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Vanessa Ferreirinha

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Tratamentos e qualidade de vida dos doentes com cancro do pulmão em debate

Como se vive com cancro do pulmão, quais as terapêuticas disponíveis para o tratamento da doença, de que forma se pode melhorar a qualidade de vida dos doentes são algumas das questões em debate na Sessão de Esclarecimento sobre Cancro do Pulmão, uma iniciativa da Pulmonale – Associação Portuguesa de Luta contra o Cancro do Pulmão. No dia 17 de outubro, entre as 17h30 e as 19h00, o auditório do Centro Hospitalar Universitário do Porto transforma-se no palco de uma partilha de informações, com entrada livre.

A iniciativa, que se antecipa as comemorações do Mês do Cancro do Pulmão, assinalado em novembro, insere-se nas celebrações dos 10 anos de atividade da Pulmonale ao serviço da informação e esclarecimento sobre o cancro do pulmão.

De acordo com os dados da Direção-Geral da Saúde, o cancro do pulmão continua a ser, em Portugal, o tumor maligno que mais vidas rouba. Uma tendência que é, de resto, global: segundo a Agência Internacional para a Investigação do Cancro, os cancros do pulmão e mama são os líderes em termos de número de novos casos. “Estes números justificam que se fale sobre o tema, que se reforce a informação sobre a doença, que continua a ser das que mais mata em Portugal”, refere Isabel Magalhães, presidente da direção da Pulmonale.

“Apesar da evolução no conhecimento sobre o cancro do pulmão, assim como nos seus tratamentos, há ainda muito trabalho a fazer na consciencialização da população em geral”, acrescenta a responsável.

Mais de duas mil turmas continuam sem professores

O ano letivo já arrancou há mais de um mês e existem, pelo menos, 2175 horários para professores por preencher devido à falta de docentes, escreve o Jornal de Notícias (versão em papel). Do total, 1775 estão incompletos e, pelo menos, 147 que, apesar de completos, não foram aceites ou não tiveram candidaturas nas reservas de recrutamento nacionais, passando para concursos feitos pelos agrupamentos de escolas.

 Informática, Geografia e Inglês são as disciplinas mais afetadas. De acordo com as contas do professor e especialista em estatísticas da educação Arlindo Ferreira, há 288 horários por preencher na disciplina de Informática.

A falta de professores sente-se mais na região de Lisboa e Vale do Tejo e Algarve, segundo as contas de Arlindo Ferreira. Nestas zonas, estão por preencher 1213 horários: mais de metade dos que estão ainda vagos. Só em Lisboa, faltam 110 professoresAs rendas altas são uma das razões para a recusa dos contratos — o que leva o presidente da Associação Nacional de Diretores, Filinto Lima, a defender como urgente a aprovação de um subsídio de alojamento, nesta legislatura.

No Algarve, há professores instalados em parques de campismo“, denunciou Pedro Tilde, diretor da Escola Secundária Du Bocage, em Setúbal.

Ao Jornal de Notícias, o Ministério da Educação revelou ter sinalizado “casos muito pontuais” de escolas que estão com dificuldade em preencher horários.

Fonte Agência Lusa

Comunidade da Beira Baixa aposta em “Três Dias, Três experiências”

Sob o lema “Beira Baixa: Três dias, Três Experiências”, esta estratégia aposta em mostrar os produtos e locais que o visitante pode descobrir ao nível do turismo de natureza, do turismo cultural e do turismo gastronómico, explicou à agência Lusa o secretário executivo da Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa (CIMBB), Hélder Henriques.

 “O que pretendemos é mostrar às pessoas as grandes potencialidades do território. Convidá-las para virem, no mínimo por três dias, com a convicção de que as nossas propostas e o facto de este ser um destino alternativo e bastante atrativo as leve a regressar ou a ficar mais dias”, apontou.

Com o grande objetivo de ajudar o desenvolvimento territorial por via do turismo, este programa tem apostado em instrumentos que facilitem as visitas e que levem a mensagem de que esta região lhes permitirá fazer “uma pausa” na sua rotina diária, usufruindo de tranquilidade, cultura e gastronomia em ambiente natural.

