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Beatriz Quintal

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Portugal regista crescimento de 69% nas viagens por veículos elétricos em 2021 face ao ano anterior

Para assinalar o primeiro aniversário da implementação da sua estratégia global de sustentabilidade, Make a Move, que visa a emissões zero de carbono até 2030, a FREE NOW revela agora alguns dados que surgem como consequência da aposta forte da empresa na modernização da sua oferta de mobilidade. Além de um aumento de 69% nas viagens elétricas em território nacional, a marca praticamente duplicou a preponderância de veículos elétricos na sua frota entre 2020 e 2021.

Principais dados:

  • Os serviços efetuados por veículos elétricos subiram 69% entre 2020 e 2021.
  • O número de carros elétricos disponíveis na frota da FREE NOW cresceu 99% na comparação dos períodos já referidos.
  • Em 2021 a percentagem de veículos elétricos face ao total da frota foi de 15%. Em Lisboa, 13% do total dos veículos da frota é elétrico, no Porto são 19% e em Faro são 9%.
  • Outubro foi o mês com mais viagens efetuadas por elétricos em 2021.
  • A marca mais dominante entre a frota de elétricos é o Nissan Leaf, representando 37% face ao total da categoria, seguido pelo Renault Zoe, que representa 35%.
  • O serviço mais longo efetuado por um elétrico, durante o ano passado, no caso por um Hyundai IONIQ, foi de 188 km, a 3 de março, entre Mem Martins (Sintra – Lisboa) e o Redondo (Évora).
  • No sentido de incentivar e acelerar o processo de transição da empresa para uma energia limpa, a FREE NOW baixou para 18,5% o valor da comissão cobrada a motoristas com veículos elétricos.

“O combate às alterações climáticas deve ser uma prioridade para os Governos, mas também para as empresas e sobretudo para todos os cidadãos. Desde o ano passado que estamos empenhados em contribuir ainda de forma mais ativa para descarbonizar as grandes cidades portuguesas e estes números comprovam o esforço realizado e a consequente evolução que se tem sentido na nossa operação. Os portugueses estão cada vez mais despertos para a urgência de se mudarem determinados hábitos, mas é fundamental dar-lhes alternativas práticas e acessíveis para que possam, efetivamente, mover-se sem comprometer o meio ambiente”, afirma Bruno Borges, General Manager da FREE NOW em Portugal.

E acrescenta: “É nisso que estivemos e estaremos apostados durante os próximos anos, sem esquecer que esta alternativa que refiro não passa apenas por Táxis e/ou TVDE. A nossa oferta de mobilidade sustentável é única no mercado nacional e vai muito além disto. Esperamos que, de ora em diante, os nossos utilizadores possam recorrer ainda mais às nossas scooters, ebikes, eMopedse/ou trotinetes para se deslocarem até aos seus destinos de forma mais rápida, mais económica e, principalmente, mais limpa”.

RE/MAX conquista prémios e reforça índices de notoriedade no mercado

Em evidência estão prémios como “Escolha do Consumidor 2022”; “Superbrands 2021”; “A Melhor Loja de Portugal” na categoria “Imobiliárias” – edição 2021/2022” e “Marca Recomendada” com melhor Índice de Satisfação no Portal da Queixa na categoria “Mediação Imobiliária – Redes”.

 Distinguida novamente como “Escolha do Consumidor 2022”, na categoria “Imobiliárias”, a RE/MAX recebe assim a certificação que atesta o serviço da rede avaliado diretamente pelos consumidores. A rede imobiliária líder no mercado nacional obteve um índice de satisfação global de 81,01% e uma intenção de compra de 79,90%. Entre os consumidores envolvidos na avaliação da categoria, a RE/MAX foi eleita a “Marca número um na Escolha do Consumidor”, com uma classificação superior à concorrência em critérios como a “rapidez no agendamento”, “segurança no processo de compra/venda”, “agilização das visitas”, “confiança” e “empatia” dos seus consultores. Os consumidores destacam a “facilidade do processo burocrático” e a “transparência na informação”.

A RE/MAX foi igualmente reconhecida como “Superbrand 2021”, um prémio que, anualmente, reconhece as marcas de excelência escolhidas pelos consumidores. Esta foi a décima quarta vez, em 17 edições, que a imobiliária é a preferida pelos portugueses, obtendo novo selo dourado.

Por sua vez, na categoria “Imobiliárias” a RE/MAX foi uma das vencedoras da edição 2021/2022 da iniciativa “A Melhor Loja de Portugal”, promovida pela revista Grande Consumo, em parceria com a Q&A, organizadora internacional do prémio. Esta distinção, a maior da Europa, visa premiar as marcas de retalho mais apreciadas pelo consumidor com base em seis critérios: gama de produtos, serviço, informações, facilidade de compra, preço e aparência.

