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Elisabete Teixeira

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Work Time – Parceiro de Excelência

Implantada há quase duas décadas, mais concretamente em 1998, a Work Time surgiu direcionada para o segmento do trabalho temporário e parceiro de formação para orientar e formar militares que tivessem terminado a sua carreira militar. Isto porque, o nosso interlocutor, era militar contratado e formado em engenharia. Quando terminou o curso sentiu que havia uma lacuna na colocação de ex-militares no mercado de trabalho.
A primeira lei da termodinâmica diz-nos que aquilo que não está a crescer está a morrer e se deixarmos de evoluir enquanto pessoas ou entidades, estamos a aproximar-nos do fim, sendo portanto necessário e urgente que se criem medidas e metodologias alternativas em prol de soluções que sejam capazes de marcar a diferença. Foi neste princípio e orientação que a Work Time foi criada e funciona atualmente.
Presentemente, o maior contingente da área de trabalho centra-se em empreitadas para a requalificação do parque habitacional, nomeadamente em projetos integrados de reabilitação na cidade de Lisboa, sendo igualmente solicitados para trabalhos, ao nível da instalação de equipamento de segurança contra intrusão e incêndio em edifícios, redes estruturadas, informática, controlo de acessos biométricos, CCTV, telecomunicações e videoporteiros. E é ao sistema biométrico que vamos dar especial atenção. imagens 2
Para os sistemas biométricos de controlo de acessos por impressão digital, a Work Time é representante em Portugal da empresa ekey biometric systems GmbH, com sede em Linz, Áustria, sendo considerada a número um na Europa e portanto um dos principais players deste setor.
Através da sua representada, os produtos ekey já se encontram em Portugal nos principais revendedores de equipamento de controlo de acesso, fabricantes de portas, de fechaduras e centros de domótica. Os leitores biométricos por impressão digital são os mais cómodos e mais seguros para acesso a zonas privadas, convertendo o dedo na chave de acesso a qualquer porta.
Ligado à área da segurança e conhecedor profundo deste segmento, Eduardo Rocha procurou trabalhar na área que conhecia bem. Começou por, ao serviço de outra empresa, delinear um projeto para uma conferência ibero-americana onde apresentou um sistema que fotografava e apresentava as fotografias num diapositivo quando as pessoas chegavam ao pórtico. Este sistema obteve sucesso imediato e contribuiu para o seu reconhecimento em Macau chegando a ser convidado para, mais tarde, desenvolver um outro projeto de controlo de acesso numa cerimónia nesta cidade.
Ao nível do sistema biométrico, quando Eduardo Rocha viu uma empresa espanhola fornecedora de equipamentos fechar portas, foi «obrigado» a desenvolver um projeto por conta própria. Assim, antes desta representada austríaca, tentou fabricar a nível nacional o equipamento, mas rapidamente percebeu que o mercado era bastante exíguo. “O produto tem de ser continuamente melhorado e só especializando uma determinada área é que conseguimos criar uma mais-valia para o mercado. Entretanto, eu e mais dois colegas fizemos um estudo de mercado e foi desta forma que chegamos à Áustria, pois tinha um produto que em termos de relação qualidade-preço e em termos de tecnologia era o melhor que podíamos ter na europa. Estou a falar da ekey”, explicou-nos Eduardo Rocha. Um leitor de impressão digital colocado no exterior dos edifícios que permite o controlo de acesso apenas com a impressão digital da(s) pessoa(s) associada(a).

Um sistema de ponta e que faz a diferença

Considerado altamente seguro e aliado à tecnologia de ponta o sistema ekey prima pelo design. O equipamento pode ser integrado numa parede, um scanner saliente justaposto na parede, no videoporteiro, nas aparelhagens elétricas e, ainda, utilizado pela domótica – uma tecnologia que permite a gesimagem 1tão de todos os recursos habitacionais.

O produto austríaco chega a Portugal a um preço reduzido o que permite aos fabricantes portugueses inserirem o sistema biométrico nos seus equipamentos conferindo-lhes, assim, um valor acrescentado para exportação.

O produto austríaco associado ao produto nacional cria uma mais-valia para os dois países: para o produto austríaco porque consegue, devido à relação preço-qualidade, fazer-se representar noutros países; e para o produto português que, aliado à qualidade nacional, beneficia de uma tecnologia de ponta. “É nesta simbiose que nos situamos, ou seja, criar um valor acrescentado com os vários produtos que estão disponíveis no mercado, neste caso, o europeu”, refere Eduardo Rocha.

Não se limitando ao comércio nacional, a Work Time tem uma grande projeção nos PALOP tendo já o produto com uma aplicação significativa em Angola. Aliando a segurança, o conforto e o design atrativo do sistema austríaco à qualidade da tecnologia nacional tem conseguido colocar o equipamento no estrangeiro através de grandes projetos.

Com zero clientes/parceiros insatisfeitos, o futuro da Work Time passa pela satisfação dos mesmos e pela constante inovação dos seus produtos. “Depois do produto vendido estamos sempre disponíveis para a resolução de problemas que possam surgir. Ao nível da manutenção e assistência técnica temos de ter o nosso cliente satisfeito porque é essa satisfação que garante o nosso sucesso e o futuro da marca. Tem de sentir o apoio necessário. Os produtos ekey são assegurados com cinco anos de garantia porque são produtos de qualidade e alta eficiência”, enaltece Eduardo Rocha.

