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Vanessa Ferreirinha

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MAR SHOPPING MATOSINHOS AJUDA CRIANÇAS E JOVENS COM DEFICIÊNCIA E OU INCAPACIDADE A USUFRUIR DE TERAPIA COM CAVALOS

Vários estudos e artigos científicos de todo o mundo têm vindo a apontar para os benefícios das terapias assistidas por cavalos em pessoas Atento a esta realidade, o MAR Shopping Matosinhos decidiu apoiar este ano a AEPM – Associação Equiterapêutica de Porto e Matosinhos – IPSS certificada pela Entidade Reguladora da Saúde – no âmbito da sua ação de Responsabilidade Social de Natal.

Entre 4 de novembro e 6 de janeiro, o MAR Shopping Matosinhos oferece aos mais pequenos um “Mundo Mágico” de Natal, com minipista de gelo e um carrossel, cuja entrada de 1€ reverte para proporcionar Sessões de Terapia Assistida por Cavalos a crianças e jovens.
Um artigo científico, intitulado “Horses Helping Children Grow” [em português: Cavalos ajudam crianças a crescer], publicado em outubro de 2017, no Journal of Instructional Pedagogies, aponta os benefícios das atividades assistidas por cavalos na diabetes infantil, no desenvolvimento cognitivo das crianças, na aquisição de competências, na autoestima e na ansiedade.

Um outro artigo, “Equine Assisted Activities and Therapies in Children with Autism Spectrum Disorder: A Systematic Review and a Meta-Analysis” [em português: Atividades e terapias assistidas por cavalos em crianças com autismo: uma revisão sistemática e uma meta-análise], desenvolvido por investigadores da Pozman University of Medical Sciences, na Polónia, conclui: “A grande maioria de relatórios disponíveis demonstraram a elevada eficácia da EAAT [sigla em inglês para Atividades e Terapias Assistidas por Cavalos], sobretudo no aumento de capacidade de sociabilização”.

Fundada há nove anos, a AEPM atua em quatro valências a nível terapêutico – Psicoterapia; Hipoterapia; Equitação Terapêutica e Equitação Desportiva Adaptada, proporcionando uma resposta terapêutica a cerca de 350 crianças, jovens, adultos e seniores, com o objetivo de melhorar as capacidades cognitivas, emocionais e motoras de cada um, através do contacto com os cavalos.

Com o valor que for angariado com as entradas no “Mundo Mágico” durante a época natalícia, pretende-se proporcionar Terapia Assistida. O objetivo é que, ao longo de um ano, um grupo de crianças ou jovens com deficiência e/ou incapacidade, provenientes de uma instituição, possam usufruir de terapia assistida por cavalos semanalmente e de forma gratuita.

Não perca a estreia da nova temporada de Botched a 8 de novembro no Canal E!

A dupla de médicos mais famosos da televisão regressa ao Canal E! no próximo dia 8 de novembro, às 21h, para a sexta temporada de Botched! A nova temporada traz-nos casos desafiantes e as maiores catástrofes da cirurgia plástica, havendo ainda lugar para o regresso de antigos pacientes desesperados.

Se estava convencido que já tinha visto tudo, desengane-se: não está mesmo preparado para os desafios que os Dr. Paul Nassif e Dr. Terry Dubrow enfrentam nesta nova temporada. Um pescoço de pelicano, um nariz de Pinóquio, uma mulher transgénero que se quer transformar numa Bratz e um horrível enxerto de pele que precisa urgentemente de ser arranjado são alguns dos casos mais assustadores, estranhos e extravagantes com que Dubrow e Nassif terão de lidar.

Não perca o regresso dos melhores cirurgiões plásticos da televisão, na sexta temporada da série Botched, em exclusivo no Canal E!, no dia 8 de novembro, às 21h.

Doutor Finanças com livro infantil para promover hábitos de poupança nas crianças

Esta obra especialmente desenvolvida para um público maioritariamente infantil, trata-se de um livro didático, que tem como objetivo promover a literacia financeira nos mais jovens. O método de poupança em que o livro se baseia assenta em três conceitos chave: Gastar, poupar, ajudar – são as palavras de ordem para esta missão.

“O Doutor Finanças nasceu para ajudar os portugueses a gerirem melhor a sua saúde financeira. Uma das grandes componentes da nossa ação encontra-se intimamente ligada à disponibilização de informação e ferramentas que oferecemos gratuitamente a todos, para que possam gerira melhor as suas finanças pessoais. Acreditamos que a literacia financeira deverá entrar nas nossas vidas o mais cedo possível, pois isso vai ajudar-nos seguramente a tomar melhores opções no futuro. Este livro, cuja ideia de conceção surgiu o ano passado, é um exemplo concreto da nossa vontade de fazer chegar estas ideias a um público cada vez mais jovem e desta forma criar o bichinho da poupança desde cedo nas nossas vidas”, comenta Rui Bairrada, CEO do Doutor Finanças.

Doutor Finanças e a Bata Mágica foi desenvolvido inteiramente a nível interno, pela empresa, desde a conceção da história até à ilustração, passando pela paginação e opções de produção do mesmo.

