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Elisabete Teixeira

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Obras de mais de 758 mil euros requalificam urgência em Viana do Castelo

Em comunicado enviado, a administração da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) adiantou que esta fase “vai permitir melhorar o espaço e triplicar o número de camas na unidade de cuidados intermédios”, sem quantificar e sem apontar a data para o início da empreitada.

Segundo a administração da ULSAM, além do serviço de urgência médico cirúrgico, o investimento autorizado, destina-se às obras de ampliação da unidade de cuidados intermédios (medicina crítica).

“Esta unidade passará a contar com mais camas e com melhores condições de assistência aos doentes urgentes, proporcionando também melhores condições de trabalho aos profissionais e uma gestão mais eficiente dos recursos. Concretamente em relação à capacidade, será possível passar das atuais sete camas para 18″, especifica a nota.

Em setembro de 2018, a administração da ULSAM anunciou um investimento de mais de 977 mil euros no serviço de urgência, permitindo quase “triplicar o número de camas nos cuidados intermédios”.

Nessa altura, à Lusa, o presidente do conselho de administração ULSAMFranklim Ramos, adiantou que aquela requalificação, está integrada num investimento global de mais de 1,2 milhões de euros naquele serviço, iniciado em janeiro de 2017.

O investimento global na urgência daquele hospital, iniciada em 2017, ultrapassa os 1,2 milhões de euros e tem como principal objetivo “acabar com doentes no corredor” daquele serviço, “por onde passam, por ano, 70 mil doentes”.

A intervenção começou em janeiro com a criação da unidade de decisão clínica, com 25 camas. Aquele serviço ficou instalado no espaço até então ocupado pela central de colheitas de sangue, relocalizada para outra área do hospital, num investimento de 100 mil euros.

Segundo dados do administrador da ULSAM trabalham atualmente no hospital de Santa Luzia 289 médicos e 644 enfermeiros.

Aquela unidade local de saúde integra os hospitais de Santa Luzia, em Viana do Castelo, e Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima, 13 centros de saúde, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença, servindo uma população residente superior a 250 mil pessoas. No total a ULSAM emprega mais de 2.500 profissionais.

Air France revela novos pratos com assinatura no menu La Première em 2019

©Live and Let’s Fly

Enquanto embaixadora da requintada cozinha francesa, a Air France confia, ao longo de todo o ano, os seus menus La Première e Business a renomados chefs da gastronomia. Em colaboração com o Servair Culinary Studio, este ano a companhia dá as boas vindas a dois novos chefs franceses com estrelas Michelin, Andrée Rosier e Emmanuel Renaut. Todos os talentosos chefs que colaboram com a Air France participam na idealização dos menus, na escolha de produtos e na criação de pratos gourmet para serem desfrutados nos céus, em voos que partem de Paris e de vários aeroportos em todo o mundo.

Jantares de altos-voos nas partidas de Paris

  • Na cabine La Première

Régis Marcon, lendário chef francês, oferece, de julho a outubro de 2019, uma escolha de criações gourmet. Reconhecido pelos seus pares – Bocuse d’Or em 1995 – e aclamado pela crítica com três estrelas Michelin, Régis Marcon representa uma corrente diferente da gastronomia francesa. Mais do que um estilo ou uma época, entre Ardèche e Auvergne, a sua cozinha simboliza a natureza e conta uma história.

De novembro de 2019 a fevereiro de 2020, Emmanuel Renaut vai estar a criar pratos para o menu La Première da Air France pela primeira vez. Premiado com o título de Meilleur Ouvrier de France, o triplamente estrelado chef Emmanuel Renaut pertence a uma nova geração de chefs que estão a reinventar a culinária da Sabóia. A sua gastronomia requintada, vibrante e colorida apresenta composições surpreendentes e harmoniosas.

  • Na cabine Business

De julho a outubro de 2019, o chef da Sabóia, Guy Martin, um chef revolucionário na sua geração, delicia os clientes da Business com as suas criações gourmet. Premiado com duas estrelas Michelin, a sua cozinha tem múltiplas e surpreendentes origens – memórias de viagens, cores, cheiros, sensações e emoções, que o inspiraram a criar receitas clássicas e também criativas e felizes com combinações de bom gosto e delicados sabores.

