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Anarita Paiva

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O César Mourão e o lixo eletrónico vão dar que falar nas e-Waste Talks

A era moderna e a evolução digital têm vindo a contribuir para uma sociedade cada vez mais dependente do consumo de tecnologia, aumentando de forma proporcional o lixo eletrónico. Ano após ano, os Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos (REEE) constituem uma questão com graves consequências a nível ambiental, social e económico, especialmente quando apenas 15 a 20% deste “lixo” produzido é reciclado ou devidamente encaminhado.

Parte do problema prende-se com o desconhecimento, por parte da população, sobre o que devemos ou não fazer aos nossos REEE, para onde devem ser encaminhados, quais os impactos no dia-a-dia, nas empresas, nos retalhistas, no ambiente e até na carteira de cada um – estas são algumas das dúvidas que assolam o cidadão e que vão estar em debate nas quatro e-Waste Talks conduzidas pelo apresentador e humorista César Mourão.

“Admito: sou um absoluto leigo nesta matéria e quem acaba por sofrer é a torradeira que tenho lá em casa há anos, que assim não tem a tal segunda vida que tanto merece. Por isso, quando a ERP Portugal e a LG Portugal me desafiaram para me associar às e-Waste Talks, não hesitei. Além de ser um projeto em que acredito, especialmente tendo em conta o impacto e importância do tema para a sociedade e para o meio ambiente, é uma oportunidade única de aprender e informar os portugueses com a ajuda dos verdadeiros especialistas do setor”, refere César Mourão.

E foi precisamente este o ponto de partida para a criação das e-Waste Talks, protagonizadas por um conjunto de convidados que permitem caracterizar o panorama nacional sobre a gestão do e-waste:

  • Rosa Monforte e Ricardo Neto, Diretora Geral e Presidente da ERP Portugal, respetivamente, que falam sobre o papel das Entidades Gestoras na promoção de comportamentos sustentáveis ao longo do fluxo de gestão dos REEE;
  • Hugo Jorge, Marketing Director da LG Portugal, com o testemunho sobre o forte compromisso da empresa com a Sustentabilidade: do global para o local;
  • Gonçalo Lobo Xavier, Diretor Geral da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), representante do setor do retalho e da importância do canal de distribuição como promotor de um comportamento mais correto dos cidadãos/consumidores;
  • Nuno Lacasta, Presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), fecha o ciclo com uma perspetiva macro e holística sobre a gestão dos REEE, transmitindo uma imagem clara sobre o atual panorama do lixo eletrónico no país.

 “Face ao aparente e preocupante desconhecimento da população em relação aos REEE, voltámos a unir esforços com a LG Portugal para descomplicar o tema e mobilizar os cidadãos para a sua participação ativa no processo de encaminhamento e reciclagem destes resíduos”, afirma Ricardo Neto, Presidente da ERP Portugal.

“Enquanto empresa produtora de equipamentos elétricos e eletrónicos, na LG acreditamos ser nossa responsabilidade desafiar a sociedade a repensar a sua atitude perante o lixo eletrónico a nível global, uma missão que desenvolvemos de forma efetiva a nível nacional com a parceria e projetos que temos vindo a desenvolver com a ERP Portugal. Agora, é a vez de intensificarmos os nossos esforços em torno da educação da população para este problema, de forma a mudarmos comportamentos e gerarmos um impacto verdadeiramente positivo na gestão destes resíduos”, salienta Hugo Jorge, Marketing Director da LG Portugal.

Disponíveis a partir de hoje nos canais de YouTube da ERP Portugal e da LG Portugal, as e-Waste Talks apresentadas por César Mourão vêm, assim, dar uma nova luz sobre a forma como os cidadãos e consumidores portugueses podem lidar com o telemóvel que não tem arranjo, com as lâmpadas que se fundiram ou com a torradeira obsoleta que teimam em ficar guardados lá em casa.

