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Vanessa Ferreirinha

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DISCOVERY ESTREIA DOCUMENTÁRIO “PANDEMIA: COVID-19” A NÍVEL MUNDIAL

A rápida disseminação do COVID-19, uma nova estirpe do Coronavírus, deu origem a uma crise global de saúde pública que está presente nos nossos dias e virou o mundo do avesso. Da noite para o dia, este vírus mudou as nossas rotinas e a maneira como trabalhamos, bem como a forma como comunicamos com amigos e familiares, enquanto lidamos com as doenças e até com a perda de pessoas próximas. Mas como chegámos a esta situação? O que podemos aprender agora com cientistas e especialistas da área?

Para conhecer em profundidade todos os detalhes sobre a expansão desse vírus, o Discovery estreia no sábado, 4 de abril, a partir das 21 horas, ‘Pandemia: COVID-19’, um documentário especial em que cientistas e especialistas internacionais partilharão as suas pesquisas mais recentes com os telespectadores para oferecer uma visão aprofundada desta pandemia global e que contará com o testemunho de pessoas que enfrentam o Coronavírus na linha de frente, nos Estados Unidos da América.

 

 

PANDEMIA: COVID-19” (SÁBADO, 04 DE ABRIL, 21:00)

Um estudo publicado na revista científica Nature aponta para a origem animal do Coronavírus, que contém componentes muito semelhantes aos vírus que desenvolvem espécies como morcegos e pangolins. Há muitas notícias de que o COVID-19 transitou de animais para humanos num mercado em Wuhan, China. Mas como aconteceu isso? O documentário ‘Pandemia: COVID-19’ dará novas informações sobre o vírus que assombra todo o planeta e dados sobre o seu tratamento e transmissão, bem como os pontos que intrigaram os médicos e cientistas que encontraram doentes infetados pela primeira vez, por Coronavírus.

O que diferencia esta produção internacional do Discovery é a abordagem equilibrada que oferece, graças à participação de cientistas e especialistas na área. Os telespectadores poderão ouvir os principais especialistas médicos na linha de frente, e funcionários do Governo e doentes, que darão testemunhos em primeira mão. Além disso, os especialistas revelarão por que o COVID-19 é único e explicarão as razões pelas quais o mundo não estava preparado para isso, além de refletir sobre as ações que poderiam ter sido tomadas para conter a sua disseminação. Desta forma, durante mais de uma hora, este especial lançará uma luz sobre aqueles que lideram a luta para encontrar respostas, bem como uma possível cura.

O documentário também examinará como numa questão de semanas este vírus se espalhou pelo mundo, afetando países como China, EUA e Itália em maior escala, onde se regista um elevado número de mortes e pessoas infectadas. ‘Pandemia: COVID-19’ viajará para os EUA para descobrir a origem do surto no país, bem como para perceber como a rápida disseminação na cidade de Seattle e a dramática e inesperada expansão nos Estados Unidos. Analisará ainda os efeitos das medidas drásticas tomadas em todo o país que afetam instituições, escolas e empresas num grande número de estados, que foram forçados a fechar as portas para evitar a transmissão.

 

Nove passos que as PME devem seguir para implementar o teletrabalho

Assim, a Sage apresenta nove passos que as PME devem seguir neste processo de  adaptação ao trabalho remoto:

  1. Elaboração de um plano de contingência

O ideal seria tê-lo já definido antes desta crise, mas perante uma situação sem precedentes, é essencial que as PME sejam rápidas na definição do seu plano de ação.  Este plano deverá englobar não apenas decisões que digam respeito à equipa de direção, mas também orientações sobre como esta se deve relacionar com os colaboradores e outras partes interessadas (clientes, parceiros, fornecedores, etc).

  1. Avaliação de meios

Geralmente o teletrabalho não exigir equipamentos nem dispositivos sofisticados, mas é importante que cada colaborador trabalhe com as soluções e aplicações mais úteis para a situação. É ideal dispor de soluções de gestão online ou na cloud, uma vez que são altamente colaborativas e podem ser controladas a partir de qualquer lugar.

