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Vanessa Ferreirinha

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“A VERTENTE DE INVESTIGAÇÃO ESTÁ PRESENTE EM TUDO O QUE FAZEMOS”

 

De que forma proporcionam melhorias no campo dos tratamentos de saúde da mulher?

Iniciámos a nossa atividade em 2012, mas somente ao nível da construção do nosso portfólio. O plano estratégico da empresa passava por desenvolver, com base no conhecimento que os seus profissionais tinham da área da Saúde da Mulher, novos tratamentos de base natural ou síntese não química, com indicações muito específicas. Até finais de 2016, estivemos a desenvolver produtos e a estudar as variáveis de evidência de qualidade, eficácia e segurança, que conferem os dados necessários para que os produtos possam tratar as doentes que deles necessitam.

A visão da Procare Health é estabelecer-se como um dos principais laboratórios no campo da saúde da mulher. De que forma é que baseiam o vosso desenvolvimento em forte crescimento de produtos e marcas?

Como referi, somos uma empresa de Investigação. O nosso maior investimento é no desenvolvimento de produtos e na construção de Evidência Clínica robusta para validação das nossas terapêuticas. Deste modo, atuamos em duas vertentes; asseguramos o estabelecimento e crescimento consolidado dos produtos existentes, utilizando um Plano de Comunicação baseado na Evidência Científica, para o qual reunimos os melhores profissionais, com uma elevada preparação técnico-científica e que trabalham em parceria com os profissionais da Saúde. Por outro lado, procuramos desenvolver novos produtos e melhorar a oferta terapêutica, contando com uma equipa de investigadores, cujo objetivo é isolar o gold standard terapêutico. Em 2019, lançámos cinco novos produtos, graças a um trabalho muito consistente da nossa equipa.

Quais são os projetos em que a Procare Health está neste momento a investir os seus recursos?

De entre os diversos planos de R&D, destaco o projeto “Cervix-on-a-chip”. Este programa resulta de uma parceria com a Universidade da Califórnia (UCLA), com a Universidade de Harvard e mais recentemente com uma Universidade no Canadá.

Esta tecnologia permite mimetizar num chip especificamente desenvolvido para esse efeito, as células da mucosa do colo do útero, e a partir daí poder testar novos fármacos, sem recurso a experimentação animal e, por consequência, sem necessidade de sacrificar seres vivos.

Este será, sem dúvida, um grande passo nos processos de investigação de fármacos e a Procare Health fará parte integrante desta história de avanço tecnológico.

A vertente de Investigação está presente em tudo o que fazemos, nomeadamente na forma inovadora que implementámos na nossa comunicação, conjugando as mais recentes técnicas com estratégias mais convencionais, mas que revelam a sua absoluta atualidade.

Ao longo dos anos, a Procare Health sempre conseguiu identificar necessidades latentes e formular, pesquisar, desenvolver, produzir e lançar gamas de produtos inovadores. Com a propagação cada vez maior do novo coronavírus, causador da doença covid-19, que demandas se alteraram neste sentido na empresa?

Estamos a falar de um vírus que, literalmente, fez parar o mundo. Considerando a fase da vida da Procare Health e a sua estratégia de presença global, com atividade comercial em 28 países, esta situação tem um forte impacto no seu crescimento.

Sem conseguir antecipar com rigor o tempo que decorrerá até que regresse a normalidade, houve um conjunto de objetivos que foram de imediato definidos. Garantir a sustentabilidade da organização, preservar os postos de trabalho e minimizar o mais possível os efeitos deletérios na gestão da empresa são os drivers das decisões de futuro.

A covid-19 trouxe também desafios únicos aos cientistas, tendo muitos suspendido as suas atividades habituais para poderem estudar o novo vírus. Em consequência, considera que o volume de publicações especializadas e de novos conhecimentos tem, por isso, sido avassalador?

Esse é o nosso lado humano a revelar-se na sua plenitude. Perante uma emergência, as pessoas unem esforços no sentido de encontrar rapidamente os meios para se defenderem.

Felizmente, os grandes desafios da humanidade ensinaram-nos que somos capazes do melhor , e é essa atitude de entreajuda que quero salientar. Saber que tanta gente parou o que estava a fazer para procurar uma arma capaz de eliminar este agente, ou que estudam fármacos existentes que possam ter a eficácia necessária para parar esta pandemia é motivo para nos orgulharmos. Mas também as empresas que alteraram o seu modelo de negócio e estão a produzir os meios de proteção, os aparelhos de deteção, numa palavra, o arsenal bélico para combater o corona vírus merecem ser anunciados como verdadeiros heróis.

Respeitando a situação complexa que as pessoas e as empresas vivem neste momento, interessa perceber, que medidas preventivas, adotou a Procare Health, de modo a conter a propagação deste vírus que afeta a vida quotidiana em todo o mundo?

Identificamos o isolamento social como um fator decisivo para controlar a disseminação da doença e suspendemos a nossa atividade. Mas, enquanto agentes da saúde, temos que manter um contacto com quem está na linha da frente, com quem convivemos todos os dias ao longo dos anos. Assim, desenvolvemos um Plano de Comunicação com três objetivos específicos a que a nossa equipa se voluntariou de imediato para executar: (i) disponibilidade para tornar mais fácil o acesso aos nossos produtos, facilitando o trabalho de médicos e doentes, criando linhas diretas, mesmo para quem tem menor literacia informática; (ii) assegurar ativamente uma comunicação à sociedade sobre a necessidade de confinamento; (iii) desenvolver instrumentos que permitissem que os colaboradores da empresa, cuja vida é extremamente ativa e exigente, pudessem sentir-se mais ocupados e sobretudo social e profissionalmente úteis.

