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Ricardo Andrade

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APDP recebe Partido Socialista e Bloco de Esquerda

Numa altura em que se aproximam as eleições legislativas e se discutem programas eleitorais, Catarina Martins e Mariana Mortágua, do Bloco de Esquerda, bem como representantes do Partido Socialista, serão convidados a refletir sobre o melhor acesso a cuidados de saúde e tratamento das doenças crónicas, de que a diabetes é exemplo.

Portugal é o país com a mais alta prevalência de diabetes na Europa: 13% da população entre os 20 e os 79 anos, segundo dados da OCDE relativos a 2014.

A integração plena da APDP no Serviço Nacional de Saúde (SNS), através de uma solução sustentável, é um dos pontos que a associação vai abordar com os partidos, dado o papel fundamental que a APDP desempenha na sociedade. A associação sempre funcionou integrada no SNS, enquanto Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) que compreende um leque de serviços multidisciplinares que abrangem todos os cuidados associados à diabetes, na perspetiva do controlo da doença e prevenção das suas complicações.

A promoção do acesso a cuidados de qualidade, um maior e melhor investimento na saúde e o envolvimento de toda a sociedade, incluindo das associações de doentes, estarão igualmente em cima da mesa esta quinta-feira, no encontro dos partidos com a direção da APDP. Estes são temas que a própria Organização das Nações Unidas advoga e que discute a 23 de setembro, na 3.ª Reunião de Alto Nível sobre Cobertura Universal de Saúde, que se realiza em Nova Iorque.

A doença crónica, de que a diabetes é espelho, exige um tratamento diferenciado e implica que sejam criadas condições que assegurem ao doente crónico um acompanhamento multidisciplinar e integrado, de maior proximidade, centrado na pessoa e não na doença.

Mais de 1 milhão de portugueses tem diabetes e, destes, um pouco menos de metade desconhece ter a doença, que progride silenciosa. A estes números juntam-se mais 2 milhões com “pré-diabetes”. Se adicionados 3 milhões de familiares, há 6 milhões de portugueses atingidos diariamente pela diabetes e que consomem mais de 10% dos custos em saúde no país.

Despesa em saúde pública diminuiu em Portugal entre 2000 e 2017

Agência Lusa/Observador

Portugal surge como um dos únicos quatro países da região europeia em que a percentagem da despesa em saúde pública se reduziu entre 2000 e 2017, segundo um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) esta quarta-feira divulgado.

No documento sobre o acesso equitativo à saúde, a OMS analisa 33 países e concluiu que, em 15, a despesa em saúde pública aumentou entre 2000 e 2017, enquanto noutros 14 se manteve dentro dos mesmos níveis.

Apenas quatro países da região europeia registaram uma redução na despesa em termos percentuais do seu produto interno bruto: Portugal, Irlanda, Hungria e Israel.

A OMS recorda que alocar maiores recursos à saúde pública pode ajudar a reduzir a falta de equidade no acesso.

Do conjunto dos 33 países analisados, a despesa em saúde pública representou entre 0,03% a 0,52% do Produto Interno Bruto (PIB). Portugal surge com menos de 0,2% do PIB investido em saúde pública em 2017.

O Conselho Nacional de Saúde em Portugal tinha divulgado em 2017 um estudo em que classificava como insignificante a verba pública aplicada em promoção da saúde e prevenção da doença no país.

A análise sobre os fluxos financeiros do Serviço Nacional de Saúde (SNS) indicava que os gastos em cuidados preventivos representam pouco mais de um por cento da despesa corrente do SNS.

Pobreza traz mais problemas de saúde

O mesmo relatório revela também que o lugar onde se nasce e se vive pode ter impacto logo nos primeiros anos de vida. A taxa de mortalidade infantil em 35 dos 53 países analisados mostra que, nas zonas mais pobres, morrem mais 41 bebés em cada mil logo no primeiro ano de vida. Em declarações à TSF, a própria autora do estudo, Christine Brown, admitiu o choque nestes resultados e não só em relação aos bebés. “Em quase 75% dos países analisados, a diferença entre a esperança de vida entre as regiões mais e menos desfavorecidas não mudou na última década e em alguns casos, a situação agravou-se”, disse.