  1. Avaliação de tarefas impossíveis com o teletrabalho

Deve ser feita uma avaliação de todas as tarefas e a viabilidade da sua realização de forma remota. É necessário analisar o impacto que as tarefas que não se podem realizar dessa forma terão nos processos, nos recursos materiais e humanos da empresa e nas suas relações externas.

  1. Avaliação de colaboradores críticos

Os colaboradores vão enfrentar os processos de teletrabalho segundo as suas respetivas experiências, competências e formação. As empresas devem acompanhar mais de perto os colaboradores com mais responsabilidade, mas que se preveja que podem encontrar mais dificuldades neste processo – podem até considerar a sua orientação personalizada.

  1. Elaboração de indicadores de acompanhamento

As PME devem definir indicadores objetivos, simples de interpretar, continuamente acessíveis e informativos sobre como o desempenho dos colaboradores e como devem enfrentar as tarefas. Estes indicadores permitirão avaliar os progressos realizados na experiência do teletrabalho.

  1. Análise do impacto externo

Muitos encontros terão de ser adiados e alguns serviços terão de ser prestados ou recebidos de forma diferente. Neste sentido, é necessário um esforço maior de agenda e de comunicação para enfrentar estas mudanças da forma mais suave possível.

  1. Comunicação aos colaboradores

O feedback dos colaboradores relativamente ao plano de ação é muito importante e poderá implicar algumas retificações. É importante delinear um fluxo adequado de comunicação, incluindo a escolha dos melhores momentos para transmitir informações, de que forma deverá ser feito e a quem.

  1. Início da experiência

Os indicadores definidos devem orientar as PME na avaliação do que está, ou não, a ser bem realizado. Será necessário ir analisando os desvios e propondo medidas de correção.

  1. Regresso à normalidade

Também a operação de retorno à normalidade deve ser planificada. Pode acontecer que algumas das tarefas que tenham sido efetuadas com tanto sucesso que se pretenda a continuação da sua execução de forma remota. Seja como for, é muito importante a comunicação durante o processo de reajustamento das operações.

  1. Avaliação dos resultados

Após a experiência de teletrabalho em situações de crise, existem três aspetos essenciais que importa avaliar:

  • Qual foi o impacto da crise? O teletrabalho remoto contribuiu para moderá-lo?
  • Como se comportou a empresa em comparação com os seus concorrentes diretos?
  • Que ensinamentos se retiram sobre a aplicação do teletrabalho à empresa, e sobre a sua robustez face a situações de crise?

O teletrabalho é uma ferramenta muito útil e que permite contornar, em parte, a situação de incerteza gerada por este surto de COVID-19, garantindo a continuidade do negócio e impulsionando a modernização das ferramentas de trabalho. Se a sua implementação for realizada de forma cuidadosa e adequada, ele pode vir a revelar-se o elemento que faltava para que muitas PMEs possam enfrentar os desafios organizacionais do futuro demonstrar a sua capacidade de adaptação tecnológica em todos os momentos.

A Make-A-Wish® celebra 40 anos e lança desafios aos portugueses!

Como? É muito simples! Basta que aceite o desafio e, diariamente, partilhe com a Make-A-Wish o resultado em família! Agora, mais do que nunca, estamos todos ligados! 

Dia 29 de abril é celebrado pela quadragésima vez o Dia Internacional da Make-A-Wish®, e a celebração estende-se a todos os países onde está presente, incluindo Portugal, onde a fundação já existe há 13 anos.

Neste sentido, e uma vez que atravessamos uma fase menos boa para todos, mas na qual as famílias podem estar mais unidas, lançamos um conjunto de atividades e desafios, que se iniciam a dia 1 de abril e vão até dia 29, no Instagram da Make-A-Wish (@makeawishportugal)! Porque é sempre importante estarmos juntos e agora ainda mais! Os desafios terminam a 29 de abril com a celebração internacional dos 40 anos desde a realização do 1º desejo no mundo.

