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Ricardo Andrade

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Sara Barros nomeada Country Manager da Lundbeck em Portugal

Licenciada em Ciências Farmacêuticas pela FFUL,com pós graduações em Gestão de Informação & Business Intelligence na Saúde pela Universidade Nova de Lisboa e em Marketing Farmacêutico, pelo ISCTE, Sara consolida a sua carreira profissional na Lundbeck com este novo cargo, onde ocupava até agora a posição de National Sales Manager.

Nascida em Portugal, onde desenvolveu a sua carreira profissional, Sara Barros possui mais de 22 anos de experiência no setor farmacêutico. Trabalhou inicialmente como Clinical Research Associate e, posteriormente, ocupou cargos de alta responsabilidade na área comercial, de marketing e de desenvolvimento de produto. Liderou o lançamento e consolidação de novas marcas no mercado, em empresas como Schering-Plough Farma, Bristol-Myers Squibb, MSD e AbbVie.

O seu excelente currículo profissional combinado com a sua capacidade para liderar equipas, desenvolver talento e otimizar recursos tornam a Sara a candidata perfeita para impulsionar o crescimento do negócio da Lundbeck em Portugal.

“Os meus objetivos são liderar, inspirar e motivar a nossa organização para garantir um crescimento sustentado do negócio em Portugal. Este desafio constitui uma enorme oportunidade de desenvolver linhas estratégicas para o desenvolvimento da companhia, tendo como missão melhorar a qualidade de vida das pessoas que sofrem de doenças psiquiátricas e neurológicas. A inovação e o foco no talento serão dois pilares essenciais que marcarão a nossa cultura”, declara a nova Country Manager.

MERCADONA RETOMA SERVIÇO DE PRONTO A COMER

A Mercadona dispõe do serviço de Pronto a Comer desde que abriu as suas portas em Portugal, no dia 2 de julho de 2019. Implementado nos 10 supermercados que a empresa tem em Portugal, este projeto representou, até ao final de 2019, um investimento de 4 milhões de euros. A empresa destina atualmente, em Portugal, cerca de 73 colaboradores a esta secção e apresenta uma seleção de 41 opções de refeição, realizadas por 90 fornecedores em toda a cadeia, dos quais 15 são portugueses.
Após a suspensão devido à pandemia, a empresa retoma hoje, dia 1 de junho, o serviço de Pronto a Comer. Numa primeira fase, a empresa vai testar novas medidas na sua loja de Matosinhos, na rua Sousa Aroso, e tendo em conta o que formos aprendendo e o que podemos melhorar, serão implementadas as mesmas adaptações às restantes 9 lojas até finais de julho. Paralelamente, as lojas que entretanto forem abrindo contarão com as adaptações que se forem aplicando na secção Pronto a Comer – em breve, abriremos as portas a duas novas lojas: na cidade de Aveiro, no dia 16 de junho, e em Santo Tirso, dia 25 de junho.
Entre as medidas aplicadas, foram reforçadas todas as medidas de higiene e limpeza do espaço, equipamento e sinalização da secção de Pronto a Comer. Todos os colaboradores contarão com equipamentos de proteção individual, como máscaras, óculos de proteção e luvas, necessários para a sua segurança e prevenção, bem como para a dos clientes, que contam também com um dispensador de luvas (além das disponibilizadas ao entrar na loja).
Para fazer o seu pedido, os “Chefes” terão de esperar na zona assinalada para manter a distância de segurança e recolher o seu pedido num móvel colocado para o efeito; poderão também servir-se no móvel de saladas self-service, onde estão afixadas as boas práticas da sua utilização, ou tomar o seu café ou bebida quente, com todos os cuidados de segurança e higiene assegurados.
Também a oferta de refeições quentes foi alterada e melhorada. Entre as opções, contam-se agora novos pratos como a dourada com legumes, salada de bacalhau com grão, bacalhau gratinado com batatas ou o salmão fumado ao vapor com legumes, entre outras opções. E, tendo em conta a opinião dos nossos “Chefes”, foram melhoradas algumas receitas, tais como as costelinhas assadas, a lasanha à bolonhesa, a tortilha de batata e cebola e os hambúrgueres de Angus.