“O que estamos a dizer é que temos aqui um refúgio para todos os que queiram escapar do ‘stress’ do dia-a-dia e que há cá muito para conhecer e saborear com a vantagem de o fazer num território muito genuíno e que ainda mantém características naturais“, acrescenta Hélder Henriques.

Com particular atenção para os mercados nacional e espanhol, este programa já levou à criação da aplicação móvel “Visit Beira Baixa” e também tem chamado fotógrafos para registarem os locais de interesse menos comuns e para os darem a conhecer, além de ter construído roteiros que passam por diferentes concelhos da Beira Baixa. O projeto também tem apostado na promoção e divulgação de eventos que podem atrair visitantes e tem agora em marcha uma visita (uma ‘short-break’) para jornalistas e bloggers de viagem, que deverá contribuir para divulgar os diferentes roteiros.

Hélder Henriques lembra que há vários pontos de destaque em cada um dos concelhos da CIMBB e aponta alguns exemplos incontornáveis, como a travessia do trilho dos Apalaches, em Oleiros, ou os passeios de barco no rio Tejo. Do turismo de natureza para o turismo cultural, inscreve-se a possibilidade de conhecer a cidade de Castelo Branco e a sua rede de museus, ou de participar na recolha de lenha para o maior madeiro de Natal do País, em Penamacor, descobrindo também toda a rota de madeiros. Idanha-a-Velha, Monsanto, Penha Garcia e os vários monumentos da Beira Baixa são outros dos ‘ex-libris’ inscritos nas brochuras promocionais.

Entre as “joias” do território, a CIMBB também destaca a gastronomia, como o azeite da Beira Baixa, o cabrito estonado, as tigeladas ou a perdiz de escabeche, sem esquecer os famosos enchidos regionais.

“Temos muitos argumentos para potenciar o turismo, mas também queremos fazê-lo de forma sustentável e de modo a que este possa ter retorno para a população e até em termos de conservação do património”, ressalva o secretário executivo da CIMBB. A estratégia é de médio e longo prazo, mas a CIMBB espera que no Natal e na Páscoa já se possam começar a colher alguns frutos de uma promoção que tem sempre “caráter intermunicipal”.

“Beira Baixa: Três dias, Três Experiências” é um programa cofinanciado pelo Centro2020, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

A CIMBB integra os concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova e Vila Velha de Ródão.

Fonte Agência Lusa

MAKRO PORTUGAL APOIA PROGRAMA DE ACELERAÇÃO PARA START-UPS

Nas próximas nove semanas, até ao Demo Day (previsto para o dia 10 de dezembro), os candidatos terão oportunidade de desenvolver os seus modelos de negócio.

O programa começa no próximo sábado, das 14h30 às 17h30, no Aeroporto de Lisboa, onde decorre a atividade chamada Master Table, apoiada pela Makro. O objetivo é ser uma atividade de equipa e promover comunidade. Cada equipa terá que, a partir dos produtos disponibilizados, fazer 2 pratos. No final existirá um júri que vai selecionar o vencedor da atividade, o prato mais inovador e outro para a melhor equipa.

O From start-to-Table é um programa de aceleração que tem como objetivo inovar no ecossistema da restauração. O programa tem 3 categorias de projetos: tecnologia para restauração, novos conceitos de restauração e novos produtos de food & beverage.

O objetivo é durante 9 semanas ajudar estes projetos a alcançarem os seus objetivos através de workshops, eventos de networking, mentoria, visitas externas, inspirational talks entre outras atividades.

 “É sempre bom ver os operadores da indústria a quererem colaborar e abraçar a inovação. Ficámos muito contentes com a colaboração e resposta da Makro em nos apoiar neste desafio” explica Miguel fontes, Diretor Executivo da Startup Lisboa. “O grande propósito da Makro é viver a paixão pela gastronomia portuguesa, levando ao mundo a sua diversidade. Privilegiamos o espírito de empreendedorismo, a inovação que satisfaça as necessidades dos consumidores e que, ao mesmo tempo, acompanhe as tendências da alimentação, que são cada vez mais diversas, não esquecendo a sustentabilidade. Iremos estar presentes na Master Table e curiosos pela inovação das equipas no programa.”, acrescenta Isabel Caeiro, Communication & Engagement Manager.