Para além desta comemoração, a campanha visa alertar a sociedade para a importância da realização de desejos que, sem dúvida contribuem positivamente para o quadro clínico de recuperação destas crianças.

Para Mariana Carreira, diretora da Make-A-Wish® Portugal“A realização de desejos é capaz de dar às crianças força para que consigam combater o estado de fragilidade em que se encontram”, acrescentando que “para além disso, é capaz de aumentar a esperança, encorajando-as a acreditar que tudo é possível. Para nós, a Make-A-Wish® Portugal, é muito recompensador sempre que um desejo é realizado!” concluiu a responsável.

Levar Esperança às crianças que aguardam a realização do seu desejo através da Consignação de IRS

Make-A-Wish® Portugal

Consignação do seu IRS é sinónimo de esperança! A Fundação Realizar um Desejo (Make-A-Wish) precisa da sua ajuda para continuar a realizar desejos! Consigne o seu IRS através do NIF 509 196 853.

Ajude, sem custos, a levar uma nova energia às 148 crianças que aguardam a realização do seu desejo! Muito obrigada!

APFertilidade recomenda que tratamentos de PMA previstos prossigam mediante aconselhamento médico

De forma a tranquilizar quem se encontra em tratamento de fertilidade, o diretor de laboratório de Procriação Medicamente Assistida (PMA) da Ferticentro e consultor da Direção-Geral de Saúde, Vladimiro Silva, explica que “não existem evidências fortes de quaisquer efeitos negativos da infeção COVID-19 na gravidez, especialmente na sua fase inicial”. O especialista indica que “existem alguns casos de mulheres que testaram positivo para a infeção COVID-19 que deram à luz crianças saudáveis, não portadoras da doença”. “Até à data não está documentado qualquer caso em que tenha ocorrido transmissão vertical do vírus. Também não temos dados científicos que nos permitam dizer que a realização de tratamentos de infertilidade no contexto atual esteja associada a qualquer risco”, acrescenta.

Para Vladimiro Silva é, contudo, importante esclarecer que “cada caso é um caso e depende muito de cada casal e até das circunstâncias em que trabalha o centro de Procriação Medicamente Assistida e a equipa médica e científica que o compõem”. O responsável exemplifica com o caso de “um centro de PMA que esteja incluído num hospital que está na primeira linha do combate ao COVID-19 não pode atuar da mesma forma que outro que esteja num local completamente independente e que permita a adoção de medidas preventivas do contágio.”

Perante os riscos de contágio que qualquer pessoa corre neste momento, o especialista adianta que “não faz sentido a realização de tratamentos em pessoas que cumprem os critérios para estar em quarentena ou isolamento profilático, sendo aliás até aconselhável interromper os processos clínicos nestas situações”. Por outro lado, “doentes que não estejam nestas circunstâncias e tenham os tratamentos planeados para uma data específica após longos processos de preparação, impossibilidade logística de o fazer noutra altura ou perante o risco de diminuição da reserva ovárica podem ser tratados, desde que garantidas as condições de segurança do processo”.

Cláudia Vieira, presidente da APFertilidade, sublinha, por sua vez, as recomendações da Sociedade Portuguesa de Medicina de Reprodução e do Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida, que sustentam que apenas os tratamentos já previstos devem prosseguir, na medida em que se poderia comprometer a terapêutica e o procedimento já numa fase mais avançada de realização. “É importante que os casais confiem no aconselhamento da sua equipa médica e manter a calma, apesar da situação atípica que vivemos”.

A responsável assegura que a APFertilidade está a acompanhar a situação da PMA desde que foram registadas as primeiras alterações no funcionamento dos centros, indicando que têm sido dadas garantias às mulheres e casais que os procedimentos já agendados irão decorrer sob as condições necessárias e obrigatórias de segurança e proteção. “A APFertilidade  continua a trabalhar e está disponível para esclarecer dúvidas relacionadas com a PMA e com a situação do COVID-19, sendo que, nesta fase, dúvidas mais específicas sobre o tratamento, devem ser esclarecidas com a equipa médica”, reforça Cláudia Vieira.