Faturação da Garcia Garcia cresce 16% em 2019

• No final de 2019, volume de negócios da empresa ultrapassou a barreira dos 84 milhões de euros, sendo que regista ganhos sucessivos desde 2010
• Quarta nomeação consecutiva para o Prémio Melhor Construtora da Revista Construir, tendo vencido em 2016
• Captação e desenvolvimento de projetos para empresas como Lidl, KIRCHHOFF Automotive, VNC ou MILESTONE, sustentaram mais um ano de crescimento

A Garcia Garcia, construtora nacional especializada no Design and Build de edifícios industriais, logísticos, residenciais e comerciais, fechou 2019 a faturar acima dos 84 milhões de euros (M€), registando assim um crescimento de 16,1% face ao ano anterior. Pelo quarto ano consecutivo nomeada como “Melhor Construtora” para os Prémios Construir, categoria que já venceu em 2016, a empresa que, no ano passado, assumiu obras para empresas como Lidl, KIRCHHOFF Automotive, VNC, MILESTONE, entre outras, assinala ganhos sucessivos desde 2010.

A empresa regista um crescimento acumulado de 58,8% nos últimos dois anos. Com uma estratégia sustentada e estruturada, a construtora tem investido na capacitação dos quadros da empresa, na agilidade organizacional e no desenvolvimento de uma estrutura flexível e polivalente. Cerca de metade dos seus clientes são empresas multinacionais, representando 70% do volume de negócios de 2019, que conta atualmente com 175 trabalhadores no Grupo.

Dedicada ao Design and Build de edifícios industriais, logísticos, residenciais e comerciais, ainda assim, é no setor industrial e logístico que a Garcia Garcia tem a sua maior alavanca, com esta área de negócio a representar 70% do volume de negócios de 2019. A construtora tem contribuído desta forma para a operacionalização de um investimento global de várias dezenas de milhões de euros e para a criação de novos postos de trabalho.

Do portefólio deste ano da Garcia Garcia fazem parte projetos diversificados como o novo entreposto logístico da cadeia de retalho Lidl, em Santo Tirso; a construção da nova sede e edifício de escritórios do Grupo Vigent na Trofa – nomeado pelos Prémios Construir 2019 na categoria para Melhor Edifício de Escritórios -; a ampliação da multinacional alemã do ramo automóvel, KIRCHHOFF Automotive, em Ovar; a edificação das novas residências universitárias da MILESTONE no Porto e em Cascais; entre outros.

“Sempre tivemos um denominador comum, que foi o nosso core business. É por isso natural que projetos industriais e logísticos assumam um maior peso no nosso volume de negócios. Não obstante, temos vindo a reforçar em outras áreas, como a construção residencial e o hospitality, nas quais temos vindo a desenvolver projetos cada vez mais relevantes”, realça Miguel Garcia, administrador da empresa.

VOOS INTERNACIONAIS COMEÇAM A REGRESSAR AO ALGARVE

São já vários os voos internacionais que, a partir do final deste mês de maio, começam a regressar ao Algarve. Companhias como a Edelweiss, a Luxair Tours, a Transavia, a Lufthansa, a Ryanair ou a Jet2 são algumas das empresas que estão a anunciar a retoma de algumas das suas ligações para Faro.

