não é exceção. A Realidade Virtual (RV) facilita a aprendizagem de línguas e melhora significativamente os resultados de aprendizagem dos alunos. Os alunos memorizam um vocabulário maior por meio da prática, concentração e envolvimento na aula, devido à tecnologia de imersão. Não é apenas aprender; é experimentar a linguagem. A RV afeta a aprendizagem da linguagem devido à chamada memória espacial de uma pessoa. Só começa a funcionar ativamente devido à imersão na realidade virtual. Obtemos o efeito de absorção dinâmica de conteúdo, o que leva a um rápido aumento no vocabulário e na memorização das regras de pronúncia. A RV traz os seguintes benefícios para o processo de aprendizagem:
– Autocentrado, permitindo aos alunos navegar livremente;
– Auto-dirigido, permitindo aos alunos escolher o que querem aprender em cada nível, dentro do padrão CEFR europeu;
– Multi-sensorial, aumentando o envolvimento do aluno.
– Aumenta a retenção da aprendizagem e a motivação pessoal para o desenvolvimento do estudo.

Apesar dos tempos complexos que (ainda) atravessamos devido às consequências da Covid-19, podemos afirmar que, no caso, a OHC está muito bem preparada para responder às necessidades dos alunos, tendo em conta as soluções que oferece? Em que medida?
Devido à pandemia, a OHC foi uma ferramenta importante para a saúde mental das pessoas, pois as mesmas conseguem ocupar-se e estudar a partir de casa e utilizar o tempo para aperfeiçoar as competências profissionais.

Uma das principais visões desta organização é a promoção da integração dos alunos na sociedade. Qual tem vindo a ser a evolução neste sentido?
Toda sociedade deveria preocupar-se com o processo de integração e treino da sua população e nós somos somente mais uma ferramenta deste processo. No nosso caso, trabalhamos em colaboração com os Ministérios da Educação e do Trabalho com o propósito de capacitarmos as pessoas e recolocarmos os profissionais no mercado.

Em constante evolução e reconhecido pela qualidade dos seus serviços, o Luxemburgo é hoje um país valorizado pela Europa. O mercado está a formar profissionais para responder às suas necessidades?
O mercado de trabalho, está sempre em profunda transformação e evolução e a formação continuada de um profissional deve fazer parte do seu percurso. O Luxemburgo é um mercado que exige qualidade e vários idiomas dos profissionais. O nosso maior objetivo é estimular os alunos para processos inovadores e apostar na qualidade nas atividades profissionais.

Enquanto Presidente da OHC – qual o seu olhar para o futuro a curto e médio prazo?
Na nossa missão o importante é fortalecermos as bases pessoais e profissionais dos nossos alunos. Isso exige a curto prazo um grande esforço para sairmos da zona de conforto e descobrirmos novas tecnologias e processos inovadores de educação. No médio prazo já podemos ver os frutos que estamos a plantar na nossa estrada da Educação desde 2016 e essa é nossa maior satisfação.

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“A Sustentabilidade está, e estará nos anos vindouros, no Centro do debate do setor Segurador”

Desde 1994, a CA Seguros é a Seguradora Não Vida do Grupo Crédito Agrícola, que garante a segurança e proteção aos seus Associados e Clientes. Como nos pode descrever a evolução da marca ao longo destes 27 anos de atividade?
Ao longo destes 27 anos de atividade, a CA Seguros tem realizado um percurso de crescimento, de solidez, de qualidade e de afirmação no mercado. Tem sido uma evolução pautada por uma atenta e equilibrada gestão dos riscos que aceitamos e por uma grande proximidade às Caixas Agrícolas. Também privilegiamos muito o serviço que prestamos ao Cliente, quer no momento da contratação do seguro quer quando ocorre um sinistro, sendo este o momento em que é sentida e valorizada a qualidade da nossa prestação.

