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Ricardo Andrade

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Portugal Growth: IFD e FEI lançam programa de € 100 milhões focado no crescimento e capitalização de PME e Midcaps Portuguesas

• O objetivo é capitalizar as PME e Midcaps portuguesas para a próxima fase de recuperação económica.
• Internacionalização, transformação digital, e inovação empresarial são alguns dos temas de investimento.
• Trata-se da segunda parceria celebrada nos 2 últimos anos entre a IFD e o FEI – primeiro programa (Portugal Tech) focado no empreendedorismo tecnológico e novo programa (Portugal Growth) focado na capitalização de PME e Midcaps.
• Primeira operação de investimento (subscrição de fundo) prevista para este semestre.
A Instituição Financeira de Desenvolvimento (IFD) e o Fundo Europeu de Investimento (FEI), a filial do Grupo Banco Europeu de Investimentos (BEI) especializada em financiamento para PME, anunciaram o lançamento da sua nova parceria de investimento de 100 milhões de euros para investimento em fundos de capital de risco do tipo private equity e capital-desenvolvimento em Portugal. Trata-se do segundo programa lançado em dois anos – o primeiro (Portugal Tech) focado no investimento em start-ups por via do investimento em fundos de Venture Capital e o segundo, com base no mesmo modelo de fundo de fundos, mas agora orientado para a capitalização de PME e Midcaps Portuguesas (Portugal Growth).
O Portugal Growth foi definido pelas duas Instituições como medida prioritária e urgente para apoiar a capacitação e capitalização das empresas portuguesas.
O programa utilizará verbas públicas nacionais, comunitárias, e privadas, para mobilizar até 300 milhões de euros de investimento em PME e Midcaps portuguesas.
O programa utilizará uma combinação de critérios financeiros e de sustentabilidade ambiental, social, e de governo de sociedades (ESG) para selecionar e monitorizar até 5 fundos geridos por equipas de private equity e growth capital a partir de Portugal. Por sua vez, estes fundos deverão investir em cerca de 40 PME e Midcaps.
A IFD e o FEI têm recebido múltiplas manifestações de interesse por parte de sociedades gestoras de capital de risco, e prevê-se efetuar a primeira subscrição num fundo durante este semestre.
Desde 2018, o dinamismo na colaboração entre o FEI e a entidade promocional de investimento em Portugal resultou no lançamento do programa Portugal Tech (2018), complementado agora, 2 anos depois, com o Portugal Growth (2020), ambos depois do Portugal Venture Capital Initiative (2008), primeiro programa do FEI em Portugal.
Sobre o lançamento deste programa, o Ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, deixou uma palavra de confiança, “Nos últimos anos as empresas não financeiras portuguesas traçaram uma trajetória de reforço significativo da autonomia financeira. Atualmente, e no quadro da crise sanitária que vivemos, importa agora aprofundar o apoio à capitalização das empresas com vista à retoma da economia Portuguesa. Neste contexto, destaca-se o lançamento da iniciativa Portugal Growth, que dá continuidade ao trabalho de parceria com o grupo BEI e com os operadores nacionais de capital de risco nacionais”.
Vice-Presidente do BEI, Emma Navarro acrescentou que “Perante a gravidade da situação que enfrentamos, o apoio às empresas e ao investimento é fundamental para proteger o tecido produtivo e preparar a fase de retoma da economia, uma vez ultrapassada a crise sanitária. Por esse motivo, estamos muito satisfeitos por juntar forças com a IFD, um parceiro estratégico do Grupo BEI em Portugal, no lançamento do Portugal Growth que permitirá mobilizar até 300 milhões de euros para apoiar a capitalização das PME e Midcaps portuguesas. Esta nova iniciativa vem complementar a oferta existente de empréstimos e garantias prestados pelo Grupo BEI em Portugal”.
Segundo o Diretor Executivo do FEI, Alain Godard: “Este programa é lançado num contexto particularmente difícil face ao qual o FEI mobilizará todos os recursos necessários para dar resposta aos desafios e necessidades dos empreendedores e PME na Europa. O Portugal Growth beneficiará da experiência adquirida com o Portugal Tech e o Portugal Venture Capital initiative (PVCi) e pretende reafirmar o compromisso do grupo BEI no apoio à modernização e internacionalização da indústria e da economia portuguesas.”
Para o Secretário de Estado da Internacionalização, Eurico Brilhante Dias, “a pandemia COVID19 veio evidenciar as fragilidades associadas à dispersão geográfica das cadeias de valor globais. Neste sentido, será expectável que surjam novas oportunidades de relocalização dos elos das cadeias de valor industriais ao nível europeu, em particular em setores estratégicos. O Portugal Growth Capital Initiative, que mobiliza recursos do Fundo de Fundos para a Internacionalização (FFI) e do Fundo Europeu de Investimento (FEI), poderá constituir-se como um importante instrumento de apoio a estas oportunidades. Recorde-se que o FFI foi criado, precisamente, para responder a uma necessidade de alavancar financeiramente projetos de investimento português no estrangeiro”.
Sobre o lançamento desta iniciativa, o CEO da IFD, Henrique Cruz, acrescentou que “a capitalização das empresas é essencial para a fase de retoma da sua atividade, o que passa também pela sua internacionalização. A IFD utiliza para este fim verbas do Fundo de Fundos para a Internacionalização e tem já identificados diversos operadores nacionais especializados em growth capital e private equity interessados em concretizar investimentos em projetos nacionais, o que faz antever a imediata disponibilização destes recursos às empresas. O Portugal Growth permitirá à IFD continuar a apoiar a indústria nacional de capital de risco, nomeadamente o private equity, complementando o programa Portugal Tech para venture capital e startups, aplicando critérios de sustentabilidade ambiental, social e de governo das sociedades (ESG), e permitirá às empresas portuguesas posicionarem-se favoravelmente para a próxima fase de recuperação económica.”

