Inicio Autores Posts por Anarita Paiva

Anarita Paiva

340 POSTS 0 COMENTÁRIOS

Preço das casas para arrendar subiu 0,9% em janeiro

Regiões

Durante o mês de janeiro, os preços das casas para arrendar subiram em todas as regiões. A liderar as subidas, encontram-se a Região Autónoma dos Açores (8,4%), a Região Autónoma da Madeira (7,4%) e o Alentejo (3%). Seguem-se o Norte (2,1%), o Algarve (1%), a Área Metropolitana de Lisboa (0,7%) e Centro (0,6%).

A Área Metropolitana de Lisboa, com 12,5 euros/m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve (9,9 euros/m2), Norte (9,3 euros/m2) e Região Autónoma da Madeira (9,2 euros/m2). Do lado oposto da tabela encontram-se o Centro (6,5 euros/m2), a Região Autónoma dos Açores (7,1 euros/m2) e o Alentejo (7,2 euros/m2) que são as regiões mais baratas.

Distritos/Ilhas

Dos distritos analisados, os preços das casas para arrendar apenas desceram em Castelo Branco (-0,4%). Por outro lado, as maiores subidas aconteceram na Ilha da Madeira (7,4%), Viseu (5,9%), Ilha de São Miguel (5,3%), Santarém (4,8%) e em Aveiro (3,3%). Segue-se o Porto (2,2%), Vila Real (2%), Viana do Castelo (1,8%), Leiria (1,3%), Setúbal (1,2%) e Faro (1%). Já em Lisboa a subida foi de 0,8%, em Braga de 0,5% e em Coimbra de 0,1%.

De referir que o ranking dos distritos mais caros para arrendar casa é liderado por Lisboa (12,8 euros/m2), seguido pelo Porto (10,1 euros/m2), Faro (9,9 euros/m2), Ilha da Madeira (9,2 euros/m2), Setúbal (9 euros/m2), Aveiro (7,1 euros/m2), Coimbra e Ilha de São Miguel (7 euros/m2 para ambos os casos). Arrendar casa em Leiria, Viana do Castelo e Braga tem um custo de 6,3 euros/m2. Os preços mais económicos encontram-se em Vila Real (4,7 euros/m2), Viseu (4,9 euros/m2), Santarém (5,3 euros/m2) e Castelo Branco (5,8 euros/m2). 

Cidades capitais de distrito

O preço de arrendamento em janeiro desceu apenas em quatro capitais de distrito, com Castelo Branco (-4,1%) a liderar a lista. Segue-se Faro (-1,3%), Viana do Castelo (-1%) e Braga (-0,4%). Por outro lado, os preços aumentaram no Funchal (9,5%), Aveiro (6,8%), Viseu (5,1%), Leiria (3,4%), Santarém (3%) e Porto (2%). Em Lisboa os preços subiram 1,3%, em Setúbal 0,5% e em Coimbra 0,3%.

 Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro arrendar casa: 13,5 euros/m2. Porto (10,9 euros/m2) e Funchal (9,7 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Já as cidades mais económicas são Castelo Branco (5 euros/m2), Viseu (5,3 euros/m2), Santarém (5,3 euros/m2), Viana do Castelo (6 euros/m2) e Leiria (6 euros/m2).

Comissão Europeia financia nove projetos portugueses inovadores com 5,7 Milhões de Euros

Estes resultados dizem respeito a parte do concurso de 2021 do cluster 5, e correspondem a 17% do financiamento total a concurso. Em Portugal este cluster é acompanhado pela Agência Nacional de Inovação, no âmbito da rede PERIN.