A RE/MAX foi ainda distinguida pela Consumers Trust com o Prémio “Marca Recomendada”. A marca tem vindo a liderar no Portal da Queixa a categoria “Mediação Imobiliária – Redes”, o que lhe permite obter um posicionamento de referência na relação de proximidade e de confiança com os consumidores. O Prémio “Marca Recomendada” é um reconhecimento atribuído pelos consumidores no Portal da Queixa, pela forma como mantiveram o elevado nível de performance de uma forma consistente ao longo dos últimos 12 meses.

“Vermos atribuído estes prémios à RE/MAX é sem dúvida um privilégio e que reflete toda a confiança depositada pelos consumidores portugueses no nosso trabalho. Num setor competitivo e exigente como este, que nos desafia constantemente, acreditamos ser importante obtermos a apreciação de entidades independentes, que avaliam a qualidade dos nossos serviços e o consequente nível de satisfação de quem nos procura para vender, comprar ou arrendar casa.”, salienta Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX.

Rute Rodrigues Dias assume a Direção de CRM Solutions da Claranet Portugal

Com mais de 20 anos de experiência na área de Customer Relationship Management, aliando sempre os processos à tecnologia, iniciou a sua carreira em 1997 como consultora no desenho do projeto inovador das primeiras Lojas do Cidadão. Abraçou depois o setor privado e o setor das tecnologias e telecomunicações, em empresas como a ONI Telecom, Microsoft, Link, Squad e Bizdirect, sempre ligada à criação e gestão de unidades de negócio de CRM.

Neste novo cargo, Rute Rodrigues Dias centra os seus drivers num serviço de excelência e na procura constante de inovação e eficiência, bem como pela melhoria contínua e pelo acréscimo de valor às soluções e abordagens da Claranet.

Rute Rodrigues Dias é licenciada em Organização e Gestão de Empresas pelo ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, possuindo uma pós-graduação em Relationship Management (CRM) pelo INDEG – Business School do ISCTE.

Grupo os Mosqueteiros já doou mais de meio milhão de euros com o projeto “Votos Felizes”

A mecânica é simples: por cada voto no site do projeto, o Grupo doa 2€. Este ano, vai oferecer 120 mil euros às 8 instituições de norte a sul do país selecionadas pela ENTRAJUDA para que possam concretizar os seus projetos: a Associação de Lares Familiares para Crianças e Jovens – Novo Futuro – Porto (Vila Nova de Gaia), a Associação Algarvia de Pais e Amigos de Crianças Diminuídas Mentais (Faro), a Associação para Desenvolvimento das Comunidades Locais (Guimarães), o Banco de Bens Doados (Lisboa), o Centro de Educação Especial de Rio Maior “O Ninho” (Santarém), o Centro Social Padre Bastos (Peniche), o Centro Social Paroquial de Nª Sra. da Conceição da Costa de Caparica (Almada) e a Porta Mágica – Associação de Solidariedade Social (Évora).

Desde a primeira edição dos “Votos Felizes”, graças aos votos dos portugueses, o Grupo os Mosqueteiros já doou mais de meio milhão de euros a diversas instituições, permitindo apoiar projetos mobilizadores e próximos das necessidades das associações e das pessoas que estas apoiam.

Dado o sucesso da iniciativa, cada instituição irá receber 14.500€ e a Porta Mágica, a instituição mais votada nesta quarta edição, recebe ainda um bónus de 4.000€. Assim, terá 18.500€ para a concretização do seu projeto. A associação de Montemor-o-Novo, que acolhe crianças e jovens com perturbações comportamentais, vai poder criar um atelier de arteterapia e uma sala de relaxamento e atividade física e adquirir instrumentos musicais e material de pintura.

Pedro Subtil, Administrador do Grupo os Mosqueteiros, congratula o espírito de união e entreajuda dos portugueses: “Poder contribuir para uma iniciativa tão nobre quanto esta é algo que nos deixa muito orgulhosos. Estamos já na 4ª edição dos «Votos Felizes» e é gratificante ver mais uma vez a generosidade e o empenho dos portugueses em ajudar quem mais precisa, nestes tempos atípicos e incertos que infelizmente ainda vivemos”.

O projeto “Votos Felizes” foi desenvolvido com o objetivo de contribuir, em conjunto com a população portuguesa, para a concretização de um projeto específico de cada uma das instituições escolhidas no âmbito desta ação. O desejo do Grupo os Mosqueteiros é poder continuar a distribuir “Votos Felizes” nos próximos anos.

