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Vanessa Ferreirinha

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Empresas capazes de escalar a inovação tecnológica geram o dobro do crescimento em receitas

Um novo estudo da Accenture aponta para o enorme impacto que a adoção e investimento em tecnologia têm no desempenho financeiro das organizações, destacando os métodos e comportamentos adotados pelas empresas que são líderes nas suas indústrias.

O estudo intitulado “Full Value. Full Stop. How to scale innovation and achieve full value with Future Systems” baseia-se na análise a mais de 8.300 organizações, em mais de 20 indústrias e 20 países, e oferece insights sobre como escalar a inovação e alcançar o máximo valor dos investimentos em tecnologia. Esta análise foi desenvolvida para apoiar as empresas a compreender e eliminar o gap da concretização da inovação, isto é, a diferença entre o valor potencial e o concretizado dos investimentos em tecnologia.

O estudo dedicado aos “Future Systems” baseia-se no maior inquérito na área de IT alguma vez realizado pela Accenture a nível empresarial e inclui uma avaliação de tecnologias maduras e emergentes, como inteligência artificial (IA), blockchain e extended reality. Este estudo avaliou as empresas em três dimensões importantes: adoção de tecnologia, profundidade desta adoção e capacidade organizacional e cultural. Ao atribuir uma pontuação a cada um destes fatores-chave, o estudo determinou quais eram as empresas “Leaders” (primeiras 10%) e as “Laggards” (últimas 25%).

Ao analisar os indicadores de desempenho entre 2015 e 2023 (projeções), o estudo da Accenture identifica a relação entre a adoção da tecnologia e o valor alcançado, constatando que as receitas das empresas “Leaders” cresciam duas vezes mais do que as “Laggards”. Além disso, as empresas classificadas como “Laggards” foram responsáveis por perdas de 15% da receita anual só em 2018, podendo vir a perder potencial de crescimento de 46% das receitas até 2023 se não mudarem a sua abordagem à tecnologia.

Os executivos estão a investir significativamente em novas tecnologias, mas nem todas as empresas estão a retirar todos os benefícios da inovação como resultado desses investimentos, afirmou Rui Barros, Managing Director na Accenture Technology em Portugal. Para serem competitivas no atual mundo orientado a dados, nesta economia chamada pós-digital, as organizações devem definir uma estratégia clara para a adoção de novas tecnologias e uma visão dos seus sistemas de futuro. Este estudo revela que as empresas que lideram a nível mundial estão a investir em sistemas sem barreiras, adaptáveis e radicalmente humanos baseados na cloud para maximizar a inovação, o desempenho e o valor de negócio.

Fundamentalmente, as empresas “Leaders” acreditam que humanos e máquinas podem fazer sobressair o que há de melhor em cada um, em simultâneo com o reforço das parcerias entre as organizações e os seus ecossistemas. Esta é uma das razões pelas quais as empresas estão motivadas a criar os chamados “Future Systems”, que o estudo define da seguinte forma:

  • Sem barreiras: Os sistemas sem barreiras aproveitam os limites pouco definidos no universo de IT, entre organizações, humanos e máquinas para criar espaços novos de promoção de ideias e parcerias.
  • Adaptáveis: Os sistemas adaptáveis aprendem, melhoram e adaptam-se por si mesmos, eliminando os obstáculos que atrapalham o crescimento dos negócios e capacitando os seres humanos a tomar melhores decisões e exponencialmente mais rápido.
  • Radicalmente humanos: Os sistemas radicalmente humanos falam, ouvem, veem e compreendem como os seres humanos, trazendo simplicidade a cada interação homem-máquina e criando vantagens para o futuro.

O estudo da Accenture concluiu que as empresas “Leaders” exibem uma mentalidade e uma abordagem distintas perante a adoção de tecnologia em toda a empresa e a transformação organizacional – por norma, em forte contraste com as empresas “Laggards”. Especificamente, as empresas “Leaders” estão a:

