• next generation event
Inicio Autores Posts por Elisabete Teixeira

Elisabete Teixeira

3964 POSTS 0 COMENTÁRIOS

Bem me quer, mal me quer. Porque uns partem e outros ficam

Outra constatação óbvia é o facto de, não obstante as empresas defenderem e batalharem por uma entidade própria, que passa por construir um espaço onde os colaboradores se sentem bem, estas mesmas empresas são, para uns, o melhor local do mundo, e para outros, um verdadeiro calvário.

Não se trata de nenhum fenómeno estranho de mutação. Estas diferenças residem no facto de serem as pessoas que constroem as organizações. Tornou-se há muito tempo evidente que os motivos por que umas pessoas partem e outras ficam, umas são felizes e outras vivem num calvário, residem nas diferentes formas de Gestão dentro da mesma organização.

Os Gestores, Chefes, Managers, Patrões, enfim, os Decisores, marcam toda a diferença. Preocupa-me saber que existem empresas onde a Gestão de Pessoas é exercida por aqueles que tocaram no Poder por via de uma promoção devida a excelentes performances em funções anteriores, e lhes é pedido que tomem decisões para as quais não estão nem foram preparados.

Se existe o estigma do desgoverno, é em cenários Dantescos como este que os encontramos, criando traumas, inseguranças, desencantos em pessoas que, noutro contexto fariam toda a diferença, por vezes de modo tão óbvio que se tornam ameaças aos pequenos tronos que proliferam dentro das organizações.

No sentido de perceber o estado da arte no seu interior, uma grande organização desenvolveu um estudo durante 10 anos para identificar o perfil do Gestor Ideal. E, sem grande surpresa, as conclusões tocam no que parece ser tão evidente. Tudo começa e termina na forma como as pessoas exercem o seu poder sobre os outros.

Sem grandes surpresas este estudo mostrou que as competências técnicas são menos relevantes quando comparadas com o peso da Inteligência Emocional, sendo esta constatação válida não só para Managers, mas para todos os elementos da organização.

De modo resumido, os Gestores que fazem a diferença nas organizações, que são seguidos pelas suas equipas não por obrigação, mas porque conquistaram o Respeito e o Reconhecimento, têm a capacidade de oferecer um bom coaching; não resolvem os problemas, mas conduzem à sua resolução.

As pessoas necessitam de ter espaço para tomar decisões, autonomia para correr riscos (ponderados) e até para cometer erros. Assim se discute o que foi feito e assim se aprende a fazer melhor. Ao Manager cabe a responsabilidade de reunir toda a informação retirada desta forma de estar em equipa.

Ao serem discutidos os procedimentos, é fundamental que todos os colaboradores sintam a tranquilidade psicológica de saber que ninguém irá usar o poder para punir, menosprezar, ofender a sua dignidade enquanto pessoas. Neste ambiente tranquilo, as pessoas sentirão o peso e o stress inerentes à sua atividade profissional e o constrangimento de algo que não correu bem. Há que rapidamente retomar, fazer de novo.

Comunicação, a base fundamental para uma melhor produtividade e focalização nos resultados, ao partilharmos a mesma visão e objetivos. Assim, discute-se performance de modo claro e aberto, em discurso direto. Todos sabem o que se passa e a todos é dada a responsabilidade por tal.

Um bom Manager não tem que saber fazer tudo, mas tem que perceber como tudo acontece. Isto significa que tem que ter as competências técnicas para identificar as dificuldades e os desafios dos seus colaboradores. Assim, ter uma Visão Global da organização é fundamental para ser respeitado por todos.

Quando é chegada a hora, o Líder toma decisões, ponto final. Sem ser impulsivo, tem certezas baseadas no seu saber e experiência, nos factos que o rodeiam e nas opiniões de outras pessoas.

E são pessoas com este perfil de respeito pelos outros, uma capacidade inigualável de comunicar, a segurança e o saber que sustentam uma visão global das organizações, que diariamente inspiram os outros, os fazem querer permanecer nas empresas e ser um dia os novos Líderes.

