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Vanessa Ferreirinha

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Portugueses dão nota negativa à qualidade dos serviços públicos

Com as eleições legislativas à porta, o Portal da Queixa, uma referência nacional em matéria de consumo, analisou os dados referentes às reclamações dirigidas aos serviços públicos nos últimos dois anos. Ciente da importância da informação analítica, a maior rede social de consumidores de Portugal promoveu ainda um estudo intitulado “Satisfação e qualidade do serviço público em Portugal” com base num inquérito realizado junto dos utilizadores registados na sua plataforma. Concluiu-se que: os portugueses dão nota negativa à qualidade aos serviços prestados pelo Estado, estão mais insatisfeitos e reclamam cada vez mais. As queixas dirigidas ao setor público registaram um aumento na ordem dos 21%.

De acordo com a equipa de análise do Portal da Queixa, a iniciativa partiu da identificação, ao longo do tempo, do aumento exponencial do número de queixas dirigidas ao serviço público e da atualidade e importância do tema para a sociedade. Neste sentido, elevando-se o dever cívico de informar, foi efetuada uma análise objetiva aos dados recebidos e foi auscultada a opinião dos cidadãos portugueses sobre os níveis de qualidade dos serviços prestados pelas entidades públicas em Portugal.

Destacam-se as principais conclusões:

  1. Em comparação com a recolha de opinião efetuada em 2017, a perceção de qualidade dos serviços públicos por parte dos cidadãos portugueses baixou de satisfatória com uma média de avaliação de 5,56 /em 10 para insatisfatória com uma média de avaliação de 4,54 /em 10. (consultar abaixo estudo em detalhe)
  2. O número de reclamações dirigidas aos vários organismos do setor público, registou um aumento na ordem dos 21% durante o período de 1 de janeiro e 23 de setembro de 2019, com 10.312 reclamações, comparativamente ao período homólogo que registou apenas 8.516 reclamações.
  3. Entende-se que a correlação é evidente, tendo em conta que um pior serviço prestado tem por norma o consequente aumento de insatisfação e de reclamações.

Perante as conclusões do estudo e dos resultados da análise estatística, Pedro Lourenço, CEO do Portal da Queixa considera que:

O Estado tem o dever de garantir um serviço público de excelência e referência ao cidadão. Esta será certamente a expectativa do contribuinte no momento em que se torna parte integrante do sistema e, por isso, não deve ser muito diferente da que tem relativamente ao serviço privado. Portanto, é de salutar quando entidades públicas como a Câmara Municipal de Lisboa, o IMT e o IEFP, tomam a dianteira como exemplos de proximidade e satisfação dos seus utentes, na sequência do resultado que apresentam com altos Índices de Satisfação no Portal da Queixa. Estes excelentes exemplos de customer sucess, demonstram que é possível prestar um serviço público de acordo com os padrões de qualidade exigidos e expectáveis”, sublinha o responsável, reforçando ainda que “o aumento dos níveis de qualidade do serviço público, por parte destes organismos, tem sido muito potenciado pelas plataformas de partilha de opinião – como o Portal da Queixa -, que em muito contribuem para a identificação de melhorias contínuas no serviço junto dos cidadãos, mostrando que é possível fazer mais e melhor.”

SEGURANÇA SOCIAL, CÂMARAS MUNICIPAIS E CNP LIDERAM NÚMERO DE RECLAMAÇÕES DURANTE A LEGISLATURA ATUAL

Durante o período da legislatura ainda em vigor, a Segurança Social foi a entidade do Estado que mais recebeu reclamações com cerca de 8.197 registadas, o que a coloca no topo das entidades com maior número de queixas. Grande parte das reclamações é referente a problemas de atraso na atribuição de pensões (41%), subsídios e abonos (28%), dificuldade e ausência de atendimento (10%) e outros motivos diversos (16%).

O segundo lugar da tabela é ocupado pelas Câmaras Municipais com cerca de 6.759 reclamações.

Lisboa com 912, Porto com 491 e Sintra com 441, são os municípios com maior incidência de reclamações, contudo, Lisboa destaca-se pela taxa de satisfação na ordem dos 75 %, comparativamente com a autarquia do Porto com apenas 5,7%. Segue-se na tabela, o Centro Nacional de Pensões com um registo de 3.328 reclamações desde o início do mandato.

