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Sara Gomes

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Bloco quer saber quando reabre hospital da Régua após legionella

O deputado Moisés Ferreira questionou o Ministério da Saúde, através de perguntas entregues na Assembleia da República, sobre o caso de “legionella” detetado no Hospital D. Luiz I, onde apenas estava em funcionava um piso, designadamente o do internamento e onde se encontravam 12 utentes, que foram transferidos para o hospital de Chaves.

As duas unidades estão inseridas no Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro (CHTMAD), que agrega ainda os hospitais de Lamego e Vila Real.

O BE quer agora saber quando prevê o Governo que possa “estar ultrapassada a infeção com ‘legionella’ no hospital da Régua” e ainda quando poderá esta unidade “ser novamente aberta à população em segurança”.

O deputado do Bloco questionou ainda sobre a transferência dos pacientes e pessoal de enfermagem para o hospital de Chaves, que dista da Régua cerca de 85 quilómetros, quando existem outras unidades do CHTMAD que ficam mais perto, como Vila Real e Lamego.

“Esta transferência compreender-se-ia se os doentes ficassem mais perto de casa ao serem transferidos para Chaves ou se não houvesse cama disponível noutros hospitais. Todavia, uma vez que todos foram transferidos para Chaves parece não ter sido esse o caso”, referiu o BE, em comunicado.

A Direção-Geral de Saúde (DGS) informou na quinta-feira que a ‘legionella’ foi detetada na rede de água do hospital da Régua, através de “análises de rotina”, e em dois locais que não estavam em funcionamento.

A DGS esclareceu ainda que o contacto dos doentes e profissionais com a bactéria “foi zero”.

A funcionar apenas parcialmente já há algum tempo, o encerramento do hospital da cidade duriense esteve por diversas vezes em cima da mesa, estando também incluído na lista de hospitais que o Governo PSD/CDS-PP queria devolver às misericórdias.

 

Medicamentos doados por portugueses vão ajudar 93 mil utentes

Os portugueses entregaram, em fevereiro, 10.500 medicamentos e produtos de saúde ao Banco Farmacêutico. Estes serão agora entregues a 90 instituições particulares de solidariedade social.

Os produtos entregues pelos portugueses durante a VIII Jornada de recolha de Medicamentos perfazem um valor total de 42.500 euros, e vão ajudar 93 mil utentes.

A campanha de 2016 contou com a participação de 166 farmácias dos distritos de Lisboa, Setúbal, Santarém, Leiria, Coimbra, Évora, Beja, Faro, Aveiro, Braga, Porto, Vila Real e Bragança.

A instituição defende, em comunicado, que “o balanço é positivo”, tendo sobretudo em conta que no dia da recolha, a chuva terá “diminuído a afluência às farmácias”

“Este resultado prova que os portugueses mantêm a tradição de ser um povo solidário e atento às necessidades” dos mais carenciados.

Desde 2009, ano em que a iniciativa decorreu pela primeira vez em Portugal, o Banco Farmacêutico já recolheu 60.000 medicamentos e produtos de saúde.

 

HARMOS leva ao Porto e não só 30 concertos de música de câmara

Organizado pela ESMAE — Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo, do Politécnico do Porto, o evento irá apresentar um conjunto de projetos de música de câmara que serão apresentados no Porto (Câmara Municipal e Casa da Música), em Barcelos, Braga, Lousada, Matosinhos e Santa Maria da Feira.

Segundo fonte da ESMAE, “serão 30 concertos em seis cidades, tendo como novidade este ano a realização da 1.ª Conferência Internacional de Música de Câmara, que propõe uma reflexão sobre diferentes desafios da Música de Câmara para o século XXI”.

Acrescentou que o HARMOS é “reconhecido a nível europeu pela sua singularidade, quer na programação quer no conceito, já que é o único que reúne os melhores alunos de algumas das melhores escolas superiores de música, apoiado pela Associação Europeia de Conservatórios e reconhecido com a EFFE Label para festivais europeus de referência”.

O objetivo é “não só promover a música de câmara, mas cima de tudo colocar os estudantes de música portugueses em contactos com outros alunos oriundos de escolas de excelência”.

Este exercício de confrontação, de acordo com o diretor artístico do HARMOS, Bruno Pereira, “tem trazido frutos importantes, porque ajudou a perceber que a formação em Portugal, nomeadamente na ESMAE, do Politécnico do Porto, está ao nível de escolas de excelência no estrangeiro”.

