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Ricardo Andrade

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Este fim-de-semana faça as suas compras no Golden Market Online e usufrua de descontos exclusivos.

Chama-se Golden Market e vai estar dividido em cinco categorias: criança, senhora, homem, joalharia e lifestyle.

Durante os dois dias, basta aceder ao site (www.goldenmarketonline.com) para conhecer as histórias das empresas que vão participar e os respetivos produtos. A seguir, deve carregar no produto que pretende e é direcionado para as redes sociais ou para o site da respetiva marca — é aí que conclui a compra. Ao comprar basta utilizar o código GMONLINE para usufruir de campanhas especiais.

Prata Concept, Maria Design Kids, Bazar da Cerca, Pause Woman, Eleonor Collection, Craftclothes by Clarinhaires, Com Amor Mia, Eu Mereço Joalharia, Let it sweet, The Portuguese Dictionary, Kids Square, Beijinhos e Miminhos, Pucco Natural, Cave Original, O que te quero dizer, UMA Jewellery, Bitsy Baby Wear e Borboleta vão estar presentes.

Estudo da Accenture confirma que hábitos de consumo mudaram com a Covid-19

A pandemia COVID-19 irá provavelmente alterar, de forma permanente, o comportamento do consumidor e causará mudanças estruturais duradouras nos setores de bens de consumo e retalho – indica o novo estudo da Accenture com mais de 3.000 consumidores em quinze países e cinco continentes.
O estudo da Accenture, realizado no passado mês de abril, depois de muitos países terem implementado medidas de isolamento social, indica que os consumidores começaram a mudar as suas prioridades de compra. Por exemplo, de um modo geral, os inquiridos indicaram comprar hoje mais produtos de higiene pessoal e de limpeza, assim como alimentos enlatados e frescos do que há duas semanas – referindo também que compram menos artigos de moda, beleza e eletrónicos.
Mais importante, porém, os resultados indicam que muitas das mudanças neste tipo de comportamentos, provavelmente continuarão muito depois da pandemia. Além disso, a crise está também a levar os consumidores a considerarem mais seriamente os impactos das suas opções de compras na sua saúde e no meio ambiente. Por exemplo:
 60% dos entrevistados assumem gastar mais tempo nos cuidados pessoais e bem-estar mental, com cerca de seis em cada 10 consumidores (57%) a afirmar que começaram a fazer mais exercício físico em casa;
 64% dos consumidores indicaram que estão mais preocupados com o desperdício alimentar e que, eventualmente, continuarão a ter esse cuidado daqui para frente;
 50% dos consumidores afirmaram comprar alimentos com maior consciência da sua saúde e que irão continuar a fazê-lo;
 45% dos consumidores indicaram ainda que fazem escolhas mais sustentáveis aquando das suas compras e que irão manter esse cuidado no futuro.
“A escala de mudanças identificadas no nosso estudo sugere claramente que se trata de uma mudança a longo prazo”, afirma Oliver Wright, Accenture Consumer Goods & Services Global Lead, “Observamos essas tendências há algum tempo, mas o que nos surpreende é a escala e o ritmo – conseguimos comprimir numa questão de semanas mudanças que provavelmente levariam anos. O novo comportamento e consumo do consumidor deverá durar mais do que a pandemia, estendendo-se muito além de 18 meses e possivelmente durante grande parte da década atual.”

Pandemia está acelerar a transformação digital
Sem surpreender, o estudo da Accenture constatou que a pandemia está a levar mais pessoas ao consumo online, sobretudo na área da alimentação. Um em cada cinco entrevistados que indicou que as suas compras mais recentes foram feitas online, afirmou também que o tinham feito pela primeira vez – para consumidores mais velhos o número é de um em cada três. E se 32% das compras atuais de todos os produtos e serviços foram feitas online, prevê-se que esse número suba para 37% em breve.
“O realinhamento das prioridades de compra, lifestyle e práticas laborais está exigir mudanças significativas no retalho e no comércio”, afirma Jill Standish, Global Retail Lead da Accenture. “A compra de mercearias e produtos alimentares era uma área do e-commerce na qual muitos se mostravam mais relutantes, mas a COVID-19 mudou rapidamente essa perspetiva. Os resultados do nosso estudo revelam como as pessoas que não se sentiam tão à vontade com o e-commerce e outras tecnologias digitais foram pressionadas a superar as suas hesitações – e essa mudança é enorme. As organizações que agora se adaptam, têm que ter como palavras de ordem: confiança, relevância e conveniência.”