Os nove projetos com participação nacional:

  • ADVAGEN: Desenvolvimento de baterias avançadas de próxima geração em estado sólido para aplicações de eletromobilidade – com participação do INEGI
  • BOLSTER: Construir pontes com comunidades marginalizadas para transições de sustentabilidade local na Europa – com participação da SPI;
  • DUT: Parceria Europeia para as Transições Urbanas – com participação da CCDR-N, CCDR-C, DGEG, DGT e FCT;
  • GIGAGREEN: Rumo à giga-fábrica sustentável: Desenvolvimento de processos de fabricação de células verdes – com participação do INEGI;
  • GREENET: Pontos de Contacto Nacional para a transição verde: clima, energia e mobilidade – com participação da ANI;
  • PULSELiON: Tecnologia de deposição de laser pulsado para fabricação de baterias de estado sólido suportada por digitalização – com participação do INEGI e da Universidade do Porto;
  • RELiEF: Reciclagem de lítio de matérias-primas secundárias e outras – com participação do INEGI, Pegmatítica e Universidade Nova de Lisboa;
  • SPINMATE: Linha piloto escalável e sustentável baseada em tecnologias de fabricação inovadoras para a industrialização de baterias de estado sólido para o setor automóvel – com participação do INEGI e da INOVA+;
  • SSTAR: Transformador de estado sólido de alta tensão inovador para maximizar a penetração de energia renovável em sistemas de distribuição e transmissão de energia – com participação da Efacec Energia.

“No espaço de pouco mais de um mês, estes são os segundos resultados do Horizonte Europa que anunciamos. Estes resultados dos concursos dos clusters 4 e 5, no seu conjunto, financiam 39 projetos com a participação de 34 entidades portuguesas. No total, estas angariaram financiamento para os seus projetos I&D no valor acumulado de 26,7 M€. Considero, portanto, que estamos no bom caminho para aquela que é uma meta que a ANI considera alcançável, que Portugal consiga captar cerca de dois mil M€ até 2027, ou seja, o dobro do que captou no Horizonte 2020”, afirma Joana Mendonça, presidente da ANI.

A concurso estavam 16 tópicos com um orçamento total de 251 M€, 2,3% dos quais atribuídos a 17 entidades portuguesas com participação nos nove projetos inovadores que obtiveram financiamento.

Maiken Foods investe 80 milhões em aquacultura de salmão e bacalhau em Sines

O grupo Maiken Foods AS, de origem norueguesa, desenvolveu uma tecnologia inovadora para a criação de salmão e bacalhau em viveiros em terra. O promotor do projeto e fundador da empresa, o norueguês Arve Gravdal, tem vasta experiência no setor e desenvolveu vários projetos semelhantes em outras países. O processo tecnológico é composto por grandes tanques circulares, cada um com um módulo de filtragem integrado para uma recirculação intensiva. Esta tecnologia, detida pela Maiken, utiliza água do mar, reciclando-a no tanque antes de a devolver novamente ao oceano.

 A água utilizada é refrigerada por meio de energia fotovoltaica gerada por painéis solares instalados na cobertura dos tanques e nos vários edifícios da unidade de produção. O objetivo é produzir por via de um processo inovador, de alta qualidade e sustentável. Os tanques instalados operam de forma independente (IPU – Individual Production Units), permitindo um controlo mais eficiente da produção e a sua expansão em equilíbrio com o aumento da procura. Esta tecnologia permite a criação de animais de forma sustentável, a temperatura controlada, livres de parasitas e químicos. O projeto prevê um viveiro para a produção de 6.000 toneladas por ano. Um investimento, na primeira fase, de 40 milhões de euros na produção de salmão. O investimento total é de 80 milhões de euros e incluirá, numa segunda fase, a produção de bacalhau. Os principais mercados de destino serão, para além de Portugal, outros países da União Europeia, com destaque para França e Espanha. Durante a fase de construção serão gerados 50 postos de trabalho, prevendo-se a contratação de 200 trabalhadores a tempo inteiro quando o projeto atingir a velocidade de cruzeiro. A Maiken Foods espera iniciar a construção no último trimestre de 2022.

Testemunhos dos CEO: “A missão da Maiken Foods é ser um dos principais players na UE a fornecer produtos do mar de alto valor acrescentado prontos a consumir. A nossa tecnologia permite uma integração de toda a produção de forma sustentável. Encontrámos em Sines as condições ideais para a instalação do nosso projeto, não só pelo acesso à água do mar, mas pelo preço muito competitivo das energias renováveis, fatores determinantes para o nosso processo produtivo.”Arve Gravdal, CEO Maiken Foods.