Ao longo dos últimos 4 anos, foram registadas 37.225 reclamações no Portal da Queixa referentes a serviços de Administração Pública.

Serviços com maior número de reclamações durante o período da atual legislatura:

Entidade pública Nº Reclamações
Segurança Social 8197
Câmaras Municipais 6759
Centro Nacional Pensões 3328
Hospitais e maternidades 2265
S. Nacional de Saúde 1904
Ministério da Educação 1837

Total de reclamações desde dia 4 de outubro 2015 até 17 de setembro 2019

ANÁLISE POR SETOR RELATIVAMENTE AO PERÍODO HOMÓLOGO:

  1. Administração Pública
  2018 2019 % VAR Índice de Satisfação em 100
Segurança Social e CNP 1839 1940 5% 10,4
Serviço Nacional de Saúde 715 664 -8% 4,5
Ministério da Educação e da Ciência 380 425 11% 10,1
Autoridade Tributária e Aduaneira 291 245 -19% 7,2
TOTAL 3225 3274 1%  

Total de reclamações desde o dia 1 de Janeiro 2018 até 23 de setembro 2019

No setor da administração pública, desde o início de 2019, foram registadas 3.274 reclamações, mais 49 queixas face ao período homólogo.

A entidade que apresenta o maior número de reclamações é a Segurança Social (inclui reclamações ao Centro Nacional de Pensões) com 1.940 reclamações desde janeiro de 2019, já a Autoridade Tributária e Aduaneira apresenta menos 19% no valor de reclamações recebidas em relação ao ano passado.

No que diz respeito ao maior crescimento face ao período homólogo, o Ministério da Educação e da Ciência (MEC) sai na frente, devido aos problemas apresentados com os manuais escolares gratuitos, registando um valor de mais 11% de reclamações recebidas.

De referir que, nenhuma das entidades públicas em análise, regista valores de índice de satisfação satisfatórios.

  1. Câmaras Municipais
  2018 2019 % VAR
Câmaras Municipais (todas) 1600 1861 16%

Total de reclamações desde o dia 1 de Janeiro 2018 até 23 de setembro 2019

TOP 10 2018 2019 % VAR Índice de Satisfação em 100
Câmara Municipal de Lisboa 172 206 20% 75,6
Câmara Municipal do Porto 84 98 17% 5,7
Câmara Municipal de Sintra 57 93 63% 4,7
Câmara Municipal de Oeiras 79 62 -22% 0
Câmara Municipal de Loures 42 56 33% 56,3
Câmara Municipal de Cascais 27 49 81% 6,6
Câmara Municipal de Braga 36 47 31% 45,3
Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia 64 44 -31% 61,1
Câmara Municipal de Matosinhos 32 42 31% 2,7
Câmara Municipal do Seixal 51 59 16% 5,2

Total de reclamações desde o dia 1 de Janeiro 2018 até 23 de setembro 2019

As reclamações relativas às autarquias aumentaram significativamente em relação ao ano de 2018 (de 1.600 para 1.861 queixas).

A autarquia que apresenta um maior número de reclamações é a Câmara Municipal de Lisboa (206), com um aumento de 20% de queixas em relação ao período homólogo, no entanto é igualmente a que melhor registo obteve no índice de satisfação dos seus munícipes, com uma nota positiva de 75 em 100. Por sua vez, a Câmara Municipal de Cascais foi a que registou o maior aumento no número de reclamações (81%) face ao ano anterior.

Apesar do aumento do número de reclamações ter sido uma tendência quase geral, foram as Câmaras Municipais de Oeiras e Vila Nova de Gaia que registaram um decréscimo na ordem dos 22% e 31% respectivamente na tabela das dez autarquias mais reclamadas em 2019.

  1. Institutos, Organismos Públicos de Autoridade e Supervisão
  2018 2019 % VAR
Institutos e organismos públicos 902 2432 170%

Total de reclamações desde o dia 1 de Janeiro 2018 até 23 de setembro 2019

  2018 2019 % VAR Índice de Satisfação em 100
IMT 335 956 185% 92,9
SEF 269 627 133% 12,6
IRN 217 341 57% 7,4
ADSE 109 223 105% 25
IEFP 82 127 55% 94,2
ANSR 52 81 56% 6,3
ANACOM 49 77 57% 3,3

Total de reclamações desde o dia 1 de Janeiro 2018 até 23 de setembro 2019

De 1 de janeiro a 23 de setembro de 2019, foram registadas 2.432 reclamações dirigidas a Institutos e organismos públicos, um aumento bastante significativo em relação ao ano anterior (902 reclamações).

A Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) é a entidade que apresenta o menor número de reclamações, já o IMT apresenta uma subida do número de queixas face ao período homólogo, mais 185% de reclamações. Contudo, o IMT é o segundo organismo com melhor taxa de sucesso pelo registo de 92.9% de índice de satisfação, sendo batido apenas pelo IEFP que regista 94.2%.

  1. Polícia, Bombeiros e Emergência Médica
  2018 2019 % VAR Índice de Satisfação em 100
Bombeiros 90 98 9% n/a
PSP 83 97 17% 7
112 Número Europeu de Emergência 32 70 119% 5
GNR 39 45 15% 7,9
INEM 26 22 -15% 5,3

Total de reclamações desde o dia 1 de Janeiro 2018 até 23 de setembro 2019

Em 2018, foram registadas 270 reclamações neste setor de atividade. Até Setembro de 2019, o Portal da Queixa já registou mais de 332 reclamações.

A entidade com a maior percentagem de crescimento é o Número Europeu de Emergência (112), com um aumento de 119% nas reclamações face ao período homólogo, já o INEM registou uma queda de 15% nas reclamações.

Os Bombeiros em geral apresentam-se como a entidade que tem o maior número de reclamações, com 98. A PSP e a GNR mantêm os valores muito próximos ao do ano passado.

 

ESTUDO DE OPINIÃO:  SATISFAÇÃO E QUALIDADE DO SERVIÇO PÚBLICO EM PORTUGAL

Este retrato do País, visa monitorizar e avaliar o grau de satisfação dos cidadãos portugueses, através da sua perceção e experiência, aproximando-os do conceito de cidadania participativa, no qual o cidadão é convidado a partilhar a sua opinião. Por sua vez, os serviços públicos envolvidos têm a oportunidade de ouvir os cidadãos, quanto ao funcionamento dos sistemas implementados, tornando-os parte envolvida na importância de uma melhoria contínua dos procedimentos adotados.

P1. A SUA EXPERIÊNCIA RELATIVAMENTE AOS SERVIÇOS PÚBLICOS?

Praticamente todos os entrevistados (97%) já tiveram experiências com algum serviço público. Os tribunais devido ao seu próprio carácter, tem pouca relação com os indivíduos com menos de 30 anos.
Os mais insatisfeitos com os serviços públicos tiveram más experiências com os mesmos, especialmente com o IEFP e Tribunais. Em média fizeram-no em 6 dos 9 serviços em estudo.

P2. COMO CLASSIFICA O SEU NÍVEL DE SATISFAÇÃO RELATIVAMENTE AO ATENDIMENTO E QUALIDADE DO SERVIÇO PRESTADO?

Os entrevistados atribuíram nota negativa aos serviços públicos com um valor médio de 4,5 numa escala até 10. Educação e forças policiais, são os serviços melhor avaliados com um valor médio acima de 6. Os Tribunais, a Segurança Social, Câmaras Municipais e os transportes não alcançaram a média de 5 valores.
Os indivíduos com menos de 30 anos são os que melhor avaliam os serviços públicos e apesar de nenhum deles alcançar o 7, todos são aprovados pelos millennials.

P3. QUANTO TEMPO DEMOROU A OBTER RESPOSTA À SUA RECLAMAÇÃO (MÉDIA DE DIAS)?

A média de tempos de resposta dos serviços públicos é de 34 dias, sendo a Segurança Social, as Câmaras Municipais e os Tribunais são os serviços com resposta mais lenta.
Entrevistados que residem nas regiões de Lisboa, Porto e Setúbal são os que evidenciam maiores tempos de espera. Usar o Portal da Queixa encurta os tempos de resposta nos serviços como Câmaras Municipais, Institutos e Transportes.

P4. QUAL É O PRINCIPAL PROBLEMA DO SERVIÇO PÚBLICO?

Três em cada quatro entrevistados pensa que o principal problema dos serviços públicos em Portugal, é a dificuldade em obter o serviço ou resposta do serviço em tempo útil. Os mais jovens e as mulheres, são os que colocam maior foco neste motivo.
Em segundo lugar é apontado o mau serviço prestado, a falta de formação e a dificuldade em contatar os serviços públicos. Estes três motivos, são mencionados com maior intensidade pelas mulheres e por aqueles que utilizam o Portal da Queixa.

