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Elisabete Teixeira

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Predibisa colocou 42 mil m2 de área de escritórios no Grande Porto em 2018

Edifício Urbo Business Center

A Predibisa Corporate, consultora imobiliária especializada no norte do país, foi responsável pela colocação de uma área total de 42.605 m2, comercializada em 2018 no Grande Porto. Apesar do registo na procura por novas instalações e entrada de novas empresas na região, foram a mudança de instalações e a expansão de empresas que dominaram mais de metade dos negócios concretizados. O edifício Urbo Business Center, em Matosinhos, com a instalação do BNP Paribas e o  novo centro tecnológico de I&D do Prozis Group, na Maia, foram as maiores transações do ano na região, colocadas pela Predibisa, ambas com uma área de mais de 15 mil m2.

Graça Ribeiro da Cunha, responsável da Predibisa para a área dos Escritórios, refere: “ O ano de 2018 foi muito representativo no segmento de escritórios no Grande Porto, confirmando o elevado dinamismo no ciclo de procura ao longo dos meses, facto que originou um acentuado incremento no número de transações. Se do lado da procura temos assistido a um crescimento alavancado pelas multinacionais, que elegem cada vez mais o Grande Porto para se instalarem, também as empresas já instaladas, mas em fase de crescimento, têm interesse em se deslocalizarem para edifícios com melhores infraestruturas.” 

Forte atratividade do Porto no mercado de procura de escritórios

Ao longo dos quatro trimestres do ano passado, no Porto, mais especificamente na Boavista (zona 1) e considerada zona prime, foi onde se concentraram o maior número de negócios (19), num total de 14.618 m2 transacionados. Constatámos também que Matosinhos (zona 6) e Maia (zona 5) foram os concelhos da Área Metropolitana do Porto com grande dinâmica no segmento, no que respeita aos maiores negócios em termos de ocupação de área. As maiores transações de 2018 na região asseguradas pelas Predibisa, ambas com uma área superior a 15 mil m2 dizem respeito ao edifício Urbo Business Center, em Matosinhos, com a instalação do BNP Paribas, e ao  novo centro tecnológico de I&D do Prozis Group, na Maia.

A mudança de edifício e a expansão das empresas foram as principais motivações para a ocupação de área em 2018, num total de 44 negócios identificados, 26 dos quais realizados pela Predibisa Corporate. Os setores mais representativos foram o das “Energias Renováveis e Ambiente”, com o maior número de operações, seguido pelas “TMT’s & Utilities” e o setor de “Serviços Financeiros”, com o maior volume de área ocupada.

Atualmente, a Predibisa está envolvida em três grandes projetos, como é exemplo o POP – Porto Office Park, um edifício novo projetado de raíz, em construção junto a Francos, e que resultará em mais 31 mil m2, a partir de setembro de 2019; a reabilitação do edifício do Palácio dos Correios, nos Aliados, com 17 mil m2 de área bruta locável e que estará pronto no último trimestre deste ano, e o projeto de expansão da Lionesa, em Leça do Balio, que  vai possibilitar a duplicação da oferta atual nos próximos anos.

Já o edifício BOC – Boavista Office Center, um edifício totalmente reabilitado foi colocado na sua totalidade em 2018 e será integralmente ocupado no início deste ano por uma só empresa, tendo reduzido em menos de 8 mil m2 de oferta neste segmento na Boavista, aquela que é considerada zona prime do Porto. A responsável da Predibisa considera, no entanto, que “estes projetos não serão suficientes para abranger a elevada procura por parte de novas empresas sobretudo multinacionais, que procuram o Porto como alternativa a outras cidades europeias, ou a deslocalização de empresas que se encontram mal instaladas e em fase de expansão.”

A Livraria Lello celebra 113 anos, do Porto para o Mundo.

Livraria Lello

Para nós 13 é dia de sorte. Foi neste dia que, logo no primeiro mês do ano de 1906, há 113 anos, abrimos as portas para chegar ao futuro. É esse futuro que comemoramos em cada aniversário. Fazemo-lo através da melhor forma que conhecemos, celebrando os Livros e a Leitura; os Autores e os Leitores.  E celebrando também duas causas que nos acompanharam durante todo o ano de 2018: o Fado como “coisa do Porto” e a Língua Gestual Portuguesa como “coisa” de todos nós.

A partir das 12h00, e até às 19h de domingo, dia 13 de janeiro, estaremos juntos, de portas abertas e de acesso livre, à volta de dois Livros que são dois tesouros. Um que nos conta epopeias vividas e nos lembra a inveja sobrevivente; e outro que nos diz aventuras imaginadas para nos recordar como sonhar o que se vive é o supremo ato de liberdade.

As montras da Livraria Lello ganharão vida para, a partir delas e em todo o interior da Livraria Lello, homenagearmos o universo do nosso poeta nacional, Camões; e o do herói internacional que partilhamos com todo o planeta, Harry Potter.

Como as letras não se esgotam nos livros, partilharemos com os primeiros leitores que nos visitem neste dia (a partir das 12h00), 1906 fac-símiles  da primeira Gazeta portuguesa, a chamada Gazeta da Restauração (1641), homenageando assim todos os homens de letras que são os jornalistas e os indispensáveis livros do quotidiano que são os jornais, que vivem hoje, uns e outros, um delicado momento de reconfiguração da sua missão original: contarem-nos o mundo que vivemos para que nele possamos viver de facto.

LIVRARIA LELLO, UMA LIVRARIA DE CAUSAS 

A Livraria Lello abraçou durante o ano de 2018 e continuará a abraçar durante 2019 uma série de causas, das quais se destacam Os Lusíadas, a Língua Gestual Portuguesa e o Fado.

Às 16h00, no primeiro andar da Livraria, será inaugurada a exposição A Severa que vocês nunca viram – instantâneos em torno do primeiro fonofilme português: “A Severa”. Com curadoria científica da Universidade de Aveiro e no âmbito da qual estarão expostos alguns dos primeiros fonogramas gravados em Portugal e será exibido, numa colaboração com a Cinemateca Portuguesa, o primeiro fonofilme produzido no nosso país, A Severa (1930).

Pelas 16h30 inicia-se uma conversa aberta em torno do tema O Porto, o Fado e outras Músicas, promovida pela Universidade de Aveiro com três convidados –  José Moças, Maria do Rosário Pestana e Rui Vieira Nery, com moderação de Jorge Castro Ribeiro.

Às 18h00, e ainda subordinado ao tema Livraria Lello, uma Livraria de Causas, a institucionalização da Língua Gestual Portuguesa como Língua Curricular por Gilda Nunes Barata e José Saraiva, e Os Lusíadas por Maria João Lopo de Carvalho.