No dia 26 de outubro terá lugar a 2ª edição do e-Waste Summit – Realidade e Desafios, evento focado na problemática da gestão dos REEE em Portugal, que reunirá diversos especialistas do setor e contará com César Mourão como anfitrião e apresentador.

Aprovado Financiamento Público de medicamento para Atrofia Muscular Espinal

Trata-se de um medicamento cujo mecanismo de ação se encontra direcionado para a causa da doença, com um esquema de administração de dose única.

Com esta aprovação ficam regulados os termos e condições em que o medicamento é adquirido no Serviço Nacional de Saúde (SNS). A decisão de financiamento deste medicamento resulta de um processo de avaliação que analisou a sua mais valia para os doentes e o impacto na sustentabilidade do SNS.

Durante o processo de avaliação o acesso a todos aqueles que podiam beneficiar com este medicamento foi assegurado através de autorizações excecionais de utilização ao abrigo de um Programa de Acesso Precoce, tendo sido concedidas um total de 17 autorizações.

O Relatório de Avaliação de Financiamento Público irá ser disponibilizado no website do Infarmed.

“SURVIVE” apoia projeto social direcionado à Saúde Mental de crianças e jovens

Nesta fase pandémica, em que a saúde mental dos jovens tem sido especialmente afetada, a marca SURVIVE acabou de lançar a t-shirt Brain Melting cujas vendas reverterão a favor da Associação de Reabilitação e Integração Ajuda (ARIA). Assim, por cada t-shirt vendida, serão doados 4 euros ao “Promove-te” –  Equipa de Apoio Domiciliário para a Infância e Adolescência, uma das unidades da ARIA inserida na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados em Saúde Mental, dedicada ao apoio de crianças e adolescentes com problemas de saúde mental.

Segundo Mafalda Benamor de Castro, “a marca SURVIVE nasceu da ideia de ajudar na ‘sobrevivência’ (ou seja, na adaptação) dos mais novos a este mundo que atualmente nos trocou as prioridades. Por isso, é essencial para nós assegurar que, dentro do nosso crescimento, vamos dando o possível apoio a iniciativas e projetos que ajudam a garantir a melhor saúde mental do nosso público-alvo: os jovens”.

Teresa Ribeiro, vice-presidente da ARIA, acredita que “parcerias como esta que acabámos de firmar com a SURVIVE são essenciais para a sobrevivência de organizações como a nossa. No caso, este apoio vai ajudar-nos a dar suporte à recuperação e ao desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes, a par da sua integração social, intervindo no desenvolvimento de competências pessoais, relacionais e no acesso aos recursos na comunidade”.

A t-shirt Brain Melting da SURVIVE pode ser comprada diretamente no site https://wearitandsurvive.myshopify.com/ ou na página de Instagram https://www.instagram.com/wearitandsurvive/.

7 em casa 10 portugueses consideram o vidro, o material de embalagem mais sustentável

Os Portugueses fazem escolhas cada vez mais sustentáveis e conscientes, e o material de embalagem dos produtos de consumo diário não é excepção. Seja por uma questão de saúde ou ambiente, o material da embalagem é já um dos fatores que pesa na decisão de compra para a maioria dos Portugueses.  70% consideram o vidro o material de embalagem mais saudável, tanto para as pessoas como para o ambiente.

A saúde como fator de decisão
Dos 77% dos Portugueses que se preocupam com a saúde na escolha da embalagem dos produtos consumidos, o vidro ocupa o topo das preferências com 70% a optarem por este material, seguido pelo cartão/papel, com 66% das preferências, a lata/alumínio, com 13% e o plástico, com 12%. Dos 23% de inquiridos para quem o material de embalagem não é uma preocupação associada à saúde, 40% admitem não saber que o material das embalagens também pode ter impacto na sua saúde, 39% apontam o preço como a  sua prioridade e 18% referem que este é um tema que não está no topo das suas preocupações.