A COVID-19 também está a acelerar a transformação digital de uma maneira mais ampla. Por exemplo, o número de consumidores que indicaram estar interessados em comprar ou aumentar o uso que fazem da tecnologia aumentou substancialmente. Mais da metade dos entrevistados afirmou que, provavelmente, aumentará o uso de assistentes virtuais ativados por voz, aplicações de partilha de recomendações, aplicações self-service, dispositivos domésticos inteligentes e wearables.
“A pandemia poderá fomentar uma era de consumo mais sustentável e saudável nos próximos 10 anos, fazendo com que os consumidores sejam mais conscientes nas compras que fazem, bem como na utilização do seu tempo no que se refere a questões globais de sustentabilidade – sugerindo uma utilização humana mais saudável do planeta – afirma Oliver Wright. “Ao mesmo tempo, é um alerta para as empresas garantirem que têm a agilidade e a capacidade de serem relevantes para os seus consumidores e clientes – através de um portfólio de produtos e serviços que correspondam à mudança dos padrões de compra – não apenas hoje, mas também pós-pandemia.”

FUNDAÇÃO CEPSA APOIA INSTITUIÇÕES NA LUTA CONTRA A COVID-19

Ambas as instituições desenvolvem um trabalho muito próximo junto das comunidades em que atuam e são fundamentais no cenário atual. Para ajudar a que continuem a fazer o seu bom trabalho, a Fundação Cepsa, que tem como objetivo desenvolver ações de responsabilidade social nos locais onde a empresa está presente, vai doar cinco mil euros em combustível a cada uma das referidas instituições. Os donativos serão materializados em cartões de combustível, para contribuir para a redução dos custos com as deslocações de auxílio às respetivas comunidades.

A Comunidade Vida e Paz atua nas zonas de Lisboa e Fátima, prestando apoio a pessoas em condição de sem-abrigo ou outras situações de vulnerabilidade social. Já a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Leixões atua na zona do Porto, desempenhando um serviço essencial, como todas as corporações, na luta contra o novo coronavírus.

Esta ajuda faz parte do plano de ações que a Fundação Cepsa lançou logo no início da pandemia, para colaborar com as diferentes entidades de forma a mitigar os efeitos prementes da Covid-19, principalmente entre os grupos mais vulneráveis.

A Cepsa, consciente de que a indústria energética e química tem um papel fundamental na luta contra a Covid-19, desde o início da crise, implementou um Plano de Contingência em linha com as recomendações que as diversas autoridades determinaram, o que permitiu manter a sua atividade em funcionamento e garantir a segurança e saúde dos seus Clientes, Fornecedores, Colaboradores e da Sociedade em geral.

Como em momentos de crise é fundamental existir uma coordenação e comunicação bidirecional com as diferentes autoridades de comando, a Cepsa, consciente do seu papel nesta crise, colocou-se à disposição das diversas autoridades e manteve uma estreita colaboração para garantir o fornecimento energético, assim como implementou todas as medidas propostas para reduzir a propagação do vírus.

Portugal Growth: IFD e FEI lançam programa de € 100 milhões focado no crescimento e capitalização de PME e Midcaps Portuguesas

