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Ricardo Andrade

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V Semana da Proteção Civil de Cascais

A Câmara Municipal de Cascais e o CascaiShopping promovem pelo 5ª ano consecutivo, de 29 de fevereiro a 6 de março, a Semana da Proteção Civil de Cascais que visa envolver a população nas atividades de prevenção do Sistema Municipal de Proteção Civil e alertar para a necessidade de uma cultura de Prevenção e de Planeamento de Emergência. O evento assinala ainda o Dia Internacional da Proteção Civil (1 de março). Com o tema “Prevenção no Sistema Municipal de Proteção Civil”, a abertura oficial realiza-se às 15h00 na presença de Carlos Carreiras, Presidente da Câmara Municipal de Cascais, de Luís Vilhena de Mendonça, diretor do CascaiShopping, e de representantes das várias entidades participantes. Ao longo da semana está patente uma exposição que divulga o trabalho das entidades que integram o Sistema Municipal de Proteção Civil de Cascais.

Mars manda recolher chocolates em 55 países

A fabricante mundial de doces norte-americana – Mars – ordenou a recolha de produtos em 55 países. Segundo avançam as agências internacionais, um consumidor alemão encontrou plástico dentro de uma barra.

Roel Gover, porta-voz da Mars da Holanda confirmou à AFP a decisão de “recolha voluntária”, mas escusou a avançar mais pormenores. Já um representante da empresa em Portugal, confirmou à TVI que Portugal está incluído na lista. Serão recolhidos alguns produtos na Alemanha, Holanda, França, Reino Unido, Itália e Bélgica, mas com referências diferentes segundo os países.

Na Alemanha, a retirada inclui as barras Mars e Snickers, os Milky Way Mini e Miniaturas e alguns bombons Celebrations cuja data de validade se situa entre 19 junho 2016 e 08 de janeiro de 2017, segundo um comunicado da Mars Alemanha. De acordo com a agência holandesa ANP, que cita a filial da Mars na Holanda, os mesmos produtos serão recolhidos neste país. Em França a retirada diz respeito a “algumas barras de chocolate produzidas na Holanda”: Mars, Snickers e bombons Celebrations, com data de validade até outubro de 2016. A Mars França informou que se trata “de um incidente isolado e estritamente delimitado, que apenas diz respeito aos produtos mencionados”, aconselhando os consumidores que compraram um dos produtos em causa a não o consumir e contactarem o serviço do cliente.

Mars Incorporated é um gigante norte-americano do setor agroalimentar, conhecido sobretudo pelos seus chocolates, mas que fabrica também arroz, massas e alimentos para animais domésticos.

 

Ricoh Portugal apoia referência nacional do atletismo em cadeira de rodas

A Ricoh Portugal, especialista em Soluções de Escritório, Impressão de Produção, Managed Document Services e IT Services vai patrocinar João Correia, primeiro atleta português a conseguir uma medalha internacional para o atletismo adaptado.
No âmbito da sua política de responsabilidade social, a Ricoh Portugal decidiu apoiar João Correia no ano que marca o seu regresso à competição com a principal ambição de participação nos Jogos Paraolímpicos, em setembro.
Como primeira conquista da sua época desportiva, no passado sábado e no Estádio Municipal da Póvoa de Varzim, na prova de 100 metros, obteve a marca de qualificação exigida pela Federação Portuguesa de Atletismo, para a presença no Campeonato de Europa de Atletismo, que decorre entre os dias 10 a 15 de junho, na cidade de Grosseto, em Itália.
Jorge Silva, Diretor de Marketing da Ricoh Portugal afirma: “o João Correia é um exemplo de perseverança e não tivemos dúvida na associação com a Ricoh. Queremos fazer a nossa parte para que o João atinja os seus objetivos. O lema de vida do João – Nunca! Desistas – é uma inspiração para todos nós. Uma lição de vida, pessoal e profissional, para nunca desistirmos, apesar das dificuldades”.
“É um grande orgulho para mim, ter marcas da grandeza da Ricoh a acreditar no meu potencial, mesmo após uma longa ausência por lesão. Tudo farei para encher de orgulho, todos aqueles que acreditam em mim.” afirma João Correia.
João Correia nasceu em 1983 e, aos dois, anos, sofreu um acidente que o deixou numa cadeira de rodas. Em 1991, começou a praticar desporto, tendo-se tornado no primeiro atleta português a ganhar uma medalha internacional, para o atletismo em cadeira de rodas. Atualmente está a preparar o regresso em força à competição, depois de uma ausência de quase dez anos por lesão.