Com textos de Adriana Cabrita e ilustrações de Rita Duque, o livro encontra-se inteiramente desenvolvido para crianças dos 6 aos 10 anos. Integrados na história, existem exercícios práticos mais orientados para crianças dos 6 aos 8 anos com um caráter mais visual e simbólico. As crianças mais velhas terão na leitura da história um desafio adicional que lhes permite um envolvimento total com esta aventura. No final do livro existe ainda a possibilidade de montar 3 mealheiros que vão permitir pôr em prática as ideias de poupança abordadas ao longo da história.

Paralelamente, o livro foi criado tendo por base uma forte componente de responsabilidade social.  “O nosso objetivo é que o livro chegue ao máximo de pessoas e crianças possível. Contudo, não o vemos como uma fonte de rendimento ou um produto. O livro tem para nós uma dimensão totalmente solidária”, acrescenta o responsável.

Desta forma, o valor das receitas do livro reverterá a favor de ações de responsabilidade social que possam ajudar a mudar a vida das crianças mais carenciadas, quer seja no apoio a instituições que atuem ao nível da educação, ao nível da saúde ou até mesmo no acolhimento e proteção de crianças.

Para estas ações de Responsabilidade social, o Doutor Finanças pretende envolver os colaboradores da empresa “no apoio direto a uma instituição específica, por exemplo. Podemos eventualmente comprar materiais de construção e ajudar a recuperar um centro de estudos, envolvendo “as nossas pessoas” em trabalhos de recuperação. Podemos também, por exemplo, ter uma equipa de “Doutores” que vá contar esta história a crianças hospitalizadas, ou então utilizar a receita do livro para adquirir o equipamento necessário para um serviço específico num hospital. Mais do que estarmos a doar dinheiro a instituições, pretendemos envolver-nos diretamente e transformar a receita em valor acrescentado para as crianças”, conclui Rui Bairrada.

O objetivo da empresa especialista em finanças pessoais e familiares é desenvolver estas ações solidárias ao longo do ano.

O livro está disponivel, podendo ser adquirido por 9,99€ (PVP) em centenas de pontos de venda a nível nacional, nomeadamente nas Lojas Pingo Doce com zona de livraria, em todos postos CTT com espaço de promoção e ainda no site Wook.pt.

Para mais informações, visite www.doutorfinancas.pt

Roche premeia melhores ideias de jovens investigadores e startups nas neurociências

Uma iniciativa da Roche Portugal, com o apoio da Embaixada Suíça, que convida à apresentação e submissão de ideias e projetos científicos ou tecnológicos.

Trata-se da primeira iniciativa deste âmbito realizada pela multinacional suíça, com presença no nosso país que, mais do que o reconhecimento de boas ideias na área das neurociências, pretende dotar os jovens e as startups de ferramentas para a concretização dessas mesmas ideias, através de um mentoring, proporcionado pelos especialistas da Roche e da imatch, consultora de inovação parceira da iniciativa.

Numa primeira fase, serão selecionados os dez projetos com mais impacto e potencial, aos quais será oferecido um acompanhamento que culminará com a apresentação das propostas, num pitch com a duração máxima de três minutos. Segue-se a escolha dos três vencedores, que terão direito a um prémio monetário: 20.000 euros para o primeiro classificado, 12.500 euros para o segundo e 10.000 euros para o terceiro.

As candidaturas, feitas pelas startups ou investigadores, devem ser submetidas através do site www.roche.pt.

“NA ISS TENTAMOS ESTAR SEMPRE um passo mais à frente”

Sobejamente conhecida e reconhecida, a ISS assume-se atualmente como um líder incontestável na prestação de soluções para instalações, oferecendo serviços de excelência e qualidade. Neste sentido, como é que adaptam os vossos serviços às necessidades dos clientes?

As empresas como a ISS não fornecem apenas serviços, pois devemos ser parceiros dos nossos clientes e entender quais são os seus objetivos. Isto parece ser algo básico, mas por vezes focamo-nos apenas nos requisitos básicos, sendo que estas não são as necessidades reais dos nossos clientes. Assim sendo, é fundamental questionar o cliente e entender qual o seu propósito, sendo que a partir deste ponto partimos para a elaboração de um plano específico e à medida.

No domínio da vossa dinâmica, qual a importância da inovação e de que forma é que isso mesmo se reflete no vosso sucesso e satisfação dos clientes?

Na ISS tentamos estar sempre um passo mais à frente e estimular a informação no interior da própria empresa. Posso afirmar que a ISS detém metodologia adequada e os programas específicos para alcançar a melhoria continua, promover prémios e reconhecer o desempenho dos nossos trabalhadores, para que estes partilhem as suas ideias e projetos. Para além de todas as iniciativas internas, na ISS realizamos igualmente workshops com os nossos clientes.

As ferramentas digitais são hoje essenciais para obter ganhos de eficiência nas organizações? Como o perpetuam?

As ferramentas digitais são fundamentais e já não é possível imaginar o nosso dia-a-dia sem a digitalização, pois teve um grande impacto no funcionamento interno da empresa. Na ISS estamos continuamente a analisar todas as áreas, quer sejam funcionais ou operativas, para que as nossas tecnologias se tornem mais sustentáveis, mais eficientes e consequentemente mais competitivas.