Cada trimestre de interrupção do comércio internacional pode custar €700 mil milhões

O combate à pandemia Covid-19 colocou a economia internacional em turbulência: o crescimento mundial, que a Euler Hermes já esperava que desacelerasse ligeiramente (2,4%, contra os 2,5% registados em 2019), está agora estimado em 0,8%.

Na Europa, o cenário é de forte recessão – o PIB da Zona Euro, tal como o da Alemanha, a maior economia europeia, deverá registar uma contração de -1,8%. Em Itália, o país até agora mais afetado pela pandemia, o crescimento ficará nos -3,5%. O dos Estados Unidos deverá ser de 0,5%. Isto, considerando um mês de fortes medidas de contenção da propagação do vírus. Se as medidas se prolongarem por mais um mês, a fatura sobe. Na Europa, por exemplo, o impacto no PIB será de -4,4%. A Euler Hermes estima que cada mês de medidas de contenção impacte entre 20 e 30% o crescimento das economias.

Aumento das insolvências: 13 mil empresas em risco na Europa

Antes da epidemia de Covid-19, já se antecipava uma desaceleração económica internacional, mas em muito menor escala. O atual surto reforçou largamente esta tendência, uma vez que está a colocar as economias e as empresas sob uma pressão intensa. A análise da Euler Hermes aponta para um aumento de 14% das insolvências em todo o mundo durante o ano de 2020 (16% na Europa Ocidental).

A líder mundial em seguro de créditos estima que o volume de negócios das empresas da Zona do Euro tenha uma quebra de entre -15% e -25% até ao pico da crise, no final de março. As margens operacionais podem decrescer entre 1 e 1,5 pontos percentuais. Apesar das intervenções dos governos para apoiar empresas (adiamentos de impostos, empréstimos, garantias estatais, etc.), que deverão ajudar a limitar os danos, o atual contexto de bloqueio da economia poderá levar à falência cerca de 7% das PME e mid-caps da Zona Euro – cerca de 13 mil negócios. 10% do total de empresas em risco estão em França, perto de 9% na Alemanha, 8% na Bélgica, 6% em Espanha e 5% em Itália. As insolvências vão aumente principalmente em Itália (+ 18%), Espanha (+ 17%) e Holanda (+ 21%). A Alemanha (+ 7%), a França (+ 8%) e a Bélgica (+ 8%) também deverão registar um aumento maior de insolvências do que o previsto antes da pandemia. Os setores que correm maior risco são a construção, o setor agroalimentar e o dos serviços.

1,5 milhões de empregos perdidos, mas recuperação no segundo semestre de 2020

Esta pausa na atividade económica coloca 65 milhões de empregos em risco ou a precisarem de apoio dos Governos. Contudo, uma vez que, embora seja acentuada, esta crise económica é de natureza temporária, os economistas apontam para que a taxa de desemprego na Zona Euro aumente apenas 1 ponto percentual, para pouco mais de 8%. Isto significa que poderá haver uma perda de até 1,5 milhões de postos de trabalho nos próximos 12 meses, particularmente os trabalhadores independentes ou com contratos temporários.

Assumindo que as medidas de contenção são bem-sucedidas, espera-se uma recuperação em “U” da atividade económica no segundo semestre de 2020. Contudo, a recuperação rápida não se aplicará a todos os setores, especialmente aos de retalho e turismo, que têm uma evolução mais lenta.

Transdev – restrições decretadas à mobilidade

Assim, num contexto em que a paralisação da atividade se antevê ainda longa, a Transdev informa o seguinte:

