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Vanessa Ferreirinha

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Porto: comida vegetariana e prendas sustentáveis no Veggie Christmas Market

(Fotografia: Igor Martins/Global Imagens

Não há fim de semana durante o mês de dezembro que não tenha um mercado de Natal agendado. Mas o Veggie Christmas Market & Espumanteria Portuguesa, que arranca já esta sexta, tem a particularidade de apresentar apenas comida vegan e vegetariana, bem como sugestões sustentáveis para prendas de Natal.

O mercado, que resulta de uma parceria entre a companhia aérea e a organização do Veggie Fest, decorre de 13 a 15 de dezembro, no Antigo Museu do Vinho do Porto, no Cais Novo, e a entrada é gratuita.

Durante três dias, os visitantes vão ter a oportunidade de conhecer produtos sustentáveis e ecológicos, como cosmética natural biológica das marcas OMASSIVeganCare e Bio Bazaar, e os tote bags, t-shirts e canecas, com mensagens sobre animais e veganismo, da Respiramor.

Para aconchegar o estômago, as opções passam pelos donuts vegan da DUH! Vegan Donuts, a pastelaria vegan da Capuchinho Verde, da Cravo e Canela, queijos vegetais e sorvetes. Para acompanhar tudo isto, há uma seleção de insígnias de espumantes convidadas pela Espumanteria Portuguesa.

Uma das marcas presentes é a ovo-vegetariana Garden Gourmet, da Nestlé, que chegou em setembro ao mercado português com nuggets, almôndegas e hambúrgueres, entre outros produtos. Quem quiser aprender algumas dicas sobre como preparar refeições vegetarianas, pode participar no workshop do espaço da marca.

Horário:
Sexta: 17h às 23h
Sábado: 11h às 22h
Domingo: 11h às 19h

 

Texto evasões.pt
https://www.evasoes.pt/zdestaque-principal/porto-veggie-christmas-market/830266/

Incêndios no leste da Austrália deixam Sydney com qualidade do ar perigosa

Foto Getty Images Texto Agência LUSA

A qualidade do ar em Sydney atingiu esta terça-feira um nível perigoso devido à densa camada de fumo proveniente dos incêndios florestais, no leste da Austrália, indicou o Departamento de Meteorologia australiano.

“Os ventos fracos e o fumo abundante diminuíram os níveis de visibilidade em Sydney e arredores e a qualidade do ar é agora considerada perigosa” para a saúde, disseram as autoridades australianas. Algumas das áreas mais afetadas da cidade são, entre outros, os bairros de Parramatta (noroeste), que atingiram uma concentração de 232 partículas mais poluentes (PM2,5), ou o parque Macquarie (leste) com 255 partículas PM2,5.

As partículas PM2,5 estão relacionadas com desenvolvimento de doenças cardiovasculares e respiratórias e cancro, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Além de Sydney, outras cidades como Newcastle ou Camberra excederam já os níveis de poluição, geralmente registados em Banguecoque ou em outras cidades asiáticas que registam frequentemente níveis elevados de poluição, de acordo com o Índice Mundial de Qualidade do Ar. No estado de New South Wales, cuja capital é Sydney, as autoridades registaram hoje 80 fogos ativos, dos quais 35 estão a arder ainda sem controlo.

Desde 1 de julho passado, os incêndios causaram seis mortos, destruíram centenas de casas e 13 mil quilómetros quadrados de terra em todo o país.

Texto Agência LUSA

Estratégia Local de Habitação do Porto “não corresponde à dimensão do problema”, diz PS

Foto Agência LUSA

O PS Porto disse esta segunda-feira que a Estratégia Local de Habitação (ELH) é insuficiente e não corresponde à dimensão do problema, defendendo que o problema da habitação na cidade não se revolve com mais 200 casas em cinco anos.Devo dizer que na nossa avaliação podia ter ido mais longe. (…) porque o próprio documento reconhece o facto de ser indispensável, para o aproveitamento das oportunidades no âmbito do primeiro direito, uma estratégia local de habitação, nesta matéria não há nenhum impedimento que a Câmara do Porto aproveitasse esta oportunidade para fazer uma reflexão mais vasta (…) nomeadamente sobre o outro braço disto que é a questão da habitação a custo acessível”, afirmou Manuel Pizarro na reunião do executivo.