Passo a um exemplo prático: no departamento de manutenção, optamos por colocar sensores que avaliam constantemente qual o estado de cada peça ou máquina, permitindo evitar uma avaria. Posso adiantar também que estamos a instalar dispositivos que meçam a temperatura, iluminação e a frequência de uso dos espaços comuns. Estas melhoras continuas, permitem uma manutenção apropriada dos espaços de acordo com as necessidades de cada temporada, otimizando o trabalho da nossa equipa. Estas medidas, são sem dúvida, muito eficazes e poupam tempo.

Essa aposta na inovação que têm realizado perpetuam uma vertente somente direcionada para o cliente ou a mesma pode ser também um caso de eficiência no seio da organização em prol dos vossos recursos humanos?

Claro que sim, somos os primeiros a tentar ser mais eficientes. Em ISS Ibéria deparamo-nos por exemplo, com o facto de haver uma dispersão geográfica dos nossos colaboradores e a dificuldade que temos em certos momentos, como por exemplo, com a assinatura de documentos oficiais. Deste modo, desenvolvemos um projeto, em conjunto com Signaturit para garantir os aspetos legais e a segurança que implicam os processos de assinatura de contratos, sem que o funcionário tenha de ir até aos nossos escritórios. Com este projeto poupamos tempo, papel e trabalhamos com mais segurança, pois o registo é feito numa plataforma especialmente desenhada para tratar de assuntos legais.

Que outros recursos no domínio da tecnologia e da inovação digital é que fomentam no seio da empresa?

Seguindo o exemplo anterior, sobre o modo como a digitalização ajudou na gestão das pessoas, implementamos uma secção de emprego no nosso site, onde qualquer pessoa se pode inscrever. Esta novidade na ISS, veio melhorar as oportunidades de emprego, a visibilidade dos candidatos e tornar o processo de seleção mais transparente. Para além disso, ajudou também a organizar as atualizações dos nossos clientes com uma base de dados ativa e constantemente atualizada. Desenvolvemos também uma plataforma de formação online, Mylearning, bem como cursos complementares para incentivar ao desenvolvimento de outras competências e aprendizagens.

“O IEFP TEM TIDO UM PAPEL DECISIVO AO PROPORCIONAR OPORTUNIDADES”

A 4ª edição da Semana Europeia da Formação Profissional realizou-se em Helsínquia (Finlândia), de 14 a 18 de outubro, organizada pela Comissão Europeia, com o intuito de inspirar e promover a descoberta de talentos através da Educação e Formação Profissional (EFP). Quão importante é que se continue a promover estas efemérides em prol da formação profissional?

As Semanas Europeias da Formação Profissional têm demonstrado como a EFP pode ser determinante na vida das pessoas. E, dessa forma, têm contribuído para aumentar a sua a atratividade junto dos jovens, dos adultos, das empresas e da sociedade em geral. Este é um contributo de grande importância porque, como sabemos, a formação profissional tem uma relevância grande para promover a competitividade, a empregabilidade e a coesão social nos Estados-Membros e na Europa como um todo.

Que análise perpetua da Formação Profissional em Portugal? Sente que hoje estamos num patamar mais elevado relativamente a um passado recente?

Sem dúvida. Todos os estudos e estatísticas apontam nesse sentido. Por exemplo, o Education and Training Monitor 2019 dá conta de aproximadamente 40 mil novos estudantes nas vias profissionalizantes de nível secundário, em 2017, o que corresponde a 40,7% da totalidade de jovens nesse nível de ensino. Além disso, são cada vez menos os jovens, entre os 18 e os 24 anos, a abandonaram precocemente a escola (11,8% em 2018, contra 30,9% em 2009) e a taxa de participação dos adultos (entre os 25 e os 64 anos) em atividades de aprendizagem ao longo da vida aumentou de 6,4%, em 2009, para 10,3% em 2018. São progressos muito consideráveis realizados num curto período. O Sistema de Aprendizagem, por exemplo, tem dado mostras de um enorme potencial em combinar as aspirações dos jovens que querem construir o seu futuro aprendendo uma qualificação reconhecida pelo mercado de trabalho e as crescentes expetativas das empresas que procuram talento para dar resposta aos exigentes desafios que hoje enfrentam.

Qual foi o papel do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) neste cenário positivo ao nível de formação profissional?

O IEFP tem tido um papel decisivo ao proporcionar oportunidades para que muitos jovens e adultos consigam completar a sua qualificação e obter competências profissionais necessárias para o seu ingresso ou reingresso no mercado de trabalho. Para os que já se encontram no mercado de trabalho, o IEFP tem vindo a proporcionar condições para que reforcem a sua empregabilidade e sejam capazes de fazer face às mudanças que ocorrem, cada vez mais repentinamente, no mercado laboral.

Sente que o ensino e a formação profissional atuais podem e têm contribuído para garantir, em Portugal e na Europa, as competências que vão ao encontro das necessidades do mundo em constante mudança?

Este ajuste é uma tarefa difícil e sempre inacabada, porque as competências que hoje são consideradas essenciais rapidamente vão dando lugar a outras. Mas é um esforço permanente, sempre presente na ação do IEFP, que tem levado à criação de instrumentos e mecanismos para que o desenho do perfil profissional de uma qualificação e dos programas formativos correspondam, o mais possível, aos requeridos pelas empresas quando os formandos completam o seu ciclo de formação.