RHmais, Vodafone, AXA Partners e AproCS debatem “Liderança em Contexto de Teletrabalho”

Vários profissionais da AproCS, RHmais, Vodafone Portugal e AXA Partners juntaram-se online, na primeira edição deste ano das Conversas InPar, para debater os vários aspetos a ter em conta no trabalho à distância, numa altura em que liderar ganhou novos desafios.

“Liderança em Contexto de Teletrabalho – Como Gerir Equipas dispersas com Colaboradores a trabalhar a partir de suas Casas” foi o tema da sétima edição das Conversas InPar, no final do mês passado, que pretendeu ajudar os responsáveis de empresas com dicas operacionais sobre como gerir colaboradores e ultrapassar as dificuldades nesta nova realidade. O encontro teve uma primeira parte de apresentações e foi complementado com uma mesa redonda, envolvendo todo o painel de convidados.

Rui Santos, Diretor Geral da InPar e Presidente da AproCS, começou a sessão e abordou as competências que um bom líder deve ter: comunicação frequente e verdadeira, ser empático, apresentar soluções, delegar na sua equipa e ser flexível. As últimas palavras foram do CEO da RHmais, Rui de Brito Henriques, que mostrou como a empresa reagiu de imediato à crise de saúde pública e se tornou um exemplo de sucesso na área dos Contact Centers com a passagem de mais de 2 000 pessoas para teletrabalho. O responsável abordou o regresso ao trabalho no escritório e frisou a necessidade urgente de cada empresa se adaptar rapidamente à nova realidade.

As Conversas InPar resultam de uma parceria, já longa, entre a RHmais e a consultora InPar, e constituem-se um ciclo de tertúlias dirigidas a administradores, diretores, chefes de departamento, supervisores de equipas e quadros superiores de várias áreas, nomeadamente de Customer Support, CRM, Contact Center, Helpdesk, Gestão de Processos.