Apresentando uma gama vasta e completa de produtos para proteção de particulares, empresários e empresas, a CA Seguros conta com mais de 400 mil Clientes, através de cerca de 750 mil apólices em vigor. Que soluções de seguros – adequadas às necessidades de cada um – são aqui disponibilizadas? O que as torna distintas no mercado?
O portfólio de produtos da CA Seguros é muito completo e visa responder às mais diversas necessidades dos nossos Clientes. Desde o seguro que visa proteger a saúde, a casa, ou o automóvel até aos seguros agrícolas ou acidentes temos, efetivamente, uma resposta para as diferentes fases da vida pessoal ou empresarial. Um fator distintivo é a relação de proximidade com os Associados e Clientes e com as Caixas Agrícolas que são a nossa rede de distribuição. O Crédito Agrícola valoriza as comunidades locais e tem uma rede de mais de 600 Agências em todo o país que opera com base no conhecimento pessoal e na confiança. Estamos também muito focados na qualidade do serviço e a certificação da norma ISO 9001 alavanca a orientação para a excelência. Também a nossa política de subscrição assenta numa gestão sã e prudente dos riscos visando garantir uma carteira equilibrada.

Com os olhos postos nos desafios do futuro, a CA Seguros tem em curso inovações que permitirão tirar partido da tecnologia e das comunicações. De que forma esta aposta na inovação tem facilitado e organizado o trabalho, bem como melhorado a qualidade do serviço em prol dos seus Clientes?
Na CA Seguros valorizamos e reconhecemos a inovação, perspetivando-a como um investimento. Além de todos os Colaboradores poderem contribuir com novas ideias, dispomos de um Gabinete específico – Gabinete de Resseguro e Inovação – que procura eventos indutores de inovação e incorpora-a, não só nos produtos e serviços que oferecemos, mas também nos processos e no modelo de negócio. Os nossos Clientes beneficiam de várias formas de integração da inovação. Por exemplo, através da funcionalidade eSign têm ao seu dispor uma forma simples, rápida, segura e sem papel, de contratar o seguro que precisam sem necessitarem de se deslocar presencialmente a uma Agência. Outro exemplo é a App CA Seguros com diversas funcionalidades, incluindo a possibilidade de subscrever seguros novos, consultar a carteira em vigor, participar sinistros e solicitar assistência. Não poderia deixar de referir a solução CA Best Driver, que lançámos em outubro, e que alia o seguro automóvel à prevenção rodoviária. Os segurados que apresentem um estilo de condução mais seguro e que adiram à solução CA Best Driver, poderão beneficiar da devolução parcial do prémio do seu seguro CA Automóvel, se atingirem pontuações elevadas e se não registarem sinistros durante esse período.

Uma das missões da CA Seguros é ser a Seguradora (Não Vida) em que confiam todos os Associados e Clientes do Crédito Agrícola. Para isso conta com valores como a competência, cumprimento, responsabilidade, transparência e, por fim, sustentabilidade. No que diz respeito à sustentabilidade, em que medida, no presente, se harmonizam aspetos económicos, sociais e ambientais, para os manter no futuro?
Temos como objetivo gerar valor sustentável a longo prazo para os nossos stakeholders: não somente acionistas e Clientes, mas também Colaboradores, reguladores, fornecedores, comunidades locais e a sociedade em geral. Esta criação de valor sustentável alicerça-se em várias dimensões e traduz-se, já há vários anos, em ações e decisões concretas e observáveis no dia a dia. Desde logo, na essência da nossa atividade que oferece proteção contra riscos diversos, de curto e longo prazo, aos quais os Clientes do Crédito Agrícola estão expostos no seu quotidiano, permitindo que vivam o seu dia a dia com mais segurança e que as empresas operem, inovem e se desenvolvam. Com os nossos Colaboradores, privilegiamos relações de trabalho estáveis e duradouras. Prova disso é o facto de, com todos eles, termos vínculo contratual efetivo a tempo incerto. Praticamos uma estratégia de Recursos Humanos de longo prazo, focada no envolvimento, no desenvolvimento das competências e na promoção da saúde e bem-estar.  Sabemos que os recursos ambientais não são ilimitados e adotamos práticas que promovem a redução dos consumos e a eficiência energética. Eliminámos copos de plástico, aplicámos redutores de caudal nas torneiras, reciclámos resíduos e temos adotado veículos híbridos na frota da companhia. E continuamos a transformar os nossos processos, digitalizando-os e desmaterializando-os. Por exemplo, promovemos o envio de documentos contratuais de seguros para a morada electrónica dos segurados, o que contribui igualmente para um melhor ambiente através da redução de desperdício de papel e se traduz num serviço mais cómodo, rápido e seguro para o Cliente.