Hoje a inovação e a denominada transformação digital têm perpetuado um legado de mudanças e alterações em praticamente todos os setores, oferecendo, portanto, novas oportunidades. Na senda da formação profissional, como tem o IEFP apostado fortemente na dinâmica da inovação, em novas competências e profissões?

Perante os desafios e a incerteza do futuro, o IEFP tem apostado em reforçar a diversidade e atualidade das suas respostas formativas, garantindo a complementaridade entre as componentes de base e tecnológicas da formação mas sem esquecer o que nos distingue enquanto humanos, que tem sobretudo a ver com a nossa criatividade, capacidade de empreender e interação social. Destas preocupações faz parte, também, toda a realidade do digital.  Por essa razão tem investido fortemente nesta componente, contribuindo para a melhoria das competências digitais da população, no quadro da Iniciativa Portugal INCoDe.2030.

“Discover Your Talent!” foi o mote da campanha e o tema deste ano da Semana Europeia da Formação Profissional foi “Educação e formação Profissional para todos – Competências para a Vida”. Que comentário a estas duas designações?

Estas designações refletem a relação que existe hoje entre talento e competências. O talento que é hoje requerido não é algo de inato, que adquiramos à nascença. É antes o que advém das competências, conhecimentos e aptidões que cada qual acrescenta ao longo das suas vidas através das múltiplas aprendizagens que faz.

1ª EDIÇÃO DO EVENTO ÉS SIG

O propósito é claro – a promoção dos Sistemas de Informação Geográfica e o trabalho realizado pelos que atuam neste meio e junto da comunidade. O processo de crescimento da APPSIG tem sido constante, permanente e consistente. Começamos, estrategicamente, por um período de avaliação das necessidades dos seus associados, decidindo assegurar a regularidade na divulgação de conteúdos, utilizando a nossa rede de comunicação: Página Web, LindkedIn, Facebook, tornando-a mais funcional e escalável, ajustada às necessidades atuais e futuras da associação. De igual forma foram concretizadas várias parcerias estratégicas, beneficiando assim os seus associados no acesso a bens e serviços e simultaneamente, afirmamos a promoção dos SIG através da realização periódica de eventos online – APPSIG Flash – e presenciais – GeoMeetup.

O feedback e interesse demonstrado pelos participantes e envolvidos nestes eventos levou à aceitação de um outro desafio – um evento presencial, à escala nacional, onde estejam reunidos os atores das três áreas que a APPSIG considera basilar para a disseminação de conhecimento e inovação no setor, nomeadamente: educação/investigação, empresas e entidades públicas.

“ÉsSIG” – 29 de novembro

Neste sentido, a APPSIG iniciou, ainda no ano transato, a organização do seu primeiro evento anual, o qual denominou por “ÉsSIG”. Esta denominação tenta corresponder à ambição de que através deste evento seja possível aproximar todos os envolvidos nos SIG em Portugal e criar uma rede de networking , considerando o contributo individual de todos para o desenvolvimento dos SIG a nível nacional. Esta primeira edição irá realizar-se já no próximo dia 29 de novembro de 2019, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, uma entidade parceira e o local que acolhe a sede da Associação.

Para a primeira edição do “ÉsSIG”, a aposta recai sobre o tema “os SIG em Portugal” no qual pretendemos aproximar atores dos já referidos três pilares principais de atuação dos SIG em Portugal. Desta forma, o ÉsSIG, encontra-se estruturado em três sessões distintas: uma sessão dedicada ao ensino e investigação, outra dedicada às empresas e uma sessão final que pretende evidenciar a forma como o SIG tem sido utilizado no apoio à decisão em entidades públicas.

Cada sessão terá um espaço de debate individualizado e no final do encontro irá ocorrer uma sessão conjunta onde se pretende uma exploração crítica das apresentações realizadas ao longo do programa. Cumulativamente, irá realizar-se um workshop, incidindo sobre as potencialidades da programação e software open source com o tema “Estatísticas espaciais com R” (ministrado com recurso a R e Qgis). Ainda, um espaço para divulgação técnico/científica, através de comunicações orais e posters, pretendendo-se com isto, que os participantes possam apresentar a forma como os SIG são uma ferramenta importante no seu dia a dia. A encerrar teremos um coffee-end e espaço para networking, visando a aproximação dos vários utilizadores que compõem o setor em Portugal.

Os grandes objetivos da APPSIG com este evento passam pela divulgação do que melhor se faz em Portugal relacionado com a área, disseminando de igual forma a utilização de soluções proprietárias e open source promovendo a exposição da temática e da área ao exterior e potenciar o networking que é encarado como fundamental na criação e estreitamento de sinergias entre diferentes intervenientes.

Na nossa página oficial (www.appsig.pt) e redes sociais, vai encontrar toda a informação sobre o programa, opções de inscrição e pagamentos, entre outras. Toda a informação é atualizada constantemente com a confirmação de oradores, patrocinadores e parceiros que connosco estão a organizar e tornar possível esta primeira edição do ÉsSIG e aos quais apresentamos desde já o nosso agradecimento por acreditarem neste projeto e por connosco o pretenderem fazer crescer e divulgar. A APPSIG espera contar com a presença de todos e tornar este evento num dos mais importantes eventos de SIG do país.