Grupo Clara Saúde doa EPI’s a Hospitais da Distrito de Setúbal

O Grupo Clara Saúde, que desde 2010 se dedica à prestação de cuidados de saúde nas áreas Clínicas de ambulatório, Diagnóstico laboratorial, Anatomia-patológica e de Imagiologia e que conta já com 22 unidades e mais de 100 postos de colheita, tem a sua sede na margem Sul, mais concretamente no Pinhal Novo e distribui as suas unidades pela região da grande Lisboa e Alentejo.
O Grupo, atento à pandemia COVID19 e a todo o esforço que os hospitais do SNS têm vindo a realizar, vai oferecer aos Hospitais que apoiam a população do Distrito de Setúbal, vários milhares de máscaras cirúrgicas, luvas e viseiras assim como a Oferta de testes RT-PCR para Covid19 aos profissionais de cada um dos hospitais.
No dia 07 de Maio as 12h serão entregues no Hospital Garcia de Orta
No dia 08 de Maio as 15h serão entregues no Hospital de São Bernardo
No dia 06 de Maio as 16:30 serão entregues no Centro Hospitalar Barreiro/Montijo

RE/MAX ADQUIRE MILHARES DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL PARA GARANTIR VISITAS SEGURAS A IMÓVEIS

Produzidos em Portugal, estes equipamentos de protecção individual visam manter de forma segura o contacto com os clientes nas várias fases do processo de compra, venda ou arrendamento de imóveis e sempre em conformidade com as recomendações da Direção-Geral da Saúde.

Em reuniões presenciais, visitas, idas a escrituras, Contratos-Promessa de Compra e Venda (CPCV), todos os agentes da RE/MAX Portugal colocarão viseiras, podendo complementar com o uso de máscaras. Também caberá aos profissionais entregar a cada cliente um equipamento de proteção individual (uma máscara descartável). Salientar ainda que a RE/MAX Europa, partilha das mesmas linhas de ação e em prol da saúde e bem-estar dos seus clientes e profissionais, avançou com uma grande encomenda de máscaras a um fornecedor português, que serão usadas como medida de proteção no contexto da retoma da atividade profissional.

Para Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX Portugal, “com o levantamento gradual das medidas restritivas, que vão permitir a reabertura dos espaços de trabalho dos nossos agentes e a realização de visitas a imóveis, queremos assegurar ao máximo a saúde e segurança dos nossos colaboradores e clientes. Vivemos uma situação sem precedentes, pelo que é nossa responsabilidade adotar todas as precauções necessárias e adequadas a esta nova realidade, fomentando as boas práticas nos ambientes de trabalho.”

A responsável acrescenta ainda que “o facto de termos conseguido que a RE/MAX Europa elegesse uma empresa portuguesa para assegurar a produção de máscaras certificadas é para nós bastante importante. Desde logo, porque vai ajudar uma empresa nacional a impulsionar os seus negócios e ainda demonstra bem que o setor empresarial português continua a mostrar-se resiliente e proativo, sendo um exemplo a nível europeu.”
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CRISE DA COVID-19: shuttle China-Alemanha para enfrentar a emergência de saúde

• Três aviões de passageiros Boeing 767 da companhia aérea islandesa foram adaptados, exclusivamente, ao serviço da DB Schenker para exportar para a Europa equipamentos médicos, como máscaras ou EPIs.
• Serviço de shuttle, que começa a operar entre a China e a Alemanha, planeia futuras ligações com cidades como Chicago

Três aeronaves de passageiros Boeing 767 da Icelandair foram convertidas exclusivamente para que a DB Schenker, a principal empresa de gestão e logística da cadeia de abastecimento, possa estabelecer uma nova ligação diária de carga aérea entre Xangai e Munique. O shuttle, que planeia expandir ligações para outras cidades do mundo, como Chicago, foi criado de forma urgente para lidar com o estrangulamento que está a causar o transporte de cargas durante a crise do coronavírus. Na rota, três aviões de passageiros, boeing 767 da Icelandair especificamente adaptados serão usados para fornecer toneladas de equipamento médico à Europa.

As empresas documentaram a transformação dos aviões num vídeo. Em apenas três dias, os assentos, copas e casas de banho dos três aviões foram removidos, criando mais de 200 metros cúbicos de espaço de carga disponíveis nas suas cabines e decks. Além disso, pela primeira vez na história da DB Schenker e como parte do acordo de cooperação, foi colocado um logótipo da marca no casco dos três Boeing 767.

