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Apesar da pandemia, há cada vez mais pessoas a marcar férias de verão no Algarve

Foto: The Vegan Travelers. Texto: NIT

Os hotéis do Algarve estão a receber um número crescente de reservas de turistas portugueses e estrangeiros nos meses de julho e agosto. A situação foi confirmada pela Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA) ao “Observador“, num artigo publicado esta segunda-feira, 27 de abril.

“É verdade que também tivemos e ainda temos muitos cancelamentos, mas também estamos a assistir a um incremento nos pedidos de marcações para o próximo verão”, afirmou o diretor da associação, Elidério Viegas, ao jornal. Apesar da incerteza instalada pela pandemia do novo coronavírus, a procura no Algarve aumentou de tal forma que os estabelecimentos hoteleiros acreditam ser possível compensar os efeitos económicos negativos com a chegada do verão.

Ainda assim, a percentagem de reservas poderá ser inferior aos habituais 100 por cento. Já nos alojamentos locais, o fenómeno repete-se: segundo a plataforma Airbnb, os utilizadores estão a reservar períodos de tempo mais longos e em espaços mais amplos, para onde possam ir com a família.

Segundo o “Observador”, os preços praticados pelos hotéis são semelhantes ou inferiores aos que têm vindo a ser praticados, o que contribui para a procura em conjunto com outros dos fatores: os turistas com medo de Espanha, pela situação complicada que se vive no país, acabam por se desviar para o Algarve; e os hotéis de outras regiões de Portugal poderão manter-se encerrados por um período mais longo de tempo.

Ao mesmo jornal, o diretor da AHETA disse mesmo que “o facto de o Algarve ser considerado um destino turístico ‘Covid-Free’ pode potenciar o aumento da procura externa”.

SYNLAB promove rastreios de anemia no Algarve

O diagnóstico é realizado através de análises de sangue, mas geralmente tardio. A anemia é frequentemente confundida com a fadiga numa fase inicial e tem um desenvolvimento lento, podendo passar diversos meses até que as reservas de ferro do organismo sejam esgotadas.

Para sensibilizar e cuidar da população, a SYNLAB está a promover uma ação de rastreios de anemia no Algarve. Os eventos ocorrem nos dias 23, 24 e 25 de setembro, das 08:00 às 20:00, no Hospital de Loulé, Clínica Internacional de Vilamoura e Algarve Outlet (junto à entrada do Jumbo), respetivamente. A participação é gratuita e para todas as idades.

Para mais informações, marque o 808 303 203 ou envie um email para geral@synlab.pt. Poderá também consultar a lista completa de análises e testes especiais em www.synlab.pt.

 

Escolas fechadas e hospital de Faro sem consultas externas devido a greve

No Algarve, os setores da Educação e da Saúde estão a ser os mais atingidos pela greve, cuja adesão, no geral, está a ser “muito elevada”, indicou Rosa Franco, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e das Regiões Autónomas.

“As consultas externas no Hospital de Faro estão paradas e os blocos operatórios em Faro e Portimão estão só a funcionar para as urgências, nos serviços mínimos”, referiu a sindicalista, sublinhando que no hospital de Faro a adesão à greve ronda os 90% e no de Portimão os 88%.

Rosa Franco descreveu ainda a existência, no distrito de Faro, de centros de saúde e de extensões de saúde encerradas, assim como vários balcões da Segurança Social ou das Finanças.

Por outro lado, acrescentou, “a grande maioria das escolas em todos os concelhos estão encerradas ou sem atividades letivas”.

A Escola EB 2,3 Joaquim Magalhães, no centro de Faro, foi um dos estabelecimentos que teve que encerrar devido à greve, tal como a Escola Secundária Tomás Cabreira, que só conseguirá reunir condições de funcionamento no período noturno.

Já a Escola Básica de São Luís, também no centro da cidade, abriu portas, mas de forma condicionada, com o aviso à porta de que, devido à greve, poderiam “não estar reunidas as condições indispensáveis de segurança, higiene e saúde”.

Em Vila Real de Santo António, o cenário era semelhante, com as escolas do Agrupamento D. José I encerradas e a escola secundária sem atividades letivas.