Segundo estatísticas, os portugueses procuram menos informação de saúde online que os europeus. Considera que a informação é uma vacina contra o vírus? De que forma?

A informação está hoje ao alcance fácil de todos. Se, por um lado, conseguimos rapidamente saber o que se passa nos quatro cantos do mundo, é crucial termos a capacidade de filtrar os dados a que acedemos. Se a informação pode ser uma vacina, a desinformação representa um vírus quase tão nefasto como este que agora veio habitar o nosso planeta.

“A FCSAÚDE ACREDITA NA QUALIDADE DE SERVIÇO E TRABALHAMOS TODOS OS DIAS NESSE SENTIDO”

A Ferreira da Cunha Saúde é hoje um player no domínio da saúde em Portugal de extrema relevância e prestígio. No sentido de contextualizar junto do nosso leitor, como tem vindo a marca/instituição a perpetuar uma dinâmica inovadora e próxima dos seus pacientes em prol de cuidados de saúde de excelência?

A FCSaúde presta serviços personalizados de forma a garantir uma experiência completa na abordagem ao utente.  Começando no contacto administrativo até à intervenção do profissional, existem inúmeros detalhes operacionais e humanos que fazem a diferença junto daqueles que cuidamos.

Consideramos a privacidade e segurança dois pilares importantes na gestão dos nossos utentes, e por esta mesma razão falamos com todos, de forma regular, no sentido de nos aproximarmos à resolução ou manutenção dos casos a que nos propomos, conseguindo sempre inovar na abordagem transparente e na capacidade de criar empatia, garantindo a confiança no melhor cuidado.

Assumem-se como uma empresa de saúde e bem-estar ao domicílio, que tem como principal desiderato a criação de uma dinâmica integradora em torno do paciente em qualquer fase da sua vida. É legítimo afirmar que a vossa grande mais valia passa por “levar” a saúde e os serviços da mesma ao paciente?

A nossa visão 360º à volta do utente, com competências para estar presente em qualquer fase de vida, desde a gravidez, à primeira infância, até à 3ª idade, prende-se com o facto de acreditarmos, desde os colaboradores administrativos até aos profissionais de saúde e bem-estar da FCSaúde, que somos capazes de dar uma assistência personalizada e contextualizada ao utente. Através de equipas interdisciplinares, competentes na resposta às necessidades, conscientes da importância de uma educação na saúde.

A proximidade na comunicação e a transparência nos preços, são caraterísticas que queremos definir de forma a ajudar os utentes a terem poder de escolha na oferta atual da saúde e bem-estar existente.

Os nossos serviços dão resposta a diferentes tipos de situações, sejam de tratamento, manutenção, prevenção ou otimização do estado de saúde dos nossos utentes. A grande mais valia da FCSaúde seria ter mais de dez valências à distância de um contacto.

De que forma é que os vossos serviços perpetuam uma resposta a situações díspares? De que forma é que fazem a triagem entre o que é tratamento, manutenção, prevenção ou otimização do estado de saúde dos vossos utentes?

Os nossos profissionais têm acesso direto aos utentes, de forma a poderem acompanhar de perto e adaptar as abordagens e terapêuticas de acordo com o objetivo, vontade ou necessidade dos pacientes.

Desta forma, a personalização é uma realidade e transmite aos nossos profissionais a confiança que precisam para poderem identificar todo o tipo de necessidades e fazer os seguimentos que forem adequados/indicados para cada caso.

No que diz respeito à parte médica, nesta altura de pandemia temos maior incidência de tele e videochamadas, mas em caso de requisição de consultas presenciais, temos até três triagens de forma a avaliar o “nível de segurança” de cada um dos domicílios e abordagens clínicas requisitadas. A primeira triagem seria operacional com perguntas de procedimento básico e com avaliação de sinais de alarme, uma segunda triagem, se necessário, pelo diretor clínico e uma terceira triagem, pode ser realizada, por parte do médico responsável pela conclusão do serviço.

Em circunstâncias não pandémicas, temos uma triagem administrativa + triagem por parte do médico responsável, sempre que necessário. Por último, gostaria de referir que os domicílios têm sido uma realidade crescente nacional e internacional.

A vossa orgânica assenta muito numa dinâmica inovadora na prestação de cuidados de saúde, ou seja, através do vosso site é muito simples e fácil aceder a um profissional de saúde e aos cuidados do mesmo em nossas casas. Porquê a aposta neste formato e de que forma é que os portugueses têm sido recetivos a esta solução?

O nosso objetivo é de que o utente consiga, em poucos clicks no nosso site (www.fcsaude.pt) e num futuro próximo, na nossa app, ter um profissional de saúde à porta da sua casa para dar solução ao motivo pelo qual nos contactou.

Os portugueses têm acedido, reconhecendo esta facilidade de acesso e o trato humano, como os fatores diferenciais no acompanhamento por parte da FCSaúde.