“Onde há falta de capacidade, nós criámo-la. A DB Schenker trabalha incansavelmente para expandir a rede de fornecimento global na luta contra o coronavírus”, disse Thorsten Meincke, membro do Conselho de Administração da DB Schenker’s Air and Ocean Freight. “Através da criação de rotas adicionais, demonstrámos a nossa capacidade de agir de forma flexível e rápida durante uma crise.”

O shuttle, que visa especificamente importar da China equipamentos médicos, como máscaras ou EPIs, para combater a propagação do coronavírus, já recebeu reservas para vários milhares de metros cúbicos de carga. O prazo de entrega para o destino é de cinco a sete dias. Inicialmente, estão previstos 45 voos de entre Xangai e Munique em 12 rotações por semana, uma vez que a rota fique totalmente operacional. Está a ser preparada uma expansão para outras ligações, assim como uma a duas vezes por semana com Chicago.

VIC Properties compra Herdade do Pinheirinho

A VIC Properties S.A. (“VIC Properties”) acaba de adquirir a Herdade do Pinheirinho, situada em Melides, no concelho de Grândola. Com uma área de implantação de aproximadamente 200 hectares e acesso direto à praia, este projeto inclui hotéis, moradias, apartamentos, comércio e um Campo de Golfe.

Neste momento, a VIC Properties encontra-se reavaliar os estudos e usos existentes para a Herdade do Pinheirinho, de forma a poder melhorar um projeto desenvolvido inicialmente há mais de 10 anos. Após terminar esta fase de definição da estratégia para este novo desafio, a VIC Properties irá começar o desenvolvimento do projeto o mais rapidamente possível. Atualmente, está prevista a construção de um hotel, 450 moradias e 250 apartamentos, que se juntam a um campo de Golfe que já se encontra em funcionamento.

Para João Cabaça, CEO da VIC Properties, esta é uma “aquisição estratégica” da promotora, que acredita que nos próximos anos “vai existir uma cada vez maior valorização de segundas habitações, inseridas em contextos mais próximos na natureza”.

“Existe uma tendência cada vez mais forte sobre o que as pessoas vão querer no futuro, que passa por segundas habitações inseridas na natureza, com espaços ao ar livre, que permitam a prática de atividades de lazer e de desporto”, acrescenta João Cabaça, recordando que a Herdade do Pinheirinho reúne todas estas condições, acrescida da mais-valia de estar localizada a pouco mais de 1 hora de Lisboa. “Trata-se de uma zona com grande potencial com a qual a VIC Properties se identifica muito e na qual pretende concentrar esforços nos próximos anos.” Além disso, o Pinheirinho é também “um marco para a VIC Properties, que com a concretização do seu primeiro empreendimento fora da cidade de Lisboa reforça a sua solidez e crescimento”

Para Luís Gamboa, COO da VIC Properties, o desenvolvimento da Herdade do Pinheirinho vai “aumentar a oferta numa zona que necessita de projetos estruturantes e que possam alargar a oferta de serviços na região”. “Temos a certeza de que a Herdade do Pinheirinho será um projeto de referência em Portugal, com um forte impacto no panorama imobiliário nacional, assim como na economia e na criação de emprego local”.

Com esta aquisição, a VIC Properties reforça o seu portfolio de empreendimentos em Portugal, que neste momento conta já com o Prata Riverside Village e com o projeto da Matinha, ambos na freguesia de Marvila, em Lisboa.

COVID-19: Plataforma Saúde em Diálogo quer integrar reuniões de peritos

Desta intenção deu conta em carta ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e ao primeiro-ministro, António Costa. A Plataforma tem feito chegar aos Ministérios responsáveis e à comunicação social as principais preocupações e propostas de medidas no que respeita à COVID-19 e às suas implicações para os doentes crónicos. Na carta agora enviada vem solicitar uma participação efetiva dos cidadãos nos processos de decisão em saúde em contexto de pandemia. O conhecimento e experiência acumulados das 55 associadas, que representam na sua maioria associações doentes, mas também de consumidores, promotores e profissionais de saúde, permitirão «decisões mais adequadas aos seus destinatários», afirma na carta a presidente da Plataforma Saúde em Diálogo. «A nossa perspetiva só pode ajudar a fundamentar as vossas decisões e, além do mais, somos os seus destinatários. Positivo ou negativo é sobre nós que recai o impacto do vosso conhecimento e das vossas decisões», acrescenta Rosário Zincke.

