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Anarita Paiva

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Squid Game: o novo isco para a propagação de ciberameaças

De setembro a outubro de 2021, os especialistas da Kaspersky encontraram várias dezenas de arquivos maliciosos diferentes na web, cujos nomes mencionam a famosa série “Squid Game”.

Descarregue a série Squid Game… e algum malware

 Na grande maioria dos casos analisados, foram encontrados downloads de trojans capazes de instalar outros programas maliciosos, no entanto, também havia outros tipos de trojans e adware. Um dos esquemas utilizados pelos hackers funcionava da seguinte forma: à vítima mostrava-se uma suposta versão animada do primeiro jogo da série, ao mesmo tempo que era lançado de forma invisível um trojans, capaz de roubar dados dos utilizadores, bem como enviá-los para o servidor do atacante. Em paralelo, também se verificava a criação de um acesso direto a uma das pastas, que podia ser utilizada para lançar os trojans, cada vez que se iniciava o sistema. A Kaspersky encontrou, também, um malware móvel que explora o fenómeno do “Squid Game”. Na esperança de descarregar um episódio da série, o utilizador acabava por descarregar um trojan. Quando se lança uma aplicação num dispositivo esta pede ao servidor de controlo que realize tarefas. Isto pode materializar-se, por exemplo, em abrir um separador do navegador ou enviar um SMS aos números recebidos a partir do servidor de controlo. Este trojan, disseminou-se em lojas de aplicações não oficiais e em diversos portais que aparentavam ser outras aplicações, jogos ou livros populares.

Mascara-te de “Squid Game” este Halloween

 Agora que o Halloween está a chegar, os peritos da Kaspersky têm observado o surgimento de inúmeras lojas falsas, que estão relacionadas com a série “Squid Game”. A maioria destas lojas oferece a possibilidade de comprar disfarces semelhantes àqueles que os jogadores usam na série. Estas lojas posicionam-se erradamente como oficiais mas são falsas. Ao comprar num destes sítios, os utilizadores arriscam-se a não receber o que encomendaram, podendo mesmo vir a perder o seu dinheiro. Adicionalmente, os utilizadores acabam por partilhar com os hackers a sua informação bancária e identificação pessoal, na medida em que, para efetuar a compra do suposto disfarce, tiveram que partilhar detalhes do cartão, dados pessoais, email, morada e nome completo.

Entra no Squid Game online… e perde os teus dados pessoais e bancários

 Além das tradicionais páginas de phishing, que oferecem a retransmissão da série, também foram encontradas várias páginas que propõem uma competição em versão online do jogo, habilitando os participantes a ganhar 100 BNB (moeda de Binance). De referir que, neste caso, o jogador nunca recebe a recompensa prometida, mas acaba por perder sim os seus dados ou descarregar um malware. “O Squid Game converteu-se no novo sonho para o cibercrime, não há qualquer dúvida, e era só uma questão de tempo. Como em qualquer outro tema que esteja na moda, os hackers sabem bem o que vai funcionar e o que não vai. À medida que o “Squid Game” se vai polarizando, observamos muitas páginas de phishing que oferecem a possibilidade de comprar roupas semelhantes às dos atores da série ou convidam os utilizadores a jogar um jogo online. Os utilizadores alvo acabam por perder os seus dados, o dinheiro e ter um malware instalado no seu dispositivo. Por isto, é muito importante que os utilizadores comprovem a autenticidade dos sites da web, quando procuram uma página que possibilite assistir à série ou a compra de um produto relacionado”, comenta Anton V. Ivanov, especialista em segurança da Kaspersky.

Para evitar ser a próxima vítima de programas maliciosos ou golpes, a Kaspersky aconselha os utilizadores, com as seguintes dicas:

  • Comprovar a autenticidade dos sites antes de introduzir os dados pessoais e utilizar apenas as páginas oficiais para ver ou descarregar os filmes.
  • Verificar duas vezes os formatos das URL e a ortografia dos nomes das empresas.
  • Prestar atenção às extensões dos arquivos que se descarregam: um arquivo de vídeo nunca terá uma extensão .exe ou .msi.
  • Utilizar uma solução de segurança fiável, como o Kaspersky Security Cloud, que identifica os arquivos maliciosos e bloqueia os locais de phishing.
  • Evitar os links que prometam a visualização antecipada de conteúdos e, no caso de haver duvidas sobre a autenticidade, aconselha-se a comprovação junto do fornecedor de entretenimento.

