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Sara Soares

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BCE pede a Portugal que prossiga com reformas no mercado de trabalho

O relatório do BCE entretanto divulgado, no qual a instituição faz uma análise das reformas no mercado de trabalho levadas a cabo em Portugal, Espanha e Irlanda, conclui que no conjunto destes três países, “e em particular em Espanha e Portugal, que tinham uma legislação mais rígida que na Irlanda, as reformas foram implementadas para melhorar o funcionamento do mercado de trabalho e promover a empregabilidade a médio prazo”.

No entanto, assinala o BCE, “ainda não é possível tirar conclusões, mas estas reformas poderão estar relacionadas com os desenvolvimentos positivos do mercado de trabalho observados nestes três países”.

O relatório do banco central adverte, contudo, que apesar dos bons resultados, “alguns destes problemas [relacionados com o mercado de trabalho] verificados no período pré-crise persistem em Portugal e Espanha”.

Nos países em análise e, em particular, em Portugal, “a taxa de desemprego continua muito elevada”, sublinha o BCE, que assinala a existência da segmentação do mercado de trabalho, o que é “evidenciado pelo facto de, no emprego criado, a maior parte ser emprego temporário”.

No caso específico de Portugal, o BCE refere que foram introduzidas nos últimos quatro anos medidas em vários domínios, nomeadamente, o alargamento do âmbito das possibilidades de despedimento e a redução das respetivas indeminizações, assim como a duração do subsídio de desemprego, cuja cobertura foi alargada para aumentar a rede social.

Foi introduzido o banco de horas para reduzir as extraordinárias, tendo sido aumentado o tempo de trabalho através da eliminação de quatro feriados nacionais e dos três dias de férias anuais que eram até então concedidos como prémio de assiduidade.

Por outro lado, foram tomadas medidas para promover a negociação coletiva ao nível da empresa, assim como para melhorar a eficácia das políticas ativas de emprego.

Neste âmbito, o BCE destaca a simplificação dos programas de estágio e os incentivos à contratação de jovens.

No entanto, o BCE recomenda a estes três países que prossigam com as reformas “a um ritmo acelerado”.

O Empreendedorismo Verde

Sofia Santos

Sofia Santos, Economista*

Não tenho esta visão. Acredito que nem todos temos de ser empreendedores (entendendo empreendedorismo como a capacidade de criar empresas e o seu próprio trabalho), que não é expectável que todos tenhamos o perfil aventureiro e desafiante de um empreendedor e, acima de tudo, não temos ainda uma cultura de empreendedorismo genuína. Na realidade, para que o empreendedorismo floresça é necessário: a) um regime fiscal que o incentive; b) é necessário uma cultura de investimento a médio longo prazo (e não de curto prazo típico dos capitais de risco) pois só assim se conseguirão desenvolver outros negócios que não os meramente relacionados com as tecnologias de informação; c) e são necessárias também pessoas que, não tendo o perfil de empreendedor, tenham as competências técnicas e operacionais para realizar um bom serviço ou produto final.

Neste sentido, acredito que ainda há um longo caminho a percorrer para que tenhamos bom exemplos de empreendedorismo que se transformem em empresas grandes e geradoras de bem-estar económico social e ambiental a médio longo prazo, em vez de apenas ambicionarmos que um determinado projeto ganhe escala e seja vendido por um valor muito elevado a uma grande empresa. Se queremos que o empreendedorismo se generalize, então temos de ser realistas. E na realidade, a grande criação de emprego e a grande estabilidade dos números do emprego não dependem das empresas “gazelas” que são vendidas nos primeiros 5 anos de atividade. Dependem sim, da possibilidade das empresas crescerem as suas atividades de forma moderada e com precaução nos primeiros anos; da capacidade dos investidores em contratarem pessoas qualificadas com salários dignos e estimulantes e da compreensão pelos acionistas que o retorno a médio e longo prazo é mais importante do que a mera especulação feita em 2 ou 4 anos.