Concluiu-se ainda que tanto em Portugal como noutros países do sul da Europa “as mulheres com rendimentos mais baixos apresentam os níveis mais elevados de uma saúde mental fraca”. ​Aliás, as mulheres com menos anos de escolaridade podem morrer até sete anos e meio mais cedo do que aquelas com maior grau de instrução. Nos homens, a diferença é ainda maior: entre três a 15,5 anos. Portugal surge como um dos países com maior esperança média de vida. Contudo, está longe de ser o país em que o nível educacional mais interfere na esperança de vida.

A OMS frisa que a redução das desigualdades em saúde é possível e visível mesmo num curto prazo, incluindo em governos de dois ou quatro anos. Redução da taxa de desemprego, aumento da proteção social e maior investimento público em saúde são algumas das políticas macroeconómicas sugeridas.

O relatório da OMS sublinha que muitos dos fatores que conduzem à falta de equidade em saúde não estão a ser corretamente conduzid

pelos países da região europeia. Por exemplo, quase 30% das situações de falta de equidade estão ligadas a condições de vida precárias, mas mais de metade os países desinvestiram em serviços comunitários nos últimos 15 anos.

O documento estabelece mesmo os cinco fatores que mais contribuem para o fosso nos indicadores de saúde. À cabeça surge a proteção social e apoio ao rendimento, contribuindo em 35% para as divergências de acesso à saúde. Em segundo lugar, com 29%, surgem as condições de vida, incluindo-se o acesso a habitação condigna, alimentação ou condições de segurança. As relações sociais e a rede familiar ou de apoio é também um fator que contribui para reduzir o fosso das desigualdades em saúde. A OMS identifica ainda o acesso ao próprio sistema de saúde, sublinhando níveis elevados de pagamentos que têm de ser feitos diretamente pelos cidadãos, que forçam muitas vezes as pessoas a escolher entre usar serviços essenciais de saúde ou outros cuidados básicos. Por fim, surgem as condições de trabalho, contribuindo com 7% dentro do conjunto dos cinco fatores que interferem nas desigualdades em saúde.

Fonte: Agência Lusa/Observador

Mais de 70 locais em Gaia vão ser “tatuados” com versos de poetas do século XIX e XX

Foto Agência Lusa

Mais de 70 locais da cidade e freguesias de Vila Nova de Gaia vão ser “tatuados” com versos de poetas lusófonos do século XIX e XX para “levar as pessoas a refletirem”, revelou esta terça-feira o responsável pela iniciativa.

Em entrevista à agência Lusa, Rui Spranger, coordenador do projeto ‘Tatuar a Cidade’, promovido no âmbito do FIGaia – Fórum Internacional de Gaia, explicou que o objetivo desta iniciativa é “surpreender as pessoas e provocar nelas o mistério, encantamento e reflexão”.

“Por ser o ano nacional da cooperação, cujo tema é ‘Cooperação em Português’, escolhemos a palavra poética como expoente máximo da língua, e a nossa ideia é levar a poesia a todo o lado“, frisou.

Segundo Rui Spranger, 77 locais do concelho de Vila Nova de Gaia vão ser tatuados com versos retirados de poetas lusófonos, sendo que a maioria desses poemas vai “ao encontro do lugar” onde vão estar pintados “para sempre”.

O coordenador explicou à Agência Lusa que o mote para esta iniciativa foi o livro “Língua de Sal – Antologia Mínima de Língua Portuguesa”, que será apresentado durante o FIGaia, e que reúne poemas de 70 ilustres figuras líricas, como Fernando Pessoa, António Nobre e Maria Alberta Menéres.

Apesar de ter sido uma “verdadeira viagem por todo mundo à procura dos herdeiros” destes poetas, Rui Spranger e Isaque Ferreira conseguiram reunir obras de 70 líricos do século XIX e XX.

“Foi um exercício policial chegar a todos os herdeiros, muitos dos poetas também usam heterónimos, não usam os nomes reais. Por isso, foi um projeto de grande envergadura, foi uma verdadeira viagem com telefonemas para a Guiné, Estados Unidos”, disse.

O livro “Língua de Sal – Antologia Mínima de Língua Portuguesa” é composto apenas por uma obra de cada poeta, à exceção de Fernando Pessoa, onde foram adotadas também as obras dos seus heterónimos: Alberto Caeiro, Ricardo Reis, Álvaro de Campos e Bernardo Soares.

Segundo Rui Spranger, uma vez que o mar sempre “ligou” todos os países lusófonos, esta antologia tem como principais temáticas o mar, “os encontros e desencontros” e as rotas.

O livro, que é de “circulação gratuita”, vai ainda ser apresentado e lido a 150 turmas de Vila Nova de Gaia.

