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Deixe-se de dietas!

Por dieta entende-se todo e qualquer regime alimentar no qual pode acontecer a abstenção de alguns alimentos e/ou grupos alimentares. Uma dieta pode ser uma alimentação saudável, como pode ser também uma alimentação desequilibrada… tudo depende dos alimentos ingeridos, das quantidades e das necessidades de cada pessoa.

Para a maioria das pessoas, por dieta entende-se o regime alimentar que tem como objetivo a perda de peso ou até mesmo um emagrecimento mais célere. A ideia não é de todo descabida, mas a verdade é que muitas vezes leva a comportamentos menos acertados e que podem mesmo colocar a saúde em risco, especialmente quando essa mesma dieta é feita por conta própria e sem qualquer tipo de aconselhamento médico.

E por falar em aconselhamento médico, têm-se multiplicado os alertas vindos por parte dos nutricionistas, que aconselham as pessoas a trocarem uma dieta de restrição calórica – que acaba por cair por terra passadas algumas semanas, criando-se o efeito ioiô – por um estilo de vida saudável a longo prazo e que não só traz vários benefícios à saúde, como permite ainda a inclusão de todos os alimentos no plano alimentar (salvo recomendação médica contrária, como é claro).

Para reforçar a ideia de que fazer dieta nem sempre é a solução, especialmente quando a pessoa não está empenhada em prolongar o novo plano alimentar, o site Food Matters listou aquelas que são as três principais razões para acabar com as dietas de vez. Ei-las:

Não é preciso fazer dieta durante um determinado período de tempo para perder gordura acumulada ou para travar o armazenamento de novas gorduras. Quem segue um estilo de vida saudável (que inclui exercício físico e raramente consome alimentos processados) tende a ter mais facilidade em perder gordura e uns quilos extra do que aquelas pessoas que mergulham em dietas, depois desistem, depois votam a tentar e acabam novamente por desistir.

As dietas não resultam de igual forma em todas as pessoas, até porque em alguns casos o problema não está na comida. Quando o objetivo é emagrecer, um dos primeiros passos é banir alguns alimentos da alimentação diária, contudo, isso nem sempre resulta. Porquê? Porque o organismo das pessoas não é todo igual e a prática de exercício físico regular é fundamental para que os objetivos sejam eficaz e saudavelmente alcançados.

Perder peso por perder de nada vale, há que ser saudável. Perder peso de uma forma rápida é o objetivo de todas as pessoas que começam uma dieta para emagrecer, contudo, a probabilidade de voltarem ao peso inicial é grande, pois a dieta feita não zelou pela saúde do organismo. Mais uma vez, adotar um estilo de vida saudável é a forma mais segura de perder peso, ganhar saúde e conseguir ainda incluir alimentos menos saudáveis sem grandes pesos na consciência.

O melhor do Mar Ibérico no cuidado da sua pele

caixote algasNeste sentido, a Revista Pontos de Vista foi conhecer uma das marcas que tem alavancado este setor e o seu potencial e que tem vindo a crescer sobejamente numa indústria que hoje ainda é desconhecida para muitos dos portugueses, ao contrário, por exemplo, de países como a França ou a Irlanda, onde as potencialidades das algas são devidamente conhecidas e reconhecidas. Tiago Morais, CEO e Sócio Fundador da Lusalgae e João Cotas, Sócio Fundador da Lusalgae, em entrevista à Revista Pontos de Vista, abordaram o crescimento de uma marca que nasceu em 2014 e que desde esse período tem vindo a evoluir progressivamente e de uma forma sustentada, porque este é um mercado que ainda tem um longo caminho a percorrer, mas com um vasto potencial. Inicialmente a Lusalgae nasceu de um desafio lançado a um grupo de amigos, onde estava Tiago Morais, que eram estudantes de Biologia, pelo investigador sénior da Universidade de Coimbra, Leonel Pereira, tendo surgido no contexto do Concurso de Ideias de Negócio para a Economia do Mar na Figueira da Foz, região onde a Lusalgae se encontra sediada. “Beneficiámos disso mesmo e posteriormente usufruímos a título gratuito de incubação que evoluiu para o atual estado da empresa”, salienta Tiago Morais, assegurando que o balanço destes três anos de atividade é positivo, principalmente na vertente da investigação, o primeiro passo para lançar o produto final para o grande público. 

