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Elisabete Teixeira

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Líder norte-coreano sofre de insónias e outros problemas por ser obeso

North Korean leader Kim Jong Un visits the Paektusan Hero Youth Power Station No. 3 in this undated photo released by North Korea's Korean Central News Agency (KCNA) in Pyongyang on April 23, 2016. KCNA/via REUTERS. ATTENTION EDITORS - THIS IMAGE WAS PROVIDED BY A THIRD PARTY. EDITORIAL USE ONLY. REUTERS IS UNABLE TO INDEPENDENTLY VERIFY THIS IMAGE. SOUTH KOREA OUT.

De acordo com um relatório transmitido aos parlamentares sul-coreanos, o jovem líder norte-coreano pesará 130 quilogramas, mais 40 do que quando assumiu o cargo em 2012, já que alegadamente bebe e come de forma compulsiva devido à preocupação sobre a sua segurança.

Os serviços secretos sul-coreanos apresentaram este relatório durante uma reunião da comissão de informações da Assembleia Nacional de Seul e um dos deputados presentes divulgou o documento numa sessão parlamentar, um procedimento habitual no parlamento sul-coreano.

O secretismo extremo do regime norte-coreano, sobretudo em relação à família Kim e aos círculos mais próximos do poder, torna impossível confirmar ou comparar a informação obtida pelos serviços secretos sul-coreanos ou outras fontes.

Os serviços de informações sul-coreanos garantiram também possuir novos dados sobre Kim Kyong-hui, tia do líder supremo que há alguns anos desapareceu da vida pública.

Aquela que foi uma das influentes figuras do regime estará a viver nos arredores de Pyongyang devido a problemas de alcoolismo, na sequência da execução do marido Jang Song-thaek, no final de 2013.

As duas Coreias continuam tecnicamente em guerra, uma vez que o conflito de 1950-53 terminou com a assinatura de um armistício e não de um tratado de paz.

Google ativa cabo submarino entre os Estados Unidos e o Japão

O cabo, batizado com o nome “Faster” (mais rápido), tem uma velocidade de 60 terabyte por segundo, dez milhões de vezes mais rápido que o típico modem e custou 300 milhões de dólares (cerca de 270 milhões de euros).

“Os utilizadores de Internet e nossos clientes no Japão devem ter notado que as coisas acontecem um pouco mais rápido. O nosso cabo submarino Faster entre o Japão e os Estados Unidos entrou hoje oficialmente ao serviço”, afirmou através da Google Plus o vice-presidente da infraestrutura da Google, Urs Holzle.

O cabo é o mais potente de todos os cabos submarinos e uma das suas particularidades é o de emitir luzes de múltiplas cores em distintas frequências.

“Faster é um das várias centenas de cabos submarinos que ligam distintas partes do mundo e que, em conjunto, integram uma importante espinha dorsal que contribui para o funcionamento da Internet”, explicou Holzle.

O primeiro cabo transoceânico, que se utilizou para comunicações, para se transmitir telegramas, foi instalado em 1906.

A maioria dos cabos funcionam dentro dos países e entre continentes, mas alguns cruzam oceanos como o Atlântico.

O cabo SEA-ME-WE 3, que liga a Europa à Austrália e Ásia, é o maior do mundo, com uma extensão de 39.000 quilómetros e 39 pontos de conexão terrestre.

O Facebook e a Microsoft estão atualmente a trabalhar no desenvolvimento de um cabo submarino, que se vai chamar Marea, e deverá estar pronto ainda este ano.

O Marea será o primeiro cabo a conectar os Estados Unidos com o sul da Europa, em concreto as cidades de Virgínia (Estados Unidos) e Bilbao (Espanha).

Michelle Obama e rainha Letizia unidas pela educação feminina

O quarto encontro entre Michelle Obama e Letizia Ortiz no espaço de seis anos serviu para promover uma iniciativa cara às duas mulheres: a promoção da educação dos mais jovens.

A primeira-dama norte-americana, que aterrou em Espanha esta quarta-feira depois de ter passado por Cabo Verde, Libéria e Marrocos, está a promover a iniciativa “Let Girls Learn”, criada em conjunto com Barack Obama em 2015, e que tem por objetivo permitir que 62 milhões de crianças do sexo feminino que não frequentam a escola tenham acesso a educação.

