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Vanessa Ferreirinha

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Fundação Rui Osório de Castro doa 100 mil euros para apoiar as crianças com doença oncológica e as suas famílias

Este donativo será destinado à compra de um ecógrafo para o serviço de cuidados intensivos pediátricos do Hospital CHUC – Pediátrico de Coimbra, equipamento de proteção individual e de desinfeção e outros bens ou equipamentos que possam vir a ser identificados como necessários pelos três centros de referência de oncologia pediátrica que existem em Portugal e pelas famílias das crianças com doença oncológica.

Através da Hovione, que se encontra a produzir solução antissética de base alcoólica (SABA), comummente designada por gel álcool, a FROC irá também assegurar a disponibilidade desta solução desinfetante ao seu público-alvo. Esta ação é coordenada com a Acreditar – Associação de Pais e Amigos das Crianças com Cancro.

Cristina Potier, Diretora da FROC, afirma: “Esta situação de emergência nacional e mundial é totalmente inesperada e ainda não sabemos quanto tempo durará. Perante este cenário, não podíamos ficar de braços cruzados, e excecionalmente vamos apoiar as nossas crianças e as suas famílias fora da nossa área de atuação. Queremos responder às suas necessidades e suas famílias. Elas são sempre a nossa prioridade. Estas necessidades são identificadas pelos três centros de referência de oncologia pediátrica e pela Acreditar”.

Paralelamente, e já na sua área de atuação, a Fundação disponibiliza no Portal de Informação Português de Oncologia Pediátrica (PIPOP) uma secção especialmente dedicada à Covid-19. Nesta área, as famílias encontram indicações básicas sobre os cuidados que devem ter, como lidar e como falar sobre o tema com ligações para outros sites com informação em que se pode confiar.

Medidas excecionais para assegurar a continuidade da investigação clínica em Portugal, no contexto do COVID19

O documento nacional emitido pelo INFARMED, encontra-se alinhado com as orientações europeias publicadas no site da Comissão Europeia:

https://ec.europa.eu/health/sites/health/files/files/eudralex/vol-10/guidanceclinicaltrials_covid19_en.pdf

As medidas extraordinárias consideradas, possuem cariz pragmático e flexível e salvaguardam os direitos, a segurança e a proteção da saúde e bem-estar dos participantes (atuais ou potenciais a integrar) em ensaios clínicos.

No que se refere ao recrutamento, conforme mencionado no documento publicado pelo INFARMED, é esperado que, face à atual situação pandémica, o promotor, em conjunto com o investigador, tome as decisões sobre as medidas a adotar de forma proporcional e adequada a novos ensaios clínicos ou àqueles que se encontrem a decorrer.

Assim sendo, o recrutamento de participantes para integrarem novos ensaios clínicos deve ter em conta a análise do promotor do ensaio face à viabilidade de iniciar um novo estudo clínico nas condições atuais. Tal deve ter em conta, com base numa análise de risco para cada ensaio clínico, as características do ensaio, a população a incluir ou incluída, o centro de ensaio ou o risco epidemiológico no mesmo.

O INFARMED apoia  o fortalecimento da capacidade nacional para produção de Investigação Clínica de qualidade acompanhando a evolução cientifica e promovendo o conhecimento nacional.

Desta forma, esclarece-se que pode realizar-se recrutamento para novos ensaios clínicos desde que salvaguardada a segurança das populações participantes.

Ausência de evidência entre o agravamento da infeção por COVID-19 e medicamentos usados na hipertensão, doença cardíaca ou renal

O INFARMED, I.P. e a EMA esclarecem que é importante que os doentes não interrompam o seu tratamento com IECA ou ARA e que não existe necessidade de mudar a terapêutica para outros medicamentos. Presentemente, não há evidências de estudos clínicos ou epidemiológicos que estabeleçam uma ligação entre os IECA ou ARA e o agravamento do COVID-19. Os especialistas no tratamento de doenças cardíacas e da hipertensão arterial, incluindo a Sociedade Europeia de Cardiologia, já emitiram declarações nesse sentido.

De forma a reunir mais evidência, a EMA está a contactar proactivamente os investigadores que estão atualmente a trabalhar para gerar evidências adicionais a partir de estudos epidemiológicos.