Sobre a Plataforma Saúde em Diálogo
Fundada em 1998, a Plataforma Saúde em Diálogo – Associação para a Promoção da Saúde e Proteção da Doença, é uma Instituição Particular de Solidariedade Social que tem por missão fazer ouvir a voz dos doentes e utentes de saúde, contribuindo para a evolução de um sistema de saúde cada vez mais centrado nas pessoas. Conta atualmente com 55 associadas, entre as quais associações de doentes, promotores de saúde, profissionais de saúde e consumidores

COMO SERÁ O TRABALHO NO PÓS COVID-19?

Os patrões e os trabalhadores estão em sintonia quanto à eficácia do teletrabalho, resultante da recente experiência do teletrabalho, imposta pelo confinamento da Covid-19, revela uma consulta da FIXANDO junto de 1300 empresas e trabalhadores inscritos na sua plataforma durante o mês de Abril.
Do lado dos patrões/empregadores, 45% diz que a produtividade e as receitas aumentam, 31% discorda, enquanto que, do lado dos trabalhadores, 55% sente-se mais produtivo e a gerar mais receitas a partir de casa. Por outro lado, dos empregadores inquiridos, 75% defende que não devem regressar já ao trabalho “normal”, ou seja, que devem continuar em teletrabalho.

Já no longo prazo, 65% dos trabalhadores prefere mesmo ficar a trabalhar a partir de casa, contra 20% que prefere ir para os seus locais de trabalho habituais. Já do lado dos empregadores, 59% acredita no teletrabalho a longo prazo como uma solução, contra 22% que não vê essa possibilidade com bons olhos.

Os resultados da consulta adiantam ainda que, com o teletrabalho e o confinamento, 43% dos portugueses adquiriram hábitos mais sustentáveis, destacando-se a redução da utilização de transportes (48%), a redução de consumo de bens processados (31%) e um aumento no consumo de bens locais (28%). 25% afirma que reduziu ou deixou mesmo de consumir bens não essenciais.

Quando questionados sobre a forma como planeiam lidar com o desconfinamento, 31% opta pelo distanciamento social, 30% pela utilização de EPIs, 30% também pela implementação de novas medidas de higienização e 22% diz que continuará em teletrabalho. 27% dos empregadores ainda não sabem o que irão fazer.

Relativamente ao impacto económico do confinamento, 80% afirma que não vai ser fácil recuperar as perdas dos últimos dois meses, para aliviar a situação, dão as seguintes sugestões:

“Temos de nos reinventar e para isso precisamos de maior cooperação do que competição. Ter de saber / sentir que somos comunidade. Usar as ferramentas de informática e de telecomunicações para melhor qualidade de vida.” – profissional de Contabilidade.

“Apoios financeiros sem juros, nada de fundos perdidos, a não ser para os trabalhadores, mas dados às empresas diretamente, sem passar pelos bancos, com medidas leves de burocracia” – profissional na área dos Animais.

“Em primeiro lugar haver um incentivo real às empresas e profissionais mais afetados por esta situação de forma a que a sua sustentabilidade e o seu poder de compra não diminua drasticamente. Depois gastarmos o que é Português e feito pelos portugueses” – profissional de Energias Renováveis.

“Ajudar as empresas na recuperação de postos de trabalho, desdobramento dos compromissos para com a Segurança Social e Finanças, inicialmente patrocinar parte dos ordenados por ser mais viável do que pagar subsídios de desemprego.” – profissional de Remodelações.

“Apoios aos trabalhadores independentes e pequenos negócios, evitar apoiar a banca e o sistema financeiro” – profissional de Design.