“A TERRAGES ESTÁ EMPENHADA EM TORNAR A INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA MAIS PRECISA, MAIS COMPLETA E MAIS DINÂMICA”

Com 14 anos de atividade, a TerraGes é uma empresa especializada no fornecimento das mais modernas ferramentas e tecnologias de apoio à gestão de recursos naturais. Assim, de que forma analisa a vossa presença no mercado e a vossa contribuição para um setor mais profissionalizado e de excelência?

A TerraGes tem de facto uma forte presença no mercado de equipamentos profissionais GNSS para SIG Móvel.

Somos representantes exclusivos do portfolio SIG da Spectra GeoSpatial, empresa do Grupo Trimble, e que é reconhecida mundialmente como o fabricante N.º1 de equipamentos GPS Profissionais de Alta Precisão.

Desde 2005 – ano da fundação da empresa – temos vindo a crescer sustentadamente não só graças ao desenvolvimento de novos equipamentos e soluções por parte da Spectra Geospatial, mas também à noção muito clara de que temos de apresentar aos nossos clientes soluções que resolvam os problemas e os desafios que estes enfrentam no seu trabalho diário.

Desta forma não nos limitamos apenas a “vender” equipamentos, mas sim a fornecer uma solução integrada e adaptada consoante as necessidades dos nossos clientes.

O crescimento dos SIG na última década é na realidade notável e vem ao encontro de uma necessidade de sabermos, com elevada precisão e de uma forma atualizada, “onde estão as coisas”.

De que forma é que a TerraGes cria novas soluções para uma melhor e mais eficiente gestão agroflorestal?

Conforme referimos anteriormente a TerraGes tenta adaptar as nossas soluções em termos de hardware, precisão e software, às necessidades dos clientes. Desenvolvemos formulários de trabalho adaptados por exemplo ao cadastro de redes de águas e saneamento, ao cadastro florestal e das ZIFs, à verificação física de projetos de investimento, assim como para muitas outras temáticas.

O fornecimento dos nossos equipamentos já com estas adaptações torna o trabalho dos utilizadores e clientes mais simples, rápido e intuitivo.

Adicionalmente possuímos vários vídeo-tutoriais disponíveis na internet – Youtube – que servem para dar suporte aos nossos clientes e elucidar os futuros utilizadores de como funcionam as nossas soluções em termos de software e hardware.

Assumem que todos os vossos recursos são naturalmente inovadores. De que tipo de recursos é que estamos a falar e em que sentido é que se tornam inovadores para os vossos clientes?

Os recursos que referimos serem naturalmente inovadores são na realidade as nossas soluções – equipamentos e software. São inovadores pois trazem para as mãos dos utilizadores das nossas soluções, as tecnologias para recentes para SIG Móvel. A TerraGes foi a primeira empresa – e provavelmente ainda é a única – a fornecer equipamentos GPS de alta precisão em Sistema Operativo Android, algo que alterou de muitas formas o modo de trabalhar em SIG Móvel.

Este facto coloca-nos num patamar distintivo em relação a todas as outras soluções que existem no mercado.

Têm como compromisso de estar em contato permanente com os vossos clientes, não só para resolução de problemas, mas também no aconselhamento de modo a fornecerem a melhor solução e o mais personalizada possível. De que forma atuam para assegurar os objetivos dos vossos clientes?

O estar em contacto permanente com os nossos clientes significa ouvir as suas necessidades e adaptar as nossas soluções a essas mesmas necessidades.

Conforme referido anteriormente desenvolvemos modelos e formulários de trabalho adaptados a vários tipos de utilizadores de forma a que o trabalho de campo seja mais rápido e eficiente.

Temos um serviço de suporte e atendimento técnico permanente pós-venda assim como manuais de utilização e guias rápidos elaborados pela nossa equipa técnica e ainda um canal de Youtube com vários vídeos e tutoriais.

Um dos objetivos centrais da TerraGes é tornar a utilização dos nossos equipamentos uma experiência profissionalmente enriquecedora e sermos reconhecidos como uma empresa que se preocupa genuinamente em formar técnicos e providenciar um apoio técnico de excelência.

Estão especializados no fornecimento das mais modernas ferramentas e tecnologias de apoio à gestão de recursos naturais, representando algumas das marcas mais prestigiadas a nível mundial. Apesar de Portugal ser um país pequeno, têm apostado em ser a marca representante exclusiva. Como analisam o mercado português? Qual o seu potencial?

Representar a Spectra GeoSpatial – empresa do Grupo Trimble – é uma grande responsabilidade, mas também uma enorme motivação para a nossa equipa.

Possuirmos esta ligação muito forte à Spectra GeoSpatial faz-nos querer elevar as potencialidades dos seus equipamentos e evoluir tecnicamente.

O facto de estarmos em permanente contacto com os nossos clientes e termos este vínculo com a Spectra GeoSpatial permite-nos que o software SIG de Campo seja constantemente melhorado e adaptado e melhorado em virtude dos requisitos dos clientes.

Recentemente fornecemos cerca de 200 recetores GNSS a uma empresa de referência que se dedica à produção de cartografia naquele que cremos ter sido o maior fornecimento de equipamentos para SIG Móvel dos últimos largos anos. Este acontecimento demonstra claramente a necessidade que o mercado possui neste momento em utilizar ferramentas GPS profissionais.

