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Perdem-se mais de 47 dias de trabalho em Portugal durante o primeiro ano após um episódio cardiovascular

A Amgen anunciou ontem os resultados de um estudo Europeu acerca do impacto negativo da síndrome coronária aguda (enfarte agudo do miocárdio e angina instável) e do acidente vascular cerebral na produtividade dos doentes e dos cuidadores e custos associados. O estudo, publicado no European Journal of Preventive Cardiology, uma revista da Sociedade Europeia de Cardiologia, conclui que os sobreviventes de um episódio de síndrome coronária aguda (SCA) ou enfarte agudo do miocárdio que regressaram ao trabalho, perderam cerca de 25% do seu tempo de trabalho durante o primeiro ano, e que os cuidadores informais perderam cerca de 5% do seu tempo de trabalho anual no apoio aos doentes nas tarefas que estes não conseguiam fazer de forma independente.[i]

De acordo com o estudo, os doentes com SCA em Portugal perderam em média 37 dias de trabalho, e os cuidadores perderam 10 dias de trabalho adicionais. Os doentes com enfarte agudo do miocárdio e os cuidadores perderam em média 65 e 12 dias de trabalho, respetivamente. Mais de 73% do tempo de trabalho perdido pelo doentes decorreu da hospitalização e baixa médica após um episódio cardiovascular. A produtividade dos doentes também foi afetada após o regresso ao trabalho: os doentes com SCA e enfarte agudo do miocárdio perderam em média 2 e 7 dias de trabalho, respetivamente, devido ao presenteísmo – condição que decorre quando uma pessoa está presente no trabalho mas não consegue executar na plenitude as suas funções devido ao seu estado de saúde. Os custos indiretos consistiram em 6.641€ para SCA e em 10.725 € para o enfarte agudo do miocárdio, os quais são comparáveis aos custos médicos diretos, efetivamente duplicando o peso económico destes episódios cardiovasculares para a sociedade portuguesa.

As perdas de produtividade associadas aos eventos cardiovasculares são substanciais e vão para além do doente. Este estudo demostra que o custo financeiro total de um ataque cardíaco ou de um acidente vascular cerebral pode ser o dobro dos custos médicos diretos, quando os custos indiretos decorrentes do tempo de trabalho perdido pelos doentes e cuidadores informais é tido em conta. Os esforços contínuos na abordagem aos fatores de risco cardiovascular modificáveis, incluindo a otimização do uso de terapêuticas antidislipidémicas, facultarão um efeito benéfico na saúde e longevidade da população e simultaneamente uma diminuição da carga económica associada.” Professora Dra. Catarina Fonseca, Hospital de Santa Maria, Lisboa.

O estudo utilizou o questionário iPCQ (Productivity Cost Questionnaire) desenhado e validado pelo Institute of Medical Technology Assessment e foi aplicado em 394 doentes (196 com SCA e 198 com enfarte agudo do miocárdio), de 7 países Europeus, que conseguiram regressar ao trabalho nos 3 a 12 meses segintes ao episódio. Em Portugal, foram recrutados 39 doentes com SCA e 31 doentes com enfarte agudo do miocárdio. Nos países Europeus do estudo, 60% dos dias de trabalho perdidos devido aos episódios cardiovasculares decorrerram do internamento hospitalar e da baixa médica após o episódio.[ii] O estudo demonstrou que, para os doentes em Portugal os dias de trabalho perdidos devido ao tempo em internamento e baixa médica são superiores à média dos países europeus, mas que a produtividade perdida após o regresso ao trabalho devido às ausências de curto-prazo e ao presenteísmo é inferior à média Europeia.

Os déficits de produtividade nesta população acarretam consequências psicossociais negativas para os doentes e para as suas famílias. Alguns dos doentes questionados ​​tiveram que mudar de emprego ou carreira, reduzir as suas horas de trabalho ou necessitar de mais ajuda de amigos e familiares. O estudo focou-se apenas nos doentes que puderam continuar a trabalhar, mas muitos doentes com episódios cardiovasculares graves não puderam regressar ao mercado laboral. 