Miguel Coelho, Country Manager da Procare Health Portugal

Anunciada a 3ª edição do Rock in Rio Innovation Week @LACS

Créditos: AGENCIAZERO.NET

A 2ª edição do Rock in Rio Innovation Week @LACS contou com a presença de mais de 2.000 pessoas focadas nos desafios e oportunidades, pessoais e profissionais, num mundo em constante transformação. A educação foi um dos temas em destaque, com a presença de mais de 100 professores de todo o país.

A 2ª edição do Rock in Rio Innovation Week @LACS trouxe até Lisboa mais de 100 workshops e talks, dezenas de conteúdos e oradores, sessões de networking, experiências de aprendizagem e muita música. A reinvenção dos modelos de trabalho e de educação, a empatia e a criatividade como ferramenta de negócios, a liderança feminina e a evolução tecnológica acelerada, foram alguns dos temas em destaque na programação. Contando com a presença de mais de 2.000 pessoas, com o primeiro dia do evento esgotado, os conteúdos digitais publicados ao longo da semana no Facebook e Instagram alcançaram mais de 300.000 pessoas. As datas da terceira edição do evento já estão marcadas: de 23 a 26 de junho de 2020 no LACS e espaços envolventes.

A Galp, founding partner do Rock in Rio Innovation Week, promoveu o debate em torno das novas formas de aprendizagem, convidando André Bello a falar sobre as revoluções atuais e as oportunidades que estão a surgir, Daniel Aisenberg a questionar até que ponto as empresas incentivam uma atitude de colaboração interna e Paulo de Carvalho a mostrar como é possível inovar nas empresas. Para Rui Mendes da Costa, Head of Learning and Training da Galp “a ligação entre a Galp e o Rock in Rio Innovation Week é muito natural visto que ambas as marcas partilham a mesma visão e os mesmos vectores: Aprender a Aprender, Growth Mindset e Responsabilização. A cultura organizacional da Galp prepara as pessoas para receber e abraçar o novo e é precisamente isso que trabalhamos neste evento.”

Entre os temas mais procurados pelos participantes estiveram os conteúdos práticos. Com workshops sempre esgotados, de duração entre uma a três horas, os participantes tiveram a oportunidade de construir guitarras elétricas personalizadas pelas mãos da The Inventors, experimentar fazer parte de um grupo de samba, praticar judo ao ar livre ou procurar o seu “palhaço interior” com Mark Mekelburg, cofundador da Operação Nariz Vermelho. Outro destaque da programação foi o Education Day, promovido pela Microsoft, onde reuniu mais de 100 professores de todo o país, de diferentes ciclos de ensino, para debater a forma como a tecnologia pode ser uma ferramenta na aprendizagem e nos novos modelos de educação. A Microsoft organizou ainda, ao longo dos quatro dias, uma série de speed interviews, colocando em contacto recém-licenciados com managers da empresa.

Para Agatha Arêas, Vice-Presidente de Learning Experience do Rock in Rio, “este ano, o Rock in Rio Innovation Week regressou maior, com mais conteúdos, o que nos levou a expandir a estrutura e criar mais espaços nas zonas envolventes do LACS, como a Casa de Desenho (antigo Speakeasy) e a área exterior da Conde Rocha d’Óbidos. No próximo ano a expansão do evento continuará e o nosso objetivo é que a cada edição a sua dimensão aumente, até que se configure nos arredores do LACS um verdadeiro Rock in Rio Innovation District.”

Outro dos momentos onde os participantes marcaram forte presença foram os finais de tarde no rooftop do LACS. Com vista para o Rio Tejo e a Ponte 25 de Abril, ao som de vários artistas e DJs, os participantes reuniram-se ali para momentos de networking, trocar ideias com os oradores, a equipa organizadora, com os responsáveis das marcas patrocinadoras – com várias ativações no local (Coruja, Rituals, Galp, Microsoft, Mytho) – ou simplesmente para relaxar, fazendo o balanço de cada dia. A 3ª edição do evento está marcada para 23, 24, 25 e 26 de junho de 2020.

ONE adere à plataforma de navegação digital de blockchain “TradeLens”

A ONE está constantemente a fortalecer e a expandir a sua cobertura para atender às exigências desafiadoras do mercado crucial da Ásia, e reconhece que a expansão da colaboração digital é fundamental para a evolução da indústria do transporte marítimo de contentores. Com cinco das seis maiores operadoras do mundo a colaborar, o espectro da plataforma estende-se agora a mais da metade da carga mundial de contentores oceânicos. Os transportadores podem esperar uma maior transparência, assim como uma eficiência acelerada nas cadeias de fornecimento, para acompanhar o comércio global.

