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Elisabete Teixeira

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LNEG E OS 25 ANOS RELACRE

O LNEG desenvolve investigação orientada para as necessidades da sociedade, de forma sustentável, em linha com as melhores práticas internacionais. Assegura que as áreas de conhecimento permitam uma resposta adequada às necessidades do setor empresarial, desenvolvendo e transferindo conhecimento nas áreas da energia e geologia para apoio às políticas públicas, para a sociedade e para a economia. No cenário internacional integra as redes European Energy Research Alliance e o EuroGeosurveys.

O LNEG possui uma rede de laboratórios acreditados (http://www.lneg.pt/servicos/1/ ) pelo Instituto Português de Acreditação (Biocombustíveis e Ambiente, Ciência e Tecnologia Mineral, Energia Solar e Materiais e Revestimentos) o que contribui decisivamente para a sua visão de Excelência assim como o seu reconhecimento pela sociedade.

O LNEG é sócio fundador da RELACRE, fazendo parte do seu Conselho de Administração. Associa-se à celebração do 25º aniversário com a certeza da contribuição da Relacre para o fortalecimento dos laboratórios acreditados em Portugal e do seu papel no desenvolvimento e internacionalização do tecido económico.

O LNEG em imagens

Investigação, Desenvolvimento e Inovação em tecnologias associadas às fontes renováveis de energia.

UMA REFERÊNCIA DO AMBIENTE

A rede laboratorial da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) é composta pelo Laboratório de Referência do Ambiente (LRA) e por cinco laboratórios regionais, inseridos nas Administrações de Região Hidrográfica do Norte, Centro, Alentejo e Algarve, que a partir de 2012 passaram a estar integradas na APA.

Nesta nova estrutura, o LRA funciona como laboratório central e os laboratórios regionais, estruturas mais pequenas, como laboratórios de primeira linha, de apoio regional.

Esta rede contribui, assim, para o cumprimento das competências da APA em matéria de monitorização ambiental, fiscalização e resposta a emergências, denúncias/reclamações, pelo desenvolvimento de trabalho analítico de suporte às políticas de ambiente.

Considerando as valências analíticas do LRA, nas áreas da química geral, microbiologia, metais, química orgânica, biologia e qualidade do ar, é possível à APA, com a criação da rede laboratorial, dar cumprimento ao grande volume de trabalho interno e também prestar serviços a clientes externos.

Numa altura em que a restruturação dos serviços do Estado continua a ser matéria de análise e discussão política, considera-se que, para além das óbvias vantagens financeiras, o trabalho desenvolvido na APA com a criação desta rede laboratorial, trouxe vantagens acrescidas relativamente à eficácia e eficiência dos serviços, nomeadamente na uniformização de procedimentos, partilha de conhecimento, formação interlaboratorial, otimização das valências de cada laboratório, acreditação e qualidade do serviço e renegociação de contratos com fornecedores. Com efeito, o LRA centraliza agora a maior parte dos procedimentos de aquisição de bens e serviços que se destinam à rede laboratorial, designadamente reagentes e outros consumíveis de alta rotatividade, obtendo-se desta forma a desejável economia de escala.

Todos os laboratórios que constituem a rede laboratorial da APA estão acreditados pela Norma NP EN ISO/IEC 17025, sendo avaliados externamente pelo IPAC, numa base anual. Essa acreditação consiste na avaliação e reconhecimento da competência técnica de entidades para efetuar atividades específicas de avaliação da conformidade. Essencialmente, promove a confiança interna e externa no que respeita à qualidade de execução de determinadas atividades, ao confirmar a existência de um nível de competência técnica elevado, reconhecido nacional e internacionalmente.

Atualmente encontra-se em fase de conclusão o projeto para dotar a rede laboratorial de um único processo de acreditação com gestão centralizada no LRA, que permita unir os cinco sistemas da qualidade e uniformizar procedimentos. Pretende-se desde modo que, no corrente ano, a auditoria do IPAC contemple já esta alteração, permitindo assim efetivar o último passo da consolidação da estrutura de funcionamento em rede.

Ao nível dos sistemas de informação, tem havido uma forte aposta na desmaterialização da rede laboratorial, que atualmente dispõe de duas ferramentas informáticas de apoio à gestão dos processos analíticos e à gestão da qualidade.

Já no que respeita ao capital humano da rede laboratorial, importa mencionar o elevado nível de conhecimento e especialização da sua meia centena de técnicos, que têm vindo a assegurar atividades altamente especializadas em áreas estratégicas do domínio ambiental, dentro e fora da APA, sendo algumas destas atividades valências únicas no país.

