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Vanessa Ferreirinha

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La Squadra: as pizzas em forno de lenha continuam a sair do italiano do Rossi

Texto e foto: NIT

As pizzas em forno de lenha do La Squadra, o restaurante do My Story Hotel, na Praça da Figueira,  em Lisboa, continuam a sair do forno de lenha. São várias as sugestões ali cozinhadas todos os dias e entregues em modo de take-away e delivery, os únicos possíveis para conseguir funcionar neste momento. O espaço esteve encerrado durante alguns dias, mas já voltou à atividade.

Todas as propostas que apresenta foram criadas pelo chef consultor Augusto Gemelli. Nas pizzas tem as com com base de molho de tomate, como a Diavola, com chouriço picante (14,50€); a Tonno, com atum, cebola, azeitona e mozzarella (15€); ou a Romana, com alcaparras, azeitonas e queijo provolone (12,50€).

Sem molho de tomate na base, pode escolher a Carbonara, com gema de ovo e parmesão (14€); a Afuumicata, com scamorza, frango fumado, cogumelos e courgette (16€); ou a Partenope, com salsicha fresca, grelos salteados e mozzarella (14,50€).

Já como entrada tem a burrata DOP com bróculos, pancetta crocante e raspas de laranja, Depois nos pratos pode continuar com o camarão salteado com alho e salsa, com creme de feijão branco, cebolinho e tomante seco; o fetuccine com frutos do mar e molho de tomate; o lombo de bacalhau com passas e pinhões, com polenta de cogumelos e ervas aromáticas; mas também a tábua de queijos italianos.

O take-away está disponível entre o meio-dia e as 15 horas e entre as 18h30 e as 22 horas. Os pedidos são feitos pelo 211 451 791. Para entregas ao domicílio terá de entrar diretamente nas aplicações da Uber Eats e da Glovo.

Estudo alerta que o novo coronavírus sobrevive em lavagens a 92 graus

Foto e Texto: NIT

O Covid-19 surgiu há poucos meses — e — infelizmente — ainda é um mundo desconhecido. Investigadores de todo o mundo têm unido esforços para descobrirem o máximo possível sobre este novo coronavírus, por isso têm sido feitos centenas de ensaios clínicos.

Um dos mais recentes aconteceu na Universidade Aix-Marseille, em França, e mostra que, ao contrário do que foi dito anteriormente, o vírus é capaz de sobreviver em temperaturas superiores aos 60.º graus durante a lavagem — “sobrevive a  92.º graus ou mais”, dizem os cientistas franceses.

Para chegarem a esta conclusão, os investigadores aqueceram as células de coronavírus de um paciente em Berlim até aos 60.º graus. Os resultados revelaram que o vírus pode sobreviver e replicar-se nesta temperatura em ambientes não estéreis.

A seguir, aumentaram a temperatura até acima dos 90.º graus e perceberam que o vírus sobrevive cerca de 15 minutos. Depois de analisarem estes dados, o Sistema Nacional de Saúde britânico deu uma entrevista ao jornal “Mirror“, na qual sugere que além de se lavar a roupa a temperaturas bastante elevadas, deve-se adicionar lixívia.

“Em determinadas situações a roupa deve ser lavada a temperaturas mais elevadas do que o habitual e com produtos à base de lixívia de modo a minimizar o mais possível o risco de infeção“, disse o NHS.

A seguir, carregue na galeria e conheça também alguns truques para desinfetar melhor a casa.

Apesar da pandemia, há cada vez mais pessoas a marcar férias de verão no Algarve

Foto: The Vegan Travelers. Texto: NIT

Os hotéis do Algarve estão a receber um número crescente de reservas de turistas portugueses e estrangeiros nos meses de julho e agosto. A situação foi confirmada pela Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA) ao “Observador“, num artigo publicado esta segunda-feira, 27 de abril.

“É verdade que também tivemos e ainda temos muitos cancelamentos, mas também estamos a assistir a um incremento nos pedidos de marcações para o próximo verão”, afirmou o diretor da associação, Elidério Viegas, ao jornal. Apesar da incerteza instalada pela pandemia do novo coronavírus, a procura no Algarve aumentou de tal forma que os estabelecimentos hoteleiros acreditam ser possível compensar os efeitos económicos negativos com a chegada do verão.