“Este é um SETOR com potencial” 

A vertente da cosmética não é a única onde os extratos de algas podem ser aplicados, mas, e segundo os nossos entrevistados, “pareceu-nos ser uma forma mais simples de entrar no mercado”, recordam, lembrando que este produto, as algas, podem ser também usadas no domínio farmacêutico, alimentar e muitos outros. Com quatro produtos disponíveis ao grande público, que tanto podem ser usados pelo público feminino como masculino, a Lusalgae encontra-se a preparar um quinto, sendo que este passo já foi iniciado. “Temos tido contacto direto com possíveis consumidores, como esteticistas e clínicas, e temos tido um feedback bastante positivo, algo que nos motiva para criar outros produtos. Não pretendemos ficar por aqui, até porque este é um setor com potencial”, revela Tiago Santos Morais.

Falando do potencial do setor e apesar do mesmo ter um número reduzido de empresas em Portugal, o setor dos cosméticos de extratos de algas tem espaço para crescer. Mas o que falta? “Acima de tudo informação e sensibilização.

Mesmo ao nível académico, são poucos os cientistas em Portugal que comuniquem algo sobre a ciência e a biologia associadas às algas. O nosso orientador, Leonel Pereira, é capaz de ser das poucas pessoas que faz essa comunicação no que concerne às algas e às suas potencialidades. As pessoas quando vêm algas na praia acabam por sentir alguma repulsa e isso deve ser desmistificado e é um processo que demora o seu tempo. Os asiáticos, por exemplo, utilizam as algas na sua gastronomia. Desta forma, é vital que haja uma interação superior entre a comunidade académica e empresarial nesta área e talvez assim se consiga sensibilizar as pessoas, porque as algas não fazem mal a ninguém, bem pelo contrário, aportam um vasto número de benefícios para a nossa vida”, esclarece o CEO e Sócio Fundador da Lusalgae, Tiago Morais. 

Continuar o processo de crescimento 

A Talassoterapia representa tudo o que há de melhor em termos de utilização do clima marinho atlântico e dos seus derivados com fins terapêuticos. A Lusalgae apresenta o Sealgae – Kit de Talassoterapia de uma qualidade inolvidável e inquestionável, cuja aplicação pretende trazer o melhor do mar Ibérico no tratamento e cuidado da pele. Produzidos a partir de extratos bioativos de algas da flora ibérica cuidadosamente selecionadas pela sua qualidade e capacidade de proporcionar os melhores resultados no âmbito deste tratamento, os produtos que compõem o kit Sealgae  são naturais, de agradável aroma e aspeto, sendo fundamentadas cientificamente por investigações desenvolvidas em parceria com o MARE da Universidade de Coimbra.  A terminar, os nossos entrevistados relembraram que este é um projeto que vai crescer, sendo que o próximo passo passará pelo lançamento de um quinto produto, e, numa fase mais posterior, “escalonar a apanha do organismo selvagem para organizarmos as nossas experiências, sendo que, quando passarmos para uma fase industrial teremos que passar a utilizar processos sustentáveis, como por exemplo a aquacultura para produzirmos a matéria-prima”, concluem os nossos entrevistados, assegurando que os cosméticos à base de extratos de algas aportam de facto inúmeros benefícios.

Aprenda a melhorar a saúde dos seus intestinos

A alimentação é a causa e a consequência da saúde… para o bem e para o mal. E os intestinos são quem mais sofre quando as escolhas alimentares não são as mais acertadas e adequadas.

A saúde intestinal é fundamental para o bem-estar geral e são vários os alimentos que contribuem para o bom estado dos intestinos. Segundo o site Mind Body Green, estes são os truques a seguir:

1. Adicionar açafrão aos alimentos, uma vez que esta especiaria é altamente benéfica para a pressão sanguínea, baixando os níveis de colesterol. Além disso, é um alimento anti-inflamatório e anti-cancro.

2. Deixar de usar o microondas. As pessoas que usam frequentemente o microondas não só podem estar a aquecer mal (e em demasia) os alimentos, como são mais propensas a comer comidas processadas e pré-confecionadas, repletas de açúcar, sal, gordura e químicos.

