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Vanessa Ferreirinha

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A importância estratégica e competitiva do Porto de Setúbal

A conferência integra uma mesa redonda intitulada “Internacionalização do Porto de Setúbal” onde a Presidente da APSS – Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra estará como oradora. Entre as presenças neste painel contam-se ainda Jorge d’Almeida, da SACONSULT, Rui d’Orey, da Orey Shipping e Augusto Rosário, da WEC Lines (IBEROLINHAS).

Outro dos temas em destaque é o V Centenário da Circum-Navegação de Fernão de Magalhães, onde a primeira viagem à volta do mundo vai ser analisada na perspetiva de ter sido o primeiro passo em direção à globalização.

A sessão de encerramento, às 12h20, está a cargo da presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, com uma comunicação sobre “O lugar de Setúbal no Mundo”.

O V/ órgão de comunicação social está convidado a marcar presença nesta iniciativa da Semana do Mar 2019 que decorre em Setúbal até ao próximo domingo. Programa completo da conferência em anexo.

Mais de 160 grávidas caminharam pela Natalidade no Porto

O valor angariado com as inscrições totalizou os 614 euros e a organização da Maratona duplicou o valor e doou um total de 1.228 euros à Associação Vida Norte, uma instituição que se dedica a acompanhar grávidas em situação de dificuldade e a promover a vida e a família.

“Numa altura em que Portugal se apresenta como um dos países com a menor taxa de natalidade da União Europeia, estamos conscientes da importância deste tipo de eventos. Este ano, entregámos, mais uma vez, o dobro do valor das inscrições à associação Vida Norte, que contribui para a melhoria de um grande número jovens grávidas em situações de dificuldade e que nos deixa muito satisfeitos por, de alguma forma, podermos contribuir para esta missão”, comenta Luís Melo, administrador do laboratório sediado no Porto.

Todos os participantes receberam ofertas dos parceiros da BebéVida e foram convidados a participar nas diferentes atividades que decorreram ao longo da manhã. Às grávidas com mais de 17 semanas de gestação

foi ainda oferecida uma sessão de captação de imagem 4D por cinco minutos, que permitiu conhecerem o sorriso dos seus bebés mesmo antes do nascimento.

“Esta é uma iniciativa que nos enche de orgulho e que de ano para ano cresce em número de participantes. Este ano o sol escondeu-se mas isso não impediu que fosse uma edição muito participada e cheia de animação.”, acrescenta o responsável da Bebévida.

Facebook mantém developers debaixo de olho e já suspendeu dezenas de milhares de apps

Foto Sapo.pt

Em 2018 o caso da Cambridge Analytica teve um grande impacto no Facebook e desde então a empresa de Mark Zuckerberg tem vindo a apostar numa investigação sobre developers de aplicações. Agora, numa publicação no blog oficial, a rede social vem anunciar que após esse escândalo suspendeu “dezenas de milhares” de aplicações por usos indevidos e manipulação incorreta de dados, num universo de milhões. Mas a investigação interna está “longe de terminar”.

Desde março de 2018 e o famoso caso que veio a público sobre os 87 milhões de utilizadores que viram os seus dados “vasculhados” por terceiros, a empresa que detém também plataformas como o WhatsApp e o Instagram prometeu que ia rever todas as aplicações anteriores a uma alteração de políticas em 2014 e que tinham acesso a uma grande quantidade de dados. Na altura, Marck Zuckerberg garantiu que a plataforma tinha o dever de proteger os utilizadores.

Essa investigação envolveu centenas de pessoas, desde advogados, investigadores externos, analistas de dados, engenheiros, especialistas em política e outros membros parceiros da empresa, bem como colaboradores do Facebook. A análise “ajuda a compreender os padrões de abuso, a fim de erradicar os developers com más intenções”, pode ler-se na publicação.

Inicialmente, a empresa identificou as aplicações com base no número de utilizadores e dos dados a que os developers podiam aceder. Mais recentemente, a empresa passou a identificar também aplicações com potenciais sinais de abuso de políticas. Quando identificados esses possíveis sinais, a empresa realizou um “exame” mais intensivo, que inclui uma investigação do developer da aplicação na plataforma. Dependendo dos vários resultados podem ser tomadas várias medidas, exigindo, por exemplo, que os developers enviem perguntas mais detalhadas, realizem investigações ou que banam uma aplicação da plataforma.