Nesta cidade do Sotavento algarvio, encerrou também o serviço de Finanças e o tribunal está a funcionar, mas de forma condicionada, tendo a Lusa constatado que os serviços do Ministério Público eram os únicos em funcionamento.

No Barlavento algarvio, a maioria das escolas estão também sem atividades letivas e vários estabelecimentos do ensino básico estão mesmo encerrados.

Nas cidades de Lagos, Lagoa e de Portimão, os serviços municipais estão a funcionar a meio gás, o mesmo sucedendo com as repartições de finanças, serviços de saúde e os tribunais.

Inicialmente, a greve foi convocada pela Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública (ligada à CGTP) para pressionar o Governo a incluir no Orçamento do Estado para 2019 (OE2019) a verba necessária para aumentar os trabalhadores da função pública, cujos salários estão congelados desde 2009.

Contudo, após a última ronda negocial no Ministério das Finanças, em meados de outubro, a Federação de Sindicatos da Administração Pública e o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado, ambos filiados na UGT, anunciaram que também iriam emitir pré-avisos de greve para o mesmo dia, tendo em conta a falta de propostas do Governo, liderado pelo socialista António Costa.

LUSA

“O Algarve deve ser a prioridade na gestão da RTA, como fiz sempre”

Este crescimento e desenvolvimento foi sendo realizado de uma forma paulatina, mas também sustentada e alicerçada na qualidade, na excelência e na diferenciação, pois só desta forma é que o Algarve poderá continuar a representar aquilo que é hoje, ou seja, um local privilegiado e que recebe da melhor forma todos aqueles que o querem visitar. Uma das personalidades que mais tem contribuído para este reconhecimento e crescimento é Desidério Silva, atual Presidente da Região de Turismo do Algarve e que, quase seis anos depois, deixará, no final de julho, a posição de liderança da instituição ao seu sucessor, João Fernandes, até agora vice-presidente da RTA.

Desta forma, a Revista Pontos de Vista conversou com Desidério Silva, que fez um balanço destes seis anos de liderança e que abordou algumas das necessidades do turismo algarvio, sem esquecer que a prioridade deve ser sempre o Algarve. “O Algarve deve ser sempre a base e a prioridade na gestão da RTA, como eu fiz sempre”, realça o nosso entrevistado, presidente da entidade algarvia desde 2 de novembro de 2012, que se congratulou com a contribuição do Algarve para o crescimento do turismo português, não tivesse a região, em 2017, contribuído para o PIB português com 4,6%, num ano em que as receitas turísticas globais atingiram os 7%.

“Balanço é extremamente positivo”

Mas qual o balanço que nosso entrevistado perpetua destes quase seis anos de gestão? Assegurando que tudo se deveu ao seu esforço e da equipa que com ele esteve, para Desidério Silva o balanço é “extremamente positivo” e se dúvidas houvessem, essas são ultrapassadas pelos números alcançados. “Em 2012 tivemos cerca de 14 milhões de dormidas registadas e em 2017 os números alcançaram os 19 milhões. Há seis anos o aeroporto de Faro teve pouco mais de 4 milhões de passageiros em trânsito e no final do ano passado quase 9 milhões de passageiros, e, portanto, isso são sinais do que foi realmente a evolução e o crescimento da região”, revela o nosso interlocutor, não se ficando por aqui. “Na altura da nossa entrada na RTA a taxa de ocupação da região na chamada época baixa (outubro a maio) andava próxima dos 50% e hoje situa-se entre os 67%”. Assim, para o nosso interlocutor, a grande novidade de todo o trabalho realizado assentou na capacidade de diversificação do produto e da oferta do turismo do Algarve, promovendo assim a valorização do território, sempre numa lógica de parceria com as forças locais como as universidades, a CCDR Algarve, a AMAL, entre outras entidades “e que permitiram que tivéssemos uma visão mais vasta e alargada do que eram as necessidades e do que era o fito da sustentabilidade da região e, nesse contexto, é com muito orgulho que falo destes seis anos e do que se conseguiu. Estou de consciência perfeitamente tranquila do trabalho realizado, da evolução da região e do que é hoje a imagem de marca da região e da confiança na mesma, pois superámos grande parte dos indicadores e dos patamares que colocam o Algarve como um destino turístico de excelência”, afirma convicto o nosso entrevistado, assegurando que é suspeito para falar, “mas não posso deixar de o dizer. O balanço é muito positivo. O trabalho realizado, o esforço, a entrega e a alma com que me agarrei a este projeto deixa-me extremamente feliz e satisfeito porque o Algarve melhorou significativamente”.