“O bacalhau da Noruega vai passar a ser português! O prato nacional ter que ser confecionado com produto importado tem os dias contados. A ZILS – Zona Industrial e Logística de Sines aposta na captação de investimentos da aquacultura, do agronegócio e da agrologística, com vista à otimização das importações e à promoção do autoabastecimento e das exportações nacionais.” Filipe Costa, CEO aicep Global Parques – Gestão de Áreas Empresariais e Serviços.

Vocação industrial do BlueBiz, em Setúbal, como suporte para indústria farmacêutica

Esta visita acompanhada pelo Country Manager Portugal da Clever Leaves, Nuno Simões, antecipa a inauguração da nova fábrica da Clever Leaves em Setúbal, a qual, num futuro breve, terá certificação GMP – Certificação de Boas Práticas de Fabrico.

 A unidade de Setúbal, cuja localização foi escolhida pela disponibilidade de energia, segurança e licenciamento de utilização industrial que o BlueBiz oferece, está atualmente em fase de testes de produção tendo já iniciado a receção de matéria-prima proveniente da unidade localizada em São Teotónio. O expectável crescimento da procura deste produto farmacêutico nos mercados europeus irá, até 2028, potenciar o aumento da relação entre a unidade de Setúbal e da Zambujeira do Mar, concretizando o potencial do BlueBiz para instalação e potenciação de empresas deste setor económico gerador de alto valor económico. O BlueBiz – Parque Empresarial da Península de Setúbal, sob a gestão da aicep Global Parques, oferece condições únicas a vários setores de atividade com destaque para indústria farmacêutica, a metalomecânica de precisão, aeronáutica, agro-negócio e logística automóvel. As operações portuguesas da Clever Leaves tiveram início em 2019, e obtiveram licença do Infarmed – Autoridade Nacional do Medicamento e de Produtos de Saúde, I.P que permite à Clever Leaves cultivar, importar e exportar flores secas da planta de canabis para fins medicinais e de investigação. Adicionalmente, a operação portuguesa obteve recentemente a certificação de conformidade com GACP e IMC-GAP.

A Clever Leaves já recebeu várias certificações internacionais que permitiram aumentar a capacidade de exportação e vendas das suas operações na Colômbia, incluindo a altamente cobiçada Certificação de Boas Práticas de Fabrico da União Europeia (EU GMP), uma Certificação de Boas Práticas de Fabrico (GMP) pela INVIMA e Certificação de Boas Práticas Agrícolas e de Colheita (GACP). De modo a expandir a sua atividade, a Clever Leaves escolheu o BlueBiz localizado em Setúbal, entre Lisboa e Odemira, por possuir excelentes acessibilidades e oferecer flexibilidade nas suas instalações que irão servir como um prolongamento essencial da atual presença e capacidades operacionais da Clever Leaves ao serviço do mercado global de canábis. O investimento prevê a criação de até 25 postos de trabalho e as novas instalações irão, no máximo da sua utilização, funcionar por turnos, 24 horas por dia, de forma a otimizar todo o potencial instalado numa área de 2.806m2.

Portugal deverá crescer acima da média da Zona Euro em 2022

“A economia portuguesa tem crescido mais do que outras economias da Zona Euro, mas apenas devido à forte contração que sofreu em 2020. Assim, antecipamos que a tendência de recuperação se mantenha à medida que são levantadas de forma gradual as restrições associadas à COVID-19”, explicou Ana Boata, Global Head of Macroeconomic and Sector Research da Euler Hermes.