O lançamento de “Língua de Sal – Antologia Mínima de Língua Portuguesa” está marcado para quarta-feira, pelas 19h, na Biblioteca Municipal de Gaia, durante a terceira edição do FIGaia que até 22 de setembro irá procurar encontrar soluções para a sustentabilidade.

Fonte: Agência Lusa

ADSE impõe limites ao financiamento de medicamentos inovadores para o cancro

supitchamcsdam/Getty Images/iStockphoto

A ADSE, o subsistema de saúde dos funcionários públicos, vai impor limites ao financiamento de novos medicamentos para o cancro, segundo o Público. Numa nota enviada aos hospitais privados no final de agosto, citada pelo jornal, a ADSE refere que “só pode comparticipar medicamentos para os quais exista decisão de financiamento pelo SNS [Serviço Nacional de Saúde]”.Numa clarificação às regras dos medicamentos oncológicos, a entidade liderada por Sofia Portela diz que a ADSE apenas pode autorizar o financiamento “em casos imperiosos para a saúde do doente, designadamente quando o mesmo corra risco imediato de vida ou sofrer de complicações graves”. Ainda assim, nestes casos, os prestadores de saúde têm de pedir uma “autorização prévia”, que se torna obrigatória a partir de segunda-feira, dia 16. O pedido deve ser feito a partir da plataforma ‘ADSE Direta’.

No sábado, o Expresso noticiou as críticas da Ordem dos Médicos às barreiras no acesso a novos fármacos para o cancro. A entidade denunciava que no SNS estão a ser recusados pedidos de medicamentos para evitar o reaparecimento da doença. Mas, segundo o Público, também a ADSE está agora a limitar o financiamento a 100% de fármacos, o que Eugénio Rosa, vogal do conselho diretivo, justifica com a falta de “controlo” que antes existia no subsistema.

Antes de o SNS aprovar o financiamento de um fármaco, os doentes podem ter acesso a esse novo medicamente através de um Programa de Acesso Precoce a Medicamentos (PAP). Segundo a ADSE, o subsistema comparticipa os fármacos neste âmbito só se os PAP forem deferidos pelo Infarmed.

Fonte: Observador

Especialistas nacionais querem desenvolver medicamentos capazes de travar vírus do sarampo, zika, dengue ou VIH

Foto SNS

Liderado por Miguel Castanho, investigador principal do Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes (iMM) e Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, que conquistou um financiamento de 4,2 milhões de euros no âmbito do mecanismo de financiamento europeu FETOPEN, e que vai ter agora o seu arranque oficial.

No próximo dia 12, a equipa, composta diretamente por cerca de 20 pessoas, vai reunir e definir o plano de trabalhos, que incluindo as tarefas a realizar, assim como as metas a atingir em cada fase.

Os vírus transportados pelo mosquito-tigre (género Aedes), como o zika ou o dengue, aos quais se juntam o vírus do sarampo e VIH, são algumas das ameaças para o cérebro, seja em maior ou menor grau, e alvos deste trabalho. Miguel Castanho destaca o vírus zika, causador de microcefalia em fetos em desenvolvimento e, mais próximos da nossa realidade atual, o vírus do sarampo e o HIV, “cujos alvos principais não incluem o cérebro, mas que, por vezes, se alojam neste, causando danos. O sarampo, em particular, é uma preocupação porque sucedem-se surtos devido a correntes sociais anti-vacinação e não existe qualquer medicamento disponível para o combater. O nosso esforço para desenvolvimento de um novo medicamento é uma esperança para o combate difícil contra o sarampo que se adivinha para o futuro”, esclarece.

Mas mesmo as doenças até aqui geograficamente mais distantes de Portugal começam a chegar até nós. Com as alterações climáticas e a expansão das colónias de mosquito-tigre para norte, o sul da Europa, incluindo Portugal, está cada vez mais sob ameaça de surtos de zika, dengue, chikungunya e febre amarela, entre outros. Sendo os vírus transmitidos pelo mesmo vetor (neste caso, o mesmo tipo de mosquito), é possível a co-infeção com vários tipos de vírus, daí a importância reforçada de conseguir combater várias espécies de vírus com o mesmo medicamento”.