• O objetivo é capitalizar as PME e Midcaps portuguesas para a próxima fase de recuperação económica.
• Internacionalização, transformação digital, e inovação empresarial são alguns dos temas de investimento.
• Trata-se da segunda parceria celebrada nos 2 últimos anos entre a IFD e o FEI – primeiro programa (Portugal Tech) focado no empreendedorismo tecnológico e novo programa (Portugal Growth) focado na capitalização de PME e Midcaps.
• Primeira operação de investimento (subscrição de fundo) prevista para este semestre.
A Instituição Financeira de Desenvolvimento (IFD) e o Fundo Europeu de Investimento (FEI), a filial do Grupo Banco Europeu de Investimentos (BEI) especializada em financiamento para PME, anunciaram o lançamento da sua nova parceria de investimento de 100 milhões de euros para investimento em fundos de capital de risco do tipo private equity e capital-desenvolvimento em Portugal. Trata-se do segundo programa lançado em dois anos – o primeiro (Portugal Tech) focado no investimento em start-ups por via do investimento em fundos de Venture Capital e o segundo, com base no mesmo modelo de fundo de fundos, mas agora orientado para a capitalização de PME e Midcaps Portuguesas (Portugal Growth).
O Portugal Growth foi definido pelas duas Instituições como medida prioritária e urgente para apoiar a capacitação e capitalização das empresas portuguesas.
O programa utilizará verbas públicas nacionais, comunitárias, e privadas, para mobilizar até 300 milhões de euros de investimento em PME e Midcaps portuguesas.
O programa utilizará uma combinação de critérios financeiros e de sustentabilidade ambiental, social, e de governo de sociedades (ESG) para selecionar e monitorizar até 5 fundos geridos por equipas de private equity e growth capital a partir de Portugal. Por sua vez, estes fundos deverão investir em cerca de 40 PME e Midcaps.
A IFD e o FEI têm recebido múltiplas manifestações de interesse por parte de sociedades gestoras de capital de risco, e prevê-se efetuar a primeira subscrição num fundo durante este semestre.
Desde 2018, o dinamismo na colaboração entre o FEI e a entidade promocional de investimento em Portugal resultou no lançamento do programa Portugal Tech (2018), complementado agora, 2 anos depois, com o Portugal Growth (2020), ambos depois do Portugal Venture Capital Initiative (2008), primeiro programa do FEI em Portugal.
Sobre o lançamento deste programa, o Ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, deixou uma palavra de confiança, “Nos últimos anos as empresas não financeiras portuguesas traçaram uma trajetória de reforço significativo da autonomia financeira. Atualmente, e no quadro da crise sanitária que vivemos, importa agora aprofundar o apoio à capitalização das empresas com vista à retoma da economia Portuguesa. Neste contexto, destaca-se o lançamento da iniciativa Portugal Growth, que dá continuidade ao trabalho de parceria com o grupo BEI e com os operadores nacionais de capital de risco nacionais”.
Vice-Presidente do BEI, Emma Navarro acrescentou que “Perante a gravidade da situação que enfrentamos, o apoio às empresas e ao investimento é fundamental para proteger o tecido produtivo e preparar a fase de retoma da economia, uma vez ultrapassada a crise sanitária. Por esse motivo, estamos muito satisfeitos por juntar forças com a IFD, um parceiro estratégico do Grupo BEI em Portugal, no lançamento do Portugal Growth que permitirá mobilizar até 300 milhões de euros para apoiar a capitalização das PME e Midcaps portuguesas. Esta nova iniciativa vem complementar a oferta existente de empréstimos e garantias prestados pelo Grupo BEI em Portugal”.
Segundo o Diretor Executivo do FEI, Alain Godard: “Este programa é lançado num contexto particularmente difícil face ao qual o FEI mobilizará todos os recursos necessários para dar resposta aos desafios e necessidades dos empreendedores e PME na Europa. O Portugal Growth beneficiará da experiência adquirida com o Portugal Tech e o Portugal Venture Capital initiative (PVCi) e pretende reafirmar o compromisso do grupo BEI no apoio à modernização e internacionalização da indústria e da economia portuguesas.”
Para o Secretário de Estado da Internacionalização, Eurico Brilhante Dias, “a pandemia COVID19 veio evidenciar as fragilidades associadas à dispersão geográfica das cadeias de valor globais. Neste sentido, será expectável que surjam novas oportunidades de relocalização dos elos das cadeias de valor industriais ao nível europeu, em particular em setores estratégicos. O Portugal Growth Capital Initiative, que mobiliza recursos do Fundo de Fundos para a Internacionalização (FFI) e do Fundo Europeu de Investimento (FEI), poderá constituir-se como um importante instrumento de apoio a estas oportunidades. Recorde-se que o FFI foi criado, precisamente, para responder a uma necessidade de alavancar financeiramente projetos de investimento português no estrangeiro”.
Sobre o lançamento desta iniciativa, o CEO da IFD, Henrique Cruz, acrescentou que “a capitalização das empresas é essencial para a fase de retoma da sua atividade, o que passa também pela sua internacionalização. A IFD utiliza para este fim verbas do Fundo de Fundos para a Internacionalização e tem já identificados diversos operadores nacionais especializados em growth capital e private equity interessados em concretizar investimentos em projetos nacionais, o que faz antever a imediata disponibilização destes recursos às empresas. O Portugal Growth permitirá à IFD continuar a apoiar a indústria nacional de capital de risco, nomeadamente o private equity, complementando o programa Portugal Tech para venture capital e startups, aplicando critérios de sustentabilidade ambiental, social e de governo das sociedades (ESG), e permitirá às empresas portuguesas posicionarem-se favoravelmente para a próxima fase de recuperação económica.”