Para encerrar as celebrações dos 113 anos da Livraria Lello, às 18h30 a fadista Patrícia Costa vem cantar o Fado da Livraria Lello, um poema criado pela poeta Maria do Rosário Pedreira, e outras músicas do Porto, acompanhada pelos seus músicos Pedro Martins, na guitarra portuguesa, João Moutinho na viola de fado, e Luís Lumini no baixo.

Celebramos esta festa na nossa cidade de sempre, o Porto. Cidade livreira, cidade cultural e cidade turística distinguida pela autenticidade. Se há um visível e reconhecido amor da cidade do Porto pela cultura, esse amor realiza-se no Património e na Literatura desde há muito, o Porto é, e bem, visto como uma cidade literária, através dos seus jornais, tertúlias, autores, editoras, leitores e livrarias.

Precisamente no núcleo histórico da cidade do Porto mora um ícone que se conseguiu partilhar a todo o mundo como tesouro da cidade, que vive, expande e multiplica este amor da cidade pela Literatura: ele dá, há quase 113 anos, pelo nome de Livraria Lello e está pujante como nunca esteve, recebendo diariamente milhares de leitores, sendo a livraria que mais vende e exporta literatura portuguesa em língua estrangeira e tendo um vasto programa cultural quase diário que edifica a sua vocação de livraria de todos os leitores e de livraria dos melhores autores.

O crescente fluxo turístico na cidade não nos afastou da nossa verdadeira essência: fazer dos turistas leitores, ser uma embaixadora da cultura com projeção em todo o globo e um porta estandarte orgulhoso da identidade portuguesa.

Somos, muitos dizem e nós naturalmente concordamos, um templo às Letras e às Artes da cidade e do mundo, um espaço de saber e do livro. Nascemos para ser livraria e assim nos mantemos, fiéis à identidade que vivemos desde 1906, a mesmíssima identidade que nos guiará nos próximos 113 anos.

Fevereiro traz o colorido das flores e muita diversão aos parques e monumentos de Sintra

créditos: PSML/LuisDuarte

No fim de semana de 9 e 10 de fevereiro, das 10h00 às 18h00, o Terreiro do Palácio Nacional de Sintra fica mais colorido com a “Exposição de Camélias e Orquídeas”. Antecipando a primavera que se aproxima, este evento anual promove o valor botânico associado às camélias e orquídeas em Sintra e permite admirar os melhores exemplares destas espécies trazidos pelos participantes. Também é possível adquirir plantas e assistir a demonstrações gratuitas de técnicas de propagação, de poda, de envasamento e de manutenção. A edição de 2019 é dedicada ao Japão e conta com espetáculos, workshops e visitas guiadas, tudo atividades com entrada livre, mas que, em alguns casos, implicam uma inscrição prévia. A exposição é organizada pela Parques de Sintra em colaboração com a Associação Portuguesa de Camélias (APC) e com o Clube dos Orquidófilos de Portugal (COP).

A 16 de fevereiro, às 9h30, na Quintinha de Monserrate, celebra-se o dia de Darwin (que se assinala a 12 de fevereiro), com uma sessão de anilhagem. Através desta iniciativa, pretende-se que todos possam descobrir um pouco daquele que é o trabalho diário fascinante de muitos cientistas, que trabalham para estudar e proteger a biodiversidade. A anilhagem é uma técnica científica que, embora simples, permite aceder a várias informações sobre as aves (peso, sexo, idade, entre outras), através da sua captura temporária e colocação de uma anilha de identificação em cada indivíduo. É um processo muito importante na conservação da avifauna, que os participantes nesta sessão podem conhecer melhor. Além disso, é uma oportunidade de observar de perto os exemplares capturados e de aprender a distinguir as várias espécies de aves, bem como as suas características.

Para prosseguir a divertida exploração do mundo animal, outra proposta: “Aqui Há Burro!”, na Tapada de D. Fernando II, junto ao Convento dos Capuchos. Todos os sábados, às 10h00, 12h00 e 15h00, crianças e adultos são convidados a interagir com os afáveis, pacientes e calmos burros. A atividade revela aspetos menos conhecidos destes simpáticos animais e termina com um agradável passeio pela floresta de Sintra, em que as crianças montam e os pais conduzem os burros à guia, num clima de cumplicidade.

PROGRAMAÇÃO

Viagem à Corte do Século XVIII

Sábado, 2 de fevereiro, 15h00, Palácio Nacional de Queluz

Pé ante pé, os participantes são convidados a conhecer todos os recantos do Palácio Nacional de Queluz, a ouvir a sua história, a ver pessoas de outra época. Vão ouvir cantar, tocar e ver dançar músicas de setecentos e saber como ali se realizavam grandes festas, que vestidos e outros trajes se usavam neste espaço de enorme beleza e requinte. Vão aprender que os príncipes e os infantes não iam à escola mas tinham muitas matérias para aprender. E muito mais surpresas para descobrir.

– Destinatários: recomendado para famílias com crianças a partir dos 5 anos

– Duração: 2h

– Tarifário: 9€/participante

– Requer inscrição prévia: info@parquesdesintra.pt; +351 21 923 73 00 (dias úteis das 09h30 às 18h30)

– Nota: A realização da atividade depende de um número mínimo de participantes

“Exposição de Camélias e Orquídeas”

Sábado e domingo, 9 e 10 de fevereiro, Terreiro do Palácio Nacional de Sintra

O Terreiro em frente ao Palácio Nacional de Sintra recebe, no fim de semana de 9 e 10 de fevereiro, a “Exposição de Camélias e Orquídeas”, um evento anual que promove o valor botânico associado às camélias e orquídeas em Sintra e que permite observar os melhores exemplares destas espécies trazidos por cada um dos participantes. Nesta mostra é, ainda, possível adquirir plantas e assistir a demonstrações de técnicas de propagação, de poda, de envasamento e de manutenção. Com o tema do Japão em destaque, a edição de 2019 será animada por espetáculos e oferecerá a oportunidade de participar gratuitamente em workshops e visitas guiadas. A exposição é organizada pela Parques de Sintra com a colaboração da Associação Portuguesa de Camélias (APC) e o Clube dos Orquidófilos de Portugal (COP).

– Destinatários: todos

– Duração: das 10h00 às 18h00

– Tarifário: entrada livre. Algumas atividades requerem inscrição prévia e estão sujeitas a um número limitado de participantes.