O vereador socialista considera que aquilo a que a autarquia se propõe “é relativamente pouco”, tendo em conta que o stock de 3.000 casas que o município se propõe assegurar até 2025, 1.200 “são casas que a câmara já disponibilizaria”. “São aquelas que em cada ano são reabilitadas nos bairros em função da sua desocupação. Não é stock habitacional adicionado. E estas não chegam para repor o número de processos que em cada ano a Domus [Social] aceita de novo”, afirmou.

“O problema do acesso à habitação por parte das pessoas com más condições económicas e com carência habitacional na cidade do Porto não se resolve com um aumento da oferta de 200 casas por parte da câmara em cinco anos”, acrescentou Pizarro, defendendo que é precisa mais iniciativa nesta matéria.

O socialista criticou ainda o nível de investimento do município que prevê investir cerca de 48 milhões de euros, 15 milhões dos quais que são já um investimento “de rotina” para o município na reabilitação das casas que ficam devolutas nos bairros. “Não corresponde à dimensão do problema”, sublinhou o vereador.

A Estratégia Local de Habitação (ELP) do Porto foi aprovada esta segunda-feira com a abstenção do PS, PSD e CDU que também manifestaram preocupação para com o problema da habitação na cidade. Para a vereadora da CDU, Ilda Figueiredo, apesar de importante, este documento que assenta numa legislação de políticas de habitação que procura remeter para os municípios a responsabilidade da habitação social, visa facilitar o acesso ao financiamento no âmbito do programa “1º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação”, contudo, não é uma resposta a “todo o problema da habitação” na cidade.

Já o vereador do PSD, Álvaro Almeida, disse concordar com a opção “por modelo hídricos” onde há parcerias com privados, mas justificou a sua abstenção com a existência de divergências profundas em matéria de habitação, nomeadamente sobre a utilização de dinheiros públicos para aquisição de imóveis privados.

Por outro lado, o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, sublinhou que, segundo os dados do Eurostat, no que diz respeito à habitação e infraestruturas coletivas a administração pública local tem um esforço de 91,3%, quando na União Europeia é de 54%.

Já o vereador da Habitação e Coesão Social, Fernando Paulo, reconheceu que “aquilo que é definido pelo Governo no âmbito da nova geração de políticas de habitação e no que ao [programa] 1º Direito diz respeito, fica, de facto, muito aquém para resolver de uma forma estrutural os problemas de habitação”.

Este documento, explicou Fernando Paulo, serve para a autarquia poder aceder ao financiamento no âmbito do programa 1º Direito, contudo, ressalvou, a autarquia não vai alterar a sua política municipal de habitação.“Este é um instrumento financeiro que é posto à disposição e que não é suficientemente atrativo para a câmara deixar de prosseguir a sua política de habitação”, defendeu. Também o vereador do Urbanismo, Pedro Baganha salientou que a política de habitação do município não se esgota nesta estratégia.

Texto Agência LUSA

“Black Friday” leva a 57 processos de contraordenação em operação da ASAE

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) instaurou 57 processos de contraordenação durante uma operação de fiscalização do cumprimento das regras legais na “Black Friday”, que decorreu em 28 e 29 de novembro, conforme anunciado esta quarta-feira.

Num comunicado, a ASAE indica que foram fiscalizados 387 operadores económicos tanto em estabelecimentos físicos como através de pesquisa online e instaurados 57 processos por contraordenação.

Segundo a ASAE, as principais infrações detetadas foram o desrespeito das regras do anúncio de venda com redução de preços, o incumprimento das regras legais sobre promoções e o desrespeito das regras relativas à afixação de preços, bem como a utilização de expressões similares para anúncio de vendas com redução de preços, a falta de envio de declaração de saldos e a ausência de indicação do início e duração da promoção.

A operação “Black Friday”, efetuada a nível nacional, decorreu em 28 e 29 de novembro e teve como objetivo a fiscalização do cumprimento das regras legais do exercício das atividades económicas, em particular do regime jurídico aplicável aos saldos, liquidações, promoções e reduções de preços.

A ASAE refere ainda que “tratando-se de um acontecimento comum nesta altura do ano, estas ações de fiscalização visam verificar a conformidade da prática de redução de preços por parte dos operadores económicos face à legislação em vigor” e que continuará a realizar ações de fiscalização neste âmbito, em prol da defesa dos direitos dos consumidores.