Este formato é uma realidade cada vez mais presente em qualquer área da nossa vida, incluindo a saúde, e nós queremos fazer parte deste processo digital em conjunto com o utente!

A sociedade pede acessos mais imediatos a serviços cómodos, rápidos e com facilidade de agendamento, na segurança das suas casas. Evitando exposições a espaços contaminados e perdas de tempo em deslocações. O que permite aos nossos utentes ganhar tempo familiar e reduzir o stress associado a questões de saúde. Ganham tempo entre deslocações, cada vez que aguardam por um serviço da FCSaúde seja em casa, no local de trabalho ou onde requisitar.

O que nos propomos é ter vários pontos de contacto de acordo com as várias preferências de interação que os utentes têm, seja via email, seja via telefone ou via digital direta, e por isso disponibilizamos também uma linha telefónica, principalmente para os utentes mais idosos, poderem requisitar os serviços, sem que obrigatoriamente tenham acesso a internet.

Sente que atualmente os portugueses ultrapassaram um pouco daquele ceticismo e até desconfiança relativamente a este formato de cuidados e acessos à saúde? Qual a vossa capacidade ao nível de intervenção geográfica atualmente?

Temos uma média de avaliações de 4,92/5 em milhares de inquéritos de qualidade. A verdade é que efetivamente temos tido um acréscimo do número de pedidos de assistência ao domicílio. Somos uma start up em processo de crescimento Nacional e Internacional e reconhecemos a necessidade de todos os utentes terem acesso a um serviço personalizado, competente e seguro.

Atualmente, estamos presentes nas zonas de Lisboa, Odivelas, Loures, Linha de Sintra e Linha de Cascais, mas iremos, brevemente, estar na zona do Porto, Algarve e em algumas das principais cidades do Centro do País.  Ainda não temos perspetiva de introdução dos nossos serviços nas ilhas, mas estamos a realizar esforços para que seja o mais rapidamente possível.

Um dos vossos desideratos passa também pela edificação de uma app que perpetue essa proximidade e facilidade junto dos profissionais de saúde. Para quando esta aposta e de que forma será a mesma essencial para os fitos da Ferreira da Cunha Saúde?

Será crucial na proximidade e comunicação entre a empresa e os utentes. Estamos a preparar uma experiência única e inovadora para os utentes da FCSaúde!

A app que estamos a desenvolver tem como objetivo ser o centro de operações personalizado de cada utente e que permitirá a interação segura com as operações centrais e com os profissionais que realizem acompanhamentos.

Os dados dos utentes e a proteção dos mesmos são a nossa prioridade, por isso temos em conta a importância do acesso facilitado à informação clínica e pessoal, mas tendo sempre em consideração todas as questões de ciber segurança necessárias.

Os agendamentos estarão facilitados e a cobrança digital traz a comodidade que já todos conhecemos. Não comentarei mais nesta fase, para não estragar algumas das nossas surpresas!

No sentido de esclarecer um pouco mais, de que forma é que se processa o vosso sistema de requisição aos domicílios?

1º O utente escolhe o serviço (Informação no nosso site www.fcsaude.pt e revista física)

2º Existe a possibilidade de uma triagem associada ao pedido

3º O utente agenda o pedido requisitado em conjunto com a nossa direção de operações de forma a poder ser dentro das janelas horárias disponíveis para ambos os intervenientes (Utente e Profissional).

Pode ser requisitado, desde um médico para uma situação de urgência até um agendamento com meses de antecedência (Exe fisioterapia pós-operatória).

4º O utente paga confortavelmente (antes ou durante a consulta, dependendo do meio de pagamento escolhido)

5º É realizada a consulta/sessão

6º Realizamos pontos de situação clínico entre 48h a 72h (se necessário/aplicável)

Vivemos atualmente um momento delicado devido ao COVID-19. De que forma é que este novo paradigma alterou a vossa orgânica e como estão a lidar com o mesmo? De que forma perpetuam um apoio ainda mais sustentado aos vossos utentes?

Todos os nossos valores estão a ser praticados aos preços mais baixos/competitivos (Preços Premium), de forma a conseguirmos contribuir para uma redução do impacto económico que esta situação pode ter na carteira do utente.

Acreditamos poder ter um papel fundamental, a longo prazo, apresentando-nos como uma das soluções para a manutenção do estado de saúde dos nossos utentes!

Todos os nossos casos são acompanhados e monitorizados, sendo que o nosso objetivo é poder diminuir a afluência hospitalar, diminuir contactos e graus de exposição social, e ajudar todos aqueles que a nós recorrem.

Temos tido nas últimos semanas e meses um aumento significativo do número de pedidos, principalmente de Telemedicina e do nosso “Check Up Covid-19”.

Numa altura de contenção as pessoas querem ter respostas para as suas dúvidas e inseguranças, associadas a este tema.

Procuram nos profissionais de saúde a confiança para a informação, de forma a fazerem uma melhor gestão psicológica, física e social das medidas que devem adotar, dependendo do estado e fases clínicas apresentadas.

Que palavra lhe apraz dizer a todos os profissionais de saúde, nas mais diversas áreas, que neste momento lutam diariamente pela saúde de todos os portugueses?