  1. A partir de 1 de abril a Transdev entrará no sistema de lay-off simplificado nas condições previstas pelo Governo para este período excecional;
  2. A adesão ao lay-off simplificado abrange os cerca de 2000 colaboradores do grupo de empresas da Transdev;
  3. Manteremos os serviços mínimos de mobilidade, que serão assegurados pelo número de colaboradores necessários por região, mantendo em vigor todas as medidas ditadas pela AMT e pela DGS no sentido de proteger clientes e colaboradores;
  4. Cientes de que esta decisão não é a mais favorável à manutenção e recuperação da economia do país, reforçamos que temos desenvolvido todos os esforços junto do Governo e das autoridades de transportes no sentido de encontrar medidas alternativas à situação de lay-off, que possibilitem um olhar mais positivo para o futuro;
  5. Nesse sentido, a Transdev continua a considerar que a medida mais relevante e imediata é o pagamento dos 9 milhões de euros que o Estado tem em dívida para com a empresa, de forma a assegurar a tesouraria e permitir o pagamento de salários;
  6. Como medida de curto prazo, a Transdev solicita que todos os operadores do país tenham as mesmas condições estabelecidas para os que operam nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto. Ou seja, garantir a receita recebida pela prestação de serviços de transporte público, com efeitos a 16 de março de 2020, tendo por base os valores do período homologo do ano anterior atualizado pela TAT – Taxa de Aumento Tarifário;
  7. A empresa propõe, também, a suspensão imediata de todos os processos de contratualização que estejam em curso, assim como o não lançamento de quaisquer procedimentos tendentes à contratualização das obrigações de serviço público.

Estarão os sistemas das empresas preparados para o teletrabalho?

Vivemos um período de incerteza no qual surgem diversas dúvidas, procuram-se soluções, e respostas para as quais a experiência e o contributo de todos é fundamental. É necessário que as empresas estejam preparadas para a possibilidade de parte (ou a totalidade) dos seus colaboradores não poderem trabalhar não só devido a doença, suspensão de transportes públicos, mas também porque a necessidade de realizar atividades à distância alargou-se às instituições educativas.

A questão que tem merecido a atenção de todos, nos últimos dias, é precisamente esta: Estarão os sistemas das empresas preparadas para que as suas equipas trabalhem remotamente?

A verdade é que uma grande maioria das organizações nacionais se focaram na tão falada digitalização de processos, mas ainda não assumiram na totalidade a transformação do posto de trabalho, ou seja, a adoção de um verdadeiro Modern Workplace.

“Sempre que falamos com os nossos clientes sobre acesso fora do perímetro físico e da rede interna, levantam-se questões sobre a gestão de identidades e controlo de acessos” Rui Costa – CTO ARMIS

Situações como esta ocorrem porque as organizações ainda não depositam total confiança nos sistemas que utilizam, acabando por não beneficiar das vantagens de mobilidade e de flexibilidade que estes potenciam.

Nos últimos anos, tanto as médias/grandes empresas como as multinacionais adquiriram tecnologias e sistemas que lhes permitem manter as suas funções ativas mesmo em regime de teletrabalho, não afetando a eficiência nem a produtividade. Importa, contudo, ressalvar algumas premissas porque nem todos os sistemas estão corretamente implementados ou configurados.

A adoção de soluções inovadoras não só facilita a colaboração entre as equipas como também nos permitem centralizar a monitorização de acessos, sabendo quem está a aceder ao quê e quando, de forma transversal, controlada e segura. Esta monitorização de acessos é facilmente aplicável pelos departamentos de IT das organizações.

Os benefícios estão à vista e tornar estas ferramentas ainda mais seguras e adaptadas a cada organização, é uma ação relativamente rápida e simples.

A necessidade de adaptação à transformação digital incidiu também sobre as instituições educativas. Se o termo “Modern Workplace” já nos é familiar, chegou a altura de “Modern Classroom” também o ser.

É possível promover uma experiência digital a professores e alunos, sem causar impactos negativos às atividades letivas. O ambiente educativo de uma sala de aulas física pode ser replicado, recorrendo a ferramentas adequadas.

Grandes tecnológicas internacionais estão a potenciar a utilização de ferramentas de colaboração e a disponibilizá-las gratuitamente para que alunos e professores possam partilhar tarefas e exercícios na comunidade escolar, organizar a agenda e até aceder aos materiais disponíveis através de aplicações simples.

A existência de um canal de comunicação para professores e alunos irá promover comunidades de estudo ativo e permanente e alavancar a experiência digital no âmbito escolar.