De novembro a fevereiro de 2020, a Air France confia o seu menu da classe Business a Andrée Rosier pela primeira vez. A primeira chef feminina a receber o título de Meilleur Ouvrier de France em 2007 e uma chef com estrelas Michelin, Andrée Rosier impõe o seu toque pessoal numa gastronomia autêntica que revela a essência do paladar. A sua cozinha inovadora é baseada na cultura basca, predominada por produtos sazonais frescos.

A Air France ampliou, a partir deste verão, a sua colaboração com chefs na classe Business, que agora assinam todos os pratos à la carte*.

Uma escapada gourmet a partir das estações internacionais

Nas partidas de Tóquio, Xangai, Nova Iorque e, mais recentemente, Los Angeles, os clientes La Première têm desfrutado de pratos assinados pelo chef Jean-François Rouquette, da região francesa de Aveyron. Este renomado chef cria uma cozinha autêntica e contemporânea, no espírito do seu restaurante Park Hyatt Paris-Vendôme, premiado com uma estrela Michelin e 4 toques no guia Gault & Millau.

A partir de setembro de 2019 e de 15 destinos nos Estados Unidos e no Canadá, os clientes Business da Air France vão poder desfrutar de novos pratos criados por Daniel Rose, um chef americano com estrelas Michelin e um apaixonado pela cozinha francesa.

Nas partidas de Singapura, o chef francês com duas estrelas Michelin, Julien Royer, cria um menu à medida para os clientes La Première e Business da Air France. Tal como Singapura, o chef oferece uma gastronomia cosmopolita, com produtos da época cuidadosamente selecionados.

Nas partidas de Pointe-à-Pitre, Fort-de-France e Cayenne, a Air France confiou ao chef Marcel Ravin a conceção do prato Creole dos seus menus Business e Premium Economy. Com criatividade e iniciativa, o chef combina produtos mediterrânicos e crioulos. Premiado com uma estrela Michelin, está atualmente a trabalhar na sua nativa Martinica, para transmitir o seu know-how e experiência aos jovens da sua ilha.

Nas partidas da Reunião, os clientes Business e Premium Economy podem desfrutar do menu criado pelo chef Benoît Vantaux. Tendo adotado a Reunião como sua casa há mais de vinte anos, Benoît Vantaux nasceu em Limoges. A sua gastronomia mundial é uma combinação de sabores entre as suas viagens e experiências gastronómicas.

Noos voos para Seul, os pratos criados pelo chef coreano Youn-Young Kim para os clientes da classe Business são uma introdução à riqueza dos sabores que compõem a cozinha asiática. Originário da Coreia do Sul, Youn-Young Kim cresceu numa família de amantes de cozinha requintada. O chef propõe uma variedade de pratos sazonais diversos e equilibrados, que misturam sutilmente os sabores do Oriente e do Ocidente.

* Oferta disponível em todos os destinos de longo-curso e em alguns destinos de médio-curso. Nos voos para a Ásia, a Air France oferece um prato asiático, além dos pratos assinados por chefs na classe Business.

Lançada app para reduzir morte de animais nas estradas

“A aplicação vai permitir saber onde existe maior atropelamento de animais para tomarmos medidas mais eficazes e conseguirmos reduzir as mortes”, explicou a bióloga da direção de engenharia da IP, Graça Garcia, numa apresentação na sede da empresa, em Almada, no distrito de Setúbal.

Com a ajuda dos cidadãos, a informação registada sobre a morte de um animal, em qualquer estrada do país, vai ser incluída numa base de dados já existente, uma vez que a IP dinamiza o projeto Life Lines desde 2014, com várias iniciativas de preservação da natureza.

A ferramenta digital foi desenvolvida em parceria com a Universidade de Évora e, segundo o coordenador do projeto na instituição, António Mira, além de mitigar efeitos negativos, pretende-se “sensibilizar as pessoas e envolvê-las”.