Para Mark Zuckerberg o futuro do Facebook está na privacidade dos seus utilizadores. Mas o Facebook esclarece que este “processo significativo” não terminou. Até ao momento a investigação analisou milhões de apps e dessas dezenas de milhares foram suspensas por vários motivos. As suspensões estão relacionadas com cerca de 400 developers, mas que não representam “necessariamente uma indicação de que essas aplicações representam uma ameaça para as pessoas”.
Fonte Sapo.pt

A festa “Revenge of the 90’s” vai voltar a percorrer o país. Digressão começa a 31 de outubro no Porto

Foto Observador

A festa “Revenge of the 90’s”, que celebra as memórias da cultura popular dos anos 1990, vai voltar a percorrer Portugal em digressão este outono e inverno, depois de uma primeiro tour em 2018. A primeira festa acontecerá a 31 de outubro, no Porto, em local a anunciar. Seguir-se-ão, depois, eventos do “Revenge of the 90’s” em Viseu, Coimbra, Leiria, Beja, Aveiro, Madeira e Lisboa — a capital acolherá, como habitualmente, a festa de passagem de ano, o chamado “Revengeillon Noventeiro” —, até ao final de 2019.Esta segunda digressão do evento vai prosseguir no próximo ano com festas “por mais dez cidades a anunciar brevemente”. A informação foi avançada pela organização do “Revenge of the 90’s”, num vídeo transmitido em direto e num comunicado que detalha alguns dos ingredientes das próximas festas: contarão com a presença de “dez artistas internacionais” — cujos nome e distribuição por data e cidade serão revelados “brevemente” —, com alguns repetentes do “Revenge of the 90’s” e com novidades nacionais.

Uma das novidades passa pela transformação da banda residente da festa de celebração dos anos 1990. Os SantaManel (um trocadilho com o nome do projeto português de eurodance Santamaria), que “já foram Power Rangers, Tartarugas Ninjas ou super guerreiros do Dragon Ball”, surgirão nesta nova digressão com novas vestes, como “personagens do filme de animação Toy Story“: mais especificamente como “Buzz Lightyear, Woody e companhia”, para “mais um momento de puro revivalismo”.

Outra das novidades da próxima digressão nacional da festa “Revenge of the 90’s” é a participação do cantor português Olavo Bilac (ex-Santos e Pecadores), que vai interpretar êxitos dos anos 1990 como “Não Voltarei a Ser Fiel” e “Fala-me de Amor”. Outra participação nova será a de Viviane, cantora da banda portuguesa Entre Aspas, que recordará canções como “Uma Flor, Uma Pequena Flor”.

Os Onda Choc e os Ministars, apresentados pela organização como “as duas principais bandas infantis dos anos 90, em Portugal”, também vão atuar em festas que acontecerão ainda este ano. Outras presenças que passarão pela digressão nacional serão as de Ágata, Batatinha e Companhia, Iran Costa, Melão (Excesso), Non Stop, Nuno Barroso e Toy“, revela a organização.

Os bilhetes para as festas “Revenge of the 90’s” que acontecerão ainda este ano serão colocados à venda a partir do dia 30 de setembro, no site oficial do evento e através de relações públicas do mesmo.

 

Fonte Observador

ERS recebeu quase 40 mil queixas sobre serviços de saúde no primeiro semestre de 2019

Foto Agência Lusa

Quase 40 mil reclamações sobre unidades de saúde públicas, privadas e sociais foram apresentadas no primeiro semestre deste ano à Entidade Reguladora da Saúde (ERS), representando mais de 85% dos processos recebidos por esta entidade, segundo dados divulgados esta segunda-feira.

No setor público, o Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHULN) foi o estabelecimento que recebeu o maior número de queixas (1.652), enquanto no setor privado foi o Hospital CUF Descobertas (1.042) e no setor social o Hospital da Prelada da Santa Casa da Misericórdia do Porto (34), segundo um relatório da ERS.

Os dados revelam que, no total, foram submetidos à Entidade Reguladora da Saúde nos primeiros seis meses do ano 46.056 “processos REC” (reclamações, elogios ou sugestões) relativos a estabelecimentos sob a responsabilidade de 823 entidades.

A maioria dos processos dizem respeito a reclamações (39.540), seguidos dos elogios (5.819) e sugestões (511). Há ainda 186 processos “mistos” que podem conter mais do que uma tipologia.

O Hospital de Vila Franca de Xira (gerido em parceria público-privada) foi o estabelecimento que recebeu mais elogios no setor público (333). No setor privado foi o Hospital da Luz – Lisboa (274) e no setor social o Hospital Luciano de Castro em Anadia (38).

