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Elisabete Teixeira

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Gastronomia de Trás-os-Montes candidata a Património da Humanidade

As promotoras são três associações locais de desenvolvimento local, a Desteque, Corane e Douro Superior, que representam a maioria dos municípios de toda a região e que vão fazer a apresentação pública da pretensão na sexta-feira.

A Comissão Executiva será presidida por Duarte Moreno, presidente da Câmara de Macedo de Cavaleiros, no distrito de Bragança, e da Desteque, para quem na próxima sexta-feira será dado “o primeiro passo em direção a um objetivo antigo das gentes de Trás-os-Montes e Alto Douro”, que se pretende culmine em março de 2018 com a apresentação formal da candidatura à UNESCO.

“Esta candidatura da nossa gastronomia a tão elevada distinção certamente unirá à volta deste desígnio todos os filhos destas terras, os que cá estão e toda a nossa diáspora”, acredita o autarca transmontano.

Duarte Moreno está convencido de que “faz parte da cultura identitária (transmontana) saber responder a estes desafios, que tanto valorizam a nossa forma de ser e estar, como promoverão certamente um futuro com mais oportunidades”.

Os pormenores da candidatura são remetidos para a apresentação pública, na Quinta do Romeu, em Mirandela, tendo sido revelado que a Comissão de Honra será presidida pelo destacado transmontano, Adriano Moreira, que participará na sessão de divulgação.

A Comissão Executiva, divulgaram os promotores, será liderada por Duarte Moreno e integrará os presidentes da Douro Superior e da Corane, o empresário Dinis Alves Cordeiro e o autarca António Fidalgo Martins.

A Comissão Técnica da candidatura será liderada por Carlos Laranjo Medeiros, que já coordenou e desenvolveu outras candidaturas idênticas a distinções da UNESCO, o organismo das Nações Unidas para a Ciência, Cultura e Educação.

Na sessão de apresentação será feita a caracterização da manifestação cultural e o seu âmbito geográfico, divulgados elementos da candidatura, bem como o desenvolvimento de um plano de salvaguarda e promoção deste património.

A Candidatura da Gastronomia e dos Produtos da Terra Ligados à Alimentação de Trás-os-Montes e Alto Douro a Património Cultural Imaterial da Humanidade apresentará também as linhas de um programa de envolvimento das gentes e entidades transmontanas e alto-durienses neste processo.

Porto perde tanto tempo no trânsito como Madrid

Em 2015, os condutores de Lisboa passaram em média 35 minutos por dia a mais no trânsito e perderam um total de 136 horas no ano enfiados dentro de um carro na estrada. No Porto, com um índice de tráfego equivalente ao de Madrid, cada condutor perdeu 27 minutos por dia, que, acumulados, somam 104 horas gastas inutilmente por ano.

De acordo com um estudo efetuado pela TomTom a partir de dados reais induzidos dos veículos onde estão instalados dispositivos da marca, Lisboa e Porto têm também diferentes dias da semana e do ano de maior congestionamento. Enquanto em Lisboa o pior dia do ano foi 19 maio, certamente por causa da greve no metro que decorreu nesse dia, no Porto o dia de maior congestionamento foi a 23 de dezembro, antevéspera do Natal.

Health Way: incubadora de ideias

Atualmente, a tecnologia, inovação e investigação em Saúde são reconhecidas como componente chaves no ensino de pessoas, famílias, profissionais e comunidade, na gestão e compreensão interpessoal de situações de risco, reforçando a dinâmica individual, colectiva e aumento consequente sobre o atendimento e segurança à pessoa e paciente, tendo repercussões na melhoria da qualidade de serviços.

Assumindo que as estruturas políticas atuais, os investidores privados, a banca, as instituições e organizações públicas e privadas, têm por objectivo investir na formação ao longo da vida e incentivar pessoas criativas, líderes visionários e exploradores, consideramos importante, antes de mais, definir a natureza da intervenção da Health Way, apontando de forma muito objectiva duas linhas centrais de pensamento.

A primeira delas reflete a natural preocupação com o modelo de “gestão em saúde” adoptado. Consciente dos fenómenos de “turbulência” existentes nos mercados empresariais, económicos e financeiros nacionais e internacionais, o projeto empresarial Health Way tem como base da sua gestão um modelo em que se utilizam instrumentos que decorrem da aplicação da “New Private Management”, com a utilização de uma estrutura organizativa assente em modelos horizontais, mais próximos dos seus colaboradores e parceiros internos e externos, utilizando uma filosofia holística, ética e socialmente responsável e sempre apoiado em eficazes e proficientes modelos comunicacionais.

