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Guterres vai jejuar em solidariedade para com muçulmanos de todo o mundo

© Reuters

“O Ramadão [mês sagrado dos muçulmanos] é uma época de paz e de reflexão. Em solidariedade com os muçulmanos de todo o mundo, junto-me hoje a todos e a todas que vão jejuar hoje aqui, no Mali. Ramadão Mubarak [Abençoado]“, escreveu Guterres, numa mensagem publicada na rede social Twitter.

Durante o dia de hoje, o secretário-geral da ONU não poderá comer ou beber desde que o sol nasce até que o sol se põe. Só depois do pôr do sol é que poderá fazer uma interrupção do jejum e consumir alimentos ou bebidas.

Guterres chegou na terça-feira a Bamako, capital do Mali, país de maioria muçulmana e que nos últimos anos tem enfrentado vários grupos extremistas islâmicos, para prestar homenagem aos soldados das missões de paz da ONU, conhecidos como ‘capacetes azuis’, por ocasião do Dia Internacional dos Soldados da Paz e dos 70 anos de existência destas operações.

No Mali está a Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização do Mali (Minusma, na sigla em inglês), considerada a mais perigosa das atuais operações da organização.

Durante o dia de hoje, Guterres vai visitar a cidade de Mopti e reunir-se com o comando da “Força G5”, que integra cinco países da região do Sahel.

Tem ainda prevista uma conferência de imprensa em Bamako e um encontro com o Presidente do Mali, Ibrahim Boubacar Keïta, com quem irá interromper o jejum ao final do dia durante um evento oficial.

Destacada em 2013, a Minusma, que integra cerca de 12.500 militares e polícias, é, atualmente, a missão de paz da ONU com mais baixas.

Entre março e abril de 2012, o norte do Mali caiu nas mãos de grupos extremistas com ligações à rede terrorista Al-Qaida.

A progressão no terreno destes grupos extremistas tem sido travada por uma operação militar internacional que foi lançada em janeiro de 2013, por iniciativa de França.

Existem áreas inteiras do país que ainda estão fora do alcance das forças do Mali, das tropas francesas e da Minusma, que são regularmente alvo de ataques.

Estes ataques têm ocorrido mesmo depois da assinatura em maio e junho de 2015 de um acordo de paz, destinado a isolar definitivamente os extremistas.

Desde 2015, os ataques alastraram-se para o centro e o sul do Mali, mas também para países vizinhos, nomeadamente Burkina Faso e Níger.

LUSA

ONU exige implementação imediata do período de tréguas na Síria

“Espero que a resolução seja imediatamente aplicada (…) para que os serviços humanitários possam atuar de imediato”, disse António Guterres, em Genebra.

Pelo menos dez civis morreram hoje nos bombardeamentos de Damasco contra Ghouta Oriental, apesar das tréguas pedidas pelas Nações Unidos, indica o Observatório Sírio dos Direitos do Homem.

Entre as dez vítimas mortais encontram-se nove membros de uma mesma família, entre os quais três crianças.

Os ataques aéreos e de artilharia das forças do regime de Damasco contra Ghouta (arredores da capital da Síria) foram particularmente intensos durante as últimas horas, de acordo com as informações da organização não-governamental com sede em Londres.

Desde o início dos ataques de Damasco contra Ghouta Oriental, a 18 de fevereiro, morreram 521 civis, segundo os números divulgados pelo observatório.

LUSA

António Guterres condena Coreia do Norte sobre os últimos lançamentos de mísseis balísticos

United Nations High Commissioner for Refugees (UNHCR) Antonio Guterres attends a press conference following the UNHCRs annual Executive Committee meeting on October 3, 2014 at the United Nations Office at Geneva. AFP PHOTO / FABRICE COFFRINI (Photo credit should read FABRICE COFFRINI/AFP/Getty Images)

Tais ações violam as resoluções do Conselho de Segurança e prejudicam seriamente a paz e a estabilidade regional”, referiu, em comunicado, o porta-voz de António Guterres, Farhan Haq.

No comunicado, António Guterres apelou à liderança da Coreia do Norte para que se “abstenha de novas provocações e voltar ao pleno cumprimento das suas obrigações internacionais”.

O Conselho de Segurança da ONU deverá realizar uma reunião de emergência para discutir os quatro lançamentos de mísseis na segunda-feira, três dos quais caíram no mar do Japão.

Segundo a agência oficial de notícias da Coreia do Norte, o lançamento dos quatro mísseis faz parte de um exercício de treino.