Intermarché lança guia digital exclusivo com receitas e dicas para o seu bebé

O guia “As minhas primeiras Refeições” é um exclusivo Intermarché e estará disponível para download a partir de dia 6 de janeiro, através do QR code presente no folheto. As diversas receitas, orientações e curiosidades apresentadas são da autoria da nutricionista Lillian Barros e do Rui Marques, autor do conhecido blogue “A PITADA DO PAI”. O guia é gratuito e está dividido em 8 partes – conselhos nutricionais, papas, sopas, baby-led weaning (bebés que se alimentam sozinhos), fruta, sobremesas e bolachas – deixando várias sugestões para tornar as refeições do bebé mais nutritivas e divertidas.

No folheto é possível encontrar passatempos, descontos e produtos essenciais para o bem-estar das crianças e mães. Com o mote “Tudo aos preços mais pequeninos”, é possível descobrir refeições, produtos de higiene, brinquedos e utilitários, a preços imperdíveis e com descontos até 60%. Entre as dezenas de produtos disponíveis, destacam-se dois artigos pela excelente relação qualidade-preço: a Cadeira Auto Beline Luxe, onde, além da poupança imediata, é ainda possível acumular dinheiro no Cartão Intermarché, e a Cama de Viagem da SafetyBaby, que se encontra com um desconto de 35%.

O Intermarché pretende contribuir para o conforto e contentamento da comunidade, colocando à disposição os melhores artigos para garantir uma alimentação nutritiva e uma vida saudável. Com a Feira do Bebé, de 6 a 26 de janeiro, a insígnia comprova uma vez mais a constante atenção aos seus clientes, oferecendo para mães e bebés os melhores produtos aos melhores preços.

Ataque à Impresa é mais um exemplo de como os media são os novos alvos favoritos dos hackers

Este tipo de ataques é cada vez mais comum e afeta organizações de todos os setores e dimensões: os cibercriminosos – neste caso, pertencentes ao Lapsus$ – obtém informações privadas dos meios de comunicação e aproveitam-se desses dados para começar um processo de chantagem, normalmente relacionada com extorsão de dinheiro.

Depois de acederem aos servidores Amazon Web Services do grupo Impresa, os cibercriminosos ameaçaram divulgar a informação obtida se a empresa não efetuasse um pagamento, como indicado numa nota de resgate carregada nas páginas web da Impresa. É de notar que durante este incidente, os cibercriminosos também levaram a cabo ações de defacing, um tipo de ataque dirigido a um website, caracterizado pela modificação da sua aparência visual.

Esta ameaça multiplicou-se nos últimos anos, tendo surgido vários grupos APT, tais como os responsáveis do incidente que envolveu a Sony, que sofreu uma grande quebra de segurança depois de ter sido vítima do grupo norte-coreano Lazarus em 2014; e grupos hacktivistas, tais como os que atacaram os meios de comunicação israelitas no aniversário do assassinato de Soleimani.

De recordar que nos últimos meses, foram observados ataques direcionados contra grupos de media, tais como o ataque de ransomware contra o grupo norueguês Amedia (o segundo maior grupo de media do país e um dos mais importantes a nível europeu), o incidente desegurança em Outubro que levou à fuga de milhares de dados do Twitch, uma plataforma utilizada por numerosos meios de comunicação social para a publicação de notícias ou programas, o ataque de ransomware nesse mesmo mês contra o grupo de comunicação social americano Sinclair, que levou a que se paralisassem as emissões televisivas, ou a operação de ciberespionagem contra jornalistas com o spyware Pegasus.

RECOMENDAÇÕES

Os meios de comunicação social são um pilar básico quando se trata de manter a sociedade informada sobre o que está a acontecer e é essencial que estejam bem protegidos contraciberataques que pretendam roubar informações e peçam restastes; inclusão de notícias falsas ou mensagens de ódio e medo com repercussões na sociedade; a sua utilização para promover falsos negócios ou atividades (burlas, phishing…); obtenção de benefícios económicos, etc.

Para evitar este tipo de ataque, recomenda-se que se mantenha os sistemas operativos atualizados, antivírus em computadores, WAF, segurança de servidores, etc., e que se informee sensibilize os colaboradores das organizações, uma vez que o fator humano é geralmente o elo mais fraco nas organizações e é a porta de entrada que permite que estes ciberataques aconteçam.

Há diferentes diretrizes ou recomendações que todos os profissionais devem seguir para tentar impedir estes ciberataques de ocorrerem, independentemente da área de atuação da empresa ou da sua dimensão:

– Recomenda-se a realização de ações para sensibilizar os profissionais para potenciais riscos de cibersegurança que podem enfrentar. A sensibilização irá ajudar a receber formação em medidas de segurança que impeçam de se tornarem vítimas de ataques, tais como não abrir anexos de fontes desconhecidas, não abrir mensagens de email marcadas como spam, ligar dispositivos USB desconhecidos nos computadores, etc.

– Recomenda-se ter um serviço de gestão EDR que possa modelar o comportamento deste tipo de ataques, a fim de os detetar e remediar numa fase inicial.

– Recomenda-se a gestão do ciclo de vida das vulnerabilidades, o que impede a sua exploração.