Quero demonstrar a minha consideração, respeito empatia e orgulho nos meus colegas médicos, em todos os enfermeiros, profissionais de saúde, administrativos, motoristas, voluntários, forças de segurança e todos os outros que de uma forma ou outra contribuem para o nosso bem-estar, num momento que nos marcará para sempre as memórias.

Quero ainda reforçar o papel da vocação e da responsabilidade social que os profissionais de saúde e outros intervenientes apresentam, pondo em risco as próprias vidas em prol de todos os portugueses e estrangeiros a viver em Portugal!

Mais que palavras gosto de demonstrar através de atitudes, não havendo nada que possa escrever, que demonstre de forma assertiva, o que esta situação nos veio apresentar como uma grande aprendizagem.

Não estamos no momento de avaliar individualidades, mas sim o trabalho de equipa de todos nós. Fazemos cada dia o melhor que conseguimos de forma a apoiar-nos entre todos e passarmos esta fase com menor número de ocorrências possível!

O que podemos continuar a esperar por parte da Ferreira da Cunha Saúde para o futuro? Que desafios terão de ser alcançados e ultrapassados?

A FCSaúde acredita na qualidade de serviço e trabalhamos todos os dias nesse sentido! Queremos ser um prestador de serviços do utente e dos nossos parceiros, sempre apresentando humildade, transparência, excelência, dedicação, empatia e resiliência, que são caraterísticas da nossa empresa.

Queremos apresentar coerência na qualidade da gestão clínica, mas acima de tudo na proteção dos interesses do utente.

Procuramos encontrar profissionais que partilhem os nossos valores e podermos estar a nível Nacional brevemente, de forma a poder prestar cuidados de saúde e bem-estar a todos os utentes que nos necessitem!

Não acreditamos na venda dos serviços de saúde, mas sim na indicação por necessidade! Esperamos poder encontrar nos nossos utentes parte das respostas de como querem caminhar em conjunto “A pensar no seu futuro”.

“A NOSSA MISSÃO É PROPORCIONAR A TODAS AS PESSOAS MELHOR SAÚDE E BEM-ESTAR”

Ciclum Farma é uma empresa do grupo internacional STADA, presente em Portugal desde 2005. De que forma é que apresentam soluções e procuram ajudar a proteger e a recuperar uma vida digna e saudável através dos vossos produtos farmacêuticos de elevada qualidade?

A Ciclum Farma / Grupo STADA desenvolve a sua atividade na produção e comercialização de medicamentos e outros produtos farmacêuticos, incluindo um portfolio alargado de Medicamentos Genéricos, assim como um segmento de Consumer Healthcare com marcas importantes como é o caso do Nizoral®, Hiruroid® e Elmetacin®.

Este portfolio permite uma cobertura de patologias e condições clínicas muito vasta, com o potencial de melhoria de condições de saúde de milhões de Portugueses. Recentemente, criamos também uma unidade de negócio exclusivamente dedicada ao mercado Hospitalar, com o objetivo de disponibilizar opções terapêuticas de benefícios clínicos largamente comprovados, mas com uma otimização de custos muito significativa para o SNS. Nesta área, destaca-se o Bortezomib Stada®, uma solução injetável “pronta a usar” para o tratamento de doentes oncológicos com mieloma múltiplo e, desde o início deste ano, o Movymia® (teriparatida), o nosso primeiro medicamento biossimilar, com indicação para o tratamento da osteoporose.

O grupo STADA está a expandir significativamente o seu portfolio, tendo recentemente feito várias aquisições, como é o caso das marcas Nizoral® e Tarmed®. De que forma é que estas aquisições fortalecem significativamente a presença do grupo em Portugal?

O Grupo STADA tem expandido o seu portfolio com base no seu pipeline, com vários produtos a resultarem da sua atividade própria de R&D. Paralelamente, tem feito investimentos significativos na aquisição de produtos e empresas no sector farmacêutico, reforçando a sua presença em várias geografias, em linha com a sua estratégia de expansão global. Temos vários exemplos de relevo comercial que evidenciam as diversas iniciativas em plano, como é o caso da recente comercialização das marcas Nizoral® e Tarmed® e, já no presente ano de 2020, da incorporação de um portfolio de marcas da GlaxoSmithKline (GSK), onde se destacam a Mebocaína®, Venoruton® e Tavegyl®.

Estas aquisições vêm reforçar, de forma significativa, o portfolio do grupo em Portugal, sustentando a ambição da Ciclum Farma em se assumir como parceiro de referência no mercado dos Genéricos e Consumer Healthcare, e elevando a capacidade de resposta às necessidades adicionais que o País enfrenta atualmente.

Tiago Baleizão, é o novo Diretor-Geral da Ciclum Farma. Como é gerir e abraçar um projeto como este?

Este projeto surge no culminar de quase 20 anos de experiência na Indústria Farmacêutica, tendo já desempenhado funções em diferentes empresas e áreas de negócio em Portugal, assim como a nível internacional na Europa, Brasil, Ásia e Médio Oriente.

Neste percurso, tive oportunidade de imprimir novas metodologias e dinâmicas nas Equipas com quem tive o privilégio de colaborar e aprender, com especial enfoque na evolução de modelos de negócio e no desenvolvimento das pessoas. São precisamente estes os desígnios do Leadership Team do Grupo STADA para Portugal, evidenciando-se uma correspondência transversal entre os objetivos estabelecidos para a Ciclum Farma e o que serão as valências profissionais que mais se destacam nesta fase da minha carreira.