A especialista destaca também que a dependência da economia portuguesa em relação ao Turismo “deverá manter os níveis das exportações de bens e serviços ainda abaixo dos registados pré-pandemia.” Numa perspetiva global, o crescimento económico deverá permanecer robusto: o PIB da Zona Euro deverá crescer 4,1% e o dos Estados Unidos da América 3,9%. A China deverá registar um crescimento de 5,2%. Contudo, aumentará a divergência entre economias desenvolvidas e economias emergentes. As economias desenvolvidas vão continuar a ser responsáveis por mais de metade do crescimento global (+2,2 pontos percentuais em 2022 e +1,6 pontos percentuais em 2023), enquanto que os mercados emergentes ficarão estagnados pela primeira vez desde a crise financeira global.

Comércio global continua a recuperar, mas instabilidade mantém-se 

As estimativas da Euler Hermes apontam para que o comércio global cresça 5,4% este ano e 4% em 2023. Contudo, no curto prazo, manter-se-á alguma instabilidade devido aos desequilíbrios entre a oferta e a procura: os possíveis surtos da variante Ómicron vão impactar as cadeias de distribuição e contribuir para manter elevada a pressão sobre os preços. Durante os próximos dois a quatro meses, antecipam os economistas, os setores com baixas ou nulas possibilidades de teletrabalho serão os mais afetados e a inflação será impulsionada pelas disrupções nas cadeias de abastecimento originadas, nomeadamente, pelos défices de produção da China, que podem representar um terço do valor global da subida dos preços – entre 1,5 e 2 pontos percentuais na Zona Euro, nos Estados Unidos e no Reino Unido.

A normalização das trocas comerciais a nível global, explicam os economistas da líder mundial em seguro de créditos, deverá ter lugar na segunda metade do ano, impulsionada por três fatores: a redução, para níveis normais, dos gastos dos consumidores com bens de consumo duráveis, acompanhada por uma mudança dos hábitos de compra com foco em produtos sustentáveis; um abrandamento das dificuldades de fornecimento de bens intermédios (bens manufaturados, ou matérias-primas, usados na produção de outros bens intermediários ou de produtos finais); e a redução dos prazos de entrega de mercadorias, à medida que cresce a capacidade de expedição.

DGRM e APA visitam intervenções em Vila Praia de Âncora e estudam evolução do porto

Foram dragados cerca de 100.000 metros cúbicos de sedimentos do interior e do canal de entrada do porto, os quais foram bombeados por tubagem dedicada para a alimentação artificial do cordão dunar da Duna dos Caldeirões.  A intervenção em causa resultou num investimento de 1.722.000 euros, financiado pelo POSEUR – Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, com a DGRM a suportar a componente nacional (455.829 euros), tendo resultado numa melhoria global das cotas de serviço do porto.

A visita técnica serviu também para debater o estudo de evolução do porto que está em curso. Está-se a estudar a reconfiguração do porto de Vila Praia Âncora, com o objetivo de minimizar as condições de assoreamento a que está sujeito e reduzir substancialmente as necessidades de dragagem de manutenção, e, sobretudo, melhorar as condições de segurança para as embarcações no acesso ao porto.

A equipa que está a realizar o estudo ouviu e debateu os problemas existentes com os pescadores de Vila Praia de Âncora, no sentido de compreender melhor as suas preocupações e as suas necessidades. A experiência e os conhecimentos de quem utiliza o porto todos os dias são fundamentais para enriquecer o estudo e se desenhar uma solução adequada para o futuro. Do estudo deverá resultar o desenho de um novo layout do porto, já com as correções necessárias, com vista a se proceder à respetiva avaliação de impacte ambiental e depois à concretização das intervenções conjuntas DGRM/APA nos molhes de proteção.

Para acautelar as necessidades de dragagens que, entretanto, se verifiquem, a DGRM tem já adjudicadas dragagens para o porto de Vila Praia de Âncora até ao final de 2023, através de um contrato plurianual de dragagens para os portos do Norte, que serão instanciadas em função das necessidades.