Sobre a Kaspersky

A Kaspersky é uma empresa global de cibersegurança e privacidade digital fundada em 1997. O seu profundo conhecimento do panorama de inteligência de ameaças e a sua experiência leva à criação contínua de soluções de segurança e serviços para proteger as empresas, as infraestruturas mais críticas, Governos e consumidores por todo o mundo. O portefólio de segurança da empresa inclui a solução líder de proteção para endpoint e um vasto número de soluções e serviços de segurança especializados que visam combater as ameaças digitais mais sofisticadas e em permanente evolução. Atualmente, mais de 400 milhões de utilizadores estão protegidos pelas tecnologias da Kaspersky e a empresa ajuda cerca de 240.000 clientes corporativos a proteger o que lhes é mais importante.

HUAWEI, DNS.PT e INCoDe.2030 assinam memorando para desenvolver talento português na área das TIC

Há mais de 15 anos a contribuir para a modernização do País, a Huawei tem desenvolvido uma forte ligação ao sector da educação, tendo várias iniciativas em curso, como o Smart Bus, Seeds for the Future, ICT Academy, Summer School for Female Leadership in Digital Age e o mais recente laboratório de 5G (5GAIner), a inaugurar ainda este ano em Aveiro. Para aprofundar ainda mais esta investimento, a empresa compromete-se a lançar em breve um programa de bolsas de estudo, que pretende beneficiar um total de 50 alunos portugueses do ensino superior das áreas de engenharia. Este projecto da Huawei será realizado em conjunto com a Associação DNS.PT, um dos parceiros da iniciativa Portugal INCoDe.2030, a qual visa melhorar o posicionamento e a competitividade de Portugal, de modo a garantir um lugar de destaque em competências digitais no período 2017-2030, através de um conjunto de ações e iniciativas a anunciar em breve. Pretende-se que a administração deste programa venha a ser acompanhada pelo Portugal Digital, no âmbito das suas competências ao nível da coordenação global do Plano de Ação para a Transição Digital e pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade, por forma a encorajar a participação paritária de homens e mulheres na era digital. Com as assinaturas de Luísa Ribeiro Lopes, Presidente da Associação DNS.PT e Coordenadora-Geral do programa InCoDe.2030, e Tony Li, CEO da Huawei Portugal, ao lado de Steven Cai, Vice-Presidente para a Europa Ocidental da Huawei, na presença do Secretário de Estado para a Transição Digital e da Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, o memorando de entendimento visa reforçar e consolidar o forte compromisso da Huawei com o desenvolvimento de uma nova geração de talento com competências tecnológicas alinhadas com as ambições do País em termos de transição digital. Durante a cerimónia, Steven Cai afirmou que “a Huawei tem vindo a trabalhar com todos os stakeholders para potenciar o lançamento de vários programas de apoio ao talento nacional em Portugal”, destacando o papel fundamental do Governo português perante o grande desafio da transição digital. O Vice-Presidente para a Europa Ocidental da Huawei referiu também o programa de bolsas “que irá beneficiar 50 estudantes universitários portugueses e que pretende ser lançado ainda este ano”. Para Luísa Ribeiro Lopes, “a inclusão digital é fundamental para uma inclusão social e para reduzir o digital divide” e apela à igualdade no sector: “prevemos entregar o mesmo número bolsas a raparigas e rapazes”. A responsável deixa um especial agradecimento à Huawei, pelo “desafio que nos foi proposto de forma a dar oportunidade de frequência do ensino superior a cerca de 50 estudantes portugueses”.