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“Sozinhos não conseguimos”

A parceria com a Áustria é para continuar, bem como aumentar a colaboração com empresas internacionais. “Estamos numa aldeia global, pelo que hoje em dia tudo passa pela formação de parcerias para estarmos em constante inovação e atualização. Todo o conhecimento funciona a nível global, temos de estar a par do que se passa à nossa volta e atentos às necessidades do mercado. É importante encontrar parceiros que tragam uma mais-valia para o produto. Sozinhos não conseguimos”, conclui Eduardo Rocha.

A OIT e o stresse no trabalho: um desafio coletivo

O domínio da segurança e saúde no trabalho tem vindo a expandir-se tendo passado a abranger a medicina comportamental, a psicologia da saúde ocupacional e o bem-estar social. Segundo a definição conjunta da OIT e da Organização Mundial de Saúde (OMS), saúde ocupacional deve visar “a promoção e a manutenção do mais elevado nível de bem-estar físico, mental e social dos/as trabalhadores/as em todas as profissões”.

Contudo, existem ainda muitos desafios neste contexto. O custo humano decorrente de acidentes de trabalho e de doenças profissionais é vasto e o custo económico associado a práticas de segurança e saúde no trabalho desadequadas é estimado em cerca de 4% do Produto Nacional Bruto em cada ano, em termos globais. Esta realidade acarreta ainda elevados custos associados a reformas antecipadas, perda de pessoal qualificado, absentismo e elevados prémios de seguros para os empregadores.

As normas da OIT sobre segurança e saúde no trabalho fornecem ferramentas essenciais para que governos, empregadores e trabalhadores estabeleçam práticas robustas de prevenção, informação e inspeção com vista a garantir a máxima segurança no trabalho. A OIT adotou mais de 40 normas que tratam especificamente esta matéria e ainda mais de 40 Códigos de Conduta. A Convenção (nº 155) sobre Segurança e Saúde dos Trabalhadores de 1981, a Convenção (nº 161) relativa a Serviços de Saúde no Trabalho de 1981 e a Convenção  (nº 187) sobre o Quadro Promocional para a Segurança e Saúde no Trabalho de 2006 constituem as convenções fundamentais da Organização neste âmbito.

Atualmente, muitos/as trabalhadores/as enfrentam uma pressão acrescida no sentido de corresponderem às exigências do seu trabalho. Os riscos psicossociais, relacionados com o aumento da concorrência, expectativas acrescidas de desempenho e mais horas de trabalho contribuem para que o local de trabalho se torne um ambiente cada vez mais stressante. Sendo o ritmo de trabalho ditado por comunicações imediatas e elevados níveis de concorrência global, a separação entre trabalho e vida privada nem sempre é clara. Para além disso, as significativas alterações que têm vindo a ocorrer nas relações laborais e a recessão económica têm levado os/as trabalhadores/as a lidar com mudanças organizacionais e de reestruturação, menos oportunidades de emprego, trabalho precário crescente, receio de perda de emprego, despedimentos coletivos, desemprego e redução da sua estabilidade financeira com consequências graves para a sua saúde mental e bem-estar.

De acordo com o Relatório da OIT “Stresse no trabalho: um desafio coletivo” de 2016, o stresse no trabalho é atualmente reconhecido como um problema global que afeta todas as profissões e todos/as os/as trabalhadores/as em todos os países, tanto desenvolvidos como em desenvolvimento. Este Relatório adianta que a ação futura da Organização neste contexto deve focalizar-se no/na:

SAFEDAY-2016_poster_PT_SHAREFomento da investigação e de parcerias estratégicas com vista ao aumento de visibilidade, educação e partilha de boas práticas;

Apoio ao desenvolvimento de competências dos atores chave e incorporação dos resultados da investigação na prática;

Apoio à harmonização das listas nacionais de doenças profissionais com base na própria lista da OIT;

Suporte à integração da avaliação e gestão dos riscos psicossociais nos sistemas de segurança e saúde no trabalho;

Facilitação do diálogo social para a prevenção do stresse no trabalho;

Promoção de uma abordagem integral da prevenção e do bem-estar em colaboração com a OMS.

A OIT beneficia de um posicionamento singular no âmbito da saúde mental no trabalho que advém da sua experiência na utilização do diálogo social tripartido para a implementação de iniciativas bem-sucedidas a nível nacional, no local de trabalho e na comunidade com a participação de governos e representantes dos empregadores e dos trabalhadores bem como de outros atores relevantes, como os/as profissionais de segurança e saúde no trabalho, serviços públicos e organizações não-governamentais.

De facto, o local de trabalho é simultaneamente uma fonte de riscos psicossociais e o local ideal para resolvê-los com vista à proteção da saúde e do bem-estar dos/as trabalhadores/as.