“Estas são notícias muito positivas para o Algarve”, refere João Fernandes, presidente do Turismo do Algarve, “O destino está a despertar um interesse crescente junto das companhias aéreas e operadores turísticos internacionais e isto é um sinal claro da confiança que estamos a conseguir transmitir a todos os viajantes. O Algarve está a ser reconhecido como um destino seguro e bem preparado para voltar receber turistas, o que vem validar o enorme empenho e esforço conjunto que todos os agentes do setor do turismo da região têm feito, no sentido de implementar as melhores práticas para assegurar a proteção e o bem-estar de todos aqueles que nos visitam”, explica. “Acreditamos que esta perceção é também o resultado da intensa campanha de comunicação que o Turismo do Algarve, em conjunto com o Turismo de Portugal e o Aeroporto Internacional de Faro, tem desenvolvido junto dos vários mercados internacionais”, acrescenta.
De recordar que, desde o início da pandemia, o Algarve nunca deixou de comunicar com os seus públicos – turistas e agentes do setor -, apostando em fortes campanhas online e nas redes sociais e desenvolvendo ferramentas inovadoras, como visitas virtuais ao destino ou cursos de formação online para dar a conhecer a oferta da região. “Procurámos, desde cedo, manter a notoriedade do destino no top of mind dos seus principais mercados emissores e fortalecer o envolvimento da marca Algarve com os seus públicos, através de um discurso responsável, de confiança face ao trabalho realizado, pioneiro – através de iniciativas como o selo “clean & safe” e o manual de boas práticas – e inspirador face aos atributos do destino. Colhemos agora os primeiros frutos desta estratégia”, avança João Fernandes.

A poucos dias do arranque da época balnear, o Algarve está a postos para voltar a receber os turistas com toda a segurança. Para quem chega de avião, isso será visível logo à entrada no Aeroporto Internacional de Faro, onde os passageiros irão encontrar um conjunto de medidas, implementadas de acordo com as indicações das entidades de saúde e da Autoridade Nacional de Aviação Civil, tais como: a medição de temperatura nas chegadas, a disponibilização de higienizadores de mãos em todos os pontos dos terminais, a existência de sinalética sobre a necessidade de distanciamento físico e de sensibilização para o uso de máscara, a instalação de proteções nos balcões de atendimento, entre outras. “Ao longo da estadia, os turistas terão a oportunidade de comprovar e sentir o compromisso que o destino assumiu com a segurança dos seus visitantes, e que conta com o envolvimento de todos os agentes da região, incluindo, para além dos diretamente associados ao setor do turismo, as autarquias, as forças e serviços de segurança, os organismos das áreas da saúde, a Agência Portuguesa do Ambiente, entre outros. Nesse sentido, estamos confiantes em que quem visitar o Algarve terá uma boa experiência, irá sentir-se confortável e protegido, e irá, com certeza, partilhar essa perceção com outras pessoas. Esse passa-palavra será um contributo fundamental para a reconquista da confiança e da vontade de viajar de familiares e amigos”.

NOTA:
Voos internacionais já anunciados para o aeroporto de Faro:
– A Edelweiss Air começa a ligação entre Zurique e Faro a 28 de maio.
– A Luxair Tours recupera o voo entre Luxemburgo e Faro a 31 de maio.
– A Transavia Netherlands retoma a operação de Amesterdão para Faro a 4 de junho. – – Uma das primeiras 20 rotas que a Lufthansa irá reiniciar terá Faro como destino.
– A Ryanair e a Jet2 retomam as suas operações para Faro a 1 de julho.

“Building tomorrow together”, da Roche, ajuda a concretizar projetos na área das neurociências

– De promessas de medicamentos e diagnósticos para a doença de Alzheimer, a terapias para outras doenças incuráveis, os projetos encontram-se em fase de aceleração.
– Três serão escolhidos como vencedores.

