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Elisabete Teixeira

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Criadores portugueses de cavalos já podem exportar para a Arábia Saudita

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“Os criadores nacionais de cavalos podem, a partir de agora, exportar para a Arábia Saudita. Trata-se de um importante mercado, junto do qual Portugal manifestou interesse em 2018, tendo o processo ficado agora concluído, apenas um ano após o início das negociações”, avançou, em comunicado, o Governo.

Com a Arábia Saudita, sobe para 58 o número de mercados abertos pelo executivo, que viabilizam a exportação de 227 produtos, 172 dos quais de origem animal e 55 de origem vegetal.

Este mercado junta-se ao de El Salvador e ao da Malásia, para os quais os criadores portugueses de cavalos já podiam exportar.

Por outro lado, estão em curso as negociações com mais seis países, entre os quais Índia e China.

“Para dar início às operações de exportação para países terceiros é geralmente necessário estabelecer as condições e requisitos fitossanitários ou sanitários com as autoridades competentes dos países de destino”, indicou o ministério tutelado por Capoulas Santos.

Estes requisitos têm de ser cumpridos na certificação dos produtos a serem exportados, pelos operadores económicos e pela autoridade competente nacional, que, neste caso, é a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).

O Ministério da Agricultura está ainda a trabalhar na abertura de outros 57 mercados para a exportação de 269 produtos, sendo 22 da área animal e 46 da área vegetal.

Corrida entre navios e contentores no Porto de Leixões é já em setembro

O Porto de Leixões abre as suas portas anualmente para receber esta corrida e as inscrições têm superado todos os anos as expectativas da Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL).

Para os amantes do desporto nada melhor do que aliar a atividade física a uma competição saudável num convívio inserido num ambiente invulgar entre navios e contentores num local histórico da cidade.

Existem duas provas disponíveis para os participantes, uma para os atletas que gostam de desafios mais exigentes com uma corrida de 10 Km e outra com um caráter mais descontraído e não competitivo com uma caminhada de 5 Km.

“Esta iniciativa tem todos os anos cumprido os objetivos a que se propôs: Promover a prática desportiva e proporcionar uma experiência única aos participantes dentro do Porto de Leixões. Temos também um sentimento de dever cumprido, por outro lado, por vermos que a adesão a este evento, todos os anos, excede a sua lotação”, salienta a APDL.

As inscrições online já estão abertas em www.corridaportodeleixoes.pt e www.eventsport.pt  até às 23h59 do dia 14 de setembro, depois dessa data só se aceita inscrições no local de entrega de kits com custo adicional de 5 euros. Até dia 15 de agosto, o custo para as inscrições é de 6 euros para a caminhada e de 8 euros para a corrida.

Todos os participantes podem levantar o seu kit de corrida no Mar Shopping até às 22h do dia 13 e 14 setembro, ou no próprio dia e local do evento para os residentes fora do distrito do Porto.

A corrida é organizada pela APDL e pela EventSport, em colaboração com o Centro de Cultura e Desporto da APDL.

Vendas da Super Bock Group recuam 1,4% em 2018 para 458 milhões

© Divulgação/ Super Bock Group

Segundo o documento, o investimento no ano passado foi de 42 milhões de euros, “mais 12 milhões de euros” relativamente a 2017, onde se inclui o “aumento da capacidade no centro de produção de Leça do Balio e Pedras Salgadas”, entre outros.

“O abrandamento da economia mundial e o clima de incerteza no comércio influenciaram os nossos resultados. Ainda assim, aumentámos o volume de vendas da Super Bock e Pedras na Europa, com particular destaque para o exemplar desempenho de ambas as marcas na Galiza”, refere a Comissão Executiva liderada por Rui Lopes Ferreira no relatório de gestão de 2018 da Super Bock Group.