Expandir o empreendedorismo deveria implicar, a meu ver, desenvolver uma cultura empresarial que valorize o retornos a médio e longo prazo, pois só dessa forma conseguimos contribuir para uma sociedade mais estável, justa e feliz, o que, obviamente, contribui para o bem-estar da população. Em pleno século XXI, o bem-estar da população vai mais além do mero dinheiro; provêm de vários factores como “ factores humanos, factores ambientais e factores ambientais” . Na realidade, em 2009 foi publicado um relatório escrito pela Commission on the Measurement of Economic Performance and Social Progress (CMEPSP), uma iniciativa de Nicolas Sarkozy que contou com o trabalho de economistas como Joseph Stiglitz, Amartya Sen e Jean-Paul Fitoussi, onde se pode ler que  o bem-estar está relacionado com um conjunto de aspetos não económicos da vida, que incluem os desejos das pessoas bem como o contexto da natureza em que estão inseridos. Este documento vai mais longe ao afirmar que esse bem-estar só pode ser mantido no tempo se formos capazes de passar para as gerações futuras stocks de capital natural, físico, humano e social.

Assim, existe atualmente uma ótima oportunidade de juntar o conceito de empreendedorismo aos conceitos de bem-estar e de desenvolvimento sustentável. Na realidade, para que o empreendedorismo pudesse de facto ter um papel estrutural na economia Portuguesa, e atendendo que vivemos num país detentor dos recursos naturais mais valiosos à escala Europeia, seria interessante ver mais desenvolvido em Portugal o conceito empreendedorismo sustentável. Por empreendedorismo sustentável entende-se “os meios através dos quais as atividades empreendedoras podem resolver desafios ambientais, ao conseguirem superar as barreiras de mercado relacionadas com recursos ambientais” .

De acordo com o documento Compromisso para o Crescimento Verde publicado em 2015 pelo Governo, a economia verde já representa, globalmente, 4 biliões de euros, crescendo 4% ao ano. Na UE, os sectores verdes já representavam, em 2010, 2,5% do Produto Interno Bruto global da UE, e estima-se um crescimento anual de cerca de 30% até 2025, constituindo desta forma os sectores mais dinâmicos da região europeia. Com a recente COP 21 em Paris, ficou acordado o compromisso de se investir 100 mil milhões de dólares por ano em atividades que promovam a descarbonização da economia dos países em desenvolvimento. Na Europa, a estratégia Europeia para a Biodiversidade e a Estratégia Europeia para a Economia Circular vão também levar a vários mil milhões de investimentos em projetos que promovam uma economia mais verde, ou seja, uma economia que reduza os riscos para o ambiente e reduza a escassez ecológica. Tudo isto parece demasiado futurista. Mas não é. Trata-se já da realidade em que vivemos e à qual nos devemos adaptar o mais rapidamente possível. A educação tem um peso fundamental para a promoção de um empreendedorismo sustentável, ou empreendedorismo verde, como por vezes também é chamado. É necessário ensinarmos aos jovens estudantes que uma economia mais amiga do ambiente é geradora de bem-estar e de riqueza para o país e para todos os cidadãos. Existem cada vez mais casos concretos a servir de evidencia.

É neste contexto que tenho estado envolvida, com outras pessoas, no projeto JEVE – Jovens para o Empreendedorismo Verde e Empregabilidade, que pretende promover precisamente as competências de empreendedorismo associadas à economia verde. O JEVE lançou em Novembro de 2015 uma plataforma de E-Learning com uma formação totalmente gratuita sobre empreendedorismo e empreendedorismo verde, destinada aos jovens dos 18 aos 30 anos. Pode ser um bom começo para uma discussão mais aprofundada com os vários stakeholders, e o início de um debate informativo sobre o potencial da economia verde em Portugal.