Maior Transparência e Rigor? A VICTORIA aplaude

Entrou recentemente em vigor uma nova diretiva sobre a distribuição de seguros e resseguros na União Europeia, que determina, entre muitas outras normas, que os clientes tenham os mesmos padrões na escolha dos produtos, independentemente do Estado-Membro. Como é que a VICTORIA Seguros analisa estas novas regras?
Na VICTORIA Seguros, acreditamos que estas medidas poderão ajudar a aumentar a confiança do Cliente final no setor, na medida em que clarificam e uniformizam procedimentos, garantindo uma maior transparência, objetividade e idoneidade na atuação de todos os Distribuidores. Por outro lado, estamos perante um enorme desafio para o setor segurador, que nos vai levar a refletir sobre os atuais modelos de distribuição.

Em traços gerais, o que importa saber acerca desta nova diretiva?

Carlos SuárezfinalPrimeiramente importa saber que esta diretiva pretende trazer maior igualdade de condições e concorrência entre os Distribuidores. O facto de alargar o âmbito das medidas a todos os canais de distribuição de seguros, sejam pessoas ou instituições (ex. banca, outros novos canais, etc.) assegura que todos os que atuam neste ramo, seja como atividade principal ou acessória/secundária, se regem pelas mesmas medidas e atuam sob as mesmas regras. Desta forma, o consumidor beneficia sempre do mesmo tipo de proteção, independentemente das diferenças entre os canais de distribuição. A diretiva assegura ainda a qualificação profissional do Distribuidor, qualificação esta que deverá ser proporcional à complexidade dos produtos que comercializa (e à sua função). Se a esta medida juntarmos o facto dos distribuidores de seguros terem de reforçar as informações detalhadas sobre os produtos que comercializam ou aconselham, seja em termos preço, custos, comissões ou outras informações relevantes, estamos perante um cenário que permite garantir ao consumidor o acesso a toda a informação que lhe permita uma tomada de decisão mais consciente e completa, minimizando possíveis conflitos de interesse.

Face à legislação de 2002, que principais lacunas, a seu ver, esta nova diretiva vem colmatar? Em contrapartida, o que continua a falhar?

No nosso entender, uma das grandes vantagens da nova diretiva é a garantia de que todos os canais de distribuição de seguros, seja com atividade principal ou secundária, passam agora a reger-se pelo mesmo normativo, ou seja, passam a atuar sob as mesmas condições de equidade, com os mesmos deveres e direitos. Por outro lado, a disponibilização de informação mais abrangente sobre produto, o preço e os custos, ajudará a que os consumidores saibam exatamente o que estão a contratar.

Quanto à segunda parte da questão, é certo que esta não será uma diretiva perfeita, como aliás não é nenhum normativo! Mas o mais importante nesta fase é reconhecermos o impulso positivo na alavancagem do setor e o foco nas medidas necessárias para nos adaptarmos à nova realidade.

Esta nova diretiva tem como principal objetivo cobrir toda a cadeia de distribuição, dando-lhe mais transparência e obrigando todos os agentes a disponibilizar aos clientes uma informação mais abrangente sobre os produtos seguradores. Na sua opinião, o mercado nacional peca por “falta de transparência”? Justificava-se esta mudança?

Sabemos que este pode ser um setor técnico e com uma linguagem própria, nem sempre compreendida da melhor forma. No entanto não se justifica falar de falta de transparência ou má-fé! Aliás, ao longo dos últimos anos, tem inclusivamente havido um esforço por parte das seguradoras, associações e entidade reguladora para reforçar os níveis de transparência e confiança junto do consumidor. Claro que com esta diretiva acreditamos que poderemos ajudar a reforçar ainda mais este caminho.

Para a VICTORIA, qualquer iniciativa conducente a uma maior transparência e rigor na relação com o Consumidor será sempre bem vinda!

“Colocar o Engenheiro no centro das profissões”

Face a este cenário, a Revista Pontos de Vista quis saber mais sobre o universo da Engenharia em Portugal, que vive por esta altura um momento de «ebulição», não estivéssemos próximos das eleições para Bastonário da Ordem dos Engenheiros, a realizar no dia 21 de Abril. Que mudanças urgem? Que rumos devem ser traçados? Que desafios se colocam? Que diferenças de gestão para o futuro? Que motivações existem? A tudo isto e muito mais, respondeu Paulo Bispo Vargas, candidato a Bastonário da Ordem dos Engenheiros e que nos deu a conhecer um conjunto de medidas propostas por uma lista que se afirma como “uma lista alternativa”, revela o nosso entrevistado, assegurando que essa variação assenta no abolir da crítica fácil. “Isso é o mais simples e por isso decidimos apostar no não apontar de dedo, porque pretendemos fazer algo para mudar o que consideramos que está errado. Queremos participar de uma forma ativa e positiva nesta causa”.

O nosso entrevistado, candidata-se com a ambição de colocar “O engenheiro no centro das profissões” e explica que em Portugal ser engenheiro já foi mais prestigiante e que tal não é aceitável. “Um engenheiro hoje não tem uma participação tão ativa na sociedade como outras profissões e isso retira um pouco a credibilidade à profissão. Pretendemos reforçar a presença da engenharia nas decisões do Estado. Isto não significa que nos queiramos intrometer, simplesmente existem temas como os transportes, a construção das cidades, a energia, o urbanismo, a industrialização e outros que são assuntos que os engenheiros deveriam ter em agenda e onde deveriam ter uma ação mais ativa”.