No setor dos Seguros, cujo negócio é gerir e assumir riscos, de que forma a sustentabilidade se destaca como um aspeto fundamental – e cada vez mais relevante – no cenário atual, onde as empresas são avaliadas pela sua capacidade de adaptação às mudanças?
Acredito que a atividade seguradora vai revelar a sua capacidade de adaptação e que tem um papel protagonista nesta mudança para um desenvolvimento sustentável. Para as atuais e futuras gerações, vai estimular a consciência sobre a exposição aos riscos, vai assumir e gerir uma parcela considerável dos riscos aos quais estão expostos pessoas, empresas e governos e vai financiar a transição para uma economia de baixo impacto no clima.

Sabe-se que o caminho para a sustentabilidade é de longo prazo. Para o mercado dos Seguros, que desafios e oportunidades ficam por ultrapassar e abraçar?
Não restam dúvidas que a sustentabilidade está, e estará nos anos vindouros, no centro do debate do setor segurador. Entre os muitos riscos que se colocam, destaco os riscos relacionados com o clima, designadamente o aumento da severidade de eventos climáticos extremos, como ciclones, tempestades e inundações, a mudança nos padrões de precipitação e as temperaturas médias crescentes. Estes riscos poderão impactar o aumento dos prémios de seguros ou reduzir a disponibilidade de coberturas em locais de elevado risco. Mas o processo de adaptação às mudanças climáticas também traz oportunidades que devem de ser consideradas na construção de um novo paradigma económico. Por exemplo, oportunidades relacionadas com o desenvolvimento e expansão de bens e serviços novos com baixa intensidade em carbono poderão fazer surgir novas soluções de seguros, com mais procura e com ganhos reputacionais.

Tendo um papel preponderante – contando com o seu posicionamento e reconhecimento no mercado –, de que forma a CA Seguros incentiva os seus Associados e Clientes a um comportamento sustentável e responsável através da aquisição de produtos e serviços?
Ao adquirirem produtos e serviços de seguros, os nossos Associados e Clientes estão a adoptar um comportamento que visa a sustentabilidade: reduzem os riscos a que se encontram expostos e protegem-se pessoal e familiarmente, civil e empresarialmente, bem como protegem o seu património. Podemos assim referir que sempre que um Cliente adquirir qualquer dos nossos produtos, está a revelar um comportamento responsável e sustentável, sendo particularmente notória esta dimensão nos produtos de responsabilidade civil (âmbito poluição ou ambiental), no seguro de energias renováveis, nos seguros agrícolas ou nos seguros vocacionados para ciclistas.

Exemplo do quanto a CA Seguros se compromete, diariamente, para exceder as expetativas dos seus Clientes, são os inúmeros prémios consecutivos, nomeadamente o de “Melhor Seguradora Não Vida” ou pela sua distinção enquanto a Seguradora do Ramo Não Vida com o mais elevado nível de satisfação dos Clientes, entre outros. Que significado têm estas conquistas para a história e evolução da marca?
Estes prémios são uma validação da qualidade dos nossos produtos, serviços e práticas de gestão e refletem o nosso compromisso com a qualidade e a melhoria contínua. Reforçam a imagem de solidez económica e financeira e o prestígio da CA Seguros junto dos Associados e Clientes do Crédito Agrícola e do setor segurador. O reconhecimento que estas conquistas trazem tem potenciado uma maior procura das nossas soluções, o que explica o crescimento da carteira e do número de Clientes, e as reduzidas taxas de anulação das apólices. Neste contexto, é importante reconhecer o contributo decisivo das Caixas Agrícolas e dos seus Colaboradores, que intermedeiam a venda dos nossos seguros, aos Clientes do Crédito Agrícola, e lhes asseguram uma elevada qualidade nos serviços prestados, na venda e pós-venda.

A quem dedicaria todos estes prémios, conquistas e marcos importantes da vida da CA Seguros?
Aos nossos Colaboradores e aos Colaboradores da rede de Agências do Crédito Agrícola. Sem dúvida, estes prémios e conquistas são o reflexo de todo o seu empenho, qualidade e envolvimento.

