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Elisabete Teixeira

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Portugueses a favor da união ibérica

Este grupo de reflexão de estudos internacionais e estratégicos que analisa o mundo “de uma perspetiva espanhola, europeia e global” incluiu pela primeira vez uma sondagem feita em Portugal na sua 6.ª edição do Barómetro Elcano da Imagem de Espanha no estrangeiro.

Embora 67,8% dos portugueses entrevistados concordem com “alguma forma de união política” com Espanha, há também 60% que pensam que os espanhóis “interessam-se pouco por aquilo que acontece em Portugal”.

O estudo conclui que os portugueses têm uma imagem muito positiva de Espanha, um país que consideram muito similar ao seu, apesar de metade deles verem “aspetos negativos na forte presença de empresas espanholas no seu país, relacionados com um certo receio de ser colonizados”.

Três em cada quatro portugueses (74%) defendem que a Espanha deve ser o seu melhor aliado na União Europeia, mas só 62% está convencido que isso acontece realmente.

Uma percentagem expressiva de 83% de portugueses acreditam que Portugal e Espanha têm os mesmos interesses no que diz respeito à política internacional, mas apenas 63% afirma que os dois países atuam de forma coordenada nessa dimensão internacional.

O barómetro, elaborado a partir de 4.015 entrevistas a nacionais residentes na Alemanha (400 entrevistados), Reino Unido (400), França (400), Portugal (400), Estados Unidos (400), Colômbia (401), Perú (473), Marrocos (430), China (401), e Índia (400), entre 26 de maio e 09 de junho, revela que 74% dos portugueses elegem a Espanha como o parceiro europeu que devia ser o melhor aliado de Portugal, muito acima da percentagem em França (38%) e na Alemanha (24%).

O Instituto Elcano é uma fundação “privada, apartidária e independente tanto do estado espanhol como das empresas que o financiam”.

Tem como objetivo, o estudo da posição da Espanha na sociedade internacional e colocar os resultados das suas análises à disposição da sociedade espanhola.

O 10 perfeito de Nadia Comăneci, 40 anos depois

Nem o próprio contador estava pronto para a excelência aquela rotina. Atingir um “dez” parecia impossível. O 10.00 significava perfeição. E foi a essa perfeição – à perfeição da rotina de Nadia Comăneci – que foi atribuída um “1.00”, no dia 18 de julho de 1976, nos Jogos Olímpicos de Montreal.

O El Mundo falou com a desportista quarenta anos depois de um dos dias mais marcantes da história da ginástica artística e dos Jogos Olímpicos. Nadia lembra a reação ao resultado de 1.00 que surgiu nos contadores, a felicidade ao perceber que tinha atingido a nota mais alta do desporto, a preparação para a rotina e ainda sobre o futuro da ginástica na Roménia.

O dia em que a perfeição foi atingida

Por muito boa que fosse a rotina, nunca nenhuma ginasta tinha conseguido ultrapassar a pontuação de 9.95, nem parecia que alguém o fosse conseguir. Pelo menos foi o que acharam os oficiais dos Jogos Olímpicos, que antes do início da competição em Montreal, perguntaram ao Comité Olímpico quantos números deveriam aparecer no mostrador. Depois de ponderar, o Comité decidiu que três números seriam suficientes, já que nunca ninguém atingiria os 10.00.

Esta decisão de ter apenas três dígitos no marcador causou algum pânico no dia 18 de julho. Nadia Comăneci atacou as barras paralelas assimétricas com uma rotina enérgica e repleta de elementos de grande dificuldade na exequibilidade. Depois de se projetar da barra inferior, o público aplaudiu com entusiasmo. Mas os aplausos diminuíram de intensidade depois de surgir o resultado no mostrador. Como era possível que a ginasta tivesse tido apenas 1.00 como pontuação final?

Nadia ficou atordoada por uns minutos. “Estranhei quando apareceu o 1.00, mas eu sabia que não me tinha saído assim tão mal…” afirmou a ginasta ao El Mundo. Mas rapidamente a dúvida dissipou-se. Era um 10.00 e os aplausos redobraram. E a ginasta que nunca sorria – há quem diga que os sorrisos com que terminava a atuação eram amplamente treinados – não escondeu o seu contentamento.