RHmais, Vodafone, AXA Partners e AproCS debatem “Liderança em Contexto de Teletrabalho”

Vários profissionais da AproCS, RHmais, Vodafone Portugal e AXA Partners juntaram-se online, na primeira edição deste ano das Conversas InPar, para debater os vários aspetos a ter em conta no trabalho à distância, numa altura em que liderar ganhou novos desafios.

“Liderança em Contexto de Teletrabalho – Como Gerir Equipas dispersas com Colaboradores a trabalhar a partir de suas Casas” foi o tema da sétima edição das Conversas InPar, no final do mês passado, que pretendeu ajudar os responsáveis de empresas com dicas operacionais sobre como gerir colaboradores e ultrapassar as dificuldades nesta nova realidade. O encontro teve uma primeira parte de apresentações e foi complementado com uma mesa redonda, envolvendo todo o painel de convidados.

Rui Santos, Diretor Geral da InPar e Presidente da AproCS, começou a sessão e abordou as competências que um bom líder deve ter: comunicação frequente e verdadeira, ser empático, apresentar soluções, delegar na sua equipa e ser flexível. As últimas palavras foram do CEO da RHmais, Rui de Brito Henriques, que mostrou como a empresa reagiu de imediato à crise de saúde pública e se tornou um exemplo de sucesso na área dos Contact Centers com a passagem de mais de 2 000 pessoas para teletrabalho. O responsável abordou o regresso ao trabalho no escritório e frisou a necessidade urgente de cada empresa se adaptar rapidamente à nova realidade.

As Conversas InPar resultam de uma parceria, já longa, entre a RHmais e a consultora InPar, e constituem-se um ciclo de tertúlias dirigidas a administradores, diretores, chefes de departamento, supervisores de equipas e quadros superiores de várias áreas, nomeadamente de Customer Support, CRM, Contact Center, Helpdesk, Gestão de Processos.

Grupo Clara Saúde doa EPI’s a Hospitais da Distrito de Setúbal

O Grupo Clara Saúde, que desde 2010 se dedica à prestação de cuidados de saúde nas áreas Clínicas de ambulatório, Diagnóstico laboratorial, Anatomia-patológica e de Imagiologia e que conta já com 22 unidades e mais de 100 postos de colheita, tem a sua sede na margem Sul, mais concretamente no Pinhal Novo e distribui as suas unidades pela região da grande Lisboa e Alentejo.
O Grupo, atento à pandemia COVID19 e a todo o esforço que os hospitais do SNS têm vindo a realizar, vai oferecer aos Hospitais que apoiam a população do Distrito de Setúbal, vários milhares de máscaras cirúrgicas, luvas e viseiras assim como a Oferta de testes RT-PCR para Covid19 aos profissionais de cada um dos hospitais.
No dia 07 de Maio as 12h serão entregues no Hospital Garcia de Orta
No dia 08 de Maio as 15h serão entregues no Hospital de São Bernardo
No dia 06 de Maio as 16:30 serão entregues no Centro Hospitalar Barreiro/Montijo

RE/MAX ADQUIRE MILHARES DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL PARA GARANTIR VISITAS SEGURAS A IMÓVEIS

Produzidos em Portugal, estes equipamentos de protecção individual visam manter de forma segura o contacto com os clientes nas várias fases do processo de compra, venda ou arrendamento de imóveis e sempre em conformidade com as recomendações da Direção-Geral da Saúde.