  • Adotar tecnologias rápidas e flexíveis: estas empresas estão a adotar tecnologias como a IA a uma taxa de 98% em comparação com apenas 42% das empresas “Laggards”. As empresas “Leaders” estão também a utilizar soluções que permitem dissociar dados, infraestrutura e aplicações. Na realidade, a adoção de tecnologias como DevSecOps, microservices e containers pelas empresas “Leaders” supera as empresas “Laggards” por uma vasta margem: 97% para 30%.
  • Adotar a cloud: As empresas “Leaders” estão muito mais avançadas no que diz respeito à adoção da cloud como forma de alavancar outras tecnologias, incluindo IA e analytics. A esmagadora maioria das empresas “Leaders” (95%) vê a cloud como um catalisador para a inovação, em comparação com apenas 30% das empresas “Laggards”.
  • Tratar os dados como um ativo corporativo: 90% das empresas “Leaders” tomam medidas para garantir a qualidade da informação em vez de confiarem em dados que não foram verificados ou que são potencialmente tendenciosos. Isto significa que 94% das empresas “Leaders” confiam que os seus dados são credíveis o suficiente para impulsionar mudanças no negócio, em comparação com apenas 64% das empresas “Laggards”.
  • Gerir o investimento em tecnologia de forma integrada: As empresas “Leaders” estão a alcançar um melhor alinhamento do negócio ao quebrarem efetivamente as barreiras entre o IT e os outros departamentos.
  • Aumentar o seu talento: As empresas “Leaders” estão a utilizar formação experiencial quase três vezes mais do que as empresas “Laggards”: 73% versus 24%. A utilização de IA e das advanced analytics, em áreas como a formação personalizada – prevendo as competências necessárias dos colaboradores e a correspondência das competências a adquirir dos colaboradores com os módulos de aprendizagem – está a ser feita por 87% das empresas “Leaders”, mas apenas por 35% das empresas “Laggards”.

Para maximizar o seu retorno no investimento em tecnologia, as organizações “Leaders” estão a apostar em tecnologias flexíveis, abertas e escaláveis baseadas na cloud, potenciando os dados como um ativo diferenciador, garantindo maior alinhamento entre o negócio e IT, estimulando a inovação e o talento de forma transversal a toda a organização, confirma Rui Barros.

LIPOR apresenta o seu Lado “B” em evento no Jardim Botânico

Dia 25 de novembro, a LIPOR deu a conhecer melhor o seu Lado “B”. O lado da Biodiversidade.

Na Galeria da Biodiversidade do Jardim Botânico realizou-se a apresentação da Estratégia de Biodiversidade que integra duas componentes de atuação: Componente de Aplicação e Sensibilização, com vários projetos que promovem a proteção e valorização da Biodiversidade, bem como, uma Componente de Investigação e Desenvolvimento, que se prende com estudos de caracterização/diagnóstico e projetos de valorização e recuperação.

Como receção aos participantes realizou-se uma visita guiada aos jardins, dando a conhecer as espécies existentes, bem como, algumas das boas práticas implementadas no local.

O evento teve por objetivo juntar as Partes Interessadas da LIPOR, bem como, toda a Comunidade. Contou com a intervenção do Professor Paulo Farinha Marques, da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, que deu a conhecer o trabalho já realizado e a realizar em prol da preservação e regeneração dos ecossistemas existentes no Parque Aventura e no Trilho Ecológico da LIPOR.

Procedeu-se, também, ao lançamento do caderno metodológico “Avaliação de impactes da construção de infraestruturas sobre a Biodiversidade”, o qual apresenta um conjunto de critérios e requisitos que auxiliará na tomada de decisão quanto à possibilidade ou não de construção de determinada infraestrutura, tendo em conta o habitat em que estará inserido. Apresentou-se, ainda, o Guia de Práticas de Manutenção Sustentável de Florestas, o qual constituirá um excelente meio de replicação de algumas das técnicas implementadas no âmbito do Programa Metro Quadrado.

Assim, convida-se a comunidade a vir conhecer o Parque Aventura e a percorrer o Trilho Ecológico da LIPOR, de forma a contactarem de perto com a biodiversidade e com os projetos que estão já implementados

Bancos Alimentares apelam à participação em mais uma Campanha de Recolha de alimentos

Esta ação solidária, bem conhecida dos portugueses, envolve a participação de mais de 40 mil voluntários em cerca de 2.000 lojas distribuídas por todo o país, num convite à partilha de alimentos com quem mais precisa, para que possa ter uma vida mais digna. A campanha prolonga-se até 8 de dezembro no site www.alimentestaideia.pt.

O mote da campanha deste ano apela à participação numa “rede social real” (#RedeSocialReal), numa alusão às redes sociais virtuais sendo que, neste caso, “likes” e partilhas traduzem-se em contributos palpáveis, em forma de alimentos. Cada um dos membros desta rede social real relaciona-se, assim, numa lógica de proximidade e contacto pessoal e não apenas exclusivamente virtual.