Assim, é com grande motivação que assumo a responsabilidade de liderar a Ciclum Farma nesta fase de forte expansão em Portugal, contando com o apoio de toda a nossa Equipa nacional, em estreita colaboração com a estrutura global do Grupo STADA.

Quais são os grandes desafios em assumir a direção na subsidiária portuguesa do Grupo STADA, num momento em o país enfrenta uma situação de saúde pública?

Iniciei as novas funções a 1 de abril, em plena conjuntura de convulsão social e verificando-se um desafio inédito dos sistemas de saúde e incerteza económica de escala global. Perante este cenário, a linha de ação que tinha inicialmente pensada foi integralmente revista, estabelecendo como prioridade absoluta o assegurar do abastecimento do mercado, garantindo que todos os doentes terão acesso aos tratamentos de que tanto necessitam para a salvaguarda da sua Saúde, em linha com a missão da nossa empresa.

Do ponto de vista interno, o foco ficou centrado no bem-estar de todos os nossos colaboradores e das suas famílias, tendo sido priorizadas uma série de medidas que viabilizaram o teletrabalho, assim como, a disponibilização de materiais e equipamento de proteção para utilização nas atividades fundamentais em confinamento.

Enquanto Diretor-Geral, que projetos estão em mente para a marca nos próximos tempos?

Nos dias que correm, projetam-se cenários de enorme amplitude no que respeita ao impacto social e financeiro da pandemia no nosso País, com enorme incerteza sobre como será o “novo normal”.

Neste contexto inédito, o mais razoável será concentrar-nos no que mais conseguimos controlar ou influenciar e, nesse sentido, estaremos focados na segurança, bem-estar e desenvolvimento dos nossos colaboradores, estando previstas várias iniciativas de apoio e formação. Em paralelo, iremos trabalhar no assegurar as melhores condições para o relançamento da nossa atividade comercial, permitindo cumprir com o nosso plano de lançamento de 10 a 12 novos produtos até final de 2020.

Todos estes produtos reforçarão as opções terapêuticas disponibilizadas pela Ciclum Farma no mercado nacional, com garantia de qualidade e sem preocupação de custos acrescidos para os doentes, ficando à sua disposição através dos nossos clientes diretos – Farmácias, Grupos de Farmácias e Hospitais. Para tal, iremos estabelecer e reforçar iniciativas de mútuo benefício com os principais integrantes do canal, onde se incluem os Armazenistas. É nossa convicção que, nos tempos que se avizinham, as colaborações em genuína perspetiva “win-win” serão ainda mais críticas para a sustentabilidade das nossas organizações e, em última análise, no assegurar do tratamento dos nossos doentes.

Entretanto, no imediato, reconhecendo esta fase de particular necessidade e sobressalto do SNS e da população em maior risco, vamos colaborar em várias frentes e com diversas iniciativas, das quais destaco:

– Incremento da capacidade de produção para garantir o fornecimento dos medicamentos em maior necessidade neste contexto de pandemia

– Apoio a produção de equipamento de proteção por grupos privados em Portugal para utilização por Profissionais de Saúde

– Oferta de materiais de proteção a Farmácias para que possam normalizar o nível de atendimento e apoio aos seus doentes

– Doação de medicamentos em lares, ajudando na prevenção de infeção da população idosa e de maior risco

Esta será a forma da Ciclum Farma / Grupo STADA assumir o seu papel de relevo de responsabilidade social entre a indústria farmacêutica e junto da sociedade em geral, em total consistência com a sua missão de proporcionar a todas as pessoas melhor saúde e bem-estar.

SEMPRE PREPARADOS PARA FAZEREM O MELHOR QUE SABEM

No trajeto do Grupo Clara Saúde, qual é a característica primordial que permitiu a vossa diferenciação?

Penso que temos várias características de diferenciação. A primeira e iniciando pelo campo da investigação, deve-se a atenção que temos com a Inovação e o a preocupação que temos na evolução da ciência médica.

E depois, a proximidade que mantemos com os nossos utentes e com o valor humano, neste nosso trajeto. Estas têm sido as nossas prioridades e temos tido sucesso com elas.

No sector da Saúde, o Grupo CS é referenciado com experiência, rigor e profissionalismo, como chegou até aqui?

Com excelentes profissionais sem dúvida, a escolha que fazemos quando escolhemos as equipas com que trabalhamos para qualquer um dos nossos projetos, é fundamental para sermos reconhecidos.

Todas as áreas de negócio do Grupo Clara CS, estão preparados para responder a necessidade dos utentes nesta Pandemia?

Na verdade, penso que ninguém estava preparado para uma Pandemia em Portugal, toda a nossa estrutura em qualquer uma das nossas áreas vivia de acordo com as suas necessidades; com a Pandemia tivemos que nos estruturar e criar novos acessos a Saúde, para responder com rapidez a todos os que necessitam.

Tendo os seus serviços centrais no distrito de Setúbal, preocupa-o o numero e casos neste distrito, pensa que este numero pode aumentar?

Sem dúvida que vão aumentar. Parece-me, no entanto, que estão subvalorizados.

 

De que forma está neste momento, o Grupo a ajudar o seu Distrito e o Pais a ultrapassar a fase Covid-19?