3. Conhecer o tipo de corpo e adaptar a alimentação. As pessoas que tendem a ter mais gordura visceral (acumulada na barriga) devem ter um cuidado redobrado na escolha dos alimentos, que se querem o mais naturais possíveis. O excesso de gordura visceral é verdadeira prejudicial para a saúde dos órgãos.

Mais de metade do que comemos não é comida ‘real’

Os alimentos processados ocupam um grande espaço na alimentação diária de quase todas as pessoas. Não vale a pena negar, começa ao pequeno-almoço com os cereais, segue-se a merenda da manhã com uma barrita e por aí adiante. E o fast food está longe de ser o único exemplo de comida processada.

Só nos Estados Unidos, 58% da energia adquirida todos os dias é à base de alimentos processados e ultra-processados. E esta bem que pode ser uma realidade mundial.

E para se ter um exemplo da quantidade de alimentos processados estão ‘à mão de semear’, vejamos a definição de alimentos processados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos: alimentos que sofreram uma transformação de forma bruta, seja para alargar o prazo de validade, seja para melhorar o sabor dos alimentos consumidos no seu estado cru. Farinhas, cereais, barritas, bolachas, hambúrgueres pré-feitos, refeições pré-congeladas, iogurtes, manteigas, queijos fundidos, batatas fritas, etc. São muitos mais os alimentos processados e ultra-processados do que imagina.

Mas além dos alimentos processados, existem os alimentos ultra-processados, como é o caso dos produtos repletos de aditivos, químicos e açúcares adicionados (muitas vezes escondidos em nomes e códigos que não são pronunciáveis) que prometem fazer dos alimentos os mais saborosos de todos (e também mais viciantes), como diz um estudo realizado em conjunto por duas universidades de São Paulo e por uma universidade em Boston.

Segundo a Direção Geral da Saúde (DGS), “os produtos processados como as bolachas, biscoitos, bolos, cereais de pequeno-almoço, refrigerantes, sumos, iogurtes, entre outros, geralmente contêm excesso de açúcar. Para verificar a presença e a quantidade de açúcar nos alimentos é importante ler os rótulos das embalagens, nomeadamente a lista de ingredientes e a informação nutricional”.

No guia para a alimentação saudável, a DGS diz que “num dia alimentar saudável, os alimentos muito processados industrialmente (ex.: refrigerantes, bolos, folhados, salgadinhos, aperitivos, produtos de salsicharia e charcutaria, etc.) podem ser consumidos desde que em pequenas porções e com pouca frequência”.

Consumo excessivo de proteína animal pode causar pedras nos rins

“Existem algumas regras básicas que podem ajudar a tratar ou prevenir os cálculos renais. Por exemplo, é importante que as pessoas deem preferência a produtos lácteos desnatados, uma vez que estes são ricos em cálcio e diminuem a probabilidade de cristalização. Por outro lado, deve evitar-se o consumo excessivo de proteínas de origem animal, pois aumentam a produção de ácido úrico, um dos componentes das pedras nos rins”, explica Estêvão Lima, urologista do Hospital Lusíadas Porto.

E acrescenta: “O sal também deve ser evitado, na medida em que o sódio facilita a deposição de sais no organismo. É igualmente importante beber muita água, entre um litro e meio a dois litros, dependendo da temperatura ambiente, humidade relativa e tipo de alimentação. Claro que se a pessoa pratica exercício, deve redobrar este cuidado. Quanto mais clara for a urina, menor será a concentração de iões, assim como será menor a probabilidade de formação de cálculos”.

A abordagem terapêutica é baseada na composição e localização dos cálculos renais. Os tratamentos mais comuns incluem um método de tratamento não invasivo dos cálculos do aparelho urinário, denominada litotrícia extracorporal por ondas de choque, ou por ureterorrenoscopia, na qual é feita uma exploração endoscópica do ureter, sendo o cálculo posteriormente fragmentado e retirado com pinças.