– Mais informações brevemente em: www.parquesdesintra.pt

Famílias na Floresta

Sábado, 16 de fevereiro, 11h00, Quintinha de Monserrate/Tapada de Monserrate

Oportunidade única para as famílias partirem à descoberta da natureza, onde haverá tempo e lugar para correr, trepar, jogar, dar asas à criatividade e fazer abrigos e obras de arte com elementos naturais. A brincar, faça chuva ou faça sol, estimula-se a aquisição de competências individuais e coletivas, o espírito de equipa, a cumplicidade, a valorização e o respeito pelos outros e pela biodiversidade. As sessões, implementadas pela Parques de Sintra e pela Movimento Bloom, pautam-se por atividades Sharing Nature, metodologia de aprendizagem inspirada no método de Flow Learning, que valoriza a aplicação da componente lúdica aos jogos, atividades e oficinas a realizar, permitindo por meio do brincar, que os participantes aprofundem as relações consigo próprios, com as outras pessoas e com o mundo natural.

A Movimento Bloom é uma associação ambiental, sem fins lucrativos, que dirige, desde 2012, a Sharing Nature Portugal e tem como missão promover, incentivar e divulgar a conservação do meio ambiente, junto das crianças e suas famílias, através de iniciativas que visam a sua ligação à natureza, contribuindo para que estas tenham um papel ativo na sua conservação.

– Destinatários: recomendado para famílias com crianças dos 4 aos 12 anos

– Duração: 2h

– Tarifário: 8€/participante

– Requer inscrição prévia: info@parquesdesintra.pt; +351 21 923 73 00 (dias úteis das 09h30 às 18h30)

– Nota: A realização da atividade depende de um número mínimo de participantes. Recomenda-se a utilização de roupa confortável que se possa sujar e botas de chuva. Os participantes devem trazer muda de roupa completa numa pequena mochila (incluindo calças, meias, roupa interior, t-shirt, camisola).

Anilhagem na Quintinha

Sábado, 16 de fevereiro, 9h30 (Comemoração do dia de Darwin), Quintinha de Monserrate

A anilhagem, técnica científica embora simples, permite obter informações sobre as aves (peso,  sexo, idade, entre outras), através da sua captura temporária e colocação de uma anilha de identificação em cada indivíduo. Na sessão proposta os  participantes terão oportunidade de observar de perto os exemplares capturados, aprender a distinguir as várias espécies de aves, as suas principais características e a importância do processo de anilhagem na conservação da avifauna.

– Destinatários: todos

– Duração: 2h30

– Tarifário: gratuito

 – Inscrição prévia obrigatória: info@parquesdesintra.pt; +351 21 923 73 00 (dias úteis das 09h30 às 18h30)

Nota: Limitado a 15 participantes. Recomenda-se uso de calçado confortável e roupa adequada às condições climatéricas. A sessão pode ser cancelada na altura se as condições meteorológicas forem adversas.

Do Parque à Tapada: a Natureza em Sintra e em Mafra

Sábado, 16 de fevereiro, 10h00, Tapada de Monserrate, e 14h30, Tapada de Mafra

Programa conjunto de visita a Sintra e a Mafra, que dá a conhecer a diversidade de ecossistemas do Parque Natural de Sintra – Cascais – área protegida à qual pertence a Tapada de Monserrate – e a magnífica floresta antiga e autóctone que caracteriza a Tapada Nacional de Mafra. Na Tapada de Monserrate, o visitante explora a história natural da serra de Sintra, o seu microclima peculiar, conceitos como a forest food, a sucessão ecológica, as espécies invasoras, entre outros. Ao longo do percurso, os visitantes serão ainda surpreendidos pela presença de esculturas em madeira de mamíferos de médio e grande porte, atualmente inexistentes na serra de Sintra mas que, num passado recente, habitaram esta paisagem. Em Mafra, por um trilho menos explorado, os visitantes descobrirão uma floresta madura e que, ao estar protegida por um muro, consegue garantir condições de excelência para espécies vulneráveis e mesmo em perigo de extinção que aqui se alimentam, reproduzem e se abrigam.

– Destinatários: todos

– Duração: 1h30 em Monserrate, 2h00 em Mafra

– Tarifário: Adultos: 13€/participante | Jovens e seniores: 11€/participante | Famílias (2 adultos + 2 crianças): 45€

– Requer inscrição prévia (dias úteis das 9h30 às 18h30)info@parquesdesintra.pt; +351 21 923 73 00

– Nota: a realização da atividade depende de um número mínimo de participantes. As visitas poderão ser canceladas, caso as condições meteorológicas sejam adversas.

Apresentações de Arte Equestre

Gala: sexta-feira, 22 de fevereiro, 21h30, Picadeiro Henrique Calado (Calçada da Ajuda)

“Manhãs da Arte Equestre”: regularmente (calendário em www.arteequestre.pt/bilheteira

O Picadeiro Henrique Calado recebe regularmente as “Manhãs da Arte Equestre”, iniciativa que dá a conhecer o dia a dia na EPAE, e galas temáticas.

– Destinatários: todos a partir dos 6 anos

– Tarifário: Galas – 25€ // “Manhãs da Arte Equestre” – 8€

– Mais informações: www.arteequestre.pt / info@parquesdesintra.pt / +351 21 923 73 00

Sentir o Património

Sábado, 23 de fevereiro, 10h00, Parque de Monserrate

Por entre ruínas românticas e cascatas, o visitante descobrirá os Jardins de Monserrate através do tato, audição e olfato. Será possível tocar na água da cascata, perceber variações de temperatura e conhecer várias espécies botânicas, sentindo texturas e odores exóticos. Em redor do Palácio de Monserrate será possível conhecer todos os materiais que constituem as fachadas.

– Destinatários: direcionada para visitantes cegos ou com baixa visão

– Duração: 1h30

– Tarifário pessoa com deficiência: bilhete de entrada + suplemento de visita guiada 5€
Tarifário regular: bilhete de entrada + suplemento de visita guiada 5€

– Requer inscrição prévia (dias úteis das 9h30 às 18h30)info@parquesdesintra.pt; +351 21 923 73 00

– Nota: esta atividade conta com o apoio da ACAPO – Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal. Recomenda-se uso de calçado confortável e indumentária adequada às condições meteorológicas. A visita poderá ser cancelada, caso as condições meteorológicas sejam adversas, ou adaptada apenas ao interior do Palácio de Monserrate.

Jardins de Monserrate sem Barreiras

Sábado, 23 de fevereiro, 10h30, Parque de Monserrate

Visita direcionada para pessoas com mobilidade condicionada, que poderão percorrer os jardins com autonomia através de um equipamento que quebra a barreira da inclinação e facilita a mobilidade de cadeiras de rodas manuais. Contará com a exploração do Vale dos Fetos, Jardim do México, Roseiral, Relvado e Lagos, no Parque de Monserrate.