A maior ajuda que podemos neste momento oferecer é disponibilidade, as pessoas neste momento precisam de respostas rápidas e alguém que os ajude, principalmente na sua saúde não relacionada com a pandemia atual. Não podemos deixar a nossa população adoecer e morrer por falta de assistência, que neste momento está a ser canalizada para o Covid19. E isto já está a acontecer por todo o País.

E toda a estratégia e planificação que criamos foi nesse sentido, criamos as teleconsultas, musculamos as equipas de enfermeiros com mais domicílios, mais técnicos nas colheitas, criamos uma linha de especialistas para responder com todo o profissionalismo ao Covid-19.

A nossa abordagem assenta numa estratégia de triagem em massa que possa sinalizar as situações que necessitam de testes de diagnóstico RT-PCR, as que não necessitam e as que necessitam ficar em vigilância para serem triados novamente. De extrema importância é o início do estudo da imunidade da população por forma a devolver o maior número de pessoas aos seus locais de trabalho, testes esses que já começámos a fazer.

Na fase da Pandemia, assumiu como Medico e CEO do Grupo, que teriam que continuar de portas abertas e ajudar quem mais precisa, que são os seus doentes. Que medidas teve de tomar e como consegue manter equipas unidas e motivadas para assumir ao seu lado este desafio?

Em primeiro lugar assegurar a todos que tudo farei para que não haja desemprego no nosso Grupo. Por outro lado, implementar as normas necessárias para que todos os colaboradores estejam o mais seguros possíveis, no que diz respeito a questões sanitárias.

Por último, lançar projetos desafiantes, que os nossos colaboradores abraçaram com o empenho, alegria e motivação que os caracteriza: equipas especiais para rastreio de Covid-19; equipas para “fabrico” de máscaras e outro material de proteção individual; constituição de uma equipa científica para efetuar estudos epidemiológicos e de investigação sobre o Covid-19.

Diz-se que “nada será como dantes “; na sua opinião a Pandemia atual irá mudar a forma como a sociedade e a saúde se organizam e comportam?

Eu gostaria de dizer que não, mas acredito que isso vai acontecer. Mas julgo que nem tudo vai ser pior: espero que a nossa atitude, como humanidade, vá mudar perante ameaças globais desta natureza; penso que irá existir uma reflecção sobre a organização dos sistemas de saúde que imporá mudanças importantes. A globalização, tal como a conhecemos, sofrerá um retrocesso. As consequências disso não são previsíveis.

Como Médico, quando acha que será possível voltarmos a vida normal?

Embora se tenha gerado uma desconfiança relativa à interação humana, penso que a nossa vida de relação voltará progressivamente ao normal. Já o mesmo não acontecerá, tão cedo, à estrutura da sociedade portuguesa, cujo descalabro económico trará feridas muito difíceis de sarar.

Estará Portugal preparado para uma pandemia de grande dimensão como esta?

Nenhum País estava preparado. Portugal não é exceção. Mas, atendendo aos nossos recursos e (pouca) autonomia industrial na área da saúde, não nos estamos a sair mal. O mesmo não se vai poder dizer das consequências económicas.

BOEHRINGER INGELHEIM E A CONTRIBUIÇÃO SIGNIFICATIVA NA LUTA CONTRA A COVID-19

Engª Sandra Marques DG Boheringer

O mundo está neste momento a viver tempos muitos complexos devido à pandemia de COVID-19. Sendo a Boehringer Ingelheim (BI) uma empresa que defende com a máxima seriedade a saúde dos seus profissionais e doentes, de que forma este vírus se torna numa prioridade?

Somos uma empresa global com mais de 50 mil colaboradores em todo o mundo e consideramos ser nosso dever fornecer a melhor proteção possível para a saúde dos doentes, dos nossos colaboradores e da sociedade. A partir do momento em que a infeção pelo coronavírus coloca em risco a saúde pública, torna-se automaticamente uma prioridade para a empresa trabalhar, em todas as frentes possíveis, para a combater.

Numa altura em que a infeção por coronavírus coloca em risco a saúde de todos, fornecer aos doentes os medicamentos essenciais é a nossa prioridade máxima. Para além disso, somos um parceiro próximo e importante da comunidade de profissionais de saúde, tendo assim a responsabilidade adicional de ajudar a prevenir a sobrecarga hospitalar que o surto da COVID-19 acarreta.

Disponibilizamos as nossas competências e recursos para ajudar a aliviar a situação e colaboramos continuamente com profissionais de saúde e entidades de saúde, para minimizar os impactos da pandemia e assegurar que os doentes não são privados das suas terapêuticas. Não prevemos problemas na cadeia de abastecimento de medicamentos a curto prazo. Ainda assim, avaliamos continuamente possíveis alternativas para contornar eventuais constrangimentos, de forma a garantir o fornecimento contínuo de todos os nossos medicamentos para as pessoas e animais que mais deles precisam.

A Indústria Farmacêutica é parte importante na cadeia de prestação de cuidados de saúde. De que forma pode a Boehringer Ingelheim ajudar a prevenir a sobrecarga hospitalar que um surto exponencial de COVID-19 acarreta?

Como uma empresa orientada para a investigação e desenvolvimento, iniciámos a nossa atividade de apoio em janeiro e continuaremos a dar uma contribuição significativa na luta contra a COVID-19.