Crescer com quem sabe

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Paulo Bispo Vargas destaca o combate ao desemprego, a requalificação dos engenheiros e a reconciliação com antigos membros, que, por vários motivos, abandonaram a instituição, como prioridades máximas em caso de vitória. “Há muitos engenheiros desempregados. É necessário criar mecanismos rápidos para ajudar a que se encontrem soluções”. E de que forma? “Com parcerias, quadros comunitários, participação nas decisões nacionais, entre outros. Temos de fazer tudo o que estiver ao nosso alcance”. Para isso, o candidato a Bastonário, pretende adaptar a OE às novas realidades da engenharia e
do país. “As organizações precisam de ser renovadas com colegas que já estiveram na área e conhecem a fundo este setor. Temos de os chamar para que contribuam com o seu saber, a sua vontade e experiência”, afirma, lembrando que esta contribuição de todos é vital para a engenharia em Portugal.

Ideias inovadoras

No programa valoriza-se a criação de um observatório, para um acompanhamento permanente dos membros, ou seja, para que possam contar experiências e identificar problemas a partir dos quais se fará o diagnóstico para apresentar soluções. “
Somos construtivos na critica e apontamos soluções” assume Paulo Bispo Vargas.

A par deste objetivo será fundada a primeira Biblioteca Portuguesa do Engenheiro, “para alunos e profissionais, em contexto de investigação ou aperfeiçoamento de competências, que acompanhem os novos paradigmas e as novidades permanentes em que a engenharia é fértil. Por isso é a ciência das ciências.”

A abertura ao mundo é essencial para todos os segmentos e a engenharia não é exceção. Assim, será criada uma plataforma de interesse entre todas as engenharias dos países de língua portuguesa: Brasil, Angola, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Timor Leste, Macau e Cabo Verde.

As razões? “Porque pretendemos passar a mensagem do valor da engenharia portuguesa, que merece reconhecimento mundial. Começaremos pela oportunidade que a língua comum nos proporciona e partiremos para geografias mais vastas” esclarece, assegurando que o objetivo é perceber “que necessidades e oportunidades existem para uma bolsa de empregabilidade e trabalho a larga escala.”

“Pensar global é um desígnio da engenharia e a Ordem dos Engenheiros de Portugal tem de se afirmar neste contexto. Esta tem de ser uma instituição aberta para o mundo.”

21 de Abril… dia da mudança

As eleições terão lugar no dia 21 de abril e Paulo Bispo Vargas, deixa uma mensagem de profunda esperança no futuro próximo. “O Engenheiro tem de voltar ao centro do desenvolvimento do país, papel do qual foi relegado com clara responsabilidade do seu setor dirigente. Apelo ao orgulho do engenheiro para o seu papel técnico, social, de competência e de apresentar visões de futuro que coloquem a profissão e o país no seu lugar histórico. Ser engenheiro tem de voltar a representar conhecimento, modernidade e forma de ser e de estar num mundo contemporâneo que precisa de nós mais ativos, mais atentos e mais assertivos.”

“O que nos move é o gosto genuíno do “SER ENGENHEIRO” e de nos reorganizarmos, em torno da Ordem, de forma sustentada, inovadora, criativa e, sobretudo, participada por todos. Propomos MAIS ENGENHARIA como forma e força de alavancar novas vontades e novas soluções. As organizações são dinâmicas e o tempo não perdoa a inatividade e o conformismo. Contam com a nossa paixão e querer, contam com a nossa dinâmica e sobretudo contam com a nossa ousadia de fazer acontecer.”

O momento eleitoral é de trabalho e estímulo á participação, à mudança, a nova visão para a Engenharia Portuguesa. Os 106 elementos da lista B e os milhares de colegas que a apoiam unem-se por uma causa e uma visão.

“A Ordem dos Engenheiros e a Engenharia em Portugal merecem uma lista alternativa com a dinâmica e vontade da Lista B. Cumprimos este ponto, lançamos o debate, impusemos dinâmicas. Se for eleito estarei na organização no máximo dois mandatos, onde tentarei deixar o meu legado porque acredito nas pessoas e na sua capacidade de atingir metas mais ambiciosas”.

As Mulheres e a Engenharia

IMG_7155E porque ninguém alcança nada sozinho, conversamos também com Paula Teles, Candidata a Vice-presidente da Ordem dos Engenheiros, que nos deu o seu parecer sobre este sufrágio e sobre o universo da engenharia em Portugal, mais concretamente sobre o universo feminino.

Na sua opinião, em que patamar está a engenharia portuguesa?

A Engenharia portuguesa vive momentos complicados e o seu raio de intervenção tem vindo a decrescer. Um olhar atento sobre o passado, por exemplo, desde o período dos Descobrimentos, passando pela fundação da engenharia militar, esta profissão sempre representou uma das bases do conhecimento principal para transformar o território e vencer os obstáculos. Facilmente verificamos a importância da engenharia ao longo da história, em particular a portuguesa, por tudo o que desenvolveu e criou por esse mundo fora.