As medidas recentemente instituídas no funcionamento da rede laboratorial têm demostrado ser eficazes quer na racionalização de recursos, quer na uniformização de procedimentos que permitem agora uma melhor partilha de conhecimento e uma gestão centralizada dos processos. Ultrapassadas que foram algumas divergências de metodologia, fruto dos laboratórios pertencerem a estruturas autónomas no passado, é agora possível consolidar esta estrutura cuja base de funcionamento assenta em critérios de melhoria contínua.

Esta reestruturação provou, em diversas situações, constituir uma mais-valia na internalização de conhecimento técnico-científico, no apoio regional a situações de emergência ambiental em articulação com outras entidades, e no controlo e monitorização dos recursos ambientais.

CEFOSAP | QUALIFICAR COM O MÁXIMO RIGOR E CREDIBILIDADE

Assumindo a responsabilidade social como premissa máxima, Jorge Mesquita, explica que o tem vindo a desenvolver na sua plenitude o que melhor sabe fazer: formar e qualificar pessoas. A área de intervenção do centro assenta essencialmente no universo sindical, dos sindicatos afetos à UGT e das uniões distritais, mas não só. O universo de atividade foi alargado uma vez que a taxa de desemprego elevada levou à necessidade de criar mecanismos para combater a falta de emprego. “Uma vez que somos transversais a toda a sociedade e dotados de uma abrangência muito grande com sindicatos ligados aos serviços, aos transportes ou indústria, por exemplo… tínhamos de dar satisfação às necessidades dos associados e por isso tivemos de abrir o nosso leque de oferta formativa. Fomos lutando perante uma necessidade de sair das áreas a que estávamos confinados, explicando às entidades reguladoras que a nossa atividade tinha de ser alargada a outras áreas de intervenção e isso foi feito”, explica Jorge Mesquita.

Há que salientar o trabalho notável que todos os dias, no terreno, as estruturas síndicas desenvolvem de norte a sul de Portugal.

Sendo esta uma preocupação da UGT e do CEFOSAP, foi concebida uma matriz de intervenção que prevê a preocupação com as pessoas, não só enquanto são trabalhadores ativos mas também quando precisam de acompanhamento em momentos mais dramáticos como é o caso do desemprego.

No âmbito da formação profissional, todas as iniciativas são monitorizadas, apresentando propostas credíveis, coerentes e funcionais. “Estamos a falar de dinheiros públicos e por isso a nossa preocupação social é enorme uma vez que o dinheiro público é dinheiro de todos “conclui o nosso entrevistado.

Com a formação profissional, o CEFOSAP compromete-se a corresponder a pontos que consideram fulcrais no combate ao desemprego: dar mais e adequadas competências que facilite o regresso ao mercado de trabalho. Por outro lado, no que respeita ao público empregado, muni-los de instrumentos que lhes permita um melhor e reconhecido desempenho ou reorientar o seu percurso profissional, a par da certificação de competências. “O nosso grau de conforto é este, sabendo que estamos a qualificar as pessoas com um nível cada vez mais elevado”, sublinha o diretor.

Sobre a componente da formação sindical, esta assenta em parcerias internas e externas. A CPLP, onde a UGT foi um vetor importante para que fosse criada a CSPLP (Comunidade Sindical dos Países de Língua Portuguesa), em países lusófonos como Cabo Verde, São Tomé, Guiné, Moçambique e Angola.

“Há uma interação direta com os nossos parceiros em África, não nos limitamos a protocolos à distância. O Secretário-Geral, Carlos Silva, acredita que estar no terreno é parte fundamental do sucesso e os resultados têm sido fantásticos”, afirma Jorge Mesquita.

Registamos um incremento do intercâmbio com os nossos parceiros da CSPLP, destacando a presença de técnicos portugueses das mais diversas áreas de intervenção sindical, na realização de seminários temáticos, com resultados assinaláveis.

Moçambique e todo o seu potencial

“O país tem imenso potencial e merece ser valorizado”, refere Jorge Mesquita. Prova disso mesmo é o acordo tripartido entre o Estado Português e o Estado Moçambicano com três grandes valências, do lado de Portugal, o Instituto de Emprego e Formação Pro-
fissional, a ANEME, a UGT com o seu centro de formação CEFOSAP e do lado de Moçambique está uma equipa idêntica com o INEFP (Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional), AIMO (Associação Industrial de Moçambique) e a OTM (Organização dos Trabalhadores de Moçambique), que permitiu a criação de um centro de Formação da Metalomecânica de Maputo. Na primeira visita de estado do Presidente da República, Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, a Maputo, a convite do Secretário-Geral Carlos Silva, foi realizada uma visita ao Centro de Formação onde se inaugurou o Laboratório de Soldadura, investimento significativo de Portugal.

Estão criadas as condições para certificar alunos que estarão aptos a desenvolver a sua atividade em Moçambique ou nos países vizinhos, de forma reconhecida e que lhes permita ter uma carreira e um salário digno da especialização adquirida, evitando o «dumping» salarial hoje praticado.