António Guterres toma hoje posse como secretário-geral da ONU

A cerimónia de tomada de posse de António Guterres como secretário-geral da ONU  acontece às 15h de Lisboa, na sede da ONU, em Nova Iorque, na sala da Assembleia Geral, perante representantes dos 193 estados-membros, e é antecedida por uma homenagem ao secretário-geral cessante, Ban Ki-moon, que fará o seu último discurso como secretário-geral perante o plenário. Ao final do dia, por volta das 18h locais e 23h em Lisboa, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, oferece uma receção para cerca de 800 pessoas na Sala de Jantar dos Delegados, também na sede da organização.

No discurso inaugural e depois de fazer o juramento sobre a Carta das Nações Unidas, o novo secretário-geral da ONU deverá traçar as linhas mestras do seu “programa de governo”, desde a resposta às crises globais até ao muito aguardado e muito adiado processo de reforma da pesada maquinaria institucional da organização de 71 anos.

Desde que foi aclamado pela Assembleia-geral da ONU em outubro, António Guterres já visitou as capitais e reuni-se com os líderes dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança.

Um dos primeiros atos de António Guterres depois de tomar posse deverá ser o anúncio da nomeação do vice-secretário-geral e do seu chefe de gabinete, com analistas a anteciparem que os dois lugares-chave serão ocupados por mulheres. Guterres já afirmou que as questões de igualdade de género no interior da ONU vão merecer atenção particular no seu mandato.

A ministra do Ambiente da Nigéria, Amina Mohammed, é tida como a principal candidata ao cargo de vice-secretário-geral.

Marcelo: próximo secretário-geral deve seguir “exemplo de Gandhi e Mandela”

Marcelo Rebelo de Sousa nem precisou de pronunciar o nome de Guterres quando apontou as qualidades que o próximo secretário-geral das Nações Unidas deve ter.
Dirigindo-se ao plenário, o Presidente português pediu que o escolhido saiba ir “para além do seu grupo ou círculo, unindo, representando todos e não uma parte, tendo a sabedoria e a capacidade de liderança inatas que lhe permitam tomar decisões em que todos se revejam”.

No discurso de estreia na Assembleia Geral, Marcelo desejou ainda que o homem que vai suceder a Ban Ki Moon saiba guiar-se “pelo exemplo dos valores que Gandhi e Nelson Mandela sempre aplicaram na vida”. António Guterres e o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, estavam atentos a ouvi-lo na primeira fila do espaço reservado à delegação portuguesa. As palavras do Presidente eram também um elogio ao candidato português.

OS ESTUDANTES SÍRIOS

Num discurso que serviu para reafirmar a pertença de Portugal às Nações Unidas, Marcelo deu uma volta ao Mundo e referiu as grandes questões que marcam a atualidade. Sobretudo as que tardam em ter solução. O problema dos refugiados era incontornável. E o terrorismo também.

“Não cederemos ao medo”, garantiu o chefe de Estado que defendeu a necessidade de “ir à raiz do problema, erradicando o temor e o terror”.

Numa Europa confrontada com uma migração que “não para de aumentar”, Marcelo aproveitou para apontar o exemplo português e a aposta na promoção do ensino superior para os refugiados. E lembrou que “Portugal aceitou mais de 100 estudantes sírios”, para depois revelar: “Eu próprio ensinei estudantes sírios”.

AS PRIORIDADES DE MARCELO

Sem tempo “para apurar o que se passa em Portugal”, Marcelo Rebelo de Sousa escusou-se a comentar a polémica em torno de declarações da deputada do Bloco de Esquerda Mariana Mortágua sobre política fiscal.

“Sabem que eu tenho um princípio que é não comentar no estrangeiro o que acontece em Portugal, e acresce que neste caso estou tão concentrado numa prioridade nacional que é de todos os portugueses que não tenho tido tempo sequer para apurar o que se passa em Portugal, muito menos para opinar sobre o que se passa em Portugal”, declarou o chefe de Estado.

Perante outras perguntas dos jornalistas, o Presidente da República reiterou que está em Nova Iorque na candidatura do antigo primeiro-ministro António Guterres a secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

“Estou tão focado nesta prioridade que, francamente, o resto parece-me, com o devido respeito, muito menos relevante”, disse.

A prioridade Guterres

Quanto à escolha do próximo secretário-geral da ONU, Marcelo Rebelo de Sousa declarou-se “confiante na boa escolha das Nações Unidas” e desvalorizou a preferência de alguns por uma mulher, frisando que neste momento já se está “na ponta final do caminho”.

“Faltam poucas semanas. Depois há uma história passada que um dia será contada: se houve ou não houve quem gostasse de A e de B e de C – e houve quem gostasse de muita gente, porque houve muitos candidatos. Agora, o que interessa quando se está na ponta final do caminho é verdadeiramente com serenidade fazer esse troço final, é o que estamos a fazer”, sustentou.