Fundación Cepsa promove 15ª edição dos Prémios ao Valor Social

Estes prémios irão distribuir até 400.000 euros pelas iniciativas sociais vencedoras entre todas as que são apresentadas em Gibraltar, nas Ilhas Canárias, na Comunidade de Madrid, na província de Huelva, em Portugal, na Colômbia e no Brasil, áreas geográficas em que a Cepsa tem uma atividade relevante e onde estabeleceu laços e relações com as comunidades de forma mais profunda.

Depois de 15 anos a atribuir estes reconhecimentos, Teresa Mañueco, diretora-geral da Fundação Cepsa, ressalva: “é a bandeira da nossa ação social. Orgulhamo-nos de que estes prémios se tenham tornado referência de integração e colaboração entre os profissionais da Cepsa, as entidades sociais e a Fundação. A cada ano, as entidades apresentam projetos mais inovadores e, do nosso lado, trabalhamos para incorporar melhorias e divulgar os prémios a um maior número de entidades”.

As entidades que desejem participar poderão apresentar os seus projetos até 3 de outubro, às 10 horas através da página web da Fundación: www.fundacioncepsa.com.

No próximo mês de novembro, será dado a conhecer o acórdão de cada um dos jurados locais, envolvendo diferentes representantes institucionais relacionados com a ação social.

Estes prémios reconhecem projetos sociais com o intuito de melhorar a qualidade de vida de diversos grupos: pessoas em vulnerabilidade social, desempregados, doentes, pessoas com diversidade funcional, minorias étnicas, crianças, jovens e adolescentes, idosos ou vítimas de violência baseada em género, entre outros.

A HAYS MARCA PRESENÇA NO OPEN DAY DA CÂMARA DO COMÉRCIO E INDÚSTRIA PORTUGUESA (CCIP)

Gustavo Rodrigues

Como representante da Hays no evento, Gustavo Rodrigues, National Sales Manager da Hays Portugal irá debater o tema “Recrutar num mercado liderado pelo candidato”.

Como uma das principais conclusões apresentadas neste painel Gustavo Rodrigues, National Sales Manager da Hays Portugal comenta que “Atualmente, existe uma elevada requisição do mercado onde o candidato está no centro. Tem se vindo a denotar uma acentuada clivagem entre as intenções de recrutamento das empresas e a disponibilidade dos profissionais para mudar de emprego, sendo as primeiras superiores.”

Para além disso, outra das principais conclusões desta apresentação é o facto dos perfis mais difíceis de recrutar e os mais prioritários para 2019 serem perfis: os Comerciais, de Engenharia, de Tecnologia de Informação, de Administração/Suporte e de Marketing e Comunicação, e os resultados são bastante unânimes a nível nacional.

Gustavo Rodrigues, National Sales Manager da Hays Portugal comenta ainda a importância desta participação no Open Day da CCIP “Num mercado cada vez mais afetado pela escassez de profissionais disponíveis para dar resposta às necessidades das empresas, surge a oportunidade de a Hays aliar a sua expertise em recursos humanos à solidez e importância da Câmara de Comercio e Indústria Portuguesa enquanto voz ativa junto das empresas, neste dia aberto à comunidade onde, em formato de partilha, se possam identificar as motivações macro económicas deste desafiante quadro atual, bem como a de se abrir a discussão à comunidade empresarial em busca de qual a forma que se poderá encontrar para ultrapassar a atual conjuntura do mercado de trabalho. É, por isso, uma enorme responsabilidade e honra a participação neste Open Day, podendo desta forma ativamente contribuir com conteúdos pertinentes sobre o tema cada vez mais premente do recrutamento num mercado liderado pelo candidato.

O programa do evento poderá ser visualizado aqui.

A importância estratégica e competitiva do Porto de Setúbal

A conferência integra uma mesa redonda intitulada “Internacionalização do Porto de Setúbal” onde a Presidente da APSS – Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra estará como oradora. Entre as presenças neste painel contam-se ainda Jorge d’Almeida, da SACONSULT, Rui d’Orey, da Orey Shipping e Augusto Rosário, da WEC Lines (IBEROLINHAS).