Em reuniões presenciais, visitas, idas a escrituras, Contratos-Promessa de Compra e Venda (CPCV), todos os agentes da RE/MAX Portugal colocarão viseiras, podendo complementar com o uso de máscaras. Também caberá aos profissionais entregar a cada cliente um equipamento de proteção individual (uma máscara descartável). Salientar ainda que a RE/MAX Europa, partilha das mesmas linhas de ação e em prol da saúde e bem-estar dos seus clientes e profissionais, avançou com uma grande encomenda de máscaras a um fornecedor português, que serão usadas como medida de proteção no contexto da retoma da atividade profissional.

Para Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX Portugal, “com o levantamento gradual das medidas restritivas, que vão permitir a reabertura dos espaços de trabalho dos nossos agentes e a realização de visitas a imóveis, queremos assegurar ao máximo a saúde e segurança dos nossos colaboradores e clientes. Vivemos uma situação sem precedentes, pelo que é nossa responsabilidade adotar todas as precauções necessárias e adequadas a esta nova realidade, fomentando as boas práticas nos ambientes de trabalho.”

A responsável acrescenta ainda que “o facto de termos conseguido que a RE/MAX Europa elegesse uma empresa portuguesa para assegurar a produção de máscaras certificadas é para nós bastante importante. Desde logo, porque vai ajudar uma empresa nacional a impulsionar os seus negócios e ainda demonstra bem que o setor empresarial português continua a mostrar-se resiliente e proativo, sendo um exemplo a nível europeu.”
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CRISE DA COVID-19: shuttle China-Alemanha para enfrentar a emergência de saúde

• Três aviões de passageiros Boeing 767 da companhia aérea islandesa foram adaptados, exclusivamente, ao serviço da DB Schenker para exportar para a Europa equipamentos médicos, como máscaras ou EPIs.
• Serviço de shuttle, que começa a operar entre a China e a Alemanha, planeia futuras ligações com cidades como Chicago

Três aeronaves de passageiros Boeing 767 da Icelandair foram convertidas exclusivamente para que a DB Schenker, a principal empresa de gestão e logística da cadeia de abastecimento, possa estabelecer uma nova ligação diária de carga aérea entre Xangai e Munique. O shuttle, que planeia expandir ligações para outras cidades do mundo, como Chicago, foi criado de forma urgente para lidar com o estrangulamento que está a causar o transporte de cargas durante a crise do coronavírus. Na rota, três aviões de passageiros, boeing 767 da Icelandair especificamente adaptados serão usados para fornecer toneladas de equipamento médico à Europa.

As empresas documentaram a transformação dos aviões num vídeo. Em apenas três dias, os assentos, copas e casas de banho dos três aviões foram removidos, criando mais de 200 metros cúbicos de espaço de carga disponíveis nas suas cabines e decks. Além disso, pela primeira vez na história da DB Schenker e como parte do acordo de cooperação, foi colocado um logótipo da marca no casco dos três Boeing 767.

“Onde há falta de capacidade, nós criámo-la. A DB Schenker trabalha incansavelmente para expandir a rede de fornecimento global na luta contra o coronavírus”, disse Thorsten Meincke, membro do Conselho de Administração da DB Schenker’s Air and Ocean Freight. “Através da criação de rotas adicionais, demonstrámos a nossa capacidade de agir de forma flexível e rápida durante uma crise.”

O shuttle, que visa especificamente importar da China equipamentos médicos, como máscaras ou EPIs, para combater a propagação do coronavírus, já recebeu reservas para vários milhares de metros cúbicos de carga. O prazo de entrega para o destino é de cinco a sete dias. Inicialmente, estão previstos 45 voos de entre Xangai e Munique em 12 rotações por semana, uma vez que a rota fique totalmente operacional. Está a ser preparada uma expansão para outras ligações, assim como uma a duas vezes por semana com Chicago.