Lisboa, 28 de maio de 2020 – “Building tomorrow together” é o nome de um programa de ‘Open Innovation’ e mentoring da Roche Portugal, com o apoio da Embaixada Suíça. Falamos de dez ideias com potencial para transformar a vida de pessoas com doença neurológica através de fármacos, tratamentos, tecnologias ou dispositivos, que se encontram já em fase de aceleração.
Nem o confinamento que a pandemia de COVID-19 impediu estas ideias de ganharem corpo, graças a uma resposta inovadora por parte da organização. O bootcamp, fase em que as equipas trabalham no terreno com o apoio direto de mentores, inicialmente concebido para durar três dias, adaptou-se, com o apoio da imatch, consultora portuguesa na área de inovação e parceira da iniciativa desde o início e encontra-se a decorrer, ainda que à distância, até junho.
“Proteger o que faz de nós o que somos” é, segundo Paulo Fontoura, Global Head Neuroscience Clinical Development da multinacional, a missão da Roche, feita através da investigação nas neurociências. “Os avanços na compreensão das doenças estão a acelerar, levando a novas terapêuticas” e é nesse sentido que trabalham todos os dias, nomeadamente em patologias para as quais não há cura, como a doença de Alzheimer.
E é nesta área que estão também a trabalhar alguns dos projetos do “Building tomorrow together”. São, ao todo, dez as ideias transformadoras, diferentes entre si mas unidas pela esperança de poderem vir a ser ferramentas para o diagnóstico ou tratamento de diversas doenças neurológicas. É o caso do ProBrain SPAD, um fármaco para a doença de Alzheimer, baseado num mecanismo molecular descrito por dois investigadores a participar no bootcamp, enquanto a iLoF está a desenvolver uma tecnologia que permite, através de uma amostra de sangue, criar uma impressão digital do perfil biológico de cada doente com Alzheimer e permitir o recrutamento rápido das pessoas certas para os ensaios clínicos.
Estudar compostos que possam vir a integrar fármacos destinados a interromper os processos neurodegenerativos característicos das doenças de Parkinson e Alzheimer é a missão da ProtexAging, enquanto para a Exo-Treat o trabalho se tem centrado na busca por uma terapia para a doença de Machado-Joseph, sem cura ou tratamento eficaz.
Recorrendo à realidade virtual, a VR4NeuroPain quer ajudar a reabilitação de pessoas com dor neuropática; a NoOCD City usa o mesmo tipo de tecnologia e na interação cérebro-máquina para apoiar quem sofre de transtorno obsessivo-compulsivo e a Neuro Neckband quer contribuir para a otimização do tratamento de doenças neurológicas, estando a desenvolver um dispositivo com esse objetivo.
A Psychomark concentra-se numa ferramenta de apoio ao diagnóstico e investigação de fármacos em psiquiatria, enquanto o brain.block pretende criar um chip neuronal capaz de receber e transmitir informação de forma pioneira. A estes projetos junta-se ainda a PolyQ-ACT, em busca de uma terapia para patologias neurológicas incuráveis, que pretende o mesmo que as restantes: fazer a diferença na vida dos doentes.
Os três vencedores selecionados vão receber 20 mil, 12.500 e dez mil euros respetivamente, com forte probabilidade de divulgação além-fronteiras.

30 de maio | Dia Mundial da Esclerose Múltipla

A maioria dos doentes portugueses com Esclerose Múltipla (EM) sentiu o impacto da COVID-19 nas suas vidas, sobretudo no que diz respeito à gestão da doença. De acordo com os dados de um estudo nacional* feito junto dos doentes de três associações – Associação Nacional de Esclerose Múltipla (ANEM), Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM) e Associação Todos com a Esclerose Múltipla (TEM) -, a maioria (55,7%) teve as suas consultas alteradas na sequência da pandemia, com 21,9% a salientarem um acesso mais difícil à medicação, essencial para gerir a doença.

O estudo, uma iniciativa da Merck no âmbito do Dia Mundial da Esclerose Múltipla, que procurou identificar as necessidades sentidas pelos doentes, confirma ainda que, para quase dois em cada dez doentes (17,8%), a pandemia traduziu-se numa progressão da EM. E para cerca de seis em cada dez (59,3%), a COVID-19 levou mesmo à adoção de medidas de prevenção adicional. Medidas que, no entanto, não foram suficientes para impedir o receio: 38,2% dos inquiridos confirmam um sentimento de insegurança em relação ao seu tratamento nestes tempos de pandemia, com quase metade (45,7%) a temer a perda de ainda mais capacidades motoras e físicas em contexto COVID-19.

Questionados sobre a principal necessidade, enquanto doentes com EM, neste contexto, os inquiridos revelam que o acesso a medicamentos, ou a falta deste, é a sua principal preocupação (23,9%), seguido do apoio psicológico (22,2%) e de um apoio financeiro (18,8%).