– Alertar a equipa de segurança para comportamentos anómalos, tanto por parte dos colaboradores da organização como por pessoas externas, incluindo distribuidores.

– Evitar a navegação em ambientes web não confiáveis, mesmo que o sistema esteja atualizado e possua software antivírus.

– Utilizar Hypertext Transfer Protocol Secure (HTTPS), em vez de HTTP.

Preço das casas para arrendar desceu 4,3% em 2021

Regiões
Durante o último ano, os preços das casas para arrendar desceram na Região Autónoma dos Açores (-8,7%), na Área Metropolitana de Lisboa (-4%) e no Norte (-1,7%). Por outro lado, foi no Alentejo onde se assistiu a uma maior subida dos preços (9,5%), seguida pelo Algarve (7,6%), Região Autónoma da Madeira (6,6%) e Centro (4,9%).
A Área Metropolitana de Lisboa, com 12,4 euros/m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve (9,8 euros/m2), Norte (9,1 euros/m2) e Região Autónoma da Madeira (8,6 euros/m2). Do lado oposto da tabela encontram-se o Centro (6,5 euros/m2), a Região Autónoma dos Açores (6,6 euros/m2) e o Alentejo (7 euros/m2) que são as regiões mais baratas.

Distritos/Ilhas
Dos distritos analisados, as maiores descidas de preços tiveram lugar na Ilha de São Miguel (-13,5%), Viseu (-8,1%), Lisboa (-3,8%), Aveiro (-1,5%) e Porto (-0,6%). Em sentido contrário, subiram em Castelo Branco (20%), Viana do Castelo (18,5%) e Leiria (11,9%). Seguem-se na lista Vila Real (8,6%), Faro (7,6%), Ilha da Madeira (6,5%), Coimbra (6%), Setúbal (5,6%) e Santarém (2,3%). Em Braga e Évora, o preço do arrendamento manteve-se praticamente inalterado em 2021 em ambos os distritos (-0,1%).
De referir que o ranking dos distritos mais caros para arrendar casa é liderado por Lisboa (12,7 euros/m2), seguida por Faro (9,8 euros/m2), Porto (9,8 euros/m2), Setúbal (8,9 euros/m2), Ilha da Madeira (8,6 euros/m2), Évora (7,1 euros/m2) e Coimbra (7 euros/m2). Arrendar casa em Aveiro custa 6,8 euros/m2, na Ilha de São Miguel 6,6 euros/m2, em Leiria 6,3 euros/m2 e em Braga 6,2 euros/m2.
Os preços mais económicos encontram-se em Vila Real (4,6 euros/m2), Viseu (4,6 euros/m2), Santarém (5,1 euros/m2), Castelo Branco (5,9 euros/m2) e Viana do Castelo e Braga (ambas com 6,2 euros/m2).

 Cidades capitais de distrito
O preço de arrendamento em 2021 desceu apenas em Lisboa: arrendar casa na capital é agora 2,9% mais barato. Por outro lado, os preços aumentaram em Castelo Branco (20,7%), Viana do Castelo (14,3%), Faro (12,2%), Coimbra (7,6%), Funchal (7,3%) e Braga (7%). Seguem-se Setúbal (6,7%), Leiria (5,9%), Viseu (5,8%), Santarém (4,2 euros/m2) e Aveiro (2,8%). Na cidade do Porto, os preços mantiveram-se praticamente estáveis em 2021, com uma subida de 0,2%.
Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro arrendar casa: 13,4 euros/m2. Porto (10,7 euros/m2) e Faro (8,9 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Já as cidades mais económicas são Viseu (5 euros/m2), Santarém (5,2 euros/m2), Castelo Branco (5,2 euros/m2), Leiria (5,8 euros/m2) e Viana do Castelo (6 euros/m2).

Índice de preços imobiliários do idealista
Para a realização do índice de preços imobiliários do idealista, são analisados ​​os preços de oferta (com base nos metros quadrados construídos) publicados pelos anunciantes do idealista. São eliminados da estatística anúncios atípicos e com preços fora de mercado.
Incluímos ainda a tipologia “moradias unifamiliares” e descartamos todos os anúncios que se encontram na nossa base de dados e que estão há algum tempo sem qualquer tipo de interação pelos utilizadores. O resultado final é obtido através da mediana de todos os anúncios válidos de cada mercado.

O relatório completo encontra-se em: https://www.idealista.pt/media/relatorios-preco-habitacao/arrendamento/

“Inovação como pilar da criação de valor para os clientes”

A Climex é uma empresa de serviços de higiene e limpeza, líder em criação de valor, inovação e sustentabilidade. Como descreve a evolução da marca no setor onde atua?
A história da Climex nasce da inspiração. Com o propósito de proporcionar aos clientes um ambiente melhor. Desde 1967 já passámos por todo o tipo de desafios e a constante que nos permite superá-los é a implementação de novas tendências no setor. Com a inovação como pilar da criação de valor para os clientes.