VIC Properties compra Herdade do Pinheirinho

A VIC Properties S.A. (“VIC Properties”) acaba de adquirir a Herdade do Pinheirinho, situada em Melides, no concelho de Grândola. Com uma área de implantação de aproximadamente 200 hectares e acesso direto à praia, este projeto inclui hotéis, moradias, apartamentos, comércio e um Campo de Golfe.

Neste momento, a VIC Properties encontra-se reavaliar os estudos e usos existentes para a Herdade do Pinheirinho, de forma a poder melhorar um projeto desenvolvido inicialmente há mais de 10 anos. Após terminar esta fase de definição da estratégia para este novo desafio, a VIC Properties irá começar o desenvolvimento do projeto o mais rapidamente possível. Atualmente, está prevista a construção de um hotel, 450 moradias e 250 apartamentos, que se juntam a um campo de Golfe que já se encontra em funcionamento.

Para João Cabaça, CEO da VIC Properties, esta é uma “aquisição estratégica” da promotora, que acredita que nos próximos anos “vai existir uma cada vez maior valorização de segundas habitações, inseridas em contextos mais próximos na natureza”.

“Existe uma tendência cada vez mais forte sobre o que as pessoas vão querer no futuro, que passa por segundas habitações inseridas na natureza, com espaços ao ar livre, que permitam a prática de atividades de lazer e de desporto”, acrescenta João Cabaça, recordando que a Herdade do Pinheirinho reúne todas estas condições, acrescida da mais-valia de estar localizada a pouco mais de 1 hora de Lisboa. “Trata-se de uma zona com grande potencial com a qual a VIC Properties se identifica muito e na qual pretende concentrar esforços nos próximos anos.” Além disso, o Pinheirinho é também “um marco para a VIC Properties, que com a concretização do seu primeiro empreendimento fora da cidade de Lisboa reforça a sua solidez e crescimento”

Para Luís Gamboa, COO da VIC Properties, o desenvolvimento da Herdade do Pinheirinho vai “aumentar a oferta numa zona que necessita de projetos estruturantes e que possam alargar a oferta de serviços na região”. “Temos a certeza de que a Herdade do Pinheirinho será um projeto de referência em Portugal, com um forte impacto no panorama imobiliário nacional, assim como na economia e na criação de emprego local”.

Com esta aquisição, a VIC Properties reforça o seu portfolio de empreendimentos em Portugal, que neste momento conta já com o Prata Riverside Village e com o projeto da Matinha, ambos na freguesia de Marvila, em Lisboa.

COVID-19: Plataforma Saúde em Diálogo quer integrar reuniões de peritos

Desta intenção deu conta em carta ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e ao primeiro-ministro, António Costa. A Plataforma tem feito chegar aos Ministérios responsáveis e à comunicação social as principais preocupações e propostas de medidas no que respeita à COVID-19 e às suas implicações para os doentes crónicos. Na carta agora enviada vem solicitar uma participação efetiva dos cidadãos nos processos de decisão em saúde em contexto de pandemia. O conhecimento e experiência acumulados das 55 associadas, que representam na sua maioria associações doentes, mas também de consumidores, promotores e profissionais de saúde, permitirão «decisões mais adequadas aos seus destinatários», afirma na carta a presidente da Plataforma Saúde em Diálogo. «A nossa perspetiva só pode ajudar a fundamentar as vossas decisões e, além do mais, somos os seus destinatários. Positivo ou negativo é sobre nós que recai o impacto do vosso conhecimento e das vossas decisões», acrescenta Rosário Zincke.

Sobre a Plataforma Saúde em Diálogo
Fundada em 1998, a Plataforma Saúde em Diálogo – Associação para a Promoção da Saúde e Proteção da Doença, é uma Instituição Particular de Solidariedade Social que tem por missão fazer ouvir a voz dos doentes e utentes de saúde, contribuindo para a evolução de um sistema de saúde cada vez mais centrado nas pessoas. Conta atualmente com 55 associadas, entre as quais associações de doentes, promotores de saúde, profissionais de saúde e consumidores

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