Inicio Tags Alimentos

Tag: Alimentos

Mais de 120 mil pessoas ainda severamente afetadas pelo fenómeno El Niño em Timor-Leste

Mais de 120 mil pessoas continuam “severamente afetadas” pelo fenómeno climatérico El Niño, que se fez sentir em Timor-Leste em 2015 e este ano, e que provocou um corte significativo na produção de cereais e a morte de 70 mil animais.

Um balanço divulgado pelas Nações Unidas estima que o custo da perda de cabeças de gado e outros animais atingiu os 13 milhões de dólares com a produção média anual de cereais a cair de 162 mil toneladas (entre 2011 e 2014) para 129 mil toneladas no ano passado.

Este ano, estima o Ministério da Agricultura timorense, a produção poderá cair para apenas 70 mil toneladas, muito aquém do consumo anual de 258 mil toneladas o que, por isso deixa carências no país de 188 mil toneladas.

Os fenómenos El Niño são alterações de entre 12 e 18 meses na distribuição da temperatura da superfície da água do oceano Pacífico que têm efeitos na meteorologia da região.

Especialistas referem que o fenómeno de 2015 – um dos três maiores já registados – começou em maio do ano passado, com uma intensidade entre “moderada e forte”, prolongando-se até ao início de 2016.

Este ponto da situação, que abrange o período entre abril e início de setembro deste ano, foi preparado pelo gabinete do Residente Coordenador das Nações Unidas em Timor-Leste.

A avaliação indica que o maior impacto se sente nas regiões de Lautem, Viqueque e Baucau, a leste e em Covalima, no sul da ilha, com alimentação, água, saneamento, saúde e nutrição a serem as prioridades no apoio necessário.

A chuva continua em níveis abaixo das médias históricas anuais, com o clima a levar a uma “queda significativa na produção”, causando mais insegurança alimentar em famílias que já viviam situações vulneráveis.

Globalmente, nota a análise, há 400 mil pessoas afetadas das quais 120 mil “severamente afetadas”

“Com as carências significativas de cereais em dois anos consecutivos, a seca deixa ainda sob maior pressão os recursos limitados das famílias rurais”, nota o documento referindo que há sinais de que 50% das crianças e 27% das mulheres têm má nutrição.

A Organização Meteorológica Mundial refere que há uma probabilidade (entre 50 e 65%) de que no último trimestre deste ano Timor-Leste viva os efeitos de La Niña, um fenómeno inverso ao El Niño, com zonas que viveram seca a terem mais chuva do que o normal neste período.

Caso se confirme, notam as Nações Unidas, isso deixaria as comunidades afetadas pelo El Niño “em ainda maior risco”.

Para responder à situação de emergência foram iniciados vários programas de assistência humanitária, quer pelo Governo timorense quer com o apoio de vários parceiros de desenvolvimento.

O executivo importou mais arroz subsidiado, que distribuiu a famílias mais vulneráveis, entregando ainda 219 toneladas de sementes, pesticidas e fertilizantes nas zonas mais afetadas.

A comunidade internacional mobilizou cerca de 1,6 milhões de dólares para apoio humanitário – a maior fatia do Governo australiano, cujo apoio ascendeu a 722 mil dólares.

O Coordenador de Apoio à Emergência das Nações Unidas aprovou além deste valor um subsídio de 846 mil dólares para programas de nutrição “críticos”.

Uma em 14 famílias não consegue alimentos suficientes

O coordenador do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável, Pedro Graça, reconheceu que este dado é preocupante, embora indique que pode não ser o retrato fiel de todos os portugueses, uma vez que o inquérito que permite aferir estes dados é feito apenas a utilizadores do Serviço Nacional de Saúde.

A prevalência de famílias com insegurança alimentar grave desceu de 8,8% em 2012 para os 6,6% em 2014, enquanto a insegurança alimentar moderada cresceu de 81,% para 9,5%, de acordo com dados do relatório “Portugal — Alimentação Saudável em Números 2015”.

O coordenador do Programa da Direção-geral da Saúde referiu que as famílias com dificuldades de acesso a alimentos conseguem ser identificadas, permitindo às autoridades agir com mais qualidade no apoio de que necessitem.

Em linhas gerais, serão famílias com menos escolaridade e sobretudo residentes nas regiões do Algarve e de Lisboa e Vale do Tejo.

Pedro Graça sublinhou também que a insegurança alimentar pode coexistir com o excesso de peso, lembrando que os alimentos muito calóricos e menos saudáveis se tornaram uma alimentação barata e disponível.

“Os novos pobres sabem lidar menos bem com a pobreza e serão mais afetados pela insegurança alimentar” do que as famílias que há anos lidam com a mesma realidade e que têm já sistemas de apoio mais estruturados, como o recurso a bancos alimentares.

Quanto à obesidade, em 2014, mais de metade da população portuguesa (52,8%) com 18 ou mais anos tinha excesso de peso. O aumento da obesidade verificou-se sobretudo no sexo feminino e na população com idades entre 45 e 74 anos.