Dos 46.056 processos, 31.474 eram relativos a situações ocorridas já no ano de 2019, indica o relatório, que aponta uma descida de 12,3% em relação a igual período do ano anterior.

Segundo a ERS, este “aparente decréscimo de 12,3%” deve-se ao “aumento extraordinário que se verificou no 1.º semestre de 2018, na sequência do esforço suplementar de atualização de processos pendentes nos prestadores, desenvolvido no fim de 2017 e início de 2018”.

Como resultado desses “esforços”, verificou-se um acréscimo significativo no volume de processos decididos no primeiro semestre de 2019, tendo a ERS emitido decisão relativamente a 95.823 “processos REC”, o que representou um acréscimo de 207% em relação a igual período do ano anterior

Dos processos decididos pela ERS neste período, 93% foram terminados, 6% continuaram a ser analisados internamente e 0,5% foram encaminhados externamente.

Dos 580 processos cuja decisão foi no sentido do encaminhamento para entidade externa, por conterem matéria que extravasava as competências da ERS, a maioria (80%) foi remetida para a Ordem dos Médicos, seguida da Ordem dos Enfermeiros (13,8%) e da Ordem dos Médicos Dentistas (3,6%)

Dentro das reclamações, o tema mais frequentemente mencionado nos processos decididos pela ERS foi o de “Procedimentos Administrativos” (26,4%), seguido da “focalização no utente (23,9%), “acesso a cuidados de saúde” (20,9%), “cuidados de saúde e segurança do doente” (20%).

Os “tempos de espera” motivaram 14,7% das reclamações, as “questões financeiras” 9% e as “instalações e serviço complementares” 5,5%, adianta o relatório da ERA relativo ao “sistema de gestão de reclamações”.

Os dados disponibilizados têm por base a informação recolhida através de duas plataformas da ERS: o Sistema de Registo de Estabelecimentos Regulados (SRER) e o Sistema de Gestão de Reclamações (SGREC).

 

Fonte Agência Lusa

Afinal, economia portuguesa cresce 2,4% em 2018 e 3,5% em 2017

Foto Observador

A economia portuguesa, afinal, cresceu 2,4% em 2018 (em vez dos 2,1% que tinham sido estimados), depois de o INE ter revisto a base das Contas Nacionais Portuguesas — um processo que ocorre a cada 5 anos, seguindo recomendações internacionais. Mas não foi só o ano passado que sofreu alterações: o Produto Interno Bruto de 2016 foi revisto para 2% (antes era 1,9%) e o de 2017 passou para 3,5% (a estimativa anterior apontava para 2,8%).

“Comparativamente com resultados anteriormente divulgados para 2017 e 2018, as Contas Nacionais agora disponibilizadas revelam um maior crescimento económico embora se mantenha a indicação de aceleração em 2017 seguida de abrandamento em 2018”, sublinha o INE.

Em 2017, o INE destaca “o elevado crescimento do Investimento (11,9%)” e em 2018 indica que esta rubrica se mantém “como a componente mais dinâmica (crescimento de 6,2%)”.

As alterações “refletem sobretudo a incorporação de informação então não disponível, nomeadamente ao nível de alguns setores de atividade e da Balança de Pagamentos e, em menor grau, a alteração da composição do PIB em consequência da mudança de base”.

“Na revisão do nível do PIB de 2017 em 0,7%, aproximadamente 0,5 pontos percentuais (p.p.) correspondem a uma revisão em alta da formação bruta de capital, essencialmente FBCF [Formação Bruta de Capital Fixo] em construção e variação de existências, e 0,2 p.p. à revisão dos dados do comércio internacional de bens e serviços, particularmente das exportações de serviços”, explica o INE.

O instituto adianta que, “comparativamente com resultados anteriormente divulgados para 2017 e 2018, as Contas Nacionais agora disponibilizadas revelam um maior crescimento económico embora se mantenha a indicação de aceleração em 2017 seguida de abrandamento em 2018”. O INE explica que, com a publicação das Contas Nacionais Anuais — Base 2016, inicia-se a nova série de Contas Nacionais, que substitui 2011 por 2016 como ano de referência e que, tal como as anteriores séries, se inicia em 1995.

O INE adianta que “esta mudança de base insere-se nas revisões regulares, que se realizam de 5 em 5 anos, com o objetivo de introduzir desenvolvimentos metodológicos e incorporar resultados de fontes cuja disponibilização de informação tem uma frequência mais baixa que a anual, visando dessa forma obter uma representação mais exata da atividade económica”.

Fonte: Observador

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