Na passada segunda-feira, a Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor anunciou que denunciou à ASAE “várias irregularidades e violações à lei” que detetou durante a “Black Friday”.

Em comunicado, a Deco refere que encontrou vários produtos que não respeitaram a lei dos saldos e das promoções durante a “Black Friday”, que ocorreu na última sexta-feira de novembro.

“O vendedor não exibia o novo preço e o preço anteriormente praticado ou, em alternativa, a percentagem da redução”, exemplifica a associação.

Já na terça-feira a Confederação do Comércio de Portugal (CCP) admitiu “algumas violações” à lei durante a “Black Friday”, mas recusou um cenário de “fraude generalizada” e criticou que, por “meia dúzia de casos”, se ataque esta iniciativa promocional.

“Admito que em quase 200 mil estabelecimentos de comércio e serviços possa haver algumas violações. Faz-se queixa à ASAE e a ASAE trata disso, não percebo qual é o problema”, afirmou o presidente da CCP em declarações à agência Lusa.

 

Texto Agência LUSA

Ruídos não audíveis de turbinas eólicas têm riscos para a saúde

Sean Gallup/ Getty Images

A exposição aos ruídos não audíveis pode causar patologias graves à população residente nas imediações de parques eólicos, concluiu um investigador em questões ambientais.

Em declarações à agência Lusa, o diretor do Departamento de Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologias da Saúde de Coimbra (ESTeSC), João Almeida, defendeu também que estes ruídos devem ser incluídos em estudos de impacte ambiental, o que atualmente não sucede.

No caso das turbinas eólicas — existem cerca de 2.800 espalhadas pelo país, em 205 parques eólicos, a maioria na região interior norte e centro – há “uma preocupação bastante premente”, que decorre da localização “muitas vezes em cima de casas e da inexistência de legislação destinada a minorar os riscos para a saúde pública aquando da sua instalação.

Na sua investigação, o também professor da escola do Instituto Politécnico de Coimbra, identificou duas categorias de consequências fisiológicas adversas para as populações residentes na proximidade de parques eólicos, associados à exposição a infrassons e ruído de baixa frequência: uma mais ligeira, que se caracteriza por mal-estar geral e prolongado, com dores de cabeça, dificuldade em dormir, falta de concentração ou irritabilidade, entre outros sintomas; e outra mais grave, com problemas pulmonares (muita tosse e dificuldade em respirar), apneias, arritmias cardíacas ou espessamento do pericárdio, a dupla membrana que envolve o coração.

Por outro lado, há populações que recebem o impacto dos infrassons “em alturas mais vulneráveis, que é quando estão a descansar”. “Passam a noite em casa a dormir e estão sempre expostas, o organismo está sempre a receber estímulos, impulsos de energia sonora e não conseguem descansar convenientemente”, acrescentou o especialista da ESTeSC.

João Almeida enfatizou, por outro lado, que os infrassons “têm uma característica que é um comprimento de onda muito grande e que mesmo que encontrem barreiras acústicas pelo caminho não são atenuados por essas barreiras”, fazendo com que a 10 quilómetros da fonte emissora “o nível de pressão sonora apresente uma perda reduzida”, o que o torna “importante na ótica da saúde pública”.

Em Portugal, o especialista em saúde ambiental afirmou existir “um lapso na legislação” dos estudos de impacte ambiental necessários à instalação de parques eólicos, que não prevê a medição e análise de infrassons, mas apenas do ruído audível, situação análoga a alguns países europeus. Noutros, como por exemplo na Rússia, foram estabelecidas regras para a instalação de parques eólicos, com legislação “que retrata infrassons e a preocupação relativamente aos infrassons”, sustentou.

Acresce que os estudos de impacte ambiental elaborados de acordo com a legislação nacional e referentes aos parques eólicos instalados “retratam muito o ruído ambiental e o ruído ambiental é o ruído audível”.

Nas medições que fez no âmbito do estudo — em três parques eólicos da região Centro — João Almeida nota que não foram atingidos os valores limite definidos para o ruído ambiental, mas que este é aferido “com um filtro que tenta simular aquilo que é a receção no ouvido do recetor”. Já os infrassons, que se geram com a passagem das pás pela turbina, o chamado ruído aerodinâmico, “devem ser medidos sem filtro, porque é uma exposição de todo o organismo”, defendeu.