Fundação Repsol lança 11ª convocatória para a sua aceleradora de startups tecnológicas

Desde a sua criação em 2011, o Fundo já permitiu acelerar 65 startups, com uma taxa de sobrevivência de 75% entre as empresas incubadas -, desenvolver mais de 850 protótipos, e registar cerca de 200 patentes. Estes resultados confirmam a trajetória desta aceleradora de inovação da Fundação Repsol.  Nas suas dez edições, a Fundação Repsol doou mais de 10 milhões de euros às empresas incubadas, que conseguiram angariar no seu conjunto, mais de 230 milhões de euros de financiamento público e privado, e criaram 390 novos empregos em setores como os das tecnologias de baixas emissões, biotecnologia, mobilidade avançada, nanotecnologia, economia circular ou digitalização.

Apoiar o Empreendedorismo para a transição energética

O Fundo de Empreendedores apoia todos os anos entre cinco a sete empresas na fase pré-comercial,  dando-lhes o impulso de que necessitam para se converterem num projeto real no mercado, o mais rápido possível. Todos elas têm em comum o facto de estarem a desenvolver inovações que contribuem para uma transição energética mais sustentável.

Os projetos selecionados nesta nova convocatória receberão um apoio financeiro de até 100.000 euros durante um ano, e aconselhamento de uma equipa de mentores especializados que os acompanharão durante a fase de aceleração. O grupo de mentores agrega uma variedade de especialistas, desde profissionais no ativo da Repsol Technology Lab e das diferentes áreas de negócio da empresa que farão um acompanhamento técnico e empresarial, até  antigos executivos da Repsol com uma vasta experiência no desenvolvimento de negócios.

As startups incubadas também poderão testar os seus protótipos nas instalações industriais da Repsol e desenvolver testes-piloto em colaboração com os profissionais da multienergética. Um dos pontos que torna o Fundo de Empreendedores diferenciador em relação a outras aceleradoras, é a combinação entre o apoio para a realização de testes-piloto para validação e ampliação da tecnologia destas startups em ativos da Repsol em condições de operação reais, e o acesso ao ecossistema de investimento, medidas que completam o processo de aceleração das startups.

O processo de aceleração tem a duração de um ano e começa em outubro de 2022. Durante este período, é necessário que as startups alterem a sua localização atual. Os empreendedores que queiram participar podem apresentar os seus projetos até 1 de março de 2022, através do formulário disponível em www.fundacionrepsol.com.

Quem pode participar?

A convocatória da Fundação Repsol têm um âmbito internacional e está aberta para pequenas e médias empresas de base tecnológica em fase pré-comercial e que estejam a trabalhar em soluções inovadoras nas seguintes áreas:

  • Tecnologias energéticas de baixo carbono e economia circular;
  • Biotecnologia e nanotecnología para soluções energéticas sustentáveis;
  • Produtos e serviços baseados na gestão da energia e energias renováveis
  • Tecnologias digitais para a indústria energética
  • Soluções naturais para a redução da pegada de carbono

Comprometidos com uma transição energética justa e inclusiva   

O Fundo de Empreendedores faz parte da estratégia da Fundação Repsol para a transição energética e social e responde ao compromisso da Repsol e da sua Fundação com a inovação, o conhecimento e as pessoas, e implementa-se em quatro grandes linhas de atuação:

  • Investimento em empresas que trabalham para uma transição energética sustentável e inclusiva, gerando um triplo impacto positivo: ambiental, social e económico.
  • Um acelerador empresarial que apoia soluções inovadoras de base tecnológica nos setores da energia e da mobilidade.
  • Disseminação de conhecimento sobre a transição energética, através da plataforma digital Open Room, uma rede de Cátedras de Transição de Energia em universidades de prestígio, e do Zinkers, um programa educativo digital para sensibilizar os jovens para os desafios do futuro da energia.
  • Promoção de projetos sociais e de voluntariado, relacionados com transição energética e as alterações climáticas, e que promovam o desenvolvimento social.​

Pirataria Marítima a decrescer em 2021 com zero ocorrências nos navios de bandeira portuguesa