“Na China, as circunstâncias conjunturais e a forte pressão concorrencial criaram um ambiente menos positivo para as marcas importadas, pelo que não atingimos tudo o que ambicionávamos. Apesar das condições adversas, Super Bock fez o seu caminho e alicerçou a sua presença. Obviamente, prosseguir este trabalho e transformá-lo em crescimento mantêm-se como objetivo“, acrescenta a Comissão Executiva.

Em África, “as economias de Moçambique e Angola continuaram desfavoráveis. Mas também neste continente fomos e continuaremos a ser ativos, a gerar laços fortes. De tal modo que em 2018 crescemos nos canais ‘on e off-trade’ nos vários países africanos onde estamos presentes”, adiantou.

Na parte do documento que respeita o desempenho económico, a Super Bock refere que a conjuntura “conduziu à redução do valor económico direto gerado para cerca de 424 milhões de euros, o que representa uma redução de 2% face a 2017 proforma“.

O valor económico “direito distribuído apresentou um aumento de cerca de um milhão de euros”, lê-se no documento.

WeDo Technologies adquirida pela Mobileum Inc.

A Mobileum Inc., líder global no fornecimento de soluções de gestão de risco e roaming baseadas em análise de dados, anuncia hoje a aquisição da WeDo Technologies. Esta é a segunda aquisição da Mobileum após a conclusão da compra da Evolved Intelligence em outubro de 2018.

Baseada em Lisboa, a WeDo é líder global no fornecimento de soluções de gestão de negócio e de risco a operadoras de comunicações de todo o mundo, ajudando-as a gerar receitas, mitigar riscos e prevenir fraude nas suas redes. O vasto portfólio de produtos e soluções da WeDo está suportado por análise avançada de dados, consultoria, managed services e serviços especializados.

“A WeDo é uma empresa líder em gestão de risco, e gestão e otimização de negócio. A empresa desenvolveu um conjunto impressionante de produtos e tecnologias de grande valor para operadoras de comunicações”, diz Bobby Srinivasan, CEO da Mobileum. “Estamos muito entusiasmados por nos juntarmos à WeDo e apoiá-los na sua próxima fase de crescimento. À medida que continuamos a fazer a Mobileum crescer, orgânica e inorganicamente, a inclusão da forte engenharia de produto, da base de clientes e das equipas de consultoria e serviços da WeDo na nossa força de trabalho, ajuda-nos a expandir a diversidade e a abrangência das nossas ofertas. Estamos ansiosos por combinar as capacidades de ambos os portfólios e criar propostas de excelente valor aos nossos clientes”.

“A Mobileum, com o seu negócio complementar e cobertura global de clientes, é o parceiro ideal para a WeDo Technologies iniciar a sua próxima fase de crescimento” diz Rui Paiva, CEO da WeDo Technologies. “Este negócio combinado, oferece aos nossos clientes um portfólio de soluções mais rico e diverso nas áreas da Garantia de Receita, Gestão de Fraude, Segurança de Rede, Roaming e Interconexão. À medida que a indústria mobile continua a evoluir, esta transação vai permitir-nos continuar a investir na futura arquitetura, assegurando o sucesso dos nossos clientes ao longo de uma jornada de transformação contínua”.

A Mobileum tem expandido consistentemente a sua oferta de produtos analíticos após ter sido adquirida pela Audax Private Equity em 2016. Com 18 anos de liderança na esfera do roaming, a Mobileum tem utilizado o seu grande conhecimento sobre as comunicações móveis para criar a sua plataforma ‘Active Intelligence’ que gera dados analíticos em tempo real sobre roaming, fraude e segurança. A combinação das soluções de gestão de risco e gestão de negócio da WeDo com a plataforma de análise avançada de dados da Mobileum vai criar uma abordagem inovadora e abrangente à gestão de fraude e de risco e à garantia de receitas das operadoras de telecomunicações. O conhecimento especializado da WeDo vai enriquecer ainda mais este portfólio integrado de soluções e beneficiar os clientes e parceiros da Mobileum.