João Almeida manifestou-se consciente da importância económica e em termos ambientais para o país dos investimentos em energia eólica, mas advogou a definição “logo à partida” de distâncias de segurança na instalação das infraestruturas, com inclusão da medição de infrassons nos estudos de impacte ambiental como medida protetora da saúde pública. “É importante que a legislação contemple este tipo de ruídos, para que o recetor, seja humano seja animal, esteja contemplado e seja protegido”, reforçou.

 

Texto Agência LUSA

“Vila Natal” abre esta sexta-feira em Óbidos e prolonga-se até 5 de janeiro

Créditos - Agência LUSA

Uma viagem “da Terra até à Lua” é a proposta da edição 2019 do Óbidos “Vila Natal”, que abre esta sexta-feira portas na vila onde até ao dia 5 de janeiro de 2020 a organização espera 140 mil visitantes.

Pôr “todos os visitantes com a cabeça na Lua e os pés na Terra” é o objetivo da Óbidos Criativa, empresa municipal responsável pelo evento que, segundo o administrador da empresa municipal, Alexandre Ferreira, terá como novidades “espetáculos divertidos, viagens no vaivém espacial ou corridas nos bumper cars que vão estar instalados na pista de gelo sintético”.

O recinto contará ainda com um parque de neve artificial, um labirinto feito com materiais recolhidos nas praias e um circuito de arborismo com passadiços à altura das arvores.

A organização lança este ano um bilhete família, com três versões: dois bilhetes inteiros e dois bilhetes de criança por 20 euros; dois bilhetes inteiros e três bilhetes de criança por 24 euros; e dois bilhetes inteiros e quatro bilhetes de criança por 28 euros.

Já o bilhete individual mantém o preço de sete euros para adultos e cinco euros para crianças, em ambos os casos acrescidos de um euro caso pretendam andar na roda gigante.

O Óbidos “Vila Natal” conta com um orçamento de 350 mil euros e a organização estima atrair o mesmo número de visitantes da edição anterior, ano em que o recorde de público foi batido, com cerca de 140 mil pessoas a passar pelo certame.

Créditos – Agência LUSA

Como viajamos? Portugueses preferem trajetos de curta duração e curta distância

As escolhas dos europeus

O país cuja procura mais aumentou em 2019 foi a Austrália, que viu a sua popularidade crescer em 74% em relação ao ano anterior. A longa distância não parece assustar os europeus – os viajantes preferem ver os (muitos) lados positivos: preços competitivos de voos, paisagens naturais de cortar a respiração, uma vida animal muito própria e ainda o caráter acolhedor e amável dos habitantes levam-nos a escolher viajar para o outro lado do mundo sem hesitar.

A eDreams ODIGEO analisou também as cidades mais procuradas pelos europeus, tanto em termos de viagens de curta distância (dentro do continente europeu) como de longa distância (intercontinentais). Preveza, na Grécia, é a cidade predileta dos europeus, com um aumento de 121% da procura em 2019. Seguem-se Varna, na Bulgária (60%) e Cefalónia, também na Grécia (59%). No que diz respeito às longas distâncias, as cidades favoritas são Izmir, na Turquia (87%); Brisbane (78%) e Melbourne (83%), na Austrália. Todas estas cidades primam pelo clima favorável durante grande parte do ano, o que prova que, em 2019, o sol e o calor são grandes impulsionadores das escolhas europeias.

 Hábitos de viagem

Para além dos destinos preferidos, a eDreams ODIGEO procurou saber mais sobre outros hábitos de viagem dos europeus.

As férias de curta duração são as mais populares em 2019: em média, os viajantes preferem ficar entre 3 e 4 dias nos seus destinos. Mais de metade dos europeus (51%) realiza viagens com duração de 2 a 6 dias, sendo que apenas 10% viaja mais do que 14 dias, e apenas outros 10% mais do que 21 dias.

De uma forma geral, os europeus parecem estar a reservar as suas viagens com mais tempo: a média europeia de reservas, em 2019, foi de 50 dias de antecedência para viagens curtas (com duração inferior a 6 dias) e 71 dias de antecedência para viagens longas (com duração superior a 6 dias). Em 2018, as médias estavam, respetivamente, nos 46 e 62 dias.