Para Cabo Verde está em curso um projeto de parcerias institucionais na área do turismo e setores diretamente relacionados, subjacente a um protocolo entre o Estado Português e o Estado cabo-verdiano. Uma vez mais impulsionado pela UGT e em parceria com os congéneres locais.

Programa de Validação de Competências

O CEFOSAP é um centro reconhecido pela sua atividade neste domínio. Foi convidado pela ANQEP (Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional) para um desafio que foi desenvolver e implementar a metodologia de RVCC, focalizada no âmbito do reconhecimento “na empresa”.

O desenvolvimento deste projeto-piloto contribuirá para a elevação dos níveis de certificação profissional dos trabalhadores no seio do tecido empresarial, disseminar o conceito de aprendizagem ao longo da vida na comunidade empresarial e para valorizar e capitalizar a aprendizagem adquirida por via da experiência profissional e formativa que ocorre nas empresas.

A primeira abordagem na operacionalização deste projeto-piloto envolve a área de Logística do grupo SONAE e a rede CQEP do CEFOSAP.

“Fazia todo o sentido criar um ambiente em que houvesse uma relação de confiança entre quem «constrói» o processo e quem usufrui dele.

Em parceria com a SONAE foi criado um processo de certificação, cujo objetivo será o de ser incorporado naquela organização. Mas amanhã, poderá vir a ser disponibilizado para a rede. Será mais um instrumento crucial na gestão de recursos humanos, explica Jorge Mesquita.

O projeto piloto consistiu num ensaio com quatro pessoas, em que a formação foi inteiramente dada no horário e local de trabalho. “Fazer o reconhecimento do que as pessoas sabem fazer, no local de trabalho, é isto que torna este projeto inovador”, concluiu o nosso entrevistado.

A prova de certificação tem um modelo também inovador, apesar de não haver uma criação de metodologia nova. Há, sim um ajustamento de uma metodologia já existente, mas formatado para funcionar de forma mais fluída e rápida. A validação do reconhecimento de competências foi feita na Sonae através da ficha de análise que a empresa já tinha implementado.

“Olhar para o processo e verificar a realidade daquele grupo empresarial e tentar entrosar com o departamento de recursos humanos”, explica Jorge Mesquita.

Transparência e valores

O CEFOSAP tem sido reconhecido pela inovação, pelo dinamismo e pelo desenvolvimento de parcerias e projetos que garantem às pessoas uma melhor qualificação para uma melhor qualidade de vida. Tem como missão algo que não pode ser deixado ao acaso: o rigor e o profissionalismo, para que as oportunidades possam ser pautadas com critérios de igualdade e ética.

CTCV | REFERÊNCIA DE QUALIDADE E INOVAÇÃO NA MEDIÇÃO E ENSAIO

Tem a sua atividade laboratorial concentrada no iParque em Antanhol, onde dispõe de instalações modernas e funcionais adaptadas às necessidades atuais.

Os laboratórios do CTCV absorvem cerca de metade dos colaboradores, dedicando-se os restantes a trabalhos de Inovação e de Consultoria. São quatro os laboratórios do CTCV: Ensaio de Produtos, Análise de Materiais, Monitorização Ambiental e de Segurança e Sistemas de Energia. Todos os laboratórios se encontram acreditados pelo IPAC de acordo com as normas NP EN ISO/IEC17025.

LEP – Laboratório de Ensaio de Produtos

O LEP dedica-se à realização de ensaios em produtos para autocontrolo ou para certificação de produtos cerâmicos, vidro, pedra, betão, argamassas e colas (p.ex. telhas, tijolos, blocos, abobadilhas, ladrilhos e mosaicos para pavimento, azulejos e placas de revestimento, louça sanitária, louça utilitária e decorativa, vidro de construção, vidro automóvel, agregados, cubos de betão, lancis, pavimentos, canaletes, adesivos para colagem de cerâmica ou pedra).

A maioria dos ensaios promovidos pelo LEP é realizada de acordo com normas europeias e internacionais e determinam as características dimensionais, físicas, mecânicas e de durabilidade dos materiais.

Os equipamentos que possui são máquinas universais de ensaios mecânicos de compressão, tração e flexão; câmaras climáticas, de nevoeiro salino, de radiação ultravioleta e de medição de COV libertados para o ar interior; máquinas de degaste; equipamentos para avaliação do escorregamento; torre de queda de esfera; equipamentos de medição do atrito e de escorregamento e equipamentos para medição da condutividade térmica, entre outros.

O LEP é reconhecido por vários organismos como por exemplo a CERTIF e SGS para a certificação de produtos, o CSTB para a marcação NF-UPEC de pavimentos cerâmicos, a AMECA para a marca DOT em vidro automóvel, bem como o IMTT para vidro automóvel.