Esta aquisição também serve para reforçar a presença global da Mobileum. A atual arquitetura e plataforma da WeDo será assegurada e desenvolvida para posterior integração com a plataforma Mobileum Active Intelligence. A Mobileum e a WeDo terão uma equipa combinada com mais de 1.100 colaboradores em mais de 30 localizações em todo o mundo, servindo mais de 700 clientes em 180 países.

Madeira alarga modelo do apoio a ligações aéreas com o Porto Santo

Pedro Calado, o porta-voz da reunião semanal do executivo madeirense, acrescentou que foram aprovada as minutas de protocolo que têm por objeto a cooperação técnica e financeira necessária para concretizar o modelo de pagamento nestas viagens.

“O que se pretende é potenciar os madeirenses de um subsídio social de mobilidade aéreo e marítimo para desenvolver a economia local do Porto Santo”, apontou o responsável.

O governante explicou que esta medida passa por “alargar para o transporte aéreo” este subsídio, visto que este tipo de ligações são mais caras que as marítimas.

“Queremos dar algum apoio para que mais pessoas possam visitar o Porto Santo e quebrar a sazonalidade” que afeta aquela ilha, declarou, realçando que, entre 2016 e 2019, foram investidos mais de três milhões de euros em ajudas no transporte marítimo.

O governante insular salientou que outro objetivo é “desburocratizar todo o sistema”, sendo apenas necessário que as pessoas façam o respetivo registo, inserindo os seus dados pessoais para ter acesso ao apoio na aquisição da viagem.

Pedro Calado mencionou que o apoio é de 25 euros para as ligações marítimas e de 50 euros para as viagens aéreas, vigorando a medida entre outubro e junho.

“Não contempla os meses de verão”, informou, apontando que, nessa altura, o Porto Santo é muito procurado em “termos turísticos” e o objetivo é combater a sazonalidade da ilha.

O vice-presidente destaca que o Governo Regional aposta em “equilibrar e fazer com que mais pessoas possam visitar o Porto Santo”.

“Esta é uma medida positiva e estamos também a promover a ilha em termos turísticos, económicos e sociais, o que era um objetivo estratégico do Governo Regional”, afirmou.

O conselho do executivo madeirense ainda expropriou por cerca de 92 mil euros duas parcelas de terreno referentes à construção da via rápida Funchal/Aeroporto.

Também ratificou a versão final da primeira revisão do Plano Diretor de São Vicente, concelho no norte da ilha da Madeira

O Governo Regional decidiu igualmente atribuir apoios na ordem dos 50 mil euros a várias associações para desenvolvimento de atividades desportivas e culturais.

Vinho do Porto Cálem celebra 160 anos com “as caves mais visitadas”

António Cálem apostou forte no Brasil e “o negócio com este país correu tão bem” que acabou por dar um passo mais ousado, criando “uma frota própria de caravelas” para exportar os seus vinhos, recorda Ana Pereira, responsável pela comunicação do grupo espanhol Sogevinus, que detém a Cálem e a Barros, a Burmester, a Kopke e a Velhotes.

Depois de um longo período quase sem alterações, a imagem desta marca que só tem vinhos do Porto sofreu agora uma “renovação” para a transformar “referência para todo o tipo de consumidores através da capitalização da sua história, da diversidade do seu portefólio e da sua notoriedade internacional”.

“A figura de António Alves Cálem, fundador da empresa, serviu de inspiração para a renovação da imagem desta casa centenária, numa simbiose entre passado e presente”, explicou Ana Pereira à agência Lusa.

“A icónica caravela” mantém-se, por ser parte essencial da secular história desta marca, “a persona do fundador passa a assumir um lugar de protagonismo em toda a comunicação da Cálem“, surgindo agora em alto-relevo nas garrafas, e foi adotada uma paleta cromática variada na rotulagem”.

