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DB Schenker introduz luva inteligente na Alemanha

A unidade de digitalização é pequena, leve e está integrada numa luva usada pelos colaboradores de armazém. Localizada na zona das costas da mão, só é ativada quando se junta e pressiona os dedos polegar e indicador. Após a ativação, através da digitalização de um código de barras, o colaborador recebe um feedback ótico, acústico e háptico. Esta comunicação visual com o sistema de gestão de armazém (ou seja, quantidades do produto e próximo local de recolha de mercadoria, por exemplo) pode ser realizado através de um dispositivo eletrónico, como por exemplo, um tablet.

A ProGlove surge da necessidade de uma melhora significativa quanto à eficiência do processo. Enquanto os tradicionais scanners de anel são pouco ergonómicos e difíceis de usar, a ProGlove permite aos colaboradores desempenharem as suas funções de forma mais rápida, segura e fácil no processo de recolha de mercadorias. Os colaboradores podem continuar a utilizar as duas mãos livremente durante as operações, sem necessitar de procurar ou alcançar o leitor de código de barras. O resultado é uma economia de tempo em cerca de 40% quando em comparação com a utilização de scanners tradicionais.

“O feedback da equipa do armazém durante a fase de testes foi consistentemente positivo. Por esta razão, estou convicto que a utilização da ProGlove vai levar a um aumento de produtividade no nosso armazém em Eching. Está já planeada uma extensão para outros locais de armazenamento que será realizada em breve”, afirma Tom Schmitt, diretor comercial e membro do conselho de logística contratual, Schenker AG.

Thomas Kirchner, cofundador e CEO da ProGlove: “O desenvolvimento da ProGlove segue a ideia de que os humanos vão continuar a ser um foco importante da indústria no futuro. Foi por essa razão que desenvolvemos uma luva inteligente leve e intuitiva que pode ser usada sem nenhum esforço de integração. A ProGlove apoia os colaboradores no seu trabalho diário e liga-os à indústria 4.0”.

 

Emma lança colchão de bebé: Emma Kids

Depois do lançamento do colchão Emma Original, seguiram-se os lançamentos de acessórios como a almofada, a capa protetora Smartsleeve e a cama rebatível. A marca alemã lança agora o colchão Emma Kids, um produto desenvolvido a pensar exclusivamente nas crianças.

Pensado nas necessidades dos mais pequenos, este colchão tem a dureza ideal para a estatura e peso de um bebé, garantindo as melhores condições para o seu desenvolvimento saudável. Fibras com canais de ar, garantem a circulação do ar de forma optimizada mantendo um ambiente fresco, regulando a humidade. Fabricado na Alemanha, é indicado para crianças dos 0 aos 5 anos e está disponível em dois tamanhos: 60 cm por 120 cm e 70cm por 140cm.

“A nossa promessa é dar a quem nos procura, uma experiência de descanso sem preocupações. Com o lançamento deste novo produto queremos dar aos pais a certeza de que o seu bebé está a dormir no melhor colchão, pensado pela nossa equipa de especialistas e desenvolvido com a melhor tecnologia alemã. À semelhança do que fazemos com o Emma Original, esta será a escolha de qualidade para o bebé, que chega a casa do cliente de forma rápida, com as garantias de um serviço de qualidade que já são a nossa assinatura no mercado: 100 noites de teste, 10 anos de garantia e entrega e recolha gratuita.” refere Filipa Guimarães, responsável do Mercado Ibérico.

O Emma Kids, foi desenvolvido seguindo as recomendações de especialistas e as normas europeias para a produção de produtos deste segmento. Na Europa, já recebeu o Selo LGA, que testa substâncias nocivas como Ftalato; o Selo RAL DGM, um conceito ecológico global na produção que testa a estabilidade e durabilidade; o Selo Ökotext Standard 100, que comprova a segurança dos materiais, têxteis, e produtos para crianças; e o Selo FKT, que afirma que os tecidos usados são agradáveis quando em contacto com a pele.

À semelhança do colchão Emma Original, também o Emma Kids pode ser testado durante 100 noites e, em caso do bebé não se adaptar, pode ser devolvido. A Emma irá recolher de imediato, reembolsa na totalidade o valor e entrega o colchão a uma associação de solidariedade social.