A primeira edição do evento “És SIG”, promovido pela APPSIG, com o tema “O SIG em Portugal“, é já no mês de novembro e a TerraGes vai estar presente. O que podemos esperar desta cerimónia?

A TerraGes irá estar presente neste evento como expositor e teremos à disposição dos visitantes todo o nosso portfolio de soluções GNSS para SIG Móvel.

De entre as soluções que teremos expostas destacamos o equipamento GPS SP20.

O GPS SP20 é um equipamento GNSS de mão, com uma antena interna de 240 Canais, L1/L2 Multi-Constelação (GPS+Glonass+Galileo+Biedou) com vários níveis de precisão (50 Cms a 1 Cm), escalável e totalmente compatível com as mais variadas plataformas SIG de Gabinete.

Também teremos disponível para demonstração o Tablet T10 da Trimble. O T10 é um Tablet Profissional de Elevada Robustez, de 10 Polegadas, com Antena Interna GNSS, Sistema Operativo Windows 10 e com uma excelente performance – Processador Intel® 6th Generation Core™ i7.

Outro equipamento que teremos disponível é o Drone Profissional eBee, utilizado para realização de cartografia aérea – ortofotomapas, mapas NDVI, entre outros.

Aproveitaremos também a oportunidade para estreitar relações com entidades e empresas nossas parceiras assim como dar a conhecer novas soluções a outras que ainda não tivemos oportunidade de conhecer.

Os SIG tornaram-se essenciais no dia-a-dia dos municípios e uma ferramenta de trabalho de consulta fundamental na gestão, interpretação e conhecimento dos territórios municipais. É possível traçar uma evolução desta ferramenta ao longo dos anos?

Houve, sem dúvida, por parte dos Municípios, uma evolução na tecnologia utilizada assim como na precisão da informação georreferenciada.

A democratização dos SIG e das ferramentas de alta precisão permitiu que hoje em dia os Gabinetes Técnicos Florestais, os Serviços de Proteção Civil e os Gabinetes SIG dos Municípios desenvolvam o seu trabalho de forma mais eficiente e fiável.

A rapidez com que o trabalho de campo é desenvolvido e a versatilidade de formato de dados e padronização do sistema de coordenadas que se pretende ser o mesmo em todos os Municípios, tornou todo o trabalho em ambiente SIG mais fácil e no qual a curva de aprendizagem é bastante rápida.

Esta evolução permitiu que os próprios cidadãos tenham um melhor acesso a um volume de informação maior e mais fácil de entender.

A criação de mapas de várias temáticas é o objetivo final que começa com o trabalho de campo com recurso a ferramentas GPS de Alta Precisão, mas que não acaba na criação do próprio mapa pois toda a localização é dinâmica e preciso atualizá-la. Daí é fundamental que o trabalho de campo seja frequentemente revisto e atualizado.

Mais recentemente e em virtude da implementação do sistema de informação cadastral simplificado bem como o Balcão Único do Prédio – BUPI, os SIG e a utilização de equipamentos GPS Profissionais sofreram um novo impulso.

A TerraGes está preparada e totalmente empenhada em continuar a fazer parte desta evolução trabalhando em conjunto com clientes e utilizadores, criando sinergias que permitam tornar a informação geográfica mais precisa, mais completa e mais dinâmica.

13 ANOS DE SOLUÇÕES

Dulce Forte

Estão neste momento a comemorar o aniversário dos 13 anos de atividade. Que balanço faz destes anos?

Sim, é verdade! Começámos numa 6ª feira 13, em outubro de 2006! A entidade fiscal que está por detrás da marca DSolutions, foi constituída para assegurar uma posição de franchising da Decisões e Soluções, em Loures. Durante seis anos, representámos essa marca e trabalhámos em consultoria financeira, nomeadamente na consolidação e obtenção de crédito para particulares e empresas. Em 2013, rescindimos o contrato de franchising e continuámos com a nossa atividade de forma independente, mas também com um foco diferente. A consultoria de gestão e formação. A partir dessa altura, criou-se a DSolutions® como marca. No fundo, sou um pouco a “Dulce Soluções”, porque os clientes, mais do que a marca, recorrem sempre à “Dulce”. Dito isto, até ao dia de hoje, temos estado focados na consultoria de gestão, com o acompanhamento às empresas em várias vertentes: financeira, fiscal, apoio na obtenção de fundos, implementação de sistemas de certificação, processos de certificação de empresas na área da formação, entre outras. Temos como missão criar valor para os nossos clientes!

Quais foram os principais desafios que enfrentou ao longo destes 13 anos?

Os principais desafios foram, sobretudo, os anos de 2013-14, anos da crise financeira, que coincidiram também com o término do quadro comunitário anterior, o QREN e o lançamento do novo quadro, Portugal 2020. Para mim, quer em termos pessoais, quer em termos empresariais, estas, eram as duas áreas com as quais estava a trabalhar, pelo que teve que haver um “renascimento das cinzas” e uma redefinição estratégica. Foi extremamente desafiante, porque por um lado, deixei de estar associada a uma marca de nível nacional e passei a trabalhar sozinha, e por outro, porque tinha duas áreas de negócio que estavam em transição ao mesmo tempo. Foram várias as perguntas, com as quais me questionei, tais como: o que era possível fazer? o que se podia criar de novo? Desistir? Resistir? Resistimos e, foi uma fase importante, porque me deu a oportunidade de conhecer outros mercados, como o médio oriente e o continente africano, onde acompanhei processos de internacionalização de empresas.