Pode aceder ao estudo publicado online no seguinte link: https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/2047487319834770

Acerca do estudo 

O estudo transversal foi realizado na Bélgica, França, Polônia, Portugal, Espanha, Suíça e Reino Unido. Os doentes foram recrutados durante uma consulta de rotina de cardiologia ou neurologia num hospital participante no estudo entre setembro de 2016 e novembro de 2017. A média de idade no estudo foi de 53 anos, dos quais os doentes portugueses tinham em média 51 anos de idade. Para ser elegível para o estudo, os doentes tiveram que ter estado hospitalizados por SCA ou AVC nos 3 a 12 meses anteriores à visita de recrutamento, estar em emprego remunerado e receber terapêutica antidislipidémica durante a hospitalização devida aos episódios cardiovasculares. Os doentes foram avaliados utilizando o questionário iPCQ desenvolvido pelo Institute of Medical Technology Assessment da Universidade Erasmus, em Roterdão. Os dias de trabalho perdidos pelos cuidadores foram avaliados perguntando aos doentes o número de dias que necessitavam de auxílio de um cuidador e por quanto tempo esse era necessário. As horas de trabalho perdidas foram valorizados de acordo com os custos do trabalho em Portugal para 2018.

O estudo foi financiado pela Amgen (Europe) GmbH.

[i] Kotseva K. et al., Patient and Caregiver Productivity loss and indirect costs associated with cardiovascular events in Europe. European Journal of Preventive Cardiology. 2019. doi: 10.1177/2047487319834770.

[ii] Kotseva K. et al., Patient and Caregiver Productivity loss and indirect costs associated with cardiovascular events in Europe. Poster presentation at European Society of Cardiology (ESC) congress, Munich, Germany; August 25-29, 2018.

 

Impeça a osteoporose de quebrar a sua rotina

A Associação Nacional contra a Osteoporose (APOROS), a Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR) e a Sociedade Portuguesa de Osteoporose e Doenças Ósseas Metabólicas (SPODOM), com o apoio da Amgen e da Infraestruturas de Portugal, uniram-se para contribuir para educação da população sobre a Osteoporose e o risco de fraturas.

Em Portugal, a osteoporose está na origem de cerca de 40 mil fraturas por ano, as quais têm um impacto negativo importante na morbilidade e na qualidade de vida dos doentes e que podem ter como consequência a redução da sua sobrevivência. Estima-se ainda que cerca de 40 a 50% dos doentes com mais de 70 anos vão necessitar de assistência e de apoio social, o que implica um investimento socioeconómico relevante.

Num estudo português publicado em 2016, estimou-se que a prevalência da osteoporose na população adulta em Portugal era de cerca de 10%, sendo mais frequente nas mulheres que nos homens. Num outro estudo recentemente publicado em 2018, sobre dados da população portuguesa, estimou-se uma prevalência de osteoporose de 50% na população feminina com mais de 65 anos, sendo que a prevalência de fraturas de fragilidade neste escalão etário foi de 21%.

Luís Cunha Miranda, presidente da SPR, alerta ainda que “20% das mulheres que sofrem uma fratura da anca acabam por falecer um ano após a fratura e, como tal, temos de promover a implementação de boas práticas que ajudem a melhorar a qualidade de vida dos doentes e diminuir a morbilidade e mortalidade na Osteoporose”. As fraturas da anca em pessoas com Osteoporose representam uma totalidade de 10 mil fraturas anuais.

A campanha “Impeça a Osteoporose de quebrar a sua rotina” procura dar à população uma ferramenta de apoio para este problema de saúde pública, com o lançamento da plataforma de educação “Ossos Fortes”. Esta plataforma abordará problemas como a falta de adesão à terapêutica, a carência de vitamina D, entre outros temas pertinentes, e suas implicações na saúde e bem-estar das pessoas com Osteoporose.

Viviana Tavares, presidente da APOROS, refere a importância da plataforma www.ossosfortes.pt” que partilha histórias reais, informação sobre como prevenir a osteoporose, um questionário de auto-avaliação sobre risco de fraturas, cuidados para evitar as quedas e as fraturas e medidas para um envelhecimento ativo”.