Sobre a Emma
A Emma é uma startup alemã fundada em 2015. Com o seu conceito de colchão in a box, um visual clean e minimalista e qualidade alemã, já foi reconhecida e premiada pela DECO Proteste. O seu colchão, no modelo one size fits all, é fabricado na Alemanha e desenvolvido por uma equipa especialista, de modo a acompanhar a o últimos desenvolvimentos da tecnologia do descanso. Já recebeu inclusive prémios em diversos países. O colchão Emma pode ser testado durante 100 noites,sem compromisso e tem uma garantia de dez anos.

Presidente alemão pede desculpa em Atenas pelos crimes nazis na Grécia

© Reuters

“Pedimos perdão, aqui na Grécia, pelo que aconteceu. Não devemos permitir que o passado caia no esquecimento, não podemos ignorar a nossa culpa moral e política”, disse Steinmeier.

O presidente alemão visitou um antigo campo de concentração nazi, de onde dezenas de dezenas de milhares de judeus foram deportados para Auschwitz, antes de se reunir com dirigentes políticos gregos na capital.

“Independentemente de termos posições jurídicas distintas, sentimo-nos na obrigação de contribuir para que não se repita o que aconteceu entre 1933 e 1945.

Steinmeier é o segundo presidente alemão a pedir explicitamente desculpa pelos crimes nazis na Grécia, depois do seu antecessor, Joachim Gauck, que em 2014 visitou a localidade grega de Dístomo, onde ocorreu um dos piores massacres da ocupação nazi.

O primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, criou em 2015 uma comissão para calcular os danos causados pela ocupação alemã e, depois de a Grécia sair do programa de assistência financeira, recuperou o tema.

O Governo grego prevê transmitir nas próximas semanas ao plenário um relatório de 2016 dessa comissão, que avaliou em quase 300.000 milhões de euros as indemnizações devidas pela Alemanha.

“Não podemos esquecer, nem ocultar as nossas diferenças no passado. Temos de definir como vamos debatê-las no âmbito do Direito Internacional”, disse hoje o primeiro-ministro grego.

LUSA

Alemanha: Novo governo a caminho

chanceler alemã, Angela Merkel, e os social-democratas alcançaram hoje um “acordo de princípio” com vista à formação do novo governo alemão, disse à France Presse uma fonte ligada às negociações.

A fonte respondeu afirmativamente quando foi questionada se tinha sido obtido um compromisso no sentido da formação do novo Executivo.

O acordo de princípio vai ter de ser submetido, ao longo do dia, às instâncias dirigentes dos partidos envolvidos (democratas cristãos da CDU/CU e sociais democratas do SPD) para aprovação.

A reunião que terminou hoje de manhã prolongou-se durante mais de 24 horas.

LUSA

“A nossa mais-valia é a qualidade ser sempre superior ao preço”

Jomro é uma empresa direcionada para o comércio de máquinas para a Indústria Têxtil e Confeção e tem como premissa apostar na escolha de produtos e marcas com qualidade de excelência. Veit, Logopak, Polypack, Human Solutions, Trecolan, Kuris e Schoen + Sandt são as representações da Jomro em Portugal. Tratam-se de marcas alemãs e, como tal, não poderiam corresponder mais à filosofia de Hans-Martin Heidenreich para quem a qualidade, sustentabilidade e confiança justificam o preço dos produtos. “A nossa mais-valia é a qualidade ser sempre superior ao preço”, afirma o nosso interlocutor.

JOMRO 02Questionado sobre qual tem sido a estratégia da Jomro e o seu posicionamento no mercado, o nosso entrevistado segue a mesma linha de pensamento: é alemão, por isso é exigente, rigoroso e trabalha afincadamente. Sobre a solidez da empresa no mercado português, Hans-Martin Heidenreich também não hesitou na resposta: “somos alemães”, disse entre risos. “Conheço só duas maneiras de trabalhar: trabalhar bem ou não trabalhar. Esta é a nossa mentalidade e reflete-se na influência que a Alemanha tem atualmente na Europa e no mundo. Sabemos que o produto alemão é bom e que garante estabilidade e sustentabilidade”, diz-nos o nosso interlocutor.