* Sofia Santos é Economista, com Doutoramento sobre como podem os bancos promover uma economia verde. Para mais informações: http://sofiasantos2050.wix.com/foresight

Lóbi da Google junto da Comissão Europeia nem Durão Barroso poupou

Após cinco anos a ser investigada, a Google está a ser acusada pela Comissão Europeia de abuso de posição dominante por dar prioridade aos seus serviços de comparação de preços.

Após perceber que a gigante informática priorizava os seus serviços nos resultados de pesquisa em 12 países, a Comissão Europeia iniciou uma acusação forma em abril de 2014.

Aberta a investigação, o Parlamento Europeu aprovou uma medida para dividir o grupo, separando a área relativa ao motor de busca do segmento de publicidade e outros serviços.

Mas a Google não se deixa vergar com facilidade. Está, por isso, empenhada em deixar cair a acusação. E o lóbi tem sido a sua principal arma para o conseguir.

Segundo apurou o The Guardian, a gigante norte-americana já falou com dois presidentes da Comissão Europeia. Numa reunião com Durão Barroso, um dos fundadores da Google, Larry Page, terá pedido que o processo fosse arquivado e fosse aceite uma proposta de acordo.

Já o presidente executivo da Google, Eric Schmidt, pediu diretamente que o português pressionasse os comissários com vista a alcançar o seu objetivo.

E além de Jean-Claude Juncker ter sido abordado, vários membros do Senado e da Câmara dos Representantes dos EUA (cujas campanhas foram financiadas pela Google) tentaram interceder pela empresa.

Porém, os milhões de euros gastos em lóbi de pouco terão servido, já que a comissária europeia para a Concorrência, Margrethe Vestager, não mostra sinais de desistência. A investigação – e a acusação – é para prosseguir.

Pessoas com menos dentes vivem menos tempo

As pessoas com problemas cardiovasculares que possuem a dentadura completa correm menos riscos de morte do que aquelas com problemas cardíacos e que possuem menos dentes.

De acordo com um estudo do Hospital Universitário de Uppsala, na Finlândia, a perda de cada dente acentua o risco de morte por qualquer motivo, sendo que as pessoas que perderam todos os dentes e têm problemas de coração são duas vezes mais propensas a morrer.

Para o estudo, lê-se no site ABC.es, foram analisados os dados de saúde cardíaca e bocal de 15.456 pessoas de 39 países. Os participantes foram divididos tendo em conta o número total de dentes: nenhum, 1 a 14, 15 a 19, 20 a 25 e 26 a 32, sendo que o número máximo e total de dentes numa pessoa é 32.

Nos três anos e sete meses de estudo, os cientistas finlandeses detetaram 705 mortes cardiovasculares e 1.120 mortes por qualquer causa.

E quando relacionaram o número de dentes dos pacientes falecidos, os investigadores notaram que: passar de um total de dentes entre os 20 e os 25 para um total de 15 a 19 dentes aumenta o risco de sofrer um acidente cardiovascular em 6%, de morte cardiovascular em 17% e de morte por qualquer causa em 16%.

Quando comparados com os pacientes que mantiveram a dentadura com aqueles que perderam dentes no período de análise, os investigadores concluíram que aqueles que tinham perdido todos os dentes corriam um risco 27% maior de sofrer um episódio cardiovascular, 85% maior de morrer devido a problemas de coração e 81% maior de falecer por qualquer causa.

Nova bateria da Sony tem mais autonomia

A Sony desvendou que se encontra a trabalhar numa bateria capaz de aumentar a autonomia do smartphone em cerca de 40%, diz o Nikkei através do TechRadar.

De acordo com as informações reveladas até agora, a bateria substitui o lítio (material atualmente usado em bateriais) por enxofre, uma mudança que apesar de não ser uma novidade em si própria, beneficia de um novo método encontrado pela Sony para dar a volta à questão.

Além de mais eficientes, espera-se que estas baterias sejam mais pequenas, o que possibilitará no futuro smartphones ainda mais finos que os atualmente presentes no mercado. Todavia este futuro só acontecerá a partir de 2020, altura a partir da qual a Sony planeia implementar a tecnologia em dispositivos móveis. Até lá decorrerão testes para melhorar este método.