Mais informações aqui: http://www.joaocorreia.com/

Roche lança edição de 2016 das “bolsas de cidadania”

A Roche Portugal lança hoje a segunda edição do programa de bolsas de financiamento para projetos de cidadania, no valor de 45 mil euros. Estas bolsas pretendem viabilizar as melhores iniciativas desenvolvidas por Associações de Doentes ou outras Organizações Não Governamentais (ONG) que promovam a saúde junto de doentes e da população em geral. As candidaturas à edição de 2016 podem ser entregues até ao dia 31 de Março.
Esta ação enquadra-se na Política de Responsabilidade Social da empresa e resulta do seu compromisso em assumir um papel ativo na sociedade apoiando, de forma transparente, iniciativas inovadoras e orientadas para a missão de suporte ao doente.
Os projetos candidatos a estas bolsas serão avaliados por um júri independente que escolherá os mais originais, mais focados na defesa dos direitos dos doentes e na promoção da saúde na comunidade.
Robin Turner, Diretor Geral da Roche, refere que “a Responsabilidade Social é algo que faz parte do nosso ADN empresarial. É algo que fazemos naturalmente. Desde sempre. Este programa de bolsas é mais um exemplo do compromisso que assumimos diariamente com os doentes. Espero que esta iniciativa, tal como aconteceu em 2015, possa viabilizar projetos inovadores e que façam realmente a diferença na vida dos doentes portugueses.”
Em 2015 a Roche Portugal atribuiu cinco bolsas de financiamento, igualmente no valor de 45 mil euros. O Grupo Português de Activistas sobre Tratamentos de VIH/SIDA (GAT), a Fundação Gil, a Pulmonale – Associação Portuguesa de Luta Contra o Cancro do Pulmão, os Amigos da Pediatria da Ilha Terceira e a Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP) foram as instituições selecionadas.
Para mais informações sobre o Programa de Bolsas, regulamento e formulário de candidatura, aceda ao seguinte endereço: http://www.roche.pt/bolsas

COLÔMBIA OFERECE GRANDES OPORTUNIDADES DE NEGÓCIO PARA AS EMPRESAS PORTUGUESAS

A Colômbia é atualmente um mercado estratégico favorável e de elevado potencial de sucesso para as empresas portuguesas. Esta foi a conclusão natural de um grupo restrito de empresários convidados pelo BICMINHO, que se reuniram numa sessão “à porta fechada”, no passado dia 19 de fevereiro, para refletir e trocar experiências sobre os sucessos e insucessos de “Como internacionalizar para a Colômbia e Espanha com o Portugal 2020?”.

Na abertura dos trabalhos, Nuno Gomes, CEO do BICMINHO, lançou a discussão referindo que para exportar e internacionalizar com sucesso para a Colômbia é muito importante assegurar a resposta a duas questões fundamentais. Em primeiro lugar, para fazer negócio com a Colômbia temos de ter pessoas colombianas a trabalhar connosco para nos ajudar. Depois, temos de estar preparados para financiar à partida e na íntegra todo o esforço de internacionalização no primeiro ano. Se assim for, o sucesso está garantido. E é por isso que o BICMINHO, enquanto instrumento certificado pela União Europeia, trabalha com pessoas e instituições parceiras na Colômbia, e tem vindo a ajudar as empresas da Região a obter financiamento a fundo perdido no Portugal 2020, nas quais o BICMINHO regista uma taxa de sucesso muito próxima dos 100%.