“A Cálem era toda muito preta e o próprio museu, nas caves, espelha isso. Com esta renovação, fomos buscar as nossas raízes”, afirma a mesma responsável.

A velha imagem podia ser um pouco contida, mas não a ambição demonstrada por António Cálem quando decidiu, em 1859, investir também nos vinhos, ele que até aí “negociava em madeiras exóticas”.

O Brasil foi o seu alvo, numa altura em que as Ilhas Britânicas eram o mercado que a maioria cobiçava, e os resultados deram-lhe razão, levando-o também a avançar para o Douro para aí comprar quintas e produzir os seus vinhos.

“O que resultou desta aposta foi que a Cálem se transformou numa marca muito virada para fora e pouco para dentro”, resume Ana Pereira, acrescentando que tal “constatação teve como consequência o lançamento da submarca Velhotes, que nasceu em 1930 e é o mais jovem membro da família”.

“Os vinhos do Porto Cálem Velhotes são os mais vendidos em Portugal” e surgiram em 1939 devido à necessidade de “criar uma marca doméstica com um espírito de convívio e de partilha”, como sugere a reprodução do quadro presente nas suas garrafas, com três anciãos, “um advogado, um juiz e um boticário, cada um com o seu copo de vinho” .

O referido quadro é uma das “joias da coroa” do museu que a empresa instalou nas suas caves, em Gaia, e chegou à empresa nos anos 30 do século passado proveniente da Holanda, trazido por um comercial que se deslocou a este país, e é de “autor desconhecido”.

Os vinhos Cálem e Velhotes representam 38% dos 40 milhões de euros que a Sogevinus fatura anualmente, segundo disse Ana Pereira, sendo de salientar que o turismo contribui já com 20% das receitas totais do grupo.

Com 250 mil visitantes por ano, as caves Cálem destacam-se por serem as mais procuradas em Portugal e a loja que nelas funciona responde por 51% das vendas do vinho da marca homónima.

“O Brasil perdeu entretanto expressão nas exportações” de vinho do Porto desta marca e foi substituído por mercados como Alemanha, Canadá, Dinamarca e Holanda, num total de cerca de 60 onde os vinhos do Porto Cálem estão presentes.

Sindicato quer mais “privacidade no atendimento” de registo e notariado

Fomos nós que, enquanto a lei estava a ser feita, sugerimos ao Governo que este tipo de atendimento fosse feito com total sigilo e reserva, uma vez que expõe uma parte íntima da vida das pessoas. Nas pequenas localidades, onde toda a gente se conhece e pode existir preconceito, pode ser mesmo um problema”, disse Arménio Maximino.

O dirigente sindical falava aos jornalistas à margem de uma conferência de imprensa sobre a greve de cinco dias que teve início na segunda-feira dos serviços de registos e do notariado, tendo sido convidado a comentar os dados divulgados hoje pela agência Lusa que dão conta de que 22 jovens entre os 16 e os 18 anos mudaram de nome e de sexo no cartão de cidadão em 2019.

“A lei foi aprovada recentemente. Houve diminuição da exigência de certificação médica, mas as pessoas merecem tutela jurídica. Consigo compreender que nas grandes metrópoles seja um fenómeno que aconteça mais pelo enorme número de população e estamos preparados para isso, mas mais importante é a privacidade que este tema merece”, disse o presidente do STRN.

Arménio Maximino, que falava junto à Conservatória do Registo Comercial do Porto, sublinhou: “Andamos a lutar para que a privacidade no atendimento aumente”.

De acordo com dados do Instituto de Registos e Notariado (IRN) enviados à agência Lusa, este ano 19 raparigas pediram para passar a ter nome masculino e três rapazes solicitaram a alteração para um nome feminino.

A lei de identidade de género permite, desde 08 de agosto de 2018, o direito à autodeterminação da identidade e expressão de género e a mudança da menção do nome e do sexo no registo civil a partir dos 16 anos, mas com a obrigatoriedade de um relatório médico para atestar a vontade dos menores com idades entre os 16 e os 18 anos.