O Presidente da República disse ter sentido, nas conversas que teve até agora, “que há uma compreensão crescente da importância da decisão sobre o secretário-geral das Nações Unidas e também a compreensão das qualidades indiscutíveis do senhor engenheiro António Guterres.

“Quando se chega em 15 votos a 12 votos, significa que tem de haver 12 países a votar. E nesses 12 países é natural que no leque daqueles que compreendem a importância candidatura caibam os amigos e aqueles que têm connosco uma relação mais fraterna desde sempre”, considerou.

Marcelo, Sampaio e Guterres chegam juntos a pé à sede das Nações Unidas

Marcelo Rebelo de Sousa, Sampaio e Guterres – que há 20 anos se cruzaram no palco da política nacional, respetivamente, como líder do PSD, Presidente da República e primeiro-ministro – encontraram-se hoje à porta do hotel onde estão instalados, no coração de Manhattan, num dia de chuva, perto das 08:15 (13:15 em Lisboa).

O Presidente da República deu um abraço a António Guterres, depois de reafirmar aos jornalistas que “seria muito estranho” se aparecesse neste momento “qualquer outra candidatura de última hora” a secretário-geral da ONU que não se submeteu aos debates e votações já realizados.

“Estamos muito serenos, muito calmos, aguardando com uma boa expectativa a votação de dia 26”, acrescentou.

Marcelo Rebelo de Sousa abraçou também Jorge Sampaio, que integra a sua comitiva oficial nesta visita, e em seguida os três caminharam, à conversa, numa curta deslocação até ao edifício sede da ONU, para participar numa reunião de alto nível sobre migrantes e refugiados.

O Presidente da República seguiu no meio, de braço dado com Jorge Sampaio, com António Guterres à sua esquerda. Junto a eles, estava também o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva. Atrás, vinha a restante delegação portuguesa.

A comunicação social tentou abordar António Guterres, mas o ex-Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados não mostrou vontade de falar.

Os refugiados são um dos temas na agenda desta semana em que se reúnem em Nova Iorque chefes de Estado e de Governo dos 193 Estados-membros da ONU.

“Falarei em nome de Portugal para explicar o que Portugal tem feito nos vários domínios, quer no quadro europeu, mostrando uma disponibilidade superior àquilo que era a sua quota, quer fora do quadro europeu, no contributo para organizações internacionais”, declarou Marcelo Rebelo de Sousa, a propósito da reunião de alto nível de hoje.

Jorge Sampaio, que atualmente preside à Plataforma Global de Assistência Académica de Emergência a Estudantes Sírios, vai participar com Marcelo Rebelo de Sousa nesta reunião e também numa cimeira sobre refugiados organizada pelo presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, na terça-feira.

Guterres na ONU: guerra adiada para outubro

Só depois de dia 26 de setembro, data da próxima votação secreta para secretário-geral da ONU, é que se sabe se a búlgara Kristalina Georgieva, atual vice-presidente da Comissão Europeia e potencial concorrente de peso de António Guterres, é ou não candidata.

Ao que o Expresso apurou, Kristalina não avançará, ao contrário do que chegou a ser admitido nos meios diplomáticos, sem ter o apoio oficial do seu país e isso depende do resultado que Irina Bokova, a atual candidata oficial búlgara, venha a ter no dia 26.

Esta terça-feira, o assunto foi discutido pelo Governo búlgaro e declarações do primeiro ministro, Boiko Borissov, deixaram em aberto a eventual desistência da atual candidata do país. Para já, o apoio a Bokova mantém-se mas Borissov lembrou que a sua votação veio piorando e que se no dia 26 a candidata não conseguir reunir nove votos favoráveis (teve sete na última), terão que repensar a questão.

Na última votação secreta, na passada sexta-feira, Bokova foi a mulher mais bem colocada mas desceu para quinto lugar. Se não melhorar na próxima votação secreta e for forçada a retirar a candidatura, Kristalina Georgieva avança e terá já garantido o apoio de cinco países da região.

Quarta-feira, Kristalina poderá comparecer na reunião do Grupo de Arraiolos que decorre em Sofia e onde estará o Presidente da República português, Marcelo Rebelo de Sousa.

Esta semana, em desfavor da potencial candidata à ONU surgiram, no entanto, notícias de que o seu nome estaria a criar problemas nas relações entre a Alemanha e a Rússia. De acordo com a imprensa búlgara, a vice-presidente da Comissão conta com o apoio da chanceler alemã Angela Merkel, que terá tentado influenciar a Rússia a apoiá-la. Posição que não terá agradado a Moscovo.

A menos que a tensão entre os dois países possa condenar à partida a nomeação de Georgieva, esta pode ser a candidata de última hora que vem baralhar o jogo.