“Fica sempre alguma coisa por fazer… mas tudo fizemos para dignificar o Algarve”

Mas será que ficou alguma coisa por fazer? Bem ao seu estilo pragmático, Desidério Silva não tem dúvidas em afirmar que “há sempre coisas que ficaram por fazer, até porque o turismo é uma atividade muito dinâmica e em constante mudança e, independentemente de os números serem fortes, isso não invalidou ou inibiu que todos os anos tentássemos fazer mais, produzir mais, qualificar mais, diversificar mais, no fundo dignificar o Algarve”, esclarece, assegurando que esse “tem de ser, como foi, um objetivo permanente de quem está nesta função, ou seja, procurar reforçar a imagem da região e da perceção que os mercados têm da mesma, contribuindo, naturalmente, em todas as frentes, porque o Algarve não pode ser competitivo somente pela questão do preço comparativamente a outros mercados/destinos, mas sim através da qualidade de excelência do produto que oferecemos”.

Uma das principais particularidades da Região do Algarve passa pelas suas gentes e pela capacidade das mesmas em serem hospitaleiras, algo que funciona como um pilar do sucesso do turismo algarvio “e que tem sido essencial”, revela o nosso entrevistado que desde sempre teve como principal preocupação a criação de uma oferta diferenciadora que potenciasse o turismo algarvio na denominada época baixa, ou seja, entre os meses de outubro e maio, onde os números atuais confirmam uma subida radical e consolidada das taxas de ocupação nesse período. “Temos de compreender que as margens de crescimento só podem ser feitas nos meses em que não acontece, ou seja, na época baixa e foi aí que nos focámos mais, numa aposta clara de diversificação da oferta e de rede com outras forças da região que têm feito um trabalho muito positivo, nomeadamente o universo empresarial algarvio. Todos têm contribuído de uma forma decisiva e isso teve os seus frutos, pois os níveis de confiança no destino Algarve subiram exponencialmente”.

“O investimento é fundamental para o Algarve continuar a crescer”

Com todas as condições para continuar a crescer, o turismo do Algarve não pode ficar por aqui, até porque ainda existe muito mais para crescer e assim é necessário, segundo o presidente da RTA, continuar a promover uma oferta de qualidade, diversificada e competente, “até para podermos contrariar as tendências de deslocação de turistas para outros mercados”, assegura, lembrando que os países da bacia do Mediterrâneo “estão a criar condições para recuperar das crises que tiveram”.

Mas qual o caminho para contrariar esse panorama? “O investimento é fundamental”, explica, salientando que “temos de continuar a lutar por um forte investimento na promoção e na valorização da região no exterior. Se não houver esse investimento não iremos conseguir ter êxito, porque quem não aparece, acaba por esquecer e as coisas acabarão por não correr tao bem como têm corrido até aqui”, salientando que essa responsabilidade não depende somente da RTA, mas também do Governo, do Turismo de Portugal, das companhias aéreas, entre outros.

“O Algarve tem pouca força política”