De acordo com o responsável, entre 2005 e 2019, morreram 81.972 animais nas estradas portuguesas, com maior incidência em anfíbios, aves e mamíferos.

“As mortes acontecem mais no outono e afetam sobretudo animais de pequena dimensão, como os anfíbios. Há uma mortalidade em massa, mas passam despercebidos por serem pequenos. As pessoas questionam porque andamos a gastar dinheiro a salvar rãs e sapos, mas estes animais são importantes, por exemplo, para evitar pragas”, frisou.

Ainda assim, como sublinhou Graça Garcia, “não é só a segurança dos animais que está em causa, mas também das pessoas, para evitar acidentes”.

O Life Lines tem vindo a ser testado no Alentejo Central e dinamizou várias medidas para “minimizar o efeito barreira que as estradas criam aos habitats” de corujas, anfíbios ou mamíferos, que podem posteriormente ser replicados onde for necessário, segundo a bióloga.

No caso das aves, foram colocadas barreiras de rede e vegetação arbustiva para que voem mais alto, assim como refletores que expandem a luz dos faróis na direção das áreas exteriores à via.

Já para os animais terrestres, foram implementadas passagens hidráulicas e vedações que os encaminham para as mesmas, além de um sinal de trânsito “inovador” em Portugal, que alerta os condutores de que estão num troço com grande risco de atropelamento de anfíbios.

A aplicação já está disponível para ‘download’ no Google Play, é gratuita e permite registar a mortalidade de um animal em qualquer estrada do país, a espécie, o sexo, a idade, as coordenadas GPS e fotografias, no entanto, se o condutor não souber nenhuma destas informações, existe a opção “não sei”.

Além da IP e da Universidade de Évora, também cooperaram neste projeto os municípios de Évora e Montemor-o-Novo e a ONG Marca — Associação de desenvolvimento Local.

Pacifique Sud estreia-se no marketplace português: DOTT

Enquanto marca nacional, desde que tomaram conhecimento do lançamento deste marketplace português, Raquel Ribeiro e João Freitas, empreendedores da Pacifique Sud, demonstraram interesse em estar presente nesta plataforma, pois para além de acreditarem no sucesso do DOTT ,“somos a primeira marca a apresentar‐se com o produto Poncho Surf dentro da plataforma e queremos desde já dar o primeiro passo para conquistar a liderança de vendas deste produto nesta plataforma”.

Segundo João Freitas, o e‐commerce é um caminho em ascensão e obrigatório para a as Micro e Pequenas empresas conseguirem exponenciar o seu crescimento. “A nossa marca está presente em todos os principais MarketPlaces Internacionais e conseguimos disponibilizar os nossos produtos nos 4 cantos do mundo, sendo assim, era óbvio que existindo um projeto nacional desta dimensão liderado por duas das maiores empresas nacionais, teríamos que estar presentes”, acrescentou.

Já, Raquel Ribeiro reforça a importância das plataformas e‐commerce para as empresas sublinhando que “a nossa estratégia digital, até à data tem passado por explorar fortemente o potencial do Poncho Surf como produto estrela, para a entrada nos mais diferentes mercados. Iremos agora em 2020, aumentar o nosso catálogo online com os nossos produtos de vestuário, aproveitando tudo aquilo que o Poncho Surf conquistou de notoriedade para a nossa marca nos mercados internacionais.”

Casa da Idade do Ferro descoberta no centro histórico de Viseu

© iStock

“Vai haver aqui uma plantação de árvores e um ajardinamento e nunca fazemos nada no centro histórico sem trabalho arqueológico, até porque sabemos que a probabilidade de encontrar alguma coisa é muito forte”, justificou o autarca aos jornalistas, durante uma visita ao local.

O arqueólogo Pedro Sobral explicou que o achado agora colocado a descoberto tem “uma importância enorme”, porque comprova a antiguidade da cidade.

“Temos aqui um dos vestígios mais preservados, que é uma estrutura habitacional da Idade do Ferro, uma casa típica daqueles castros que conhecemos do noroeste peninsular, dos castroslusitanos”, frisou.