A Pirataria continua a ser um grande flagelo ao transporte marítimo, mas o panorama global tem vindo a melhorar. De acordo com a Câmara de Comércio Internacional, em 2021 foram registados 132 incidentes contra 195 no ano transato, com 88% das ocorrências a resultarem na entrada dos piratas a bordo, com ameaças de armas de fogo ou armas brancas. Os motivos desta redução foram as fortes medidas colocadas em prática pelos países dos grandes armadores mundiais e pelas medidas adotadas pelas próprias companhias de gestão dos navios. Neste âmbito, há a registar a ação “musculada” da Dinamarca, em proteção do seu grande armador Maersk, que tem desenvolvido ações concretas com navios e militares dinamarqueses, tendo o episódio mais grave ocorrido em novembro passado com troca de tiros, do qual resultaram quatro piratas mortos no Golfo da Guiné.

O Golfo da Guiné continua a ser a pior zona do globo, pese embora tenha decrescido bastante o número de incidentes. Em 2020 tinham sido registadas 81 ocorrências e em 2021 apenas foram registadas 34 (-55%). A presença de forças navais internacionais e a cooperação com os estados costeiros tem motivado este decréscimo. Ainda assim, em 2021 os piratas no Golfo da Guiné raptaram 57 pessoas de navios de marinha mercante. Em 2021 não ocorreram incidentes de pirataria com navios de bandeira portuguesa, pese embora existirem vários navios de bandeira lusa a atravessar zonas de risco. Para este efeito, muito tem contribuído o novo Diploma de Segurança Privada a Bordo, tendo neste ano a DGRM aprovado 199 planos antipirataria para navios registados em Portugal.

A pirataria no mar está definida no Artigo 101 da Convenção UNCLOS (United Nations Convention on the Law of the Sea), contemplando qualquer ato ilegal de violência realizada contra os tripulantes ou passageiros de navios, bem como de ilegal abordagem e tomada de controlo sobre o navio.

AT distinguida no Portal da Queixa como entidade recomendada

Os consumidores portugueses mostraram-se satisfeitos com a performance da Autoridade Tributária. A entidade pública conquistou o título de “Marca do Mês”, atribuído pelo Portal da Queixa, ao distinguir-se com um índice global de satisfação pontuado em 87,2%, ocupando assim o primeiro lugar na categoria Serviços e Administração Pública.

A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) é a entidade pública que regista o índice de satisfação mais elevado no Portal da Queixa, identificou a maior rede social de consumidores em Portugal. Em dezembro, a AT mereceu o título de “Marca do Mês”, ao distinguir-se com um índice global de satisfação de 87,2%. Resultado? A AT foi eleita como uma entidade recomendada.

A performance deste organismo público destacou-se especialmente na Taxa de Resposta às reclamações (99,7%) e na Taxa de Solução (94,5%) aos pedidos de esclarecimento e/ou resolução que lhe chegaram via Portal da Queixa. Segundo a análise da plataforma, nos últimos três anos, o índice de satisfação apurado em relação à AT aumentou de 9%, no final de 2018, para 87% no final de 2021​. A AT é, assim, não só a entidade pública com o índice da satisfação mais elevado no Portal da Queixa, como também, é aquela que evoluiu de forma mais significativa neste período.

O atraso na entrega de encomendas postais é o principal motivo de queixa que tem chegado à AT nos últimos três meses, mas conforme esclarece a AT em nota publicada no Portal das Finanças: “O processo de importação das encomendas postais passa, na esmagadora maioria dos casos, pelo envio de informação pelos clientes aos CTT e, em seguida, pela entrega de uma declaração aduaneira pelos CTT. Ora, após a entrega dessa declaração pelo operador postal, a AT/Alfândega efetua as validações necessárias com celeridade e, em regra, em menos de uma hora autoriza a saída da mercadoria. Nos últimos meses, a AT tem recebido queixas relativas a diversas encomendas que, segundo informação prestada pelos CTT, estariam “Em validação pela Autoridade Tributária e Aduaneira”. No entanto, na maioria desses casos, das duas uma: ou a declaração aduaneira ainda não havia sido entregue pelos CTT; ou, tendo essa declaração sido entregue, já havia sido autorizada a saída da mercadoria.”