Não é segredo para ninguém que o Algarve é hoje um dos principais destinos turísticos a nível mundial. Um conjunto de valias perpetua este legado nesta região portuguesa. Mas será que esta importância é devidamente acompanhada pelo investimento e apoios na região? Desidério Silva não tem dúvidas em afirmar “que a região do Algarve carece de apoios”, responsabilizando a centralidade excessiva que se vive no nosso país “e que define as verbas para as regiões. Nesse contexto, o que sentimos é que, ao longo de todos estes anos e de todos os Governos, foram preterindo a nossa região em função de outros investimentos e de outras regiões. Infelizmente não temos a capacidade de outras regiões em alavancar fundos comunitários, pois enquanto a região Centro, o Porto e Norte e o Alentejo possuem bases acima dos dois mil milhões de euros, o Algarve chega somente aos 360 milhões e isso reflete-se na capacidade de desenvolvimento”, explica, lembrando que existe necessidade de investimento não só no litoral, mas particularmente no interior algarvio, dando alguns exemplos claros dessa realidade, ou seja, de que os investimentos chegam, quando chegam, sempre atrasados em relação a outras regiões. “Chegam atrasados na eletrificação da linha, na requalificação das vias, na necessidade de transportes consolidados, na saúde, entre muitos outros. Há aqui um foco que tem sido comum, ou seja, prometer e não se fazer e isso é um histórico que concerne não só a ao atual Governo, mas também aos anteriores. Sejamos claros, o Algarve tem pouca força política, com poucos deputados e poucos habitantes e isso reduz a capacidade de reivindicação do que são os direitos e assim nem sempre as verbas necessárias são encaminhadas para a região e vão para outros destinos, com muita pena minha, porque se temos tido bons resultados com estas dificuldades, imaginem onde estaríamos se o cenário fosse mais justo para o Algarve e as suas gentes”.

“Que a TAP dê outro apoio ao Algarve, que bem merece”

É de conhecimento público que a relação entre a RTA e TAP não é das melhores, até porque segundo Desidério Silva, “a TAP poderia ser um parceiro muito mais forte, porque achamos que a transportadora aérea podia ter em relação ao Algarve um olhar diferente e atenções diferentes e, obviamente, um reforço das frequências”, esclarece, assegurando que isso é importante. O Aeroporto de Faro, neste momento, está ligado a cerca de 80 cidades europeias e essas, obviamente, estão quase todas ligadas ao Algarve através de companhias aéreas low cost e algumas de bandeira como a British Airways, a Lufthansa e outras. “Isto significa que a TAP no Algarve representa pouco, cerca de 3%. O ano passado, dos 9 milhões de passageiros que circularam no Aeroporto de Faro só cerca de 280 mil passageiros são da TAP o que revela a pouca importância estratégica que a companhia oferece ao Algarve, o que para nós não faz qualquer sentido”, esclarece o nosso entrevistado, lembrando que esta é uma «guerra» antiga e que “estou cansado de falar, mas, como estou de saída, espero que quem fique continue a lutar e a fazer essas exigências para que a TAP dê outro apoio ao Algarve, que bem merece”.

“A prioridade deve ser sempre o Algarve”

João Fernandes, até agora vice-presidente da RTA, será o novo presidente da RTA e Desidério Silva não quis deixar passar a oportunidade de deixar uma mensagem ao seu sucessor. “Esteve comigo na RTA durante cinco anos e, portanto, sabe perfeitamente quais são os principais problemas e as principais necessidades desta casa e da região. Espero que continue este processo de evolução que teve resultados e que continue a ser exigente e a ter uma forte intervenção na defesa da região. Não preciso de ensinar ou explicar nada porque ele sabe. A partir do momento em que foi eleito, saberá o que tem a fazer e a minha prioridade é e sempre foi o Algarve. Que defenda a região como eu sempre defendi em todos os momentos e que o Algarve esteja sempre em primeiro lugar nas decisões desta casa e naquilo que forem as abordagens, que seja bem feitas”, revela o nosso interlocutor, deixando ainda uma palavra para as gentes algarvias. “Que puxem e lutem por um Algarve turístico cada vez mais sustentável. Que lutem mais pelo todo da região, que vale muito, e não olhem somente para si e para os interesses pessoais, pois só dessa forma, em parceria, é possível continuar a levar e a elevar o desígnio Algarve mais alto e mais longe. Continuem como eu, a lutar por um Algarve Livre de Petróleo!”, conclui Desidério Silva.