No entanto, sabe perfeitamente os fatores que o motivaram a mudar-se para Portugal e sabe que a qualidade e evolução da indústria têxtil portuguesa estão a marcar pontos. “Foi uma boa aposta. Portugal está a aproximar-se cada vez da mentalidade alemã. Está a tornar-se bastante rigoroso e disciplinado”, refere.

Enquanto empresa de representações, a Jomro trabalha hoje para empresas alemãs, fabricantes de máquinas de confeção, de renome. “Temos máquinas para a transformação (corte) da matéria-prima têxtil, máquinas para o acabamento, prensagem e de embalar. Este é o nosso forte”, explica-nos o nosso entrevistado.

A verdade é que, ao longo destes 30 anos de presença no mercado português, Hans-Martin Heidenreich assistiu aos altos e baixos da indústria têxtil portuguesa. Quando se mudou para Portugal, na altura, existiam cerca de cinco mil empresas e a indústria têxtil representava 35% do PIB português. O setor definhou, mas hoje, volta a ter uma visibilidade forte no panorama internacional, depois de se assistir à valorização do produto nacional e à aposta na modernização das fábricas. E é aqui que entra a Indústria 4.0.

A Revolução Industrial

A Indústria 4.0 está aí e está a mudar o mercado. É preciso saber o que mudou, que desafios acarreta e qual é o seu impacto na indústria têxtil.

A revolução industrial é uma evolução dos sistemas produtivos industriais que garante benefícios como a redução de custos, de energia, o aumento da segurança e da qualidade, e a melhoria da eficiência dos processos.

Para Hans-Martin Heidenreich, a mudança na indústria têxtil e o ponto de viragem deu-se com a nova máquina de fusão da VEIT, a FX Diamond, onde o “design encontra a tecnologia”. Com esta máquina verificam-se excelentes resultados de fusão graças a um controlo extremamente preciso dos dois importantes parâmetros de fusão – temperatura e pressão. As entrelinhas modernas de alta tecnologia geralmente têm apenas uma faixa de temperatura bastante pequena para uma melhor ligação com a cola. Consequentemente, o controlo exato de temperatura hoje é muito mais importante do que nunca. Para atender a esses requisitos a VEIT desenvolveu um novo e inovador sistema de controlo de aquecimento. “Trata-se de uma máquina-chave com bastante influência e importante para o processo da revolução industrial neste setor”, explica o nosso entrevistado.

Também a BITCOIN, uma moeda totalmente virtual, na opinião de Hans-Martin Heidenreich, faz parte deste processo da revolução industrial e é um elemento importante para a Indústria 4.0, isto porque as máquinas podem faturar e contabilizar, ou seja, a máquina possui uma conta virtual BITCOIN que credita/debita, “ao vivo”, prestações de serviço.

É de senso comum que a revolução industrial terá um grande impacto em todos os setores, no entanto, para Hans-Martin Heidenreich na indústria têxtil, será um processo mais difícil de ser implementado por se tratar de um setor menos automatizável. “Por exemplo, temos representadas nossas com produtos que oferecem todas as possibilidades de serem máquinas integradas na filosofia da Indústria 4.0. São máquinas que trabalham com software e que podem ser controlada remotamente. Mas penso que esta revolução industrial não é transversal a todos os processos intrínsecos à indústria têxtil. Não se trata de um setor que possa ser totalmente automatizado”, realça o sócio-gerente da Jomro.

O E-Commerce

Contudo, no setor têxtil, a digitalização e o comércio eletrónico têm revolucionado modelos de negócio, conferindo muito mais poder de customização e de escolha aos clientes. É o caso do e-commerce, por exemplo. As novas formas de consumo estão a conduzir ao aumento das compras online em Portugal. Mas esta nova forma de comércio tem ainda um grande potencial de crescimento no nosso país, tendo em conta que o comércio eletrónico é responsável neste momento por apenas 8,6% do total de todas as compras efetuadas pelos portugueses, muito abaixo dos 11,3% da média europeia. Mas Hans-Martin Heidenreich considera que o e-commerce não veio para substituir ou fazer concorrência ao comércio tradicional. Trata-se de um processo complementar e que depende do produto. No caso da Jomro o e-commerce é apenas uma alavanca para se vender o produto, é o ponto para iniciar o contacto. “O nosso produto exige formação, exige explicação e exige acompanhamento que não se pode fazer numa loja online. A venda final tem de ser feita pessoalmente”, conclui Hans-Martin Heidenreich.