Mas, apesar desse contentamento, Nadia explicou que não percebeu bem a importância do seu feito. “Foi tudo tão rápido. Pensei que podia ser 9.00, acreditava que valia 9.95… Mas não esperava um 10. Não era o meu objetivo. Mas também não me surpreendeu muito. Sinceramente, na altura não percebi muito bem a sua importância. Era muito jovem e não seguia com atenção o meu desporto”.

O 10.00 visto 40 anos depois

Quando se celebram quarenta anos desde o dia em que uma pequena ginasta conseguiu atingir a perfeição, o El Mundo publica uma entrevista com Nadia Comăneci, onde a desportista afirma que se lembra dos “treinos, dos aquecimento com as colegas, do programa, da rotina”, todo o percurso. E brinca, acrescentando que não viu o vídeo “assim tantas vezes”.

Sobre a longevidade do seu feito – que celebra esta segunda-feira 40 anos – a ginasta considera que o facto de ter conseguido um “dez” foi mais importante do que ter conseguido três medalhas de ouro em 1976: “Se agora pergunto a um miúdo na rua, talvez, ele não me fale das medalhas olímpicas que ganhei, mas de certeza que terá ouvido falar do primeiro 10 nos Jogos de Montreal. Saberá que foi algo extraordinário. Por isso é que aqui estás tu, a perguntar-me pelo feito, quatro décadas depois”.

Sobre os seus treinos, Nadia afirmou que não eram sobre-humanos, mas que havia momentos “muito difíceis”, mas que mesmo assim gostava de treinar para além do que lhe exigiam. O que a movia era a paixão pelo desporto – “não pensava em ganhar dinheiro ou em ser famosa. Adorava a ginástica e era por isso que treinava“.

Depois dos jogos, a ginasta viajou pelo mundo, mas quando voltava à Roménia tinha de viver como todos os cidadãos “a seguir as regras e a viver com pouco dinheiro”. Terá sido esta situação política e social opressora que levou Nadia a exilar-se para os Estados Unidos, em novembro de 1989.

Pela primeira vez desde 1968, a Roménia vai agora comparecer nos Jogos Olímpicos do Rio sem uma equipa de ginástica. “É um problema de bases” explica Nadia “a ginástica na Roménia deve estar mais presente nas escolas, para que haja mais meninas interessadas”.

A glória em triplicado em Montereal

Embora o de Nadia tenha sido o primeiro 10.00 da história da ginástica artística nos Jogos Olímpicos, não foi o último. A “pequena gigante” Nadia Comăneci conseguiu atingir mais seis 10.00 em Montreal – três nas barras paralelas assimétricas e outros três na trave de equilíbrio – e várias outras ginastas desde então conseguiram repetir o feito.

Em Montreal, Nadia Comăneci conseguiria três medalhas de ouro: uma como melhor ginasta em prova, a medalha de ouro nas barras paralelas assimétricas e a medalha de ouro na trave de equilíbrio. Nadia foi ainda laureada com a medalha de bronze em ginasta solo.

[Vídeo onde se compilam os sete 10.00 conseguidos por Comăneci nos Jogos Olímpicos de Montreal.]

[Vídeo de uma das rotinas solo de Comăneci em Montreal.]

 

 

1976 foi o ano de ouro da Roménia na ginástica artística dos Jogos Olímpicos. Este ano não existe sequer uma equipa para representar o país na modalidade em que já foi campeã. Mudam-se os tempos, mas não muda o facto de Nadia ter sido a primeira de sempre a conseguir um dez.

Cerca de 450 mil plantas autóctones plantadas em terrenos públicos em cinco anos

Perto de 450 mil plantas de várias espécies autóctones foram plantadas nos últimos cinco anos em terrenos públicos e comunitários no âmbito do projeto Floresta Comum, que pretende fomentar uma floresta com espécies nativas.

O balanço deste projeto foi hoje divulgado em comunicado pela associação ambientalista Quercus, parceira do Floresta Comum – em conjunto com o Instituto da Conservação da Natureza, a Associação Nacional de Municípios Portugueses e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro -, parcialmente financiado pelo Green Cork (reciclagem de rolhas de cortiça).