Vidro, uma escolha saudável e sustentável
Da análise das preferências no quadro geral, 76% dos inquiridos afirmam consumir regularmente produtos embalados em vidro. Além das questões como a saúde, 61% optam ainda pelas embalagens de vidro porque este material não afeta o sabor, reforçando assim a importância de um material de embalagem que preserve intactas as propriedades originais dos alimentos; 56% por ser mais fácil de reciclar, o que demonstra  que o consumidor leva em conta os resíduos por si gerados,  no momento  de fazer a compra, priorizando as escolhas que possibilitam a reciclagem; e 23% por ser natural uma vez que o vidro é produzido com  areia, soda  e calcário. Além disso, atualmente a principal matéria-prima desta indústria é o próprio vidro reciclado, que reduz o consumo das matérias-primas naturais, da energia usada, assim como as emissões atmosféricas.

Beatriz Freitas, Secretária-Geral da AIVE (Associação dos Industriais de Vidro de Embalagem), reforça a importância de promover a escolha de embalagens de vidro junto das famílias portuguesas. A nossa saúde  e a do  planeta está-se a tornar um dos principais fatores de decisão no momento da compra. Esta é uma boa notícia e estamos muito satisfeitos por a nossa mensagem estar a chegar a tantas famílias, como confirmam estes resultados, e continuamos empenhados em promover os benefícios associados a esta escolha.’

 Sobre a Friends of Glass
A Friends of Glass é um fórum europeu de consumidores que promove a escolha de produtos embalados em vidro e a reciclagem destas embalagens após a utilização. Reúne todos os que acreditam que o vidro é a melhor escolha por 3 motivos principais: saúde, sabor e ambiente. A Friends of Glass foi criada em 2009 pela Federação Europeia de Vidro de Embalagem (ou FEVE), em resposta a uma pesquisa pan-europeia do instituto de pesquisa independente InSites, que concluiu que 74% dos consumidores europeus preferiam alimentos e bebidas embalados em vidro.

Sobre o Vidro
O vidro é um material de embalagem produzido apenas à base de matérias-primas existentes na natureza, que respeita o bem-estar do planeta e dos seus habitantes. Sendo inerte, o vidro garante também ao consumidor que os alimentos embalados não são contaminados por produtos químicos prejudiciais para a sua saúde e ambiente, mantendo ainda o aroma, sabor e conservando as qualidades nutricionais do produto embalado, sem necessidade de aditivos. O vidro é ainda 100% reciclável, infinitas vezes, evitando assim o consumo de matérias-primas originais, poupando energia e reduzindo as emissões de CO2.

Sobre o Estudo
O Estudo Hábitos de Consumo e Reciclagem dos Portugueses, foi promovido pela Friends of Glass Portugal e realizado pela empresa de estudos independente Beruby, entre agosto e setembro de 2021, junto de 1000 cidadãos Portugueses com mais de 20 anos, 56% do sexo feminino e 44% do sexo masculino, de todas as regiões do País.

76% dos portugueses é a favor da implementação do Rendimento Básico Incondicional (RBI)

Um estudo da Marktest, realizado a pedido do eurodeputado Francisco Guerreiro (Verdes/Aliança Livre Europeia), revela que 76% dos portugueses é a favor da implementação do Rendimento Básico Incondicional (RBI). Este estudo teve como principal objetivo conhecer a opinião dos portugueses em relação à implementação do RBI em Portugal.