No seu discurso, Michelle Obama tratou carinhosamente a rainha de Espanha por “querida amiga Letizia”, sinal de uma relação próxima entre as duas mulheres, que se conheceram pela primeira vez em 2010. Já a mulher do rei Felipe VI discursou em inglês e fez menção a um filme que a marcou: “Buda Caiu de Vergonha”. A longa-metragem de 2007, realizada por Hana Makhmalbaf, narra a história de Bakhtai, uma rapariga afegã de seis anos, que sonha ir à escola para aprender a ler e a escrever.

Na noite de quarta-feira, Michelle Obama foi a convidada de honra num jantar de boas vindas na embaixada norte-americana em Madrid. Além dos anfitriões, o embaixador James Costos e o seu companheiro, Michael Smith, esteve presente um restrito grupo de 13 personalidades do país vizinho.

A saber: a vice-presidente do governo em funções, Soraya Sáenz de Santamaría, a presidente do banco Santander, Ana Patricia Botín, a empresária Alicia Koplowitz, a designer Agatha Ruiz de la Prada, o realizador Alejandro Amenábar, o príncipe Constantino da Bulgária e a mulher; María García de la Rasilla, o empresário Plácido Arango e a companheira, a escultora Cristina Iglesias, Manuel Borja-Villel, diretor do Museu Rainha Sofia, o bailarino Ángel Corella, Pedro Gómez de Baeza, presidente da GBS Finance e Antonio Caño, diretor do diário El Pais.

Michelle Obama, que está acompanhada nesta viagem pelas filhas, Sasha e Malia e a mãe, Marian Robinson, e os restantes convivas desfrutaram de uma ementa composta por dois pratos: salada de tomate e paelha com “aioli”. O serão foi animado pelo cantor de flamenco Miguel Poveda.

Sonae compra 50% da marca de “jeans” Salsa

A transação, cujo valor não foi revelado, resulta de um acordo entre a Sonae SR Sports & Fashion e a Wonder SGPS, divulgado ao mercado em 12 de maio de 2016.

A Salsa é uma marca portuguesa de ‘jeanswear’, criada em 1994, que está presente em cerca de 2.000 pontos de venda em 32 países.

Em 2015, alcançou um volume de negócios consolidado de 106 milhões de euros, mais de 50% dos quais gerados fora de Portugal.

“Esta parceria representa uma proposta atrativa para a Sonae, uma vez que a Salsa trará um forte conhecimento no setor em que opera (nomeadamente em inovação têxtil e distribuição por conta de terceiros), assim como fortes perspetivas de crescimento internacional, uma rentabilidade operacional sólida e consistente e uma base de clientes extremamente fidelizada”, adianta a Sonae no comunicado.

Por outro lado, “a Salsa irá beneficiar de uma injeção de capital dos seus acionistas, reforçando a sua capacidade financeira”, o que lhe permitirá reinvestir em iniciativas de desenvolvimento da marca, em Portugal e no estrangeiro, segundo a Sonae.

Eslováquia assume hoje presidência da UE

O ‘Brexit’, ditado pelo desfecho do referendo de 23 de junho, ameaça dominar o “semestre eslovaco”, tendo de resto sido já convocada para meados de setembro uma cimeira informal de chefes de Estado e de Governo dos 27 Estados-membros que permanecerão na UE para discutir a saída do Reino Unido e a forma de a União superar esta inédita “amputação” de um Estado-membro.

A grande prioridade da presidência eslovaca é precisamente a resposta a dar ao ‘Brexit’, tanto a nível económico como diplomaticamente, na cena internacional, havendo agora a grande preocupação de prevenir que a UE perca força como ator global, assumiu o governo eslovaco, reunido entre quinta-feira e hoje em Bratislava com a “Comissão Juncker”.

No entanto, esta não é a única crise na “ementa” da presidência da Eslováquia, país que aderiu à UE apenas em 2004 (e à moeda única em 2009), e que, na sua estreia absoluta como “presidente” do Conselho da UE — sucedendo à Holanda -, terá também de lidar com as persistentes crises migratórias e de refugiados e a ameaça terrorista, num cenário de retoma francamente lenta da crise económica e financeira que atingiu a Europa.