Este relatório médico, que pode ser subscrito por qualquer médico ou psicólogo inscrito nas respetivas Ordens, foi incluído para corresponder a um pedido feito pelo Presidente da República, que, inicialmente, vetou a lei.

Globalmente, e segundo os dados do IRN, este ano 135 pessoas com idades entre os 16 e os 58 anos fizeram pedidos para alterar o nome e o género no cartão do cidadão. O maior número de pedidos foi recebido em Lisboa, com 39, seguido do Porto, com 12.

Nas férias, fique atento e quando ouvir uma cigarra… grave

© Lusa

desafio, que decorre até 30 de setembro, foi lançado por uma equipa de investigadores da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, tem o nome de ‘Cigarras de Portugal – insetos cantores’ e insere-se numa iniciativa mais ampla, a da criação, em curso, da primeira ‘Lista vermelha de invertebrados’ do país.

De acordo com o mais recente censo de cigarras, feito pelos cientistas em 2004, existem em Portugal 13 espécies que se agrupam em pequenos núcleos nas regiões do Norte, Centro, Alentejo e Algarve.

Mas, segundo a investigadora Paula Simões, do Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais (cE3c) da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, é preciso ter um “registo mais fino e detalhado da sua localização”.

A especialista no estudo das cigarras explicou à Lusa que o desafio lançado às pessoas propõe-se obter dados que permitam “conhecer melhor a área de distribuição” das espécies identificadas em Portugal, monitorizar a sua população e avaliar a vulnerabilidade ao risco de extinção” e “promover a ciência-cidadã”.

Os dados recolhidos pelas pessoas – som emitido pelas cigarras, a data e a localização geográfica dos registos sonoros, preferencialmente com as coordenadas GPS – podem ser enviados para a página do projeto ‘Cigarras de Portugal – insetos cantores’ na rede social Facebook ou para a plataforma digital Biodiversity4All.

A informação reunida possibilitará aos cientistas saberem com maior exatidão qual o “estatuto de ameaça das espécies” de cigarras em Portugal.

Paula Simões estima que metade das espécies identificadas em 2004 no território continental enfrenta “várias ameaças”. A perda de ‘habitat’, devido à desflorestação, à urbanização e à agricultura intensiva e ao uso de pesticidas, e a poluição são apontados pela investigadora como os fatores que mais têm contribuído para o declínio da população.

Uma das espécies que preocupa os cientistas é o cegarregão (“Lyristes plebejus“), a maior cigarra existente em Portugal: tem cerca de cinco centímetros de comprimento e seu canto faz lembrar o ruído de uma panela de pressão, destaca a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa em comunicado.

O comunicado assinala que, “outrora abundante na região Centro”, é uma das espécies que “se encontram em acentuado declínio”.

Os peritos estimam que haja 3.500 espécies de cigarras em todo o mundo, sobretudo nas regiões subtropicais. A Península Ibérica apresenta uma “variedade de clima e paisagem” que justifica o aparecimento das espécies identificadas em Portugal, algumas raras, referiu Paula Simões.

As cigarras, conhecidas pelo seu canto característico no verão, tendem a agrupar-se em pequenos núcleos, o que explica que numa mesma zona de árvores se possam ouvir num determinado ponto e não noutro relativamente próximo.

Apenas os machos cantam, para atrair as fêmeas para o acasalamento, durante as poucas semanas de vida que têm enquanto adultos. O canto é específico de cada espécie, permitindo identificar as cigarras que vivem numa determinada região.

Antes de chegarem à fase de adultos, quando emergem às árvores, as cigarras desenvolvem-se durante três anos no solo, alimentando-se da seiva das plantas, adiantou a investigadora Paula Simões, que espera ter “dados mais concretos” sobre a população de cigarras em Portugal em 2020.