“Já sabíamos que a COVID-19 tinha tido impacto na vida dos doentes, mas este estudo ajudou a quantificar esse impacto e revelou as dificuldades sentidas por quem vive com esclerose múltipla em Portugal”, afirma Lurdes Silva, Coordenadora da ANEM.

Para Isabel Jourdan , Presidente da TEM, “o retrato das dificuldades encontradas pelos doentes nestes tempos de pandemia permite-nos identificar quais as ajudas que precisam de ser reforçadas. Desta forma, percebemos quais as maiores necessidades enfrentadas pelos doentes”.

“Como se pode verificar nos dados do inquérito, muito perto de 80% dos doentes não consideraram ter sido mais difícil o acesso à medicação nesse período, algo que a SPEM antecipava, tendo por esse motivo, realçado desde a primeira hora, a importância de garantir a continuidade do tratamento às Pessoas com EM”, refere Paulo Gonçalves, Vice Presidente da SPEM.

O que vem a seguir – Acer Global Press Conference 2020 por Streaming

Apesar do impacto da pandemia do novo coronavírus, a Acer prepara-se para realizar sua primeira Global Press Conference exclusivamente por streaming, dando a conhecer novos produtos e soluções que serão lançados ao longo dos próximos meses. SAVE THE DATE! next@acer a 23 de junho, às 14h (hora de Lisboa)

De norte a sul de Portugal – Hype Virtual Market 30 e 31 de maio

Temos estado a lutar ao lado dos nossos clientes, pequenas empresas de norte a sul do país que se adaptaram e encontraram soluções graças às suas abordagens, atitudes e engenhosidade, que reforçam a esperança e determinação de que vamos ultrapassar esta situação.

Por detrás destas marcas estão os rostos de pais, mães, estudantes, professores, e muitas outras pessoas com que nos cruzamos todos os dias, são nossos vizinhos e por essa razão estamos a replicar uma campanha a decorrer em vários países e que procura aproximar os consumidores a estes criadores que nos surpreendem com as suas criações.

Algumas marcas vão sofrer bastante e muitas deixarão de existir se não souberem reinventar a sua forma de estar no mercado, e daí a importância da coragem e exemplo desta comunidade inspiradora que está a enfrentar este desafio, transformando-o numa oportunidade.

Mas somos 10 milhões. Somos um país que soube sempre sair mais forte de situações adversas. Por isso o Hype Market já não está só em Lisboa, o nosso mercado agora chega a todo o país, graças à sua versão online, permitindo assim fazer chegar a todos o resultado do trabalho de tantos.

A partir das 10h00 do dia 30 de maio, até ás 22h00 do dia 31, estará disponível ao público, de Vila Real de Santo António a Caminha, da Figueira da Foz a Vilar Formoso, de Lisboa ao Funchal, em www.hypemarket.pt uma galeria enorme de exposição onde será possível conhecer a história de cada uma destas dezenas de marcas portuguesas, e, a partir daí, aceder às suas páginas para obter informações ou fazer as compras que desejar, sempre com um desconto mínimo de 10%.

Não deixe de apoiar estes heróis.

Até à abertura do mercado pode ir conhecendo nas nossas redes sociais algumas das marcas que estarão presentes mas deixamos já algumas sugestões:
Lu & Lu https://www.instagram.com/lueluonline/
Garça Real https://www.instagram.com/garcareal.clothing/
Maria Pailona https://www.instagram.com/maria_pailona/
Picota https://www.instagram.com/picotaboutique/
Pure be Loved by Nature https://www.instagram.com/belovedbynature/
Sanpi Tableset https://www.instagram.com/sanpi_tableset/
Maria Design Kids https://www.instagram.com/mariadesignkids/

25 a 31 de maio | Semana Internacional da Tiroide

Não são muitos os dados que permitem traçar, com certezas, o cenário dos distúrbios da tiroide em Portugal, problemas que, de acordo com as estimativas, afetam entre 5% a 10% da população nacional. E não será muito também o conhecimento dos portugueses, e sobretudo das portuguesas, mais afetadas, sobre estes problemas, sendo muitas as que desconhecem o impacto que as alterações na tiroide podem ter antes, durante e depois da gravidez. Será este o foco da Semana Internacional da Tiroide, de 25 a 31 de maio, que visa alertar para distúrbios como o hipotiroidismo, que podem gerar dificuldades na fecundação, aumentar o risco de aborto e prejudicar o desenvolvimento do bebé e chamar a atenção para a necessidade de análises da função tiroideia por todas as mulheres que queiram engravidar.