Sabemos que é uma marca que disponibiliza um ecossistema de serviços inteligentes, uma vez que aplica a inovação tecnológica e a robótica às soluções de limpeza. Porquê a criação deste conceito?
Mais do que a criação de um conceito, foi a evolução natural na forma como prestamos os nossos serviços. A necessidade de adequação às expetativas dos clientes. Existe uma simbiose entre as necessidades sentidas pelas diversas atividades do mercado e a capacidade de resposta oferecida pelos serviços Climex. A capacidade de inovação e a aplicação de tecnologia e inteligência artificial em todo o nosso ecossistema de serviços permite-nos oferecer relações de parceria win-win aos clientes. O valor que este tipo de relações aporta permite, em simultâneo, que o mercado cresça na procura e na oferta de soluções inteligentes, inovadoras e tecnologicamente mais desenvolvidas. O setor de facilities services em Portugal ainda tem muito por onde crescer quando comparado por exemplo com outras áreas de atividade ou com outros países. Onde a realidade da inteligência artificial e IOT já está envolvida em todos os pontos ao longo dos processos. Permite empoderar as operações, o que as torna mais eficientes e inegavelmente mais inteligentes de todos os pontos de vista.

“Climex Mobile System – Intellingent Cleaning”, é uma aplicação que permite gerir, organizar e monitorizar os serviços de limpeza. De que forma se dá este processo? Que vantagens oferece esta aplicação aos clientes?
Rastreamento e transparência. Se houve um ponto positivo que podemos reconhecer que a pandemia trouxe ao mundo, foi o crescimento exponencial da transformação digital e tecnologia assente em dados. O mundo passou a depender da análise rápida de dados e de resposta das tecnologias para implementar soluções on time em quase todas as áreas do mercado e a nível mundial. O cliente necessita de serviços que lhe dê um suporte efetivo, em tempo real, na sua tomada de decisão e na informação que transmite aos seus colaboradores internos. O mundo que resulta da transformação pandémica, vai necessitar de maior capacidade de relação e de adaptação às micro necessidades de cada ambiente de trabalho. É isto que já hoje o Climex Mobile System permite. A transformação do serviço para um novo paradigma.

Acredita que o destaque dado a esta inovação de ponta e tecnologia de vanguarda, contribui para uma melhoria significativa da saúde em Portugal? Em que medida?
É necessário pensar cada espaço como único e assegurar o reajuste da limpeza e desinfeção. Permite-nos atuar de forma preventiva e não tanto reativa na prestação dos nossos serviços. Ao conseguirmos antecipar conseguimos dar uma resposta mais rápida e mais oportuna. A adequada higienização dos espaços torna-os mais eficazes porque promove a qualidade de ar interior e ambientes mais saudáveis. Ter colaboradores doentes, com momentos de paragem não planeados, pode sair mais caro do que o investimento na limpeza e desinfeção adequada das instalações. Aqui a tecnologia e robótica disponíveis assumem um papel fundamental, com uma gestão assente em dados analíticos.

Recentemente a Climex lançou um produto inovador que afirmam ser “o mais avançado robot autónomo com desinfeção por UVC”. De que produto estamos a falar? O que o diferencia?
O poder de desinfeção da luz UV-C permite atingir um menor risco para a saúde e menos danos nas superfícies. O robot de desinfeção UV-C da Climex, é um robot autónomo, criando uma desinfeção consistente e fiável a 360º. Com uma base robótica da OMRON, amplamente testada ao nível de circulação e segurança dos espaços. Permite quatro horas de desinfeção contínua. O poderoso sistema de radiação desinfeta, em minutos, qualquer espaço, eliminando em 99,9% a presença de bactérias, vírus, germes e outros microrganismos, através de 16 lâmpadas UV-C. Agora imaginemos que este robot funciona dentro do hipermercado onde faz compras, em escolas ou nas unidades de saúde onde todos vamos a consultas regulares.

A atual pandemia da Covid-19 tem contribuído (e muito) para a emergência de uma realidade automatizada, nomeadamente com a utilização robótica. Assim, como nos pode descrever a relação que existe hoje entre o robot de desinfeção desenvolvido pela Climex e a higienização que eficazmente resulta da sua utilização?
A pandemia veio amplificar a nossa necessidade de segurança e da garantia da qualidade do ambiente nos espaços onde circulamos. O que acelerou a necessidade de intervenções rápidas e eficazes ao nível de limpeza e desinfeção. Com baixos tempos de deployment nas soluções implementadas, nomeadamente, nas várias soluções da linha de desinfeção Climex BioSafety, onde se inclui também o robot UV-C. Este robot está a revolucionar a forma como mantemos o ar limpo e saudável. Toda a metodologia da linha de desinfeção Climex BioSatefy, é garantida com métodos e técnicas desenvolvidos com base científica e resultados confiáveis.