Ainda assim, a percentagem de reservas poderá ser inferior aos habituais 100 por cento. Já nos alojamentos locais, o fenómeno repete-se: segundo a plataforma Airbnb, os utilizadores estão a reservar períodos de tempo mais longos e em espaços mais amplos, para onde possam ir com a família.

Segundo o “Observador”, os preços praticados pelos hotéis são semelhantes ou inferiores aos que têm vindo a ser praticados, o que contribui para a procura em conjunto com outros dos fatores: os turistas com medo de Espanha, pela situação complicada que se vive no país, acabam por se desviar para o Algarve; e os hotéis de outras regiões de Portugal poderão manter-se encerrados por um período mais longo de tempo.

Ao mesmo jornal, o diretor da AHETA disse mesmo que “o facto de o Algarve ser considerado um destino turístico ‘Covid-Free’ pode potenciar o aumento da procura externa”.

O que as marcas podem esperar de mudanças de comportamentos pós-pandemia

“Nesta época todos fomos forçados a adotar comportamentos que de outra forma não teríamos. Até podemos comprar o mesmo, mas compramos de forma diferente. Nesta altura, em que se fala de um eventual fim / atenuar do confinamento, é fundamental perceber como os consumidores irão atuar num “futuro próximo” e que comportamentos adotados nesta época tão atípica se poderão manter, pelo menos durante algum tempo. O que vai ser afinal este “Novo Normal?”, refere Sofia Abecasis, sócia fundadora da empresa Boutique Research.

A Boutique Research® realizou um estudo em parceria com a Netquest, com o objetivo de antever comportamentos e alterações de comportamentos decorrentes do confinamento. O estado de emergência levou a mudanças de comportamentos, por exemplo, levou à compra de mais determinados produtos como Fruta e legumes (38%), Café em cápsulas (31%), Enlatados (31%), Arroz / Massa (31%) e Leite (30%), e de produtos indulgentes como por
exemplo, Chocolates (14%).

Após um período de quarentena em que a maior dificuldade para os Portugueses foi o confinamento (18%), o isolamento (7%) e o falta de contacto / convívio social / pessoal (7%) e que terá contribuído para que 41% dos Portugueses sentisse ansiedade e 39% sentisse um maior nível de stress, impõem-se a questão: O que podemos esperar que aconteça na época pós-confinamento?

73% dos Portugueses revelam-se muito preocupados com o futuro.

O Estudo “What’s next? Be Ready!” revela 5 tendências.

O retorno ao espaços ao ar livre como praia e jardins, lojas de rua e esplanadas será mais rápido do que para as transportadoras aéreas com 62% a declarar que não irá de imediato viajar de avião, 65% também não irá de imediato a concertos e festivais , 57% a ginásios, 60% a hotéis e 45% a centros comerciais.

Durante o confinamento foram adquiridos hábitos de compra como estar menos tempo no supermercado, fazer uma lista de compras e comprar apenas o que está na lista, ir a supermercados mais perto de casa ou passar a pagar mais com cartão. Alguns desses hábitos poderão manter-se no período pós confinamento, como o estar menos tempo no supermercado, que 38% pretendem manter no período pós pandemia, 36% admitem continuar a fazer listas e comprar apenas o que está na lista e 34% pagar mais com cartão.

Movimento 2519 quer celebrar abril em casa com intervenções artísticas

Texto e foto: Evasões

Com as comemorações do 46º aniversário da revolução de 25 de abril em espaços públicos comprometidas devido à pandemia de Covid-19, nasceu nas redes sociais o Movimento 2519, uma plataforma independente e sem fins lucrativos, que quer celebrar o mês da liberdade com a partilha de intervenções artísticas através de meios digitais.

O 2519 assume-se como “um movimento cultural, artístico e, acima de tudo, social, que pretende divulgar “objectos” criativos desenvolvidos pela comunidade artística e não artística, neste período de quarentena, através de um Centro Cultural Digital, celebrando desta forma a revolução dos cravos.”

A 25 de março a plataforma lançou o desafio a todos os que queiram participar, artistas ou não, de enviar conteúdos em formato de vídeo, fotografia, pintura, texto ou outros. O tema é livre – não necessariamente sobre o 25 de abril ou a atual situação do país e do mundo -, mas o que se pretende é que “a criatividade dos que então lutaram pela liberdade sirva de inspiração”.

