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STASSA – S. Tiago, Associação de Solidariedade Social de Areias vai ter uma nova estrutura residencial

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Em breve, a STASSA – S. Tiago Associação de Solidariedade Social de Areias, em Santo Tirso, oferecerá mais qualidade de vida e conforto aos idosos do concelho. A unidade residencial desta instituição está a ser ampliada. O projecto, da autoria do gabinete de arquitectura ad quadratum arquitectos, neste momento na 2ª fase, decorre a bom ritmo. «É propósito deste projecto estabelecer as condições para a plena integração e respeito pelo cidadão utente deste edifício, nomeadamente aqueles que se encontrem em regime de residência permanente.» – garante o Arquitecto responsável, José António Lopes.

Até ao momento, foram realizadas diversas fases de construção alicerçadas em torno de um edifício pré-existente, com relevância histórica para a comunidade local. A intervenção consiste, genericamente, na construção de um novo edifício, adjacente ao complexo atual, e destinado, maioritariamente, à ampliação da valência residencial da instituição, de modo a assegurar as valências e as funções orgânicas em funcionamento na instituição.

UM ESPAÇO MAIS ACESSÍVEL

Quando as intervenções finalizarem (prevê-se que aconteça até finais de 2019), a STASSA oferecerá mais 18 novas camas e será mais acessível: permitirá o uso do edifício a todos e quaisquer cidadãos com deficiência ou não, na qualidade de utente ou em regime de prestação de serviços, evitando, assim, todas as barreiras arquitectónicas à mobilidade condicionada, promovendo os princípios de autonomia e independências funcional, um dos valores do gabinete de arquitectura.

LOCALIZAÇÃO

A empreitada localiza-se na área central da freguesia de Areias, com o prédio confrontante a poente, onde se encontra sediada a instituição. O terreno objecto da intervenção era, em grande parte, logradouro de uma habitação unifamiliar devoluta, extrema nascente deste, apresentando-se plano e nivelado, sem grande coberto vegetal.

O novo edifício tem uma área bruta de construção de 860,6 m2, apresentando-se como complementar da orgânica e organigrama funcional da unidade principal existente, que após esta acção de emparcelamento, resultará num novo prédio consolidado de 1.263 m2 e com três pisos.

O gabinete ad quadratum arquitectos assume: “potenciar o uso e usufruto da estrutura construída equipada, potenciado o grande capital humano e a experiência da instituição com a comunidade utente, elevando o nível de serviço e complementando-o com o reforço da valência residencial, necessidade há muito sentida como urgente, minorando as grandes carências sentidas e documentadas”.

STASSA – S. Tiago, Associação de Solidariedade Social de Areias

A S. Tiago, Associação de Solidariedade Social de Areias é uma instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), na freguesia de Areias, no concelho de Santo Tirso. Surgiu da necessidade de dar resposta a carência social, ao nível da Terceira Idade, nas freguesias de Areias, Palmeira, Sequeirô e Lama.

A instituição foi constituída em 26 de novembro de 1996, por um grupo de fundadores e foi reconhecida como pessoa coletiva de utilidade pública a 3 de março de 2000. A 28 de fevereiro de 1997, a Junta de Freguesia de Areais doou o edifício devoluto da antiga escola primária, hoje a sede da STASSA, onde funcionam as valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário. Trabalha com o intuito de minimizar os efeitos de exclusão social, através da prestação de serviços no âmbito do apoio social.

Um gabinete com história e provas dadas

Quase a completar 20 anos, a ad quadratum arquitectos demarca-se pela experiência na arquitectura industrial. O gabinete conjuga a sólida formação de todos os colaboradores, com uma vasta e diversa prática profissional regulada em todos os projectos e obras, por uma postura distinta e orientada para a qualidade.

Com a sua referência à “Escola do Porto”, José António Lopes assina uma prática de rigor na qualificação e organização do espaço e na articulação de diversas escalas de trabalho, desde o ordenamento do território ao planeamento de pormenor, do edifício, ao design de mobiliário urbano e de objectos. José António Lopes é também consultor com experiência em programas de cooperação/ferramentas de financiamento.

Suportada na experiência, mas também na formação e investigação, a intervenção em edifícios e conjuntos de Interesse Patrimonial e Património Classificado, tem sido uma prática conjugada com a reabilitação urbana, o urbanismo e o planeamento territorial. Prática consolidada em vertentes muitos específicas da arquitectura, que requerem conhecimentos teórico-científicos aliados à experiência de 20 anos de projecto.

José António Lopes, licenciado pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto há mais de vinte anos e com pós-graduação em Estudos Avançados em Património Arquitectónico, lidera uma equipa de profissionais que encara o exercício da arquitectura enquanto disciplina condicionada por valores, onde a arte e a técnica do projectar / edificar estão ao serviço do homem e do ambiente.

O gabinete tem sede em Famalicão e escritório em Felgueiras, laborando em todo o território nacional.

A primeira fábrica de fiação do país está a ser requalificada

O edifício assume-se como um marco emblemático do património industrial e símbolo de uma época áurea da construção associada à dinâmica da indústria têxtil no Vale do Ave. Aqui, será instalado o novo centro de logística e distribuição (escritórios, matéria-prima, produto acabado e produção) daquela empresa portuguesa, numa área total de 37.000 m2 de terreno, 22.000 m2 dos quais são área coberta, distribuídos por dois pisos.