– Destinatários: direcionada para visitantes com mobilidade condicionada

– Duração: 1h30

– Tarifário pessoa com deficiência: bilhete de entrada + suplemento de visita guiada 5€
Tarifário regular: bilhete de entrada + suplemento de visita guiada 5€

– Requer inscrição prévia (dias úteis das 9h30 às 18h30)info@parquesdesintra.pt; +351 21 923 73 00

– Nota: o visitante poderá trazer a sua própria cadeira de rodas ou utilizar a cadeira de rodas disponibilizada pela Parques de Sintra (sem custo acrescido). Aberto a acompanhantes. O equipamento de tração adapta-se à grande maioria das cadeiras de rodas. A visita poderá ser cancelada, caso as condições meteorológicas sejam adversas.

Património em Gestos

Sábado, 23 de fevereiro, 14h30, Parque de Monserrate

Visita aos jardins e Palácio de Monserrate, com interpretação em Língua Gestual Portuguesa. A visita aos jardins, uma das mais belas criações paisagísticas do Romantismo em Portugal, que alberga mais de 3.000 espécies de plantas de vários cantos do mundo, passa pelo Vale dos Fetos, Jardim do México, Roseiral e Relvado, terminando no Palácio de Monserrate.

– Destinatários: direcionada para visitantes surdos

– Duração: 1h30

– Tarifário pessoa com deficiência: bilhete de entrada + suplemento de visita guiada 5€
Tarifário regular: bilhete de entrada + suplemento de visita guiada 5€

– Requer inscrição prévia (dias úteis das 9h30 às 18h30)info@parquesdesintra.pt; +351 21 923 73 00

– Nota: esta atividade conta com o apoio e a participação da APS – Associação Portuguesa de Surdos. Recomenda-se uso de calçado confortável e indumentária adequada às condições meteorológicas. A visita poderá ser cancelada, caso as condições meteorológicas sejam adversas, ou adaptada apenas ao interior do Palácio de Monserrate.

O Tesouro do Rei

Sábado, 23 de fevereiro, 15h00, Palácio Nacional de Sintra

Num palácio com mais de 700 anos de história, cheio de segredos por descobrir, os participantes são convidados a seguir pistas, resolver enigmas e completar tarefas para saberem finalmente o que é e onde está guardado o tesouro do rei. Trata-se de um jogo de pistas, através do qual é possível descobrir a história do Palácio Nacional de Sintra de uma maneira diferente e emocionante.

– Destinatários: recomendado para famílias com crianças a partir 8 anos

– Duração: 1h30

– Tarifário: 9€/participante

– Requer inscrição prévia: info@parquesdesintra.pt; +351 21 923 73 00

– Nota: A realização da atividade depende de um número mínimo de participantes

Aqui Há Burro!

Todos os sábados de fevereiro, 10h00, 12h00 e 15h00, Tapada de D. Fernando II (junto ao Convento dos Capuchos)

Pacientes, afáveis e muito calmos, os burros serão grandes cúmplices de miúdos e graúdos nesta extraordinária aventura. Feitas as apresentações, é hora de contar a sua história ao longo dos séculos e de saber que são animais meigos, que não dão coices nem mordem (quando são tratados com o respeito que merecem), que não são nervosos (quando se assustam param, em vez de fugir como os seus “primos” cavalos), que são comilões (deitam olhares gulosos para os bancos feitos de feno), que são fortes e, sim, que afinal são espertos! Segue-se um passeio na companhia destes novos amigos: as crianças montam, os pais conduzem os burros à guia e todos desfrutam de uma agradável caminhada pela floresta.

– Destinatários: recomendado para famílias com crianças dos 3 aos 12 anos

– Duração: 1h30

– Tarifário: 10€/participante

– Requer inscrição prévia (dias úteis das 9h30 às 18h30): info@parquesdesintra.pt; +351 21 923 73 00

– Nota: os passeios poderão ser cancelados, caso as condições meteorológicas sejam adversas. Atividade disponível todos os dias da semana, mediante reserva prévia.

Passeios a cavalo e de pónei

Todos os dias, Parque da Pena

Passeios a cavalo em que o visitante percorre, de uma forma diferente, os caminhos e trilhos do Parque da Pena. A duração dos passeios a cavalo pode variar entre os 30 e os 90 min, ou as 3h e as 6h. No programa mais longo, existe a possibilidade de visitar outros polos sob gestão da Parques de Sintra e até mesmo agendar um almoço em local a especificar. Todos os passeios são feitos mediante acompanhamento dos tratadores dos cavalos, que guiam os visitantes através do percurso.

A pensar nas crianças, a Parques de Sintra dispõe também de uma atividade que permite aos mais novos terem a sua primeira experiência a cavalo num pónei (treinado especialmente para o efeito) e acompanhados também por um dos seus tratadores.

– Passeios a cavalo: 15€/30 min, 30€/90 min, 50€/3h00, 100€/6h00 (acresce o bilhete de entrada no Parque da Pena)

– Passeios de pónei: 7€/15 minutos (acresce o bilhete de entrada no Parque da Pena)

– Mais informações e reservas: info@parquesdesintra.pt; +351 21 923 73 00

 – Nota: a realização do passeio depende das condições meteorológicas

– Saber mais: www.parquesdesintra.pt/experiencias-e-lazer/passeios-a-cavalo/

Passeios de Charrete

Parque da Pena

Os passeios de charrete no Parque da Pena proporcionam uma verdadeira viagem no tempo num percurso entre o Vale dos Lagos e o Chalet da Condessa d’Edla, passando pela Quinta da Pena e o Jardim da Condessa d’Edla. Este passeio pode ser livre ou acompanhado por um guia especializado. Conduz os visitantes à descoberta da história deste parque e dos seus criadores, das espécies botânicas e animais que surgem ao longo do percurso e dos edifícios históricos e recantos do jardim que se encontram no trajeto.

– O passeio pode incluir até 6 adultos ou 4 adultos e 4 crianças

– A partir de 01 de outubro e durante a época baixa, disponível apenas mediante reserva prévia

– Tarifário: 75€/1hora (acresce o bilhete de entrada no Parque da Pena, onde os programas decorrem)

– Nota: A realização da atividade depende das condições meteorológicas

– Saber mais: www.parquesdesintra.pt/experiencias-e-lazer/passeios-de-charrete/

– Mais informações e reservas: info@parquesdesintra.pt; +351 21 923 73 00

Alunos da Escola de Hotelaria e Turismo de Viana do Castelo vão surpreender com harmonizações improváveis

© Minho Digital

Na próxima terça-feira, 15 de janeiro, os alunos da Escola de Hotelaria e Turismo de Viana Castelo  vão, em concurso, apresentar o resultado  do desenvolvimento de harmonizações improváveis. Desafiar os paladares de um prato típico da região onde a escola está inserida com diferentes estilos de Soalheiro e consolidar conhecimentos enograstronómicos foi a proposta e as ideias já fervilham na cozinha da escola.