Neste sentido, qual a relevância deste produto no atual panorama da Covid-19 no nosso país?
Esta é exatamente a questão, o robot de UV-C não é apenas essencial em contexto de pandemia nem em específico da COVID-19. O robot dá resposta a outros tipos de ameaças que envolvam várias tipologias de microrganismos, nomeadamente na eliminação eficaz de bactérias multirresistentes por exemplo em ambientes hospitalares ou unidades de saúde. Outra questão relevante prende-se também com o que se verifica em Portugal ao nível da falta de mão-de-obra, na generalidade das áreas. O robot de UV-C tornou-se assim mais um elemento disponível na equipa, que permite cobrir a desinfeção de grandes áreas de forma segura e sistemática.

A terminar, que novidades podemos esperar da Climex no ano que se avizinha?
Em 2022 a Climex vai lançar uma novidade “gamechanger”. Uma inovação portuguesa, que vai revolucionar o mercado mundial da robótica aplicada à limpeza. Este projeto “i-RoCS – Research and Development of an Intelligent Robotic Cleaning System” é promovido pela Climex em parceria com a Atena e Universidade de Aveiro. Contamos ainda com o apoio do parceiro Renault/Cacia, num projeto aprovado pelo programa Compete do Portugal 2020. Em breve daremos mais detalhes ao mercado.

 

“Estamos muito confiantes de que o mercado português se manterá positivo em 2022”

Atualmente com uma forte presença em Portugal e na Holanda, a Nomad Capital foi criada com o objetivo de adquirir, conceber e desenvolver projetos residenciais e resorts com serviços de luxo. Acompanhando a tendência recente das cadeiras hoteleiras usarem Portugal como mercado de teste para uma futura expansão europeia, a Nomad Capital está a desenvolver a Nomad Bay, no Algarve, que será, com toda a certeza, o próximo marco residencial da zona sul do país, abrindo portas no verão de 2023. Debruçada sobre o mar e situada no concelho de Carvoeiro, esta é uma construção nova, desenhada de raiz, e que conta com 74 apartamentos de alto padrão com paisagens de «cortar a respiração». Como residência principal, casa de férias ou investimento, existe um imóvel à espera de todos os que pretendem usufruir desta experiência.
Com características únicas e, dificilmente, antes vistas em Portugal, a Nomad Capital e as suas residências de luxo têm evoluído exponencialmente no mercado sendo que, o CEO – através da sua experiência e know-how adquirido em vários pontos do mundo – considera que “existe um potencial muito grande na Europa para estas residências de marca ditando, por isso, um crescimento rápido na próxima década. Portugal foi o país que eu escolhi para viver e apostar, não estou a promover porque acredito nisso, nem porque venho de lá”.

O impacto dos desafios de 2021 no mercado português

É do conhecimento geral que as adversidades da pandemia que (ainda) vivemos assoberbou vários países e as suas atividades. Portugal enfrentou neste ano que agora acaba um conjunto de desafios que, caso não tenham sido devidamente geridos, poderão levar a uma estagnação da economia. Contudo, e sendo Alexandre Mansour positivo por natureza – e acreditando na qualidade e potencial enorme do país – assume que “o mercado imobiliário em Portugal é um setor muito resiliente acabando, até, por beneficiar efetivamente de toda esta situação. Desde o início da pandemia, Portugal ficou conhecido mundialmente como um ótimo lugar para se viver e um paraíso seguro para os nómadas digitais, jovens aposentados e até empreendedores. Tem sido uma sensação muito boa ver o impacto positivo que o setor e o país têm recebido”.
Assim, e sempre a pensar no futuro, a Nomad Capital rapidamente ajustou as suas práticas e hoje está a tornar-se totalmente digital, utilizando as redes sociais e o marketing, sendo que, e graças a isso mesmo, está mais próxima do seu público, podendo, portanto, comunicar diretamente com ele e receber feedback em tempo real de investidores, da equipa e dos compradores finais das residências. Desta forma, e contra todas as adversidades, a Nomad Capital está mais resiliente do que nunca.
Importa ainda compreender se, esta perceção otimista, se irá manter no ano que se avizinha. “Estamos muito confiantes de que o mercado português se manterá positivo em 2022. Apesar, claro está, de todas as mudanças que estão a chegar, como é o exemplo dos Golden Visa. A partir do dia 1 de janeiro de 2022, o Governo português irá introduzir alterações ao regulamento do programa, que deixará de abranger as zonas costeiras de Portugal, nomeadamente Lisboa, Porto e Algarve, de forma a atrair maior investimento para o interior do país. Penso que janeiro e fevereiro serão meses essenciais uma vez que nos darão uma ideia mais firme de como o mercado está a reagir a estas mudanças”.
Ainda que os desafios sejam, certamente, rigorosos, a Nomad Capital acredita que Portugal, e o seu carisma diferenciador, estará mais do que preparado para acompanhar as tendências que surgirão.