À medida que a crise de saúde pública se estende rapidamente por todo o mundo, estão em curso investigações científicas para entender de que forma a infeção pelo novo Coronavírus (SARS-CoV-2) se reproduz no organismo, interage com o sistema imunitário, provoca doença e se o tratamento instituído com medicamentos como os IECA e ARA pode ter impacto no prognóstico do COVID-19.

A especulação de que o tratamento com IECA ou ARA pode agravar as infeções no contexto do COVID-19 não é sustentada por evidências clínicas.

Estes medicamentos são modificadores do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) que inclui a enzima conversora de angiotensina 2 (ACE2). Uma vez que o vírus usa, para entrar nas células humanas, a enzima conversora de angiotensina 2 (ACE2) e os medicamentos podem aumentar esta enzima, poderia ser considerado que a toma destes medicamentos pode aumentar a atividade do vírus. No entanto, as interações do vírus ao nível do sistema renina-angiotensina-aldosterona são complexas e não são completamente compreendidas.

As autoridades incluindo o INFARMED e a EMA estão a efetuar uma monitorização rigorosa da situação e a colaborar com a indústria farmacêutica, a academia e as redes europeias para coordenar estudos epidemiológicos sobre os efeitos destes medicamentos em pessoas com COVID-19.

É importante que os doentes que tenham alguma dúvida ou incerteza sobre os seus medicamentos falem com seu médico ou farmacêutico e não interrompam seu tratamento habitual.

O Infarmed, em articulação com a rede europeia do medicamento, continuará a acompanhar e a divulgar qualquer nova informação sobre este assunto.

McCann Lisboa muda de nome para WeCann Portugal

WeCann stay at home’, ‘WeCann work from home, ‘WeCann play at home, ‘WeCann watch films and chill’, ‘WeCann make our own bread’, ‘WeCann overcome this’ ‘ WeCann and we will!’, são agora algumas das mensagens que se podem ver em todos os canais de comunicação da agência de publicidade, apenas a nível nacional, inclusive na fachada da sede em Lisboa. Mensagens de superação que alimentarão as redes sociais da marca ao longo deste período e que transmitem um sentido maior: não só podemos, como devemos!

“Como neto, pai, filho, sobrinho, genro, cunhado, primo e amigo o meu papel é proteger. Como empresário, chefe, empreendedor, colega e cidadão, também. A nós, individualmente, não nos cabe resolver a crise sanitária. Só nos cabe não a agravar, proteger aqueles pelos quais nos sentimos responsáveis e proteger o sistema de saúde para lá do que é inevitável”, refere Luís Pereira SantosCEO da agora WeCann Portugal.

Com esta mensagem a ‘nova’ WeCann Portugal reforça que juntos, mesmo à distância, podemos e vamos ultrapassar este momento único da nossa história, mas que para isso é preciso que cada um faça a sua parte.

“Enquanto publicitários e marketeers cabe-nos ainda perceber como esta pandemia está a mudar as nossas vidas, confrontando-nos com novas necessidades, e como as podemos, aqui sim, mitigar.  Nestas semanas que passaram já são mais evidentes as nossas necessidade de espaço pessoal, porque vivemos no confinamento das nossas casas; as nossas necessidades de manter relações sociais, porque a vida faz mais sentido quando é partilhada; as nossas necessidades de estabilidade, porque uma pandemia não nos permite vislumbrar um futuro claro e as nossas necessidades de confiança e força anímica, porque há que saber como ir buscar aquela reserva que guardamos para os momentos difíceis”, afirma ainda Luís Pereira Santos.

É com este espírito de entreajuda, que a We Cann Portugal envia esta simbólica mensagem de esperança: WeCann and We Will!

Balanço das atividades do SEF e da GNR nas fronteiras

Nestes primeiros 10 dias, até ao final do dia desta quinta-feira, o SEF controlou – com a colaboração da Guarda Nacional Republicana – um total de 87.823 cidadãos.

Relativamente a cada um dos nove PPA, foi controlado o seguinte número de cidadãos:

·  Valença, Viana do Castelo – 40.004

·  Vila Verde da Raia, Chaves – 12.534

·  Quintanilha, Bragança – 2.910

·  Vilar Formoso, Guarda – 11.417

·  Termas de Monfortinho, Castelo Branco – 2.021

·  Marvão, Portalegre – 807

·  Caia, Elvas – 9.810

·  Vila Verde de Ficalho, Beja – 2.923

·  Castro Marim, Faro – 5.397

Deste total de 87.823 cidadãos, 853 foram impedidos de entrar em território nacional e um foi detido por uso de autorização de residência falsa, no ponto de passagem autorizado de Vila Verde da Raia, Chaves.