Complexo turístico inacabado no Alentejo vai a leilão por 4 milhões

A Herdade da Palheta, que inclui um hotel em fase de construção e uma área total de 300 hectares, vai a leilão na sequência da insolvência da empresa Euro-Atlântica III, Empreendimentos Urbanísticos, indica um anúncio publicado na página na Internet da leiloeira Leilosoc.

Consultado hoje pela agência Lusa, o anúncio refere que o empreendimento foi classificado como projeto de Potencial Interesse Nacional (PIN) e “prevê a construção de uma unidade hoteleira de características conventuais com 73 quartos, com base na casa senhorial já existente”.

O complexo turístico, segundo a mesma publicação, engloba 26 hectares de vinha, já plantada e em exploração, estando projetado um campo de golfe de 18 buracos, um aldeamento turístico com casas de campo e uma barragem.

Ivo Rodrigues, da Leilosoc, disse à Lusa que, apesar do nicho de mercado, é esperada a presença de “cerca de uma dezena” de investidores, incluindo estrangeiros, no leilão da Herdade da Palheta, que se realiza, na sexta-feira, às 14:30, numa unidade hoteleira de Évora.

Indicando que a missão da leiloeira é “recuperar o máximo de capital possível para os credores”, o responsável frisou que a venda da herdade “é muito importante para a economia local” e pode ter “impacto nacional”, porque pressupõe que “alguém vai investir e criar postos de trabalho”.

Contactado pela Lusa, o presidente da Câmara de Redondo, António Recto, afirmou que o município quer “ver concluído o projeto”, atendendo a que os benefícios da sua concretização “extravasam o concelho e têm impacto na região”.

O autarca lembrou que se trata de “um projeto PIN” de um conjunto de vários investimentos anunciado para o Alentejo pelo então primeiro-ministro, José Sócrates, numa cerimónia em Monsaraz, no concelho de Reguengos de Monsaraz, sendo que é “aquele que tem construção feita”.

“A empresa faliu com a conjuntura nacional e foi para um processo de insolvência” e a obra “foi-se arrastando ao longo de vários anos”, lamentou António Recto, mostrando-se otimista que algum investidor “pegue no projeto”, mesmo que faça algumas alterações.

“Estamos cá para, dentro daquilo que é legalmente possível, fazer as eventuais alterações para que se conclua o projeto”, acrescentou.

Segundo o edital publicado no portal judicial Citius, a Euro-Atlântica III, Empreendimentos Urbanísticos foi declarada insolvente pelo Tribunal de Loulé a 23 de novembro de 2012.

Novas regras de proteção de dados europeus não agradam às empresas

De acordo com o Business Insider, as tecnológicas que não respeitem a nova lei de proteção de dados vão enfrentar grandes multas. A nova regulação ainda tem de ser aprovada pelo parlamento europeu e só vai ter efeito, na melhor das hipóteses, em 2017.

As regras unem a Europa no assunto de proteção de dados e vai dar aos europeus mais controlo de como os seus dados são usados. As empresas que violem a nova lei terão de pagar 4% da sua faturação global. A Apple, por exemplo, teria de pagar quase 9,14 mil milhões de euros.

A Digital Europe, uma organização que representa a indústria de tecnologia na Europa, como a Google, Microsoft e Apple, entre outros, reconhece a importância da legislação, mas afirma que a lei “falha em colocar um balanço próprio entre proteger os direitos fundamentais dos cidadãos a nível de privacidade e a habilidade das empresas na Europa de continuarem competitivas”. A organização receia, ainda, a “habilidade dos negócios na Europa de investir, inovar e criar emprego”.

Ao Business Insider, o Facebook reconheceu, igualmente, a nova regulação que “permite a todas as empresas terem as mesmas regras em toda a Europa” e afirma que quer “fazer parte da discussão” da legislação.