Temos cerca de 100 cientistas de I&D, que já dedicaram 11 mil horas de trabalho em laboratório, comprometidos na investigação para combate ao vírus. No processo de desenvolvimento de novos fármacos ao longo do tempo, a Boehringer Ingelheim construiu uma biblioteca com mais de 1 milhão de compostos. Atualmente estamos a realizar uma triagem computacional de toda a biblioteca com o objetivo de identificar novas pequenas moléculas com atividade contra o vírus SARS-CoV 2. Ao mesmo tempo, estamos a avançar rapidamente no desenvolvimento de anticorpos monoclonais neutralizantes antivirais para a terapêutica contra a COVID-19, em colaboração com o Centro Alemão de Pesquisa de Doenças Infeciosas (DZIF).”

Adicionalmente, através do um consórcio com outras empresas farmacêuticas e a Fundação Bill e Melinda Gates unimos esforços para encontrar soluções que impulsionem o desenvolvimento de vacinas, diagnósticos e outros tratamentos que ajudem no combate à pandemia de COVID-19.

Em Portugal estamos a dar o nosso contributo, apoiando financeiramente o projeto solidário “Todos por Quem Cuida”, criado pelas Ordens dos Médicos e dos Farmacêuticos em parceria com a Apifarma, e também através da doação de milhares de materiais e equipamentos de proteção, essenciais no combate à propagação da pandemia, a vários Hospitais e Unidades de Saúde Familiares em todo o território nacional.

Neste sentido, que medidas preventivas adotou a Boehringer Ingelheim de modo a conter a propagação de um vírus que já afeta a vida quotidiana em todo o mundo?

De imediato, implementamos medidas para proteger os nossos colaboradores e reduzir o risco de propagação do vírus, seguindo rigorosamente as orientações dos especialistas. A comunicação é essencial para o sucesso de qualquer plano de contingência e o surto da Covid-19 fez emergir a agilidade e pro-atividade nas ações, a responsabilidade e a transparência, que são, a meu ver, atributos essenciais de uma organização na gestão de qualquer crise. De forma rápida e atempada, implementámos o regime de teletrabalho para todos os colaboradores, e oferecemos-lhes também material de proteção, como luvas e máscaras, para terem em suas casas e poderem proteger-se nas compras ou noutras tarefas indispensáveis. Partilhamos com os nossos colaboradores guias e orientações, que são constantemente atualizados tendo em conta as alterações que vão ocorrendo. Acreditamos que uma comunicação regular e objetiva, nesta altura, é basilar para nos mantermos unidos.

Na vossa atividade, é fundamental que assegurem que os doentes não são privados das suas terapêuticas. Como é feita esta gestão atualmente?

Todas as nossas atividades concentram-se em garantir que os doentes continuam a receber os medicamentos essenciais. A nossa cadeia de produção e abastecimento continua a trabalhar de acordo com o planeado e não prevemos problemas a curto prazo.

Como as pessoas com doenças crónicas graves, incluindo doenças cardíacas, diabetes e doenças pulmonares, são grupos de risco, estamos também a fornecer suporte e recursos contínuos, através de canais digitais acessíveis a profissionais de saúde, doentes e cuidadores.

De que forma tentam gerir o vosso método de trabalho, de modo a estarem em constante monitorização da situação e colaborarem continuamente com profissionais de saúde e autoridades para minimizar os impactos desta pandemia?

Quando começamos a implementação do teletrabalho foi distribuído a todos os colaboradores um “survival kit” que continha algumas medidas e ferramentas a utilizar de forma a agilizar as comunicações em caso de emergência ou suspeita de infeção por COVID-19. Mantemo-nos todos em constante contacto e atividade profissional através de ferramentas de trabalho e de comunicação digitais internas.

Tal como referido, estamos a realizar diversas atividades para encontrar soluções terapêuticas para travar esta pandemia. Trabalhamos arduamente em colaboração com investigadores, académicos, instituições internacionais e outros parceiros da indústria farmacêutica.

Estará Portugal devidamente preparado para uma pandemia de uma dimensão como esta?

Estamos todos a combater um inimigo invisível. Ninguém previa que este vírus causasse uma pandemia que coloca em causa a saúde pública em todos os países. Se nem as grandes potências mundiais estavam preparadas para esta dimensão da COVID-19, como é que Portugal poderia estar? No entanto, é de notar o esforço e o empenho que o Governo português está a ter nesta situação delicada que vivemos. O estado de emergência era algo inevitável face à propagação do coronavírus e agora mais do que nunca é preciso ajudar os profissionais de saúde e todos aqueles que estão infetados. Portugal só consegue ultrapassar esta fase crítica se todos juntos unirmos esforços.

Secretário de Estado diz que maio será determinante no combate à pandemia

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Com o fim do estado de emergência a aproximar-se, o secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, garante que abril foi um mês decisivo na resposta de Portugal à pandemia. Porém, alerta que a luta ainda não acabou.

“Maio é determinante. Temos responsabilidades acrescidas de seguir ainda de forma mais premente as orientações da Direção-Geral da Saúde”, disse em seguida, acrescentando que o site oficial da DGS tem conselhos para a proteção dos cidadãos, seja em casa ou nos transportes públicos, assim como normas para as empresas.