Para além da DSolutions, em 2017 nasceu a DSolutions Real Estate? Explique-nos em que consiste esta nova solução ligada à mediação imobiliária.

A DSolutions Real Estate resulta da experiência na área financeira para a vertente imobiliária. A nossa missão é selecionar oportunidades de investimento imobiliário à medida das elevadas expectativas dos nossos clientes, sobretudo investidores. Desde 2017 que temos uma licença AMI, e esta é a atividade do grupo que tem estado em destaque, porque temos estado a crescer e a consolidar a equipa. Estamos vocacionados para assessorar estrangeiros e nacionais que pretendem investir no imobiliário em Portugal, ou utilizar o país como plataforma para a sua estratégia internacional e é através deste compromisso que pretendemos trazer valor aos nossos clientes, adotando um posicionamento ético, transparente e de confiança na relação que estabelecemos com os nossos clientes e parceiros, baseado na integridade, rigor e confidencialidade.

Muitos são aqueles que afirmam que o caminho para o crescimento das empresas portuguesas faz-se lá fora. A DSolutions já se internacionalizou?

Sim. Estamos neste momento no Luxemburgo a trabalhar em todas as atividades do grupo DSolutions: consultoria de gestão e investimento imobiliário. Temos estabelecidas diversas parcerias com entidades internacionais que pretendem investir em Portugal. Esta estratégia tem por base a vertente de investimento imobiliário em que nos decidimos focar: grupos de investidores para projetos considerados de gama média/alta e mercado empresarial. E é neste sentido que temos feito um grande esforço e um grande investimento. Esta expansão começou em Abril de 2018, data em que estivemos presentes na Portugal Expo, no Luxemburgo, no sentido de estabelecer parcerias. Este ano já marcámos presença na FIN (Feira Internacional de Negócios) no Porto e para 2020 estão previstas presenças em duas feiras internacionais de imobiliário: Madrid e Paris.

Estas apostas fazem parte das opções estratégicas da DSolutions, como forma de se distinguir no mercado?

Sim! O nosso objetivo é manter este foco. Estar sempre direcionados para este perfil de cliente e ter uma vertente consolidada de áreas, porque ambas as áreas de atuação se complementam e distinguem pela vasta experiência no mercado em que intervimos, tanto para empresas como para particulares.

De que forma é que os vossos serviços criam valor e vantagens competitivas para as organizações?

Adaptando os serviços prestados à cultura de cada organização. A DSolutions gosta de entrar numa empresa e torná-la sua parceira e criar uma relação de proximidade com os seus clientes. Costumo dizer que os nossos clientes se tornam “família”.  Muitas das vezes começamos por fazer uma simples intervenção para uma empresa cliente e acabamos por fazer o acompanhamento da mesma ao longo de vários anos, ou seja, consolidamos a nossa posição com os clientes. Quanto às vantagens competitivas temos diversos parceiros estratégicos que complementam os nossos serviços: a título de exemplo, podemos enquadrar as empresas clientes em missões empresariais de entidades associativas parceiras. Isto significa que conseguimos dar às empresas, um vasto leque de ofertas em várias áreas o que nos permite reforçar a nossa relação com o cliente.

Para além da consultoria, prestam serviços estratégicos para o crescimento das atividades dos vossos clientes, através do “training academy” e das certificações. Em que consiste cada um deles?

A “training academy” é no fundo, a formação. Mas ainda é um projeto embrionário. No entanto, o objetivo é criar rapidamente uma academia de formação interna, de forma a complementar o trabalho desenvolvido pela DSolutions na vertente de consultoria de gestão. Quanto às certificações o nosso serviço é acompanhar as empresas, através de consultores, nos sistemas de implementação de certificações em tudo o que sejam normas.

Arrancámos, há dias, com uma parceria com uma entidade certificadora, uma vez que vamos lançar um projeto relacionado com o Portugal 2020. Este projeto tem por base o desenvolvimento de workshops temáticos a nível nacional, onde serão apresentados os apoios que as empresas podem ter nas áreas de qualificação e internacionalização, que são essencialmente, as duas áreas com as quais trabalhamos. No fundo é essencial trabalhar estas vertentes para a empresa se poder destacar.

A DSolutions tem como projetos para o futuro..?

A base do grupo DSolutions está consolidada. No entanto, é preciso continuar a manter a posição que temos, porque neste momento somos uma marca reconhecida. Temos como objetivo manter a qualidade dos nossos serviços e o nível de aprovação dos nossos projetos, uma vez que é para isso que trabalhamos. E como disse anteriormente, lançar uma nova área para 2020, a academia de formação interna. Outro objetivo é dar à vertente DSolutions Real Estate a mesma visibilidade que a base do grupo já detém, porque é uma área a destacar pela qualidade dos serviços que presta, e por isso, temos cada vez mais, que estar focados, criando várias ofertas que possam complementar o serviço prestado.