Tribunal brasileiro ordenou suspensão do WhatsApp

As operadoras de telecomunicações brasileiras receberam ordens para suspender o WhatsApp durante dois dias.

A ordem de suspensão foi dada por um tribunal de São Paulo e terá sido o resultado de o WhatsApp não ter colaborado devidamente, de forma repetida, em investigações criminais, dá conta a BBC.

Neste momento não se sabe se as operadoras vão acatar a ordem e suspender a app que pertence ao Facebook e que é a app mais usada no país, com cerca de 9 milhões de utilizadores.

Conheça os primeiros cães a nascer por fertilização in vitro

Cientistas responsáveis pelo processo dizem que o processo poderá ajudar a erradicar doenças em cães…e humanos.

Sete cachorros nasceram a 19 de julho através de 19 embriões implantados numa cadela por cientistas da Universidade de Cornel e pela Instituição Smithsonian.

“Desde 1970 que as pessoas estavam a tentar fazê-lo mas sem sucesso, afirmou à CNN Alex Travis, professor de biologia, explicando que isso acontecia porque o sistema reprodutivo dos cães é diferente da da maioria dos mamíferos.

Os investigadores perceberam que se deixassem o óvulo do animal um dia extra no oviduto que havia uma probabilidade muito maior de fertilização e que se adicionassem magnésio à célula principal isso ajudaria a preparar o óvulo para o esperma.

“Fizemos essas duas alterações e conseguimos aumentar o nível de sucesso da fertilização em 80% a 90%”, revela.

O resultado foi o nascimento de sete cães alguns de raça pura beagle e outros um misto de beagle com cocker spaniel.

Há 300 endereços registados no domínio da Guiné-Bissau

“Temos aproximadamente 300 domínios registados entre empresas e particulares. Queremos mais, mas isso exige um trabalho de ‘marketing’ para as pessoas saberem que a Guiné-Bissau tem o seu domínio”, referiu.

João Bernardo Vieira garante que a divulgação vai continuar, porque o domínio “é uma questão importante. É a presença do país na Internet num mundo globalizado de novas tecnologias”, sublinhou.

Por 30 mil francos CFA (45,73 euros) é possível ter um endereço de Internet com a extensão .gw pelo período de dois anos.

O registo foi lançado a 26 de novembro de 2014 com o apoio da associação DNS.pt, responsável pelo domínio de topo de Portugal (.pt) e que colabora com outros países africanos de língua oficial portuguesa (PALOP) nesta área.

A ARN é desde 10 de julho de 2014 a entidade responsável pelo domínio .gw no seguimento de uma decisão da Internet Assigned Numbers Authority (IANA).

“Foi um longo trabalho de três anos, na altura como administrador da Autoridade Reguladora Nacional (ARN), com deslocações a Pequim e Buenos Aires com o objetivo de resgatar o domínio, o que conseguimos em 2014”, recorda João Bernardo Vieira.

A Guiné-Bissau tenta acertar o passo com o resto do mundo no que respeita às tecnologias de informação.

A meio deste ano entraram em funcionamento as primeiras ofertas comerciais de banda larga móvel do país.

“Com o 3G a oferta está a melhorar, mas obviamente que não gostaríamos de ficar por aqui. Há um esforço, um trabalho a ser empreendido, nomeadamente com a questão do cabo submarino”, refere o secretário dos Transportes e Comunicações.

A Guiné-Bissau é o único país da África Ocidental sem ligação direta a um dos cabos que atravessam o Atlântico e que servem de coluna dorsal da Internet, permitindo acesso a alta velocidade.

“Já tivemos garantia do Banco Mundial” no sentido de financiar a ligação a território guineense, mas o processo ainda não está fechado: a verba está assegurada “a 90%”.

Na altura em que “estiver contratada”, há um conjunto de ações a tomar.

“Há um estudo que indica onde será feita a amarração no país e iremos também informar todos os envolvidos para dar continuidade ao projeto”, conclui João Bernardo Vieira.

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