Para hoje está prevista, em Bratislava, uma conferência de imprensa do primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, e do presidente do executivo comunitário, Jean-Claude Juncker, para apresentação das prioridades do plano de trabalho conjunto para mais um semestre que se afigura turbulento no seio de uma União Europeia que pela primeira vez não discute o alargamento a novos Estados-membros, mas sim a sua redução.

Câmara do Porto apresenta plano para apoio aos sem-abrigo

A proposta, a que a Lusa teve hoje acesso, vai ser apresentada na reunião camarária de “para debate e conhecimento” da vereação e aponta o início da maioria das iniciativas para os meses de julho, agosto e setembro.

De acordo com o documento, “existirão cerca de 120 pessoas a viver com caráter mais ou menos permanente” nas ruas do Porto, mas o trabalho do Núcleo de Planeamento e Intervenção nos Sem Abrigo (NPISA) do Porto (coordenado pelo Centro Distrital de Segurança Social), que a Câmara quer complementar, abrangia, em 2015, mais de 700 pessoas.

“Dados de 2015 identificam 721 pessoas sinalizados pelas instituições que compõem a rede do NPISA Porto, correspondendo 526 a situações reportadas em anos anteriores, 110 a novos casos, 35 a pessoas com acompanhamento pela rede social de apoio e 37 a pessoas que abandonaram a cidade, após apoio, regressando aos seus territórios de origem”, refere o “Contributo do Município do Porto para a Estratégia Local de Integração de Pessoas em Situação de Sem Abrigo”.

O vereador da Habitação e Ação Social, Manuel Pizarro (PS), quer que a ação da autarquia se articule “em torno de quatro iniciativas”.

Uma delas é a “criação de uma rede de Restaurantes Solidários em quatro pontos estratégicos”, para “substituir a distribuição de comida no espaço público”.

A primeira, diz o documento, “entrará em funcionamento em julho, em instalações cedidas pelo Hospital da Ordem do Terço”, para servir a zona da praça da Batalha”.

Até ao fim de agosto deve entrar em funcionamento uma equipa multidisciplinar, “com técnicos com formação base diversificada ao nível das Ciências Sociais e da Saúde”, cujo concurso para seleção será lançado pela Rede Social do Porto e estar concluído durante o mês de julho.

A Câmara pretende reforçar “as intervenções ao nível da sinalização, encaminhamento e acompanhamento em situações de emergência”.

“O objetivo é apoiar as restantes equipas de rua com vista à cobertura de todo o território”, destaca a autarquia.

Quanto ao centro de acolhimento imediato (de emergência), terá capacidade para 25 a 30 lugares e prevê-se que entre em funcionamento “durante o mês de setembro”.

Esta valência fica localizada “numa das enfermarias do hospital Joaquim Urbano, que está em fase de desativação”, no âmbito de um “protocolo a celebrar entre a Câmara o Centro Hospitalar do Porto e o Instituto de Segurança Social”.

O objetivo é criar um equipamento que “receba o individuo em situação de emergência” e onde este possa “permanecer durante um curto período de tempo, usufruindo de todos os cuidados básicos”.

Já o “programa de alojamento de longa duração” deve arrancar “de imediato” com “dois apartamentos com cinco lugares”, através de um acordo com a Benéfica e Previdente — Associação de Socorros Mútuos.

O segundo grupo de alojamentos deve “ser disponibilizado até ao final do ano”, devido a um protocolo de colaboração a estabelecer com a Santa Casa da Misericórdia do Porto, estando previstos “sete fogos, com cerca de 30 lugares”.

Com isto, a autarquia quer “habitações de propriedade pública ou privada para acolhimento de longa duração de pessoas que passaram por situação de sem abrigo e de transição para a vida ativa para pessoas nessas circunstâncias já em processo de autonomização”.

Febre-amarela em Angola já fez 353 mortos

Segundo o relatório da OMS, a que a Lusa teve hoje acesso, dos casos suspeitos registados entre 05 e 24 de junho, 868 foram confirmados laboratorialmente e das vítimas mortais (mais seis mortos entre desde o balanço feito pela instituição, a 20 de junho), 116 foram confirmadas igualmente em laboratório como provocadas por febre-amarela.