Segundo o arqueólogo, foi igualmente descoberta “uma estrutura também possante, provavelmente de origem romana e depois reaproveitada no século XVI, mas que não deixa de ser monumental”.

“Esta última nós já estávamos à espera que aparecesse, porque quando, em 1940, foi deitado abaixo o bairro já surgiram alguns vestígios. A casa da Idade do Ferro é que foi um achado bastante inesperado”, referiu Pedro Sobral, acrescentando que, no entanto, será preciso continuar a escavação para confirmar a importância dos achados.

Durante os trabalhos, foi também encontrado um fragmento cerâmico que, de acordo com o arqueólogo, aponta para a Idade do Ferro.

É uma cerâmica típica deste período, que era feita por uma estampilha. É típica de uma das fases da Idade do Ferro e deve ser de há 2.300 anos, século III a II antes de Cristo“, explicou.

O arqueólogo considerou que, como o nível da Idade do Ferro “está muito bem preservado”, pode até acontecer que, por baixo dele, “haja um nível anterior”.

“Quando se encontram estes vestígios, a preocupação é sempre aprofundar, porque estas janelas de observação não nos permitem tirar já conclusões mais definitivas”, afirmou o presidente da autarquia.

Almeida Henriques disse que esse trabalho tem de ser articulado com a Direção Geral do Património Cultural e com a Direção Regional de Cultura do Centro, o que já está a acontecer.

“Face à localização destes achados, a confirmar-se a sua relevância, nós não deixaremos de fazer a sua musealização“, garantiu.

autarca referiu que “há espaços da cidade onde, quando há uma descoberta, é quase impossível fazer a sua musealização, porque punha em causa a configuração e a circulação na cidade”, mas neste caso, tratando-se de um espaço ajardinado do Largo da Misericórdia, “é perfeitamente possível”.

Pedro Sobral congratulou-se com o facto de Almeida Henriques estar a equacionar a musealização dos achados.

“Não conheço nenhuma cidade em Portugal que tenha uma casa da Idade do Ferro musealizada no centro da cidade”, frisou.

WEGHO entra no negócio da reabilitação digital em Portugal

“Agora conseguimos fazer uma remodelação integral de uma casa de banho ou até de toda a habitação”, assegura Carlos Magalhães, CEO da WEGHO.

Outra enorme vantagem do serviço digital é que os clientes poderão no futuro visualizar o andamento e ponto de situação dos seus projetos, para uma correta gestão de expectativas e para que se anulem os habituais stresses associados ao andamento das obras. Neste ponto, a WEGHO promete novidades para breve.

A aposta na área da remodelação já está disponível na cidade do Porto, mas os clientes em Lisboa poderão usufruir do mesmo serviço já no início de 2020.

O negócio deverá representar um peso de 25% no total das vendas em 2020, que se esperam superiores a €4M, antecipando-se crescimentos anuais superiores a 50% daí em diante, dada a intensidade da diferenciação que o mercado passa a conhecer.

Recorde-se que a empresa lançou um projeto totalmente digital e pioneiro no país de apoio às famílias e às suas necessidades mais prementes na gestão das suas casas, onde, pela primeira vez em Portugal, se transacionam serviços online à semelhança de um qualquer produto.

Chef Ljubomir Stanisic quer “espicaçar” cozinha açoriana

“Muita gente” no continente disse que abrir um restaurante nos Açores era coisa de “maluco”, conta, em entrevista à agência Lusa Stanisic, sublinhando que “ninguém aposta nos Açores” e que, em termos gastronómicos, o que vai sucedendo são festivais onde apenas “se cozinha durante dois ou três dias”.

“Ficar cá no duro, com mau tempo, ir buscar o produto, plantar o produto, recolhê-lo, isso ninguém faz. Por exemplo, todas as minhas vacas têm nome, e sou eu que lhes dou água. É uma realidade que é rara, mas que traz uma riqueza única”, disse, durante uma conversa a bordo de um barco de pesca desportiva, um momento de “descontração” para o cozinheiro que ajuda “o cérebro a desligar”.