A campanha deste ano alarga-se também ao “desporto rei”, unindo dois mundos aparentemente tão diferentes, com a adesão de todos os clubes de futebol da Liga NOS e da Liga Pro, cujos jogos têm lugar este fim-de-semana. A Fundação Liga Portugal mobiliza, assim, os seus adeptos e jogadores, desafiando-os a apoiar esta iniciativa e a reforçar esta rede social real, em benefício de tantos portugueses carenciados.

Uma campanha de âmbito nacional com recolha e distribuição local 

A mecânica de participação na campanha desta rede social real é simples: durante o fim de semana de 30 de novembro e 1 de Dezembro, basta aceitar o convite de um dos mais de 40.000 voluntários e um saco do Banco Alimentar, distribuídos em mais de duas mil lojas, colocar bens alimentares não perecíveis (leite, conservas, azeite, açúcar, farinha, massas, etc.) e partilha-los, assim, com quem mais precisa.

“Os produtos doados serão encaminhados para os armazéns dos 21 Bancos Alimentares em atividade e aí pesados, separados e acondicionados. No final, e ainda com recurso ao voluntariado, o resultado é distribuído localmente a pessoas com carências alimentares, por intermédio de mais de 2.600 instituições de Solidariedade Social, previamente selecionadas e acompanhadas na sua atividade diária. Este é um modelo de intervenção integrada, que permite uma maior proximidade entre quem dá e quem recebe, no contexto de um trabalho conjunto para a inclusão social. Aqui se constitui uma rede social real, que permite lutar contra a pobreza, gerando autonomias e aliviando sofrimentos e carências”, reforça Isabel Jonet, Presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome.

Nesta edição, a campanha volta ainda a propor a contribuição através de vales de produtos, que estarão disponíveis até 8 de dezembro nas caixas dos supermercados. Cada vale tem um código de barras específico associado aos produtos que cada pessoa queira doar ao Banco Alimentar.

O Banco Alimentar disponibiliza ainda o site de doação online www.alimentestaideia.pt, este ano com imagem e funcionalidades renovadas, dando assim a oportunidade de partilhar a todos aqueles que não se deslocam aos pontos de recolha durante o fim de semana, e aos que se encontram ou residem fora de Portugal.

24.262 toneladas de alimentos distribuídos em 2018

No ano passado, os 21 Bancos Alimentares em atividade em Portugal distribuíram 24.262 toneladas de alimentos (com o valor estimado de 34 milhões de euros), num movimento médio de 97 toneladas por dia útil. Prestando assistência a 2.400 instituições, os alimentos foram entregues a perto de 380 mil pessoas com carências alimentares comprovadas, sob a forma de cabazes ou de refeições confecionadas, de acordo com os dados da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome.

O Banco Alimentar foi criado em Portugal em 1991 com a missão de lutar contra o desperdício e distribuir apoio a quem mais precisa de se alimentar, em parceria com instituições de solidariedade e com base no trabalho voluntário. Existem atualmente 21 Bancos Alimentares (nas zonas de Abrantes, Algarve, Aveiro, Beja, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Cova da Beira, Évora, Leiria-Fátima, Lisboa, Madeira, Zona Oeste, Portalegre, Porto, S. Miguel, Santarém, Setúbal, Terceira, Viana do Castelo, Viseu). A Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares encoraja a rede e representa os Bancos Alimentares a nível nacional e internacional.

Sete em cada dez portugueses sofrem ou vão sofrer com dores nas costas

Se uma dor de costas persiste há mais de três meses é aconselhável uma consulta com um especialista pois há cada vez mais opções seguras e confortáveis para o seu tratamento. Esta é a indicação dada por Miguel Cordeiro, especialista em neurorradiologia do Hospital da Cruz Vermelha Portuguesa (HCV) e membro da comissão organizadora da primeira reunião do HCV com foco nas principais técnicas minimamente invasivas para o tratamento da coluna, a realizar no próximo dia 7 de dezembro, pelas 9h00, no Auditório dos Serviços Sociais da Câmara Municipal de Lisboa.

 

“As causas estruturais de dores da coluna mais comuns são: discopatia, onde encontramos a hérnia discal; síndrome facetário, associado a artroses; disfunção sacro-ilíaca e fraturas. Estas patologias podem ser controladas com técnicas muito seguras e eficazes atualmente” continua a alertar o especialista.

