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Concerto Solidário junta artistas portugueses para ajudar doentes oncológicos em tratamento

Os fundos angariados neste concerto solidário revertem para o apoio à construção da Casa Porto Seguro, um projeto da APCL que permitirá a doentes hemato-oncológicos deslocados e com carências económicas e respetivos familiares ficarem alojados numa casa, onde poderão receber todo o apoio que necessitam durante o período de tratamentos.

“A Casa Porto Seguro é já um sonho antigo da APCL, para que possamos prestar um maior apoio aos doentes que nos procuram e é, por isso, muito importante conseguir erguer esta casa. Este concerto vai poder ajudar-nos a ficar mais perto do nosso objetivo e em simultâneo criar uma noite com valor artístico e animada para todos os espectadores”, afirma Carlos Horta e Costa, vice-presidente da APCL.

O concerto será no Campo Pequeno e vai ter início pelas 21h15. Os bilhetes estão à venda na ticketline e os preços variam entre 38€ e 60€. O valor será revertido na totalidade para a construção da Casa Porto Seguro.

A “Casa Porto Seguro” será construída na rua Dom Luís de Noronha, num edifício cedido pela Câmara Municipal de Lisboa, a 1 km do Instituto Português de Oncologia e a 2km do Hospital de Santa Maria, as duas Unidades de Transplante de Medula óssea de Lisboa e o grande objetivo é conseguir albergar até 16 pessoas (8 famílias) de cada vez.

Procura por novos alvos terapêuticos para Linfoma Não Hodgkin vence Bolsa de Investigação

Esta é uma iniciativa da Associação Portuguesa contra a Leucemia (APCL) em parceria com a Sociedade Portuguesa de Hematologia (SPH) e com o apoio da biofarmacêutica Gilead. A bolsa de 15.000€ é atribuída a um projeto de investigação com a duração de um ano.

Encontrar novos fatores prognósticos e a carência de uma terapêutica orientada para as necessidades dos doentes com Linfoma Linfoplasmocítico/Macroglobulinémia de Waldenström foram as principais necessidades detetadas pelos investigadores que, durante o próximo ano, se vão dedicar ao estudo da relação entre as transformações genéticas e celulares na célula maligna assim como alterações no sistema imunológico envolvente, particularmente o compartimento de células B, em doentes com Linfoma Linfoplasmocítico/Macroglobulinemia de Waldenström.

Sara Duarte, médica interna de Hematologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) e coordenadora do projeto vencedor explica que “apesar dos avanços, nos últimos anos, no conhecimento das alterações genéticas subjacentes ao desenvolvimento do Linfoma Linfoplasmocítico/Macroglobulinémia de Waldenström, não existe ainda uma terapêutica orientada para estes doentes, que acabam por ser tratados com recurso a terapêuticas conceptualizadas para linfomas mais agressivos e para o Mieloma Múltiplo. Com os nossos estudos pretendemos contribuir com uma melhor caracterização não só molecular, mas também celular da doença assim como das alterações no microambiente com o objetivo último de identificar potenciais alvos terapêuticos”.

 “É com muito orgulho que atribuímos esta bolsa de investigação a um projeto que pode ser uma mais-valia na cura de doentes com este tipo de Linfoma Não Hodgkin. É muito importante encontrar tratamentos que permitam ajudar cada vez mais pessoas e aumentar a esperança média de vida dos doentes com linfoma”, afirma Manuel Abecasis, presidente da Associação Portuguesa Contra a Leucemia.

Vítor Papão, Diretor Geral da Gilead Sciences refere que “este é um projeto com potencial para trazer novidades para a área das doenças hemato-oncológicas e poder fazer a diferença na vida dos doentes. É muito recompensador para nós podermos associar-nos à atribuição desta Bolsa em conjunto com a APCL e a Sociedade Portuguesa de Hematologia”.

“É com satisfação que vemos ser atribuída esta bolsa a um projeto focado num linfoma menos conhecido e investigado, no qual as opções terapêuticas são ainda pouco satisfatórias”, comenta Aida Botelho de Sousa, presidente da Sociedade Portuguesa de Hematologia.