Apesar de muitas pessoas já terem ouvido falar da importância da tiroide, Maria João Oliveira, endocrinologista membro da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM), não tem dúvidas que “a maioria desconhece o papel desta em etapas cruciais da vida, nomeadamente no crescimento e desenvolvimento sexual, na conceção e na gravidez”. Inês Sapinho, endocrinologista, também membro da SPEDM, concorda que “há uma grande fatia da população que desconhece o papel fundamental desta glândula e a importância do controlo da função tiroideia, nomeadamente durante a gravidez”. Isto apesar de as doenças da tiroide afetarem sobretudo as mulheres, com a sua prevalência a aumentar com a idade. A explicação biológica para esta assimetria de género ainda é mal compreendida, mas Inês Sapinho refere peças importantes do puzzle: “o cromossoma x e os estrogénios”.

O hipotiroidismo ocorre, esclarece Inês Sapinho “quando a glândula da tiroide não produz hormonas em quantidade suficiente para a corrente sanguínea, um défice que compromete o normal funcionamento do organismo”. É, acrescenta Maria João Oliveira, uma patologia “insidiosa, que se manifesta lentamente, com sinais e sintomas que podem ser inespecíficos”. Os mais frequentes, cansaço, maior sensibilidade ao frio, queda de cabelo, pele seca, aumento de peso, edemas, fraqueza muscular, depressão, obstipação, irregularidades menstruais, “nem sempre são valorizados quer pelo doente, quer pelo médico, e o seu diagnóstico é muitas vezes tardio”, completa Inês Sapinho.

Um atraso com consequências. O hipotiroidismo torna mais difícil a fecundação, atrasando a gravidez. Mas o seu impacto não se fica por aqui. Com sinais e sintomas que continuam a ser, também durante a gestação, “inespecíficos e facilmente confundíveis, com queixas frequentes na gravidez (aumento de peso, falta de forças, cansaço e obstipação)”, podendo haver ainda “um aumento do volume da glândula tiroideia, vulgarmente conhecido por bócio”, o hipotiroidismo pode afetar também a saúde do bebé, continua a explicar Maria João Oliveira.

É que, “durante a gravidez, há alterações fisiológicas no organismo da mãe que obrigam a glândula tiroideia a um esforço acrescido. Até cerca das 20 semanas de gestação, a tiroide fetal não sintetiza as hormonas necessárias para o desenvolvimento do feto, pelo que este necessita das hormonas tiroideias produzidas pela mãe, que são indispensáveis ao desenvolvimento do sistema nervoso central fetal. Um défice destas pode-se traduzir, mais tarde, num atraso cognitivo ou dificuldades de aprendizagem da criança. Assim se compreende que o diagnóstico e tratamento tardios do hipotiroidismo materno podem comprometer o desenvolvimento do feto e mais tarde da criança”.

Por tratar, “o hipotiroidismo pode causar alterações na circulação sanguínea placentária, do líquido amniótico e aumentar a probabilidade de um parto pré-termo ou instrumentado. Já as grávidas que apresentam hipotiroidismo causado por Tiroidite autoimune crónica (ou de Hashimoto) têm maior probabilidade de desenvolver depressão pós-parto e exacerbação da tiroidite durante um período limitado de tempo”.

Motivos de sobra para um controlo, nem sempre feito, dos níveis das hormonas da tiroide. Maria João explica que, “se o hipotiroidismo já era conhecido pela mulher antes de engravidar e se não estiver tratado, conduz geralmente a uma infertilidade. Deverá estar controlado e a mulher deve falar com o seu médico e fazer análises da função tiroideia quando pensar em engravidar”.