“Se o tamanho for muito diminuto, não significa que se terá de realizar qualquer intervenção, pois o cálculo pode sair por si. Mas a prevenção terá de ser reforçada, para não aumentar o número de cálculos ou as suas dimensões e deve sempre procurar-se um especialista, dado que um cálculo de pequena dimensão pode dar problemas, provocando infeções generalizadas”, conclui.

O cálculo – ou a pedra – é inicialmente formado no rim, onde pode ficar durante muitos anos sem qualquer sintomatologia. Quando se desloca para a bexiga através do ureter – uma estrutura muito fina e delicada – provoca a cólica renal, extremamente dolorosa, levando as pessoas a procurar um médico de urgência.

Alimentos orgânicos são mesmo mais saudáveis

Os alimentos orgânicos são mais benéficos para a saúde do que os alimentos de produção convencional. Esta é a conclusão de um estudo da Universidade de Newcastle, que encontrou maiores níveis de ácidos-gordos ómega 3 nos alimentos de produção orgânica, isto é, isenta de pesticidas e outros químicos.

O estudo focou-se no leite e na carne e, nesta última, a presença de gorduras saturadas mostrou-se menor do que aquela existente nos animais de produção tradicional.

Publicado esta terça-feira no British Journal of Nutrition, o estudo diz que a presença de ácidos gordos ómega 3 na carne e no leite orgânico é até 50% maior, o que faz destas duas opções as mais indicadas para o bom funcionamento do organismo.

A conclusão surgiu depois de terem sido analisados 169 artigos científicos acerca do leite orgânico e 67 relativos à produção orgânica de carne.

Mas esta não é a primeira vez que a Universidade de Newcastle centra as atenções na produção orgânica. Em 2014, um grupo de investigadores desta instituição britânica concluiu que os alimentos orgânicos têm entre os 19% e os 69% mais antioxidantes do que os produtos de agricultura convencional.

A conclusão, publicada também no British Journal of Nutrition, surgiu depois de terem sido passadas a pente fino 343 pesquisas feitas acerca da produção orgânica.

Benefícios dos alimentos ricos em flavonóides

Comer mais alimentos ricos em flavonóides ajuda a não ganhar peso. É o que sugere um estudo que acompanhou homens e mulheres durante 24 anos.

O estudo publicado no British Medical Journal destaca que comer frutas e vegetais ricos em flavonóides, como a maçã, peras, frutos vermelhos, brócolos ou pimento poderá, além de ajudar a controlar o peso, contribuir para a saúde corporal. Eis alguns benefícios de aumentar o seu consumo de flavonóides:

1. Protegem da doença de Parkinson. As dietas ricas em flavonóides podem proteger os homens (mas não as mulheres) da doença de Parkinson. É o que sugere um estudo da Harvard School of Public Health and Norwich Medical School que envolveu 130 mil homens e mulheres entre os 20 e os 22 anos.

2. Ajudam a combater a disfunção erétil. Um estudo, publicado no The American Journal of Clinical Nutrition, que envolveu 50 mil homens sugere que os que consumiam alimentos ricos em flavonóides regularmente, especialmente os que também contêm antocianinas e flavonas tinham um risco 10% menor de disfunção eréctil do que os homens que não fizeram. Os homens que praticavam desporto e consumiam alimentos ricos em flavonóides viam o seu risco cair 21%.

3. Combatem a diabetes e baixam a tensão arterial. Os fenóis são compostos com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Ajudam a combater a diabetes tipo 2 ao evitar que os alimentos ricos em hidratos de carbono se transformem rapidamente em glucose. Ajudam ainda a baixar a tensão arterial, promovendo a saúde cardiovascular.

4. Diminuem o risco de AVC. Estudos revelam que os alimentos ricos em flavonóides como as peras protegem-no e diminuem o risco de sofrer um AVC. Estes alimentos foram ainda associados a um menor risco de morte por doença arterial coronária e problemas cardiovasculares.

Organic Caffe lança serviço de Take Away

Disponível à distância de um clique, o Organic Take Away é a solução ideal para quem procura uma alimentação saudável e orgânica, para consumir em casa ou no trabalho. Toda a ementa, assinada pela naturopata Mariana Pessanha, segue o mesmo conceito do espaço já existente no Estoril, o Organic Caffe.