Central Vilamoura: Qualidade de vida

Tendo por cenário o espetacular litoral do Algarve, Vilamoura oferece múltiplas opções de estilo de vida e oportunidades de lazer – incluindo uma Marina premiada, praias de areia a perder de vista, campos de golfe de renome internacional, infraestruturas equestres de classe mundial e uma rede de equipamentos que inclui escolas e serviços de saúde de alta qualidade

Central: sofisticação e exclusividade

O Central Vilamoura foi o primeiro projeto de Vilamoura World a ser lançado em 2018 e consistirá em uma comunidade exclusiva de 80 residências no centro de Vilamoura.

As casas, disponíveis com quatro, três e dois quartos, com estas a inluir mais um espaço extra, farão parte de dois condomínios fechados cujas unidades irão exalar sofisticação e atingirão o equilíbrio perfeito entre espaços privados e comuns – tudo isso mantendo um carater de exclusividade, com valores a partir de 629.900€.

Entre  as  suas inúmeras virtudes está, é claro, a sua localização, apenas cinco minutos a pé da praia e da marina e muito perto dos campos de golfe, de courts de ténis e de uma ampla gama de serviços.

O Central foi projetado pelo atelier de arquitetura de renome internacional Petraccone & Vodar, que usou um conceito arquitetónico especial para este projeto exclusivo. Os materiais escolhidos e as espaçosas áreas de estar oferecem uma relação harmoniosa com a natureza através da sua relação com os jardins, sejam eles comuns ou privados, sejam eles exteriores ou interiores.

As primeiras unidades do Central serão concluídas no início de 2020.

 

Mais informações em:

tel.: +351 289 310 906

e-mail: sales@vilamouraworld.com

www.vilamouraworld.com/central

Governo dá luz verde a seis centrais fotovoltaicas no Alentejo e no Algarve

Questionada pela Lusa sobre projetos de produção renovável em regime de mercado, fonte oficial da secretaria de Estado da Energia adiantou que estas seis licenças agora atribuídas elevam para 756 MW (megawatts) a potência aprovada pelo Governo sem subsídio à produção, isto é, sem tarifas bonificadas.

De acordo com o gabinete de Jorge Seguro Sanches, em causa está um investimento potencial de 550 milhões de euros.

Entre os novos projetos, quatro centrais – em Ferreira do Alentejo, Lagos e em Moura (2) – serão promovidas pela Hyperion Energy Investments, com uma capacidade global de 132 MW.

Já a maior central agora aprovada, com uma capacidade de 48,9 MW, é um projeto da Goldiport Solar e fica no concelho de Lagoa, no Algarve.

O sexto projeto é a central fotovoltaica de Viçoso, da Goldnalco, com 48MW, em Alcoutim.

No total, este conjunto de projetos totaliza 229 MW de potência instalada e um investimento de cerca de 206 milhões de euros.

De acordo com fonte oficial da secretaria de Estado, estas licenças avançaram de imediato por se encontrarem em zonas de rede que não conflituam com outros pedidos, uma vez que os pedidos que se sobrepõem serão submetidos a sorteio.

LUSA

PS “voltou a enganar o Algarve” com promessas de reduzir portagens na A22

Em comunicado, a Comissão de Utentes da Via do Infante (CUVI) recordou que António Costa, antes das eleições legislativas de 2015, “admitiu levantar as portagens na A22, reconhecendo que a EN125 era um cemitério”, mas, entretanto, referem, as promessas não foram cumpridas e já houve dois aumentos de preços, no início de 2017 e no início de 2018.

“Será que o atual Governo e o PS estão reféns dos fortes interesses económicos, ruinosos, que envolvem a obscura Parceria Público Privada (PPP) da Via do Infante?”, questionam, acusando-os de persistirem em manter “portagens erradas, injustas, arbitrárias e que tantas vidas têm destroçado”.

Segundo a CUVI, embora os aumentos de 1 de janeiro de 2018 incidam apenas nos troços entre Tavira e Castro Marim, entre Boliqueime e Loulé, e entre Mexilhoeira Grande e Alvor, são aumentos muito negativos” por contribuírem “para o agravamento da sinistralidade rodoviária”, já que muitos condutores “vão enveredar pela congestionada” Estrada Nacional (EN) 125.