A epidemia, que alastrou a partir de Luanda para 16 das 18 províncias do país, já está numa fase de propagação local, justificando, segundo a OMS, o alargamento da campanha de vacinação contra a doença a todo o território.

De acordo com aquela organização das Nações Unidas, Angola já recebeu cerca de 14 milhões de vacinas contra a febre-amarela e vacinou mais de 11 milhões de pessoas desde fevereiro, numa população-alvo estimada em 24 milhões.

A OMS assumiu a 19 de junho que a resposta à epidemia de febre-amarela em Angola, que se propaga desde dezembro, levou pela primeira vez à rutura das reservas mundiais de emergência da vacina.

“A resposta ao surto de Angola esgotou as reservas globais de seis milhões de doses de vacina contra a febre-amarela, duas vezes este ano. Isso nunca aconteceu antes”, admitiu anteriormente a OMS.

A informação consta de um relatório anterior da OMS sobre a propagação da epidemia de febre-amarela de Angola, a outros países africanos, como a República Democrática do Congo, que até 23 de junho já registou 1.307 casos e 75 mortos.

Também de Angola foram importados casos para o Quénia (dois) e para a China (11), com a OMS a sinalizar a ameaça de propagação global da doença através de viajantes não imunizados contra a doença.

Neste momento, países como Brasil, Chade, Colômbia, Gana, Guiné-Conacri, Peru e Uganda registaram surtos de febre-amarela, mas que não estão ligados à epidemia de Angola.

As campanhas de vacinação em Angola recorrem ao apoio dos militares e contam com ajuda financeira e técnica da OMS e da comunidade internacional, para a aquisição de vacinas, tendo arrancado em Luanda, foco da epidemia, nos primeiros dias de fevereiro.

A transmissão da doença é feita pela picada do mosquito (infetado) “aedes aegypti”, que segundo a OMS, no início desta epidemia, estava presente, em algumas zonas de Viana, Luanda, em 100% das casas.

Trata-se do mesmo mosquito responsável pela transmissão da malária, a principal causa de morte em Angola, e que se reproduz em águas paradas e na concentração de lixo, dois problemas (época das chuvas e falta de limpeza de resíduos) que afetaram a capital angolana desde agosto passado.

Menina vegana de dois anos internada nos cuidados intensivos

Quando a menina chegou ao Istituto Giannina Gaslini, em Génova, Itália, esta semana, o seu estado era grave: insuficiência de vitamina B12, baixo nível de hemoglobina, peso abaixo da média para a sua idade, movimentos muito lentos e pouca capacidade de reação.

Depois de vários dias de cuidados intensivos, a menina recuperou e foi transferida para uma enfermaria pediátrica, onde continua os tratamentos.

A equipa médica está despistar as causas que levaram àquele quadro clínico, mas, segundo a Imprensa italiana, suspeita-se que a rigorosa dieta vegana que os pais seguiam seja a explicação.

A menina foi amamentada com o leite da mãe, vegana, tendo depois passado para uma alimentação que exclui qualquer tipo de proteína animal.

Os veganos rejeitam usar tudo o que seja resultado da exploração e crueldade com os animais não apenas na alimentação, mas também no vestuário.

Os serviços sociais italianos foram notificados, mas, até ao momento, os pais não são suspeitos de maus-tratos nem de negligência.

“Se conhecerem toxicodependentes, matem-nos”

Dir-se-ia que o discurso de tomada de posse de Rodrigo Duterte na quinta-feira, após ter vencido as eleições presidenciais de maio com maoiria absoluta, foi moderado – dentro da moderação possível quando se fala de um homem, cognome “O Justiceiro”, cuja campanha incendiária de exaltação de violações, insultos ao papa e a vários políticos e organizações internacionais e promessas de execuções em massa lhe valeu comparações ao aspirante à presidência dos EUA, Donald Trump.

No seu discurso oficial, Duterte estendeu a mão às elites das Filipinas, depois de, na campanha eleitoral, as ter atacado pelas críticas que lhe teceram, e também a organizações internacionais como a ONU e a políticos estrangeiros, que também atacou – mostrando-se relativamente comedido na retórica de combate ao crime que lhe valeu o primeiro lugar nas eleições.