Ao longo do primeiro período, os alunos têm vindo a desenvolver os seus projetos e agora chegou a atura de os apresentar a um painel de jurados.

O evento, ao estilo “Master Chef”, realiza-se nas instalações da Escola, entre as 11h00 e as 17h30 e conta com a participação de 12 equipas compostas por alunos de cozinha e restaurante. O Júri, externo à escola, é composto por Carlos Fernandes, Juiz (Presidente) da Confraria dos Gastrónomos do Minho, Hélder Fernandes, Chef e antigo aluno da escola e Lúcia Barbosa, responsável de Produção da Adega da Quinta de Soalheiro. Trata-se de um desafio que permitirá demonstrar que a gastronomia portuguesa é rica e variada e que pode ser combinada com perfis distintos de Vinho Verde, especificamente dentro da casta Alvarinho. 

“O nosso objetivo é contribuir para que estes alunos aprendam a trabalhar com diferentes estilos de vinho, para que possam adaptar esses conhecimentos a vinhos de qualquer parte do mundo”, afirmam os produtores. 

Consciente da importância da formação de base para a criação de profissionais de topo, a Quinta de Soalheiro desafiou a Escola de Hotelaria e Turismo de Viana Castelo para um projeto que permitirá uma educação sustentada dos seus alunos e que contribuirá certamente para criar embaixadores de Portugal e dos vinhos portugueses nos quatro cantos do mundo.

O projeto arrancou no dia 20 de novembro. O modelo base do projeto centra-se em visitas formativas ao terroir Monção e Melgaço: a origem do Alvarinho e Master Class sobre as especificidades dos Vinhos Portugueses, com especial incidência no Vinho Verde e na Casta Alvarinho, e os paralelismos destes com os vinhos do mundo.

O Soalheiro, pela sua diversidade de gama, disponibiliza ainda um kit de formação composto por vinhos de todas as suas dimensões, um info kit explicativo da origem do terroir, Monção e Melgaço e da história do Alvarinho e Fichas Técnicas dos Vinhos. Este kit formação é utilizado de acordo com as necessidades das escolas e serve de ferramenta de trabalho para professores e alunos nas ações letivas e projetos educativos.

VINHO É CULTURA: PARTIR À DESCOBERTA DE CHEIROS, MEMÓRIAS, LUGARES…

“Não é preciso beber vinho, para ter cultura de vinho” desmistifica o enólogo Luís Cerdeira quando se refere à formação de base em que os alunos começam a frequentar os cursos profissionais com 14/15 anos. Acrescentando, “o vinho faz parte da nossa tradição. Está enraizado na dieta mediterrânea e é fundamental que os jovens aprendam e evoluam. Não é beber por beber. A cultura do vinho tem a ver com a entrega, com a dedicação, com o simbolismo do momento. Podemos dar história, dar dimensão”.

Na primeira fase deste projeto piloto, a arrancar este ano letivo, integram escolas de norte a sul do país e de diferentes níveis de ensino. O projeto abrange, desta forma, alunos com formações diversas: gestão e administração hoteleira, cozinha, catering, restauração e bar, uma vez que, os sentidos devem ser desafiados e trabalhados num todo para que a harmonia final seja perfeita. Durante o primeiro semestre letivo será implementado também nas Escolas de Hotelaria de Fátima, Porto, Coimbra e Faro e na Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Instituto Politécnico do Porto.

“Acreditamos que o turismo pede criatividade para dar a conhecer o potencial do nosso país. Não podemos estagnar face ao presente. É necessário evoluir e desafiar convenções para que façam ver as potencialidades da nossa terra, do nosso património, das nossas tradições. É preciso saber fazer as escolhas adequadas. O futuro deles prende-se com inovação e diferenciação. Só os melhores se vão destacar”, concluem os produtores.

IBM bate recorde com registo de 9.100 patentes em 2018 e lidera lista de patentes dos EUA pelo 26º ano consecutivo

“A IBM está comprometida em liderar as tecnologias que mudam a forma como o mundo funciona e resolver problemas que muitas das pessoas nem sequer ainda pensaram”, afirma Ginni Rometty, Presidente e CEO da IBM. “Os nossos clientes e os seus clientes são os beneficiários destas inovações, particularmente nas áreas onde lideramos como a Inteligência Artificial, Cloud, Blockchain e Segurança para o desenvolvimento dos negócios.”

No geral, quase metade das patentes de 2018 estão relacionadas com avanços pioneiros em IA, computação na cloud, segurança, blockchain e computação quântica.

As 1.600 patentes na área de IA registadas pelos investigadores da IBM em 2018, incluem novas formas de utilização destas tecnologias para nos ajudar a comunicar e a conversar, bem como a analisar e proteger lagos e cursos de água do nosso planeta. A IA também desempenhou um papel importante nas mais de 1.400 patentes de segurança atribuídas a investigadores da IBM em 2018, incluindo o combate ao phishing de voz.

Algumas patentes da IBM em 2018, incluem:

  • Project Debater é um sistema de Inteligência Artificial inovador da IBM Research que permite debater tópicos complexos em contexto humano. Os investigadores da IBM patentearam uma abordagem para utilizar machine learning a fim de identificar evidências, como segmentos de texto relevantes em dados de texto não estruturados, que ajudam a defender ou opor-se a um determinado tema ou tópico que esteja a ser analisado ou discutido. Este desenvolvimento pode contribuir com avanços na forma como a tecnologia e os humanos interagem entre si numa conversação.
  • Os investigadores da IBM patentearam um sistema inteligente que poderá ser utilizado para identificar, caracterizar e monitorizar perfis verticais de temperatura e declives, que afetam a vida marinha, em lagos e outros ecossistemas aquáticos. A Analítica em conjugação com a IBM Cloud e a Internet of Things (IoT) permitiu à IBM projetar o lago mais inteligente do mundo, o “Lake George”.
  • O phishing ocorre quando um indíviduo ou sistema de computação tenta obter informações sensitivas de vítimas desconhecidas. Mais recentemente, os phishers dedicaram-se ao phishing de voz, também chamado de “vishing”, no qual as vítimas inocentes são envolvidas diretamente e os “vishers” usam um sistema de voz sobre IP (VoIP) para ocultar a sua identidade. A IBM patenteou um sistema de IA que possibilitará, com base na respetiva permissão do utilizador, analisar padrões de conversação entre duas partes a fim de identificar tentativas de uma das partes de enganar a outra. O sistema pode enviar uma mensagem de alerta em tempo real para avisar uma potencial vítima e ajudar os especialistas em TI das empresas a prevenir e gerir melhor as ameaças à segurança de computadores e dispositivos móveis.