Múltiplos processos de transporte e comércio de mercadorias são dispendiosos, em parte, devido a sistemas manuais e baseados em papel. Substituindo essas trocas de informações par-a-par e muitas vezes não confiáveis, a plataforma facilitará a ONE a conectar-se digitalmente, a compartilhar informações e a colaborar com todo o ecossistema da cadeia de fornecimento de envio. Esta ação facilitará à ONE uma maior colaboração na digitalização e trará novas oportunidades, anteriormente indisponíveis.

“Acreditamos que essa abordagem inovadora baseada em padrões e governação abertos pode beneficiar toda a indústria e, ao mesmo tempo, beneficiar os nossos clientes que dependem da indústria mundial de transporte marítimo para movimentar um volume de mais de 120 milhões de TEU por todo o mundo”, afirmou Noriaki Yamaga, Diretor Administrativo, Corporativo e de Inovação da Ocean Network Express, acrescentando ainda que, “As oportunidades para impulsionar uma maior inovação em toda a cadeia de fornecimento de transporte são enormes e estamos entusiasmados com a oportunidade de fornecer a nossa liderança e conhecimento para ajudar a plataforma a evoluir”.

A ONE e a Hapag-Lloyd irão operar em nó de blockchain, participar em consenso para validar transações, armazenar dados e assumir um papel crítico de agir como âncoras de confiança, ou validadores, para a rede. Ambas as empresas estarão representadas no Conselho Consultivo da TradeLens, que incluirá membros de toda a cadeia de fornecimento, para aconselhar sobre padrões de neutralidade e abertura.

Sobre a TradeLens
A plataforma TradeLens foi desenvolvida em conjunto pela Maersk e pela IBM. A TradeLens é uma plataforma de indústria aberta e neutra, sustentada pela tecnologia blockchain, apoiada pelos principais players da indústria global de navegação. A plataforma promove a troca eficiente, transparente e segura de informações, a fim de promover uma maior colaboração e confiança em toda a cadeia de fornecimento global. www.tradelens.com

Nielsen na vanguarda da comunicação digital inteligente

O Digital Audience Profiler pretende responder ao objetivo final de compreensão das audiências como fator-chave para liderar campanhas de marketing eficazes. Face a um universo imenso de público existente em plataformas de social media, como se torna possível às marcas saber o que procuram os seus consumidores, quais os seus interesses, aquilo que os move e qual o meio mais fácil para os alcançar? E como podem adaptar a sua estratégia em termos de targets identificados, canais utilizados e conteúdo elaborado?

Tal como explica João Otávio, Client Development Senior da Nielsen, “a facilidade em utilizar soluções digitais não se verifica apenas entre os consumidores, mas também no crescente investimento realizado por parte das marcas. É cada vez mais notório o interesse por este tipo de veículo de divulgação e, como consequência, a necessidade de conseguir avaliar a eficácia do processo de comunicação, o seu retorno para a visibilidade da marca e o seu impacto nos resultados alcançados. A Nielsen, através de dados quantitativos, é agora capaz de apontar exatamente qual o público online e o caminho mais fácil para o alcançar, cruzando as suas características demográficas e comportamentais.” 

A segmentação dos targets e a definição de um público de referência como objeto de estudo permitem chegar a resultados analíticos e insights relevantes para a implementação de campanhas de sucesso. Cada marca ou insígnia pode, de acordo os seus objetivos específicos, definir a audiência a estudar com base em variáveis sociodemográficas e em comportamentos e interesses identificados. Este perfil é depois analisado em comparação com um universo de referência, de forma a que sejam tiradas conclusões sobre as especificidades do público a analisar.

No sentido de exemplificar a solução disponibilizada, a Nielsen realizou uma análise aos Fado Lovers, procurando identificar interesses partilhados dentro deste grupo. Neste caso, a audiência estudada foram os utilizadores de redes sociais localizados em Portugal, com idades entre os 18 e os 65 anos, que manifestam interesse em Fado, analisados em comparação com a população em geral.