 

Portugal está posicionado no 12º lugar dos melhores cuidados de saúde no mundo. “Na área da coluna o panorama é igualmente motivador. O tratamento das dores da coluna é, normalmente, realizado com fármacos ou com fisioterapia mas caso este falhe, é aconselhado o recurso a técnicas minimamente invasivas, como por exemplo: nucleoplastia com laser para a hérnia discal; rizotomias com radiofrequência para a nevralgia do trigémio, artroses da coluna e sacroilíacas; e cimentoplastia para as fraturas vertebrais. Técnicas inovadoras que permitem uma melhor qualidade de vida. E é sobre estas técnicas mais inovadoras que nos vamos focar na reunião do HCV,” termina Miguel Cordeiro. 

 

Luigi Manfrè (Itália), Kieran Murphy (Toronto), Majid Khan (EUA), e David Noriega (Espanha), são alguns dos oradores presentes. A reunião gratuita é destinada a todos os profissionais das áreas de anestesiologia, neurorradiologia, neurocirurgia, cirurgia ortopédica, fisiatria e clínica geral. 

 

 

Portugal Renewable Summit 2019 recebe importantes especialistas nacionais e internacionais do setor das renováveis

A Conferência será dividida em três grandes painéis, que englobam os mais atuais e relevantes temas relacionados com as energias renováveis. O primeiro, dedicado à cidadania na transição energética, abordará as alterações climáticas, a digitalização e a regulação na adoção de novos modelos de negócios. No segundo painel serão discutidas ferramentas de financiamento e decisões de investimento, com foco na energia solar, PPAs, leilões e projeções de preços de eletricidade para 2030. Por fim, no terceiro painel serão apresentados os principais desafios do setor energético até 2030, como a regulamentação dos mercados, a adaptação das redes ao novo paradigma energético, o licenciamento ou o repowering. Pelo meio, haverá ainda um segmento dedicado à análise do PNEC – Plano Nacional de Energia e Clima.

 A abertura e o encerramento do evento estarão a cargo, respetivamente, da Secretária de Estado do Ambiente, Inês Costa e do Secretário de Estado da Energia, João Galamba. Paralelamente, terá lugar a cerimónia de atribuição do Prémio APREN 2019  – uma iniciativa que visa divulgar teses académicas relacionadas com a eletricidade de origem renovável.

São esperados cerca de 450 participantes – a maior afluência de sempre a um evento da APREN e um marco histórico no âmbito dos eventos do género em Portugal –, que ouvirão oradores de entidades como a Huawei, ENEL Green Power, Smartenergy, WindEurope, CaixaBank e Comissão Europeia.

Mudanças no comportamento e necessidade de afirmação aumentam risco de anemia entre adolescentes

Lino Rosado, pediatra, dá conta daquela que é uma característica comum nos adolescentes: “as mudanças nos hábitos alimentares resultantes da influência dos amigos e a necessidade de autoafirmação no seio da família. São estes fatores sociais e comportamentais que originam na grande maioria dos casos a carência em ferro”, responsável principal da anemia neste grupo etário.

“A deficiência em ferro ou ferropenia é a mais frequente deficiência nutricional, sendo a anemia o último estádio desta deficiência”, explica o médico. “A ferropenia resulta principalmente de uma dieta na qual a biodisponibilidade do ferro é inadequada, associada a uma necessidade aumentada de ferro durante um período de rápido crescimento e desenvolvimento muscular, que resulta num aumento do volume de sangue. A adolescência é efetivamente um desses períodos”, acrescenta.

Apesar de haver poucos dados disponíveis sobre a prevalência da deficiência em ferro nos adolescentes, Lino Rosado refere que “as estatísticas mostram taxas de prevalência de 9% em raparigas dos 12 aos 15 anos e de 16% em raparigas dos 16 aos 19 anos”. No caso dos rapazes, “a prevalência é mais baixa e isso deve-se sobretudo às perdas mensais das raparigas durante o período menstrual”.

O especialista não tem dúvidas: “É muito importante que haja uma adequada quantidade de ferro na dieta e este seja biodisponível para satisfazer as necessidades neste período particular da vida.”

E é importante também estar atento aos sinais e sintomas, uma vez que, na maioria dos casos o início da anemia é pouco percetível. “Os sintomas vão aparecendo progressivamente, tais como o cansaço, a palidez, as palpitações, a irritabilidade, as cefaleias e até alterações no comportamento escolar”, esclarece o pediatra.

Porque os sintomas se confundem, muitas vezes, com outros problemas de saúde, importa conhecê-los, divulgá-los, partilhá-los. É o que se pretende com uma nova aplicação, disponível em www.orostodaanemia.pt/, que tem como principal objetivo sensibilizar a população para o que é considerado já um problema de saúde pública.