O investigador confirma que resultados preliminares já provaram que é possível a determinadas moléculas que inativam vírus chegarem ao cérebro. “Portanto, está provado o potencial de chegar ao cérebro e o potencial de inativar vírus, mas falta o mais importante: demonstrar que essas moléculas funcionam e são seguras numa infeção real, num animal. Dito assim parece simples e rápido mas não é. O conjunto de procedimentos para uma prova científica de eficácia e segurança (toxicologia favorável) é moroso e complexo.”

É esse trabalho que o grupo, liderado pelo IMM e composto ainda por um grupo de investigadores da Universidade Pompeu Fabra, em Barcelona, e pela empresa alemã SYNOVO, tenta levar a bom porto. Um desafio que Miguel Castanho descreve como “muito difícil, mas muito importante. Difícil, porque o cérebro e os fetos são áreas naturalmente muito protegidas pelo corpo, logo difíceis de lá fazer chegar medicamentos quando estes órgãos são infetados. Importante, porque os vírus que se alojam no cérebro podem causar danos neurológicos irreversíveis. Recentemente, uma epidemia de vírus zika na América do Sul levou ao nascimento de bebés com microcefalia. Outros vírus, como dengue, sarampo ou HIV têm, por vezes, consequências a nível neurológico. É importante pois conseguir um medicamento que confira proteção contra todos estes vírus simultaneamente”.

O objetivo é então neutralizar estes vírus, ou seja, “retirar a capacidade de infetar células, logo, tornar o vírus numa entidade neutra, sem perigo. Para o doente, isto pode querer dizer um medicamento preventivo, que protege as infeções, ou um medicamento curativo, isto é, que inativa vírus já presentes no corpo”.

Norte Franchise reforça empreendedorismo na zona norte do país

Este evento pretende apresentar a empreendedores e investidores oportunidades de investimento em marcas e negócios em regime de franchising.

Esta edição do Norte Franchise vai contar com cerca de 50 marcas expositoras, esperando-se a visita de meio milhar de visitantes. A entrada é gratuita, podendo os bilhetes ser descarregados diretamente no site do evento: https://www.infofranchising.pt/norte-franchise/.

Segundo Cristina Matos, CEO da APF, “a zona norte do país tem vindo a crescer substancialmente, incluindo no que diz respeito ao empreendedorismo nacional. É para nós, APF – Associação Portuguesa de Franchising, fulcral aproveitar este momento de crescimento a norte e proporcionar ao setor do franchising mais uma oportunidade de se expandir nesta região. Queremos, com o Norte Franchise, que a população a norte do país compreenda melhor o franchising e os benefícios de iniciar um negócio sob a alçada de uma marca já conceituada no mercado. Para isso, temos um painel de breves palestras e pitches onde profissionais e especialistas do setor irão dar a conhecer vários aspetos do franchising, esclarecendo as principais dúvidas de quem se quer iniciar neste mundo. Os visitantes irão encontrar, no Norte Franchise, grandes nomes do franchising nacional e internacional, dos mais variados setores e com diferentes valores de investimento, que estão à procura de franchisados para expandir os seus negócios”.

Tribunal declara inconstitucional proibição de touradas na Póvoa de Varzim

Foto LUSA

O Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto considerou inconstitucional a decisão da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim de proibir as touradas no município: “As deliberações dos órgãos do Município da Póvoa do Varzim que decidiram que, a partir de 1 de janeiro de 2019, estava interdita a realização, na área do município da Póvoa do Varzim, de corridas de touros ou outros espetáculos que envolvam violência sobre animais, padecem de inconstitucionalidade orgânica”, diz o comunicado.

A decisão chega dois meses depois de a Assembleia Municipal da Póvoa de Varzim ter aprovado por maioria uma proposta para a interdição de corridas de touros e espetáculos semelhantes que envolvam violência contra os animais. “Foi a vontade da maioria da representação política na Assembleia Municipal, e com a qual eu também concordo. O que me tem chegado, direta e indiretamente, é que há mais pessoas confortáveis com esta decisão, do que com a possibilidade continuarem a existir corridas de touros na Póvoa de Varzim”, justificou o autarca Aires Pereira.

Mas o tribunal de primeira instância considerou ilegal essa proibição após a Federação Portuguesa de Tauromaquia, o Clube Taurino Povoense e a Associação Aplaudir terem movido uma ação legal contra a Câmara Municipal por causa dessa decisão.