Se for diagnosticado antes da gravidez, há tratamento e, “desde que a função da tiroide esteja dentro dos limites pretendidos durante a gravidez e a mulher seja convenientemente vigiada, a gestação pode decorrer de uma forma perfeitamente normal”.

Sendo o hipotiroidismo uma doença que se desenvolve de uma forma lenta e progressiva, com sintomas pouco específicos e partilhados com outras doenças, “o seu diagnóstico pode ser tardio se não for pensado atempadamente e, como tal, o seu tratamento atrasado” refere a médica, que esclarece que o diagnóstico se faz “através do doseamento da TSH (hormona estimuladora da tiroide) e da T4 no sangue”. Um exame simples e barato, que pode “evitar as complicações e permitir uma evolução normal da gestação”.

Sobre a Semana Internacional da Tiroide
Este é o 12º ano em que se assinala, em Portugal, a semana internacional da tiroide. Uma iniciativa que este ano é apoiada pela Associação das Doenças da Tiroide (ADTI), Associação Portuguesa de Fertilidade (APFertilidade) e pela Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM) e pela Merck.

Clarke Modet é responsável por toda a Propriedade Industrial e Intelectual do ventilador português Atena

O Grupo Clarke Modet, líder nos serviços de Propriedade Industrial e Intelectual nos países de língua espanhola e portuguesa, é a entidade que está a apoiar a obtenção de protecção no âmbito da Propriedade Intelectual e Industrial do ventilador português ATENA.

“Consideramos que esta iniciativa é um desígnio nacional nesta fase e por isso, a Clarke Modet associou-se ao projeto sem qualquer contrapartida financeira pelo trabalho desenvolvido. E sem quaisquer reservas. Este projeto tem o envolvimento de uma comunidade científica, tecnológica, médica e industrial portuguesa altamente qualificada. Para além do caráter humano que é sempre o mais relevante, acreditamos que todas as entidades envolvidas ajudam a potenciar o setor em que operam. Acreditamos que essa também é a realidade do nosso envolvimento para o setor da propriedade intelectual e industrial portuguesa,” refere, Ana Morato, Diretora-Geral da Clarke Modet Portugal.

Este projeto, desenvolvido pelo CEiiA – Centro de Engenharia e Desenvolvimento, em Matosinhos, já concluiu a primeira fase de produção com a entrega de 100 unidades do equipamento que passaram nos ensaios pré-clínicos. Na segunda fase, a previsão é produzir mais 400 unidades até setembro, sendo que o objetivo é atingir as 10.000 unidades e internacionalizar o projeto através de empresas interessadas na industrialização do ventilador.

O ventilador Atena destina-se ao uso em unidades de cuidados intensivos, particularmente em doentes com pneumonia aguda, e não como um simples sistema de ventilação alternativo. Pretende cumprir todas as funções de um ventilador em Unidades de Cuidados Intensivos e por isso apresenta todos os requisitos de um ventilador que faz falta no país e no mundo.

De forma clara, esta iniciativa demonstra a inovação e a criatividade de todos os envolvidos. Valores que estão associados à missão da Clarke Modet na gestão estratégica de todos os seus ativos de Propriedade Industrial e Intelectual.

Através de um modelo de financiamento inovador, que envolveu crowdfunding associado a uma iniciativa da RTP, com o apoio de mais de 100 mil portugueses e mecenas entre os quais a EDP, Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação La Caixa/BPI, Família Américo Amorim, REN, Grupo Violas, para além de um apoio reembolsável associado ao Programa INOV COVID da ANI.

O custo de produção de cada um destes dispositivos reflete o seu grau de complexidade e propósitos distintos. Naturalmente, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e os mecenas que financiaram o projeto serão os principais destinatários dos ventiladores.

O projeto deu origem à criação da comunidade 4Life que junta cerca de 300 engenheiros, investigadores de universidades como a Escola de Medicina da Universidade do Minho e o Instituto Superior Técnico, empresas, mecenas e médicos de hospitais públicos e privados do Norte e Sul do país.

A Clarke Modet juntou-se à comunidade 4Life, que disponibiliza o seu conhecimento e tecnologia por um propósito comum: reforçar a capacidade de salvar vidas.

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