Este programa de aceleração está destinado aos negócios ligados ao ecossistema da restauração e conta com o acompanhamento da Startup Lisboa e de especialistas na área da restauração, ao longo trabalho dos empreendedores dos projetos selecionados na prototipagem e validação do seu produto final. O programa vai ocupar aos empreendedores participantes, em média, 3 dias por semana, em regime de full-time. O prémio de 30 mil euros será distribuído pelos 3 projetos vencedores.

O sucesso deste programa apoiado pelo Turismo de Portugal (Main Partner) é também fruto de uma intensa rede de parceiros, entre eles a Delta, como Innovation Golden Partner, a Sagres, como Silver Partner, a Zone Soft como Bronze Partner e a AHRESP como parceiro institucional. Para além destes parceiros, o programa conta ainda com o apoio de entidades como a Inter Magazine, N360, entre outros.

Novos vinhos são “Dádiva” da natureza, diretamente do Douro!

A Cap Wine Portugal, empresa que pertence ao grupo vitícola francês Cap Wine International, chegou há dez anos ao Douro e logo se deixou seduzir pela magnitude da paisagem, das vinhas, dos vinhos plenos de história e qualidade. Depressa materializou a paixão com a aquisição da Quinta Beira Douro e da prestigiosa Quinta do Malhô, ambas situadas em Ervedosa do Douro, na Sub-Região de Cima Corgo. Os vinhos destas duas propriedades, todos com Denominação de Origem Controlada (DOC) Douro, foram agora oficialmente apresentados, em Lisboa, no restaurante Estórias na Casa da Comida, reunindo jornalistas da área dos vinhos e lifestyle, para uma prova comentada, seguida de um delicioso jantar, em perfeita fusão de aromas e sabores.

Na Quinta Beira Douro impera um clima mediterrânico moderado, os solos são graníticos e xistosos, as vinhas contam com 20 a 80 anos de idade (e mais). Já a Quinta do Malhô tem solos xistosos onde nascem vinhas velhas com mais de 80 anos, a 300 metros de altitude. Ao todo estas duas quintas contemplam 15 hectares. Estão situadas no coração da melhor área produtora de vinho DOC Douro, o Cima Corgo, oferecendo o equilíbrio ideal entre os solos excessivamente ricos do Baixo Corgo e o calor intenso do Douro Superior. As vinhas são geridas de acordo com um sistema de intervenção mínima, denominada “Produção Integrada”, para garantir a expressão natural dos vinhos, sendo que as decisões são tomadas de acordo com o ciclo de produção e em função do impacto mínimo sobre o ambiente. O lema “Douro por Natureza” é assumido pela equipa de enologia, liderada por Sofia Valente.

OS VINHOS

 O Beira Douro branco Reserva 2018 nasce maioritariamente das castas Rabigato, Viosinho e Códega do Larinho e é a primeira edição, limitada a 1200 garrafas. Foi parcialmente envelhecido por quatro meses em barricas novas de 500 litros de carvalho francês. Tem um aroma complexo, sedutoras notas cítricas, elegância e frutos brancos de caroço. Na boca apresenta acidez fina e mineralidade, madeira em harmonia com a fruta e deixa um final longo e fresco. (14€)

O Beira Douro Touriga Franca e Touriga Nacional tinto 2016 resulta de vinhas com 20 a 40 anos, e tem grande aptidão gastronómica. Perfeito para ser bebido já, promete longevidade em garrafa. No nariz as notas de frutos vermelhos estão em destaque. Tem bom volume de boca, é frutado, mostra taninos maduros e termina elegante e equilibrado. (9,90€)