De uma forma mais particular, os dinamarqueses são quem reserva as suas viagens mais cedo, com uma média de 45 dias de antecedência para viagens curtas (com duração inferior a 6 dias) e 66 dias de antecedência para viagens longas (com duração superior a 6 dias). Por outro lado, os italianos são os mais espontâneos a marcar viagens curtas, com 32 dias de antecedência, e os portugueses são quem parece precisar de menos tempo para preparar as viagens longas, com uma média de 43 dias de antecedência na reserva.

Portugueses preferem destinos próximos e viagens curtas

Ainda que os destinos distantes sejam uma tendência crescente em toda a Europa, em Portugal continuamos a preferir viajar para mais perto: a cidade favorita dos portugueses que reservam através da eDreams ODIGEO é mesmo o Porto. Seguem-se Paris, Lisboa, Ponta Delgada e Londres, e as restantes cidades que compõem o Top 10 de preferências também se encontram na Europa.

No que diz respeito à duração das férias, a esmagadora maioria dos portugueses (64%) efetuou reservas para viagens curtas (inferiores a 6 dias de duração) em 2019. Apenas 15% dos inquiridos revelaram viajar durante 14 ou mais dias. Podemos assim concluir que, em 2019, os portugueses escolheram não se afastar muito nem passar muito tempo longe da terra natal.

Pelo lado financeiro, vemos também que os portugueses gastaram, em média, cerca de 192€ nas suas reservas de viagens para a cidade mais escolhida, o Porto. Madrid foi a cidade para onde saiu mais barato viajar desde Portugal (134€) e, no lado contrário, Amesterdão foi o destino mais caro (222€).

Em média, os viajantes portugueses marcam as suas viagens curtas (inferiores a 6 dias) com 34 dias de antecedência e preferem fazê-lo às terças-feiras – o mesmo já se tinha verificado em 2018. O sábado é o dia em que se dedicam menos à preparação das suas próximas férias.

No que toca ao aumento da procura em viagens de longo curso, vemos que o Brasil é um destino altamente interessante para os portugueses: quatro das cinco cidades cuja procura mais cresceu em 2019 são brasileiras, com Belo Horizonte a liderar o aumento da procura com uns incríveis 89%. Já para as viagens de curto prazo, o maior aumento da procura regista-se para a cidade italiana de Cagliari, com uns impressionantes 133%.

Um 2020 feito de viagens longas

Ao olharmos para as reservas antecipadas já realizadas durante 2019 para o próximo ano, é possível ter uma ideia das cidades que terão uma maior afluência de turistas em 2020.

Tóquio destaca-se claramente como o potencial destino preferido dos viajantes para o ano que aí vem, tendo registado um aumento de 90% na procura. Este facto é, sem dúvida, potenciado pela realização dos Jogos Olímpicos naquela cidade no próximo verão, mas a verdade é que a capital japonesa já atraiu olhares durante este ano, não apenas por ter recebido recentemente a fase final do Campeonato Mundial de Rugby, mas também porque o Governo japonês tem feito esforços no sentido de potenciar o turismo, com o objetivo de chegar aos 40 milhões de visitantes em 2020.

As tendências de Portugal para o próximo ano indicam que os destinos que mais crescem em relação a 2019 são Genebra, Londres, Funchal, Porto e Paris.

Vinhos do Alentejo dão mais vida à região com a plantação de mais de 1250 árvores

Os Vinhos do Alentejo doaram parte da receita obtida pela venda dos bilhetes da feira de vinhos realizada no Centro Cultural de Belém, para esta ação de reflorestação.

As intervenções foram promovidas em dois locais diferentes. A primeira ação foi em Montemor-o-Novo, junto ao Castelo e a segunda, em Courelas de Guadalupe, no concelho da Vidigueira. Estas iniciativas estão integradas em projetos de voluntariado: a Volunteer Escapes – Volunteer with European Solidarity Corps for Activities in Portugal with Ecological Sense e a Projecto Chloris – Conservação de Habitats em Sociedade.

Em Montemor-o-Novo foram plantadas, no total, 514 árvores e arbustos. “O objetivo visa a valorização ecológica e restituição de um bosque nativo na área envolvente ao castelo, enquadrada num plano que tem por objetivo a recuperação da vegetação autóctone, o controlo de espécies exóticas infestantes e a geração de um bosque nativo que constitua um espaço de elevada qualidade paisagística e ambiental, de suporte à biodiversidade e serviços dos ecossistemas, saúde pública e qualidade de vida”, comenta Miguel Teles, Presidente e Coordenador Executivo da Associação Plantar uma Árvore.