Vai ser ainda realizada uma ação de rua que pretende sensibilizar a população para esta problemática, a decorrer entre as 9h e as 13h, de dia 16 de março, no Mercado da Ribeira e na Estação Ferroviária do Cais do Sodré.

Tiago Amieiro, Diretor-Geral da Amgen, declara ainda que “o nosso principal objetivo é que possam ser identificados os casos de Osteoporose pós-menopáusica de maior risco atempadamente e tratá-los para contrariarmos a elevada incidência de fraturas nestes doentes e todos os problemas sociais que daí podem resultar”.

A plataforma “Ossos Fortes” estará disponível no próximo dia 16 de março em: www.ossosfortes.pt

APOROS – Associação Nacional contra a Osteoporose

A APOROS, cuja fundação teve lugar em fevereiro de 1994, é uma associação de doentes, independente e não lucrativa, que integra todos os indivíduos interessados na doença.

A nível nacional colabora ativamente com a SPODOM -Sociedade Portuguesa das Doenças Ósseas Metabólicas (sociedade científica) e com a Sociedade Portuguesa de Reumatologia em trabalhos de investigação.

Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR)

A Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR), fundada em 1972, é uma organização científica que tem por objetivo promover o desenvolvimento da reumatologia ao serviço da saúde da população portuguesa. A sua atuação tem por finalidade fomentar o conhecimento das doenças reumáticas, favorecendo a formação médica, bem como o desenvolvimento de estudos e projetos de investigação em Reumatologia. A SPR assume-se, igualmente, como um centro de documentação destinada quer a profissionais, através da edição e publicação de informação científica médica especializada, quer ao público em geral, mediante o seu website. Além disso, coopera com as associações de doentes e planifica ações de educação às populações. Atualmente, representa 200 profissionais, com os quais colabora na defesa do título de Reumatologista e do bom nome da especialidade.

Sociedade Portuguesa de Osteoporose e Doenças Ósseas Metabólicas (SPODOM)

A Sociedade Portuguesa das Doenças Ósseas Metabólicas é uma associação médica para o estudo, investigação, prevenção e tratamento das doenças ósseas metabólicas em seus diferentes aspetos e de luta contra a Osteoporose, em particular.

AMGEN

A Amgen, líder mundial em biotecnologia, há 30 anos que explora o poder da inovação científica para melhorar de forma decisiva a vida dos doentes.

A Amgen está na vanguarda do desenvolvimento de produtos originais baseados em tecnologia de ADN recombinante e biologia molecular, tendo lançado os primeiros medicamentos revolucionários da biotecnologia.

Em Portugal, a Amgen iniciou as suas atividades em 1993, com o objetivo e a legítima aspiração de vir a conquistar o primeiro lugar no setor farmacêutico nacional, entre as companhias dedicadas à comercialização de medicamentos obtidos por biotecnologia.

Infraestruturas de Portugal

A Infraestruturas de Portugal, que resultada fusão da REFER com a Estradas de Portugal, é responsável pela das infraestruturas rodoviárias e ferroviárias, tendo por objeto a conceção, projeto, construção, financiamento, conservação, exploração, requalificação, alargamento e modernização das redes rodoviária e ferroviária nacionais, incluindo-se nesta última o comando e controlo da circulação.

 

 

TERAPÊUTICAS EFICAZES E INOVADORAS

AMGENA Amgen iniciou atividade a sua Portugal em 1993, com a aspiração de vir a conquistar o primeiro lugar no setor farmacêutico nacional. Como perpetua o percurso da farmacêutica no nosso país?