Segundo dados da AICEP, em 2014 as exportações de bens e serviços de Portugal para a Colômbia atingiram cerca de 100 milhões de Euros. Embora a economia colombiana seja de uma dimensão equivalente à da Dinamarca ou da Venezuela (e 40% maior do que a portuguesa), as exportações de Portugal para esses dois países são 11 vezes maiores. Esta situação reflete fatores de ordem geográfica e histórica, mas é uma ilustração do enorme potencial que existe para as empresas portuguesas, em particular da Região Norte.

As oportunidades de negócio neste mercado em afirmação não podem, por isso, escapar às empresas portuguesas” afirma Nuno Gomes. “Não existe qualquer motivo para que Portugal não consiga subir na lista de fornecedores à Colômbia (40ª posição) e alargar a sua cota de mercado. O sucessivo aumento do número de empresas a exportar para aquele país (de 138 em 2010 para 331 em 2014) vem apenas confirmar esta possibilidade”, conclui aquele responsável desafiando os empresários da região.

Conhecer bem a empresa e o produto é o primeiro passo do BICMINHO junto de um cliente que pretende apostar na internacionalização. “Porque nem sempre o empresário pode concretizar o seu desejo de atravessar fronteiras nacionais” afirmou João Paulo Ferreira, Consultor Sénior do BICMINHO, que abordou as ferramentas de apoio à internacionalização. “Internacionalizar é arriscado e fica caro, mas vale a pena. Temos por isso no BICMINHO um conjunto de serviços de apoio integrado, certificados pela EU, e à medida das necessidades das PME da nossa Região para implementar um processo de exportação sustentável e rentável”.

Piedad Rojas, a especialista colombiana parceira do BICMINHO, apresentou inúmeras oportunidades de negócio ao nível da exportação de bens e serviços especializados, referindo que o Governo colombiano tem fomentado a criação de uma rede de infraestruturas de apoio ao desenvolvimento económico e social, gerando oportunidades de negócio para as empresas portuguesas em áreas como a construção, tecnologias de informação e comunicação e sector agro-industrial. “A Colômbia é um país em franco crescimento em todas as áreas de negócio, com um mercado interno dinâmico e incentivos únicos para os empreendedores que ali pretendam investir”.

A entrada em vigor, em 2013, do Tratado de Livre Comércio entre a União Europeia e a Colômbia, tem contribuído para abrir a porta a mais exportações portuguesas. A facilidade de implementação de novas empresas, a existência de 30 zonas francas, a não obrigatoriedade de ter sócio local, o índice Doing Business que coloca a Colômbia em 34º lugar, à frente de países como o México, a segurança e o dinamismo económico foram alguns dos exemplos destacados como motivos para a aposta dos empresários portugueses. “Nós os colombianos gostamos muito dos portugueses, somos muito parecidos em termos culturais, no trato e na maneira de ser. E isso muitas vezes é determinante no momento de fazer negócio.” Concluiu Piedad Rojas, de forma enérgica e muito expressiva.

Sobre as oportunidades de negócio em Espanha, o mercado natural para as exportações, Blanca Fafián, especialista da EOSA Consultores, destacou o crescimento económico que o país vizinho atravessa apesar da crise política que vive atualmente. Como setores de oportunidade nomeou o setor automóvel, têxtil, alimentar e metalomecânica. A proximidade geográfica, a afinidade cultural, a posição de Portugal no índice de importações espanholas, e os mais de 11 mil milhões de euros em exportações de Portugal para Espanha foram outros dos argumentos apresentados.

Sobre os objetivos e prioridades visadas pelo Sistema de Incentivo à Internacionalização falou Sílvia Amaral, Consultora do BICMINHO. “Os apoios financeiros são concedidos desde que reforcem a capacitação empresarial das PME para a internacionalização, com vista ao aumento das exportações e aumentem a qualificação específica dos ativos em domínios relevantes para a estratégia de inovação, internacionalização e modernização das empresas”.