A nossa experiência com clientes internacionais permite-nos confirmar que é possível efetuar este tipo de configurações à distância. Por serem ferramentas user-friendly, intuitivas e de rápido deployment, as organizações podem, num espaço temporal de dias, transformar espaços de trabalho e salas de aula de uma forma escalável e executar ações para uma completa adaptação às novas necessidades.

 

Rui Costa

Chief Technology Officer | ARMIS

Primeiro “Drive Thru Livreiro” do Mundo

Conforme anunciou na sexta-feira passada, a Livraria Lello celebrará a partir de dia 01 de abril quarta-feira, a literatura e os livros, considerados pela Exma. Senhora Ministra da Cultura, Dra.

Graça Fonseca, um bem de primeira necessidade, abrindo o primeiro “drive-thru” livreiro do mundo.
Este “drive-thru” livreiro funcionará de segunda a sexta-feira, das 10h00 às 12h00, sendo que diariamente a Livraria Lello oferecerá um livro diferente da sua The Collection. O primeiro livro a ser oferecido é a Mensagem, de Fernando Pessoa, onde o autor relembra um povo heróico, audaz e com raça, que enfrenta todas as tormentas.

Uma analogia com as tormentas que enfrentamos hoje. No dia 02, Dia Internacional do Livro Infantil, será oferecido o livro Na Livraria Mais Bonita do Mundo, dirigido aos mais pequenos, e no dia 03 de abril ofereceremos O Livro da Selva, essa história mágica sobre um menino que cresceu no meio de uma matilha de lobos, e que apesar de não ser a sua família de sangue, a defendeu como se fosse. Uma outra analogia para este sentido de comunidade que todos hoje vivemos.

Esta oferta de livros estará apenas dependente de uma inscrição prévia, feita para o email info@livrarialello.pt , enviando os dados pessoais (nome, morada, email e contacto telefónico) até às 18h00 do dia anterior em que o leitor pretende dirigir-se ao “Drive Thru Livreiro” da Livraria Lello. A entrega dos livros será, neste modelo excepcional, feita por um colaborador da Livraria lello, que cumprirá todas as normas de segurança e higiene, e entregará os livros diretamente na janela dos carros dos leitores que tenham agendado essa entrega no “Drive Thru Livreiro” da Livraria Lello. De referir que toda a atividade comercial da Livraria Lello, suspensa desde o dia 14 de março, continuará suspensa.

Este é um verdadeiro ato de “Amor nos Tempos da Cólera” da Livraria Lello e da sua equipa para com os seus leitores, a sua cidade, que são o seu mundo. Uma forma de devolver à comunidade algum conforto e algum alento nestes tempos tão difíceis.

Kaspersky alerta para trojan bancário que pede dinheiro em troca de informações falsas sobre pessoas próximas infetadas com COVID-19

A partir do momento em que é transferido para o telemóvel da vítima, este trojan pode receber uma ordem por parte do hacker para abrir uma página web denominada “Coronavirus Finder”, que assegura que há pessoas próximas de si infetadas com o vírus. Para saber onde estão estas pessoas, é pedido às vítimas que paguem 75 cêntimos para lhe ser revelada a informação. Caso a mesma concorde, é imediatamente transferida para uma página de pagamento, onde tem que introduzir os seus dados do cartão de crédito. Porém, uma vez introduzidos estes dados, a quantia acaba por nem ser cobrada, nem a vítima recebe qualquer informação sobre as “pessoas infetadas”. Em vez disso, são os seus dados do cartão de crédito que vão parar às mãos dos hackers.

O “Ginp” é um trojan que evoluiu rapidamente desde que apareceu pela primeira vez, adquirindo, ao longo do tempo, novas capacidades. Embora nos últimos tempos os alvos tenham sido maioritariamente indivíduos residentes em Espanha – 83% das vítimas são espanholas -, tudo indica que os hackers estão a planear atacar outros países.