Efetivamente, é com uma enorme tristeza que presenciamos que a sua importância, que se manteve até à contemporaneidade, tem vindo a perder-se de forma muito rápida.

O facto de ser candidata a Vice-presidente da OE tem uma responsabilidade acrescida por ser mulher?

Nunca planeei estar neste desafio. Aceitei-o porque entendi que é tempo de dedicar algum do meu tempo a esta causa. Em mais de duas décadas como profissional deste sector, com trabalho desenvolvido no serviço público autárquico, universitário e no serviço privado, enquanto empresária, esta é, efetivamente, a primeira vez que trilho algo similar, de poder ter um nível superior de intervenção na Engenharia em Portugal, no âmbito do seu coletivo.

Verifiquei que em 23 anos de engenharia nunca tive a ajuda da Ordem na minha carreira profissional.

Julgo ter conseguido reunir um conjunto de conhecimentos e competências suficientemente vastas, através do meu envolvimento em projetos de âmbito público e privado, para dar o passo na candidatura a este importante cargo, em contexto de uma lista de extraordinários profissionais. Tenho tido uma postura na minha vida de realizar projetos curtos mas intensos e sustentáveis numa dinâmica continua e crescente.

Sei que a nossa futura direção irá dar uma atenção especial ao papel das mulheres na engenharia, nomeadamente no conjunto de tarefas que a mulher ainda acumula na vida pessoal e profissional, suscitando apoios e criando parcerias com o universo empresarial para que não sejam desfavorecidas, em particular, nos momentos em que for mãe.

Já passei por esse papel. Já fui funcionária, hoje sou empresária. Entendo que tenho o dever de apoiar todas as mulheres engenheiras a desenvolverem na sua plenitude as suas duplas funções. Porque sei que conseguem e, em muitos casos, superam até as expectativas.

Ao longo do seu percurso profissional houve momentos em que as dificuldades/responsabilidades foram acrescidas por ser mulher?

Como sabem as engenharias são, de forma natural, predominantemente masculinas. Também o foram ao longo das gerações pelos motivos que conhecemos. Mas o mundo mudou. A mulher passou a integrar a vida profissional e a engenharia não pode continuar a ser exceção. Contudo, ainda hoje, na engenharia, raramente se vêm mulheres porque é difícil, para elas, chegar à liderança de projetos e neste contexto penso poder dar um contributo decisivo para alterar esta norma. Quero mudar esta atitude. Quero mostrar a todos os atores que a vantagem está no trabalho de equipa e na integração do género masculino com o feminino.

Hotel Vila Park requalificado em 4 Estrelas

Foram renovados todos os quartos, com a utilização de produtos amigos do ambiente, nomeadamente pavimentos e revestimentos em cortiça, assim como o hall de entrada.

“Decorridos 13 anos de operação, era necessário proceder a um refreshment das instalações, no intuito de aumentar o conforto e consequentemente a satisfação dos nossos clientes. Tratou-se de um processo delicado pois mantivemos a operação, efetuando os trabalhos com o mínimo transtorno, o que por vezes foi um desafio”.

A utilização da cortiça, nos pavimentos dos quartos e corredores, assim como nas cabeceiras dos quartos é uma das apostas na nova imagem do Hotel Vila Park.

De realçar na parte ambiental:

Passaporte Ambiental

Documento entregue a todos os hóspedes, aquando do check-in, onde se informam todas as práticas amigas do ambiente.(http://www.vilapark.com/pdf/passaporte_ambiental_pt.pdf )

Mini Produção

Composta por 528 painéis fotovoltaicos, que desde novembro/12 até março/16, já produziu mais de 566 Mwh, representando mais de 61% do total consumido e uma redução das emissões de CO2 de 208 toneladas.

Certificações são exemplo nacional

Detentor de um número impressionante de certificações, galardões e prémios ambientais, o Vila Park dá cartas nesta área fundamental da sustentabilidade ambiental, tendo sido em fevereiro de 2007 o primeiro hotel do Alentejo e o primeiro 3 estrelas de Portugal com a certificação ISO 14001. Igualmente em 2007 integrou o restrito grupo de 12 hotéis com o galardão Green Key, atribuído pela Associação Bandeira Azul (ABAE). Em janeiro de 2009, foi reconhecido pela TÜV como Eco-Hotel, um referencial internacional de elevada exigência.

Medalha de Mérito do município de Santiago do Cacém, o complexo hoteleiro é também detentor de prémios como o de Boas Práticas Ambientais, atribuído pela Turismo do Alentejo(ERT); detém o estatuto de Empresa Solidária, atribuído por diversas entidades do tecido social e económico alentejano; programa de gestão voluntária de carbono (Carbon Free) – tendo já contribuído para a plantação de mais de 120 mil árvores em diversos projetos nacionais e internacionais.