 

Farmácias, ourivesarias ou lojas de arte obrigadas a ter sistema de segurança Grau 3

A Prosegur Alarmes tem já no seu portfólio equipamento Grau 3, cuja instalação é obrigatória até junho de 2016, em locais como farmácias, ourivesarias/joalharias, lojas de arte ou gasolineiras.

Com a entrada em vigor da lei nº 34/2013 da portaria nº 273/2013, passa a ser obrigatório que estes estabelecimentos comerciais passem a deter um sistema de videovigilância e sistemas de deteção de intrusão, ligados a uma central de vigilância.

A adoção dos sistemas de segurança Grau 3, em instituições financeiras, ourivesarias, lojas de arte, farmácias e postos de abastecimento de combustível, tornou-se obrigatória desde setembro de 2014 e estamos praticamente no deadline para que estas medidas de segurança regulamentadas estejam concretizadas”, refere Francisco Cunha Carvalho, Diretor Comercial e de Marketing da Prosegur Alarmes.

Os sistemas de Alarme de Grau 3 são utilizados essencialmente em instalações de médio e alto risco. Esta designação diz respeito a sistemas instalados em estabelecimentos obrigados a adotar medidas de segurança e ligados a central.

No caso dos estabelecimentos de exibição, compra e venda de metais preciosos e de arte, além do sistema de intrusão Grau 3 e CCTV (Closed-Circuit Television), é ainda requerido uma caixa-forte ou cofre, com um nível de segurança mínimo de Grau 3 de acordo com a norma EN 1143-1 ou equivalente, dotada de sistema de abertura automática retardada, e dispositivo mecânico e eletrónico de bloqueio da porta, fora do período de funcionamento.

“A Prosegur Alarmes está disponível para apoiar as empresas que atuam no âmbito destas áreas, para que se salvaguardem e adotem estas especificidades de segurança, fundamentais para protegerem o seu negócio”, conclui Francisco Cunha Carvalho.

 

 

Monumentos de Sintra apagam as luzes em ação simbólica pelo planeta

A Parques de Sintra volta a juntar-se à iniciativa “Hora do Planeta”, organizada pela WWF (World Wildlife Fund), e durante uma hora vai apagar as luzes de alguns monumentos de Sintra.

No sábado, dia 19 de março, o Palácio Nacional da Pena, o Palácio Nacional de Sintra, o Palácio de Monserrate e o Castelo de Mouros ficarão às escuras entre as 20h30 e as 21h30.

Este é o quinto ano consecutivo em que a Parques de Sintra demonstra o seu apoio e compromisso com o planeta, juntando-se a centenas de milhões de pessoas em todo o mundo. “Faça brilhar uma luz sobre a ação climática” é o mote da edição da Hora do Planeta deste ano.

A “Hora do Planeta” é uma iniciativa da WWF que começou em 2007 em Sidney, na Austrália, quando 2,2 milhões de pessoas e mais de 2.000 empresas apagaram as luzes por uma hora numa tomada de posição contra as mudanças climáticas.

VIII recolha de medicamentos do Banco Farmacêutico vai apoiar 90 IPSS

O Banco Farmacêutico realiza no último sábado de fevereiro, dia 27, a VIII Jornada de Recolha de Medicamentos, entre as 09h e as 19h. A iniciativa conta com a adesão de 160 farmácias e os medicamentos recolhidos chegarão aos utentes de 90 instituições particulares de solidariedade social (IPSS) nos distritos de Lisboa, Setúbal, Santarém, Leiria, Coimbra, Évora, Beja, Faro, Aveiro, Braga, Porto, Vila Real e Bragança.

A Jornada de Recolha de Medicamentos do Banco Farmacêutico quer sensibilizar os portugueses para a doação de medicamentos e produtos de saúde não sujeitos a receita médica, numa dinâmica semelhante à do Banco Alimentar Contra a Fome.