Schäuble pede compromissos e afasta ideia de uma crise na Alemanha

As conversações lançadas há quatro semanas pela União-Democrata Cristã (CDU), de Angela Merkel, e a sua aliada bávara União Social-Cristã (CSU) com o Partido Liberal (FDP) e os Verdes fracassaram no domingo.

O anterior parceiro de coligação de Merkel, o Partido Social-Democrata, recusa repetir a experiência e a chanceler excluiu ainda antes das eleições quaisquer negociações com a extrema-direita da Alternativa para a Alemanha ou a extrema-esquerda do Die Linke.

Schäuble, político veterano que foi ministro das Finanças de Merkel e exerce atualmente as funções de presidente da câmara baixa do parlamento, o Bundestag, pediu disponibilidade para o compromisso na segunda sessão parlamentar desde as eleições legislativas de 24 de setembro.

“Podemos ter opiniões diferentes sobre como devemos ser governados, mas é claro que temos de ser governados”, disse Schäuble.

É legítimo que um partido decida, depois de profunda reflexão, que não quer integrar uma coligação, “mas isso tem de ser explicado de modo lógico, para que não haja a impressão de que está a fugir às responsabilidades”, advertiu.

“A democracia exige maiorias e a nossa vontade de estabilidade exige maiorias sustentáveis”, disse Schäuble, frisando que “é preciso coragem” para “aceitar ceder para chegar a acordo com o outro”.

“Isto é um teste, não é uma crise do Estado. A tarefa é grande, mas pode ser resolvida”, disse.

Sem um acordo de coligação, as duas únicas opções são a formação de um governo minoritário ou a convocação de eleições antecipadas, decisão que cabe ao presidente, Frank-Walter Steinmeier.

Após um encontro com a chanceler, na segunda-feira, Steinmeier afastou para já uma decisão e apelou aos partidos que voltem à mesa das negociações.

Merkel, por seu lado, afirmou depois do encontro que está “muito cética” quanto a um governo minoritário e que prefere avançar para novas eleições, às quais será candidata.

Steinmeier deverá reunir-se hoje com os líderes do Partido Liberal e dos Verdes.

LUSA

Angela Merkel diz-se pronta para ser candidata em novas eleições

Numa entrevista ao canal público alemão ARD, Angela Merkel disse que está “muito cética” quanto à ideia de formar um governo minoritário.

“Os meus planos não incluem um governo minoritário. Não quero estar hoje a dizer ‘nunca’, mas estou muito cética e penso que a melhor maneira seria fazer novas eleições”, disse.

A União Democrata-Cristã (CDU), de Merkel, que venceu as legislativas sem maioria, com 33%, viu o seu anterior parceiro de governo, o Partido Social-Democrata (SPD, 21,5%) recusar uma nova coligação, e iniciou conversações com o Partido Liberal (FDP, 10,7%) e com os Verdes (8,9%), mas, no domingo, os liberais anunciaram que abandonam as negociações.

O Presidente da França, Emmanuel Macron, mostrou-se preocupado com o fracasso das negociações para a formação de um Governo de coligação na Alemanha, dizendo que a França “não tem interesse num ambiente tenso”.

“Não temos interesse num ambiente tenso, no que nos diz respeito, temos de avançar”, disse Macron, no início de uma reunião com o líder do Partido Republicano, Bernard Accoyer, sobre questões europeias.

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, lamentou no domingo em Berlim o fracasso das negociações da CDU com os liberais do FDP e com Os Verdes para a formação de um novo governo.

Desde as eleições de setembro passado, a CDU (União Democrata Cristã) de Angela Merkel, a União Social-Cristã (CSU), o FDP e Os Verdes, negociavam para alcançar um acordo prévio que lhes permitisse iniciar negociações formais de coligação.

Após o fracasso de mais uma ronda negocial, Angela Merkel garantiu que fará tudo para que a Alemanha seja bem liderada durante “as difíceis semanas que se avizinham”.

Macron considerou que “há um risco real” de não haver acordo e considerou “bastante duras” as declarações do líder dos liberais, Christian Lindner, que no domingo disse ser “melhor não governar do que governar mal”.