LAM – Laboratório de Análise de Materiais

O LAM dedica-se à realização de análises químicas, mineralógicas e determinações físicas em matérias-primas, produtos cerâmicos, vidros e outros materiais industriais, em especial os de caráter inorgânico.

A diversidade dos ensaios efetuados é um dos principais fatores diferenciadores do LAM, abrangendo um leque muito alargado que vai desde a caracterização de materiais, aos controlos ambiental e de higiene industrial.

Os trabalhos desenvolvidos regularmente são: caracterização de matérias-primas para a indústria da cerâmica, vidro e cimento; caracterização de resíduos para efeito de deposição em aterros; análises de efluentes gasosos e efluentes líquidos; avaliação de agentes contaminantes em suspensão no ar ambiente (poeiras, sílica cristalina, fibras de amianto).

Possui diversos equipamentos como um analisador automático de tamanho de partículas, um analisador térmico simultâneo, dilatómetro, difratómetro de raios-X, espectrómetro de fluorescência de raios-X, espectrofotómetro de absorção atómica (chama e câmara de grafite), gerador de hidretos, microscópio de aquecimento, microscópio ótico com contraste de fase, entre outros. 

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MAS – Laboratório de Monitorização de Ambiente e de Segurança

O LMA é um laboratório acreditado que se dedica à amostragem e caracterização de todos os parâmetros ambientais e de segurança, desde efluentes gasosos e líquidos, ar exterior e interior, ruído e, mais recentemente, odores, bem como monitorizar um conjunto alargado de parâmetros de risco e de contaminantes do ambiente de trabalho, tais como: avaliação do ruído, vibrações sistema mão-braço e corpo inteiro, iluminância, stress térmico e contaminantes químicos (poeiras totais, poeiras respiráveis entre as quais a sílica e fibras de amianto).

Complementado pelo Laboratório de Análise de Materiais, é um dos poucos laboratórios nacionais que na área do ambiente tem determinação analítica interna. Por outro lado usa as sinergias de consultoria ambiental com a Unidade de Ambiente e Sustentabilidade do CTCV, podendo desta forma oferecer aos seus clientes um serviço completo, desde o planeamento, à monitorização e por fim à resolução de problemas.

Com equipas especializadas e multidisciplinares nas diversas áreas técnicas, dispõe dos equipamentos de referência que cumprem com as normas europeias: sonómetros, analisadores automáticos, estações meteorológicas, estações móveis de análise e amostragem, permitindo total autonomia no desempenho do serviço. Na área das radiações possui um radiómetro portátil para medição de radiações óticas e artificiais não coerentes.

A incomodidade gerada pelos odores é uma temática cada vez mais relevante, pelo que o CTCV desenvolveu uma parceria com o líder Europeu na caracterização de odores em ar ambiente e gerado por Produtos e Materiais, a Odournet, de modo a oferecer este novo serviço aos seus clientes, que poderão assim caracterizar o impacto dos seus novos produtos quer ao nível do consumidor, quer ao nível ambiental. 

LSE – Laboratório de Sistemas de Energia

O LSE é um laboratório preparado para realizar auditorias a empresas consumidoras intensivas de energia, como é o caso das empresas cerâmicas e vidreiras, ou produtoras de energia, como parques fotovoltaicos. Possui também equipamentos de ensaios a coletores solares térmicos e módulos fotovoltaicos, para controlo de qualidade e certificação destes produtos. Outras valências são ainda os ensaios de rendimento de caldeiras, bombas de calor, permutadores de calor, reservatórios de água quente.

Dispõe dos mais modernos equipamentos (seguidor solar, simulador solar, câmara climática, equipamento de carga mecânica, equipamento de pressão interna, equipamento de penetração de chuva, equipamentos de medição elétrica, câmara de luminescência e diversos equipamentos de medição de condições climáticas).

Para além das áreas laboratoriais, o CTCV possui também equipas de intervenção nas áreas da gestão da qualidade, ambiente e segurança, energia, formação, projetos de desenvolvimento, investigação aplicada e normalização.

O CTCV é cada vez mais uma referência Nacional de qualidade e inovação, com um leque alargado de ensaios acreditados e serviços e cujo mérito é reconhecido e valorizado pelo tecido empresarial.

ENTERPRISE EUROPE NETWORK | UMA REDE AO DISPOR DAS PME’S NACIONAIS

Coordenado em Portugal pelo IAPMEI, Agência para a Competitividade e Inovação, a Enterprise Europe Network é uma rede facilitadora de informação comunitária e de serviços  que é assegurada, desde janeiro de 2015, pelo novo consórcio EEN – Portugal, formado por doze entidades públicas e associativas, distribuídas regionalmente por todo o território nacional, incluindo as regiões autónomas dos Açores e da Madeira e que será responsável, durante os próximos sete anos, pela sua implementação.