Ljubomir Stanisic, que abriu recentemente o restaurante Liquen, nas Furnas, diz estar nos Açores para deixar a sua marca e, acima de tudo, a “gratidão” para com os locais: “Quero espicaçar os Açores com uma gastronomia diferente, para que os outros se preocupem em trabalhar em coisas diferentes”.

A gastronomia da região, defende o chefe de cozinha, não é surpreendente, mas tem produtos “fabulosos”, nomeadamente os queijos e produtos lácteos, vindos de um “pasto tão rico” como o das nove ilhas açorinas. Esta arte tem, no entanto, de “mudar muito, muito mesmo”.

“Há um grande medo de arriscar, não só em São Miguel, mas no conjunto das nove ilhas, há pouca formação direta nas pessoas. Uma das dificuldades aqui é comer um peixe no ponto”, lamenta.

Para o natural da antiga Jugoslávia, não é a cozinha que está na moda, mas sim o “comer bem” e a “qualidade da alimentação”, o que é positivo.

“Hoje em dia preocupamo-nos com a comida, sabemos mais sobre nutrientes. Para viver bem, só existem três segredos: comer bem, dormir bem e fazer desporto. Por isso estas três coisas estão na moda”, explica.

A exigência e o conhecimento dos clientes é, diz Stanisic, uma mais-valia, porque o tornam “mais cuidadoso” e em constante evolução: “Neste tipo de negócio ficar parado é uma estupidez”.

O programa televisivo que o chef apresenta – e cujos episódios para a terceira temporada começam a ser gravados em setembro – não “mudou em nada” a sua personalidade, e a “realidade pura e dura” de ‘Pesadelo na Cozinha’ acaba por funcionar como uma tentativa de “mudar mentalidades” de proprietários de restaurantes que “estão a fazer as coisas erradamente“.

Ljubomir Stanisic esteve várias vezes aos Açores nas últimas semanas, quer para o lançamento do restaurante Liquen, quer para formações na ilha de São Jorge, onde é consultor.

A conversa com a agência Lusa decorreu, todavia, num momento de descontração, a bordo de um barco de pesca desportiva de Carlos Linhares, um “amigo” e “grande companhia” para um dia de pesca no mar açoriano.

“Nem o conhecia da televisão, a primeira vez que o vi pensava que era jogador de futebol”, conta, entre risos, Carlos Linhares – antigo camionista, padeiro, coveiro e eletricista, entre outras profissões -, que espera no futuro colaborar com o chef para oferecer aos clientes uma vertente gastronómica nas suas pescarias.

Por agora, Stanisic vai dar “algumas dicas”, coisas “simples e práticas”, de produtos e pratos que possam ser servidos a bordo.

Um peixe-porco foi o destaque maior da pescaria de Ljubomir. Mas o mais importante foi “a melhor companhia do mundo” e o “relaxar, a inspiração”.

“Quando estou no barco não penso em nada. E quando penso é só em coisas boas. Estar no mar é como estar no ‘spa’. É uma terapia. E adoro o mar bravo, forte. E a partir de hoje vamos fazer uma parceria, isso é certo. Ele vai mandar-me clientes [para o restaurante] e eu vou cozinhar para os clientes dele no barco. Isso é certo”, concretiza o chefe de cozinha.

Nestlé Portugal criou mais de 1600 oportunidades de emprego jovem desde 2014

No dia em que se celebrou a Juventude em todo o mundo, 12 de agosto, a Nestlé faz o balanço da implementação destas duas iniciativas em Portugal. Entre 2014 e o primeiro semestre de 2019 a Nestlé criou 1670 oportunidades de trabalho para jovens nas várias estruturas que tem no país (sede, fábricas e centro de distribuição), destas, 1097 foram contratos de trabalho, 416 estágios e 157 ações de formação com vista à preparação dos jovens para a entrada no mercado de trabalho.