A TRILHAR O CAMINHO da evolução diariamente

Como e quando surgiu a ideia de se aventurar e criar o seu próprio espaço?

Corria o ano de 1989, quando surgiu uma oportunidade de emprego na área da relojoaria, que aceitei e confesso que foi “amor à primeira vista”. É apaixonante recebermos uma peça em bruto e trabalhá-la com minuciosidade e dedicação, de forma a torná-la perfeita e bela. Essa paixão, que ainda hoje tem a chama acesa, fez com que eu desenvolvesse rapidamente boas competências. Ao trabalhar a um ritmo alucinante, com dedicação e paixão, comecei a pensar que seria vantajoso lançar-me de forma independente e em 2000 decidi arriscar e dar esse passo e aos poucos, comecei a construir uma rede de clientes de confiança. A rede alargou de tal forma, que em 2000, constituí a Calçada, S.A. e adquiri o meu primeiro espaço, em Le Locle, Suíça, onde instalei a minha primeira fábrica, o que me permitiu alargar a gama de serviços prestados aos meus clientes, que por esta altura já demonstravam a sua confiança no meu trabalho e alimentavam o meu desejo de ver o meu pequeno projeto crescer. Como a Calçada S.A., sempre trabalhou para gamas da alta relojoaria e joalharia e sempre esteve bem conotada no mercado Suíço, o crescimento da empresa foi essencial e fez-se de forma natural, de forma a cumprir os critérios de qualidade exigidos pelo nosso cliente, contando atualmente com 120 colaboradores.

É nesse âmbito de crescimento, de maior procura por parte dos nossos clientes e na confiança que eles colocam na Calçada, S.A., que em 2010, não esquecendo as minhas origens, das quais me orgulho, abri a filial em Louredo, Santa Maria da Feira, Portugal, terra que me viu nascer. Filial essa que, também foi crescendo de forma gradual, contando atualmente com 130 colaboradores.

Que tipo de procedimentos é que foram adotados de forma a difundir os seus altos conhecimentos neste ofício aos seus colaboradores, transmitindo-lhes o sentido de responsabilidade laboral, profissionalismo e competência?

Nesta área, o requisito essencial de qualquer colaborador é a paixão e a dedicação. Pessoalmente, trabalho diariamente para que os meus colaboradores tenham a perceção da responsabilidade desta área profissional e a dimensão dos clientes para as quais a Calçada, S.A. trabalha. Os meus colaboradores são parte integrante da Calçada, S.A. e, enquanto administrador, tento dar melhores condições de trabalho para que eles se sintam bem e cooperem no sucesso da empresa. Enquanto profissional, acompanho-os diariamente na laboração, transmitindo-lhes todos os meus conhecimentos, laborando com eles, se necessário. Foi preciso formar a equipa desde o princípio, incutir-lhes a responsabilidade, a paixão pela área, o nível de exigência, ensinar-lhes os procedimentos a realizar em cada peça, ensiná-los que cada peça é única. Felizmente, consegui formar uma boa equipa, com talento e sobretudo com a paixão necessária e que já é capaz de formar os novos colaboradores.

No presente, a empresa Calçada SA conta já com duas fábricas, mantendo-se a casa mãe na cidade Le Locle – Suíça e uma filial em Louredo- Santa Maria da Feira, Portugal. Quais as diferenças que encontra entre estes dois mercados?

Embora a Calçada, S.A. conte com duas fábricas, ambas trabalham com o mesmo nível de exigência e competência. Na realidade, ambas trabalham quase em exclusivo com mercado externo, portanto não podemos fazer uma análise que distinga os dois mercados. A filial portuguesa surge como forma de oferecer, aos clientes, um custo de mão-de-obra inferior à Suíça, mas com uma qualidade equiparada às peças produzidas na Suíça, uma vez que na fábrica mãe, 90 % dos funcionários são portugueses.

Considera que ambas as fábricas têm todo o know-how necessário para dar a melhor estética final a toda a alta relojoaria?

Sim, considero. Trabalhamos diariamente nesse sentido e a prova disso é o nosso crescimento diário e a confiança que os nossos clientes depositam diariamente na Calçada, S.A.

A Calçada S.A. é especializada na prestação de vários serviços. Quais?

A Calçada, S.A. efetua preparação, polimento, lavagem, gravação, colagem, montagem e muitos outros procedimentos relacionados com o manuseamento de peças de relojoaria e joalharia.

De que forma é que a Calçada S.A. está a preparar-se para acompanhar a constante evolução e exigências de ambos os mercados no futuro?

A Calçada, S.A. trilha o caminho da evolução diariamente. O nosso sucesso não nos permite estagnar. Dia após dia trabalhamos na nossa modernização e evolução industrial. Acompanhamos a evolução industrial de perto, visitando feiras e eventos que nos permitam conhecer as últimas novidades do mercado. De momento, estamos num processo de inovação ascendente, com vários projetos em curso tanto na área digital, como industrial, como da automação e robotização. No que toca à automação e robotização, firmamos parcerias com empresas de renome no mercado, tendo como objetivo a criação e melhoramento de soluções aplicáveis à nossa área, que se coadunam em testes diários e processos de adaptação de maquinaria robótica.

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