“Todos sabem que a EN125 não representa qualquer alternativa à Via do Infante, que é uma via muito mortífera, que numa parte ainda nem começou a requalificação e que na outra parte as obras continuam e que a sua requalificação apresenta erros técnicos, potenciando assim os acidentes, e nada fazem para acabar com umas portagens erradas e mortais”, alertam.

A CUVI lamenta que, pelo contrário, todas as propostas para eliminar as portagens apresentadas na Assembleia da República por outras forças políticas sejam inviabilizadas, as últimas ocorridas na discussão do Orçamento de Estado para 2018.

“Perdeu-se assim mais uma grande oportunidade para corrigir um erro crasso que continua a vigorar no Algarve”, consideram os membros da comissão, anunciando que vão retomar as ações de luta contra as portagens na A22 com uma marcha lenta na EN 125, entre Portimão e Lagos, a 20 de janeiro.

Para a comissão, os deputados e governantes do anterior governo PSD/CDS, que introduziram as portagens em 2011, e do atual governo PS, “são os verdadeiros responsáveis pela continuação do sangrento ‘estado de guerra não declarado’ que se continua a viver no Algarve, a principal região turística do país”.

A comissão cita dados da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) que indicam que em 2017 ocorreram na região 10.752 acidentes de viação, com 30 vítimas mortais e 192 feridos graves.

Segundo a CUVI, embora o número de vítimas mortais seja inferior a 2016, quando se registaram 32 mortes, o número de acidentes e de feridos graves aumentou: em 2016 houve 10.241 acidentes, menos 511 do que em 2017, e 162 feridos graves.

“São acontecimentos muito preocupantes e trágicos que ocorrem nas estradas algarvias, em particular na EN125, uma rua urbana” transformada num verdadeiro “‘cemitério’, numa autêntica ‘estrada da morte’, após a introdução das portagens na Via do Infante”, concluem.

A CUVI aproveitou ainda para exortar os partidos a apresentarem no Parlamento novas propostas para abolir as portagens, informando que vai pedir audiências ao primeiro ministro e ao Presidente da República, para se reunirem com uma delegação alargada, abrangendo elementos da CUVI, empresários, autarcas e outras entidades do Algarve.

A marcha lenta de viaturas pela EN125, no próximo dia 20 de janeiro (sábado), entre Portimão e Lagos, parte às 16:00 horas do Parque de Feiras de Portimão (junto ao Pavilhão Arena).

LUSA

Albufeira reforça segurança para receber cem mil pessoas na passagem de ano

De acordo com o presidente da Câmara de Albufeira, Carlos Silva e Sousa, “foi estruturado um plano de segurança com as autoridades policiais, que prevê um reforço da vigilância” nos locais de animação noturna.

“Haverá um reforço do policiamento em relação a anos anteriores, porque também se perspetiva uma afluência maior, que deverá rondar as cerca de cem mil pessoas”, sublinhou o autarca, acrescentando que “a aposta é de visibilidade como fator de dissuasão de excessos”.

Carlos Silva e Sousa não quantificou o número de elementos que vão integrar o plano municipal de segurança entre os dias 29 de dezembro e 2 de janeiro.

A noite de passagem de ano naquele que é considerado o principal concelho turístico do Algarve, será animada por espetáculos musicais gratuitos junto à Praia dos Pescadores, entre os quais os Xutos & Pontapés, que dão o primeiro concerto um mês depois da morte do guitarrista Zé Pedro, aos 61 anos, um dos fundadores da banda rock.

Fonte da promotora dos Xutos & Pontapés disse à Lusa que a banda vai atuar sem qualquer substituto para o lugar do guitarrista Zé Pedro, que morreu a 30 de novembro.

Para o presidente da Câmara de Albufeira, por se tratar do primeiro concerto da banda “depois da trágica perda, o mesmo poderá atrair ainda mais pessoas ao concerto de passagem de ano”.

Além dos Xutos & Pontapés, que vão dar as boas vindas a 2018, o cantor e produtor português AGIR fará a despedida de 2017, atuação que antecede as doze badaladas e o habitual fogo-de-artifício, que será lançado na praia da Oura.

As celebrações do fim de ano em Albufeira começam no dia 29 de dezembro com o Paderne Medieval, evento que convida a uma viagem à época medieval, bem como a Star Parade, com artistas e performances circenses.