Desde 2011 até agora foram oferecidas 445.222 plantas autóctones (nomeadamente carvalhos, medronheiros, castanheiros ou sobreiros) que foram plantadas em terrenos públicos ou comunitários.

Só em cinco meses – entre outubro do ano passado e março deste ano — foram plantadas mais de 153 mil plantas.

“Tem sido grande o envolvimento da administração local nestas ações de (re)arborização, através dos municípios e juntas de freguesia”, adianta a nota da Quercus, justificando assim o número cada vez maior de plantas disponibilizadas.

No futuro, aliás, vai ainda ser constituída uma bolsa de plantas para distribuir por terremos privados.

Os ambientalistas lembram que a floresta autóctone tem “altos níveis de biodiversidade”, estando mais adaptada às condições climáticas locais, resistindo mais a pragas, doenças e longos períodos de seca ou de chuva intensa.

A floresta autóctone contribui ainda para mitigar as alterações climáticas, sendo mais resiliente a essas alterações e também a incêndios florestais.

Registo e licenciamento de animais em Lisboa é diminuto

O registo e licenciamento de animais domésticos em Lisboa é ainda diminuto, admitiu esta segunda-feira a provedora dos animais, que questionou no início do ano as juntas de freguesia para perceber se existe aquele hábito por parte dos lisboetas.

Segundo dados fornecidos por Inês Sousa Real à agência Lusa, de 2013 para 2014, houve um aumento dos registos, de 2.607 para 3.126. Já em 2015, durante o primeiro semestre do ano, eram menos 1.788 os animais registados na cidade.

“A este questionário só respondeu metade das juntas de freguesia“, alertou, salientando o facto de os dados não estarem completos, uma vez que são referentes ao primeiro semestre do ano de 2015. Ainda assim, considera que “o número [de registos] continua a ser mesmo muito diminuto”.

Segundo a Provedora dos Animais de Lisboa, as principais razões para o baixo número dos registos “são o desconhecimento, por parte dos detentores, da [sua] obrigatoriedade”, bem como das vantagens daí decorrentes: “não percebem que mais facilmente o animal poderá ser encontrado” em caso de estar perdido ou de ter fugido.

Além disso, considera que as pessoas associam o registo ao pagamento detaxas.

Inês Sousa Real lamenta, por outro lado, o facto de não existir a obrigatoriedade do registo de gatos, apesar de já ter apelado para que fosse introduzido na lei: “É obrigatório registar os cães a partir dos seis meses, mas, no caso dos gatos, ficou dependente da aprovação de uma portaria que nunca chegou a ver a luz do dia”.

“Só na Casa dos Animais de Lisboa [centro de recolha oficial de animais errantes na cidade] dão entrada todos os anos cerca de 3.000 animais abandonados, que não possuem qualquer ‘microchip’, nem qualquer registo”, frisou.

Sublinhou, ainda, o facto de existirem grandes diferenças no número de registos conforme as freguesias do concelho. Segundo dados recolhidos pela agência Lusa, algumas têm menos de 100 animais registados, como é o caso de Santa Maria Maior que, em 2014, emitiu 95 licenças, e no primeiro semestre de 2015, 36. Já no Lumiar, por exemplo, foram emitidas 482 licenças em 2015, e 554 no primeiro semestre de 2015.

A provedora dos animais considera, no entanto, que “a sociedade está mais desperta para o cuidado que deve ter com os animais, mesmo ao nível da alimentação das colónias de rua”, graças à crescente preocupação “em alimentar com ração seca, e não com restos de comida, que possam de algum modo conspurcar a via pública”.

Face à crescente preocupação das juntas na salvaguarda do espaço público, têm sido promovidas ações de sensibilização junto dos moradores, bem como instalados vários sanitários caninos, como já acontece em Avenidas Novas e em Campolide.

Já no Beato, em Alvalade, na Penha de França e no Areeiro há um ‘motocão’ que todos os dias percorre as ruas, recolhendo os dejetos dos animais.