Através desta Network, os empresários e agentes da envolvente podem aceder a um conjunto de serviços gratuitos, que os podem ajudar a valorizar as suas estratégias de inovação e de investimento no mercado europeu e fora dele através do
acesso simplificado a informação sobre regulamentação comunitária, novas medidas de política com implicação na atividade empresarial, projetos e programas de financiamento na EU dirigidos às PME. Para além disso facilita a procura de contatos comerciais, fora do país para as empresas que pretendam internacionalizar os seus negócios.

Apoiar as PME´s no acesso a programas comunitários de apoio à inovação e a parcerias estratégias, que valorizem a industrialização de resultados de investigação e desenvolvimento obtidos nos diversos países e a divulgação de oportunidades de negócio e ajuda no encontro de potenciais parcerias estratégicas e comerciais, de produção, para transferência de tecnologia ou outras, que incentivem a cooperação e a atividade empresarial internacional, são outros dos objetivos da Enterprise Europe Network.

Para Miguel Cruz, Presidente do IAPMEI, entidade que coordena esta rede. “Em Portugal, 99% das empresas são PME´s que são responsáveis por 2.8 milhões de empregos e geram mais de metade das exportações, o que reforça o papel preponderante das PME´s na recuperação económica nacional que implica um grande desenvolvimento e melhoria destas empresas, quer em termos de inovação como de internacionalização”.

“É neste âmbito que esta rede atinge uma importância extrema uma vez que junta as diversas soluções disponíveis, no que respeita a instrumentos e programas comunitários de apoio às PME´s. A Enterprise Europe Network consegue oferecer aos nossos empresários, um serviço de balcão único, constituindo-se assim como uma rede agregadora de informação”, reforça o mesmo responsável.

“Como parceiros da rede e coordenadores do consórcio, até 2020, temos a missão de dinamizar a Enterprise Europe Network e de articular com as restantes entidades numa lógica de integração de competências, todo o processo de dinamização deste instrumento que se constitui como um canal privilegiado das PME´s junto da Comissão Europeia”, afirma Miguel Cruz.

Esta rede, ajuda as empresas a melhor aproveitar as oportunidades do Mercado Único e de outros países onde está presente, como a China, os Estados Unidos da América, o Brasil, a Rússia, entre outros, configurando, assim, uma janela de oportunidades para facilitação de serviços de apoio à inovação e internacionalização das PME´s portuguesas, visando índices crescentes de competitividade e de riqueza social.

A Enterprise Europe Network foi lançada em 2008 pela Comissão Europeia no âmbito do Programa-Quadro para a Competitividade e Inovação da EU tornando-se sucessora das anteriores redes comunitárias de Euro Info Centres e de Innovation Relay Centres e conta atualmente com mais de três mil profissionais de mais de seiscentas entidades de contacto espalhadas por sessenta países.

Reconhecendo que a Enterprise Europe Network, na sua primeira edição (2008-2014), deu prova suficiente da sua importância para as PME´s, a Comissão europeia alargou o seu domínio, neste novo ciclo (2015-2020). Assim, e no âmbito do COSME – Programa para a Competitividade das Empresas e das PME´s, a CE reforçou e aumentou a missão da Network, no que respeita à inovação e à internacionalização. A rede passará a incluir intervenção no âmbito do Programa SME Instrument e do reforço da gestão da inovação nas PME´s com algum grau de inovação e potencial para a internacionalização.

ERISA SEMPRE EM DESTAQUE

A Escola Superior de Saúde Ribeiro Sanches – ERISA – é parte integrante do Grupo Lusófona, o maior grupo de ensino privado em Portugal. O nome da Escola é uma homenagem a António Nunes Ribeiro Sanches cujo visionismo científico contribuiu para o progresso dos conhecimentos e cuidados na área da saúde. A sociedade civil espera que as instituições politécnicas e universitárias sejam um dos pólos centrais de desenvolvimento dos seus países e da sua cultura e possam estar na linha da frente da inovação do ensino aliando os mais elevados padrões de qualidade e excelência que o ensino da saúde exige.

Para além das licenciaturas em Enfermagem e em Farmácia, a ERISA tem-se destacado no ensino das Terapêuticas Não Convencionais (em particular, Osteopatia, Acupuntura e Naturopatia), lecionando cursos livres, com quatro semestres de duração (240 ECTS), de acordo com as portarias para o ensino superior nestas áreas. Foi, aliás, a primeira, e, até agora, única, instituição de ensino superior que apadrinhou estas áreas. A Escola espera agora o reconhecimento de licenciaturas nestas áreas para prosseguir o caminho já traçado e complementá-lo ao nível pós-graduado.

Uma outra questão que nos preocupa é a investigação científica nestas áreas. A ERISA constituiu uma Unidade de Investigação – o NICiTeS (Núcleo de Investigação em Ciências e Tecnologias da Saúde), onde estas áreas estão contempladas em diversos projetos, a cargo de docentes doutorados com interesse e investigação específica nestas áreas.