O CEO da Huawei Portugal, Tony Li, salienta também a importância do acesso a uma educação de qualidade e remata que “o compromisso da Huawei é determinante para a partilha de conhecimento com toda a indústria, e consequentemente, para a economia nacional”, dando oportunidade a todos os cidadãos de potenciar o seu talento. Rosa Monteiro, Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade esteve também presente na cerimónia e frisou o compromisso do Governo “em aumentar a participação das mulheres e raparigas no digital com ações concretas, como é exemplo este programa de bolsas de estudo”, reconhecendo a Huawei pelo seu apoio no desenvolvimento do talento em Portugal.

Cuidadores Informais pedem que seja ouvida a sua voz, sempre que se discutirem os seus direitos

Os números confirmam que há ainda muito a fazer. O mais recente inquérito aos cuidadores informais portugueses, feito pelo Movimento em março passado, revela que 59,1% dos inquiridos desconhece a existência do Estatuto, enquanto 77,2% o consideram incompleto. E isto por ser pouco abrangente (22,1%), por ser, em termos de acesso, muito burocrático e limitado (21,3%), por não proporcionar os apoios suficientes, capazes de suprir as necessidades existentes (20,1%), entre muitos outros motivos.

 

Para o Movimento Cuidar dos Cuidadores Informais, estes dados confirmam a necessidade de uma revisão do Estatuto, que deve começar por ouvir o que pensam os cuidadores informais, quais as suas necessidades, a melhor forma de os ajudar a ultrapassar os desafios inerentes à atividade que desempenham. Com o vídeo que será partilhado em diferentes meios, são eles os protagonistas, é a eles que é dada voz.

 

“É essencial ouvir os interessados em todo este processo, ou seja, os cuidadores informais”, refere Pedro Moura, Diretor-Geral da Merck Portugal, que apoia o Movimento e todo o trabalho que tem desenvolvido até ao momento. “O inquérito realizado recentemente confirma que há ainda muito a fazer para ajudar estes cuidadores. E a Merck não podia ficar indiferente a este facto, ajudando a dar-lhes a voz que até aqui tem sido pouco ou nada ouvida. A nossa missão, As One for Patients, passa também por reconhecer as dificuldades que enfrentam estes cuidadores que cuidam de doentes e procurar melhorar a sua saúde e bem-estar.”

 

Link para campanha: https://www.youtube.com/watch?v=BcSZZz9eSuc 

Saiba mais em: https://movimentocuidadoresinformais.pt/ 

 

Sobre o Movimento Cuidar dos Cuidadores Informais

Reconhecidos recentemente por um Estatuto que, apesar de um importante avanço social, continua incapaz de travar por completo o perpetuar de algumas injustiças, os cuidadores têm estado em destaque nos últimos tempos. E é porque, apesar de insubstituíveis, muitos continuam ainda invisíveis, que a Merck Portugal decidiu, no seguimento de um projeto corporativo global, o ‘Embracing Carers’, lançar, em 2020 no País um Movimento que tem como missão ‘Cuidar dos Cuidadores Informais’. Este movimento, apoiado pela Merck, conta com dezenas de associações portuguesas que têm como objetivo concretizar projetos capazes de ajudar, na prática, quem cuida, seja do marido, da mulher, de um filho, do pai, da mãe.

Economia Do Mar representa um volume de negócios de 204 milhões de euros no Alto Minho

O conhecimento e a inovação são as grandes apostas do INOVSEA para que se potencie a exploração dos recursos regionais e se estimule a capacitação das PME das respetivas regiões, consolidando a sua oferta à escala global e fomentando postos de trabalho e o desenvolvimento da economia do mar.

“No Alto Minho, a Eco­nomia do Mar é composta por mais de 300 entidades, as quais representam um volume de negócios de 204 milhões de euros, exportações de 91 milhões de euros e um VAB de 62 mi­lhões de euros. O mar é um dos fatores vitais da identidade portuguesa e simultaneamente, um dos fatores estratégicos fundamentais para o desenvolvimento económico do país e das regiões de convergência. É um dos principais ativos da economia portuguesa, e abrange um conjunto alargado de atividades (diretas e indiretas) onde Portugal poderá ter um papel diferenciador na economia mundial e europeia,” afirma Manuel Cunha Presidente da AEVC.