“No plano internacional e na comunidade de nações, deixem-me reiterar que a República das Filipinas vai honrar os tratados e obrigações internacionais”, garantiu a uma pequena audiência no palácio presidencial, depois de voltar a prometerque vai pedir ao Congresso que reinstaure a pena de morte por enforcamento.

Horas mais tarde, já perante uma multidão de mais de 500 pessoas numa favela de Manila, na capital, que celebraram a tomada de posse do seu novo líder, Duterte voltou à carga, repescando as promessas violentas de campanha de eliminar traficantes de droga e toxicodependentes.

“Esses filhos da puta estão a destruir as nossas crianças. Aviso-vos, não se metam nisso [na droga], mesmo que sejam da polícia, porque eu vou matar-vos”, declarou o chefe de Estado para gáudio dos presentes. “Se conhecerem toxicodependentes, matem-nos vocês mesmos, porque é demasiado doloroso para os pais deles fazerem-no.”

Repetindo um dos seus lemas favoritos de campanha, o novo Presidente sublinhou que faz todo o sentido do ponto de vista empresarial abrir novas agências funerárias. “Garanto-vos que não vão à falência. E se o vosso negócio abrandar, direi à polícia ‘Façam-no mais rápido [matar traficantes, toxicodependentes e outros criminosos] para que as pessoas ganhem dinheiro’.”

Horas antes, no discurso oficial de tomada de posse, Duterte tinha apesar de tudo deixado bem delineado o negrume que aguarda os filipinos nos próximos seis anos. “A viagem vai ser dura, mas mesmo assim juntem-se a mim. Os problemas que assolam o nosso país hoje e que precisam de respostas urgentes são a corrupção, tanto nos escalões mais altos do Governo como nos mais baixos, a criminalidade nas ruas e a venda galopante e ilegal de drogas em todos os estratos da sociedade filipina, bem como o colapso da lei e da ordem.”

Durante a corrida presidencial, o advogado que foi autarca da cidade de Davao durante mais de 20 anos prometeu dar ordens às forças de segurança para atirarem a matar contra qualquer suspeito criminoso, oferecer recompensas em dinheiro a quem lhe entregar os corpos de narcotraficantes, encher a baía de Manila com os 100 mil corpos das pessoas que vai matar na campanha para “limpar” as ruas do país e reintroduzir a pena de morte que foi banida há dez anos.

Várias organizações não-governamentais acusam Duterte de, enquanto líder de Davao e procurador da mesma cidade, ter dirigido uma campanha de execuções extrajudiciais levadas a cabo por grupos violentos de ‘vigilantes’ que gerou mais de duas mil vítimas.

Essas mesmas organizações temem que, sob a sua presidência, o fenómeno das execuções extrajudiciais se alastre a todo o país, agora que a polícia e até os habitantes têm carta branca para matarem cidadãos. Desde que foi eleito há um mês, as autoridades deram início a operações de segurança nas ruas que, segundo vários media, já resultaram em dezenas de mortos.

Trump vai anunciar o seu “número dois” na próxima semana

A campanha de Donald Trump, que deve ser proclamado como o candidato republicano à Casa Branca na convenção do dia 18 de julho, pretende anunciar o seu vice-presidente no final da próxima semana, informou, esta quinta-feira, o The Washington Post.

Apesar de se esperar que Trump anunciasse o seu candidato a vice-presidente pouco antes da Convenção Republicana de Cleveland (Ohio), que se realiza entre os dias 18 e 21 de julho, a campanha do magnata nova-iorquino poderá antecipar o anúncio para gerar mais mediatismo antes do encontro do Partido Republicano.

Segundo o jornal, o governador de Nova Jersey, Chris Christie, e o ex-presidente da Câmara dos Representantes Newt Gingrich são nomes que estão em cima da mesa para acompanhar Donald Trump nas eleições presidenciais de novembro.

Outros políticos também estão a ser analisados, com o senador Jeff Sessions, do Alabama, Bob Corker, senador pelo Tennessee, ou o governador de Indiana, Mike Pence, figuras da ala mais conservadora dos republicanos.

Importantes membros do Partido Republicano recusaram proferir discursos ou assistir à convenção do partido em Cleveland pela sua oposição às propostas de Trump, incluindo o antigo Presidente George W. Bush ou os ex-candidatos presidenciais John McCain e Mitt Romney.

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