O primeiro lugar entre as companhias dedicadas à comercialização de “medicamentos obtidos por biotecnologia”, no entanto, e bastante mais importante é o impacto e a diferença que a Amgen e os seus medicamentos fazem na vida de milhares de portugueses. A razão da existência da Amgen reside num único intuito, garantir o acesso a todos os doentes que possam beneficiar do uso dos nossos medicamentos. É esta a missão que prosseguimos diariamente e para a qual trabalhamos com empenho e grande convicção. Acreditamos que temos a obrigação de ultrapassar todas as barreiras necessárias para que a inovação que desenvolvemos chegue a quem mais dela necessita, os doentes. Em Portugal concretizamos a visão e missão da Amgen através de uma equipa eclética e multidisciplinar, desde o departamento médico, às áreas de acesso ao mercado, marketing e comercial, sem esquecer as restantes áreas que suportam o nosso trabalho diário. O percurso da Amgen em Portugal conta com um histórico de 23 anos a tratar os doentes portugueses e a cuidar da comunidade que nos rodeia. Gosto de pensar nestes anos como os primeiros 23 anos da Amgen em Portugal. Quando olhamos para o nosso pipeline, juntamente com os medicamentos que estão em avaliação no Infarmed, tenho a forte convicção de que, nos próximos 23 anos, a Amgen será ainda mais impactante na vida dos doentes e ocupará, certamente, um espaço importante no mercado e na sociedade portuguesa.

No nosso país, a farmacêutica atua, essencialmente, nas áreas de oncologia e insuficiência renal crónica. Qual tem sido, objetivamente, o contributo da Amgen em cada uma destas áreas?

São apenas duas das áreas onde atuamos, das quais temos um enorme orgulho do caminho que percorremos e dos resultados em saúde que ajudámos a conquistar. Temos a consciência de que os tratamentos hoje existentes, tanto para a oncologia como para a insuficiência renal crónica, não seriam tão efetivos sem os nossos medicamentos. O processo de crescimento e desenvolvimento da Amgen passará pela investigação e investimento em outras áreas terapêuticas, como é o caso da área cardiovascular e área inflamatória. Somos uma Companhia de inovação que trabalha diariamente para aumentar as respostas terapêuticas a necessidades médicas não satisfeitas.

Pensar que a inovação existente é já suficiente, é ignorar que existem atualmente lacunas terapêuticas que necessitam de ser respondidas, que nos permitam continuar a melhorar os indicadores de saúde, nomeadamente as taxas de mortalidade e morbilidade, para alcançar níveis elevados de resultados em saúde. Por essas mesmas razões, a Amgen investe continuamente em investigação e desenvolvimento de novas moléculas. Este investimento representa o ciclo de vida de uma verdadeira empresa de inovação, que tem por missão tratar e curar doentes. A sustentabilidade dos ciclos de inovação de Companhias como a Amgen dependem da sua própria estabilidade económica e capacidade financeira para investir em investigação e desenvolvimento (I&D) de novos medicamentos. Os doentes necessitam de respostas terapêuticas eficazes e os profissionais de saúde necessitam de ter acesso a novas tecnologias de saúde para enfrentarem novos desafios de saúde, nomeadamente no domínio da Saúde Pública onde, por exemplo, a falta de investimento em I&D compromete atualmente os indicadores de saúde no que diz respeito ao controlo de infeções e resistências a antibióticos. Também na esfera dos medicamentos órfãos, para o tratamento de doenças raras, é necessário garantir que a Indústria farmacêutica tem capacidade de investimento para a I&D de novos medicamentos. Também aqui, na abordagem e resposta a estas questões, deverá a sociedade num futuro próximo ter uma palavra a dizer.

 

A inovação em Biotecnologia aos serviço dos doentes

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FÁTIMA BRAGANÇA, Diretora de Assuntos Corporativos & Economia da Saúde da Amgen Biofarmacêutica

As novas tecnologias e a biotecnologia estão em ascensão e a revolucionar o mundo da ciência. Em que patamar se encontra o nosso país no que diz respeito à inovação farmacêutica?

