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Andreia Azevedo

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Estudo da momondo revela: comida italiana é a favorita da Europa

Projeto Família Amiga

A gastronomia é sem dúvida uma das características que mais identifica um país e a sua cultura, e é uma das melhores formas de receber estrangeiros. Mas a comida é também algo muito pessoal e isso reflete-se nos resultados do estudo Travel Trends 2015, da momondo, uma vez que muitas das nacionalidades inquiridas escolheram a sua própria gastronomia como sendo a melhor da Europa: Itália (82%), Portugal (81%), Espanha (72%), China (65%) e França (61%). Para além da sua própria gastronomia os Portugueses (44%), Espanhóis (38%) e Franceses (37%) consideram que a comida italiana é a melhor comida na Europa, os Italianos preferem os pratos Espanhóis (33%) e os Chineses (35%) escolhem a comida Francesa como a melhor da Europa.

Os nórdicos preferem a gastronomia Mediterrânica
Os países Mediterrânicos consideram a sua própria gastronomia como a melhor da Europa mas, por outro lado, os países Nórdicos preferem a comida Italiana à sua própria comida: Alemanha (38%), Dinamarca (38%), Suécia (36%), Holanda (32%) e Noruega (28%).

Com a exceção dos Chineses, que preferem a comida Francesa, todos os outros 14 países inquiridos para o Travel Trends 2015 (incluindo a própria Itália) consideram que a Italiana é a melhor comida Europeia. Apesar de surgir como segunda opção em alguns países, esta comida é sempre indicada e reúne altas percentagens quando a pergunta é: “Qual é o país Europeu com a melhor gastronomia?”.

O Top 3
Para além da Italiana, a comida Francesa e Espanhola são as preferidas para os países inquiridos. Todas as 15 nacionalidades participantes no estudo incluíram a comida Italiana no top 3 das suas favoritas, a Francesa surge no top 3 de 13 destas nacionalidades e, por fim, a Espanhola esta incluída no top 3 de 7 países.

Aplicação portuguesa ensina a beber vinho através do telemóvel

O projeto «ViniDikas» foi desenvolvido pela distribuidora de vinhos portugueses Lusovini e vai ser apresentado segunda-feira em Luanda, prometendo «conselhos simples, úteis e práticos para valorizar o vinho das garrafas que se pedem no restaurante, no bar ou que se compram para beber em casa».

«São mercados onde os consumidores se tornaram rapidamente muito exigentes e onde têm acesso a tanta informação sobre vinhos que, muitas vezes, lhes será útil existir um acesso rápido a pequenas sínteses que respondam, num determinado momento, a uma dúvida», explica Casimiro Gomes, presidente da Lusovini.

Disponível para smartphone e tablet, a aplicação, garante, «interessa tanto a quem se inicia como a consumidores sofisticados».

«A nossa ideia foi ter uma aplicação que seja útil, tanto para consumidores que por exemplo não têm presente que o álcool vem do açúcar natural das uvas, através da fermentação alcoólica, como para entendidos que precisam de refletir sobre a temperatura a que querem servir um vinho especial, o tipo de copo que vão utilizar ou a antecedência com que devem abrir a garrafa», acrescenta Casimiro Gomes, mentor do ViniDikas.

Nos ecrãs dos telemóveis surgem informações sobre o ciclo da videira, a vindima, as castas internacionais e sobretudo as portuguesas, o processo de vinificação – da uva ao vinho -, ainda sobre as regiões do vinho, métodos de conservação para ter uma garrafeira em casa, ou até como abrir uma garrafa, servir e a própria temperatura, além das dicas sobre «harmonias entre o vinho e a comida».

Segundo informação transmitida pela empresa à Lusa no início do ano, a Lusovini tem mais de 70 referências de vinhos portugueses e exporta para 27 países 70 por cento da produção total.

Angola é o principal mercado de destino, com 25% do total dos vinhos exportados.

Pinto Balsemão defende análise de contas dos media que perdem dinheiro «sistematicamente»

Francisco Pinto Balsemão falava hoje no debate sobre as principais conclusões para Portugal do estudo europeu “Media Pluralism Monitor”, que foi apresentado pelo professor Francisco Rui Cádima, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
“Acho também que, além da titularidade, se devia analisar as contas e ver quem perde dinheiro sistematicamente, a não ser que tenham outros objetivos”, afirmou.
Esta posição foi igualmente partilhada pelo jurista Nuno Conde, que também participou no debate.
“A questão levantada é muito pertinente, a questão de fundo é que se alguns títulos de imprensa são cronicamente deficitários porque é que continuam a existir”, questionou Nuno Conde.