Outro dos temas em destaque é o V Centenário da Circum-Navegação de Fernão de Magalhães, onde a primeira viagem à volta do mundo vai ser analisada na perspetiva de ter sido o primeiro passo em direção à globalização.

A sessão de encerramento, às 12h20, está a cargo da presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, com uma comunicação sobre “O lugar de Setúbal no Mundo”.

O V/ órgão de comunicação social está convidado a marcar presença nesta iniciativa da Semana do Mar 2019 que decorre em Setúbal até ao próximo domingo. Programa completo da conferência em anexo.

Mais de 160 grávidas caminharam pela Natalidade no Porto

O valor angariado com as inscrições totalizou os 614 euros e a organização da Maratona duplicou o valor e doou um total de 1.228 euros à Associação Vida Norte, uma instituição que se dedica a acompanhar grávidas em situação de dificuldade e a promover a vida e a família.

“Numa altura em que Portugal se apresenta como um dos países com a menor taxa de natalidade da União Europeia, estamos conscientes da importância deste tipo de eventos. Este ano, entregámos, mais uma vez, o dobro do valor das inscrições à associação Vida Norte, que contribui para a melhoria de um grande número jovens grávidas em situações de dificuldade e que nos deixa muito satisfeitos por, de alguma forma, podermos contribuir para esta missão”, comenta Luís Melo, administrador do laboratório sediado no Porto.

Todos os participantes receberam ofertas dos parceiros da BebéVida e foram convidados a participar nas diferentes atividades que decorreram ao longo da manhã. Às grávidas com mais de 17 semanas de gestação

foi ainda oferecida uma sessão de captação de imagem 4D por cinco minutos, que permitiu conhecerem o sorriso dos seus bebés mesmo antes do nascimento.

“Esta é uma iniciativa que nos enche de orgulho e que de ano para ano cresce em número de participantes. Este ano o sol escondeu-se mas isso não impediu que fosse uma edição muito participada e cheia de animação.”, acrescenta o responsável da Bebévida.

Facebook mantém developers debaixo de olho e já suspendeu dezenas de milhares de apps

Foto Sapo.pt

Em 2018 o caso da Cambridge Analytica teve um grande impacto no Facebook e desde então a empresa de Mark Zuckerberg tem vindo a apostar numa investigação sobre developers de aplicações. Agora, numa publicação no blog oficial, a rede social vem anunciar que após esse escândalo suspendeu “dezenas de milhares” de aplicações por usos indevidos e manipulação incorreta de dados, num universo de milhões. Mas a investigação interna está “longe de terminar”.

Desde março de 2018 e o famoso caso que veio a público sobre os 87 milhões de utilizadores que viram os seus dados “vasculhados” por terceiros, a empresa que detém também plataformas como o WhatsApp e o Instagram prometeu que ia rever todas as aplicações anteriores a uma alteração de políticas em 2014 e que tinham acesso a uma grande quantidade de dados. Na altura, Marck Zuckerberg garantiu que a plataforma tinha o dever de proteger os utilizadores.

Essa investigação envolveu centenas de pessoas, desde advogados, investigadores externos, analistas de dados, engenheiros, especialistas em política e outros membros parceiros da empresa, bem como colaboradores do Facebook. A análise “ajuda a compreender os padrões de abuso, a fim de erradicar os developers com más intenções”, pode ler-se na publicação.

Inicialmente, a empresa identificou as aplicações com base no número de utilizadores e dos dados a que os developers podiam aceder. Mais recentemente, a empresa passou a identificar também aplicações com potenciais sinais de abuso de políticas. Quando identificados esses possíveis sinais, a empresa realizou um “exame” mais intensivo, que inclui uma investigação do developer da aplicação na plataforma. Dependendo dos vários resultados podem ser tomadas várias medidas, exigindo, por exemplo, que os developers enviem perguntas mais detalhadas, realizem investigações ou que banam uma aplicação da plataforma.