O Quinta Beira Douro tinto Reserva 2016 foi produzido a partir de uvas de vinhas com 40 anos, provenientes da Quinta do Malhô e da Quinta Beira Douro (Touriga Franca, Touriga Nacional e Tinta Roriz, alguma Tinta Amarela e Sousão). Contou com um estágio parcial de 12 meses em barricas usadas de carvalho francês. É um vinho de aroma intenso com notas de frutos maduros, alguma especiaria madeira bem integrada. Na boca é concentrado, frutado, fresco e complexo, tem taninos finos, termina longo e persistente. (14€)

O Quinta Beira Douro Vinhas Velhas tinto 2014 foi elaborado exclusivamente a partir das vinhas velhas, com 80 anos, provenientes da Quinta Beira Douro, com as uvas das videiras situadas em cima do leito do rio Douro, que proporcionam vinhos mais elegantes, frescos e aromaticamente mais marcantes e complexos. Passou por um estágio de 12 a 18 meses em barricas novas e usadas de 500 litros de carvalho francês. É um vinho intenso e complexo. No nariz as notas de frutos pretos maduros, amoras e cerejas estão em destaque, aroma bem casado com a madeira. Na boca é amplo e concentrado, frutado e fresco, revela compota, especiarias e deixa um final longo e apelativo. Promete continuar a evoluir em garrafa por mais 10 a 20 anos. (23€)

O Quinta do Malhô Vinhas Velhas tinto 2013 foi produzido a partir de uma seleção de uvas de videiras com mais de 80 anos. Passou 12 meses em barricas novas e usadas de 500 litros de carvalho francês. Ao todo fizeram-se 6.250 garrafas, que prometem “viver” por mais dez anos. De nariz intenso, com notas de frutos maduros, floral, alguma compota, madeira, especiarias, tem grande concentração, é macio, equilibrado e deixa um final longo com taninos maduros. (23€)

E depois há um vinho especial: o Quinta Beira Douro Dádiva tinto de 2015, que surge da combinação das melhores parcelas de vinha da Quinta do Malhô e da Quinta Beira Douro, onde se incluem vinhas velhas de Touriga Franca e Touriga Nacional. Beneficia da exposição solar e altitude do Malhô e da exposição norte junto à margem esquerda do Rio Douro da Quinta Beira Douro. Estas características contribuíram para fazer deste, um vinho simplesmente excecional, que beneficiou ainda de um estágio de 24 meses em ânforas de barro de 150 litros, tendo sido selecionadas as 10 melhores ânforas para fazer chegar ao mercado apenas 1.990 garrafas. Pleno de elegância e frescura, surpreende pela mineralidade, revela potencial de longevidade. De destacar que este produtor foi o primeiro a usar ânforas no Douro e que cada uma delas é diferente da outra, já que são feitas à mão, uma obra delicada que vem do sul de França. Para surpresa de todos, seguiu-se uma prova vertical deste Quinta Beira Douro Dádiva, com as colheitas de 2012 (a primeira), 2013, 2014 e a de 2016 que está a estagiar para chegar ao mercado em 2020. Sofia Valente, enóloga, salienta que este vinho foi um desafio e “reflete a natureza, sendo mesmo uma verdadeira ‘dádiva’ para os cinco sentidos”. (51€)

André Tremblay, empresário canadiano e presidente da Cap Wine Portugal, destaca que a imagem dos vinhos aporta valores como “tradição, renovação e inovação, um equilíbrio perfeito entre um passado a honrar, um presente a usufruir e um futuro a contemplar”. Presente no evento de apresentação, fez questão de destacar que “a região do Douro não está apenas entre as mais belas vinhas do mundo, também oferece um terroir fantástico que dá a vida a vinhos de elevada qualidade e muito desejados nos melhores mercados mundiais”. A empresa está a posicionar os vinhos o mercado português, optando por pontos de venda especializados, como garrafeiras e restaurantes selecionados. Quanto à internacionalização, “face à importância do grupo Cap Wine International em França e a nível mundial e, porque falta alargar a presença dos vinhos do Douro no mundo em mercados onde o grupo já atua, estamos a potenciar sinergias para facilitar a nossa implantação através dos canais existentes”, destaca Vanda Carvalho, responsável pelo departamento de marketing e vendas da Cap Wine Portugal.