Principais conclusões:

  • Analisando mais ao detalhe o elevado índice de recetividade da população portuguesa ao RBI, é possível verificar-se que, de um modo geral, existe um maior interesse pelo tema por parte de indivíduos mais jovens (com idades entre 25 – 44 anos).
  • O pagamento de necessidades básicas para as quais existem atualmente dificuldades em fazer face e uma maior independência financeira são apontados como os principais benefícios trazidos por esta iniciativa. E 77% dos inquiridos acredita que a crise provocada pela COVID-19 veio evidenciar ainda mais a necessidade de se implementar um RBI.
  • 45% indica que o RBI deveria ser financiado por um fundo soberano sem aumento de impostos; mas 31% considera que deveriam ser os 20% mais ricos de Portugal a financiar a medida, através de um aumento de impostos, sem recorrer às verbas do Orçamento do Estado destinadas ao Estado Social. Nos indivíduos com um posicionamento político de esquerda as opiniões são mais repartidas (40% e 37%, respetivamente), enquanto que os indivíduos tendencialmente de direita são manifestamente mais adeptos da criação de um fundo soberano, sem aumento de impostos.
  • Sobre se o financiamento do RBI deveria provir apenas dos cofres nacionais, 45% refere que este deveria ser garantido metade pela União Europeia e a outra metade por Portugal. Por outro lado, 42% afirma que deveria ser a UE a arcar com toda a despesa.
  • Além dos benefícios económicos indicados, os portugueses atribuem ao RBI efeitos positivos ao nível da Justiça Social, concordando largamente que, em comparação ao RSI, o RBI seria mais eficaz quando se está à procura de emprego, pois o RSI pode estimular a permanência no desemprego. A maioria posiciona-se mesmo de forma favorável ao RBI como alternativa ao RSI, pois muitas das pessoas que têm direito a um RSI não o recebem.
  • 59% afirma que, caso recebesse RBI, passaria a comprar mais produtos amigos do ambiente e 28% diz mesmo que passaria a comprar apenas produtos provenientes de agricultura biológica.
  • Apesar de existir uma concordância generalizada para a implementação desta medida, os portugueses consideram que a realização de uma experiência piloto seria necessária, quer para possibilitar um amplo debate público nacional, quer para conhecer os efeitos do RBI a nível municipal ou regional, para depois implementá-lo à escala nacional (ambas as opções a registarem um índice de concordância de 68%).

A solicitação deste estudo surge exatamente pela necessidade de perceber objetivamente qual a perceção dos portugueses relativamente a este tema. As conclusões provam que cada vez é mais urgente colocar o RBI na agenda política. São as pessoas que menos conseguem garantir as necessidades básicas que mais concordam com a medida. Os resultados deste inquérito são a prova que faltava para percebermos que a sociedade está a mudar. A COVID-19 foi um duro golpe para todas as pessoas, naturalmente, que as mais necessitadas, sofreram mais. Não podemos esperar mais. É preciso lançar o debate e estudar a implementação de um projeto piloto“, considera Francisco Guerreiro.

O universo em estudo é constituído pelos indivíduos com idade entre os 18 e os 65 anos, residentes em Portugal. A amostra é constituída por 1452 entrevistas, sendo representativa e proporcional ao universo em estudo, tendo sido aplicadas quotas de acordo com as variáveis género, idade e região, tomando por base os dados dos Censos 2011 (INE). A margem de erro máxima, associada a uma amostra desta dimensão, para um intervalo de confiança de 95%, é de ± 2,57 p.p.

Sobre o RBI:

O Rendimento Básico Incondicional é uma prestação atribuída a cada cidadão, independentemente da sua situação financeira, familiar ou profissional, e suficiente para permitir uma vida com dignidade. A quantia deve ser suficiente para garantir condições de vida decentes, que estejam de acordo com os padrões sociais e culturais do país em questão. Deve prevenir a pobreza material e garantir a oportunidade de participar na sociedade. Isto significa que o rendimento líquido deverá, no mínimo, estar ao nível de risco de pobreza de acordo com os padrões europeus, o que corresponde a 60% do denominado rendimento mediano por adulto equivalente. Especialmente em países nos quais a maioria aufira de rendimentos reduzidos, e em que, por consequência, o rendimento médio seja reduzido, um índice de referência alternativo (um cabaz de bens, por exemplo) deve ser usado para determinar o valor do rendimento básico, de modo a que este garanta uma vida com dignidade, segurança material e participação plena na sociedade.