Para encomendar, basta aceder ao site www.organictakeaway.pt e fazer o pedido até às 17h do dia anterior à entrega. O valor mínimo de cada encomenda são 25€. As entregas, gratuitas, são feitas às segundas, quartas e sextas, em Lisboa (entre as 10h30 e as 13h30) e Cascais, Oeiras e Sintra (entre as 16h e as 18h).

Na ementa, que é renovada semanalmente, existem opções de carne, peixe e vegetarianas, bem como sopas e snacks para o lanche. Teriaki de Novilho, Corvina ao Sésamo ou Caril de Vegetais são ideais para o almoço ou jantar, enquanto o Puré de Maçã Reineta com Granola ou o Açaí são algumas boas sugestões para o meio da manhã ou tarde.

O Organic Caffe está localizado no Estoril, na Rua Particular do Hotel Palácio e Banyan Tree Spa Estoril. No horário de inverno, está aberto de 2ª a 5ª feira, das 10h às 18h, e 6ª feira, sábado e domingo das 10h às 22h. As reservas podem ser realizadas através do 910 787 656.

Alimentos conservados em sal podem causar cancro no estômago

Pensa-se que a ingestão desses alimentos possa ter um papel importante no desenvolvimento do cancro no estômago, que tem vindo a diminuir de forma global nas últimas décadas, possivelmente devido à cada vez maior preservação dos alimentos através do frio (refrigeração e congelação), mais concretamente pela disseminação da utilização do frigorífico. A melhoria das condições sanitárias e a consequente redução da infeção pela bactéria Helicobacter pylori foi também determinante.

“O cancro gástrico resulta de uma complexa combinação, entre fatores ambientais e genéticos. Nos fatores ambientais conta-se a dieta com o recurso excessivo a alimentos ricos em sal, nomeadamente fumados e conservas e a infeção pela bactéria Helicobacter pylori, presente em águas contaminadas por exemplo”, esclarece Sandra Faias, Coordenadora da Unidade de Gastrenterologia do Hospital Lusíadas Lisboa.

Os principais sintomas do cancro no estômago são a dor persistente, náuseas, vómitos, enfartamento persistente, falta de apetite e emagrecimento. Quando existem sintomas, os tumores apresentam-se habitualmente em fase avançada e o prognóstico é reservado, com uma sobrevivência de cerca de 30% aos 5 anos. Assim, a prevenção é uma das principais armas contra este cancro.

E recomenda: “Para prevenir este tipo de cancro é importante ter cuidados alimentares. Deve-se aumentar o consumo de frutas e vegetais frescos, limitar o consumo de sal, evitando alimentos enlatados e fumados. Os indivíduos com antecedentes familiares de cancro gástrico devem fazer a pesquisa da infeção pelo Helicobacter pylori e eliminar a bactéria com antibióticos se ela estiver presente. Além disso, se detetada a presença de metaplasia de tipo intestinal nas biópsias do estômago, é recomendado fazer endoscopias de vigilância com regularidade, para deteção precoce de lesões neoplásicas do estômago.”

O cancro gástrico é o terceiro mais frequente e o terceiro com maior mortalidade em Portugal. O nosso país conta com o maior número de mortes por cancro no estômago da União Europeia, e ocupa o sexto lugar a nível mundial.

Comida deixa as mulheres mais românticas, diz a ciência

Os cientistas encontraram mais um aliado daqueles que querem conquistar uma mulher: ofereça comida. É o que sugere uma pesquisa realizada por cientistas e publicada no jornal Science Direct, em dezembro de 2015.
Segundo o estudo, a comida deixa as mulheres mais sucetíveis ao romance. Para chegar a esta conclusão os investigadores mostraram fotos românticas a 20 mulheres em dois momentos: antes e depois de comer. Enquanto isso a atividade cerebral das participantes eram analisada, ficou claro que o seu sistema de recompensa ficava mais ativo depois da refeição. Sem se preocupar com a fome, o cérebro, mais relaxado, liberta mais prazer.
E melhor: se as mulheres estiverem de dieta, a tática funciona ainda melhor. “Quem estava de dieta teve uma reação ainda maior nas regiões de recompensa do que os outros grupos”, diz o estudo.

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