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Rita Duarte

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Grupo Amorim entra no negócio do jogo ‘online’ em 2016

Amorim Turismo

A expectativa do grupo é que no início do ano “toda a situação esteja resolvida para que se possa iniciar o jogo ‘online’ em Portugal”, prevendo em operação deste segmento no primeiro trimestre do próximo ano.

Sem revelar o valor do investimento, Jorge Armindo salientou que o grupo entra nesta área de negócio em parceria com portugueses. Isto porque a componente da “plataforma informática é o aspeto essencial neste negócio que se tem de comprar ou alugar, criando uma relação de dependência que se queria evitar”. Assim, a Amorim Turismo apostou numa parceria com “dois jovens que conseguiram fazer a sua própria plataforma para o jogo online” e que será utilizada pelo grupo.

Apesar de criticar os moldes como o Estado decidiu a abertura deste mercado, Jorge Armindo admitiu que tinha de “concorrer mesmo estando em desacordo com o não respeito da exclusividade dos casinos” nos jogos de fortuna e azar.

O gestor já antecipa um plano de internacionalização do negócio. “Não se pode deixar de olhar para os países de língua portuguesa” sublinhou, admitindo que “entrar noutros mercados [com o jogo ‘online’] exige capacidade de investimento muito forte”. Ainda assim, realçou que nos “países de língua portuguesa há uma janela de oportunidade que quanto mais cedo o jogo ‘online’ estiver legalmente ativo em Portugal melhor se pode alargar o horizonte”.

Até concretizar a entrada no jogo ‘online’, Jorge Armindo mantém o investimento no tradicional jogo de fortuna e azar nos casinos. Ontem anunciou que a partir do próximo Sábado, dia 21, o Casino da Figueira da Foz passa a contar com novas máquinas de jogo, ‘slot machines’, num investimento de 1,92 milhões de euros. Com este investimento, que se traduz na aquisição de 100 novas máquinas, Jorge Armindo acredita que será possível colocar “a Figueira da Foz no mapa, uma vez que não tem recebido a promoção turística que deveria”.

A aposta na modernização do espaço permitirá inverter a tendência de queda do negócio do jogo. O gestor prevê que o Casino da Figueira da Foz conquiste um aumento de 7% nas receitas já em 2016, face aos 14 milhões de vendas esperadas para o corrente exercício.

Fujitsu lança novo computador híbrido

O evento, que hoje é dedicado à comunicação social, reúne cerca de 12 mil especialistas do sector das TIC, provenientes de mais de 80 países e representando cerca de 3 mil empresas. Decorre anualmente em Munique e é onde a tecnológica japonesa apresenta as mais recentes novidades e orientações estratégicas.

O novo equipamento hoje apresentado tem um ecrã de 12,5 polegadas, sensível ao toque e um processador Intel Core da família i7, pesando 789 gramas e tendo uma espessura de 9,5 mm. A empresa destaca a durabilidade da bateria, que tem capacidade para durar 12 horas (um dia de trabalho) numa só carga. Funciona com o sistema operativo Windows 10 da Microsoft.

O equipamento, além do teclado, vem com opção de caneta eletrónica para usar no ‘tablet’ e pode ser passado de computador para desktop para tablet sem ser preciso interromper o que se está a fazer.

A nível de equipamentos a marca japonesa está ainda a mostrar uma versão renovada do ‘tablet’ Lifebook, com um ecrã de 13,3 polegadas.

Visabeira investe oito milhões no primeiro hotel Vista Alegre em Lisboa

Frederico Costa

O grupo está ainda a fechar o nome do hotel, que será divulgado durante o mês de Janeiro de 2016, mas é certo que a marca Vista Alegre constará do nome, tal como já acontece na unidade que detém em Ílhavo.

Frederico Costa sublinhou que as obras para a construção desta unidade arrancam no início de 2016, para que o hotel possa entrar em operação no primeiro semestre de 2017. “O valor total do investimento é de cerca de oito milhões de euros”, revelou ainda o gestor.

O presidente da Visabeira Turismo salientou que o novo projeto será um hotel de cidade, virado para o lazer e que aposta no “mercado externo que procura Lisboa, como os brasileiros e os espanhóis”. O facto de se associar o hotel a uma das marcas de referência do grupo servirá de chamariz para clientes que já conhecem as lojas e que poderão escolher a unidade para alojamento.

Até concretizar este projeto no Chiado, a Visabeira Turismo aposta no recém-aberto Montebelo Vista Alegre Ílhavo Hotel, que está em ‘soft opening’ desde o passado dia 2 de Novembro. Com 82 quartos e um investimento total de 13,3 milhões de euros, esta unidade em frente à Ria de Aveiro aproveita os 200 anos de história do local onde nasceu a Vista Alegre para criar um “hotel experiência” que entre outras valências integrará um museu, um teatro do século XIX e a possibilidade de realizar ‘workshops’ de como se faz porcelana e pintura.

“O mercado britânico será forte para esta unidade, mas também o brasileiro e o espanhol, estes últimos mercados onde a Vista Alegre está em força com lojas”, sublinha o gestor que acrescenta ainda os turistas franceses e alemães.

Reforçar parceria internacional

O grupo de Viseu fechou recentemente um contrato de ‘franchising’ com uma das maiores redes espanholas de turismo, a Paradores, que atribui esta marca ao Hotel Casa Ínsua, em Penalva do Castelo. Esta é a primeira parceria internacional da Paradores, cuja atuação se assemelha à das Pousadas de Portugal ao transformar edifícios emblemáticos em projetos hoteleiros. A rede operava, até este contrato, 95 hotéis.

Desde dia 15 de Outubro que esta unidade de cinco estrelas abriu com a nova marca, sendo que a mudança já está a ter impacto. “Mais do que duplicou os resultados, atingiu mais de 80% de taxa de ocupação, enquanto o preço subiu mais de 30%”, revela Frederico Costa que lembra que com esta ligação à Paradores conseguiu colocar o hotel no mapa internacional.

Desde a abertura, turistas de Espanha, Estados Unidos, Rússia e França têm reforçado a procura no novo Parador Casa Ínsua.

Mas a parceria com a Paradores não vai ficar por aqui. Frederico Costa admite que em cima da mesa está a possibilidade de selecionar outras unidades e alargar a atuação da rede Paradores em Portugal. Neste cenário pode acontecer através de três caminhos: “Outra unidade do grupo poder integrar a rede, abrir caminho a que outras empresas se possam associar à marca ou a Visabeira estar no ‘managment’ para ajudar algum hotel em dificuldades e ajudar a adaptá-lo à marca Parador”, esclarece o mesmo responsável.

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