O advogado defendeu ainda a necessidade de uma análise da cadeia de valor de financiamento dos media, ou seja, os fluxos financeiros.
As conclusões do estudo “Media Pluralism Monitor” (MPM), que aguarda os dados de outros 18 Estados-membros para fazer uma análise comparada, são positivas para Portugal, na sua generalidade, segundo Francisco Rui Cádima.
Entre as recomendações feitas pelo estudo está a necessidade de “ouvir outras vozes” por parte dos media, além de “fazer o contraditório entre o governo e a oposição”, disse Rui Cádima.
“É preciso ouvir uma posição mais alargada, a sociedade civil deve ser considerada uma esfera pública”, adiantou.
Outra das recomendações, no sentido de reforçar a independência da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), que o estudo aponta é uma “sintonia entre o Parlamento e a Presidência da República” na escolha dos membros do regulador.
O alargamento da oferta de canais em sinal aberto (TDT) e a limitação para a propriedade cruzada dos media são outras das recomendações.

Portugal integra pódio de países que consomem mais antidepressivos

A OCDE divulgou um relatório sobre os países que mais consomem antidepressivos, Portugal ocupa o terceiro lugar.
O mesmo documento revela ainda que a tendência para recorrer a estes medicamentos é cada vez maior.
Nos últimos 13 anos, o número de portugueses que tomam antidepressivos numa base diária triplicou, revela a rádio TSF.
Em 2000, 33 mil pessoas tomavam estes comprimidos pelo menos uma vez por dia. Em 2013, este número superou os 88 mil.
À frente de Portugal nesta matéria estão apenas a Islândia e a Austrália. No caso do primeiro país, são cerca de 118 mil cidadãos a consumir antidepressivos todos os dias.

Já é notável o reforço da segurança nos aeroportos portugueses

Se há tema que saiu reforçado após os atentados de Paris é o da segurança. Portugal e qualquer outro país pode ser o próximo na ‘mira’ dos jihadistas.
Cientes disso, as forças de segurança tomaram a iniciativa de reforçar o controlo e revisão de cidadãos em zonas de grande movimento como são os aeroportos. Lisboa, Porto e Faro estão agora mais seguros.
A Rádio Renascença, que esteve presente num dos aeroportos nacionais, comprovou que a segurança está efetivamente fortalecida: há mais polícias em patrulha, maior número de profissionais fardados e armados e também muitos elementos que atuam à paisana.

Assim será a nova TAP. Confira aqui o que irá mudar

TAP

A assinatura final do contrato de privatização da TAP promete trazer muitas mudanças à transportadora aérea portuguesa. Com novos donos e mais dinheiro nos cofres, a empresa vai apostar numa nova estratégia, apresentada aos trabalhadores na passada sexta-feira.

Os 150 milhões de euros injetados por Humberto Pedrosa e David Neeleman vão ser essenciais para a estabilidade a curto prazo, mas a aposta no futuro não será menor. O acordo com o Governo português vai garantir a manutenção do ‘hub’ em Lisboa por pelo menos 30 anos e este será o centro da aposta nos voos para as Américas e continente africano.

Boston, Chicago, Hartford, Montreal, Toronto e Washington serão alguns dos novos destinos da TAP, que se juntarão a um reforço no mercado brasileiro, noticia o Jornal de Negócios. Para garantir as novas rotas, o consórcio Atlantic Gateway já encomendou 53 aviões de nova geração à Airbus, que deverão começar a chegar no final de 2017.

Por fim, os novos donos da TAP querem passar a fazer concorrência às transportadoras de baixo custo. Na reunião com os trabalhadores, David Neeleman revelou que para “quem quiser viajar atrás e mais apertado”, a companhia portuguesa vai passar a ter “uma tarifa de 39 euros”.

“Mas o passageiro vai sentar-se atrás e pagar pela bagagem”, revelou o empresário norte-americano. Ainda assim, a TAP vai continuar a oferecer os preços normais, para os clientes que “não se importam de pagar mais, porque preferem viajar com melhores condições”.

Cavaco não descartou governo de gestão. E Costa já reagiu

Cavaco Silva

“Eu, quando era primeiro-ministro, estive cinco meses em gestão. Cinco meses em gestão”.

Estas foram as palavras ontem proferidas pelo Presidente da República quando chamado a comentar o atual impasse político que se vive em Portugal.

Cavaco Silva não garantiu que vai deixar Passos em gestão até às próximas eleições, mas também não colocou a hipótese completamente de parte.

Ainda antes de o Presidente da República se ter pronunciado sobre o tema, Pedro Passos Coelho havia comentado com o ex-presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy: “Julgo que daqui a mais duas semanas a nossa situação será definitivamente clarificada e haverá um novo governo para negociar com Bruxelas”, disse Passos.

Assim, o ainda primeiro-ministro dá a entender, como aliás já tinha feito, que não quer governar em gestão, ao contrário do que Cavaco sugeriu ontem.

E também ontem, mas da parte do PS, falou-se sobre o assunto. Em entrevista à RTP 1, António Costa referiu que “não há razão nenhuma para se criarem crises políticas artificiais”, lembrando que um governo de gestão tem os poderes limitados, não podendo sequer apresentar um Orçamento do Estado.