GARANTIR A UTILIZAÇÃO EFICAZ E EFICIENTE DO ESPECTRO RADIOELÉTRICO

Sendo o espectro radioelétrico um bem escasso, a sua utilização é permanentemente alvo de várias medidas regulamentares e legislativas, europeias e nacionais, no sentido de regular e disciplinar a sua utilização. Por esta razão, a ANACOM considera fundamental dispor de um Laboratório que permita assegurar que os equipamentos (novos ou em utilização) cumprem os requisitos essenciais impostos para a sua comercialização.

Trata-se de um Laboratório acreditado pelo Instituto Português de Acreditação (IPAC), integrando uma equipa de técnicos especializados, capazes de oferecer a máxima confiança nos serviços prestados.

O compromisso do LEC é a investigação e o desenvolvimento tecnológico, executando, com rigor, ensaios e calibrações de forma a garantir a utilização eficaz e eficiente do espectro radioelétrico.

 O que se faz no LEC

Ensaios de compatibilidade eletromagnética.

O LEC avalia a conformidade dos equipamentos com as normas de compatibilidade eletromagnética.

Realiza ensaios de emissão e imunidade, quer conduzida quer radiada, em equipamentos de rádio e terminais de telecomunicações e em equipamentos de comunicações eletrónicas, por forma a verificar a conformidade com o requisito essencial de compatibilidade eletromagnética.

Dada a natureza dos ensaios realizados, o LEC dispõe de duas câmaras blindadas, uma delas semianecóica, que permitem confinar os campos eletromagnéticos gerados internamente e blindar os ensaios aí realizados dos campos eletromagnéticos externos.

Ensaios radioelétricos

No LEC é verificada a conformidade dos equipamentos com os requisitos decorrentes da legislação em vigor.

São realizados testes a equipamentos emissores, recetores e emissores/recetores, por forma a verificar a conformidade das suas características com os requisitos específicos estabelecidos em legislação nacional e europeia, com o objetivo principal de assegurar uma correta utilização do espectro radioelétrico. Dispõe também de uma câmara de simulação de condições climáticas que permite variações de temperatura e humidade relativa, dentro dos parâmetros normativos.

Calibração

No LEC são rastreados os resultados de medição ao Sistema Internacional de Unidades (SI).

São também realizadas calibrações periódicas aos equipamentos de medida e de ensaio utilizados pela ANACOM, por forma a assegurar a qualidade metrológica dos parâmetros radioelétricos. É contemplada a calibração em corrente contínua/baixa frequência (CC/BF) até 1 MHz e radiofrequência (RF) até 26,5 GHz. É ainda assegurada a rastreabilidade dos sinais de frequência padrão, através do sistema GPS, que são fornecidos ao LEC e a todos os centros de fiscalização radioelétrica da ANACOM.

A NATUROPATIA É UMA PROFISSÃO DE SAÚDE

De acordo com a Lei 45/2003 de 22 de agosto (Lei do Enquadramento Base das Terapêuticas não Convencionais) e regulamentada pela Lei 71/2013 de 02 de setembro, a Naturopatia é uma profissão de saúde.

É um sistema distinto de cuidados de saúde, holístico, e as suas técnicas combinam métodos científicos e empíricos, modernos e tradicionais para a abordagem da doença, do seu diagnóstico e tratamento. A sua prática centra-se na promoção da saúde, na prevenção, nos cuidados de saúde e tratamento que fomentam os processos intrínsecos ao indivíduo, considerando que a saúde e a ecologia são inseparáveis (OMS – Organização Mundial de Saúde, 2010).

Os (as) Naturopatas tratam a pessoa como um todo, considerando uma série de fatores antes de diagnosticar uma doença. Um Naturopata para além de uma avaliação clássica do paciente observa-o também no seu estado emocional, analisando a sua dieta, o seu meio ambiente e estilo de vida, antes de efetuar um diagnóstico.

A terapêutica atua na promoção da saúde, na prevenção da doença, nos cuidados de saúde e tratamento que fomentam os processos intrínsecos ao indivíduo, considerando que a saúde e a ecologia são inseparáveis.

O seu conteúdo funcional centra-se nos exames e diagnóstico naturopáticos, na abordagem terapêutica naturopática, no aconselhamento sobre estilos de vida baseados nos métodos naturais, visando o estabelecimento das estratégias terapêuticas sustentadas nos conhecimentos obtidos no domínio das teorias e da investigação em Naturopatia.

Algumas das influências da Naturopatia incluem as técnicas de hidroterapia, cinesiologia, reflexologia, a fitoterapia, a terapia ortomolecular, a dietética e nutrição, a homeopatia, a filosofia do vitalismo e terapias de manipulação.