Os cientistas da IBM tiveram mais de 2.000 patentes em cloud computing durante 2018, incluindo uma patente de monitorização especializada para máquinas virtuais que adota uma abordagem leve que visa otimizar o isolamento e a segurança entre uma aplicação cloud e o seu gestor, reduzindo os tempos de implementação e melhorando o desempenho. Este modelo está relacionado com a pesquisa da IBM na área de segurança e que poderá contribuir para que as organizações movam dados e aplicações com maior facilidade e de forma segura em ambos os ambientes Cloud e on-premises.

A IBM também continua a inovar no desenvolvimento do blockchain e em promover o ritmo acelerado da sua adoção global. A IBM registou uma patente de um modelo para criptografar dados armazenados num blockchain. Os membros de uma rede blockchain podem colocar os dados que gostariam de partilhar com os outros membros dessa rede. No entanto, em vez de armazenar os dados abertamente para qualquer um dos participantes do blockchain, os membros podem criptografar os seus dados dentro dessa rede e apenas aqueles que receberam uma determinada chave podem ler os dados. A IBM disponibilizou este recurso patenteado para utilizadores de software Open Source Hyperledger Fabric.

Investigadores da IBM também patentearam invenções significativas em computação quântica , incluindo uma nova forma de converter componentes em formato de miniatura para melhorar o desempenho de computadores quânticos.

As novas patentes foram concedidas a um grupo de mais de 8.500 cientistas da IBM em 47 diferentes Estados dos EUA e 48 países.

Para mais informações sobre a liderança no registo de patentes e a inovação da IBM visite www.research.ibm.com/patents/

Veja ainda o vídeo https://youtu.be/iampmeqTAfk

Para aceder ao ranking de patentes nos EUA visite o site IFI CLAIMS Patent Services: http://www.ificlaims.com 

Sociedade Portuguesa de Oftalmologia tem novo presidente

Para além de Fernando Falcão Reis, na condição de presidente, a direção é composta, na comissão central por Rufino Martins Silva, Nuno Miguel Patrício Campos, Sandra Maria Soares Barrão Pinto, Maria Angelina Costa Meireles Silva e João Paulo Castro e Sousa (consultar lista completa em anexo).

O novo presidente é doutorado em medicina, com agregação em oftalmologia, pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto. Ao longo da sua atividade tem desempenhado vários cargos, para além dos atuais em cima enumerados, realçando-se os de consultor de oftalmologia da carreira médica hospitalar, regente da disciplina de oftalmologia do mestrado integrado de medicina e diretor do Serviço de Oftalmologia da Faculdade de Medicina do Porto.

Segundo Fernando Falcão Reis, “os objetivos a curto prazo da nova direção passam por manter a SPO a funcionar com o mesmo dinamismo e eficiência que caraterizaram a atuação da direção anterior, liderada por Manuel Monteiro Grillo, mas tudo isto com uma equipa nova, e por consequência, com novas ideias.”

“Neste momento já estamos a organizar as próximas reuniões científicas promovidas pela SPO. Podemos já anunciar a reunião do Grupo Português de Glaucoma que vai ter lugar em Braga, nos próximos dias 15 e 16 de março. A longo prazo, a direção tem vários objetivos, entre eles a atualização dos estatutos da sociedade que datam de 1939, objetivo que  assume primordial importância,” acrescenta o novo presidente da SPO.   

E conclui: “A SPO é uma sociedade madura, com crédito científico firmado, aceite e respeitada nos organismos internacionais. Tem sido governada por comissões de colegas de grande prestígio entre  os pares e, ao longo das últimas décadas, é de inteira justiça considerar que foi bem governada. Pretendemos continuar a procurar ser agentes catalisadores das mudanças que os sócios sentem ser necessárias, principalmente dar resposta aos anseios dos mais novos e às preocupações dos mais velhos, de forma a defender e a valorizar a SPO e a profissão.”

Primeiro World Cruise de 119 dias da MSC Cruzeiros já começou

A MSC Cruzeiros, maior companhia privada de cruzeiros do mundo e líder de mercado na Europa, incluindo Portugal, desejou uma boa viagem aos últimos passageiros que embarcaram ontem em Barcelona no MSC Magnifica, para o primeiro World Cruise da Companhia. Para alguns, a ideia de conhecerem o mundo é apenas um sonho, mas uma volta ao mundo é uma maneira de tornar esse sonho realidade, bem como a única forma de navegar à volta de todo o globo sem ter de desfazer as malas mais de uma vez! Os viajantes da MSC Cruzeiros terão a possibilidade de visitar 49 destinos diferentes, criando memórias inesquecíveis à medida que vão conhecendo destinos novos. Do Mediterrâneo às Caraíbas, pelo canal do Panamá e ao longo do Oceano Pacífico, do Oceano Índico, pelo Golfo e de regresso à Europa – é verdadeiramente a viagem de uma vida!

Para registar esta incrível viagem e para inspirar as pessoas a considerarem embarcar numa experiência excepcional, a MSC Cruzeiros destacou uma equipa de criadores de conteúdos para participarem no estreia do MSC Magnifica como viagem à volta do mundo. O navio fará um itinerário de 119 dias passando por 6 continentes, viajando 32,260 milhas náuticas e atravessando 24 fusos horários. 

Os nove influencers provenientes das mais diferentes partes do mundo vão viajar em segmentos diferentes do cruzeiro de modo a registar as suas experiências para que os fãs possam acompanham esta incrível viagem de descoberta. Vão relatar histórias inspiradas no conceito ‘feito por humanos’, conhecendo e interagindo com as pessoas nativas de 32 países diferentes onde o navio vai fazer escala, de modo a criar a celebração de uma cultura global. Vão também colocar-se na posição dos incríveis membros do staff a bordo do navio e partilhar esta experiência única a partir do seu próprio ponto de vista. 

A equipa de influencers da MSC Cruzeiros consiste nos seguintes: Benn TK (Austrália), Kara and Nate (USA), Izhan (Espanha), Life to Go (Alemanha), Anil B (Suiça), Human Safari (Itália), Nick Miller (África do Sul), Ayumu Yamashita (Japão) e Vitor Liberato (Brasil).

Passando uma vista de olhos pela inspiradora lista de destinos, facilmente se entende o facto deste itinerário ter ficado esgotado num espaço tão curto de tempo. Os vários destinos onde o navio faz escala são uma excelente oportunidade para os viajantes descobrirem o mundo, mas da maneira mais personalizada que pretenderem. Com destinos como os paraísos tropicais da Costa Rica, Honolulu e Bora Bora, ou locais culturais como Barcelona ou Roma, e desertos fascinantes com as magníficas paisagens dos Emirados Árabes, Omã ou o Egipto, existe verdadeiramente algo para apaixonar qualquer tipo de viajante. Os hóspedes terão a possibilidade de aproveitar ao máximo o seu tempo em terra com uma média de 13 horas em porto e uma escolha de entre uma variedade de mais de 250 excursões.