A recolha é feita nas farmácias aderentes, onde o farmacêutico está informado sobre as necessidades mais prementes das instituições que serão ajudadas. Só podem ser doados medicamentos novos, seguros e de qualidade e que ainda não tenham estado fora do circuito do medicamento (não são aceites medicamentos vindos de casa) e que correspondam à lista de necessidades de cada uma das instituições de solidariedade social contempladas pela recolha.

As doações serão recolhidas nas farmácias aderentes por 500 voluntários e distribuídas posteriormente pelas IPSS abrangidas pelo projeto. Na edição anterior foram recolhidos mais de 10.500 medicamentos e produtos de saúde, num valor superior a 42 mil euros. As doações foram distribuídas a 77 instituições das zonas centro e sul do país e chegaram a cerca de 80 mil pessoas. À edição de 2015 aderiram 132 farmácias.

Luís Mendonça, presidente do Banco Farmacêutico nota que “a solidariedade dos portugueses tem crescido nos últimos anos, apesar do contexto de crise económica. É com muita satisfação que constatamos que cada nova edição conta com mais farmácias, mais doações e chega a cada vez mais pessoas, o que nos permite alcançar o nosso principal objetivo”.

A VIII Jornada de Recolha de Medicamentos conta com o apoio de cada uma das farmácias aderentes, da Ordem dos Farmacêuticos, da Associação Nacional de Farmácias (ANF) e da Logista Pharma.

Para saber mais sobre o projeto e quais as farmácias e instituições abrangidas pela recolha de 2016 visite o site www.bancofarmaceutico.pt.

 

 

 

Fundação Vodafone Portugal recebe Galardão da Inclusão na categoria “Acessibilidades”

O galardão foi atribuído pelo Centro de Recursos para a Inclusão Digital (CRID) da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais – Instituto Politécnico de Leiria (IPLeiria), por um júri composto por Adalberto Fernandes, do Instituto Nacional de Reabilitação, Jorge Fernandes, da Fundação para a Ciência e Tecnologia, e Rui Carreteiro, em representação dos pais das crianças e jovens com deficiência. De entre as várias iniciativas da Fundação Vodafone que levaram à entrega deste Prémio, destacam-se:

O programa Praia Saudável, que assenta na doação de meios que contribuam para a melhoria das zonas balneares em termos ambientais, de segurança, acessibilidades e sensibilização e informação dos utentes. Ao longo da última década, a Fundação tem oferecido centenas de equipamentos com vista à melhoria das condições de acessibilidade a pessoas com mobilidade condicionada, como passadeiras especiais ou cadeiras de rodas anfíbias. Em 2009, lançou o prémio Praia + Acessível que galardoa as zonas balneares que reúnam as melhores condições de acessibilidade.

A Fundação Vodafone tornou-se também, em 2012, a primeira operadora de telecomunicações a disponibilizar o Serviço de Apoio a Clientes em Língua Gestual Portuguesa para surdos e pessoas com deficiência auditiva. Disponível através do número nº 12717 (Chamada e Videochamada gratuitas), facilita o acesso de pessoas com deficiência auditiva aos serviços prestados pelo Apoio a Clientes da Vodafone.

Além disso, desde 2005 que a operadora disponibiliza tarifários com condições especiais e equipamentos adaptados a pessoas com incapacidade igual ou superior a 60%, visando contribuir eficazmente para o acesso à Sociedade de Informação desta comunidade.

Na área da literacia digital, a Fundação Vodafone, em parceria com municípios e Organizações Não-Governamentais, tem vindo a desenvolver um programa de Formação em Novas Tecnologias para Seniores, com o nome de Geração Net Sénior, que tem como objetivo contribuir para a redução do isolamento dos idosos mas também prestar apoio em tarefas burocráticas e obrigações quotidianas, nomeadamente no pagamento de serviços, movimentação das contas bancárias ou no acesso a serviços de saúde e marcação de consultas. Já usufruíram deste programa mais de 1000 idosos das freguesias de Odivelas, Carnide e Olivais, com idades compreendidas entre os 65 e os 95 anos.