Também na Penha de França, são oferecidos sacos à população, o que resulta numa via pública mais limpa. Ainda assim, a presidente da autarquia, Maria Luís Mendes, considera importante “que se continue a investir nas campanhas de sensibilização”.

Por seu turno, a presidente da Junta de Freguesia de Benfica, Inês Gomes, disse à agência Lusa que, “enquanto não houver um sistema de fiscalização mais efetivo, ou seja, que aplique efetivamente coimas, as quais poderão influenciar o comportamento dos fregueses, será difícil melhorar o comportamento destes”.

Inês Gomes alerta, também, para a capacidade de fiscalização que é muito limitada, uma vez que não se podem “identificar as pessoas sem a presença de um agente da PSP ou da Polícia Municipal”.

Os animais são registados e licenciados mediante categorias – cães de companhia, com fins económicos, de caça, de guia, gatos, entre outros -, as quais apresentam diferentes taxas, que podem variar entre cinco e os 15 euros.

Há também uma tarifa de registo inicial que pode oscilar entre 1,5 e 3,3 euros.

Existem, ainda, as licenças anuais, com preços que variam consoante a freguesia e que podem chegar aos 15 euros.

Governo quer aplicar currículo específico apenas em casos de deficiência profunda

A secretária de Estado da Inclusão afirmou em Coimbra que o Governo quer que o currículo específico individualizado seja aplicado apenas em casos de deficiência profunda, ao contrário do que se verifica atualmente.

“Tem vindo a aumentar muito o número de alunos a quem é aplicado o CEI [currículo específico individualizado] e isso é preocupante”, disse à agência Lusa a secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, sublinhando que o executivo pretende que este currículo seja aplicado apenas em casos de “deficiência profunda, em que a apreensão de conteúdos esteja seriamente dificultada”.

Ana Sofia Antunes alertou também para o facto existirem, de momento, vários obstáculos para as crianças que são encaminhadas para esta medida especial de adaptação curricular, criticando o facto de, quando o jovem termina o 9.º ano, apenas recebe um “certificado de frequência” e não um certificado de aprovação.

Esta situação “coloca problemas no momento” de os alunos serem “aceites num curso profissional, em que eles têm de ter determinado tipo de certificação de conteúdos já apreendidos”, apontou a secretária de Estado.

As crianças, ao não terem um certificado de aprovação, não podem ser encaminhadas para o ensino profissional e, mesmo que o frequentem, apenas irão “sair de lá com um certificado de frequência”.

“Qual é a empresa que lhe vai dar uma oportunidade? Ela aprender os conteúdos, até aprendeu, mas não tem um diploma. Isso não faz sentido”, disse, referindo que o Governo está a trabalhar para que esta situações fiquem clarificadas.

A secretária de Estado avançou ainda que está a ser estudado, em conjunto com o Ministério de Educação, um aumento do número de horas de apoio curricular por semana para as crianças com necessidades educativas especiais.

“À chegada, deparámo-nos com crianças com meia hora de apoio curricular por semana. Isso é nada”, sublinhou Ana Sofia Antunes, que falava à agência Lusa à margem do Encontro Internacional de Educação Especial, que decorre entre hoje e sexta-feira na Escola Superior de Educação de Coimbra.

Até Churchill ia gostar de beber vinho do Porto nesta esplanada

Custa a acreditar que, há apenas três anos, o espaço onde fica o jardim e a esplanada das caves Churchill’s, em Vila Nova de Gaia, era um terreno quase abandonado, cedido a um vizinho para a criação de patos. Em 2014, a companhia produtora de vinho do Porto criou ali uma zona agradável, sossegada e com vista desafogada sobre o rio Douro, o Centro Histórico do Porto e o Palácio de Cristal. Só isso já bastava para esta ser uma das melhores esplanadas da cidade. Este verão lançou o Bar Douro, com pratos criados pelo chef Tiago Santos.

A carta, inspirada pelos sabores portugueses, é curta mas variada. Tiago Santos, que já passou pela Casa de Chá da Boa Nova de Rui Paula, pela Casa da Calçada e pelo The Yeatman, abre o apetite com umas asinhas de frango barbecue com molho de maionese de piripíri (5€). Continua nas carnes com umas costeletas no carvão de porco bísaro (8€), carne transmontana com menos gordura do que o porco ibérico, por exemplo. Os acompanhamentos são pagos à parte.