Olhos postos no futuro

O mercado, a população e os clientes já estão cientes do que esperar para 2023: o sucesso do projeto Nomad Bay. Contudo, a marca, não fica por aqui.
A Nomad Capital espera nos próximos meses anunciar mais dois prestigiados projetos, ambos localizados no Algarve. “Estamos muito confiantes de que o mercado reagirá positivamente. Posso, desde já, assumir que ambos terão um conceito semelhante ao Nomad Bay”, garante Alexandre Mansour.
Com inúmeras ideias prontas para serem desenvolvidas, o objetivo primordial da Nomad Capital, a curto prazo, será expandir ainda mais as suas operações no Algarve. Já a longo prazo, existe um potencial imenso para que estes produtos e serviços sejam integrados em vários locais da Europa – assim deseja o nosso entrevistado. Certo é, o mesmo, garante que estarão “sempre no topo das tendências das residências de marca. Para já em Portugal e na Holanda, mas, em breve, nos restantes pontos da Europa”, termina.

“A Cultura da Inovação é fulcral para que o país possa continuar a ter uma Indústria Competitiva no Mundo”

Os Parques Empresariais são “localizações” que oferecem as condições necessárias para a instalação rápida, eficiente e segura de projetos de investimento nacional e estrangeiro de qualquer atividade industrial, logística e de serviços. Estes são, portanto, zonas de extrema importância para a economia portuguesa, até porque para além dos Parques Empresariais – que são de facto as zonas de instalação empresarial mais conhecidas – existem também outras realidades diversas como é o caso dos tecnopolos, mais centrados nas áreas de serviço, tecnologias de informação e comunicação, sendo, portanto, segundo o nosso entrevistado “uma zona aberta”.
“Os Parques Empresariais representam do ponto de vista da angariação e instalação, um elemento central de competitividade dos territórios porque são o espaço de acolhimento que permite que um investimento aterre literalmente no território e se instale da forma mais eficiente, não apenas por uma questão de rapidez, mas também para garantirmos que naquela localização em concreto, estão presentes as infraestruturas que tornam eficiente uma localização naquele território, que são: infraestruturas de transportes rodoviários e ferroviários, infraestruturas energéticas como o gás, natural e também o abastecimento elétrico, – cada vez mais importante”, inicia o Secretário de Estado da Internacionalização. Do ponto de vista económico e evolutivo para um país como o nosso, os Parques Empresarias são o que permite ter uma economia de aglomeração, uma vez que junta as empresas e os trabalhadores, ao mesmo tempo que são uma espécie de “via verde” para aqueles que querem investir.
Efetivamente, mais do que investidores portugueses, é fundamental o investimento estrangeiro – para que cada vez mais se dê uma internacionalização – e para isso é necessário que o nosso país se encontre bem posicionado e suficientemente atrativo de forma a captar o investimento estrangeiro que irá elevar Portugal a um novo paradigma. Portanto, segundo Eurico Brilhante Dias, “para o investidor português que conhece bem o território, os Parques Empresarias são a solução mais eficiente para relocalizar e expandir, mas o investidor estrangeiro não conhece em detalhe as realidades, mas sabe à partida, que uma localização que é um parque empresarial, ou um tecnopolo, ou uma zona industrial, é um espaço que é adequado para a instalação. Portanto, para nós, que trabalhamos na angariação de investimento estrangeiro, a qualificação dos parques empresariais e das áreas de acolhimento empresarial, é um aspeto muito importante”. Assim, sabemos, portanto, que é fulcral dar visibilidade aos Parques Empresariais, melhorar a qualidade de serviço dos mesmos, empreender um esforço para que possam de alguma forma distinguir a sua oferta dos restantes e ainda permitir que essa oferta seja vista como uma janela para o mundo.