A proposta do projecto acomoda o organigrama industrial e de armazenagem de uma ‘nova’ têxtil, orientada e sensível à preservação patrimonial, como valor de cultura e como suporte a novas práticas industriais assentes em tecnologias de ponta, sustentáveis e adequadas à preservação e valorização do relevante ‘contendor’ edificado onde se instalará. Localizada na margem esquerda do Rio Ave, e próxima do centro da cidade, a fábrica constitui uma referência incontornável na memória colectiva de Santo Tirso e um espaço fundamental na compreensão do desenvolvimento da região e da indústria: um complexo de grande relevância arquitectónica e histórica no âmbito da arqueologia industrial.

O gabinete ad quadratum arquitectos assumiu a responsabilidade da recuperação deste edifício tendo em mente que: «A intervenção e a investigação em edifícios e conjuntos de interesse patrimonial, não só o classificado, são uma arte que exige um saber muito específico e obrigam a um grande respeito pelos edifícios a intervencionar. Estamos a recuperar as ruínas industriais respeitando a estrutura preexistente. Os edifícios antigos “devolvem em dobro” o que lhes damos.», refere o Arquitecto José António Lopes.

A FÁBRICA DE FIAÇÃO E TECIDOS DO RIO VIZELA

Nascida em 1845, a Fábrica de Fiação e Tecidos do Rio Vizela chegou a empregar mais de três mil pessoas. Dos cerca de nove quilómetros quadrados de área que a empresa ocupou, já só restam as paredes e as carcaças de algumas máquinas. Foi uma das mais emblemáticas fábricas do Vale do Ave, coração da Indústria Têxtil e do Vestuário portuguesa e uma das maiores empresas têxteis da Europa, mas não resistiu à chegada do novo século.

A Fábrica de Fiação e Tecidos do Rio Vizela foi protagonista, com outras fábricas da região do Vale do Ave, no processo de industrialização local, de carácter marcadamente têxtil. Os primeiros anos de actividade foram marcados pela instabilidade política e económica do país. A Guerra civil de 1846-47 e o início da regeneração em 1851, contribuíram para a situação precária em que se encontrava a indústria nacional. Os primeiros anos pautam-se assim por algumas dificuldades no escoamento dos produtos armazenados e pelas pesadas taxas alfandegárias que incidiam sobre o algodão. A guerra da secessão nos EUA (1861-65), fez aumentar o preço do algodão, permitindo à fábrica transformar em lucro o produto armazenado.

Nas décadas seguintes realizaram-se grandes obras, para a ampliação das instalações e modernização das máquinas. A fábrica estende-se à outra margem do rio Vizela, multiplica o número de trabalhadores e das encomendas. Alarga a sua actividade às colónias africanas estabelecendo feitorias em Angola e contactos em Moçambique. É a responsável pela chegada do comboio a Negrelos, assim como participa nos trabalhos para a recuperação da estrada que a liga à Vila de Santo Tirso.

Em 1911 um grande incêndio destruiu parte do edifício de quatro andares onde se encontrava a fiação, demonstrando a necessidade de construir instalações mais seguras. Durante a década de 30 e 40, a fábrica estendeu-se então para a margem direita, concentrando aí, até hoje, os seus principais edifícios.

No início dos anos 50 a Fábrica contava com 3000 operários, alimentando 31.624 fusos e tendo em funcionamento cerca de 1200 teares. Em 1953, formava-se a Sociedade de Fiação e Tecelagem do Rio Vizela, a qual arrendou a Fábrica e estruturas anexas à sociedade cessante, através dos seus sócios.

A HOTELAR

Fundada em 1995, a Hotelar surge como o consolidar da experiência de outras marcas e empresas, resultando numa tradição e conhecimento acumulados que remontam à década de 50 do século passado. Sendo uma empresa originalmente portuguesa, não deixa de ter uma crescente posição num mercado internacional e uma ambição global.

A Hotelar é uma empresa especializada no fornecimento de produtos têxteis para os exigentes sectores hoteleiro e de lavandarias industriais, bem como para ginásios, spas e restauração.

Um gabinete com história e provas dadas

Quase a completar 20 anos, a ad quadratum arquitectos conjuga a sólida formação de todos os colaboradores, com uma vasta e diversa prática profissional regulada em todos os projectos e obras por uma postura distinta e orientada para a qualidade.

Licenciado pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto há mais de vinte anos e Pós-graduado em Estudos Avançados em Património Arquitectónico, José António Lopes, assumindo a autoria de todas as intervenções, lidera uma equipa de profissionais que encara o exercício da arquitectura enquanto disciplina condicionada por valores, onde a arte e a técnica do projectar/edificar estão ao serviço do homem e do ambiente.

Com a sua referência à “Escola do Porto”, José António Lopes assina uma prática de rigor na qualificação e organização do espaço e na articulação de diversas escalas de trabalho, desde o ordenamento do território ao planeamento de pormenor, do edifício ao design de mobiliário urbano e de objectos.

O gabinete tem sede em Famalicão, escritório em Felgueiras e trabalho em todo o território nacional. Na ad quadratum arquitectos é marcante e diferenciadora a experiência na arquitectura industrial, com relevância nas especificidades do ramo alimentar. Suportada na experiência mas também na formação e investigação, a intervenção em edifícios e conjuntos de Interesse Patrimonial e Património Classificado, tem sido uma prática conjugada com a reabilitação urbana, o urbanismo e o planeamento territorial. Prática consolidada em vertentes muitos específicas da arquitectura, que requerem conhecimentos teórico-científicos aliados à experiência de 20 anos de projecto.

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