“Por de pé 30 concertos, em cinco dias, em seis cidades constituirá um esforço de produção enorme, mas pretende-se descentralizar um evento que é único em Portugal e na Europa”, considerou o responsável.

Segundo Bruno Ferreira, “esta descentralização tem como missão a promoção da coesão, de forma que, quer grandes cidades, quer localidades nem sempre na rota dos eventos artísticos, possam aceder a uma oferta comparável”.

A Portugal vão deslocar-se 12 agrupamentos de música de câmara de Portugal (ESMAE), Espanha, Alemanha, Holanda, Bélgica, Lituânia, Noruega, Inglaterra e Áustria.

O HARMOS 2016 tem o concerto de abertura na terça-feira, às 19:00, na Câmara Municipal do Porto, com a presença de Rui Moreira e da presidente do Politécnico do Porto, Rosário Gambôa, além de representantes das seis cidades HARMOS.

Abre este festival um Quarteto de Cordas Alemão, que vem em representação do Instituto Internacional de Madrid, considerada uma escola de elite, apadrinhada pela rainha Sofia. Nos dias seguintes, quarta, quinta e sexta-feira, pelas 13:00, a Câmara Municipal do Porto acolherá concertos. Entre os dias 09 e 12 haverá, todos os dias, concertos na Casa da Música.

Nas mesmas datas realizam-se também concertos nas restantes cinco cidades portuguesas.

A 1.ª Conferência Internacional de Música de Câmara, que marca uma década de HARMOS, vai realizar-se na sexta-feira e no sábado, dividida entre a Casa da Música e a Biblioteca Pública Municipal do Porto. Esta ação, em parceria com o NIMAE, Núcleo de Investigação em Música, Artes e Espetáculo, vai trazer ao Porto investigadores e pensadores da música de câmara.

 

Moçambique e África do Sul querem combater caça furtiva

“O nosso objetivo é agora sensibilizar e capacitar todos os outros atores que estão envolvidos neste processo, por exemplo, as populações locais”, disse à imprensa o coordenador de Áreas de Conservação Transfronteiriça de Moçambique, Afonso Madope, à margem de uma reunião para avaliação do memorando de preservação da biodiversidade assinado entre os dois países em 2014.

Assinalando a existência de “significativos progressos” no combate à caça furtiva nos dois países, Afonso Madope fez um balanço positivo do memorando assinado em abril de 2014, considerando que o desafio reside na mobilização conjunta de recursos, como forma de assegurar a continuidade das ações de conservação já iniciadas.

“Nós queremos também a participação dos jovens nestas ações de combate a este crime”, afirmou Afonso Madope, acrescentando que o Governo moçambicano tem estado a desenhar estratégias para incentivar as comunidades locais a prestarem atenção à proteção destes recursos, através da implementação de projetos de desenvolvimento rural.

Um dos pontos mais afetados pelas ações dos caçadores ilegais em Moçambique é o Parque Nacional do Limpopo, que faz fronteira com os parques Kruger, na África do Sul, e Gonarezhou, no Zimbabué.

Como forma de combater a ação dos caçadores furtivos no Limpopo, prosseguiu Afonso Madope, as autoridades dos dois países estão a levar a cabo ações de patrulhamento conjunto ao longo da linha de fronteira entre Moçambique e África do Sul, uma iniciativa que, segundo o coordenador de Áreas de Conservação Transfronteiriça moçambicano, reduziu consideravelmente a matança de animais.

“A avaliação feita desta parceria até agora é positiva”, reiterou Afonso Madope, sem avançar dados sobre a redução dos casos de caça furtiva no território moçambicano.

Por sua vez, Rose Masela, do departamento dos assuntos ambientais da Unidade de Gestão de Informação Nacional da Vida Selvagem da África do Sul, disse que é importante elevar o nível de cooperação entre os dois países na conservação da biodiversidade, considerando que a troca de experiências é elementar.

“A conservação ambiental está na agenda dos dois governos e entendemos que o maior desafio agora é mobilizar e consciencializar todos os departamentos dos nossos governos para se unirem contra este crime”, declarou Rose Masela.

De acordo com o ministro da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural, Celso Correia, falando por ocasião do Dia Internacional da Fauna Bravia na semana passada, mais de 300 pessoas foram presas por caça furtiva no ano passado em Moçambique e o país perdeu 50% da sua população de elefantes nas últimas duas décadas.

As reservas em Tete, no centro de Moçambique, e Niassa, no norte do país, são apontadas como as mais vulneráveis às ações de caçadores furtivos, devido à inexistência de um sistema de fiscalização mais eficiente.