Todas as semanas há um peixe diferente, mediante o que houver de mais fresco no mercado. Ultimamente, a vencedora tem sido a sardinha, servida sobre arroz de tomate e infusão de poejo (7€). Permanente na carta é o polvo com batata-doce, cozido com laranja e finalizado nas brasas do carvão (10€).

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A sardinha com arroz de tomate vai bem com vinho branco. © Sara Otto Coelho / Observador

A finalizar o menu está a salada de abóbora (5€) e as sobremesas (2,50€), “sempre frescas”, explica ao Observador Tiago Santos. Vão variando, entre mousse de manjericão, leite creme de poejo e gelado de morango, por exemplo. O Bar Douro funciona em regime pop up, o que significa que, no final de julho, faz as malas e vai embora, mais propriamente para Londres, onde o chef vai abrir um restaurante em setembro.

Maria Emília Campos, CEO da Churchill’s, não quer perder este conceito e admite que vai procurar outro chef que possa manter, em setembro e outubro, quando ainda há bom tempo, uma oferta gastronómica que combine com os vinhos ali produzidos. Em agosto, mês de férias por excelência, o conceito será outro: finger food, à base de pataniscas, queijos e enchidos, para acompanhar as provas de vinhos do Porto e do Douro.

Porque, sim, o vinho está no centro de tudo o que a Churchill’s faz. A carta foi feita para harmonizar com cinco referências de vinho do Porto (copos entre os 4€ e os 12€) que podem ser servidas frescas, com destaque para o Dry White (também disponível com 10 e 20 anos), e cinco referências de Douro (copos entre 2€ e 7€), que a companhia também produz.

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A esplanada tem quatro mesas com bancos corridos, num total de 20 lugares. © Sara Otto Coelho / Observador

A esplanada tem 20 lugares ao todo, divididos por quatro mesas. Quem quiser pode entrar diretamente para o jardim, mas vale a pena fazer, pelo menos uma vez na vida, uma prova e uma visita guiada às caves. O Centro de Visitas abriu no início de 2012 precisamente para esse efeito. A prova mais económica inclui três vinhos, custa apenas cinco euros e dá direito a visita personalizada, o que significa que tanto enólogos como leigos saem da Churchill’s alegres. E não é por culpa do álcool no sangue.

Nome: Churchill’s Graham
Morada: Rua da Fonte Nova, 4400-156 Vila Nova de Gaia (paragem “Fonte Nova” nos autocarros 901 e 906 da STCP)
Contacto: 22 370 3641
Horário: De quarta a sábado das 12h30 às 16h. Entre agosto e outubro funcionará em simultâneo com o centro de visitas, de segunda a sábado das 09h30 às 18h30
Reservas: Aceitam
Site: http://www.churchills-port.com/

Ex-primeiro-ministro da Guiné-Bissau denuncia entrada no país de “avião fantasma”

Um avião com proveniência e carga desconhecida aterrou numa madrugada da última semana no aeroporto de Bissau, disseram à Lusa diferentes fontes diplomáticas, após uma denúncia feita no sábado pelo ex-primeiro-ministro e líder do PAIGC.

Domingos Simões Perira alertou para a entrada no país de um “avião fantasma” com carga desconhecida e que foi recebido pelo chefe da casa civil da Presidência guineense.

A denúncia foi feita numa conferência de imprensa do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), vencedor das eleições legislativas de 2014 na Guiné-Bissau, mas arredado do poder.

“Queremos explicações sobre a real proveniência e carga do avião fantasma que recentemente visitou o nosso país, tendo sido recebido pelo chefe da Casa Civil da Presidência”, refere-se num documento distribuído pelo partido aos jornalistas.

Questionado sobre o assunto após a conferência de imprensa, Domingos Simões Pereira insistiu na necessidade de haver esclarecimentos.