A avaliação implementada através da solução Digital Audience Profiler permitiu constatar que quem aprecia este estilo musical possui gostos mais amplos em termos de música. O público-alvo expressa, de forma global, uma maior afinidade pela generalidade dos estilos, o que parece indicar um genuíno gosto pela música, sendo a música clássica a que mais se destaca. A afinidade é demonstrada também relativamente a atividades artísticas como o teatro, a arquitetura, a pintura, a escrita e eventos musicais diversos, tais como espetáculos de ópera, concertos e teatro musical.

A solução da Nielsen revela ainda que os amantes de Fado são também leitores ávidos, com uma particular inclinação pela obra de Fernando Pessoa. Outros autores, como Luís de Camões, José Saramago ou Sophia de Mello Breyner Andresen, são também escolhas relevantes entre este grupo.

São também fãs de diferentes tipos de cozinha. Se as cozinhas francesa, italiana e espanhola (mediterrânica) estão em evidência, são também referenciadas opções mais exóticas, exemplo da japonesa, chinesa, coreana ou do Médio Oriente.

Os integrantes deste grupo são mais atentos a temáticas e preocupações sociais do que o público em geral. Tópicos como o voluntariado, a ecologia, os direitos humanos, a política, o ambiente e a sustentabilidade são os que representam uma maior motivação para este grupo.

Um interesse especial pelo Fado é notório em Coimbra e Lisboa, assim como nos vários distritos do Centro e Sul de Portugal, tais como Évora, Santarém, Beja, Setúbal e Portalegre, que apresentam uma maior proporção de Fado Lovers, comparativamente com a população em geral. Este perfil é mais feminino (60%) e mais maduro do que média da população nacional.

A solução Digital Audience Profiler, da Nielsen, permite-nos ainda compreender, por exemplo, quais as redes sociais mais utilizadas por este público, os canais de informação que visitam, as personalidades por quem se interessam ou as marcas com que têm maior afinidade, entre muitas outras variáveis.

Espelho dourado: uma nova tonalidade de espelho agora à sua disposição

Apresentamos-lhe assim o Espelho Dourado:

Espessuras:
4mm e 6mm

Dimensões máximas:
3210 x 2550 mm

Aplicações:
Casas de Banho, Quartos, Paredes e os mais diversos tipos de revestimento semelhantes aos espelhos convencionais.

Ordem dos Nutricionistas congratula-se com a redução da obesidade infantil mas exige mais ação

A Ordem dos Nutricionistas congratula-se com os dados anunciados hoje do COSI Portugal 2019, que revelam que a prevalência de excesso de peso em crianças entre os 6 e os 8 anos apresenta uma tendência decrescente. De 2008 até 2019 este valor baixou 8,3%, isto é de 37,9% para 29,6%. Relativamente à obesidade infantil registou-se um decréscimo de 3,3%, encontrando-se atualmente nos 12%.

Para a Bastonária da Ordem dos Nutricionistas, Alexandra Bento, esta redução é marcante e revela um esforço conjunto do país na melhoria do estado nutricional das crianças. Portugal atingiu, assim, a meta da Organização Mundial da Saúde, com vista a limitar o crescimento da prevalência de excesso de peso e obesidade na população infantil.

“Estamos no bom caminho, mas é necessário dar continuidade às medidas de saúde pública que Portugal tem vindo a implementar, bem como às que prevê adotar. É precisamente nestas faixas etárias que devem ser direcionados os maiores esforços, sendo a escola o local privilegiado onde as crianças e adolescentes podem adquirir conhecimentos e competências para a adoção de comportamentos alimentares mais saudáveis”, reforça Alexandra Bento.

Recorde-se que, em fevereiro de 2018, a Ordem dos Nutricionistas apresentou uma proposta à Secretária de Estado Adjunta e da Educação, alertando para a necessidade de integrar nutricionistas nas escolas em todo o país. Estes profissionais seriam responsáveis pela garantia do controlo da qualidade e quantidade das refeições escolares, nomeadamente ao nível da oferta alimentar e da higiene e segurança alimentar, assegurando simultaneamente a adequação alimentar e nutricional da oferta e a respetiva monitorização e fiscalização. Até ao momento a Ordem dos Nutricionistas ainda não recebeu qualquer resposta sobre esta proposta.