O Galardão agora recebido é uma motivação adicional para a Fundação Vodafone continuar a sua estratégia na área da Acessibilidade, de modo a contribuir decisivamente para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos com necessidades especiais.

 

 

 

 

 

 

 

Solução para Agricultura Urbana vence PITCH DAY do UPTEC

A Noocity Growbed, uma cama de cultivo com um sistema de auto-rega integrado, venceu o Pitch Day da 6ª da Escola de Startups do UPTEC. A startup luso-brasileira oferece uma solução que permite aos cidadãos urbanos cultivar alimentos, de forma sustentável, em plena cidade. Apresentar as ideias de negócios em 180 segundos era o desafio de 30 empreendedores presentes no Pitch Day do UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da U.Porto, que decorreu ontem no I3S – Instituto de Investigação e Inovação em Saúde. O vencedor do Pitch Day terá direito a incubação em regime cowork no UPTEC e acesso direto à ronda de investimento da Red Angels, com montantes até 50 mil euros.

O sistema criado pela Noocity garante uma autonomia até 3 semanas, diminui consideravelmente a evaporação, a frequência da rega e permite reter água das chuvas, ajudando a consumir 80% menos água que uma horta convencional e possibilitando quase o dobro da produtividade. Por ser modular, pode ser utilizada individualmente ou em conjunto, permitindo várias configurações de horta e adaptando-se a diferentes tipos de espaço.

No evento foram, também, atribuídas três menções honrosas: tecnológica, criativa e bio/mar. Na área tecnológica, o Quant-UX foi o selecionado. Trata-se de um software para desenvolvimento de design de interface gráfica, que se diferencia porque combina 3 fatores: design, testes e análise de dados. Na categoria das criativas, o Iguaneye reuniu as preferências. A startup criou um novo conceito de calçado: uma dupla pele protetora que cobre todas as partes do pé, permitindo caminhar confortavelmente em qualquer lugar – como se andasse descalço. Já na área bio/mar o júri selecionou o All in Surf, um sistema de aquisição de dados de navegação aquática aplicada ao Surf que permite medir e avaliar comportamentos físicos e biomecânicos do atleta. A Vodafone selecionou, também, dois projetos para integrarem o programa Vodafone Power Lab: a Quant-UX e Zarco, uma app para ligar os turistas a uma rede de guias locais. O Vodafone Power Lab tem como objetivo fomentar a criação de projetos tecnológicos, através de apoio na aceleração, mentoring, workshops e formação, entre outras condições que possibilitem às novas empresas desenvolverem-se. Foram, ainda, apresentados mais 15 projetos empresariais: uma plataforma de pesquisa de transportes de carga (WALcargo), um software de análise de dados através de câmaras de segurança para retalhistas (arealytic), uma app para compilar fotos de eventos (xphoto), drones para navegação e georreferenciação precisa de dados em explorações agrícolas (eye2map), uma plataforma de notícias para jovens (jornalíssimo), skates em materiais sustentáveis para prática de landsurf (bio boards), lâminas de barbear com design único (tatara razors), uma plataforma de transmissão de vídeos de desporto (str.deo), nano-dispositivos que transformam energia mecânica e térmica em elétrica(InanoE), uma organização que apoia a empregabilidade de jovens universitários em startups (U.project), materiais indústrias aplicados à joalharia (TelmaDa), projetos de bio-engenharia (EasyBio), uma plataforma de comunicação de ciência(Projecto Enzima), uma ferramenta de estratégias transmedia storytelling (MOOH) e luvas inteligentes para aliviar a artrose e frieiras (Smart Gloves).

As candidaturas para a próxima edição da Escola de Startups do UPTEC (www.escoladestartups.org), programa de mentoring e formação de 3 meses que visa acelerar ideias de negócio, abrirão em meados de Março.

 

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