O Movimento 2519 começou há dias a partilhar nas suas páginas de Facebook e Instagram alguns dos conteúdos que já recebeu, mas o apelo continua. Quem quiser participar deverá enviar o seu trabalho por e-mail (movimento2519@gmail.com).

Gelados, queijos e licores: 5 mimos gourmet para receber em casa

Texto e foto: Evasões

1 | Castanha de todas as formas
É uma mercearia especializada em castanha, uma cafetaria e um centro interpretativo onde se pode aprender muito sobre este versátil e saboroso produto transmontano. Há duas semanas, porém, a Marron – Oficina da Castanha, em Bragança, fechou o atendimento ao público, mas reforçou o envio das suas iguarias feitas com castanhas da Terra Fria, algumas de marca própria. Há dois licores (um deles cremoso), bolachas, biscoitos e madalenas, castanha pilada (embalada em vácuo e pronto a consumir) e em calda, farinha para pão e bolos, doces e compotas, infusões com folha de castanheiro e ainda uma iguaria que tem feito sucesso: a castanha glacé. Os preços começam em 3,5 euros (infusões). O fundador desta mercearia, que abriu há um ano na zona histórica de Bragança, é João Campos, um ex-jornalista que decidiu dedicar-se a promover este fruto da sua terra, cujo potencial considerava desaproveitado. Recebe encomendas por telefone (965664830), por mail (geral@marron.pt) e através do Facebook.

2 | Queijos artesanais
A queijaria Corriqueijo está a disponibilizar entregas ao domicílio na zona de Braga, dos mais de 40 queijos artesanais, de origem nacional e internacional, que compõem o seu portefólio. A grande novidade desta primavera é o Lola Montez, um clássico Allgauer Rahmkase, um queijo alemão de leite cru de vaca, revestido a flores e ervas da montanha. Estão também disponíveis cabazes com compotas e crackers da Diplomata. As encomendas devem ser feitas por mensagem (968783926) ou via e-mail (geral@corriqueijo.pt).

3 | Pastelaria saudável em cabazes
São veganos, sem glúten nem açúcares refinados, os doces que chegam dentro de cabazes, a ritmo semanal, quinzenal ou mensal. Esta foi a forma que a Tâmaras, a auto-intitulada “pastelaria saudável” da Invicta, encontrou para dar fôlego ao negócio nos dias que correm. Os cabazes, com assinaturas de dois a seis meses, e entregues em Portugal Continental, contêm brownies, cookies recheados, trufas e bolos em miniatura. Quem aderir recebe uma newsletter gratuita com receitas saudáveis. Cabazes desde 46 euros, com portes.

4 | Comida italiana
Chamam-se kits do it yourself – faça você mesmo – e facilitam a vida a quem queira trazer Itália até sua casa. O grupo Non Basta, que encerrou os restaurantes Pasta Non Basta e Memória, aposta no takeaway ou entrega a casa, para Lisboa, do seu molho pesto caseiro, do molho de tomate e da massa fresca (tagliolini, fettucini ou pappardelle). Quem preferir piza, há um kit com massa para piza já fermentada, molho de tomate e mozzarella fior di latte. Basta receber em casa, estender a massa, decorá-la a gosto e colocar no forno. Tel.: 215846772 / 210998366. Preço: kit piza a 6 euros.

5 | Gelados da Santini
Santini encerrou as lojas por tempo indeterminado, o que não significa deixar de saborear os seus gelados e produtos de pastelaria. A marca cascalense está a fazer entregas em casa a partir dos estabelecimentos. Cascais (Valbom), Carcavelos, Telheiras, Expo e Porto, das 12h às 22h30, através das plataformas UberEats, Glovo e No Menu.

Candidatura ao concurso Montepio Acredita Portugal prolongada até final de abril

Como explica Fernando Fraga, Diretor de Inovação da Acredita Portugal, “face ao contexto atual torna-se impossível realizar o concurso no formato das edições anteriores. Mas queremos continuar a apoiar o desenvolvimento das milhares de ideias já inscritas, porque temos capacidade para implementar soluções alternativas que possibilitam a realização da iniciativa e que estes empreendedores recebam a mentoria e o acompanhamento que lhes permitam desenvolver os projetos e, assim, auxiliar a sua eventual entrada ou consolidação no mercado”.