As recusas de entrada verificaram-se em Valença (286), Caia (199), Castro Marim (154), Vilar Formoso (84), Vila Verde de Ficalho (57), Vila Verde da Raia (40), Quintanilha (16), Marvão (10) e Termas de Monfortinho (7).

O objetivo deste controlo é, designadamente, vedar as deslocações de cidadãos em turismo/lazer entre os dois países.

A GNR, por sua vez, fiscalizou 57.382 viaturas no âmbito desta operação. Nos pontos de passagem não autorizados, foram reencaminhadas 207 viaturas e 531 cidadãos para os PPA. Foi ainda registado um crime por condução sem habilitação legal.

Ao SEF cabe o controlo documental de pessoas. A GNR é responsável pela circulação rodoviária e pela vigilância da fronteira terrestre entre os PPA acima identificados.

Importa relembrar que está vedada a circulação rodoviária nas fronteiras terrestres, independentemente do tipo de veículo, com exceção do transporte internacional de mercadorias, do transporte de trabalhadores transfronteiriços e da circulação de veículos de emergência e socorro e de serviço de urgência.

Os condicionalismos de tráfego referidos não prejudicam:

– o direito de entrada dos cidadãos nacionais e dos titulares de autorização de residência nos respetivos países;

– a circulação do pessoal diplomático, das Forças Armadas e das Forças e Serviços de Segurança;

– a circulação, a título excecional e para efeitos de reunião familiar, de cônjuges ou equiparados e familiares até ao 1º grau na linha reta;

– o acesso a unidades de saúde, nos termos de acordos bilaterais relativos à prestação de cuidados de saúde;

– o direito de saída dos cidadãos residentes noutro país.

Médis lança serviço de consultas por vídeo devido ao surto de coronavírus

Foto e texto: NIT

vido à propagação do surto de Covid-19 no País, é mesmo importante que todos os portugueses fiquem em casa nos próximos dias e respeitem a quarentena imposta pelo estado de emergência que está em vigor até, pelo menos, 2 de abril. Como medida preventiva, a Médis decidiu criar um novo serviço que disponibiliza, desde 25 de março, consultas médicas por vídeo.

Médico Online permite aos clientes consultar um médico por vídeochamada, enviar exames ou receber prescrições. Até 31 de maio as consultas não têm quaisquer custos.

Esta nova solução vai ainda permitir que a equipa médica guarde todos os registos das consultas efetuadas, garantindo um acompanhamento do historial clínico do paciente em todas as interações.

As consultas são asseguradas todos os dias, das 9 às 21 horas, pela equipa médica de um prestador da Rede Médis. Os agendamentos podem ser feitos diretamente na app da Médis (disponível para dispositivos iOS ou Android) ou através da Linha 218 458 888, disponível 24 horas por dia.

“O lançamento deste serviço, neste contexto tão específico como o que vivemos, prova uma vez mais que como entidade responsável que a nossa principal preocupação é estar ao lado dos nossos clientes, em todas as alturas”, refere Teresa Bartolomeu, responsável de Marketing da Médis.

OLX ESTENDE GRATUITAMENTE TODOS OS ANÚNCIOS ATIVOS POR MAIS 30 DIAS

Serão prolongados por 30 dias adicionais:

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NOTA: a extensão do pacote inclui todas as funcionalidades, exceto os pontos de bónus ou destaque para o topo automático.

“Este é um momento muito complicado para o mundo inteiro. Desde o início assumimos a responsabilidade, enquanto líderes, de combater este vírus e, dentro das possibilidades, procurámos evitar não apenas a sua propagação como também o aproveitamento que algumas pessoas tentaram retirar deste contexto adverso. Mas esta medida é mais direcionada aos nossos clientes, os profissionais mas não só, e o principal objetivo é tentar amenizar os impactos económicos da pós-pandemia”, explica Andreia Pacheco, Brand Manager do OLX.

Para saber mais detalhes sobre estas ofertas basta solicitar informações através do e-mail profissional@olx.com.