Em declarações à Rádio Observador, Aires Pereira comentou: “A decisão que o tribunal tomou tem a ver com a intenção da realização de três corridas de toiros que pretendiam fazer na Póvoa de Varzim. Já passou o mês de julho, já passou o mês de agosto e não houve nenhuma corrida de toiros. E o tribunal veio dar ganho de causa ao município, dizendo que foi completamente legítima a decisão para impedir a realização de corridas de toiros, uma vez que o espaço onde se iria realizar não tinham condições de segurança”.

Mas, segundo o autarca, “durante o acórdão, o senhor juiz faz um comentário relativamente a uma outra questão, que é uma decisão que a Câmara e a Assembleia Municipal tomaram”: “É um comentário num acórdão de 36 páginas em que o juiz levanta a questão da constitucionalidade ou não desta decisão”. Para Aires Pereira, a Federação de Tauromaquia “está a tirar uma conclusão de algo que não estava em discussão”.

Em comunicado enviado à imprensa, a Federação Portuguesa de Tauromaquia “aplaude a sentença hoje conhecida, considerando-a uma vitória em toda a linha para a liberdade cultural e para a cultura taurina em Portugal” e avança: “A nova data da tourada na Póvoa de Varzim será conhecida em breve”. Para a instituição, a decisão do tribunal “reconhece o direito à tourada”. “A partir de hoje fica claro que nenhum município em Portugal pode proibir touradas, porque isso viola os direitos e liberdades fundamentais de todos os cidadãos portugueses. O direito a organizar, participar e aceder a touradas é um direito fundamental, garantido pela nossa Constituição”, considerou Hélder Milheiro, secretário-geral da Federação.

Fonte Observador

Jamie Oliver’s Pizzeria abre portas na capital portuguesa

Localizado em plena baixa lisboeta – no Chiado – Rua do Loreto, 12, entre a Praça Luís de Camões e o Bairro Alto. Este novo espaço promete fazer as delícias de todos os amantes dos sabores mais tradicionais italianos, onde as famosas pizzas caseiras italianas assumem particular destaque.

Aberto de domingo a quinta-feira, entre as 12h00 e as 23h00 e de sexta a sábado até às 24h00, este novo restaurante com 115 m2 e uma lotação de 66 pessoas, assume uma identidade própria e distinta, cuja inspiração advém das experiências vividas e saboreadas em Itália, pelo próprio Jamie.

O menu apresenta uma variedade de pizzas artesanais estendidas à mão e cozidas na perfeição, verdadeiramente surpreendentes e saborosas, onde o tradicional e o reconfortante se aliam aos clássicos sabores de origem italiana, nunca esquecendo o toque especial de Jamie Oliver. O menu apresenta ainda, de uma forma simples, tudo o que os clientes esperam: uma seleção de acompanhamentos, saladas frescas, e algo doce para terminar a refeição de uma forma perfeita.

O Jamie Oliver’s Pizzaria apresenta um vasto leque de opções capaz de agradar a todos, distinguindo-se nos padrões alimentares e nos ingredientes utilizados, que são de excelência – provenientes de fornecedores italianos e portugueses que partilham e promovem práticas de produção sustentável, free range e welfare.  Uma conduta que se torna também bastante inspiradora para toda a equipa, formada para ter um conhecimento profundo sobre todos os ingredientes e pratos que são servidos.

Helena Farinha, Responsável de Marketing e Comunicação do Jamie Oliver’s Pizzeria refere que, “Na cozinha do Jamie Oliver’s Pizzeria estamos atentos a todos os detalhes relativamente ao conjunto de ingredientes que utilizamos. As nossas pizzas são estendidas à mão, cobertas com os melhores ingredientes e cozidas no ponto. Adicionalmente apresentamos ainda pratos simples, baseados numa confeção excecional, por preços bastante acessíveis. A nossa pizza é feita com carinho e é a melhor da cidade.”  

O restaurante estabelece como objetivo oferecer o melhor menu de forma rápida, saborosa e acessível a todos. Tudo isto num espaço moderno, cómodo e convidativo, onde todos são bem-vindos a qualquer hora do dia.

O design do restaurante procurou ser inclusivo na adoção de elementos, materiais e mobiliário que remetessem para um ambiente rústico e tradicional italiano, mas que pudessem ser também reveladores da personalidade de Lisboa – uma cidade cosmopolita, de caloroso acolhimento e que tão bem domina a arte do bem receber. Trata-se de um espaço com espírito bairrista, onde todos podem confraternizar, conviver e sentir-se bem-vindos.