De acordo com o COSI Portugal 2019, o sistema de vigilância nutricional das crianças em idade escolar (dos seis aos oito anos), coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge, em articulação com a Direção-Geral da Saúde, a prevalência de excesso de peso e de obesidade infantil na última década tem diminuido em Portugal. Entre 2008 e 2019, a prevalência de excesso peso infantil caiu de 37,9% para 29,6% e a de obesidade nas crianças baixou de 15,3% para 12,0%.

Artistas por um dia com Vhils

Alexandre Farto aka Vhils, a partir de um convite da Fundação Rui Osório de Castro, realizou um workshop com um grupo de crianças entre os 7 e os 18 anos em tratamento no IPOFG de Lisboa. Proporcionou um dia diferente a estas crianças e a alguns familiares que as acompanharam. Visitaram o estúdio do artista e ficaram a conhecer várias das técnicas por ele utilizadas. Mas tiveram também a oportunidade de pôr a mão na massa e de serem eles próprios os artistas.

A iniciativa inseriu-se num trabalho que a Fundação Rui Osório de Castro desenvolve regularmente. Como explica a diretora-geral da Fundação, Cristina Potier: “Trabalhamos todos os dias para estas crianças e para as suas famílias. Através da informação, porque sabemos que famílias informadas são famílias mais tranquilas, e a apoiar a investigação, porque também sabemos que sem investigação não se evolui. Estas iniciativas são pontuais mas dão-nos uma satisfação enorme. É uma experiência ímpar. A oportunidade de conhecer o Vhils e trabalhar lado a lado com ele é algo que aquelas 10 famílias nunca mais irão esquecer. Obrigada ao artista e à sua equipa por terem tornado este momento uma realidade.”

Alexandre Farto também transmitiu a sua perspectiva: “Já não é a primeira vez que colaboramos com a Fundação Rui Osório de Castro e a experiência é sempre muito boa. Hoje foi um dia muito especial pela oportunidade de partilhar o meu processo de trabalho com este grupo de crianças, a minha equipa esteve lado a lado com elas, a preparar billboards que fazemos com posters de rua, e foi para nós muito enriquecedor.”

De recordar que em outubro de 2018 o artista, em parceria com a Underdogs, doou a receita da venda de cinquenta serigrafias e dez provas de artista da edição Intangible, que se destinou aos projetos informativos e de apoio à investigação em oncologia pediátrica da Fundação. Já o resultado deste workshop em especial será doado ao IPOFG e deverá ficar exposto.

O LG Xplorers está de volta e procura jovens talentos para a LG Portugal

A 2ª edição do LG Xplorers, o programa de estágios da LG Portugal, já teve início e as candidaturas encontram-se abertas até 12 de julho. A iniciativa da empresa de tecnologia dará a oportunidade a 6 jovens talentos de terem sua primeira experiência profissional nas áreas de Sales Support, Marketing, Supply Chain Management, Finance & Accounting, IT Sales Support ou Business Division – Energy.

À semelhança da edição de 2018, o processo de seleção contará com 5 fases, entre as quais uma entrevista em vídeo e um final pitch nos escritórios da LG Portugal, sendo a principal inovação a possibilidade de candidatura através do Messenger do Facebook.

Os escolhidos para integrar a Leading Generation terão acesso a um estágio de 9 meses, com o objetivo de implementarem projetos específicos nas áreas funcionais para que serão selecionados, e ainda a uma bolsa de estágio.

Face ao sucesso da primeira edição, que foi acolhida como um caso de sucesso dentro da LG e replicada noutros países da Europa, Rui Moita, Diretor de Recursos Humanos da LG Portugal refere que “a 2ª edição do LG Xplorers traz mais inovação e mais oportunidades de crescimento para todos os interessados em pertencer ao universo LG” e sublinha que “a 1ª edição do programa chegou a mais de 3900 pessoas e gerou 229 candidaturas, números que colocam uma fasquia ambiciosa para 2019”.

Os jovens interessados poderão submeter a sua candidatura no website oficial do programa em www.lgxplorers.pt ou através da página de Facebook – https://www.facebook.com/lgxplorers/ – até dia 12 de Julho.