O Diário de Notícias falou com fonte oficial do Bloco de Esquerda que defendeu que Cavaco deve indigitar António Costa como primeiro-ministro o quanto antes. Já o PCP lembrou que o Presidente “jurou defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa” e, por isso, é “inaceitável que adote uma opção de arrastamento e degradação da situação e de grave confronto com a Constituição”.

UE dá cinco milhões para apoiar sociedade civil em Moçambique

“Através desta parceria, foi dedicada uma verba de cinco milhões de euros para o apoio das capacidades institucionais das organizações da sociedade civil”, disse Nyeleti Mondlane, falando durante a assinatura do acordo em Maputo.

Numa primeira fase, 11 organizações da sociedade civil espalhadas por todo o país serão beneficiadas, numa iniciativa que visa financiar também pequenos projetos de associações para superar os problemas das comunidades locais.

“O programa vai contribuir para a melhoria da governação e da cidadania em Moçambique, através do reforço da parceria e responsabilidade mútua entre as autoridades públicas, os autores não estatais e os cidadãos”, declarou a vice-ministra moçambicana, enaltecendo o papel da UE no apoio a Moçambique durante os 30 anos da sua presença no país.

Nyeleti Mondlane apelou ainda às organizações benificiárias para uma maior atenção na execução dos projetos, considerando que Moçambique despõe de um “potencial enorme” no que respeita às qualidades deste tipo de iniciativas.

Quando o país atravessa uma crise política e militar, com registo de confrontos militares entre as forças de defesa e o braço armado do maior partido de oposição (Renamo), o chefe da delegação de UE, Sven Kuhn Von Burgsdorff, por seu turno, enalteceu a importância da sociedade civil para a resolução pacífica de conflitos internos, considerando-as um elemento crucial na defesa dos interesses da população.

“Um estudo publicado recentemente traça uma sociedade civil moçambicana em rápido crescimento e com impactos nas políticas públicas nacionais, um elemento muito importante”, declarou Sven Kuhn Von Burgsdorff, acrescentando que, no entanto, são necessários mais apoios, como forma de fortalecer sua capacidade de intervenção.

Anonymous prometem retaliar e ameaçam Estado Islâmico

Anonymous

O coletivo Anonymous não terá ficado indiferente aos atentados de Paris e promete ripostar.
Num vídeo de que o Le Parisien dá conta, os hackers garantem que os “Anonymous de todo o mundo” vão perseguir os jihadistas do Estado Islâmico e dizem mesmo que vão “lançar a operação mais importante, nunca antes realizada contra vocês”.
“O povo francês é mais forte que tudo e vai elevar-se desta atrocidade ainda mais forte”, dizem ainda, prometendo que os membros do Daesh (nome que também designa o Estado Islâmico) será o alvo.
“Esperem inúmeros ciber-ataques. A guerra começou”, cita a mesma publicação da ameaça do grupo.

Ensino Superior: Há dez instituições privadas em risco de fechar portas

Estudantes Universitárias

Nos últimos três anos verificou-se uma enorme quebra de estudantes nos estabelecimentos privados do ensino superior. Há por isso dez instituições em risco de fechar portas, apurou o Diário Económico.

A decisão final cabe ao Ministério da Educação que ao detetar “um conjunto significativo de casos”, com um “número reduzido de estudantes” procedeu a uma investigação para decidir se mantém ou não, o estatuto de reconhecimento público.

A publicação dá conta ainda que o secretário de Estado do Ensino Superior, José Ferreira Gomes, pediu um levantamento à Direção-geral do Ensino Superior para apurar quais as instituições com maior perda de aluno.

Existem quatro critérios para determinar o encerramento destas instituições: redução superior a 50% do total de inscritos; a média do número total de alunos inferior a cem; as escolas que viram encolher em mais de 50% o número de novos anos; e as que têm uma média total inferior a dez novos alunos.

Caso venham a fechar portas, as instituições deixam de poder aceitar novos alunos mas continuam a funcionar até que todos os alunos terminem o curso.

Há, pelo menos, 41 estabelecimentos aos quais foi pedida informação sobre a “sustentabilidade financeira”.

As instituições que estão em risco por terem menos de cem alunos inscritos e mais de 50% de redução são: Escola Superior Educação Almeida Garret, Instituto Superior Autónomo de Estudos Politécnicos, Instituto Superior D. Afonso III, Instituto Superior Comunicação Empresarial, Instituto Superior de Espinho, Instituto Superior Novas Profissões, Escola Superior Saúde Alto Alve e Instituto Superior Tecnologias e Artes de Lisboa.

Já as que estão em risco por ter menos de dez novos alunos e mais de 50% de redução são: Escola Superior de Artes de Coimbra, Instituto Autónoma de Estudos Politécnicos, Escola Superior Saúde Ribeiro Sanches e Escola Superior Saúde Alto Ave.

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