A terminar, enquanto Administradora da CA Seguros, como perspetiva o futuro da marca que lidera e ainda o setor onde se enquadra, tendo em conta as constantes mudanças da sociedade e do mundo?
Perspetivo que a CA Seguros e o mercado segurador em geral, vão adaptar-se às novas tendências, aos novos consumidores, às fortes exigências regulatórias e às necessidades, novas ou já existentes, que os Clientes vão apresentar. Sem dúvida que se colocam muitos e exigentes desafios, mas a gestão da incerteza e do risco faz parte das nossas atividades e o setor tem provas dadas sobre a sua resiliência.

“The HQA is just such a good News story and it’s a Win for everyone”

Empowered Startups has programming in Canada, the USA, France, Portugal and in Asia. The HQA residency visa business incubation program is the flagship offering of Empowered Startups Portugal. Who participates in this particular program?
Experienced executives and senior professionals choose the Portugal HQA program. The program is designed for highly qualified international professionals looking to establish residency in the EU. Through the HQA program, they found their own university-linked venture in Portugal. HQA founders are from a variety of disciplines — C-suite executives, doctors, lawyers, crypto and fintech professionals, as well as entrepreneurs with multiple businesses. These are ambitious and accomplished people who want the security of residency in Portugal. LA Magazine recently reported that Portugal is the new California dream. A rapidly growing number of successful people see that establishing a base in Portugal is a smart move, both personally and professionally. These are savvy international professionals, so they want their path to residency to create valuable opportunities. They’re getting what they want by founding a venture in the HQA program.

What does Empowered Startups do for these highly qualified professionals?
The HQA program supports international professionals in launching a venture that leverages their expertise. We pair participant/founders with university-driven startup ecosystems and build them a base of operations that connects to their activities abroad. It’s a simple concept, and the impact is tremendous. We deeply value our relationships with the rectories and presidencies of universities and politechnics in Portugal, and the government entities driving Portugal’s economic development. The work being done in Portugal’s regional ecosystems is not only world-class, it’s inspiring — the ecosystems in development are models for how the world could function. Launching a venture in Portugal is the perfect testbed from which to then scale to the EU, to South America, to Africa, to Asia… Start in Portugal and the world is your oyster.

Why are people choosing the HQA program?
Accomplished professionals choose the HQA because it’s a smooth path to a future in the EU. The EU Commission has made strong statements specifically against so-called Golden Visa programs. Frankly, every one of our HQA founders considered Golden Visa offerings as a path to residency. Each one chose the HQA because they felt it clearly has a stronger value proposition. They’re smart people, so they recognized how the HQA benefits them and benefits Portugal, meaning it’s an astute choice. The personal reasons for choosing the HQA vary, of course. Some people value that they can easily expand their existing business into the EU through Portugal. Some value the connections to senior people of influence in Portugal. Some value the speed of processing — as reported in industry publications, HQA applications are prioritized, so people can expect to be legal residents in a few months. All of the HQA founders value that the program itself builds value for everyone involved — the founder, the university researchers and students, the other local startups, the non-metropolitan regional ecosystems where these ventures are launched, and the people of Portugal writ large. The HQA is just such a good news story — it’s a win for everyone.

Why is the HQA growing so fast? It has been reported that HQA application rates have more than doubled for two years’ running, especially from Americans.
The short answer is timing. HQA legislation has been around for years. Now Portuguese public bodies are using HQA legislation to specifically attract the people that Portugal knows it needs — highly qualified professionals with strong international connections. The world’s experienced executive-level talent are hearing the call, they see the HQA program provides a smooth path, and they’re coming.

EMPOWERED STARTUPS

Through partnerships with key people and world-class research facilities, Empowered Startups accelerates and incubates innovative international business ideas, working with professionals and entrepreneurs committed to creating outstanding startups with strong growth potential. For the company, the startup ecosystem in Portugal is a market with extreme potential – the climate is favorable for business and the professionals, holders of knowledge, guarantee their commitment to success. As a gateway to continental Europe, with strong ties to Asia, Africa and South America, Portugal assumes itself as the ideal and intelligent launching pad for companies with potential for international expansion.

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