Já nas crianças e adolescentes, o excesso de peso parece estar a estabilizar ou mesmo a reduzir-se quando se comparam valores de 2008 com 2013. Contudo, Portugal continua a ter uma prevalência de jovens com excesso de peso superior à média europeia.

 

Sete alimentos que se mantêm frescos por meses

E se lhe disséssemos que a abóbora consegue manter a boa qualidade durante quatro meses? Segundo o site Eat This, Not That!, a abóbora fresca é um dos alimentos que mais consegue aguentar a validade quando está à temperatura ambiente. A polpa, por exemplo, mantém-se boa durante três meses.

A beterraba é outro dos alimentos que se mantém fresco por meses, mais concretamente entre dois e quatro, desde que esteja dentro do frigorífico. Já a batata-doce pode manter-se em bom estado por um mês quando é reservada num local fresco e escuro.

O repolho, diz a publicação, pode durar até dois meses se estiver no frigorífico e bem protegido num saco plástico ou envolvido em película aderente.

Um mês e uma semana é o tempo que dura a ‘esparguete de abóbora’, quando guardada a uma temperatura baixa.

Quanto às cenouras, a validade é a que quiser. Diz a publicação que o segredo está em guardar as cenouras num saco de plástico com uma ou duas folhas de papel por dentro. O papel irá absorver a humidade e se for trocado com regularidade faz com que a validade seja ainda mais significativa.

As cebolas também podem aguentar mais de um mês quando são colocadas num local seco e fresco.

Já conhece o Movimento Re-Food? Junte-se a ele!

Em que consiste o Movimento Re-Food? Orientada por cidadãos, movidos por um espírito 100% voluntário, a Re-Food é uma organização independente que tem como missão erradicar o desperdício alimentar e a fome em cada bairro, começando pelo seu.

lRD6yCByGCZZ3g8KK2Quantas vezes tem sobras do jantar que acabam por ir para o lixo quando, ao seu lado, numa espécie de pobreza mascarada, o seu vizinho passa fome?  A Re-food procura dar uma resposta eficaz a uma realidade cada vez mais assustadora, reforçando o tecido social da comunidade local e ajudando a melhorar a qualidade de vida dos mais carenciados.

O número de pessoas que procuram a Re-Food tem vindo a crescer, assim como os restaurantes e empresas que aderem ao movimento mas a organização está permanentemente à procura de voluntários. Por isso, caso queira ajudar, procure saber qual é o núcleo mais próximo da sua residência e estenda a mão a quem precisa de um pouco do seu tempo.
Picture1 (1)
Em suma…
MISSÃO
Eliminar o desperdício de alimentos e a fome, envolvendo toda comunidade numa causa comum.

VISÃO
RE-FOOD aspira a um mundo novo, onde todos têm a comida de que necessitam; onde todos os alimentos produzidos vão primeiramente alimentar pessoas; onde os cidadãos participam ativamente na gestão dos preciosos recursos da comunidade, e onde todo mundo assume o poder, direito e a obrigação de transformar o mundo num lugar melhor.

Para conhecer melhor o movimento visite o site:
http://www.re-food.org/pt

Estes cinco alimentos estão a arruinar a sua pele

O tipo de alimentação diz muito sobre a personalidade, estado de saúde e qualidade da pele de uma pessoa. Aquilo que se come é facilmente espelhado no rosto e são vários os alimentos que conseguem arruinar a saúde da pele.

De acordo com o site Mind Body Green, existem cinco alimentos que são altamente prejudicais àquele que é o maior órgão do corpo humano e que funciona como o mais autêntico espelho físico da pessoa.

1. Açúcar processado – de acordo com o British Journal of Dermatology, o consumo regular de açúcar refinado (o tradicional açúcar branco) e de açúcar adicionado (que está facilmente presente na grande maioria dos alimentos) leva a uma degradação do colagénio e, consequente, perda da elasticidade da pele.

2. Comida processada – os alimentos industrializados (como o pão, bolachas, massa, bolos, cereais de pequeno-almoço, etc) são classificados como alimentos de alto teor glicémico, isto é, trata-se de alimentos que proporcionam uma subida dos níveis de açúcar no sangue. Tal como o açúcar refinado, a comida processada acelera o envelhecimento da pele.

3. Produtos lácteos – conhecidos por impulsionar (ou agravar) a acne, os produtos lácteos podem não ser os mais indicados para quem tem uma pele sensível. As versões vegetais – como bebida de amêndoa, coco ou aveia – são uma alternativa.

4. Fritos – os fritos não são apenas altamente nocivos para o interior do corpo, são igualmente para o exterior e a pele é a parte que mais sofre. Além de impulsionarem a acne, estes alimentos conseguem ter ainda uma ação bastante inflamatória, o que deixa a pele fraca.

5. Cafeína – embora o café seja benéfico em muitos aspetos, a cafeína é um diurético eficaz e, por isso, deixa o corpo desidratado, fazendo com que a pele fique baça, seca e fraca.

EMPRESAS