No decorrer do evento de apresentação, foi possível comprovar que os vinhos têm uma qualidade superior, que muito contribui para elevar o Douro e Portugal no mundo, tendo acompanhado na perfeição as deliciosas iguarias gastronómicas preparadas pelo Chef João Pereira.

Novembro em festa nos parques e monumentos de Sintra

A comemoração dos 40 anos da Escola Portuguesa de Arte Equestre tem o seu auge com a realização de uma Gala, no Campo Pequeno, em Lisboa, que celebra a Arte Equestre, com a participação de convidados internacionais. O esplendor da música setecentista continua a animar o Palácio Nacional de Queluz, com o ciclo musical “Noites de Queluz – Tempestade e Galanterie”. No Palácio Nacional de Sintra, o programa “Danças com História” revive o ano de 1499 e a notícia do regresso da armada Vasco da Gama, após a descoberta do caminho marítimo para a Índia. Para os adeptos da vida no campo, destaque para o programa “Era uma vez na Quintinha”, na Quintinha de Monserrate. Entretanto, na aproximação do Natal, propõe-se o envolvimento dos mais pequenos no espírito da época festiva através da música, com o concerto para bebés “Manhã de Natal”, no Palácio de Monserrate.

Até 10 de novembro, no Palácio Nacional de Queluz, decorre o ciclo musical “Noites de Queluz – Tempestade e Galanterie”, uma iniciativa conjunta da Parques de Sintra e do Divino Sospiro – Centro de Estudos Musicais e Setecentistas de Portugal, com direção artística de Massimo Mazzeo. Esta 5ª edição apresenta uma multiplicidade de repertórios que abraçam um século de história, passando do barroco tardio e chegando às portas do romantismo, com destaque para a figura de Johann Sebastian Bach. O cartaz contempla também, pela primeira vez, concertos para famílias, que serão executados num formato convivial e de proximidade pela Divino Sospiro, com a participação e os comentários do ator João Reis. Neste âmbito, serão apresentadas duas das “Quatro Estações”, de Vivaldi, no dia 3 de novembro, às 19h00, na Sala do Trono.

A 9 de novembro, sábado, às 10h30, na Quintinha de Monserrate, prossegue o programa “Era uma vez na Quintinha”. Esta atividade permite que os mais novos tomem contacto com as tarefas típicas de uma quinta, num ambiente de diversão, onde não faltam jogos tradicionais e muitas surpresas. Túlio e Tibério são os brincalhões irmãos que conduzem esta grande aventura, onde todos ajudam a cuidar dos animais e dos outros trabalhos do campo. No final, partilha-se o pão fresco, amassado e cozido na quinta, e a limonada que o acompanha.

Também no dia 9 de novembro, mas às 11h00, no Palácio Nacional de Sintra, realiza-se a atividade “Danças com História: D. Manuel I – O regresso de Vasco da Gama”, que recorre aos sons, às danças e aos trajes da época, para evocar um acontecimento decisivo da história de Portugal. Nesta apresentação, a Associação Danças com História propõe uma viagem ao ano de 1499, precisamente ao dia em que D. Manuel I recebe em Sintra a notícia do regresso da armada de Vasco da Gama, confirmando assim o sucesso da descoberta do caminho marítimo para a Índia. A experiência completa-se com uma visita guiada ao Palácio.

No dia 17 de novembro, domingo, às 18h00, no Campo Pequeno, em Lisboa, festejam-se os 40 anos da Escola Portuguesa de Arte Equestre, com uma Gala Comemorativa que conta com as participações internacionais do Cadre Noir (Saumur, França) e da Real Escuela Andaluza del Arte Ecuestre (Jerez, Espanha). Durante o espetáculo, enriquecido pela música e pela coreografia, as escolas vão apresentar números equestres próprios e quadros executados em conjunto pelos cavaleiros das três academias, espelhando a diversidade das Artes Equestres Portuguesa, Espanhola e Francesa. O evento pretende celebrar e divulgar a Alta Escola Equestre enquanto manifestação cultural secular.