“Num Estado de direito, sempre que há a chegada ou saída do território nacional de entidades com patentes e bandeiras de outra nacionalidade, fazem-no sob duas coberturas: ou há um contrato comercial que permite a vinda regular dessa entidade ou tem que haver uma entidade política que se responsabiliza para esse efeito”, referiu.

Ou seja, o assunto “não pode ficar no abstrato, sem que ninguém saiba do que se trata”, concluiu.

A Lusa tentou obter uma reação por parte da Presidência guineense, que remeteu eventuais esclarecimentos para mais tarde.

Está à procura de um negócio? A SPALDIN reforça posição em Portugal com franchising dos espaços NGLife

A SPALDIN desenhou um plano de expansão que prevê a abertura de 16 espaços NGLife em regime de franchising, até final de 2017. O objetivo é garantir a expansão nacional da oferta SPALDIN e dos espaços NGlife, pensados para oferecer um serviço único, baseado nas mais avançadas tecnologias de descanso com base no suporte e aconselhamento médico.

Com forte presença nos cinco continentes e, em especial no mercado norte-americano, onde a marca é fortemente reconhecida, a SPALDIN espera repetir esse mesmo sucesso em Portugal, através do modelo de franchising. Nesse sentido, a SPALDIN Portugal, procura empreendedores com uma visão sustentável do futuro, que pretendam associar-se a uma marca de colchões diferenciadora.

«Resolvemos expandir-nos em franchising porque acreditamos que existe, no mercado português, espaço no setor do descanso para uma marca como a SPALDIN que apresenta produtos únicos e altamente competitivos. Temos perspetivas muito boas de rápido crescimento porque os consumidores recomeçam agora a adquirir bens duradouros. Também, porque os portugueses mostram-se cada vez mais empenhados em ter uma vida mais saudável, o que passa necessariamente pela melhoria da qualidade do sono», explica Paulo Carvalho, que trouxe a marca para o nosso país e é hoje diretor da SPALDIN Portugal.

Espaços NGLife: uma forma de revolucionar a venda de colchões em Portugal

Comprar um colchão pode ser uma tarefa complicada, uma vez que requer todo um processo de experimentação e avaliação de características relacionadas com o nível de estabilidade ou conforto. É nele que uma pessoa passa em média mais de 30 mil horas deitada, pelo que a sua escolha acaba por ser algo que requer uma avaliação cuidada que nem sempre é facilitada pelo elevado número de produtos com características diferentes.

No espaço NGLife o processo de avaliação e seleção do colchão pode ser simplificado resumindo-se a uma só experiência, na qual são calculados e cruzados importantes fatores como o peso ou a posição de descanso de uma ou duas pessoas. É com base em estudos médicos e algoritmos de cálculo, gerados no prestigiado Instituto Proschlaf e, com recurso às mais inovadoras tecnologias que as soluções NGLife, são programadas e adquirem as características exigidas para potenciar o descanso que se reflete fisicamente ao longo do dia-a-dia.

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A tecnologia NGMatt T em exclusivo nos espaços NGLife

Com o conceito inovador dos novos espaços NGLife, a Spaldin coloca no mercado produtos e serviços únicos como seja a linha NGMatt T que, além da própria qualidade dos materiais, apresenta como principal vantagem competitiva a capacidade de monitorizar de forma precisa o sono e regular automaticamente as características do próprio colchão, eliminando assim o risco de desadequação ao longo do tempo.

Os vários sensores incorporados no NGMatt T recolhem dados em tempo real, como os movimentos, a posição, as fases do sono e outras variáveis fisiológicas que permitem determinar o índice de qualidade do sono. Através de Smart Bluetooth e Wi-Fi, essas informações são enviadas para uma unidade de controlo, que regula a pressão de cada uma das 24 câmaras-de-ar existentes no interior do colchão, alterando a estrutura do mesmo de acordo com as necessidades do utilizador.

No caso dos colchões de casal, a divisão de estruturas, totalmente incorporadas num só colchão, permite a dupla adaptação de modo a responder às características de cada um dos membros do casal, ou seja, graças à distribuição das zonas de suporte é possível garantir o conforto individual de duas pessoas que partilham a mesma cama.