Mais informações em http://rendimentobasico.pt/

Música e Sustentabilidade: O Lacs Anjos vai receber as Green Sessions entre 13 de outubro e 10 de novembro

As Green Sessions são uma série de showtalks (showcase + entrevista) semanais e interativas, em formato híbrido, sendo também transmitidas ao vivo em formato digital. Quem está a ver online, pode comunicar através do chat em tempo real e tem também uma nova forma de interagir, o Palco dos Top Fãs. O Palco dos Top Fãs traz uma nova experiência, podendo, a quem está em casa ligar e aparecer usando a câmera do seu dispositivo e ter os seus 10 segundos de fama. Os (As) artistas em palco vão também poder ver e interagir com os Top Fãs, criando experiências partilhadas mais humanas para o universo do digital.

O LACS Anjos vai receber as Green Sessions entre os dias 13 de outubro e 10 novembro, todas as quartas-feiras, das 19h às 19h45. Por elas vão passar artistas como a Da Chick, o PZ, o Nerve, a Cláudia Pascoal e o Left., que em cada sessão vão não só tocar algumas das suas músicas, mas também responder a questões relacionadas com o futuro dos espetáculos ao vivo e da forma como podem ser mais sustentáveis e “amigos do ambiente”, com a rubrica Go Green.

Este evento vem no seguimento de uma série de iniciativas do LACS Experience, nomeadamente o Go LACS Go Social, no qual promovemos nos nossos três espaços – no LACS Conde de Óbidos, no LACS Cascais e no LACS Anjos – práticas sustentáveis aplicadas ao dia a dia, mas também a diferentes indústrias.

As sessões vão estar disponíveis em exclusivo em: https://ushowme.tv.

Encontro com Vinhos 2021: o melhor sommelier do mundo, um fórum profissional e muitos momentos únicos!

Entre as novidades destaca-se a participação do italiano Paolo Basso, eleito “Melhor Sommelier da Europa” em 2010 e “Melhor Sommelier do Mundo” em 2013, dos nomes mais respeitados pelo setor do vinho à escala global. Em Lisboa, Paolo Basso participará numa masterclass de Alvarinhos de colheitas antigas e será um dos convidados da sessão especial “O Desafio de Lisboa”.

Inspirado no célebre “Julgamento de Paris”, que em 1976 abalou o entendimento generalizado ao colocar, às cegas, vinhos franceses e californianos com resultados finais surpreendentes, “O Desafio de Lisboa” promete ser uma prova marcante. Em rigorosa prova cega, um painel especializado vai provar e comparar grandes vinhos portugueses e referências icónicas de França, Itália e Espanha. Será que, tal como em Paris, os resultados também surpreenderão?…

“Portugal tem grandes vinhos, que em nada ficam a dever a outros grandes vinhos do mundo. Pois bem, está na hora de compararmos alguns dos nossos melhores com referências icónicas dos países produtores de maior notoriedade internacional. Sem medo e pelo crivo de um grupo de especialistas com provas dadas, dentro e fora do nosso país. Entre eles, Paolo Basso, uma das personalidades mundiais do vinho de maior currículo”, observa Nuno Guedes Vaz Pires, diretor da Revista de Vinhos.

Outra grande novidade do evento é a realização, pela primeira vez, do SOMM.HOOD (8 de novembro), um fórum profissional direcionado aos sommeliers portugueses, que convida à reflexão e à partilha de conhecimentos através de debates e masterclasses.

Ser sommelier é dos ofícios mais nobres da hotelaria e restauração. A nova geração de profissionais, que Portugal tem hoje a sorte de ter no ativo, propiciou um entendimento mais desempoeirado da função e, sobretudo, revelou propensão e sede de conhecimento extra pelo universo do vinho – o nacional e o internacional. Na ressaca de um período negro para a hotelaria e a restauração, devido à pandemia, entendemos como prioritário avançar com uma iniciativa que acarinhe estes profissionais e os ajude a obter mais (re)conhecimento. A estreia do SOMM.HOOD fará, de A a Z, uma reflexão crítica acerca do presente e do futuro da sommelerie. Debates sobre gestão de cartas e oportunidades profissionais, provas em que enólogos explicam princípios recorrentes da enologia, dicas sobre harmonizações vinhos/gastronomia serão apenas algumas temáticas abordadas”, explica o diretor da Revista de Vinhos.