Os desafios relacionados com o modelo empresarial visam garan­tir a competitividade das atividades económicas e a sustentabilidade dos recursos a longo prazo, mas também a concretização das oportu­nidades e do potencial da Economia do Mar nas regiões do Alto Minho e do Baixo Mondego.

“A nível nacional, a Economia do Mar representa quase 200 mil empregos diretos. As fileiras do turismo e da pesca e da aquicultura são as maiores empregadoras. Em cada região esta tendência mantém-se, ainda que possa haver pequenas diferenças, em função dos setores mais dinâmicos em cada uma. O Alto Minho emprega diretamente cerca de 2000 pessoas, e no Baixo Mondego mais de 1100 pessoas trabalham em empresas da Economia do Mar,” partilha Nuno Lopes, Presidente da ACIF.

Depois de elaborado um levantamento da capacidade instalada e de proposto um ambicioso plano de ação, o projeto Inovsea está a organizar, jornadas de inovação e transferência de conhecimento, subordinadas às temáticas das redes de inovação (realizado no passado dia 9 de outubro), de cooperação, de exportação e da competitividade, as quais irão decorrer, presencialmente, duas na Figueira da Foz e duas em Viana do Castelo. Está prevista a transmissão simultânea das jornadas através de streaming na Internet, bastando efetuar um registo prévio para se poder aceder remotamente aos trabalhos.

Espera-se que, com estas atividades, seja possível promover o networking e a capacidade de criação de redes de cooperação entre os diversos agentes da economia do mar, com o objetivo de criar um setor mais sustentável e criador de riqueza e de emprego.

RD-Portugal vence 1º prémio das Bolsas de Cidadania

Em apenas 4 meses desde a sua criação, a RD-Portugal já se apresentou às principais entidades oficiais da saúde, às ordens profissionais, às empresas do setor, à academia e às entidades de investigação. Foi ainda reconhecida com o 1º Prémio de Bolsas de Cidadania 2021, promovido pela companhia farmacêutica Roche Portugal, pelo projeto “Todas Raras e algumas Síndromes Excecionalmente Raras”. De acordo com Paulo Gonçalves, Presidente da RD-Portugal, “Este projeto consiste num Edifício Digital que acolherá todas as Associações de Doenças raras num espaço colaborativo com recurso a Inteligência Artificial e Machine Learning, que dará a apoio às pessoas com Doença Rara, permitindo ainda sensibilizar para as Doenças Raras em Portugal”.

Além disso, a RD-Portugal apresenta agora uma nova identidade visual, sublinhando o compromisso de centralizar a atenção na pessoa com doença rara, nos seus cuidadores e familiares. O objetivo desta nova identidade é “reforçar o modelo inovador de gestão colaborativo e participativo das mais de 25 associações que já compõem a RD-Portugal”, refere o Presidente.

A Missão da RD-Portugal consiste em trazer as doenças raras para a ordem do dia, todos os dias do ano e não apenas no dia Mundial das Doenças Raras. Como tal, participa ativamente em ações diretamente ligadas a políticas de saúde, aos Centros de Referência e iniciativas que promovem a criação do registo de dados e a luta pela universalidade e equidade no acesso aos medicamentos órfãos. 

Saiba mais sobre a RD-Portugal em www.raras.pt

Delegação brasileira do Ceará visita ZILS e Porto de Sines

A comitiva foi recebida por Isabel Caldeira Cardoso, Vice-Presidente da aicep Global Parques, entidade gestora da Zona Industrial e Logística de Sines (ZILS) e por José Luís Cacho, Presidente da Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS).