No âmbito da Aliança para a Juventude, que em Portugal é formada por 18 empresas – ALPI, BA Vidro, BPI, BP Portugal, Eurogroup Consulting, Germen, Graphics Leader Packaging, Jerónimo Martins, Lift Consulting, Logoplaste, Luis Simões, Nestlé Portugal, The Navigator Company, RAR Açúcar, SaicaPack, Sonae, Transportes Álvaro Figueiredo e Vodafone – foram criadas mais de 70 mil oportunidades de trabalho para jovens.

Este trabalho em prol da juventude continua a ser realizado pela Nestlé em todo o mundo. A ambição da Companhia é ajudar 10 milhões de jovens em todo o mundo a ter acesso a oportunidades de trabalho até 2030. Para a Nestlé investir na juventude de hoje é uma conquista para todos – para os nossos negócios, para as comunidades locais e para o planeta.

A Nestlé acredita que as comunidades só podem prosperar se conseguirem oferecer um futuro para as gerações mais jovens. É por essa razão que a Companhia está determinada em ajudar os jovens a desenvolver as suas competências para que possam encontrar emprego ou criar seus próprios negócios. O que ajudará a construir comunidades prósperas e resilientes e apoiará os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas.

Costa-Gavras distinguido com prémio de carreira em Veneza

© Reuters

De acordo com um comunicado da Bienal de Veneza, organizadora do festival, o filme “Adults in the Room” será exibido fora de competição, na 76.ª edição do certame dedicado ao cinema, que decorre entre 28 de agosto e 07 de setembro.

O prémio, recorda a bienal, é atribuído a “uma personalidade que tenha feito uma contribuição particularmente original para a inovação no cinema contemporâneo“.

O realizador francês de origem grega, de 86 anos, nascido em LoutraIraias, como Konstantinos Gravas, deixou a Grécia aos 22 anos para estudar em Paris, onde trabalhou com realizadores franceses como René Clair, René Clement, Henri Verneuil, Jacques Demy, Marcel Ophüls, Jean Giono e Jean Becker.

Foi distinguido com dois Óscares e prémios em Cannes e em Berlim, tendo realizado mais de duas dezenas de filmes, como “O Capital” (2012), sobre as origens da crise financeira, “Golpe a Golpe” (2005), uma efabulação a partir do desemprego, “O Quarto Poder”/”A Cidade Louca” (1997), centrado num repórter de televisão que aproveita um caso no museu de uma pequena cidade para atingir notoriedade, “O Enigma da Caixa de Música” (1989), sobre a identificação de um criminoso nazi, num velho imigrante europeu, nos EUA, “Atraiçoados” (1988), sobre uma agente do FBI, infiltrada no meio rural norte-americano, e “Missing”/”Desaparecido” (1982), sobre a queda da democracia no Chile, e o desaparecimento e assassínio dos opositores da ditadura, pelos fiéis do regime de Pinochet.

A cerimónia de entrega do prémio decorrerá a 31 de agosto, um sábado, na Sala Grande do Palácio do Cinema, em Veneza, às 22:00 locais, antes da estreia mundial do novo filme, uma coprodução franco-grega, interpretada por Christos LoulisAlexandros Bourdoumis, e Ulrich Tukur.

“Há muitas razões pelas quais Costa-Gavras merece ser nomeado entre os grandes realizadores, mas há uma em particular: ele consegue transformar a política num assunto fascinante, não apenas para quem já é iniciado, mas para o público em geral, usando todos os meios disponíveis no cinema para tocar o maior número possível de espetadores“, disse o diretor do Festival de Cinema de Veneza, Alberto Barbera, citado no comunicado.

Referindo que Costa-Gravas tem sido sempre descrito como um realizador político porque sustenta que todo o cinema é político, Alberto Barbera sublinhou, colocando de lado o seu lado polémico, que o realizador sempre tentou reclamar para o cinema uma “fé sincera na democracia, num cinema que leve o espetador a questionar, e também a fazê-lo sentir emoções fortes”.

Salientou ainda o “profundo humanismo, liberdade, e o questionamento da submissão” nos filmes de Costa-Gravas, que é desde 2002 presidente da Cinemateca Francesa.

O novo filme de Costa-Gravas leva o espetador a um mundo em que as pessoas estão presas numa rede de poder, abordando o círculo do Eurogroupo e as suas reuniões, que impuseram um programa de austeridade à Grécia, de acordo com a apresentação da obra.