Participa no projeto Check Out For Nature (COFN), da World Wide Fund for Nature(WWF) – programa de angariação de fundos para a organização de conservação global e a apoiar a biodiversidade local

Fruto desta postura é convidado como speaker em vários eventos (congressos, seminários, palestras), nomeadamente em várias universidades e escolas, para apresentar o seu estudo de caso.

Hotel Vila Park

www.vilapark.com

info@vilapark.com

Tel. 269 750 100 / 961 551 973

Fax 269 750 119

Facebook/HotelVilaPark

Pela Rota da Cortiça

O Museu de Santa Maria de Lamas (MSML) destaca-se pela quantidade, qualidade e variedade do seu espólio. Como nasce este acervo plural?

Nasce na década de 50 do século XX graças a Henrique Alves Amorim (1902-1977), industrial corticeiro, benemérito da freguesia de Santa Maria de Lamas e fundador do Museu, que graças à sua franca prosperidade económica conseguiu alimentar o seu gosto pelo colecionismo. Desde a sua criação e doação à Casa do Povo em 1959, este espaço destacou-se dos demais pela quantidade, qualidade e variedade (tipológica e temporal – século XIII ao século XXI), do seu espólio. Um verdadeiro acervo plural, recuperado e reorganizado do ponto de vista museológico e museográfico a partir de 2004, que integra coleções de Arte Sacra (talha dourada; imaginária; pintura, mobiliário e objetos litúrgicos); Etnografia; Iconografia do Fundador; Mobiliário Civil; Estatuária Nacional e Internacional; Ciências Naturais; Tapeçaria; Azulejaria; Estatuária em Cortiça/Aglomerado de Cortiça e Arqueologia industrial (maquinaria usada nos primórdios da Indústria transformadora de Cortiça).

O MSML é hoje um espaço de prestígio, promotor da cultura nos mais diversos segmentos. Como tem sido realizado este périplo e que balanço é possível perpetuar da atuação do MSML?

azeiteiro vinagreiroNum estado de “semiadormecimento” desde 1977, data que marca o desaparecimento do seu Fundador, o “Museu”, que mais parecia um armazém, apresentava graves problemas de desadequação às exigências da museologia atual, padecendo de desconhecimento do seu acervo efetivo; alterações substanciais à sua organização inicial; tratamentos cientificamente pouco corretos na superfície das obras; problemas diversos de conservação preventiva e, sobretudo, de uma ausência de plano para a sua valorização e interpretação. Um espólio diverso e admirável corria o risco de ultrapassar um ponto de degradação de que seria impossível de recuperar. Em virtude desta “situação limite”, revelando um profundo sentido de responsabilidade perante o Património, a direção da Casa do Povo celebrou um protocolo com o Departamento de Arte e Conservação e Restauro da Universidade Católica Portuguesa, com vista à orientação do relançamento, conservação, restauro e respetiva reestruturação deste espaço. Findo o protocolo, foi criado um quadro técnico especializado, de modo a dar continuidade a trabalhos de intervenção e conservação; aos estudos interpretativos; e à definição de uma nova dinâmica comunicativa de promoção do Museu, tendo como principal objetivo a salvaguarda e a partilha das atividades, das memórias e do legado histórico deste Museu; e o reconhecimento, por todos os quadrantes da sociedade, da singularidade deste património material e imaterial. De 2004 até ao presente o Museu procura afirma-se como espaço de reflexão, estudo, partilha e interpretação de uma realidade que moldou a história de uma terra. E de um património que acompanhou o gosto e a evolução secular de um país. Assim sendo, este complexo, socialmente ativo, de grande valia cultural e pedagógica, demarca-se pelo contributo que presta à Museologia nacional. 

A partir dos anos 60/70, o MSML passou a ser popularmente apelidado de Museu da Cortiça. De que forma é a cortiça um elemento fundamental para a instituição?

Primitivamente designado pelo seu Fundador como sendo a sua “Casa dourada”, sobretudo no decurso das décadas de 1960/70 começou a ser popularmente designado de “Museu da Cortiça”. Não só pela ligação direta do seu fundador à indústria transformadora da cortiça, mas também pela existência de um núcleo museológico “Sala da Cortiça” (atualmente encerrada ao público para intervenção) que reúne escultura em cortiça e derivados (séc. XX) e Arqueologia industrial (ou seja, maquinaria de transformação corticeira com utilização datável entre o séc. XIX e o início do séc. XX), sendo este um elemento fundamental para o Museu pois evidencia as potencialidades desta matéria-prima e reflete a identidade da comunidade local.

A cortiça está cada vez mais na agenda dos estrangeiros que visitam Portugal e mesmo dos portugueses. Porquê este súbito interesse no segmento da cortiça? Que importância tem a mesma para Portugal?

O interesse não é súbito… Talvez seja cada vez mais visível, atraindo segmentos que lhe eram comummente associados, mas também outros alternativos, como o turismo cultural e lazer, o enoturismo, ecoturismo e turismo industrial.

Como podemos interligar a cortiça com o turismo em Portugal? De que forma tem o MSML vindo a fomentar essas duas dinâmicas?