A visita da Delegação Brasileira ao complexo de Sines enquadra-se numa perspetiva de fortalecimento do relacionamento comercial com especial foco nos setores da energia, logística e digital. No Sines Tech – Innovation and Data Center Hub, localizado na ZILS, está instalada a estação de amarração do cabo submarino de fibra ótica da EllaLink, que liga a Europa à América Latina, na cidade de Fortaleza, capital do estado do Ceará. Com efeito, Fortaleza representa um dos maiores hubs de cabos submarinos de fibra ótica do mundo, contando já com de 16 cabos em operação e dois novos cabos até final do ano. O investimento na Estação de Amarração do Cabo EllaLink (Europa – América do Sul), representou um investimento global de 150M€, tendo mais cabos para a Europa e a América em perspetiva. Para o Sines Tech está ainda previsto um investimento de 3,4 mil milhões de euros num centro de dados de última geração, o Start – Sines Transatlantic Renewable & Technology Campus, parte do mais vasto projeto Sines 4.0. No campo da energia, serão também discutidos projetos em desenvolvimento na produção de hidrogénio do complexo portuário, industrial e logístico de Sines e do complexo Portuário e industrial do Porto do Pecém.

A visita ao Porto de Sines permitirá dar a conhecer os projetos em curso para aumento da capacidade do terminal de contentores, que conta já com ligações regulares a vários portos brasileiros, assim como os detalhes do concurso para a concessão do Terminal Multipurpose vocacionado para a movimentação de granéis sólidos, nomeadamente agroalimentares, contentores e cargas de projeto. O Complexo Portuário, Logístico e Industrial de Sines, que agrega a Autoridade Portuária de Sines e a aicep Global Parques, gestora da ZILS, tem ativamente promovido Sines enquanto localização privilegiada para a criação de um hub logístico para o agronegócio, posicionando-se como a porta de entrada às frutas, carnes, cereais e grãos brasileiros no mercado europeu, bem como para impulsionar as exportações de produtos agroalimentares portugueses e espanhóis para o Mercosul.

Sobre a aicep Global Parques

 A aicep Global Parques – Gestão de Áreas Empresariais e Serviços, S. A., é especialista na gestão de parques industriais e em soluções de localização empresarial. O seu foco é garantir condições de captação e acompanhamento da instalação de projetos de investimento nacional e estrangeiro, nomeadamente através do Portugal Site Selection e da Associação Portuguesa de Parques Empresariais. O Portugal Site Selection é uma plataforma com base em sistemas de informação geográfica que está disponível gratuitamente na web e identifica soluções de localização em Portugal em função dos requisitos de determinado projeto: https://www.portugalsiteselection.pt/. A aicep Global Parques gere a ZILS – Zona Industrial e Logística de Sines, a maior área de localização empresarial do país, com clara vocação intercontinental e com fácil e rápido acesso a vias de comunicação nacionais e internacionais devido à integração com o Porto de Sines. Dispõe de 2.375ha de áreas vocacionadas para atividades industriais, logísticas e de serviços, incluindo no seu perímetro três verticais principais: a “ZAL Sines – Zona de Atividades Logísticas”; a “Energia Sul” e o “Sines Tech – Innovation & Data Center Hub”. A ZAL Sines – Zona de Atividades Logísticas é uma área de 269ha contígua ao Porto de Sines, junto ao TMS – Terminal Multiusos de Sines, ao atual TCS – Terminal de Contentores de Sines (Terminal XXI) – e ao planeado 2º TCS (Terminal Vasco da Gama). A “Energia Sul” congrega as gerações e indústrias energéticas, refinadoras, petroquímicas e química em presença, expansão e transição energética, com foco nos gases renováveis, descarbonização e circularidade industrial. O Sines Tech – Innovation & Data Center Hub afirma-se como uma localização de excelência para telecomunicações na ZILS, estações de amarração de cabos submarinos e centros de dados.

Sobre a APS — Administração dos Portos de Sines e do Algarve, S.A

A APS é a entidade responsável por assegurar o exercício das competências necessárias ao regular funcionamento do Porto de Sines e dos Portos comerciais de Faro e de Portimão nos seus múltiplos aspetos. O Porto de Sines é um porto de águas profundas, líder nacional na quantidade de mercadorias movimentadas e apresenta condições naturais ímpares na costa portuguesa para acolher todos os tipos de navios. Dotado de modernos terminais especializados, pode movimentar os diferentes tipos de mercadorias, está aberto ao mar e conta com excelentes acessibilidades marítimas sem constrangimentos. É o principal porto na fachada ibero-atlântica, cujas características geofísicas têm contribuído para a sua consolidação como ativo estratégico nacional, sendo, por um lado, a principal porta de abastecimento energético do país (petróleo e derivados, carvão e gás natural) e, por outro, posiciona-se já como um importante porto de carga geral/contentorizada com elevado potencial de crescimento para ser uma referência ibérica, europeia e mundial.