Segundo um relatório do Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês), entre 2006 e 2012, cerca de 4.000 rinocerontes foram caçados ilegalmente em 11 países africanos.

Cerca de 95 por cento destes casos, informa o relatório, tiveram lugar na África do Sul e no Zimbabué, países que fazem fronteira com Moçambique e são considerados como centro da caça furtiva na África Austral.

Dados oficiais divulgados hoje à imprensa pelos representantes da parte sul-africana indicam que os caçadores furtivos mataram 1.215 rinocerontes em 2014 naquele país, contra 1.175 de 2015, uma redução de quarenta.

O aumento de casos de matança de rinocerontes pode ser explicado pela crescente procura dos seus chifres no mercado asiático, por causa das suas alegadas propriedades medicinais.

Existem cerca de 20 mil rinocerontes na África do Sul, que representam 80% da população mundial desta espécie.

 

Abertura de hotéis em Lisboa disparou no ano passado

O turismo português tem sido um dos grandes motores da recuperação económica nacional e os recordes continuam a cair todos os meses. O ano passado fechou com um balanço global muito positivo, juntando-se um máximo histórico de dormidas à continuação dos investimentos em novos hotéis, principalmente em Lisboa.

De acordo com a análise do mercado imobiliário feita pela CBRE, abriram portas 21 hotéis na capital durante o ano passado, o triplo dos 7 estabelecimentos inaugurados em 2014. Segundo os dados disponíveis, o número de dormidas em Lisboa aumentou 8,4% face ao ano anterior, uma subida que fica atrás do maior crescimento em território nacional: os Açores cresceram 20% na comparação com 2014, ultrapassando os destinos mais apetecíveis do país como o Algarve e o Porto.

Apesar de não ter registado um crescimento tão forte como outras zonas do país, o Algarve continua a ser responsável pela maior parte das dormidas de turistas, cerca de 35% do total. Lisboa surge a seguir com 25% e a Madeira fecha o pódio, com 14% das dormidas em Portugal.

 

Regime de Proteção de Crianças com doença oncológica aguarda por regulamentação há sete anos

Famílias afetadas por uma situação de cancro pediátrico deixam um apelo ao Governo, para que seja realizada uma alteração à lei atual da baixa por assistência a terceiros, devido às limitações inerentes em termos de período de tempo.

Neste momento, a lei indica que um dos progenitores tem direito a períodos de seis meses no máximo até um limite de quatro anos de baixa para poder acompanhar os filhos ao longo dos tratamentos, tempo esse que se assume como insuficiente para uma boa parte do período de terapêutica.

Pais e cuidadores associam-se à Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro (Acreditar) e criticam a legislação, que estará por regulamentar há sete anos, lembrando que nos casos de doença oncológica pediátrica, e porque em muitas situações existem recaídas, o tratamento não tem prazo.

A baixa por assistência aos filhos implica um corte de 40% no vencimento, o que pode gerar dificuldades financeiras que agravam a pressão psicológica e emocional decorrente da doença no seio familiar.
Famílias afetadas por uma situação de cancro pediátrico deixam um apelo ao Governo, para que seja realizada uma alteração à lei atual da baixa por assistência a terceiros, devido às limitações inerentes em termos de período de tempo.

Neste momento, a lei indica que um dos progenitores tem direito a períodos de seis meses no máximo até um limite de quatro anos de baixa para poder acompanhar os filhos ao longo dos tratamentos, tempo esse que se assume como insuficiente para uma boa parte do período de terapêutica.

Pais e cuidadores associam-se à Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro (Acreditar) e criticam a legislação, que estará por regulamentar há sete anos, lembrando que nos casos de doença oncológica pediátrica, e porque em muitas situações existem recaídas, o tratamento não tem prazo.

A baixa por assistência aos filhos implica um corte de 40% no vencimento, o que pode gerar dificuldades financeiras que agravam a pressão psicológica e emocional decorrente da doença no seio familiar.

Hospitais privados estão indignados e refutam acusações de eutanásia

Na sequência da polémica que instaurada relativamente à eutanásia e uma suposta prática da mesma, ainda que camuflada, nos hospitais nacionais, a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP), através de comunicado, vem desmentir que a mesma seja cometida nos hospitais privados.

“A APHP refuta, em absoluto, a existência de práticas de distanásia nos hospitais privados portugueses, como alguns comentadores, no âmbito do debate em curso sobre a problemática da Eutanásia, têm insinuado”, esclarece a associação, fazendo referência às declarações de Miguel Sousa Tavares, na SIC.