A 29 de dezembro começa também o festival de humor “Solrir”, no Palácio de Congressos do Algarve, nos Salgados, com sessões diárias até ao dia 2 de janeiro, às 21:30.

LUSA

Um médico e três delegados de informação médica detidos por corrupção e burla

Os detidos, três homens e uma mulher, de 57, 50, 42 e 38 anos, serão submetidos a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação.

Segundo a PJ, os detidos passavam prescrições de medicamentos em desconformidade com a legislação aplicável, mediante a aceitação de vantagens patrimoniais. Visavam com isso a apropriação indevida da comparticipação dos medicamentos, com prejuízo do SNS, em vários milhares de euros.

A “Operação receita sem papel” envolveu diversas buscas e um dos detidos tinha na sua posse uma arma proibida.

A investigação esteve a cargo da Unidade Nacional de Combate à Corrupção da PJ.

Britânicos continuam a comprar habitações turísticas em Portugal, apesar do Brexit

De acordo com a Confidencial Imobiliário, que gere o SIR-Turismo Residencial, aquele resultado confirma que “o Brexit não afetou negativamente a procura de habitação turística em Portugal por parte dos investidores do Reino Unido, ao contrário do que seria inicialmente expectável” com a saída do país da União Europeia.

Aquela foi a nacionalidade mais representativa entre os investidores estrangeiros, com 31% do número de transações, seguindo-se França, com 19%, e os países do norte da Europa, com 17%.

No eixo Albufeira-Loulé (Algarve Central), o mercado mais importante do Turismo Residencial em Portugal (44% da oferta imobiliária captada pelo SIR-Turismo Residencial), “os britânicos não só protagonizaram quase metade das transações de origem internacional (46%), como atingiram o ‘ticket médio’ de investimento mais alto”, com cerca de 2,1 milhões de euros por operação, realça uma informação da Confidencial Imobiliário.

Aquele valor quase duplica relativamente aos 1,1 milhões de euros investidos, em média, pelos chineses, o segundo país mais representativo nas aquisições internacionais naquela zona algarvia (com 13%).

A Confidencial Imobiliário destaca ainda os países do norte da Europa, com uma quota de 7% nas compras por não residentes e um investimento médio de 1,5 milhões de euros.

No total do mercado nacional de Turismo Residencial (costa atlântica, Algarve central, barlavento e sotavento), “o ‘ticket’ médio de investimento dos compradores do Reino Unido reduziu-se no período pós-Brexit”, passando de 1,4 milhões de euros no primeiro semestre de 2016 para 1,1 milhões de euros no segundo.

Esta descida é explicada pela Confidencial Imobiliário com o direcionamento da procura britânica para casas de menor dimensão e não tanto para uma gama de produto inferior, já que, apesar da descida do ‘ticket’ médio, o preço médio unitário de compra nos dois semestres manteve-se em torno dos 3.800 euros por metro quadrado.

Segundo o diretor da Confidencial Imobiliário, Ricardo Guimarães, citado na informação, “estes dados mostram que o investimento do Reino Unido não só não sofreu com o Brexit, como até aumentou a sua quota entre os compradores internacionais, no segundo semestre do ano”.

A consequência mais evidente do Brexit relaciona-se com a desvalorização da libra, refletindo-se na contração do valor médio de investimento pelos britânicos, que desceu entre o primeiro e o segundo semestres, embora nos ‘resorts’ entre Loulé e Albufeira o valor médio se tenha mantido, acrescenta.

O SIR-Turismo Residencial é um sistema estatístico que abrange a atividade de compra e venda de imóveis de turismo residencial, desenvolvido pela Confidencial Imobiliário em parceria com a Associação Portuguesa de Resorts (APR), com o apoio do Turismo de Portugal.

A oferta inclui ativos em primeira venda ou em revenda, enquadrados em aldeamentos turísticos, apartamentos turísticos, conjuntos turísticos/resorts, hotéis-apartamentos e outros fogos que sejam adquiridos por turistas para seu usufruto sazonal ou rentabilização.

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