Portugal está a tentar acompanhar a investigação & desenvolvimento de novos medicamentos de biotecnologia, num ambiente extremamente competitivo, quer em termos europeus quer em relação ao resto do mundo. Temos óptimos profissionais de saúde e/ou investigadores, em investigação básica e clínica, e ótimos centros, reconhecidos internacionalmente. O que se faz em Portugal faz-se com os padrões de excelência em que é feito nos países em que as normas de qualidade são mais rígidas. Todavia temos ainda bastantes constrangimentos ao nível burocrático e legal, de processos e procedimentos, que nos impedem de competir mais eficientemente com os outros e de atrair mais investimento nestas áreas, nomeadamente quando a exigência para seleção de países se relaciona com rapidez de análise, de aprovação procedimental e contratual e de implementação de estudos clínicos, pré-clínicos ou observacionais. Existe aqui uma oportunidade de melhoria, na qual estamos empenhados em colaborar ativamente, para bem dos nossos doentes e profissionais, do desenvolvimento científico do nosso país e para a sustentabilidade financeira do nosso Sistema Nacional de Saúde. Podemos falar agora de acesso à inovação terapêutica, ou seja, de efetivamente o fruto de todo o investimento no desenvolvimento de novos fármacos ficar disponível para o tratamento dos doentes. Sobre este tópico, existem os mesmos e outros constrangimentos. Continuamos a ser um país em que os tempos de aprovação de financiamento são dos mais longos e mais afastados da legislação em vigor. Os processos de avaliação são complexos e ainda com espaço de melhoria de eficiência e simplificação. A aposta num modelo de avaliação conjunta de base europeia poderia ser uma das soluções, mas há que repensar o próprio modelo de avaliação em si mesmo, a par das discussões supranacionais. A inovação farmacêutica é cada vez mais radical e requer inovação de avaliação, quer em técnicas, quer em metodologias, quer em procedimentos.

Em Portugal, estamos a assistir a um momento de renovação de avaliação pelo INFARMED, que desejamos que seja um marco crucial para uma mudança estruturalmente e profundamente positiva para todos os agentes da saúde, mas principalmente para os doentes.


A Amgen é líder mundial na produção biotecnológica com amplas capacidades para apoiar o desenvolvimento clínico e a produção comercial de novos potenciais produtos, em múltiplas áreas terapêuticas. Que desafios se impõem, a médio prazo, à farmacêutica?

Como já referi anteriormente, manter os nossos doentes com acesso à inovação terapêutica que pode fazer a diferença na sua sobrevivência, morbilidade e qualidade de vida, é e será sempre o mote da Amgen em Portugal e no mundo. Por outro lado, estamos conscientes dos desafios económicos e financeiros com que se debate o nosso país e o nosso SNS, em particular. Por isso, a Amgen quer ser um parceiro na procura de soluções. A par da inovação radical que desenvolvemos, pretendemos comercializar em Portugal nos próximos anos vários medicamentos biossimilares, os quais vão contribuir certamente para reduzir os custos em algumas áreas terapêuticas e assim libertar alguns fundos adicionais para o investimento/financiamento em inovação. Assim se promove o ciclo do medicamento de forma equilibrada e sustentada no tempo, com o estímulo correto à inovação e ao investimento nacional e internacional.

A Amgen está na vanguarda da investigação e desenvolvimento de produtos. Qual tem sido a prioridade e a linha orientadora da Amgen?

Uma grande aposta em inovação radical através de biotecnologia (e recentemente através da imuno-oncologia) em áreas de verdadeira necessidade terapêutica, “auscultando” criteriosamente as necessidades em saúde das populações. Apostar em nova tecnologia e medir os resultados vai continuar a ser o nosso ADN. Estamos convictos que trazemos aos doentes valor terapêutico acrescentado através de medicamentos inovadores, e que aquele tem que ser medido de forma consciente, criteriosa, sistemática e precisa na forma de resultados específicos em saúde. Estamos certos que a sociedade como um todo, e todos os agentes da saúde, em particular, esperam por isso, para poderem participar na decisão em saúde de forma informada com base em medição de resultados. A capacitação dos doentes e da sociedade em geral é uma área de potencial desenvolvimento neste sentido.

Termino apenas desejando que Portugal continue a manter o espírito dos nossos grandes descobridores, mantendo a palavra “descobrimentos” como sinónimo de “inovação e desenvolvimento” dos dias atuais, em que o SNS possa ser um marco desse triunfo.

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