Masterclasses, conversas descontraídas e informativas, autênticos duelos de vinhos nas sessões “Taste Drive” completam a programação oficial do Encontro com Vinhos, que reúne produtores portugueses e internacionais para apresentação de novidades e referências que já se tornaram clássicas.

Os provadores da Revista de Vinhos e da revista brasileira GULA estarão também no evento a selecionar referências que ficarão posteriormente disponíveis na TAP, através do programa TAP Wine Experience.

No caso específico das masterclasses, nota para a vinda a Lisboa de Emmanuel Giboulot, um pioneiro da biodinâmica na Borgonha. Ainda da França haverá uma masterclass com champanhes do novo movimento de pequenos vignerons, que aos poucos começam a testar a hegemonia das grandes maisons.

De Espanha, as Bodegas Valdespino explicarão, em duas sessões distintas, a aptidão de Jerez para a elaboração de alguns dos mais notáveis vinhos fortificados do mundo e o potencial de harmonização gastronómica daqueles vinhos. Também de Espanha, Palacio Quemado e Vinãs Serranas vão expor vinhos onde há presença de castas portuguesas.

Vinhos das regiões dos Vinhos Verdes, Bairrada, Beira Interior, Dão e Lisboa estarão em primeiro plano em sessões de provas diversificadas, num cartaz que inclui igualmente a celebração dos 30 anos de enologia de Carlos Lucas, vinhos obtidos a partir de castas raras e em risco de extinção, rum da Madeira e espirituosos super premium.

A programação detalhada, condições de acesso e bilheteira podem ser consultadas online, em www.encontrovinhosesabores.com

Encontro com Vinhos, uma organização da Revista de Vinhos, realiza-se no Centro de Congressos de Lisboa, na Junqueira, dias 6 (15:00-21:00), 7 (15:00-20:00) e 8 de novembro (dia profissional, 11:00-19:00). A entrada tem um custo de 10,00€/pax. até à véspera do Encontro, em bilheteira online. Nos dias do Encontro, presencialmente e online, a entrada tem um custo de 15,00€/pax.

Está tudo a postos para o evento de vinhos de sempre em Lisboa!

WEBINAR Comunicação Organizacional: Do confinamento ao futuro das organizações e das pessoas, o que vai mudar?

Um momento de ligação para saber sobre os novos desafios, o retomar da atividade e do regresso aos locais de trabalho, o momento psicológico dos colaboradores, e o papel da comunicação organizacional.

No próximo dia 20 de Outubro, às 10:00h, para partilharem o seu ponto de vista neste panorama futuro, vamos ter como intervenientes:

Pedro Frazão, Administrador Director e CSO do Grupo Sousa;
Vítor Godinho, Diretor de Marketing do Grupo Moneris;
Susana Martins, Innovation Manager do Deloitte;
Letícia Soares, Country Manager Portugal da Wealins.

A moderação do painel estará a cargo de Paula Portugal Mendes, Directora Geral da APCE.

Participação do município de Paredes no ciclo de entrevistas APPSIG – SIG nos municípios

De que forma os Sistemas de Informação Geográfica (SIG) têm influenciado a gestão municipal e as políticas de intervenção municipais promovidas pelo município de Paredes?

Situado na região norte de Portugal, no distrito do Porto, Paredes integra, desde 2013, a Área Metropolitana do Porto (AMP), confrontando com Gondomar a Sul e Oeste, com Paços de Ferreira a Norte, com Penafiel a Este e com Lousada a Norte e Este. O concelho é constituído por 18 freguesias distribuídas por uma área de 156,29 km2, das quais 4 têm o estatuto de Cidade (Paredes, Gandra, Lordelo e Rebordosa).