“Durante meses, os hackers tentaram tirar partido da crise provocada pelo coronavírus, lançando ataques de phishing e criando malware sobre esta temática. No entanto, esta é a primeira vez que vemos um trojan bancário aproveitar-se da pandemia. É alarmante, sobretudo porque o «Ginp» é um trojan muito eficaz. Desta forma, aconselhamos os utilizadores de Android a estarem particularmente atentos neste momento: pop-ups, páginas de web desconhecidas e mensagens espontâneas sobre o coronavírus devem ser sempre vistas com ceticismo”, realça Alexander Eremin, especialista em segurança da Kaspersky.

Para evitar estar exposto ao “Ginp” ou a outros trojans bancários, os especialistas Kaspersky recomendam:

  • Transferir aplicações apenas das lojas oficiais para Android.

  • Não clicar em links suspeitos e nem dar informações sensíveis, tais como palavras-passe ou informações de cartão de crédito.

Os produtos da Kaspersky detetam e bloqueiam com sucesso esta ameaça. Saiba mais informações sobre o “Ginp” no Kaspersky Daily.

Barómetro Nielsen Covid-19: Portugueses correm às lojas para armazenar produtos essenciais

Corrida ao armazenamento de produtos “essenciais”

Constata-se uma preocupação acrescida entre os portugueses com o armazenamento de produtos de higiene pessoal e do lar (+95% na semana 11 face à semana homóloga) e produtos alimentares (+91%).

Nos produtos de Higiene Pessoal e do Lar, é o Papel Higiénico que regista o maior crescimento (acima dos 200%) mas Lenços, Rolos e Guardanapos, Produtos para Roupa e Loiça, Limpeza do Lar, Higiene Corporal, Fraldas/Toalhetes e Cuidados de Saúde também ultrapassam o dobro das vendas.

Já no que respeita à Alimentação, as Conservas e Produtos Básicos mantêm-se no topo, com crescimentos acima dos 200%. Produtos Instantâneos, Alimentação Infantil, Congelados e Azeite/Óleos /Condimentos e Temperos crescem também de forma muito acentuada, ultrapassando o dobro das vendas na semana 11 (crescimentos >100%).

Preocupações dos consumidores ditam consumo

A Nielsen identifica as seis etapas de adaptação do consumidor perante esta nova realidade: a compra proativa de Saúde, a gestão reativa da Saúde, a preparação da despensa, a preparação para quarentena, a vida com restrições e a vida sob uma nova normalidade.

Na semana em análise (semana 11), a OMS declarou a Covid-19 como pandemia e foi anunciado o encerramento de todas as escolas. Foi também nesta semana que o continente europeu se tornou o epicentro deste surto.

Portugal entra assim na terceira das seis etapas identificadas pela Nielsen – #3 Preparação da Despensa.

Preparar a despesa foi uma preocupação transversal em todo o território

A preocupação com o armazenamento foi sentida, de forma global, em todo o território nacional, com fortes crescimentos em todos os distritos (entre 59% e 74%).

De forma notória, assistimos a um crescimento no valor de vendas face ao período homólogo (para a semana 11) nos distritos de Bragança – que se destaca com +74% –, Santarém, Guarda, Setúbal, Lisboa, Leiria, Porto e Vila Real.

Crescimento em todas as tipologias de lojas

O crescimento verificado nesta semana de análise acontece em todas as tipologias de lojas: Hipers crescem 60%, Supers Grandes 75% e Supers Pequenos 57%, não havendo já nenhum que se destaque de forma tão evidente.

“Depois desta verdadeira corrida às lojas para prepararem a sua despensa, os portugueses passam para uma nova fase: a preparação para a vida em quarentena. Nessa nova etapa, a procura pelo online começa a ser cada vez mais evidente e poder-se-ão notar algumas diferenças nas tipologias de loja escolhidas. Será também interessante verificar o impacto que o anúncio do fecho de estabelecimentos comerciais poderá ter no retalho alimentar e nas decisões de compra dos consumidores portugueses”, comenta Marta Teotónio Pereira, Client Consultant Senior da Nielsen.

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