Editora científica internacional distingue artigo sobre investigação da Universidade de Coimbra

“Este novo sistema permite a impressão de peças metálicas de grandes dimensões, em vários ângulos e planos, de forma muito mais simples e rápida”, explica a UC, em comunicado enviado à agência Lusa.

O artigo sobre o projeto desenvolvido pela UC em parceria com um investigador de Instituto Tecnológico para a Indústria da Noruega (SINTEF), foi distinguido com o galardão Emerald Literati Award.

“Este prémio é um reconhecimento internacional, ao mais alto nível, da qualidade e novidade do trabalho que temos vindo a desenvolver nesta área muito competitiva em termos internacionais”, refere o comunicado.

O artigo “Advances in robotics for additive/hybrid manufacturing: robot control, speech interface and path planning” é “um dos trabalhos mais excecionais que a nossa equipa leu em 2018”, justifica a editora Emerald, no anúncio da distinção, citada na nota.

Entre as principais mais-valias da investigação, está o facto de dispor de “seis eixos de movimento (o dobro da performance das impressoras 3D tradicionais) e de um software de simulação em tempo real (que evita a necessidade de executar sucessivas tentativas, até se obter um objeto com as características pretendidas)”.

“A nossa estratégia foi a de reunir uma vasta e muito competente equipa internacional, de forma a ser possível realizar contribuições que nos permitam liderar o desenvolvimento científico e industrial nesta área”, refere Norberto Pires, professor do Departamento de Engenharia Mecânica da FCTUC, também citado no comunicado da UC.

“Este trabalho alertou grandes empresas internacionais, o que é muito importante e estratégico para a UC, pois só assim poderemos demonstrar a nossa capacidade de influenciar decisivamente os grandes desafios tecnológicos do século XXI)”, salienta o investigador, acrescentando que tem de se ter “presente que a manufatura-aditiva é uma das tecnologias chave da nova revolução industrial (indústria 4.0)”.

Santiago Hotel: uma verdadeira experiência culinária

Em 2018 deu-se o passo seguinte. Começou por organizar-se algumas aulas de Cooking para hóspedes e clientes não hospedados e fundou-se a Santiago Cooking Academy – com masterclasses de dois dias onde os participantes podem aprofundar os seus conhecimentos sobre determinado tema gastronómico e ter momentos de interação tanto com os produtos como com o Chef.

Mensalmente é organizada uma agenda que agrega todas essas experiências culinárias: desde fins de semana temáticos na Santiago Cooking Academy até aulas de curta duração – que podem ou não estar incluídas no valor da estadia, mas que estão sempre abertos à participação de pessoas externas.

É possível aprender-se a fazer sobremesas, participar numa aula de smoothies, numa noite à volta do Ofyr (um grelhador de alta performance e design apurado, ideal para cozinhar ao ar livre e para momentos sociais), ou ainda descobrir os segredos por detrás do pão alentejano feito no forno a lenha do hotel.

Também a Carta do Restaurante À TERRA foi repensada para ir de encontro às tradições culinárias regionais. O À TERRA, sob a direção do Chef Daniel Censi, volta-se definitivamente para os produtos Alentejanos, como o porco preto, o borrego, os queijos e enchidos ou as ervas aromáticas, selecionados pela sua qualidade e sazonalidade, numa verdadeira experiência farm to table.

Para além disso a localização privilegiada do Santiago Hotel deixa ainda espaço para escapadelas de cariz cultural – com uma visita à cidade de Santiago do Cacém, ao castelo árabe e às ruínas de Miróbriga – ou para escolher este hotel como destino de Verão, ideal para quem aprecia ambientes naturais de grande beleza e desportos náuticos.

Seja Verão ou Inverno, o Santiago Hotel Cooking & Nature é uma escolha a ter em consideração e onde as opções de atividades – sejam elas culinárias, de natureza ou cultura – não irão desapontar.

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