De acordo com Hipócrates, o clínico deverá tratar o paciente segundo a leges artis “vis medicatrix naturae” ou seja, pela força natural da cura. A alínea e) do artigo 8.º da Portaria n.º 172-F/2015 de 5 de junho refere que a formação em naturopatia abrange os princípios gerais da Homeopatia. Ao longo dos últimos anos tem-se constatado o crescimento dos utentes do tratamento homeopático. Nesse sentido, alguns países membros da união europeia, como Portugal, têm procurado adotar estratégias de promoção do uso dos medicamentos homeopáticos, assim como implementar a investigação científica no âmbito da segurança e eficácia destes medicamentos.

ELVAS A CIDADE-QUARTEL

Desde o início do meu mandato, o maior desafio que tinha pela frente era o projeto de requalificação do Forte da Graça. Tinha, à partida, muitas condicionantes, principalmente a condicionante de prazos muito difícil de cumprir mas, com a força de vontade de todos, conseguimos concluir com êxito e com um enorme orgulho este feito”, afirma o Presidente.

Estamos a falar de um investimento de 6,1 milhões de euros, num projeto concluído num tempo record e que não derrapou no seu orçamento. Certificada como Património Mundial, a “Cidade-Quartel Fronteiriça de Elvas e suas Fortificações” viram o Forte da Graça ganhar, ainda, o prémio de melhor projeto público, por contribuir para o desenvolvimento turístico do Alentejo.

Foi um exemplo ímpar de recuperação que tem merecido algumas menções e prémios de reconhecimento desse mérito.

Inaugurado a 27 de novembro de 2015, pelo Forte da Graça já passaram mais de 50 mil visitantes, mudando toda a estrutura e qualificação do turismo no Alentejo. Apesar de os bens classificados como Património Mundial serem dois fortes, três fortins, cinturas de muralhas, aqueduto, castelo e centro histórico, o Forte da Graça é a peça-chave no panorama turístico e monumental da cidade.

Por outro lado, havia, por parte do presidente, um compromisso muito forte com os programas sociais que, para além de mantidos, foram reforçados, conseguindo, assim, cumprir todas as áreas que se propôs levar a cabo. “Temos cerca de 26 tipos de apoios. Não é fácil no contexto em que estamos, com as dificuldades todas que nos foram impostas nos últimos anos, com a possibilidade da não contratação de pessoal, apesar do elevado número de funcionários da Câmara a reformar-se. Temos tido alguns entraves, no que diz respeito aos recursos humanos, mas mesmo assim, com menos recursos financeiros e humanos, estamos a conseguir cumprir com o nosso programa”, explica Nuno Mocinha.

Investir em Elvas

Desde o início do mandato de Nuno Mocinha, em outubro de 2013, já foram criadas 111 empresas, as quais geraram cerca de 500 postos de trabalho. Estamos a falar de pequenas empresas, que estão a contribuir para a economia local.

“O maior desafio que enfrentamos é a falta de investimentos em Elvas e os fundos comunitários que demoram a chegar para apoiar as nossas empresas. Temos a economia estagnada de um tecido empresarial que em Elvas é já por si fraco”, lamenta o presidente.

Contudo, estão a ser desenvolvidos trabalhos para promover o centro histórico da cidade, de forma estratégica e diferenciadora. O comércio está a ser alvo de modernização e diversificação de forma a promover o turismo e criar condições para aumentar o número de visitantes a Elvas.

“É um trabalho imaterial, que não é visível, mas que já está a dar frutos. Os Elvenses começam a viver mais o seu património e a sua identidade. Há um sentimento de união e de pertença à terra. Estamos a caminhar todos no mesmo sentido”, refere o autarca e garante que a melhor promoção que se pode fazer desta cidade alentejana é recebendo bem os seus visitantes, para que fiquem a gostar de Elvas e para que queiram voltar. “É esse o nosso caminho. Temos de ser todos a fazer por Elvas e eu tenho sentido isso por parte dos meus munícipes”, congratula o presidente.

O projeto Eurocidade

Com a crescente dificuldade em criar postos de trabalho e, consequentemente, atrair pessoas para Elvas, a prioridade do Município tem sido fixar a população local, criando condições para que as pessoas não vão embora, bem como condições para o tecido empresarial.

“A aposta em nós não tem sido muito forte, por sermos vistos como uma cidade do interior; mas, para Elvas, não somos o interior do País, mas sim a centralidade, dado que estamos na porta da entrada da Europa, com uma localização estratégica para desenvolver projetos com o outro lado da fronteira”, afirma o autarca.

Considerando-se a nova centralidade, Elvas tem um projeto em parceria com Badajoz e Campo Maior, a Eurocidade, que, ao interligar estas três localidades, é criado o maior núcleo urbano entre Lisboa e Madrid, que permite contribuir para a afirmação de Elvas a nível nacional e internacional. “Sozinhos podemos ir mais rápido, mas juntos vamos mais longe. Queremos juntar estas três localidades e geri-las como uma só numa lógica de complementaridade. Para além de que há aspetos diferenciadores em cada uma destas cidades que podem beneficiar as outras”, explica Nuno Mocinha.