O MSC Magnifica levará também os hóspedes numa viagem pelos sabores do mundo, graças ao elenco de premiados chefs internacionais, que trarão o seu savoir faire à experiência gastronómica a bordo, criando pratos típicos do local onde o navio se encontra a navegar. Isso inclui os actuais e antigos chefs premiados com três, duas e uma estrelas Michelin, os chefs do ano, os premiados autores de livros de culinária, bem como destinatários de outros reconhecimentos culinários internacionais. Durante estas refeições únicas e exclusivas, os chefs estarão à disposição para receber e interagir pessoalmente com os hóspedes enquanto apreciam seus deliciosos pratos. Os chefs incluem:  

  • O Chef Espanhol Ramón Freixa, reconhecido com estrela Michelin
  • O reconhecido Chef Hindu-Americano, Vikas Khanna
  • O premiado Chef Italiano Carlo Cracco
  • O Chef Francês Jean-Philippe Maury, duas vezes Campeão do Mundo em Pastelaria
  • Chef Roy Yamaguchi, restauranteur e autor de livros de culinária
  • Chef Jereme Leung, especialista em todas as quatro escolas de culinária chinesa
  • Chef Brasileiro Allan Vila Espejo, chef veterano e restauranteur,
  • Chef Jorge Rausch, membro do Júri do MasterChef Colômbia
  • Chef Franco-Canadiano Serge Dansereau, vencedor do “Chef of the Year” pelo Sydney Morning Herald 

Entre cada uma destas maravilhas gastronómicas, os Chefs da MSC Cruzeiros irão deliciar os viajantes com 237 menus diferentes servidos nos restaurantes principais, incluindo pratos temáticos referentes ao itinerário do navio e que também estarão disponíveis no Buffet Sahara.

O MSC Magnifica irá permitir aos hóspedes viajar confortavelmente e em grande estilo, disponibilizando um design elegante e uma ambiente descontraído, com tudo o que distingue os navios da MSC Cruzeiros, incluindo o serviço de alta qualidade, uma escolha variada de opções gastronómicas, que incluem quatro restaurantes e 11 bares, camarotes modernos e confortáveis, bem como uma vasta escolha de entretenimento e actividades de lazer. Não existem momentos monótonos com a vasta oferta de escolha de entretenimento, que incluem um casino em tamanho real, uma discoteca panorâmica, cigar lounge, cinema 4D e muito mais. E se isso não for suficiente, estará também disponível um programa de enriquecimento cultural que inclui aulas de línguas, artes, dança e ainda música ao vivo, e claro, espectáculos ao estilo Broadway e outras actividades.

Para mais informações sobre o MSC World Cruise 2020 e o MSC World Cruise 2021 clique no seguinte link: MSC World Cruises.

“Os plásticos e o ambiente: O outro lado da história…”

Por vezes, quando se conta uma história, opta-se por contar apenas uma parte dessa história, aquela que mais convém ou interessa partilhar… Mas a verdade é que só é possível entendermos o real contexto quando estamos na posse de toda a informação, ou seja, da história completa. Nos dias de hoje, este é um dos problemas de que “sofre” o material plástico, já que grande parte das alegações mais frequentes se baseiam em mitos.

 

 

O plástico, enquanto material versátil que é, veio revolucionar a nossa sociedade de consumo nas mais diversas áreas, como sejam: embalagem, transportes, saúde, eletrónica, construção, entre outras, contribuindo globalmente para a minimização de impactes e custos ambientais.

 

 

Fonte: Trucost Plastics and Sustainability: A Valuation of Environmental Benefits, Costs and Opportunities for Continuous Improvement, July 2016.   Costs shown in US Billion dollars.

Mas de um momento para o outro, como que por magia, este material passou a ser percecionado, um pouco por todo o mundo, como o mal de todos os males, em que o tema da poluição dos oceanos se tornou o principal veículo. Mas ao contrário do que se possa imaginar, os plásticos que aparecem nos oceanos têm na sua maioria origem em terra, cerca de 80%, onde o maior contributo provém de países asiáticos e africanos, onde não existem sistemas de recolha eficientes. A contribuição da Europa para este problema, que existe e que é grave, é cerca de 1%. E portanto o problema, em si, não é o facto de serem plásticos mas o facto de terem sido abandonados, ou seja, estamos perante um problema comportamental!

Fonte: Jambeck et al Research Report – “Marine Pollution: Plastic waste inputs from land into the ocean”, Feb 2015.

E ao invés de se procurar combater a raiz do problema, não, opta-se por olhar para o lado e visar o material, restringindo a sua utilização. Talvez seja a via mais fácil, mas certamente a mais errada. Proibir pura e simplesmente o uso do plástico representa um retrocesso ambiental, económico e civilizacional. Antes de se querer proibir um determinado produto deve-se estudar previamente o impacto de tal medida, de forma a garantir a sua sustentabilidade, proporcionalidade, segurança e viabilidade. A este nível, o estudo nunca ficará completo se não forem avaliados, através de análises de ciclo de vida, os impactes dos produtos de materiais alternativos, cujo desempenho ambiental é bastante inferior ao plástico.

Fonte: The impact of plastic packaging on life cycle energy consumption and greenhouse gas emissions in Europe: Executive summary July 2011, Bernd Brandt and Harald Pilz.

Infelizmente, esta análise nem sempre é efetuada, levando muitas empresas, não só pelo mediatismo que o tema plástico tem tido como também pela pressão dos próprios consumidores, nem sempre devidamente informados, a tomar opções que no final se vêm a revelar menos sustentáveis que a opção inicial e contrárias à economia circular. Temos como exemplo prático a substituição dos copos de plástico de polipropileno, um material reciclável, por copos de “papel”. Contudo, este copo dito de “papel” é plastificado no seu interior, podendo inclusive sê-lo também no exterior, quando projetado para acondicionar bebidas frias, por questões de condensação. Resultado, passamos de um monomaterial reciclável, para um material complexo não reciclável. Na prática, a solução encontrada em nada beneficiou o ambiente, muito pelo contrário. E como este, muitos outros casos têm tido expressão no mercado.

É, pois, essencial que todos os atores que integram a cadeia de valor do material desenvolvam ações que contribuam para a circularidade do plástico. Em primeira instância, é fundamental que as embalagens, por via do ecodesign, sejam projetadas cada vez mais para a reciclagem e para o ambiente, com o propósito de aumentarmos a sua reciclabilidade, sempre com o princípio básico de não comprometermos a sua função. Neste capítulo, a inovação, com recurso à investigação e desenvolvimento de novos materiais, produtos e ou tecnologias, ganha uma relevância extrema. Paralelamente, é fundamental que a incorporação de material reciclado nas mais diversas aplicações seja impulsionada.