MAI distribui folheto com regras durante o Estado de E

“Estado de Emergência | Saber para cumprir | #fiqueemcasa” é o título do folheto enviado pelo Ministério da Administração Interna às Forças e Serviços de Segurança para ser entregue nas localidades e nas fronteiras aéreas, marítimas e terrestres do país.

O folheto (em anexo) está dividido em três categorias, identificadas por uma cor própria.

A primeira especifica as regras de cumprimento obrigatório inerentes ao dever de confinamento, a segunda elenca as recomendações associadas ao dever especial de proteção e, por fim, a terceira tipifica as orientações relativas ao dever geral de recolhimento.

A terminar, o folheto lembra a necessidade de serem respeitadas as recomendações e ordens dadas pelas Autoridades de Saúde e pelas Forças e Serviços de Segurança – alertando ainda que a resistência às ordens legítimas dessas entidades constitui crime de desobediência, sancionado nos termos da lei penal.

COSEC implementa medidas extraordinárias de apoio às empresas

“Estas medidas pretendem ser um contributo para apoiar a liquidez das empresas, tendo um acesso mais rápido ao pagamento das indemnizações, e também têm em vista adequar o relacionamento da companhia com o funcionamento dos nossos segurados no atual contexto económico, com o aumento do regime de teletrabalho e, noutros casos, com uma redução dos colaboradores ativos”, afirma Maria Celeste Hagatong, presidente do conselho de administração da COSEC.

Estas novas facilidades serão aplicadas até ao final do próximo mês de abril, podendo ser prorrogadas. Incluem: a antecipação do pagamento de indemnizações até 50.000€; a isenção dos custos de comunicação de prorrogação realizadas através da plataforma online COSECnet; o adiamento dos prazos de comunicação de não pagamento das suas vendas a crédito, permitindo que os segurados colaborem com os seus clientes para que o pagamento se concretize; e a flexibilização de outros procedimentos e prorrogação de prazos associados ao funcionamento do seguro de créditos.

Associação São Francisco de Assis – Cascais apela à solidariedade dos munícipes em prol do bem-estar animal

A Associação São Francisco de Assis – Cascais, entidade participada pelo município e que tem com o objetivo de proteger os animais de companhia, abandonados ou perdidos, reuniu voluntários das várias Freguesias do Concelho de Cascais de forma a dar resposta às necessidades dos animais, cujos tutores se encontram em isolamento social voluntário ou em situação de maior fragilidade face ao SARS-CoV-2.

Uma iniciativa decorrente de uma necessidade que já se começou a fazer sentir nas várias Freguesias do Concelho e que visa responder aos pedidos de ajuda de pessoas em situações de maior fragilidade ou em isolamento social, que se veem impedidas de cuidar dos seus animais de companhia, não obstante todas as medidas de contenção já tomadas pelo município, e que foi consubstanciada num repto lançado aos vários voluntários que já colaboram regularmente com a Associação e a outros que se queiram juntar, num apelo à solidariedade e à cidadania.

“O Concelho de Cascais tem atuado com serenidade e determinação face ao contexto de pandemia que o país atravessa, tendo desde cedo implementado um já vasto pacote de medidas de contenção”, comenta Nuno Piteira Lopes, Vereador da Câmara Municipal de Cascais.

João Salgado, Vice-Presidente Executivo da Associação acrescenta que “o bem-estar animal não pode ser esquecido, mesmo numa situação difícil como esta. É por isso que na Associação mantivemos os serviços mínimos para assegurar o conforto e a saúde dos animais residentes, bem como o piquete de resgate e recolha de animais perdidos ou abandonados, a funcionar 24h e o corpo clínico de medicina veterinária, disponível para urgências, em concomitância com o apoio aos sem abrigo, que muitas vezes recusam ajuda por recear ter de deixar para trás os seus animais, situação que também já recebeu resposta do município com o nosso apoio”. O Vice-Presidente conclui que “dada a situação atual é fundamental mantermo-nos unidos e protegermo-nos, não só a nós, como também aos animais que podem ficar sem cuidadores caso os seus tutores adoeçam. Felizmente, o Concelho está solidário e todos os dias nos chegam voluntários prontos a entrar em ação em caso de necessidade.”

Para inscrição como voluntário, basta aceder ao link.

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