Associação Portuguesa de Parques Empresariais

Foi no dia 9 de dezembro o lançamento da Associação Portuguesa de Parques Empresariais (APPE), que visa qualificar os Parques Empresariais. Mas porque é que a APPE é um fator-chave para os mesmos? O nosso entrevistado revela que, “a APPE é um instrumento que junta os parques privados e os públicos o que permite construir um entendimento comum, criar boas práticas e partilhar experiências de serviços prestados a empresas em diferentes áreas”. O resultado espera-se positivo, uma vez que, a visão primordial é construir uma base de oferta ao mesmo tempo que se desbrava um caminho comum de qualificação da mesma, o que de facto, é importantíssimo no ponto de vista da melhoria da atratividade do território português para desenvolver investimento. “Permitir angariar mais investimento estrangeiro e também fazer mais desenvolvimento do investimento nacional. O objetivo é que com este conjunto de parques e com os que se venham a somar, ter uma oferta qualificada para oferecer aos investidores estrangeiros de norte a sul do país”, sustenta o interlocutor.
Esta será, portanto, uma estratégia eficaz na promoção de Portugal como destino de investimento, quem o garante é Eurico Brilhante Dias, acrescentando ainda que “vamos mostrar ao exterior que temos mais-valias no nosso território, caso queiram vir instalar-se em Portugal, com os serviços mais eficientes”. Mas mais importante do que momento de investimento, é ter a capacidade de antecipá-lo, isto porque “quem consegue instalar com rapidez e eficiência, consegue transformar um projeto que pode demorar um ano a instalar-se, num projeto que pode demorar apenas seis meses. Estes seis meses permitem aos investidores começar a oferecer aos clientes mais cedo os seus produtos. Porque pode ter-se um impacto verdadeiramente significativo na economia do projeto se formos mais rápidos”.

Covid-19: a porta aberta para a Inovação e Competitividade

Sabemos que a internacionalização é um passo fundamental que a maioria das empresas tem que dar para que se possam relacionar com mercados mais promissores, mas para isso existem dois fatores centrais a cumprir: inovação e modernização. Além deles, também a pandemia da Covid-19 tem vindo a ser crucial, isto porque, apesar das fases de confinamento e do fecho de fronteiras – que levou a várias incertezas no mercado da exportação afetando assim a economia nacional e estrangeira – obrigou vários modelos negócio a adaptarem-se e a adotarem novos hábitos, enraizando o conceito de inovar. “A crise pandémica gerou grandes restrições, mas também gerou um grande movimento que em algumas áreas pode ser aproveitado para o futuro. Por exemplo, houve uma diminuição de vendas muito severa no setor têxtil. Isto fez com que essas empresas se vissem obrigadas a desbravar um novo caminho: produzir máscaras e fatos de proteção num movimento absolutamente extraordinário. Portanto, o setor têxtil gerou uma nova área de negócio que resulta da necessidade urgente que tivemos todos de responder”, afirma Eurico Brilhante Dias. No setor da saúde, deu-se também um aceleramento da digitalização relacionado com a telemedicina. Segundo o entrevistador, “existe uma grande necessidade, perante esta pandemia, de ter camas nos hospitais, portanto é uma vantagem, nesse sentido, este acompanhamento de doentes de forma remota. Isto são tudo oportunidades criadas a partir de um contexto muito severo de resposta a pandemia, que resultou num conjunto de aprendizagens acumuladas que geraram negócios novos”.
No reverso da moeda, estão os impactos negativos que não escaparam a nenhuma área de atividade. Para o Secretário de Estado da Internacionalização, a primeira contrapartida sentida foi “o adiamento de decisões”, também a interrupção de algumas cadeias de abastecimento afetou o setor “o que nos deixou sob um stress da qual ainda não saímos. Há uma pressão sob o preço das matérias-primas e sob o preço do transporte marítimo, que esta a levar a uma rarefação de oferta em alguns casos e a um aumento de preços”, afirma. Além destes, e muito devido às fases de confinamento a que toda a sociedade se viu imposta, estão as questões da mobilidade.
Quando falamos em inovação não se trata apenas do desenvolvimento de novos produtos, mas também da promoção de novos modelos de negócios, onde são oferecidos serviços inovadores que melhoram a vida das pessoas. No entanto, para que cada vez mais esse “fenómeno” aconteça, é importante que a inovação seja entendida como um investimento. Neste sentido, a modernização está cada vez mais presente no seio de todas as empresas porque efetivamente acrescenta valor e aumenta a competitividade, tornando-se, portanto, num valor central. Segundo Eurico Brilhante Dias, “as empresas que concorrem no mundo global, sabem que se não forem capazes de continuamente lançar novos produtos e serviços, terão grandes dificuldades em garantir que os seus clientes permanecem fiéis. A inovação é a âncora central para continuar a estar num mercado que é muito competitivo e que tem oferta gerada em todo o mundo, portanto aquilo em que temos vindo a investir fortemente é numa política que reforce a investigação e desenvolvimento, a inovação dentro das empresas e na ligação das empresas às universidades. Portanto, a cultura da inovação é fulcral para que o país possa continuar a ter uma indústria competitiva no mundo”.
Com o aproximar do final do ano de 2021, e perante uma altura de reflexão para todos, o Secretário de Estado da Internacionalização quis deixar uma mensagem de alento onde assinala que “o combate à pandemia ainda não terminou. É muito importante olhar para 2022 com a esperança de que vamos ser capazes de construir a solução que permita ter a estabilidade que responda a estas grandes desafios que temos que enfrentar”, termina.

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