Para Mark Zuckerberg o futuro do Facebook está na privacidade dos seus utilizadores. Mas o Facebook esclarece que este “processo significativo” não terminou. Até ao momento a investigação analisou milhões de apps e dessas dezenas de milhares foram suspensas por vários motivos. As suspensões estão relacionadas com cerca de 400 developers, mas que não representam “necessariamente uma indicação de que essas aplicações representam uma ameaça para as pessoas”.
Fonte Sapo.pt

A festa “Revenge of the 90’s” vai voltar a percorrer o país. Digressão começa a 31 de outubro no Porto

Foto Observador

A festa “Revenge of the 90’s”, que celebra as memórias da cultura popular dos anos 1990, vai voltar a percorrer Portugal em digressão este outono e inverno, depois de uma primeiro tour em 2018. A primeira festa acontecerá a 31 de outubro, no Porto, em local a anunciar. Seguir-se-ão, depois, eventos do “Revenge of the 90’s” em Viseu, Coimbra, Leiria, Beja, Aveiro, Madeira e Lisboa — a capital acolherá, como habitualmente, a festa de passagem de ano, o chamado “Revengeillon Noventeiro” —, até ao final de 2019.Esta segunda digressão do evento vai prosseguir no próximo ano com festas “por mais dez cidades a anunciar brevemente”. A informação foi avançada pela organização do “Revenge of the 90’s”, num vídeo transmitido em direto e num comunicado que detalha alguns dos ingredientes das próximas festas: contarão com a presença de “dez artistas internacionais” — cujos nome e distribuição por data e cidade serão revelados “brevemente” —, com alguns repetentes do “Revenge of the 90’s” e com novidades nacionais.

Uma das novidades passa pela transformação da banda residente da festa de celebração dos anos 1990. Os SantaManel (um trocadilho com o nome do projeto português de eurodance Santamaria), que “já foram Power Rangers, Tartarugas Ninjas ou super guerreiros do Dragon Ball”, surgirão nesta nova digressão com novas vestes, como “personagens do filme de animação Toy Story“: mais especificamente como “Buzz Lightyear, Woody e companhia”, para “mais um momento de puro revivalismo”.

Outra das novidades da próxima digressão nacional da festa “Revenge of the 90’s” é a participação do cantor português Olavo Bilac (ex-Santos e Pecadores), que vai interpretar êxitos dos anos 1990 como “Não Voltarei a Ser Fiel” e “Fala-me de Amor”. Outra participação nova será a de Viviane, cantora da banda portuguesa Entre Aspas, que recordará canções como “Uma Flor, Uma Pequena Flor”.

Os Onda Choc e os Ministars, apresentados pela organização como “as duas principais bandas infantis dos anos 90, em Portugal”, também vão atuar em festas que acontecerão ainda este ano. Outras presenças que passarão pela digressão nacional serão as de Ágata, Batatinha e Companhia, Iran Costa, Melão (Excesso), Non Stop, Nuno Barroso e Toy“, revela a organização.

Os bilhetes para as festas “Revenge of the 90’s” que acontecerão ainda este ano serão colocados à venda a partir do dia 30 de setembro, no site oficial do evento e através de relações públicas do mesmo.

 

Fonte Observador

ERS recebeu quase 40 mil queixas sobre serviços de saúde no primeiro semestre de 2019

Foto Agência Lusa

Quase 40 mil reclamações sobre unidades de saúde públicas, privadas e sociais foram apresentadas no primeiro semestre deste ano à Entidade Reguladora da Saúde (ERS), representando mais de 85% dos processos recebidos por esta entidade, segundo dados divulgados esta segunda-feira.

No setor público, o Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHULN) foi o estabelecimento que recebeu o maior número de queixas (1.652), enquanto no setor privado foi o Hospital CUF Descobertas (1.042) e no setor social o Hospital da Prelada da Santa Casa da Misericórdia do Porto (34), segundo um relatório da ERS.

Os dados revelam que, no total, foram submetidos à Entidade Reguladora da Saúde nos primeiros seis meses do ano 46.056 “processos REC” (reclamações, elogios ou sugestões) relativos a estabelecimentos sob a responsabilidade de 823 entidades.

A maioria dos processos dizem respeito a reclamações (39.540), seguidos dos elogios (5.819) e sugestões (511). Há ainda 186 processos “mistos” que podem conter mais do que uma tipologia.

O Hospital de Vila Franca de Xira (gerido em parceria público-privada) foi o estabelecimento que recebeu mais elogios no setor público (333). No setor privado foi o Hospital da Luz – Lisboa (274) e no setor social o Hospital Luciano de Castro em Anadia (38).

Dos 46.056 processos, 31.474 eram relativos a situações ocorridas já no ano de 2019, indica o relatório, que aponta uma descida de 12,3% em relação a igual período do ano anterior.