A segunda prende-se com a exigência que todos sentimos na utilização e adequação das novas Tecnologias de Informação e Comunicação em Saúde (N`TIC) ao ensino nas Ciências da Saúde. A resposta a esta necessidade surge com a utilização dos mais avançados equipamentos de tecnologia e investigação em Saúde que, de forma progressiva, vão permitir inovar e transformar de forma irreversível o ensino e a formação nas Ciências da Saúde em Portugal, União Europeia e nos Países de Língua Portuguesa. Um modelo de ensino uniforme e transversal ao ensino profissionalizante, pré e pós-graduado, que possa premiar o mérito de alunos, profissionais, serviços e organizações de Saúde e de ensino.

Orientado para a liderança e para o desenvolvimento do conhecimento, este novo conceito de Ensino em Saúde pretende desenvolver cenários de formação técnica e profissional para os membros da comunidade e, através da educação, da investigação e da partilha do saber, orienta e apoia as mudanças em diversos espaços nacionais e internacionais.

Como é do conhecimento público, todas as Universidades, Institutos e Organizações em Saúde em geral, cumprem a sua missão social quando orientam a sua atividade para o interesse social e cultural do seu país. O conhecimento científico adquirido e a consequente identificação dos temas de maior relevância e de maior necessidade resultam em vantagens competitivas muito significativas e ganhos em Saúde. Desta forma, projetos empresariais com esta natureza procuram compreender os fenómenos e encontrar as soluções que enriqueçam e orientem o futuro nacional, regional e mundial. Por outras palavras, a Health Way assume a sua responsabilidade ao participar ativamente na cultura e nos processos considerados relevantes para a evolução social, cultural, económica e financeira de Portugal, da União Europeia e dos Países de expressão de Língua Portuguesa.

A adopção de um novo modelo científico-pedagógico integrado na formação dos alunos, instrutores, discentes pré e pós-graduados na área científica das “Ciências da Saúde”, resulta da aceleração do conhecimento científico que se associa a mudanças tecnológicas rápidas e profundas. A consequência desta associação conduz ao desenvolvimento de novos paradigmas no ensino das “Ciências da Saúde”, em que novas correntes pedagógicas, utilizando mecanismos inovadores e tecnologicamente evoluídos, permitem resultados de excelência.

Estudantes de diversos níveis de ensino e profissionais de Saúde têm assim hoje ao seu dispor novas estratégias, que associadas a novos paradigmas científicopedagógicos e às mais atuais tecnologias de ensino e investigação, lhes permitem a aquisição de elevados padrões de conhecimentos e competências, além de produção de “Mais Saúde” e “Mais Futuro” com segurança para as populações e comunidades onde estamos inseridos.

 

José Pedro Dias & Wilson Moleiro

CEO’s & Founder’s

HEALTH WAY

María mora há 30 anos com a radiação de Chernobyl. E não quer partir

María Petrovna tinha 57 anos quando foi obrigada a deixar a cidade onde vivia por causa do maior acidente nuclear da História. Na madrugada de 26 de abril de 1986, ela e os seus 600 vizinhos foram mandados embora das casas onde moravam em Chernobyl porque os níveis de radiação a que estariam expostos seriam demasiado perigosos. Fatais. Quando as autoridades ucranianas chegaram a sua casa, a 4 de maio, uma semana e meia depois do acidente María obedeceu e partiu para uma população vizinha onde a radiação não chegaria. Mas voltou a casa na primavera seguinte. E é onde permaneceu até agora, conta o ABC.

Em 1986, a cidade de Pripyat – onde estava instalada a central nuclear – foi atingida por uma quantidade de radiação 400 vezes maior que a da bomba atómica de Hiroshima, na sequência de um incêndio num dos reatores da instalação. Nos dias seguintes, a atmosfera cobriu-se de partículas radioativas que provocaram a morte imediata de mais de 30 pessoas e o surgimento de doenças e deformações graves em centenas de ucranianos.

María Petrovna morava a apenas 25 quilómetros do reator, por isso estava dentro da “zona de exclusão” de onde se deveria retirar toda a gente para uma das 12 cidades destacadas para receber as pessoas em perigo. Ela partiu com apenas alguns dos seus pertences, quando as autoridades chegaram a sua casa vestidos com fatos brancos e materiais de medição de radiações e a levaram para outra terra num autocarro. No ano seguinte decidiu voltar. E não estava só- Juntou-se a outras 150 pessoas que queriam regressar à terra onde nasceram. Eles, ao contrário dos outras ucranianos, não tinham medo, garante María: “O chefe dos colcoz roubavam tudo o que queriam e só nos evacuaram para nós nos esquecermos. Aqui está tudo limpo, não há nada contaminado”.