A prevenção deve ser a palavra de ordem. No que diz respeito às adolescentes, o especialista aconselha que sejam “seguidas anualmente após a menarca e os adolescentes durante o seu período de maior crescimento”. Em caso de dúvidas, o melhor mesmo é consultar um médico.

Recorde-se que, por cá, o estudo EMPIRE, trabalho pioneiro realizado em todo o território continental pelo Anemia Working Group Portugal, avança que 20,4%, ou seja, um em cada cinco portugueses, são afetados por anemia em algum momento da sua vida, com 52,7% de todos os casos a serem resultado de uma deficiência de ferro.

Medicina personalizada na artrite reumatóide em destaque no Colóquio A.N.D.A.R. 2019

FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN

Abrir uma porta, pegar numa caneta, calçar uns sapatos. Para as 70 mil pessoas que vivem, em Portugal, com artrite reumatóide, estes gestos simples tornam-se tarefas complicadas, dolorosas, difíceis.

É sobre técnicas destinadas a melhorar o diagnóstico e o tratamento destes doentes que se vai falar no Colóquio A.N.D.A.R. 2019, uma iniciativa da Associação Nacional dos Doentes com Artrite Reumatóide, que se realiza no dia 29 deste mês, na Fundação Calouste Gulbenkian. Este ano, a biópsia sinovial é o tema em destaque, um exame que “é a base para o conhecimento que se está a juntar sobre a medicina personalizada nestes doentes: diagnosticar mais cedo e tratar da forma mais correta”, explica João Fonseca, especialista do Serviço de Reumatologia e Doenças Ósseas Metabólicas do Hospital de Santa Maria.

Trata-se, refere o especialista, de um exame que implica a colocação de “uma agulha guiada por ecografia, que retira tecido sinovial do interior da articulação para análise”. Um exame que continua por generalizar, apesar de “ajudar a caracterizar melhor o tipo de doença”.

No evento, que conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República, a biópsia sinovial na artrite reumatóide vai ser a grande protagonista, procurando-se aqui encontrar a resposta à questão: será agora que a promessa se concretiza? Uma discussão que, segundo o especialista, teve início há 20 anos.

Recorde-se que a artrite reumatóide é uma doença reumática inflamatória crónica, que pode ocorrer em todas as idades, afetando sobretudo as estruturas articulares e periarticulares. Quando não tratada precoce e corretamente, a artrite reumatóide acarreta, em geral, graves consequências para os doentes, traduzidas em incapacidade funcional e para o trabalho.

O evento contará ainda com a participação de Manuel Sobrinho Simões e Maria Carmo-Fonseca, cientistas e investigadores mundialmente reconhecidos e com vários prémios nacionais e internacionais, e que farão as suas intervenções sobre “Da inflamação à neoplasia: primado da medicina narrativa” e “Medicina de precisão”, respetivamente.

Condé Nast coloca a região dos Vinhos do Alentejo no Top 6 dos destinos vinícolas para 2020

Cinco dos maiores especialistas em vinho nos Estados Unidos foram questionados sobre onde planeavam estar na sua passagem de ano e o Alentejo foi um dos destinos eleitos. O resultado são seis regiões do mundo com muito para explorar, tanto ao nível do enoturismo, como de toda a sua envolvente.

Laura Ginnatempo, autora do artigo, visitou o Alentejo em 2017 e descreve a região como próxima de Lisboa e do Algarve, cuja principal atração é o enoturismo. A especialista destaca a oferta heterogénea de excelentes vinhos, brancos e tintos, produzida com uvas autóctones tais como a touriga nacional, a aragonez e a alicante bouschet.

Michele Gargiulo, sommelier na Jean Georges do Hotel Four Seasons Filadélfia, também referido neste artigo, define locais como a Herdade do Freixo como exemplo das melhores e mais modernizadas adegas da Europa, refere ainda que os vinhos da Herdade do Arrepiado Velho estão entre os seus favoritos, colocando assim o Alentejo no top do ranking mundial. Quanto ao vinho, a sua preferência é a touriga nacional que classifica como um produto de uma complexidade, mineralidade e estrutura deslumbrantes.

A par com a Lombardia e a Sicília em Itália, Western Cape na África do Sul, o Vale Willamette no estado de Oregon (EUA) e a Península do Niágara no Canadá, o Alentejo português foi assim eleito como destino a não perder para os amantes de um vinho de ótima qualidade.