Paredes tem uma forte tradição industrial, marcada por um vigoroso desenvolvimento industrial nas últimas décadas, onde predomina o setor da madeira: cerca de 60% do mobiliário português é aqui produzido. A competitividade do concelho de Paredes é reforçada pelas excelentes condições de acessibilidade rodoviária e ferroviária. É servido por três autoestradas (A4, A41, A42), que o colocam a poucos minutos das principais saídas internacionais, como o Aeroporto Francisco Sá Carneiro e o Porto de Leixões e a cerca de uma hora da Galiza. É ainda servido pela linha ferroviária do Douro, que faz a ligação entre dois Patrimónios Mundiais da Humanidade: o Centro Histórico do Porto e o Douro Vinhateiro. Para a competitividade de Paredes contribui igualmente o fato de integrar uma das regiões paisagisticamente mais interessantes de Portugal, da qual se destaca, entre moinhos, castelo, igrejas, mosteiros medievais, quintas e solares brasonados, serras e vales percorridos por rios e ribeiras de águas cristalinas, o Parque das Serras do Porto.

O município de Paredes possui um Sistema de Informação Geográfico, a que designamos SIGAP – Sistema de Informação Geográfica da Autarquia de Paredes e que integra a Unidade de Sistemas de Informação Geográfica. O SIGAP tem-se assumido como uma ferramenta essencial na gestão municipal, mas também como uma ferramenta importante na relação com os munícipes. Hoje em dia, o SIG municipal é fundamental para se efetuar uma correta e rigorosa gestão municipal, tendo-se assumido como uma ferramenta transversal a todas as áreas de atuação municipal como o urbanismo, obras municipais, cadastro, gestão florestal, licenciamento, ordenamento do território, ambiente, mobilidade, desporto, proteção civil, entre diversas outras.

O SIG municipal tem evoluído de forma consistente, aumentando a sua importância na organização como uma base sólida e rigorosa de conhecimento e informação de suporte às diversas decisões que se tomam diariamente a nível municipal e na elaboração de documentos técnicos de suporte à gestão municipal tais como, mapas, estudos, relatórios ou outros. Com o SIGAP foi possível também promover uma maior aproximação com o cidadão, democratizando o acesso à informação municipal de diversas atividades municipais, aumentando a transparência, contribuindo para desmaterialização do município e para a diminuição da pegada ambiental, ao evitar algumas deslocações dos munícipes à Câmara Municipal.

Em suma, SIGAP tem permitido promover a difusão da informação geográfica, estimular a sua utilização e dotar os decisores políticos e técnicos de informação fundamental para a definição de políticas gerais de gestão do território municipal bem como monitorizar e controlar a sua execução.

Concurso Banco Montepio Acredita Portugal já tem vencedores

A Gala da iniciativa teve lugar em formato híbrido, tendo sido realizada em Vila Nova de Gaia e disponibilizada à comunidade através de plataforma digital própria.

Os seis projetos vencedores, selecionados numa sessão de avaliação de pitch por um júri composto por parceiros e empreendedores convidados, estão integrados em eixos de empreendedorismo social (Prémio Empreendedorismo Social, apoiado pelo Banco Montepio), tecnologia (Prémio K.Tech, apoiado pela KCS iT), inovação ligada à água (Prémio H2O Inovação by Águas de Gaia), mobilidade (Prémio Brisa Mobilidade) e criação de smart cities (Prémio Gaia 3C: Construção Circular da Cidade), a par da categoria geral do Concurso Banco Montepio Acredita Portugal, e refletem a natureza abrangente da iniciativa.