É fundamental uma estratégia conjunta e concertada, sendo a criação de uma Rota da Cortiça abrangente um passo fundamental. Uma rota turística em torno da cortiça, que alcance não só o montado, mas também a transformação desta matéria-prima (através de uma rota de turismo industrial no concelho de Santa Maria da Feira), bem como as suas múltiplas potencialidades desta matéria-prima nas mais diversas áreas.

 

Pode a cortiça “funcionar” como um elemento potenciador do desenvolvimento regional/local? O MSML tem sido promotor desse desenvolvimento em Santa Maria de Lamas?SAM_4534

Sem dúvida. A cortiça pode e deve funcionar como elemento potenciador do desenvolvimento da freguesia e do concelho de Santa Maria da Feira, sendo para tal impreterível e urgente a criação de sinergias efetivas que envolvam os principais atores do setor. O Museu visa conservar, estudar, difundir e valorizar de forma integral, a herança cultural e o património relacionado com a indústria corticeira na região, através da renovação de um espaço museológico (Sala da Cortiça) que se estende para o território, assente numa perspetiva integral que, para além do público/turista como destinatário, procure o envolvimento da comunidade. Transformando o museu numa instituição eficiente e sustentável que lidere a gestão do património imaterial da indústria corticeira, cujo modelo de atração turística constitua um centro dinâmico ao nível social e cultural que potencie a fixação da memória.

 Quem não conhece o MSML, que mensagem gostaria de deixar? O que podemos esperar de futuro do MSML?

Apelar para que descubram e visitem este espaço único, singular e verdadeiramente surpreendente! Quanto ao futuro, pretendemos concluir a requalificação efetiva da “Sala da Cortiça” e área envolvente, de modo a conservar, estudar, difundir e valorizar de forma integral, a herança cultural e o património relacionado com a indústria corticeira na região. Paralelamente, ambicionamos ver concluído o processo, iniciado em 2009, de candidatura do Museu à credenciação na Rede Portuguesa de Museus.

“Corroios está na moda”

A Freguesia de Corroios: uma referência para a região

Somos uma freguesia com 52 mil habitantes, dez escolas do primeiro ciclo, 14 clubes, quatro agrupamentos de escuteiros (três agrupamentos de escuteiros e um grupo de escuteiros), e três paróquias. É um movimento enorme para um executivo de apenas sete elementos”, começa por referir Eduardo Rosa. Porém, com uma freguesia bastante diversificada a nível cultural, desportivo e económico são vários os eventos e atividades desenvolvidas que têm contribuído para promover a riqueza da região. “Face às iniciativas promovidas pela Junta de Freguesia tem sido possível realizar eventos que criam receitas e vão ajudando a colmatar as necessidades da freguesia”, explica o presidente.

Desde a feira do chocolate à feira do fumeiro, passando pela feira medieval e o mercado saloio, um conjunto de iniciativas realizadas ao longo do ano com parceiros e entidades, tem sido possível dinamizar a freguesia. “O nosso objetivo é criar oportunidades de negócio e desenvolver o nosso tecido empresarial”, afirma o autarca.

Outra grande aposta da autarquia são as festas populares que durante dez dias atraem cerca de seiscentos mil visitantes. “Têm crescido fortemente de ano para ano e mantêm-se como uma afirmação da região promovendo a nossa indústria e o nosso comércio. Estas festas são a grande montra da Freguesia de Corroios”, realça Eduardo Rosa.

De facto, na Freguesia de Corroios tudo é pensado para dinamizar as atividades económicas e melhorar as condições dos que lá vivem. Pois, a par destas festas populares, é possível, ainda, para os empresários e comerciantes da região expor e divulgar o que de melhor fazem ao longo do ano no Pavilhão Multiusos da Freguesia.

A Freguesia de Corroios começa a ser um local convidativo e atrativo para receber eventos de fora também. No ano passado recebeu o primeiro encontro nacional dos carros «pão de forma». A organização do 1.º Festival Pão de Forma em Portugal é da responsabilidade da Vintage Vans. O local escolhido foi o Parque de Marialva, em Corroios.

E, ainda, a Junta respondeu positivamente a uma proposta da empresa produtora do Festival VOA e o parque urbano da Quinta de Marialva irá receber, um festival que irá trazer pessoas de todas as zonas do país mas de fora também.

“Esta tem sido a nossa aposta”, realça o presidente referindo, também, que a Junta de Freguesia promove no último domingo de cada mês a Mostra das Atividades Económicas realizado, igualmente, no parque urbano da Quinta da Marialva. Um «mercado ao ar livre» que conta com a participação mensal de cerca de 320 expositores.

A voz do Povo

Eduardo Rosa - Presidente JF Corroios

Com a ideologia presente de que o poder local é o poder mais próximo da população, Eduardo Rosa defende a ideia de se ter freguesias funcionais, para que se possa responder com rapidez e eficácia às necessidades dos habitantes, o que não acontece com a reorganização/agregação das freguesias. “Somos responsáveis pelas mais diversas matérias e temos de ser capazes de fazer um bom trabalho”, refere.