Para Francisco Mateus, Presidente da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana, “É um orgulho este reconhecimento de um meio tão reputado, que confirma que o Alentejo continua a encantar e a marcar quem por cá passa. Esta é mais uma importante menção para o turismo do nosso Alentejo e uma prova que estamos a fazer um excelente trabalho”.

Se já está a planear as férias de 2020, o Alentejo vai ser, sem dúvida, um destino a não perder.

GRUPO OLIVIER ESTABELECE PARCERIA COM SPORT TV

No SPORT TV Guilty Stadium, conceito desenvolvido em exclusivo pelo canal desportivo português para os restaurantes Guilty by Olivier, é possível assistir aos principais campeonatos de futebol, nomeadamente a Liga NOS, as Ligas Italiana e Inglesa, jogos das seleções e Liga Europa. Mas há modalidades para todos os gostos e quem prefere NBA, Moto GP, atletismo, golfe ou ténis também tem lugar cativo.

Seja no Guilty Avenida, que foi recentemente remodelado, no Guilty Parque das Nações, inaugurado há um ano no piso térreo do Tivoli Oriente, ou no Guilty Porto, aberto em maio passado, o espaço “veste-se” a preceito e a equipa dá as boas vindas aos clientes com cachecóis ao pescoço, recriando a típica atmosfera das bancadas.

Para acompanhar as emoções da partida, o Guilty sugere alguns pratos para picar e bebidas para todos os gostos. Quem não se quiser ficar pela simples imperial, pode optar por diversos tipos de cerveja, além de uma seleção variada de vinhos, licores, aperitivos, bebidas espirituosas e cocktails de autor.

Se o horário do jogo não pede uma refeição completa, propõe-se petiscos para dividir entre golos e momentos decisivos, como os incontornáveis Mexican Appeal Nachos, com queijo cheddar, sour cream, guacamole e pico de gallo, a Focacheese, com queijo, manteiga de ervas e alho, ou as asinhas de frango picantes. Caso o estômago peça algo mais substancial, o difícil será escolher entre um dos mais emblemáticos pratos da carta, de que fazem parte hambúrgueres, pizzas e massas. No fim, haja ou não motivos para festejar, sobra sempre espaço para uma das indulgentes sobremesas Guilty.

E porque ver a bola entre amigos traz ao de cima o espírito competitivo de qualquer um, implicando quase sempre tentar acertar nos resultados, o SPORT TV Guilty Stadium lança um desafio a todos os aficionados. Em dias de jogo selecionados, os participantes recebem um formulário de inscrição onde podem colocar o seu palpite até ao intervalo; no fim do jogo, quem acertar no resultado, ganha um voucher com mensalidades gratuitas de SPORT TV Premium, ao som de We Are The Champions, dos Queen.

PROCURA DE EMPREGO CRESCE 50% EM 2019

Para além de todas as conclusões já enunciadas, é interessante perceber-se quais os empregos/palavras-chave mais procurados em cada setor:

  • Restauração, Hotelaria e Turismo: cozinheiro, empregado de mesa, pasteleiro, ajudante de cozinha
  • Domésticos e Limpezas: empregada doméstica, empregada de limpeza, part-time, limpeza em lisboa, limpezas porto
  • Construção Civil: pedreiro, pintor, servente, eletricista, pintores
  • Transportes e Logística: motorista de pesados, motorista uber, estafeta, motorista ligeiros
  • Comercial: vendedor, part-time comercial, comercial seguros

O contexto positivo que Portugal vive atualmente em termos de empregabilidade reflete-se, naturalmente, nos números divulgados neste estudo. A taxa de desemprego é a mais baixa de há muitos anos a esta parte e, pela importância que cada vez mais temos na vida das pessoas, o OLX torna-se num parceiro óbvio para encontrar inúmeras soluções a este nível. Portanto, e mais do que destacar o impressionante crescimento dos números, apraz-nos constatar que somos efetivamente um parceiro ideal para os diferentes momentos da vida dos nossos utilizadores”, considera Andreia Pacheco, Brand Manager do OLX em Portugal.

Uma outra curiosidade interessante prende-se com o ranking das palavras-chave mais pesquisadas nesta categoria, dando uma perspetiva mais precisa sobre o que as pessoas mais procuram: 1º – “8 ano”, 2º – “professor”, 3ª – “5 ano”, 4º – “6 ano”, 5º – “livros escolares”.

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