Até agora, o português António Guterres venceu as primeiras quatro votações secretas – 21 de julho, 5 de agosto, 29 de agosto e 9 de setembro.

Guterres vence quarta votação para secretário-geral da ONU

O ex-primeiro-ministro português António Guterres ficou à frente na quarta votação secreta ocorrida esta sexta-feira entre os membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas, para eleger o próximo secretário-geral da organização, disseram fontes diplomáticas à Lusa.

Guterres teve 12 votos “encoraja”, dois “desencoraja” – melhorando o resultado da anterior votação – e um “sem opinião”. Na última votação que decorreu a 29 de agosto, o candidato português tinha tido 11 votos a favor, três contra e um sem opinião.

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Nesta quarta votação, a seguir a Guterres continua Miroslav Lajcak, ministro dos Negócios Estrangeiros eslovaco, com 10 votos a favor, quatro contra e um sem opinião. Em terceiro lugar, na votação anterior, estava a búlgara Irina Bokova, diretora da UNESCO, que passou agora para 5.º lugar embora tenha mantido os mesmos votos (7 a favor, 5 contra e 3 sem opinião).

O facto de ter caído de 3.º para 5.º é justificado pelo facto de dois outros candidatos a terem ultrapassado. Um é Vuk Jeremić, atual presidente da Assembleia das Nações Unidas e antigo ministro dos Negócios Estrangeiros da Sérvia, que passou para 3.º lugar (com nove votos favoráveis, quatro desfavoráveis e dois neutros).

Também Srgjan Kerim, macedónio e ex-presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, ultrapassou Irina Bokova. Conseguiu oito votos a favor, sete contra e nenhum neutro), o que o coloca em quarto lugar.

Duas outras votações estão agendadas: uma semelhante às primeiras quatro, que acontece a 26 de setembro, e uma na primeira semana de outubro, em que os votos dos membros permanentes do Conselho, que têm poder de veto sobre os candidatos, serão destacados.

António Guterres ficou sempre à frente nas três primeiras votações para o cargo, que aconteceram a 21 de julho, 5 de agosto e 29 de agosto.

Conselho de Segurança da ONU faz quarta votação sobre candidatos a secretário-geral

Os candidatos a secretário-geral da ONU vão ser votados pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas pela quarta vez, esta sexta-feira. António Guterres venceu as três primeiras votações informais para o cargo.

Duas outras votações estão agendadas: uma semelhante às primeiras quatro, que acontece a 26 de setembro, e uma na primeira semana de outubro, em que os votos dos membros permanentes do conselho, que têm poder de veto sobre os candidatos, serão destacados.

As três primeiras votações para o cargo, nas quais Guterres foi sempre o mais votado, aconteceram a 21 de julho, 5 de agosto e 29 de agosto.

Durante as votações, cada um dos 15 membros do conselho indica se “encoraja”, “desencoraja” ou “não tem opinião” sobre os candidatos.

Na primeira votação, recebeu 12 votos de encorajamento e nenhum de desencorajamento. Na segunda, teve 11 votos “encoraja”, dois votos “não tem opinião” e dois “desencoraja”. Na votação de 29 de agosto, Guterres teve 11 votos “encoraja”, três “desencoraja” e um “sem opinião” – o seu pior resultado de todas as votações.

Neste momento, o lugar de secretário-geral da ONU é disputado por 10 candidatos, metade dos quais mulheres.

O segundo lugar tem passado entre vários candidatos da Europa de Leste. O cargo é habitualmente atribuído a candidatos de diferentes áreas geográficas e um grupo de países, incluindo a Rússia, defende que chegou a hora de alguém desta região liderar a ONU.

Na primeira votação, destacou-se o ex-Presidente esloveno Danilo Turk; na segunda votação, Vuk Jeremic, da Sérvia, foi o segundo mais “encorajado”. Na última ronda, o segundo lugar foi para o ministro dos Negócios Estrangeiros eslovaco, Miroslav Lajcak.

Apesar da pressão internacional para escolher pela primeira vez uma mulher para o cargo, posição que foi apoiada pelo atual secretário-geral, Ban Ki-moon, ainda nenhuma das candidatas conseguiu melhor do que um terceiro lugar nas votações. A mulher mais bem colocada tem sido Irina Bokova, que na última votação teve cinco votos “desencoraja”, sete votos de apoio e três “não-opinião”.

Assim que um candidato reunir nove votos entre os 15 países membros e aprovação de todos os membros permanentes – China, França, Reino Unido, Rússia e Estados Unidos – o conselho recomendará o seu nome para aprovação pela Assembleia-Geral da ONU, que reúne representantes de 193 países.

A organização quer encontrar o sucessor de Ban Ki-moon, que termina o seu segundo mandato no final do ano, no dia 31 de dezembro.

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