Para Sónia Lage Lourenço, CEO do Portal da Queixa by Consumers Trust, a distinção da AT é um exemplo de sucesso na transição digital e congratula-se com este marco conquistado por um organismo público: “É com uma enorme dose de satisfação, orgulho e motivação que vemos, a cada dia, organismos públicos com o rigor, responsabilidade e sentido de estado como o Fisco, a mudarem a sua forma de comunicar com os contribuintes, estando onde eles estão. A proximidade é um dos principais indicadores de confiança e nada melhor do que saber como evoluir, através da opinião daqueles que experienciam os nossos serviços. Parabéns a toda a estrutura organizacional da AT, pela audácia em romper com os estigmas do serviço público, mostrando que a competência e a eficiência, são o resultado do trabalho das pessoas e não das instituições.
Tenho a certeza, que a partir de hoje, iremos todos olhar para esta autoridade com admiração e como um exemplo de sucesso.”, sublinha.

Servilusa inaugura o seu 10º crematório

Um investimento de oitocentos mil euros da Servilusa, que gerou dois postos de trabalho diretos, com uma previsão de 740 cremações no primeiro ano de operações. O novo equipamento, edificado no Cemitério Municipal de Monchique, na cidade-berço de Portugal, tem uma capacidade instalada até cinco cremações por dia, operando em regime normal. A nova aposta da Empresa na economia nacional e regional representa uma resposta às necessidades identificadas no distrito, sendo por isso importante para toda a comunidade presente na região do Minho, que tem vindo a mostrar cada vez maior apetência pela cremação como opção de funeral, em linha com a tendência verificada a nível nacional, nos últimos anos. Paulo Moniz Carreira, diretor geral de negócio da Servilusa, destaca que «com este investimento damos continuidade ao nosso plano de expansão na área da cremação, no Minho, cumprindo igualmente o compromisso histórico da Empresa: contribuir para o desenvolvimento do setor e das comunidades onde operamos, investindo e criando emprego!». O líder da Servilusa sublinha ainda que «com este compromisso vamos ao encontro da maior procura que se tem verificado no mercado, com a cremação a assumir um peso crescente como opção nos funerais realizados em Portugal e agora a partir de Guimarães».

Portugal regista já uma taxa média acima dos 20% para funerais com cremação, e fica a partir de agora dotado com 37 crematórios, no total, 33 dos quais estão instalados no continente e dez são geridos pela Servilusa! Valores que têm vindo a contribuir significativamente para o desenvolvimento deste sector no nosso país. Juntamente com os restantes crematórios sob sua gestão, em Cascais, Elvas, Faro, Figueira da Foz, Leiria, Porto, Póvoa de Santa Iria, Santarém e Rio de Mouro, a inauguração em Guimarães vem reforçar a liderança da Servilusa na gestão de crematórios. A unidade de Guimarães veio ocupar um edifício com 350 metros quadrados de área coberta, e conta ainda um com espaço exterior de 150 metros quadrados, para estacionamento e jardim. O edifício de dois pisos com forno crematório possui uma entrada e uma zona técnica independente, permitindo desta forma que o acesso das viaturas funerárias, seja distinto do utilizado pelas famílias, que poderão acompanhar e fazer a despedida até ao último momento, do familiar ou amigo, através de um ecrã.

As principais valências de apoio ao serviço do novo crematório, como é já tradicional na rede da Servilusa, incluem espaços para Receção, Sala de Estar, Cafetaria, Capela Ecuménica, sala de Preparação de falecidos com câmara frigorifica e um Jardim da Memória ou Cendrário. Com esta inauguração a Servilusa confirma-se, uma vez mais, como um operador com todas as competências necessárias para liderar a atividade nos crematórios, desde a conceção e planeamento, à construção, operação e manutenção de cada um dos seus crematórios. Cada novo projeto beneficia da qualidade e rigor provados noutros projetos concretizados pela Empresa, e com características únicas, que diferenciam o serviço prestado e reforçam a sua liderança no setor.

EMPRESAS