Para tal, Eduardo Rosa realça que acompanha diariamente as pessoas da sua freguesia, bem como acompanha a evolução dos projetos e obras que são levadas a cabo. Ou, ainda, participa regularmente em reuniões dos agrupamentos de escolas sobre os mais diversos temas. Temas que defende, de uma forma política, promovendo o contacto e a proximidade com a comunidade. “Estou ao lado dos meus habitantes e, no âmbito da Associação Nacional de Freguesias, lutamos ao lado dos nossos parceiros pelo que é melhor”.

Considerando que as juntas de freguesia do País são bastantes “crucificadas” e que o maior problema é a falta de pessoas e consequentemente, as juntas não terem todas a mesma capacidade de resposta, Eduardo Rosa afirma que dentro das dificuldades tentam sempre encontrar as soluções para as necessidades de uma freguesia com esta dimensão e complexidade.

“O nosso orçamento não chega para tudo, e essa situação cria-nos algumas dificuldades aos mais variados níveis, apesar do protocolo com a Câmara de Municipal de Seixal que nos ajuda bastante. A verdade é que quem quiser usar bem o dinheiro público tem sempre onde o aplicar, mas temos de pensar que uma coisa é o que se pode e outra é o desejável. E o desejável nem sempre é possível”, conta Eduardo Rosa.

“Um verdadeiro festim para os sentidos”

A Stress Off foi a empresa que construiu esta marca [bolachinha], sob o teto da grande marca Namorar Portugal. Fale-nos um pouco das repercussões, em termos regionais e nacionais, desta aposta?

Este projeto das Cookies Design, associado à já conceituada e reconhecida marca Namorar Portugal, é impulsionado por uma equipa empreendedora, jovem e dinâmica, capaz de dar a conhecer a marca bolachinha e levar o nome da região de Vila Verde não só aos Vilaverdenses como a todo o país. E como? Fazendo a divulgação de forma assertiva para manter as tradições enraizadas nas mensagens dos Lenços dos Namorados mas agora com a inovação de o suporte da mensagem ser a bolachinha.

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Modernidade, arrojo e inovação são os principais «segredos» da marca?

O nosso objetivo primordial é dar a conhecer a versatilidade das Cookies Design Namorar Portugal, produzidas de forma artesanal na Quinta de Resela (Cervães- Vila Verde), um dos locais bastante apreciados pelos turistas. Este projeto, oferecendo a possibilidade de os turistas participarem em workshops na área de showcookies, proporciona excelentes oportunidades não só para divulgar como se confecionam as cookies design, como também informar das caraterísticas da região de Vila Verde, das suas gentes e das suas tradições.

Rui Moreira assume recandidatar-se à Câmara Municipal do Porto

Rui Moreira, atual presidente da Câmara Municipal do Porto, vai recandidatar-se à liderança do município nas eleições legislativas de 2017, conforme disse em entrevista à TSF. O autarca independente promete escolher os melhores apoios para esta candidatura.

O presidente da Câmara do Porto assume que o primeiro mandato foi sobretudo para resolver os problemas herdados e que num segundo mandato espera concretizar os planos que tem para a cidade.

Sobre as críticas à TAP, Rui Moreira afirma que já disse o que tinha a dizer e que até houve, na região, quem lhe dissesse que estava a ir longe de mais. O alvo agora é atribuição dos fundos do Portugal 2020. “Uma situação vergonhosa e calamitosa para os municípios”, como disse à TSF. Dos 160 milhões de euros de financiamento que o autarca espera receber, só tem garantidos 27 milhões.

Siemens apresenta o semáforo mais económico do mundo

Intelligente Software und Cloud-basierte Lösungen revolutionieren unsere Mobilität. Mit neuen Technologien lässt sich der Verkehr nicht nur für Metropolen, sondern speziell für regionale und nationale Hauptstädte effizienter gestalten. Knappe Budgets sind kein Hindernis: Selbstfinanzierende und energiesparende Lösungen sowie fortschrittliches Parkraum- und Beleuchtungsmanagement entlasten nicht nur die öffentlichen Kassen sondern tragen auch zur Refinanzierung der Verkehrsinfrastruktur bei. Im Bild: Stuttgart Intelligent software and cloud-based solutions from are revolutionizing our mobility. New technologies ensure more efficient traffic management not only in metropolitan centers, but also in regional and national capitals. Tight budgets are no obstacle: Self-financing and energy-saving solutions combined with forward-looking parking space and street light management not only lessen the burden on public coffers, but also contribute to the refinancing of traffic infrastructure. In the picture: Stuttgart, Germany

A Siemens apresentou o semáforo mais económico do mundo. Neste equipamento foi utilizada tecnologia que permite melhorar a eficiência energética dos semáforos em mais de 85%, um enorme benefício para os orçamentos das cidades e para o ambiente. A nova tecnologia reduz os custos de energia elétrica e aumenta a segurança; o consumo de energia reduzido para apenas um ou dois Watt; O equipamento beneficia orçamentos das cidades e ambiente. Em todo o mundo, a Siemens é o primeiro fabricante a monitorizar não só a tensão e a corrente, mas também a luminosidade das unidades de sinalização luminosa LED. Com este conceito de monitorização em vários níveis, o semáforo de um Watt alcança o mais elevado nível de segurança no tráfego rodoviário.

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