P&G e National Geographic lançam um movimento global com a série inovadora ACTIVATE: THE GLOBAL CITIZEN MOVEMENT

O projeto ACTIVATE é uma parceria multiplataforma e uma série documental de seis episódios – reforçada com conteúdos customizados, distribuídos através de canais de social media, digitais, lineares e de print, sem precedentes. O seu objetivo é sensibilizar para questões como a pobreza extrema, a desigualdade e a sustentabilidade, mobilizando os cidadãos de todo o mundo a promoverem mudanças significativas e duradouras através da plataforma Global Citizen.

Cada um dos episódios – que serão transmitidos todas as quarta-feiras, às 19h50, até ao dia 16 de outubro – explora uma questão diferente relacionada com as principais causas da pobreza extrema, acompanhando uma campanha específica da Global Citizen e os seus organizadores, promotores, ativistas mais populares, operacionais e pessoas cujas vidas estão a ser transformadas. Os temas dos episódios incluem: erradicar a pobreza extrema, acabar com as fianças em dinheiro, atenuar as barreiras à educação das meninas, financiar a educação de crianças deslocadas, por fim à poluição causada pelo plástico e ajudar a resolver a crise da água.

A plataforma ACTIVATE pretende conduzir as pessoas, desde o público do Global Citizen Festival, a liderarem a mudança, destacando os esforços que estão a ser levados a cabo em tempo real para resolver os problemas relacionados com a pobreza extrema. Através dos olhos de ativistas, como Hugh Jackman, Priyanka Chopra Jonas, Becky G, Usher, Common, Rachel Brosnahan, Gayle King, Bonang Matheba, Pharrell Williams, Darren Criss e Uzo Aduba, e através da lentes icónicas da National Geographic os espetadores são convidados a ouvir histórias, conhecer pessoas e testemunhar em primeira-mão o trabalho que está ser feito para combater a pobreza extrema e inspirar o movimento global.

A série foi filmada no México, Nigéria, Peru, Filipinas, África do Sul e Estados Unidos (Califórnia, Nova Iorque, Tennessee e Washington).

A plataforma ACTIVATE resulta de um compromisso partilhado entre a P&G, a National Geographic e a Global Citizen para alavancar a sua influência coletiva, audiência e escala, com vista a sensibilizar e inspirar a comunidade global a agir.

Durante os últimos 10 anos, a Global Citizen tem trabalhado para acabar com a pobreza extrema através de programas de advocacy e engagement de cidadãos, motivando empresas, organizações e governos a avançarem com compromissos financeiros e mudanças de políticas para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas e erradicar a pobreza extrema até 2030. Paralelamente, a P&G é reconhecida pela sua rica história na promoção das suas marcas e dos seus talentos como forças que podem tornar o mundo num lugar melhor, ajudando a resolver problemas críticos relacionados com a educação de jovens meninas, água potável, calamidades, sustentabilidade e desigualdade. Já a National Geographic há mais de 130 anos que utiliza suas poderosas imagens e histórias impactantes para ajudar o público a nível mundial a entender o mundo ao seu redor para que possam preservá-lo.

A parceria multiplataforma ACTIVATE vai muito além da série documental, incluindo trechos exclusivos das histórias apresentadas em cada episódio, artigos digitais exclusivos e momentos de social media com destaque para vários dos problemas da ACTIVATE.

A parceria também incluirá digital hubs em NatGeo.com e em GlobalCitizen.org para seguidores que desejem aprofundar as seis questões críticas destacadas na série. Os seguidores poderão participar nas campanhas Global Citizen, ganhar recompensas e saber mais sobre o impacto dos esforços feitos pelas marcas da P&G.

SYNLAB promove rastreios de anemia no Algarve

O diagnóstico é realizado através de análises de sangue, mas geralmente tardio. A anemia é frequentemente confundida com a fadiga numa fase inicial e tem um desenvolvimento lento, podendo passar diversos meses até que as reservas de ferro do organismo sejam esgotadas.

Para sensibilizar e cuidar da população, a SYNLAB está a promover uma ação de rastreios de anemia no Algarve. Os eventos ocorrem nos dias 23, 24 e 25 de setembro, das 08:00 às 20:00, no Hospital de Loulé, Clínica Internacional de Vilamoura e Algarve Outlet (junto à entrada do Jumbo), respetivamente. A participação é gratuita e para todas as idades.

Para mais informações, marque o 808 303 203 ou envie um email para geral@synlab.pt. Poderá também consultar a lista completa de análises e testes especiais em www.synlab.pt.

 

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