Nesta mesma data, 17 de novembro, às 10h30, o encanto do Natal começa a tomar conta dos mais pequenos, com o concerto para bebés “Manhã de Natal”, no Palácio de Monserrate. É um espetáculo musical interativo que estimula o sentido melódico e rítmico dos participantes e que promove a interação lúdico-musical entre pais e filhos. Nesta viagem pela música clássica, invoca-se a noite mais mágica do ano ao som de melodias como “Manhã Feliz” (“Silent Night”, de Joseph Mohr/Franz Xaver Gruber), exploram-se sons, timbres e ritmos.

Cancro da mama: CUF disponibiliza avaliações gratuitas

As avaliações vão decorrer na Clínica CUF Almada e nos Hospitais CUF Infante Santo, CUF Descobertas, CUF Cascais, CUF Sintra, CUF Santarém, CUF Porto, CUF Viseu e CUF Coimbra.  São, sobretudo, dirigidas a mulheres a partir dos 35 anos, mas também estão disponíveis para homens que detetem alguma alteração mamária significativa.

As taxas de sobrevivência ao cancro da mama são bastante elevadas, mas continua a registar-se uma elevada taxa de mortalidade quando diagnosticado tardiamente. Ida Negreiros, coordenadora da Unidade da Mama da CUF Lisboa, recomenda: “Devemos conhecer bem o nosso corpo, estar atentos a alterações mamárias, conhecer a história familiar, ir ao médico, pelo menos, uma vez por ano e adotar um estilo de vida saudável. Estas são medidas que podem fazer a diferença para nos protegermos do cancro da mama”. Noémia Afonso, coordenadora da Unidade da Mama do Hospital CUF Porto relembra que “apesar do cancro da mama aparecer em idade mais avançada, há cada vez mais casos diagnosticados em mulheres jovens. Todas as mulheres têm de estar atentas. A deteção e tratamento atempado e adequado, permite ultrapassar a doença e retomar a sua vida normal”.

Esta ação é gratuita mas de inscrição obrigatória: os interessados podem inscrever-se através do número 800 100 077 e podem consultar todas as informações sobre a campanha, através do link: https://www.saudecuf.pt/oncologia/quem-somos/eventos/acao-de-diagnostico-precoce-proteja-se-do-cancro-da-mama

Esta ação insere-se num projeto nacional #1500razões para estarmos próximo da CUF Instituto de Oncologia que assinala os 12 anos da Unidade da Mama CUF.  Um programa com um conjunto de iniciativas direcionadas à mulher jovem com cancro da mama, mas também às mulheres saudáveis, para que estejam mais informadas e atentas ao seu corpo.

III FESTIVAL INTERNACIONAL DE BALONISMO CORUCHE by CEPSA

De 29 de outubro a 3 de novembro, todos os olhos vão estar apontados ao céu, neste evento que traz a Portugal mais de 30 balões de todo o mundo, a apenas 50 minutos de Lisboa.

Como habitual, o festival reservou algumas estreias e novidades. “Para além da apresentação oficial do maior balão de ar quente do mundo a voar comercialmente com passageiros — um gigante com mais de 40 metros de altura e capacidade para 34 pessoas — a edição deste ano planeou ainda mais atividades para toda a família.

Para além dos voos livres de balão, o FLUTUAR vai encher as ruas de Coruche, de 1 a 3 de novembro, com jornadas de gastronomia tradicional, feiras do livro e artesanato, uma exposição de construções com peças Lego, Street Food Fest, animação de rua e street art, insufláveis, uma caminhada, concentração e passeio de viaturas clássicas ou o já esperado espetáculo de luz e música eletrónica Night Glow. E, pela primeira vez, workshops, drones e rádio-modelismo aéreo, realizados pelo Aero Club de Portugal”, comentou Guido Van Der Velden dos Santos, da Windpassenger, responsável pela organização e direção técnica.