Num formato 100% online, o desenvolvimento das ideias submetidas decorre até 17 de maio de 2020. Os semifinalistas serão conhecidos a 1 de junho.

Os seminafilistas de cada categoria terão de enviar o seu pitch ao respetivo júri até dia 15 de junho. Seguem-se as semifinais de avaliação de projetos, que passam também a acontecer em formato digital, com data marcada para 20 e 27 de junho. Os participantes serão contactados nestes dias pelo júri de modo a clarificar os pontos necessários do pitch e obter feedback.

O programa de aceleração do concurso decorrerá entre 4 de julho e 1 de agosto. Esta fase pode também decorrer de forma digital. No entanto, caso seja viável, irá acontecer presencialmente de modo a ampliar o impacto nos projetos finalistas.

A Gala final do concurso está marcada para 12 de setembro.

Informações adicionais em www.acreditaportugal.pt

Covid-19: Portugueses preparam cesta para quarentena

Portugal não foi caso único neste desaceleramento, sendo esta uma tendência uma tendência visível noutros países, nomeadamente em Espanha.

Em Portugal, este período tem início com a informação dramática da primeira morte por Covid-19, num período que é também marcado pela imposição de restrições à movimentação – através do controlo das fronteiras terrestres e ligações aéreas – e pelo encerramento de estabelecimentos comerciais considerados não essenciais.

Com a declaração do Estado de Emergência em Portugal, impondo saídas restritas à rua, o consumo dos portugueses tornou-se mais económico e racional. Como explica Marta Teotónio Pereira, Client Consultant Senior da Nielsen, esta é uma realidade “que poderá também vir a ser impactada pela evolução das condições financeiras dos portugueses. Depois de passada esta fase em que os portugueses prepararam a vida para a quarentena, é natural que procurem agora tornar a vida em casa mais suportável. Haverá por isso alguns produtos menos essenciais que podem vir a apresentar crescimentos, como por exemplo algumas categorias de bebidas. Até mesmo alguns produtos de beleza poderão ter também um lugar de maior destaque em casa, nesta fase em que não podemos sair (ex: idas ao cabeleireiro).  A evolução da composição da cesta de quarentena tem, portanto, uma parte experiencial e outra emocional e há aqui uma oportunidade para fabricantes e retalhistas atingirem vendas incrementais.”

Porto de Setúbal e Município promovem desinfeção dos terminais portuários

Uma acção que perante a crise em que se encontra o país em consequência da pandemia da Covid-19 e da declaração do estado de emergência permite ainda garantir a segurança dos profissionais e garantir a operacionalidades destas infraestruturas.

Um procedimento realizado na continuidade das ações de desinfeção levadas a cabo pelo município na cidade e no âmbito do Plano de Contingência para emergências de Saúde Pública do Porto de Setúbal, com o objetivo de ajudar a controlar a atual situação epidémica causada por COVID 19.

Rock in Rio Lisboa – Reagendamento

People Taking Photo in Music Concert Festival

Assim, e conscientes desta realidade, temos ao longo destes últimos dias estudado vários cenários que nos possibilitem continuar a levar a alegria às pessoas, criando momentos inesquecíveis. Das várias opções avaliadas, todas implicariam retomar as montagens da Cidade do Rock num momento que acreditamos ainda não ser favorável (maio), pelo que tomámos a decisão de alterar as datas da 9.ª edição do Rock in Rio Lisboa para os dias 19, 20, 26 e 27 de junho de 2021, com a certeza de que esta será uma edição ainda mais mágica e especial. A festa está no nosso ADN e é esta partilha de emoções, esta energia revitalizante que queremos continuar a oferecer. E em 2022 estaremos de volta para a 10.ª edição, não deixando sequer espaço para a saudade e retomando a festa “nos anos pares”.  

Os bilhetes já adquiridos manter-se-ão válidos para as novas datas, ficando os dias em aberto até confirmação do cartaz. Iremos aguardar pelo levantamento do estado de emergência para partilhar outras informações dirigidas aos portadores de bilhetes, assim como novidades relativas a cartaz.

Até lá, o nosso desejo é apenas um: vamos continuar a sorRiR! Porque é sorrindo que vamos vencer mais essa e é sorrindo que, todos juntos, iremos voltar a aproveitar a música, o entretenimento e a cultura, num futuro próximo.

Roberta Medina,Vice-Presidente Executiva do Rock in Rio

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