O filme é baseado no livro “Adults in the Room: My Battle with Europe’s Deep Establishment” (“Comportem-se Como Adultos: A Minha Luta Contra o ‘Establishment’ na Europa”, na edição portuguesa), de Yanis Varoufakis, o economista e político grego, que fez parte do Governo do partido Syriza, liderado por Alexis Tsipras, como ministro das Finanças, em 2015.

“Um relato extraordinário da astúcia no coração do resgate financeiro da Grécia”, de acordo com o cineasta e argumentista sueco Ulf Kjell Gür, na página dedicada ao filme.

“A Confissão” (1970), com base no livro homónimo de Artur London, sobre o sequestro de um dirigente da Primavera de Praga, “O Estado de Sítio” (1972), centrado no rapto de um agente norte-americano pelos Tupamaros, no Uruguai, são outras obras de Costa-Gavras, que marcou o iníco da carreira com longas-metragens como “A Orgia do Poder” (1972), a partir do romance “Z”, de Vasilis Vasilikos, e “A 6.ª Testemunha” (1965), a partir de um crime descrito por Sébastien Japrisot.

Jack Lemmon, John Shea e Sissi Spaceck, Gabriel Byrne, Dustin Hoffman, John Travolta e Alan Alda, Jessica LangeArmin Mueller-Stahl e Frederic Forrest, Debra Winger, Tom Berenger e John Heard, Yves Montand e Simone Signoret são alguns dos atores com quem trabalhou ao longo do seu percurso.

O Prémio JaegerLeCoultre é entregue pelo 15.º ano consecutivo, e já distinguiu realizadores como TakeshiKitano (2007), Abbas Kiarostami (2008), Agnès Varda (2008), Sylvester Stallone (2009), Mani Ratnam (2010), Al Pacino (2011), Spike Lee (2012), Ettore Scola (2013), James Franco (2014), Brian De Palma (2015), Amir Naderi(2016), Stephen Frears (2017) e Zhang Yimou (2018).

MarketPlace da Konica Minolta: nova versão mais funcional

O MarketPlace é a abordagem da Konica Minolta para apoiar os clientes a moldarem o local de trabalho na era da transformação digital, garantindo, assim, que tenham um escritório conectado. Numa única localização, e de forma simples e direta, é possível aceder aos aplicativos mais recentes e personalizar as multifunções bizhub, como adicionar funcionalidades aos equipamentos com IoT.

No portefólio da Konica Minolta encontram-se já equipamentos que permitem o acesso direto às apps do MarketPlace, através do painel de controlo, como acontece com as novas multifunções inteligentes bizhub i-Series e com a solução tecnológica “all in one”, o Workplace Hub.

O MarketPlace da Konica Minolta disponibiliza uma variedade de serviços, ferramentas e funcionalidades avançadas em TI, que os clientes da empresa podem escolher mediante as suas necessidades específicas. Os aplicativos possibilitam desde o acesso a licenças; a conexão de serviços na cloud; a gestão mais eficiente de informação; a partilha de documentos; a digitalização de conteúdos; a otimização dos fluxos de trabalho diário e da produtividade individual, dos processos de colaboração e da comunicação na empresa; e também garante a segurança no ambiente de escritório.

Além disso, o MarketPlace integra já os sistemas ERP da Konica Minolta, o que assegura uma faturação baseada no consumo e, nessa medida, permite também otimizar a eficiência operacional da organização.

Globalmente, a Konica Minolta assegura um serviço abrangente de TI, com soluções e produtos diversificados e adequados ao local de trabalho do futuro, sendo que a empresa apoia também os clientes na gestão e no controlo eficiente dos processos de negócio, para que potenciem a conectividade nos escritórios.

Recorde-se que a Konica Minolta é uma das 100 maiores fornecedoras de TI do mundo, de acordo com o “Market Insight: Gartner Global Top 100 IT Vendors in 2018”.

O MarketPlace da Konica Minolta está disponível em 133 países, incluindo Portugal.

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