No entanto, de pouco serve termos embalagens bem concebidas e fáceis de reciclar se no final o consumidor não adotar os comportamentos de separação e deposição seletivas. Esta simples atitude será decisiva para o desígnio da gestão de resíduos em Portugal, nos próximos tempos, desde logo, pelos objetivos futuros a que o país está obrigado em matéria de taxas de reciclagem e de deposição em aterro, ambas bastante ambiciosas.

Em resumo, todos nós, enquanto consumidores, temos um papel determinante no caminho para a sustentabilidade e economia circular, quer pela via de um consumo cada vez mais racional, quer pela adoção de um comportamento mais cívico e mais responsável na forma de descarte dos resíduos gerados. O Ambiente envolve-nos a todos e a responsabilidade também… 

Nuno Aguiar, Técnico Superior na APIP – Associação Portuguesa da Indústria de Plásticos

Auto de Natal da Trindade: aldeia de Trindade cumpre tradição de teatros populares

Auto de Natal da Trindade

O Auto de Natal da Trindade é uma manifestação cultural secular celebrada na aldeia de Trindade e que remete para uma tradição de teatros populares que em tempos pontuavam a paisagem rural alentejana. Por força e tenacidade de Mariana Lopes e de um grupo de familiares e amigos, a Trindade é o último reduto onde ainda se faz levantar a peça com base num documento, escrito a pena, com vários séculos de história do qual dona Mariana Lopes é guardiã.

Dia 12, pelas 18h30, depois de 2 anos de interregno e dolorosas dúvidas sobre se teria o Auto da Trindade tido o seu fim, vai levantar-se o auto da Trindade numa ação conjunta da comunidade e a Câmara Municipal de Beja/Biblioteca Municipal de Beja/Centro Unesco para a Salvaguarda do PCI, a União de Freguesias de Albernoa e Trindade, a delegação da Cruz Vermelha de Beja e a companhia de teatro Baal17. Esta original manifestação é apoiada pelo Projeto 1234.REDES.

Neste dia, durante cerca de três horas, serão apresentados ao público os principais momentos de uma peça que conta a história da criação do mundo e da vinda do “Salvador” através de uma narrativa que ultrapassa a descrição normativa da história dos doze dias. Este retomar de uma história de séculos centrada na Trindade será apenas o início. Pretende-se que este “ensaio assistido” ou apresentação resumida do longuíssimo auto, marque o início de um projeto de salvaguarda da manifestação que possibilite o seu estudo aprofundado, infelizmente ainda por realizar, e crie condições para que se possa levantar o Auto na sua totalidade convocando a comunidade da Trindade e de Beja para a sua representação no final de 2019.

É inegável o valor patrimonial do Auto de Natal da Trindade. Para além do valor histórico e da beleza e sabedoria dos versos que ali encontramos, foi fator de coesão de uma comunidade durante décadas. Hoje é uma viagem à memória e àquilo que nos diferencia, àquilo que resiste apesar de todas as crises, é a representação de uma cultura legítima, de elevado valor, que tem ainda lugar na contemporaneidade e deve ser reconhecida como tal. Dia 12 será representado parte de um texto único e, sobretudo, serão homenageados os seus portadores.

Assinado hoje acordo para aeroporto do Montijo e alterações no de Lisboa

© Lusa

Na cerimónia na base aérea da Força Aérea do Montijo, que em 2022 deverá estar pronta para o uso civil, marcarão presença o primeiro-ministro, António Costa, o ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, o responsável máximo da Vinci, Xavier Huillard, e o presidente da Vinci Aeroportos, Nicolas Notebaert.

A assinatura vai ocorrer quando ainda não foi entregue o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) pela ANA, tendo, na semana passada, Pedro Marques assegurado que serão cumpridas integralmente as eventuais medidas de mitigação que venham a ser definidas e que o documento deve ser entregue no primeiro trimestre.

Já esta segunda-feira, o ministro foi o convidado de Miguel Sousa Tavares no Jornal das 8 da TVI, reiterando que a solução do aeroporto do Montijo está decidida e que não quer implementar um plano B, esperando, pois, que a solução de impacto ambiental seja “aprovada”.

“Faz agora 50 anos quando foi constituído o gabinete do novo aeroporto. Há 50 anos que andamos nisto (…) Decidimos uma solução e estamos a mitigar o seu impacto”, referiu Pedro Marques, acrescentando: “Não estou aqui para implementar um plano B. O país já está farto de passarmos o tempo a fazermos comparações e soluções que nunca são implementadas”.

Um “aeroportozinho” para beneficiar grupo económico?

O acordo vinculativo entre a ANA e o Estado estava previsto para outubro, segundo o calendário do memorando de entendimento, que indicava ainda o final de 2018 para a gestora dos aeroportos entregar os elementos adicionais que a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) requereu para o EIA.

No debate partidário sobre a expansão da capacidade aeroportuária de Lisboa, o PSD já fez saber que vai chamar o ministro da Defesa e o chefe do Estado-Maior da Força Aérea Portuguesa (FAP) ao Parlamento para prestarem esclarecimentos.

Na base aérea n.º 6 estão sediados a frota de aviões de transporte C130 Hercules, a frota de C295 M com as missões transporte, vigilância marítima de busca e salvamento, os Falcon 50 e os helicópteros Merlin EH 101, de busca e salvamento, e o apoio aos helicópteros Lynx, da Marinha.

De acordo com uma estimativa avançada pelo ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, no passado dia 30 de novembro, a deslocalização das aeronaves da Força Aérea que estão na base do Montijo custará perto de 200 milhões de euros e demorará pelo menos dois a três anos.

A operação militar e civil na base da FAP é compatível, defendeu o ministro, referindo que as futuras aeronaves da FAP, KC-390, irão operar a partir do Montijo. Parte do AT1, aeródromo militar em Figo Maduro, na Portela, será transferido também para o Montijo, segundo o plano do Governo.

Os aviões C-295 e os C-130 serão deslocalizados para outras bases, Sintra e Beja.

Na semana passada, a coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, manifestou “enorme perplexidade” pelo facto de o acordo para o novo aeroporto do Montijo ter sido agendado sem ser conhecido um estudo de impacto ambiental.

Já o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, acusou o Governo de pretender “um apeadeiro” e um “aeroportozinho” no Montijo para “beneficiar um grande grupo económico”, considerando que, “nesta pressa” e “correria, até as questões ambientais vão”.

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