  • Prémio Empreendedorismo Social: Techtale – Solução que visa ajudar terapeutas especializados em reabilitação neurológica pediátrica a tornar o seu atendimento mais prático e personalizado, através de jogos e e-books customizáveis que podem ser ajustados de acordo com as necessidades dos pacientes.
  • Prémio K.Tech: Job Coach – A JobCoach junta estudantes, empresas e ensino numa plataforma digital que agiliza a entrada dos estudantes no mercado de trabalho, faz o match entre finalistas e o mercado e inova o paradigma atual de recrutamento, eliminando pain points.
  • Prémio Brisa Mobilidade 2021: We Can Charge – Solução para gerir e controlar, de forma inteligente, redes de carregamento para veículos elétricos.
  • Prémio H2O Inovação: PWTech – A PWTech nasceu com o objetivo de levar água de qualidade a lugares de difícil acesso e com reduzida infraestrutura. A sua atuação tem ampliado ao longo dos anos, e hoje o produto apoia desde equipas de combate a incêndios florestais à indústria da construção civil, agropecuária e de base. Além de robusto, adaptável, leve e portátil, o produto entra agora definitivamente no universo das cidades sustentáveis, smart cities e “internet das coisas”.
  • Prémio Gaia 3C: ROOTure – A ROOTure é uma plataforma e-commerce colaborativa que conecta os vendedores aos compradores de produtos artesanais. O objetivo do projeto é ligar e reunir artesãos e designers, especialmente de regiões de baixa densidade populacional, num processo de cocriação que enfatiza as necessidades e expectativas dos potenciais clientes, a fim de satisfazer as exigências do mercado global, promovendo a inovação, a possibilidade de partilha de técnicas e conhecimento.
  • Prémio Montepio Acredita PortugalMum’s Cooking: Marca Portuguesa de comida congelada saudável. Saudável, porque é tudo caseiro, confecionado sem aditivos e com ingredientes de origem biológica. Congelada, para estar à mão sempre que precisamos!

    A originalidade desta 11ª edição do concurso Banco Montepio Acredita Portugal é explicada por Fernando Fraga, Diretor de Inovação da Acredita Portugal, uma vez que esta “foi a primeira edição do concurso a decorrer online de uma forma planeada e estruturada. Apesar do concurso ter tido desde sempre uma forte componente digital, esta mudança permitiu-nos preparar ainda melhor o apoio que damos aos empreendedores sem realmente estarmos com eles no mesmo espaço. Por outro lado, foi uma edição que surgiu numa altura de várias mudanças sociais, em que muitos portugueses perderam o emprego devido à pandemia. Estes empreendedores já têm por norma bastante experiência na sua área de atuação, faltando apenas alguns conhecimentos básicos de gestão e estruturação da ideia de negócio. Apoiamos os empreendedores com conhecimento e ferramentas e somos muitas vezes o ignite que mostra às pessoas que são capazes e podem mesmo desenvolver um projeto próprio. Acabamos por servir de porta de entrada no ecossistema empreendedor e de veículo para pessoas que nunca se imaginaram empreendedoras entrarem neste incrível mundo do empreendedorismo”.

    Os projetos vencedores, que passaram já por um Programa de Aceleração com duração de dois meses e meio e tiveram acesso a mentoria pela rede de parceiros e especialistas da Acredita Portugal, vão agora receber um pacote de serviços destinado a apoiar a sua entrada ou consolidação no mercado e acesso a vários espaços de incubação.

    O Concurso Banco Montepio Acredita Portugal é o maior concurso de empreendedorismo nacional e o segundo maior a nível mundial – tendo apoiado mais de 100.000 projetos nos seus 10 anos de atividade – e tem como objetivos identificar, desenvolver, premiar e potenciar o lançamento de ideias inovadoras. Nascida para ser uma plataforma de incentivo ao Empreendedorismo, a Associação Acredita Portugal junta experiência, know-how e uma rede estabelecida ao longo de mais de uma década para ajudar a encontrar novos rumos num clima de incerteza, em que se tornam fundamentais o compromisso e o contributo de todos.

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