A Cepsa batiza, pelo primeiro ano, o nome do Festival, associando-se como patrocinador oficial. Para Filipe Henriques, Diretor da Cepsa de GPL-GN e Eletricidade Residencial “É com muito gosto que somos parceiros na realização do FLUTUAR by Cepsa, sendo que este momento é duplamente gratificante uma vez que marca também o facto de termos atingido 100% de cobertura nacional no gás engarrafado com uma gama completa diferenciadora. Os balões são movidos a Gás Cepsa, com um produto sustentável e amigo do ambiente”.

Com coorganização do Município de Coruche, o evento dedica-se, este ano, a promover a consciencialização do público para a importância da Floresta de Montado. As viagens de balão sobrevoam, aliás, algumas das mais bonitas paisagens nacionais, sobre o rio Sorraia ou a fértil e
verdejante lezíria Ribatejana, daquela que é conhecida como a “Capital Mundial da Cortiça”. Para o Presidente da Câmara Municipal de Coruche, Francisco Oliveira, “o Festival Internacional de Balonismo é um evento turístico inovador e diferenciador, que coloca em destaque a riqueza do
património natural e cultural do concelho, nomeadamente a maior mancha de montado de sobro do país, o centro histórico e zona ribeirinha da vila de Coruche. Mas a sua grande vantagem competitiva reside na dinâmica económica e turística que consegue imputar durante estes dias do evento, e também no impacto que tem ao longo do ano.”

Mas voltemos às estrelas deste evento: os balões. São 33, de equipas nacionais e estrangeiras, dos mais regulares aos mais surpreendentes. Uma oportunidade única de ver voar balões tão originais como Vincent Van Gogh, uma verdadeira obra de arte com o rosto do célebre pintor holandês; o balão Bidu, homenagem à primeira personagem do cartoonista brasileiro Maurício de Sousa ou uma superbike de 37 metros de altura e 46 de largura. Os voos estão planeados para as 7h da manhã em todos os dias do evento, com reforço de um segundo voo às 16h na sexta-feira, sábado e domingo. No quiosque da Windpassenger, os visitantes poderão encontrar promoções especiais para voos ou adquirir Gift Cards de oferta para o Natal a preços exclusivos.

O evento, organizado pela Windpassenger e Município de Coruche, conta ainda com os apoios da Renascença, como parceiro media oficial, Toyota Caetano Auto, TAP Air Portugal, Aero Club de Portugal, Visit Portugal, Cision e Kubicek Balloons.

Filósofo português com um dos maiores QI do mundo lança livro com novo conceito sobre inteligência

Considerado o português com o maior QI registado, Fabiano de Abreu defende a aplicação de testes de inteligência nas escolas portuguesas e brasileiras, para que sejam descobertas e evidenciadas as aptidões, dons e talentos dos alunos desde o ensino básico. “Acredito que deveriam ser aplicados testes de aptidão e inteligência nas escolas, para que esses talentos possam ser identificados e melhor aproveitados para benefício da sociedade”, refere.

“Não estou a dizer que o jovem, após a descoberta da sua aptidão relativa ao intelecto, tenha que exercer as profissões relacionadas com o teste, mas pelo menos terá informação científica sobre as suas facilidades, assim como os seus pais.” Este é um dos conceitos sobre inteligência que refere no livro, aos quais junta outros que, afirma, não devem ser usados como base para que seja derrubado o conceito de QI ou para dizer que uma inteligência sobressai em relação às outras.

“O QI é a lógica e esta é a base de tudo o resto. A pessoa pode ter várias inteligências potencializadas, ou uma ou outra, mas o QI é o que determina um todo. Uma pessoa com alto QI pode determinar aprimoramento das demais inteligências, mas uma pessoa com uma inteligência musical, por exemplo, não pode determinar um alto QI.” Um conceito também detalhado no seu livro, que deve ser lançado no início de 2020.