O secretário de Estado da Saúde disse, também, que os cuidados continuam a ser necessários depois de 2 de maio. “O levantamento do estado de emergência obriga-nos ainda a estar mais alerta”, explicou, relembrando a importância da etiqueta respiratória e da lavagem frequente das mãos, entre outras medidas de proteção.

Também a diretora-geral da Saúde, que esteve presente na conferência de imprensa desta quinta-feira, 30 de abril, reforçou esta ideia, ou seja, que o desconfinamento “não nos isenta de continuarmos a seguir medidas de prevenção”.

“Devemos usar um conjunto de medidas”, disse Graça Freitas, alertando também para a necessidade de estarmos atentos às características das máscaras comunitárias. Segundo a diretora-geral da Saúde, algumas são de uso único, outras terão reutilização, mas, ainda assim, “nem todas poderão ser reutilizadas o mesmo número de vezes”. E continuou: “Temos de estar atentos às indicações dos produtores.”

Sobre as máscaras, António Lacerda Sales avançou que foi feita uma encomenda de mais de 12 milhões de máscaras FFP2, sendo que foram já entregues cerca de cinco milhões.

DGS está a preparar uma norma para as crianças regressarem às creches

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Na conferência de imprensa desta quinta-feira, 30 de abril, a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, revelou que está a ser preparada uma norma para as creches seguirem e aplicarem face à pandemia de Covid-19.

“Estamos a preparar especificamente uma norma para ter com estas crianças pequenas. Temos que minimizar o risco, mas nunca será zero, vamos fazer tudo para controlar, mesmo com crianças tão pequenas”, disse.

A diretora-geral da Saúde avançou, também, que será lançada uma campanha nacional sobre o uso correto de máscaras. “Vamos ter nos próximos dias uma campanha virada para dizer sobretudo às pessoas como é que as máscaras devem ser colocadas e como é que devem ser retiradas. Temos de aprender a usá-las porque, como sabem, não temos essa tradição.”

Portugal já realizou quase 400 mil testes de diagnóstico à Covid-19

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Desde 1 de março, foram realizados mais de 396 mil testes de diagnóstico ao novo coronavírus, 80 por cento dos quais em abril. Estes dados foram revelados pelo secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, na conferência de imprensa desta quinta-feira, 30 de abril.

Em declarações, disse que abril “foi um mês decisivo” na resposta à pandemia. Segundo o responsável, o stock nacional de testes continua acima de um milhão, depois da distribuição de “328 mil às administrações regionais de saúde”.

Graça Freitas, que também intervir, garantiu que “a nossa vida sanitária é muito importante, mas é também muito importante a vida social e económica. Vamos ter de fazer equilíbrios”.

“Todos os países estão a fazer exatamente o mesmo que Portugal está a fazer”, acrescentou a diretora-geral da Saúde, acrescentando que é essencial “monitorizar, medir e observar qual vai ser o impacto do desconfinamento”.

Como o Presidente da República anunciou a 28 de abril, o estado de emergência não vai ser renovado após 2 de maio. Porém, Marcelo Rebelo de Sousa reforçou também que o fim deste estado não significa o fim do surto. Além disso, garantiu que poderá recorrer novamente ao estado de emergência caso seja necessário.

Este restaurante de sushi em Aveiro está a vender máscaras reutilizáveis a 2,90€

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Covid-19 obrigou o Subenshi a ter de adaptar o conceito. O restaurante japonês de Aveiro, que também tem um espaço no Porto, está a fazer entregas ao domicílio nas duas regiões, tanto com serviço próprio como em parcerias com noMenu ou Uber Eats. O projeto vão se ficou pelas refeições e criou também umas máscaras com muito estilo que são reutilizáveis.

O Subenshi fez uma parceria com a marca Rasto e desenvolveu umas máscaras que são laváveis e reutilizáveis. São feitas em Portugal, juntam padrões japoneses e estão à venda por 2,90€ a unidade. Todo o valor angariado irá servir para ajudar na compra de equipamento de proteção a pessoas que estejam infetadas pelo vírus.

Para as receber só precisa de enviar um email para protegidocom@subenshi.pt. Deverá indicar o nome, os contactos, o número de máscaras pretendido e também a localização.  Recebe depois uma resposta para combinar a entrega.

Mercantina vai oferecer sobremesas e vales de desconto no Dia da Mãe

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Este domingo, 3 de maio, a sobremesa fica por conta da Mercantina. A marca voltou a abrir os três restaurantes que tem em Lisboa e está a fazer uma oferta especial para o Dia da Mãe. Tudo o que tem de fazer é comprar dois pratos principais que recebe um doce de oferta. Neste dia os clientes vão ainda receber vales de desconto.

A panna cotta de frutos vermelhos com laranja é a sobremesa que é entregue a quem fizer pedidos de dois pratos tanto nos restaurantes da Mercantina em Alvalade e Chiado, como no Bistro 37 da Avenida da República.

A promoção é apenas válida para este domingo. Outra das ofertas é um vale de desconto de 20 por cento para uma refeição num dos restaurantes. Pode ser usado até ao final de agosto num dos espaços. O objetivo é convidar os clientes a visitar os espaços quando tal for possível. As duas ofertas são feitas tanto para o take-away como para o delivery.

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