O que querem os cidadãos do sistema de saúde?

Aumentar a duração das consultas para que os doentes tenham mais tempo para ser ouvidos e contratar mais médicos e profissionais de saúde para o SNS foram algumas das medidas sugeridas pelos cidadãos. O alargamento dos horários dos centros de saúde é outra das ideias propostas, bem como a aposta num canal de comunicação rápido e direto entre doentes e equipas de saúde.

Para os utentes é ainda importante investir na criação de um ficheiro clínico único de cada doente, acessível em todas as unidades de saúde, privadas ou públicas, que permita a transmissão de informação entre os vários sistemas. Outras das ideias passam pelo desenvolvimento de um guia digital e atualizável para o cidadão (adaptado a cada faixa etária) com os indicadores, exames e sintomas/sinais a que o cidadão deve estar mais atento.

Para saber tudo sobre o Movimento Saúde em Dia consulte www.saudeemdia.pt.

Sobre o Movimento Saúde em Dia

A Covid-19 abalou todo o mundo e, com ele, os seus sistemas de saúde, forçados a ajustamentos e adaptações. A pandemia colocou num plano secundário outras doenças. Reduziram-se consultas, cirurgias, exames e diagnósticos. Mas a saúde é muito mais do que Covid-19 e as outras doenças não podem ser desvalorizadas. Por isso, a Ordem dos Médicos e a APAH, em parceria com a Roche, lançaram o Movimento Saúde em Dia, uma campanha de comunicação e sensibilização, fundamentada em estudos, análise de dados e da opinião da população em geral.

IV edição do Festival de Balonismo Flutuar volta a descolar em Coruche

Com um formato mais reduzido, respeitando todas as normas de segurança sanitárias, o festival reúne este ano, entre os dias 10 e 14 de Novembro, cerca de 20 balões de equipas de todo o mundo a sobrevoar em simultâneo os verdejantes campos de cultivo banhados pelo Vale do Sorraia e da lezíria ribatejana. Entre os balões, um especial destaque para o maior balão de ar quente do mundo a voar comercialmente com passageiros, com capacidade para 32 pessoas, o balão “Mota de Corrida” (o maior do mundo em formato especial) e o balão “Barco de Piratas”, com estilo típico dos anos 1700.

Há voos de balão Matinais todos os dias, que poderão ser reservados no site do evento, durante o fim de semana há também voos de tarde e batismos de voo em balões estáticos que oferecem a oportunidade de viver a experiência gratuitamente. A partir de sexta-feira à tarde, a agenda será reforçada com atividades para toda a família, com jogos tradicionais portugueses e outras animações (touro mecânico, parede de escalada e muito mais), a caminhada e passeio BTT do Dia Europeu do Enoturismo com Provas de Vinhos Locais, espetáculos musicais com Luís Trigacheiro, DJ Pedro Cazanova e banda Rocktonight ou o já famoso espetáculo de luz e música electrónica “Night Glow”, com a participação do DJ Paulinho.

Tal como nos anos anteriores, o festival celebra as tradições da região com um mercado de artesanato e produtos locais, o Street Food Fest desde comida regional a mexicana, alemã, vegetariana e a bela castanha assada. A incontornável gastronomia tradicional de Coruche poderá ser provada nos restaurantes locais, com pratos típicos que prestam tributo ao campo e à lavoura com produtos regionais de sabores excecionais.

Para os fãs de veículos clássicos, teremos a primeira concentração VINTAGE ON WHEELS que decorrerá no sábado, 13 novembro entre as 10h e as 17h, e conta com o apoio do ACP Clássicos. Nesta concentração de clássicos, o público terá oportunidade de votar no veículo clássico que mais gostar e habilitar-se a participar no sorteio de uma fantástica viagem de balão de ar quente.