Recorde-se que o comentador referia que as unidades de saúde privada eram promotores de “um negócio da morte, que prolonga artificialmente a vida a pessoas que sabem não ter qualquer hipótese de voltar a ter uma vida normal”.

Em reação, o presidente da APHP afirma que “os hospitais privados têm confiança nos seus profissionais” e que para eles a “eutanásia e distanásia são indistintamente condenáveis”.

“Já é tempo de acabar, de uma vez por todas, com o preconceito segundo o qual os hospitais privados visam o lucro a qualquer preço e não olham a meios para atingir esse fim”, frisa Artur Osório Araújo, que salienta que em caso de “situações clínicas irreversíveis”, aquilo que os hospitais defendem é a ortotanásia. Isto é, “a decisão de não abreviar a sua vida (pela via da eutanásia) e muito menos prolongar inutilmente a sua agonia (pela via da distanásia)”.

“No caso dos doentes terminais, o recurso a tecnologia caríssima para prolongar a vida, além de representar um custo desnecessário, impõe mais sofrimento aos doentes e à sua família. É preciso ter a coragem de reconhecer que, a certa altura, chegamos a um limite. Esse é o momento de proporcionar mais conforto, de evitar a dor e o sofrimento inúteis, através da prática dos cuidados paliativos”, esclarece no comunicado enviado ao Notícias ao Minuto.

 

Processo de adesão da Turquia à União Europeia hoje em discussão

À chegada para a reunião com os chefes de Estado e do Governo dos 28, incluindo o primeiro-ministro português, António Costa, o responsável turco sublinhou a necessidade de se olhar para “o quadro geral e não apenas a migração irregular”.

“A Turquia está pronta para trabalhar com a UE e a cimeira de hoje não se vai apenas focar na migração social, mas também no processo turco de adesão”, informou.

Davutoglu notou que esta é a segunda cimeira entre os responsáveis do espaço comunitário e as autoridades de Ancara em três meses, o que prova o “quanto indispensável é a União Europeia para a Turquia e a Turquia para a União Europeia”.

“Temos vários desafios e a resposta é a solidariedade”, disse.

Nem os motores de barcos fogem às fraudes nas emissões

Primeiro a Volkswagen, depois outros gigantes dos carros, e agora, até uma fornecedora de equipamentos navais. O manto do escândalo das emissões excessivas de gases poluentes continua a ser destapado progressivamente e já nem os barcos escapam às suspeitas de fraude.

Em informações confirmadas pela própria empresa ao Wall Street Journal, a construtora finlandesa Wartsila admite que alguns funcionários em Itália alteraram propositadamente as emissões de gases poluentes de alguns motores, afetando cerca de 2% das unidades produzidas.

“Os desvios foram provocados por um número limitado de pessoas, que agiram claramente contra o nosso código de conduta e recomendações laborais ao influenciarem os resultados dos testes”, garantiu o presidente executivo da empresa finlandesa.

Em declarações aos jornalistas, Jaakko Eskola admitiu que a polémica é “um rude golpe na marca e reputação” da Wartsila, uma das mais conhecidas fabricantes de motores de barcos em todo o mundo.

 

Companhia aérea canadiana está a contratar assistentes de bordo que falem português

“O português é uma das nove línguas que esperamos contratar para as nossas aeronaves, na sequência da renovação da nossa frota. Alguns desses países podem no futuro serem servidos pela companhia”, disse Robert Palmer, diretor de comunicação da WestJet.

Além de assistentes de bordo que tenham como segunda língua o português, a companhia, com sede em Calgary, na província de Alberta, está à procura de candidatos que também falem francês, espanhol, alemão, italiano, holandês, cantonês, mandarim e japonês.

O responsável reconhece que alguns desses países podem no futuro virem a ser servidos pela WestJet, daí que faça sentido “iniciar-se proativamente” a procura de assistentes de bordo, pilotos, e outros membros da tripulação, que possam falar uma dessas línguas.

A WestJet tem mais de 140 aeronaves, adquiriu recentemente quatro Boeing’s 767-300, estando três deles em serviço, com outro a entrar em funcionamento em maio, o que lhe dá “a capacidade de chegar a outros destinos globais”, estando sempre a analisar “novas oportunidades” para os clientes.

Em 2015 a companhia aérea canadiana realizou mais de 200 mil voos, transportando mais de 20 milhões de passageiros, em mais de 100 destinos no Canadá, Estados Unidos, México, América Central, Caraíbas e Europa (Escócia, Inglaterra e Irlanda). A WestJet tem cerca de 12 mil empregados.

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