Das 150 pessoas que voltaram para a terra de María a seguir ao acidente nuclear, só quatro continuam ali. Agora com 87 anos, María Petrovna vive de uma pequena pensão e dos mantimentos que a filha – que mora em Kiev – lhe leva de vez em quando. Alguns dos habitantes nas cidades vizinhas também a ajudam, dando-lhe pão, leite e lenha para fazer fogueiras. Além disso, plantou uma horta com cebolas, tomates e batatas. Mas nada disto basta: María está doente. Muitos tentam convencê-la a sair, mas ela não quer: “Até o médico me disse que o melhor sítio para mim é aqui, que em qualquer outro lugar morreria”.

Nélson Évora ambiciona atingir 18 metros nos Jogos Olímpicos Rio2016

Nélson Évora, campeão olímpico do triplo salto em Pequim 2008, manifestou o desejo de atingir a marca dos 18 metros nos Jogos Olímpicos do Rio 2016, garantindo que se apresentará na melhor forma.

“O momento alto deste ano serão os Jogos do Rio. Convém que salte muitas vezes os 17 metros, mas eu quero mesmo é chegar aos 18. Sinto-me bem, forte e acredito que o resultado final vai ser bom”, disse Nélson Évora à margem da assinatura de um protocolo com um concessionário de uma marca automóvel.

Tendo como melhor marca do ano os 16,89 alcançados em março nos Mundiais de pista coberta, em Portland (EUA), o atleta do Benfica não duvida das suas capacidades, referindo que se encontra a preparar os Jogos Olímpicos Rio 2016 de uma forma muito exigente.

“Estou numa altura de muito volume, na reta final para estes Jogos. Procuro manter a motivação e a concentração nos níveis máximos e, para mim, isso não é um problema”, explicou o campeão olímpico de 2008.

Nelson Évora realçou que o apoio da família e da equipa técnica é “espetacular”, reiterando a “motivação” que estes lhe transitem sempre que representa as cores nacionais.

Sobre a parceria assinada com a CS Santos VP, concessionária da Mercedes, o atleta de 31 anos mostrou-se orgulhoso, destacando o facto de este tipo de iniciativas não se limitar apenas ao futebol.

“É uma grande honra para mim estar associado a esta marca, pois significa o reconhecimento do meu trabalho. É mais uma vitória e surge na altura ideal. As pessoas devem reparar que não é só no futebol que acontecem este tipo de iniciativas”, confessou.

A terminar, Nélson Évora deixou um recado para os atletas mais jovens: “Sejam ambiciosos e bastante humildes no seu percurso. Só assim conseguirão atingir aquilo que querem”.

A nova estrela da “Rua Sésamo” é afegã

“Rua Sésamo” criou uma personagem afegã chamada Zari que usa véu e sonha tornar-se médica. Série infantil quer promover a igualdade das mulheres e os diretos das crianças relativamente à educação.

Há uma nova personagem na “Rua Sésamo”. Zari, uma menina afegã juntou-se à família e a sua inclusão neste programa infantil tem um propósito bastante específico. Além de promover a tolerância, o formato pretende que a figura de Zari abra a discussão relativamente à igualdade dos direitos das mulheres e das crianças no que toca ao acesso à educação.

“O mais entusiasmante relativamente à Zari é que ela vai servir de modelo para as jovens raparigas e vai mostrar que é maravilhoso ir à escola e que elas podem sonhar com uma carreira”, revelou à agência Reuters Sherrie Westin, a vice-presidente do departamento de impacto global e filantropia da Sesame Workhop.

Na história, Zari é uma menina de seis anos, muito aplicada nos estudos e que sonha tornar-se médica. Usa véu e tem um vestido colorido, que combina com o seu cabelo. Esta personagem vai protagonizar espaços dedicados à saúde, bem-estar e alimentação saudável.

A ideia não é, contudo, inédita, uma vez que a “Rua Sésamo” também já criou personagens para outros países. No Egito existe a Khokha e na Índia a Chamki. E agora Zari, para o Afeganistão.

Marcelo diz que novo ministro da Cultura é “grande” e “magnífico”

O Presidente da República fez ontem um elogio quádruplo ao nome escolhido por António Costa para se responsabilizar pela pasta da Cultura, depois do pedido de demissão de João Soares. Para Marcelo, o sucessor, Luís Filipe Castro Mendes, “é um grande poeta, um grande ensaísta, é uma grande figura da Cultura portuguesa, além de ser um magnífico embaixador”.

As declarações do chefe de Estado surgiram, de acordo com a Lusa, no final das comemorações dos 140 anos da Caixa Geral de Depósitos, ontem num balcão do banco em Belém, com Marcelo Rebelo de Sousa a recordar que foi o site da Presidência a comunicar que o PR “tinha decidido nomear do senhor ministro da Cultura”.

Castro Mendes chegou à Cultura, depois da saída de João Soares que pediu a demissão na sequência da polémica das “bofetadas”. Na quinta-feira passada, o ex-ministro utilizou a sua página no facebook para ameaçar dois colunistas do Público com um “par de bofetadas”, por críticas à sua ação como ministro.

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