Polipol implementa a Sala de Corte 4.0 da Lectra para Made to Order

Após mais de 20 anos de colaboração, a Lectra e a Polipol expandiram a parceria para o corte de tecido assente nos princípios da Indústria 4.0. A Polipol optou por implementar a solução de Sala de Corte 4.0 da Lectra para Made to Order como parte da sala de corte existente. A Polipol foi um parceiro importante de I&D durante a fase de desenvolvimento da Sala de Corte 4.0 para Made to Order, assegurando que a nova solução iria satisfazer os requisitos dos fabricantes de mobiliário.

A Sala de Corte 4.0 para Made to Order consiste na plataforma de corte digital e na solução de corte de tecido em folha simples Virga® da Lectra. Em conjunto, criam um processo de produção inteligente que interliga todas as etapas desde o processamento da encomenda até ao corte. As tecnologias da Indústria 4.0 permitem a gestão da complexidade da produção por encomenda e eliminam as limitações existentes na sala de corte.

Com fluxos de dados digitalizados entre o sistema ERP e o departamento de corte, a Polipol adquire mais transparência e controlo sobre todo o processo de produção. Desta forma, o fabricante de mobiliário estofado pode fazer face às exigências crescentes de individualização, prazos de entrega mais reduzidos e alta qualidade a preços acessíveis. A Polipol deseja alcançar mais agilidade e produtividade mais elevada, eficiência de custos e expansibilidade.

“Para suportarmos o crescimento futuro da Polipol, precisamos de uma base bem estruturada de inovação e tecnologia de vanguarda. A Lectra é um dos parceiros-chave para a nossa sala de corte Indústria 4.0 voltada para o futuro”, afirmou Gerd Hemmerling, fundador e diretor-geral, Polipol.

“A Polipol e a Lectra partilham a mesma filosofia de inovação: as duas empresas assumem o compromisso de operarem como pioneiras na indústria. A implementação da Sala de Corte 4.0 para Made to Order na Polipol é um projeto inovador para a transformação digital na indústria de mobiliário estofado e outro ponto importantíssimo na nossa estratégia para a Indústria 4.0”, afirmou Daniel Harari, Presidente e CEO, Lectra.

O projeto Indústria 4.0 segue a implementação por parte da empresa de um centro de competência em pele na instalação fabril da Polipol em Wagrowiec, Polónia, uma das fábricas de mobiliário estofado mais avançadas do mundo. O centro, que tem oito máquinas de corte Versalis da mais recente geração, com 14 estações de digitalização, está na vanguarda da inovação no mercado de produção de mobiliário estofado.

Uma vez que a indústria do mobiliário está a passar por uma mudança acentuada, a estratégia Indústria 4.0 da Lectra disponibiliza soluções de vanguarda que irão ajudar os fabricantes a colocar o mobiliário mais rapidamente no cliente, de forma mais rentável e com mais opções de customização do que nunca. Seguindo a introdução da Sala de Corte 4.0 para Made to Order no ano passado, a Lectra anunciou mais ofertas para 2019, com vista a desenvolver ainda mais esta estratégia na indústria de mobiliário estofado.

Como tirar o máximo de proveito dos maiores ativos: os middle managers

“Como vínculo entre a liderança sénior e a equipa operacional, o middle management é muitas vezes a chave para o sucesso de uma empresa”, Mário Gonçalves, Head of Hays Response. “Eles incorporam a cultura de uma organização, fazem a mudança acontecer, são responsáveis pela entrega de resultados e são essenciais para a retenção dos colaboradores. No entanto, a subvalorização do middle management é muito comum em algumas empresas.”

Esta é uma opinião apoiada pela Dra. Zara Whysall, Head of Research da Kiddy & Partners, especialista em gestão de talentos. No último Hays Journal, afirma: “Durante anos, os middle managers foram negligenciados quando se trata de temas como a gestão de talentos, estando numa posição de não terem o controlo máximo entre os ‘principais talentos’ e ‘estrelas em ascensão’”

Whysall acredita que todo o conceito de middle management precisa de um novo rebrand, para uma posição que seja reconhecida como uma aptidão. Mário Gonçalves, Head of Hays Response acrescenta “A função precisa de ser valorizada, pelo que é necessário criar uma cultura sólida alicerçada nos valores das organizações, apostar no crescimento e desenvolvimento através de planos de carreira dos middle managers definido objetivos claros, quantificáveis e atingíveis.”

EMPRESAS