Angela Merkel enfrenta a sua pior crise política em 12 anos de poder no seguimento do fracasso nas negociações para a formação de governo.

Não havendo uma coligação, a maior potência económica europeia arrisca-se a ficar paralisada durante semanas ou meses, quer a nível nacional, quer a nível europeu.

LUSA

“Contenção”, pede Alemanha aos EUA e à Coreia do Norte

“Seguimos com a maior preocupação a escalada na retórica em torno da península coreana […] Apelamos consequentemente à contenção de todas as partes”, afirmou o porta-voz da diplomacia alemã, Martin Schäfer.

Um porta-voz do Exército Popular da Coreia do Norte afirmou hoje que Pyongyang “analisa meticulosamente um plano operacional” para um ataque em torno de Guam com mísseis de médio/longo alcance Hwasong-12 para “conter as principais bases estratégicas dos Estados Unidos na ilha, incluindo a de Andersen”, segundo um despacho da agência oficial norte-coreana KCNA.

Guam, um dos territórios “não incorporados” dos Estados Unidos, localiza-se a 3.430 quilómetros a sudeste da Coreia do Norte.

A base aérea de Andersen, situada no nordeste da ilha, acolhe bombardeiros B-1B com capacidade nuclear, que na terça-feira chegaram a ser enviados pelos Estados Unidos para a península coreana, de acordo com fontes militares sul-coreanas citadas pela agência de notícias da Coreia do Sul, a Yonhap.

A ameaça da Coreia do Norte teve lugar horas depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter advertido o regime de Kim Jong-un de que “é melhor não fazer mais ameaças aos Estados Unidos”, dado que terão como resposta “fogo e fúria nunca vistos”.

Alemanha prepara expulsão de refugiados para a Grécia

Segundo declarações de Muzalas no programa “Report Mainz”, Atenas deu a sua autorização às expulsões, que estiveram suspensas desde 2011 devido à situação na Grécia.

Os afetados são refugiados que saíram da Grécia em direção a outros países da União Europeia desde março de 2017, tendo a expulsão por base o sistema de Dublin segundo o qual deve ser o país comunitário a que chega o requerente de asilo a gerir o pedido.

A regra de Dublin não era aplicada desde 2011 devido à difícil situação financeira da Grécia, que além disso recebeu a grande maioria dos refugiados da crise migratória de 2015.

Muzalas admitiu que tem havido “pressões de países da UE” para que a Grécia volte a aceitar expulsões para o seu território, adiantando que Atenas aprovou um “pequeno número” destas operações, procedentes da Alemanha e de outros países.

De acordo com o “Report Mainz”, o Ministério do Interior alemão processou 302 pedidos de expulsão para a Grécia.

Durante 2015, a Alemanha recebeu 1,3 milhões de requerentes de asilo, sobretudo através da rota dos Balcãs.

Com o encerramento de fronteiras naquela rota e o acordo entre a Turquia a e UE o fluxo desceu consideravelmente e nos últimos meses a Alemanha tem recebido uma média de 15.000 peticionários mensalmente.

Alemanha prepara expulsão de migrantes para a Grécia

Segundo declarações de Muzalas no programa “Report Mainz”, Atenas deu a sua autorização às expulsões, que estiveram suspensas desde 2011 devido à situação na Grécia.

Os afetados são refugiados que saíram da Grécia em direção a outros países da União Europeia desde março de 2017, tendo a expulsão por base o sistema de Dublin segundo o qual deve ser o país comunitário a que chega o requerente de asilo a gerir o pedido.

A regra de Dublin não era aplicada desde 2011 devido à difícil situação financeira da Grécia, que além disso recebeu a grande maioria dos refugiados da crise migratória de 2015.

Muzalas admitiu que tem havido “pressões de países da UE” para que a Grécia volte a aceitar expulsões para o seu território, adiantando que Atenas aprovou um “pequeno número” destas operações, procedentes da Alemanha e de outros países.

Durante 2015, a Alemanha recebeu 1,3 milhões de requerentes de asilo, sobretudo através da rota dos Balcãs.

Com o encerramento de fronteiras naquela rota e o acordo entre a Turquia a e UE o fluxo desceu consideravelmente e nos últimos meses a Alemanha tem recebido uma média de 15.000 peticionários mensalmente.

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