Aceda ao site www.festivalbalonismocoruche.com para consulta detalhada de toda a programação e atividades do Festival, assim como para fazer a reserva do voos pretendidos.

(*)Todas as atividades aéreas – voos de balão de ar quente, balões de ar quente estáticos, – só se realizam se todas as condições meteorológicas e de segurança estiverem garantidas, cabendo à direção técnica do evento a decisão de realizar as atividades ou proceder ao seu cancelamento.

Sobre a Windpassenger:

A Windpassenger é a empresa líder em Portugal com 30 anos de experiência na prática do balonismo a sobrevoar Portugal e muitos outros países do mundo. A marca é hoje gerida pela Passageiros do Vento, uma empresa de transporte de passageiros que se dedica a todas as áreas do balonismo, desde voos de passageiros aos voos publicitários, venda de balões e ainda formação a novos pilotos. Os bilhetes dos voos de balão podem ser adquiridos junto da Windpassenger no seu website ou através de Gift Cards disponíveis nas lojas FNAC Portugal aderentes. Desde 2004 já voou mais de 30.000 pessoas com uma equipa de pilotos experientes e altamente qualificados. Possui todos os certificados, seguros e licenças da EASA (European Aviation Safety Agency) e é inspecionada anualmente por uma empresa CAMO (Continuing Airworthiness Management Organisation), garantindo máxima qualidade e segurança em qualquer momento.

Associação Nacional de Fibrose Quística marca presença na EDP Meia Maratona de Lisboa e Corrida Vodafone 10K

A EDP Meia Maratona de Lisboa e a Corrida Vodafone 10K realizam-se no dia 21 de novembro, partindo da Ponte 25 de Abril, com início às 10h20 e 10h55, respetivamente. Com a campanha “Correr para Respirar” e a criação desta equipa, a ANFQ promove, juntamente com a Maratona Clube de Portugal, um grande evento de angariação de fundos a favor da investigação científica na área da Fibrose Quística (FQ), através de parte do valor das inscrições.  A Associação espera alcançar o maior número de participantes possível, num esforço conjunto de divulgação da doença e das necessidades dos pacientes portugueses, promovendo igualmente a prática de exercício físico, tão importante na Fibrose Quística. Cada participante receberá uma t-shirt da Associação e um dorsal com o seu número de participação.

Parte do valor da inscrição será um contributo direto para a Associação, que pretende utilizar os fundos angariados em projetos de investigação científica, nomeadamente nas mutações mais raras que, infelizmente, ainda não têm resposta terapêutica inovadora. Este ano, a ANFQ conta com a participação especial de Sara Lima, designer portuguesa que vive com FQ, que idealizou e desenhou o logótipo do evento. As inscrições para as duas corridas estão abertas até dia 14 de novembro às 00h00 e são realizadas através do site da ANFQ, onde poderão ser consultadas todas as informações adicionais. A FQ afeta mais de 90.000 pessoas em todo o mundo, aproximadamente 50.000 na Europa e cerca de 400 em Portugal. É uma doença hereditária rara que se manifesta, tipicamente, logo à nascença, afetando todos os órgãos que expressam a proteína CFTR, nomeadamente os sistemas respiratório e digestivo.

Venha correr pela #teamANFQ. Juntos, vamos Correr para Respirar!

Link das inscrições: http://www.anfq.pt/noticias/correrpararespirar2/

No regresso ao novo normal, há uma terceira alternativa ao escritório tradicional ou teletrabalho

Isto depois de um largo período em que foi não só recomendado como também obrigatório. Por isso, é natural que grande parte dos funcionários das empresas já esteja de regresso aos seus postos de trabalho “físicos” após mais de um ano de ausência.
Isto não implica, porém, que tudo voltará a ser como dantes. Não só o teletrabalho provou ser uma opção válida, como o trabalho no escritório da forma que conhecemos foi questionado ao ponto de as empresas estarem a pensar em novas formas de organização.