Assim, neste sentido de consolidar Elvas a nível internacional, o município tem estado presente em feiras internacionais de turismo, em Madrid e Lisboa, para promover o seu património classificado de Património Mundial desde 2012 e realçar a localização estratégica da cidade. ▪

Sabia que?

O emblemático Forte da Graça é composto por um conjunto de fortificações abaluartadas, classificado como Património Mundial, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).

Durante a intervenção, foram repostas todas as cores originais do forte e recuperadas as estruturas, como a cisterna, a prisão, as galerias de tiro e a capela, onde foram descobertos frescos do século XIX, também alvo de intervenção.

Sabia que?

A gastronomia típica e tradicional do Alentejo é muito procurada e apreciada pelos vizinhos espanhóis. A gastronomia alentejana tem em Elvas um oásis de excelência. Os sabores tradicionais, como o porco, o borrego e as ervas, que servem de base à comida tradicional, têm sempre como ponto final o sericá, doce típico de Elvas acompanhado pelas ameixas em conserva. O bacalhau dourado, nascido na Pousada há mais de 50 anos, é hoje uma iguaria imperdível na mesa de quem sabe que, nesta cidade, vai encontrar qualidade e tradição na gastronomia.

Sabia que?

O Aqueduto da Amoreira é considerado o grande símbolo de Elvas. A sua construção deveu-se aos problemas de abastecimento de água que a cidade há muito padecia. É uma obra com 7054 metros de comprimento, da zona da Amoreira até à muralha, percorre depois uma galeria 450 metros até à Fonte da Misericórdia, onde a água jorrou pela primeira vez em 1622. Os 1113 metros que leva a percorrer o vale de S. Francisco são efetivamente de grande beleza. Quatro ordens de arcos, com 31 metros de altura, suportados por contrafortes e gigantes de várias formas. Chega a ter galerias subterrâneas a passar dos seis metros de profundidade. Tem, em todo o seu percurso, 843 arcos.

A IMPORTÂNCIA DA RELACRE PARA A COMUNIDADE DE LABORATÓRIOS PORTUGUESES E PARA A SOCIEDADE

Neste contexto, e seguindo uma tendência europeia neste sentido iniciada pela criação, em 1990 da EUROLAB, um conjunto de entidades nacionais impulsionadas pelo Instituto Português da Qualidade, tornaram realidade esta Associação, constituindo-se como uma rede de Laboratórios e definindo como objetivos principais representar os interesses e a opinião da comunidade Portuguesa de entidades com atividade laboratorial, cooperar com entidades públicas e privadas, nacionais e internacionais,e promover os valores da Qualidade, entre outros.

Nos 25 anos que, entretanto, passaram, a RELACRE foi consolidando o seu papel na Sociedade, criando diversas valência em resposta às necessidades e expectativas da comunidade de Laboratórios, atingindo um alargado âmbito de atuação que hoje incorpora vertentes de formação e qualificação de competências, assessoria e consultoria técnica, certificação de pessoas em áreas como os ensaios não-destrutivos, organização de eventos nacionais e internacionais, comissões técnicas e Setoriais, e outras funções que ajudaram a construir um Setor de atividade laboratorial que contribui significativamente para a Economia nacional.

Merece particular destaque, no que se refere à sua intervenção, o papel de relevo que a RELACRE tem tido no contexto internacional onde, ao longo dos anos, tem assumido funções de coordenação e gestão de organizações europeias e internacionais, onde promove e defende os Laboratórios Portugueses e a importância da atividade laboratorial para a Economia e para a Sociedade.

Atualmente os desafios que se colocam à RELACRE são ainda maiores. O alargamento da sua representatividade a entidades que atuam no contexto da avaliação da conformidade, a globalização que conduz à internacionalização, os desafios empresariais decorrentes da dinâmica da Economia internacional, a perspetiva integrada das diferentes vertentes que determinam a gestão (politica, económica, tecnológica e social), o desenvolvimento tecnológico e científico crescente, a intervenção determinante da governação quer pela regulação quer pela crescente dependência do quadro legislativo europeu, e a elevada importância das expectativas de cidadãos e consumidores na Sociedade atual, são elementos chave para delinear a atuação da RELACRE no futuro.

No presente, a RELACRE prepara o futuro com os Laboratórios e com as Entidades que desenvolvem a avaliação da conformidade, entendendo que a sua ação é cada vez mais importante na garantia de valores fundamentais da Sociedade moderna como são a Segurança e a Qualidade de Vida, tendo escolhido este tema como motivo para a sua celebração dos 25 anos.

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