Outro dos temas em destaque é a Internet e a forma como pode deixar as pessoas “mais burras. A Internet simplificou a busca pela informação; é como se não precisássemos mais de mastigar e apenas engolir. O que aconteceria com os dentes? Cairiam todos. É como o cérebro, que não precisa de pensar e, no fim, acaba por ‘atrofiar’. Estamos preguiçosos, pois não queremos pensar mais, já que a Internet nos viciou na busca por informação. Acabamos por ler o conteúdo pelo título e interpretamos como queremos, sem procurar aprofundar a base do conhecimento sobre o assunto. Isso torna-nos donos da razão sem nenhuma razão.”

Estudo Tech Train da Mazars revela a familiaridade, investimento e níveis de implementação da tecnologia a nível global

A Mazars, empresa internacional de auditoria e consultoria, anuncia hoje a publicação do seu novo relatório: “Está a perder o comboio tecnológico? Investimento e implementação global no que concerne a tecnologias transformadoras”.  Mais de 600 executivos C-suite estabelecidos em seis países (China, França, Alemanha, Índia, Reino Unido e EUA) e a trabalhar em organizações de diferentes indústrias, setores e dimensões partilham a sua perceção sobre estas tecnologias inovadoras, as suas apetências para investimento, as barreiras que existem à implementação da tecnologia – e como as superar.

CHINA E ÍNDIA LIDERAM, FRANÇA E REINO UNIDO FICAM PARA TRÁS

Familiaridade: Os líderes na China são os mais familiarizados com estas cinco tecnologias chave (79%), seguidos dos da Alemanha (71%), da Índia (69%) e dos EUA (64%). Os de França e os do Reino Unido (53% e 44%, respetivamente) surgem mais atrás nesta avaliação. IA é a tecnologia com a qual a maioria dos inquiridos se sente mais familiarizado.

Investimento: Os inquiridos da Índia têm a maior apetência pelo aumento dos orçamentos consagrados a estas cinco tecnologias. Os inquiridos de França e do Reino Unido são os que revelam mais relutância em aumentar os seus orçamentos (ver em baixo).

Implementação: China e a Índia são os países que com maior probabilidade implementaram pelo menos uma destas tecnologias e partilham as taxas mais altas de adoção de todas as cinco tecnologias. França e o Reino Unido são as que menor probabilidade têm de ter implementado qualquer uma das tecnologias.

Desdobramento por setores

Seguros e manufatura lideram os setores nos quais as cinco tecnologias já foram implementadas. Os líderes do setor público são aqueles com menor probabilidade de já terem implementado qualquer uma das cinco – 50% dos inquiridos a trabalhar no setor público respondeu “não está a acontecer nada” relativamente estas cinco tecnologias.

Benefícios e barreiras

Redução de custos (27%), alteração do modelo de negócio (26%) e melhorias na qualidade (24%) são os três principais benefícios esperados destas cinco tecnologias.

A nível global, as barreiras à implementação destas tecnologias mais referidas são: a obtenção dos recursos financeiros necessários (25%), encontrar o talento e competências que consigam aproveitar e explorar totalmente esta tecnologia (23%) e maturidade do mercado (22%) – seja esta a altura certa para uma organização adotar, ou não, a tecnologia.

Guillaume Devaux, Partner, Responsável do Setor de Tecnologia da Mazars, comenta: “As nossas conclusões mostram uma dinâmica forte no que diz respeito a estas cinco tecnologias inovadoras – com a China e a Índia a ocuparem uma posição de liderança. Em geral, os níveis de familiaridade são altos, os líderes percebem o impacto destas tecnologias e têm outros projetos para aumentar o investimento. Mas há áreas preocupantes e alguns setores e países que se comparam mal com os outros.”

Devaux acrescenta, “os líderes que acham que estão a ficar para trás precisam de descobrir qual a tecnologia que vai criar vantagem competitiva significativa na sua organização. Deveriam lembrar-se que uma transformação tecnológica bem-sucedida requer um amplo apoio – da liderança à generalidade da equipa da empresa. Os líderes podem definir a visão – mas têm de trabalhar com os outros para a implementar”.

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