Espaços de trabalho flexível: a terceira via

Nesse contexto, surgem os espaços de trabalho flexível, uma tendência em crescendo com dados que a evidenciam. O tempo é de balanço e preparação para o futuro. Em 2020 a consultora Savills lançou no mercado da Europa, Médio-Oriente e África, o Savills Office Fit, uma estratégia ativada para responder à pandemia da COVID-19, fornecendo aos clientes perspetivas e conselhos práticos dos especialistas da empresa. Um ano depois, e através de um estudo publicado no seu site, a empresa fez uma avaliação sobre a mudança que se registou em Portugal, através do feedback de quem mais foi impactado neste período: os trabalhadores das empresas.

Do estudo resultam os seguintes dados:

  • Apenas 5% a 10% da população trabalhava a partir de casa antes da pandemia;
  • 90% dos portugueses gostaria de trabalhar a partir de casa pelo menos uma ou duas vezes por mês. Apenas 2% prefere o trabalho a partir do escritório a tempo inteiro;
  • 87% dos inquiridos refere que é necessária a manutenção do espaço físico – o escritório – para o bom funcionamento da empresa. Ainda assim, salienta-se que o conceito de espaços de trabalho flexível ganhou força. Nesse contexto, temos o exemplo dos espaços de coworking em Lisboa que têm tido mais procura, pois são espaços fora de casa e do local habitual de trabalho, mais perto das residências dos funcionários e, portanto, com menos tempo de deslocação. Além dos espaços de trabalho flexível e o cowork em Lisboa, os cafés, hotéis e bibliotecas foram também adotados como espaços de trabalho;
  • 65% dos inquiridos no estudo refere que a boa gestão de fluxo de colaboradores no escritório tem como vantagem a promoção da confiança e segurança em contexto de regresso ao escritório de forma presencial;
  • 48% refere que iniciativas promotoras de cuidados de saúde e bem-estar são relevantes, também para devolver a confiança e a operacionalidade ao modelo de trabalho presencial;
  • Outro dado importante para o regresso ao escritório no pós-pandemia é, segundo os inquiridos, a implementação de protocolos de higienização das estações de trabalho.

O Futuro

Teletrabalho? Escritório? Depois da pandemia e reconhecendo os prós e os contras das duas soluções, é impossível determinar o sucesso de uma solução ideal para todas as organizações, porque cada uma tem a sua própria marca, identidade e dinâmica. O que parece alinhar estas diferentes tendências é a flexibilidade – isto é, a combinação entre várias soluções. Os espaços de trabalho flexível corporizam a agilidade que este novo tempo pede. As empresas têm reconhecido algumas vantagens do teletrabalho ou, em particular, de uma solução mais híbrida – fortalecendo assim a ideia de que os espaços de trabalho flexível podem ser uma solução de futuro. Como observámos, os dados sustentam esta tese. Assim, as empresas estão a incorporar esta ideia na sua estratégia ao mesmo tempo que reanalisam os seus modelos organizacionais e a sua estruturação física. Para as empresas, há várias vantagens neste tipo de espaços: à cabeça, contratos de arrendamento mais flexíveis e poupança nos custos fixos mensais. Para os colaboradores também, nomeadamente por tornarem possíveis uma melhor gestão de horários, permitindo assim conciliar a vida profissional com a vida pessoal. Após a análise de vários indicadores, o escritório lisboeta da consultora imobiliária britânica, refere que o teletrabalho supera o escritório nas categorias “Tempo em Família”, “Concentração & Focoo” e “Horário de Trabalho Flexível”. Já o escritório é preferido nos indicadores “Número Regular de Horas de Trabalho”, “Apoio da Gestão”, “Apoio dos Recursos Humanos”, “Mentoring”, “Networking”, “Trabalho Equipa”, “Cultura & Espírito de Equipa”, “Progressão de Carreira”, “Velocidade Banda Larga/Conectividade”, “Crescimento Pessoal” e “Sentimento de Pertença”. Da leitura destes dados podemos inferir que a solução híbrida – corporizada pelas várias possibilidades propostas pelo conceito de espaço de trabalho flexível – parece reunir as preferências. Em suma, todos ganham.

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