Livro infantil “Salvador, o pequeno herói” ajuda na luta contra a pandemia

Um livro pela igualdade de acesso ao ensino à distância. A PRIMAVERA BSS juntou-se ao movimento da comunidade tecnológica #tech4COVID19 e criou o livro pedagógico “Salvador, o pequeno herói”, que tem uma dupla missão: por um lado, ajudar os mais pequenos a compreender a pandemia e, por outro, angariar fundos para a disponibilização de equipamento informático para as crianças e jovens sem condições de acesso às aulas online. As vendas do livro revertem, por isso, na totalidade para o projeto Student Keep, que ajuda a combater a desigualdade no ensino online.

O conto infantil está disponível em papel (por 10,60€) na plataforma de comércio online dott e a versão digital, a qual inclui um Videobook, será distribuída em escolas, jardins de infância, centros de ocupação de tempos livres, associações de pais e outras organizações que se dedicam ao apoio na infância, com o objetivo de auxiliar os pais e os educadores na sua missão de explicar às crianças, de forma lúdica, a realidade atual que vivemos e que ficará na História.

“As crianças e jovens são o futuro, é neles que devemos projetar o nosso legado e em particular a literacia digital, por isso, a educação foi desde sempre uma área prioritária para a PRIMAVERA. Numa altura em que a aprendizagem de muitos estudantes está em causa, sentimos a responsabilidade de ajudar ainda mais e por isso juntámo-nos ao projeto Student Keep, do movimento tech4COVID19, para proporcionar a muitas crianças e jovens as necessárias condições de acesso às aulas online. Esperamos com esta iniciativa mobilizar colaboradores, parceiros, clientes e amigos para que, de uma forma simbólica, todos possamos contribuir para o futuro dos nossos jovens, sem deixar ninguém para trás”, afirma Ângela Brandão, Vice-Presidente da tecnológica.

Para Rui Nuno Castro, porta-voz do Student Keep, “tem sido muito satisfatório ver o crescimento deste projeto, não só pela recetividade da comunidade portuguesa, mas também pela associação de marcas e empresas, como a PRIMAVERA. Neste momento, já temos mais de 700 keepers particulares registados para apoiar a causa com os seus equipamentos e, destes, mais de 100 computadores já foram entregues a escolas por todo o país, encontrando-se os outros em recondicionamento. São milhares os alunos que não têm acesso ao ensino devido à falta de equipamento informático, pelo que ainda temos muito trabalho pela frente. É, por isso, um orgulho poder contar com a PRIMAVERA como parceira, que, além de ajudar a comprar equipamentos, ainda promove a leitura junto dos mais novos.”

Máscaras de Uso Comunitário precisam de Qualificação

O ISQ disponibiliza aos fabricantes os ensaios necessários para a qualificação de máscaras de uso comunitário Nível 2 e Nível 3, em conformidade com as do documento “Máscaras destinadas à utilização no âmbito da COVID-19 – Especificações Técnicas (Cf. Informação nº 009/2020, de 13/04/2020, da Direção-Geral da Saúde, relativa a «COVID-19: FASE DE MITIGAÇÃO – Uso de Máscaras na Comunidade). Tem sido grande a procura por parte da indústria têxtil e de ateliers de costura (PME)

Os métodos de ensaio desenvolvidos pelo ISQ para as máscaras de uso comunitário, baseados nas normas aplicáveis, têm em consideração um aspeto muito importante que é o tamanho do vírus SARS-CoV-2. A dimensão do novo coronavírus é muito inferior à das bactérias. Diversos estudos científicos realizados por entidades de referência internacionais desde o início da pandemia, permitem corroborar esta informação e aferir a gama de dimensões deste vírus. “O ISQ, para determinar a eficiência de filtração (EF) da máscara, utiliza um método baseado na EN 13274-7:2019, fazendo uso de aerossóis que permitem simular a dimensão média do vírus. Desta forma, o ISQ determina o valor real da EF face ao vírus SARS-CoV-2, garantindo também a rastreabilidade de todos os resultados”, esclarece Tânia Farinha, responsável do Laboratório de Metrologia Química do ISQ.

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