Ficha de Franchising:

Localização Preferencial: Cidades capitais de distrito

Área exigida: Cerca de 50m2

Package de Franquia: 12.500€ (valores sem IVA)

  • Direitos de Entrada de Franchising: 25.000€
  • Formação Gratuita
  • Adaptação e decoração: Gratuita
  • Produtos de exposição – stock inicial de 3.500€
  • Taxa de Publicidade: a negociar
  • Royalties: a negociar
  • Duração do Contrato: 5 anos

Vantagens

  • Apoio da marca nos mais diversos domínios;
  • Presença publicitária on line
  • Formação própria e contínua
  • Exclusividade do negócio a nível distrital, excluindo Lisboa e Porto
  • Apoio na implementação do negócio
  • Promoção da marca por uma vasta rede de parceiros e de formação contínua.

Fatores de Sucesso

  • Produtos e serviços únicos no mercado mundial
  • Produtos suportados no conhecimento médico
  • Conceito inovador na área da venda de soluções de descanso

SPALDIN

A SPALDIN define-se como uma empresa tecnológica que investiga e desenvolve sistemas de descanso (colchão, almofada e estrado), com recurso a matérias-primas de última geração isentas de substâncias nocivas à saúde e ao meio ambiente. Criada nos anos 50, em Espanha, a marca chegou a Portugal em outubro de 2014 com a abertura de uma concept store na cidade de Braga e possui agora uma loja própria na mesma cidade. Em Portugal, a marca comunica diretamente com o consumidor final, mas também através da cadeia El Corte Inglés. A SPALDIN é a empresa europeia do setor que mais produtos vende no mercado norte-americano e encontra-se presente nos cinco continentes. Espanha, França, Estados Unidos, Canadá, Brasil, Portugal, Austrália, México, China, Rússia, Marrocos, Holanda, Reino Unido, Suíça, Emirados Árabes Unidos e Quénia são alguns dos principais mercados em que opera.

Submarino português preso em arrastão, sem danos ou vítimas

O submarino português Tridente ficou preso esta terça-feira de manhã nas redes de um barco de pesca francês em águas britânicas, num incidente sem danos materiais ou humanos, disse o Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA).

O incidente ocorreu durante uma missão de treino com a marinha britânica, na viagem de regresso do Tridente a Portugal, depois de ter estado em missão no Báltico, segundo o EMGFA.

“O Tridente veio à superfície para garantir a sua própria segurança e a do pesqueiro, libertou-se do cabo em que estava preso e continua a sua missão”, disse à Lusa o porta-voz do EMGFA, Hélder Perdigão.

“Foi um pequeno incidente, não houve danos”, acrescentou.

O incidente ocorreu cerca de 55 quilómetros a sudeste do Cabo Lizard, a ponta sudoeste da Grã-Bretanha, em águas britânicas.

O arrastão largou a rede, com a ajuda de meios da Marinha britânica e regressou a França, indica um comunicado do comando marítimo do Atlântico francês, citado pela France Press.

Petição. Franceses pedem repetição da final do Euro 2016

Uma petição foi lançada esta segunda-feira a pedir um novo jogo entre França e Portugal. “Repetir a final do Euro 2016 – A fraude portuguesa não merece um troféu daqueles” é o título da petição endereçada à UEFA, por um grupo de franceses. Mais de 95 mil pessoas já assinaram.

A resposta não tardou a chegar, como informa a Rádio Renascença. Uma mulher que se identifica como “Une portugaise tres chateada” endereçou a “TODOS OS PORTUGUESES” a petição com o título “Que os franceses ganhem juízo”.

No texto lê-se: “Portugal mereceu ganhar, a equipa francesa cometeu uma falta gravíssima a Cristiano Ronaldo, e foram agressivos e não tiveram qualquer tipo de fair play“, pedindo ainda aos franceses para aprenderem a “perder” e para manterem a dignidade.

A portuguesa “trés chateada” termina a petição com a frase: “E MAIS, UMA NAÇÃO COMO A NOSSA NÃO PRECISA DE BRILHO DA TORRE EIFFEL, BRILHA POR SI PRÓPRIA. ;)”, uma alusão ao facto de a Torre Eiffel não ter exibido as cores da bandeira portuguesa depois do jogo da final.

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