No concelho da Vidigueira, um terreno adquirido para diversos projetos de conservação da Natureza, foi alvo de fogo posto no verão de 2018. Para fazer face a este acontecimento o projeto de voluntariado prevê a regeneração da floresta nativa e das espécies autóctones, o potenciar da biodiversidade e a restituição dos sistemas e funções ecológicas. Neste terreno foram plantadas 759 plantas: 372 sobreiros, 147 azinheiras, 120 freixos e 120 aroeiras. O proprietário juntou outras espécies, designadamente murtas, alfarrobeiras e carvalhos-cerquinhos.

“A riqueza da flora no Alentejo assume-se como um dos seus principais elementos diferenciadores, servindo de base aos ecossistemas da região. De forma a minimizar o impacto dos fogos, consideramos importante a contribuição para o restabelecimento destes habitats essenciais para o equilíbrio ecológico da região e, portanto, relevantes também para que tenhamos vinhas mais saudáveis”, afirma Francisco Mateus, Presidente da CVRA.

Asma grave afeta 5% a 10% dos doentes asmáticos em Portugal

Dos 700 mil asmáticos em Portugal1, estima-se que cerca de 35 mil sofram com asma grave2, uma patologia limitante. Mas, até que ponto? E em que medida pode o sistema de saúde melhorar ou inovar para dar uma resposta mais eficaz a estes doentes? Estas e outras questões, serão debatidas no próximo dia 6 de dezembro, pelas 16h30m, na Fundação Oriente, no evento “Viver sem fôlego”, uma iniciativa da AstraZeneca, no âmbito do programa Precision. O início será marcado pela exibição de um documentário internacional com testemunhos reais de doentes com asma grave, que nele partilham os desafios que enfrentam diariamente, as suas angústias, mas também as suas vitórias.

A asma grave tem um forte impacto no quotidiano de quem vive com esta patologia. Tarefas simples podem revelar-se verdadeiros desafios e o medo de complicações, como constipações ou infeções respiratórias graves, é uma constante. É por isso importante não só conhecer a realidade destes doentes e o seu dia-a-dia, mas também discutir formas de aumentar a sua qualidade de vida, que pode passar por um acompanhamento e tratamento mais personalizados.

Neste seguimento, e após a apresentação do contexto nacional a cargo de João Fonseca, especialista em Imunoalergologia e investigador do CINTESIS, o evento contará com a discussão sobre os “desafios e oportunidades para o sistema de saúde”, num painel que contará com a presença de membros da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica, Sociedade Portuguesa de Pneumologia e da Associação Portuguesa de Asmáticos.

O evento é dirigido ao público em geral e a profissionais de saúde, com entrada gratuita, mediante inscrição em viversemfolego.eventbrite.pt

Conheça o trailer do documentário (PT-5817 aprovado a 25-11-2019)

Biópsia sinoval no diagnóstico da artrite reumatóide é tema central do Colóquio A.N.D.A.R.

A biópsia sinoval, exame que permite diagnosticar mais cedo a doença, ainda não é prática generalizada e o ‘porquê’ estará em discussão no Colóquio A.N.D.A.R. 2019, uma iniciativa da Associação Nacional dos Doentes com Artrite Reumatóide, que se realiza no dia 29 deste mês, na Fundação Calouste Gulbenkian.

O evento, que conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República, contará ainda com a participação de Manuel Sobrinho Simões e Maria Carmo-Fonseca, cientistas e investigadores mundialmente reconhecidos e com vários prémios nacionais e internacionais, e que farão as suas intervenções sobre “Da inflamação à neoplasia: primado da medicina narrativa” e “Medicina de precisão”, respetivamente.

Recorde-se que a artrite reumatóide é uma doença reumática inflamatória crónica, que pode ocorrer em todas as idades, afetando sobretudo as estruturas articulares e periarticulares. Quando não tratada precoce e corretamente, a artrite reumatóide acarreta, em geral, graves consequências para os doentes, traduzidas em incapacidade funcional e para o trabalho.

Conheça o programa aqui.

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