Segundo a ERS, este “aparente decréscimo de 12,3%” deve-se ao “aumento extraordinário que se verificou no 1.º semestre de 2018, na sequência do esforço suplementar de atualização de processos pendentes nos prestadores, desenvolvido no fim de 2017 e início de 2018”.

Como resultado desses “esforços”, verificou-se um acréscimo significativo no volume de processos decididos no primeiro semestre de 2019, tendo a ERS emitido decisão relativamente a 95.823 “processos REC”, o que representou um acréscimo de 207% em relação a igual período do ano anterior

Dos processos decididos pela ERS neste período, 93% foram terminados, 6% continuaram a ser analisados internamente e 0,5% foram encaminhados externamente.

Dos 580 processos cuja decisão foi no sentido do encaminhamento para entidade externa, por conterem matéria que extravasava as competências da ERS, a maioria (80%) foi remetida para a Ordem dos Médicos, seguida da Ordem dos Enfermeiros (13,8%) e da Ordem dos Médicos Dentistas (3,6%)

Dentro das reclamações, o tema mais frequentemente mencionado nos processos decididos pela ERS foi o de “Procedimentos Administrativos” (26,4%), seguido da “focalização no utente (23,9%), “acesso a cuidados de saúde” (20,9%), “cuidados de saúde e segurança do doente” (20%).

Os “tempos de espera” motivaram 14,7% das reclamações, as “questões financeiras” 9% e as “instalações e serviço complementares” 5,5%, adianta o relatório da ERA relativo ao “sistema de gestão de reclamações”.

Os dados disponibilizados têm por base a informação recolhida através de duas plataformas da ERS: o Sistema de Registo de Estabelecimentos Regulados (SRER) e o Sistema de Gestão de Reclamações (SGREC).

 

Fonte Agência Lusa

Afinal, economia portuguesa cresce 2,4% em 2018 e 3,5% em 2017

Foto Observador

A economia portuguesa, afinal, cresceu 2,4% em 2018 (em vez dos 2,1% que tinham sido estimados), depois de o INE ter revisto a base das Contas Nacionais Portuguesas — um processo que ocorre a cada 5 anos, seguindo recomendações internacionais. Mas não foi só o ano passado que sofreu alterações: o Produto Interno Bruto de 2016 foi revisto para 2% (antes era 1,9%) e o de 2017 passou para 3,5% (a estimativa anterior apontava para 2,8%).

“Comparativamente com resultados anteriormente divulgados para 2017 e 2018, as Contas Nacionais agora disponibilizadas revelam um maior crescimento económico embora se mantenha a indicação de aceleração em 2017 seguida de abrandamento em 2018”, sublinha o INE.

Em 2017, o INE destaca “o elevado crescimento do Investimento (11,9%)” e em 2018 indica que esta rubrica se mantém “como a componente mais dinâmica (crescimento de 6,2%)”.

As alterações “refletem sobretudo a incorporação de informação então não disponível, nomeadamente ao nível de alguns setores de atividade e da Balança de Pagamentos e, em menor grau, a alteração da composição do PIB em consequência da mudança de base”.

“Na revisão do nível do PIB de 2017 em 0,7%, aproximadamente 0,5 pontos percentuais (p.p.) correspondem a uma revisão em alta da formação bruta de capital, essencialmente FBCF [Formação Bruta de Capital Fixo] em construção e variação de existências, e 0,2 p.p. à revisão dos dados do comércio internacional de bens e serviços, particularmente das exportações de serviços”, explica o INE.

O instituto adianta que, “comparativamente com resultados anteriormente divulgados para 2017 e 2018, as Contas Nacionais agora disponibilizadas revelam um maior crescimento económico embora se mantenha a indicação de aceleração em 2017 seguida de abrandamento em 2018”. O INE explica que, com a publicação das Contas Nacionais Anuais — Base 2016, inicia-se a nova série de Contas Nacionais, que substitui 2011 por 2016 como ano de referência e que, tal como as anteriores séries, se inicia em 1995.

O INE adianta que “esta mudança de base insere-se nas revisões regulares, que se realizam de 5 em 5 anos, com o objetivo de introduzir desenvolvimentos metodológicos e incorporar resultados de fontes cuja disponibilização de informação tem uma frequência mais baixa que a anual, visando dessa forma obter uma representação mais exata da atividade económica”.

Fonte: Observador

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