O Linfoma Linfoplasmocítico/Macroglobulinémia de Waldenström é um linfoma não Hodgkin, que embora represente apenas 1-2% dos linfomas, está associado a elevada morbilidade quando sintomático. O Linfoma Linfoplasmocítico define-se por envolvimento da medula óssea e está frequentemente associado à produção aberrante de uma proteína, quase sempre a imunoglobulina-M, designando-se nestes casos, de Macroglobulinémia de Waldenström. A acumulação de imunoglobulina-M no organismo pode levar ao desenvolvimento de sintomas típicos da macroglobulinémia de Waldenström, incluindo hemorragias, alterações da visão e problemas associados ao sistema nervoso.

Vencedor de Bolsa de Investigação em células B maduras conhecido na próxima semana

O projeto vencedor é contemplado com uma bolsa no valor de 15.000€, destinada à realização, pelo período de um ano, de uma proposta de investigação na área das neoplasias de células B maduras.

Nas candidaturas recebidas valorizaram-se os projetos interdisciplinares que apresentassem propostas nas áreas do tratamento, diagnóstico, epidemiologia, impacto social da doença e melhoria da qualidade de vida do doente.

Os projetos foram avaliados por um júri composto pelo diretor do Serviço de Hemato-Oncologia do IPO do Porto, Dr. Mário Mariz, pelo diretor do Serviço de Hematologia do Centro Hospitalar de Lisboa Norte, Dr. João Raposo, e pela diretora do Serviço de Hematologia do Instituto Português de Oncologia de Lisboa, Profª Drª Maria Gomes da Silva.

APCL organiza workshop de maquilhagem para promover autoestima de doentes hemato-oncológicos

Neste encontro, com início marcado para a 16h na sede da APCL, em Lisboa, as doentes inscritas terão oportunidade de conhecer uma linha de produtos não agressivos para a sua pele, bem como alguns truques de maquilhagem para as ajudar no dia-a-dia.

“Com o objetivo de promover a autoestima e aumentar a confiança dos doentes, a realização deste workshop vai permitir mostrar aos participantes que uma doença hemato-oncológica não impede que os doentes se maquilhem e, em simultâneo, cuidem da sua pele”, afirma Carlos Horta e Costa, vice-presidente da APCL.

“Potenciar a autoestima das pessoas que sofrem com doenças hemato-oncológicas e fazê-las sentir-se mais positivas é um contributo importante para encararem com ânimo os tratamentos a que são sujeitas”, reforça o responsável.

O workshop, destinado a doentes hemato-oncológicos, familiares, cuidadores e profissionais relacionados, é gratuito, mas tem vagas limitadas. As inscrições são obrigatórias e devem realizar-se até 23 de março, através do e-mail geral@apcl.pt ou do telefone 213 422 205.

APCL, SPH e Gilead atribuem bolsa de investigação no valor de 15 mil euros para projeto na área do linfoma de células B Candidaturas estão abertas até 15 de março de 2019

O prazo para entrega das candidaturas estende-se até 15 de março de 2019 e o projeto a apoiar deve ter como duração máximo um ano. Esta bolsa dirige-se a investigadores nacionais ou estrangeiros que se encontrem a desenvolver projetos em instituições portuguesas. Serão aceites projetos nas áreas do tratamento, diagnóstico, epidemiologia, qualidade de vida dos doentes e impacto a nível sociológico, sendo valorizados projetos de carácter interdisciplinar e de colaboração entre instituições.

“O apoio à investigação científica é um pilar do nosso trabalho e é por isso que desde 2003 atribuímos bolsas de investigação no âmbito das doenças hemato-oncológicas malignas”, explica Manuel Abecasis, presidente da APCL. Até à data, a associação já atribuiu um total superior a 450 mil euros em bolsas de investigação.

“É com enorme satisfação que em parceria com a APCL e apoio da Gilead a SPH se junta à importante missão de fomentar a investigação científica, reconhecendo, assim, a importância dos contributos que a investigação traz ao futuro da oncologia”, refere Maria Aida de Sousa, presidente da SPH.

“Esta bolsa de investigação enquadra-se na política de responsabilidade social da Gilead, sendo por isso um privilégio podermos contribuir para a geração de valor no domínio da investigação científica na área das doenças hemato-oncologicas” refere Vítor Papão, Diretor Geral da Gilead Sciences Portugal.

Os projetos submetidos serão avaliados por um júri independente, composto por Mário Mariz, diretor do serviço de hemato-oncologia do IPO do Porto, João Raposo, diretor do serviço de hematologia do Centro Hospitalar de Lisboa Norte e Maria Gomes da Silva, professora de hematologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa (NOVA) e diretora do serviço de hematologia clínica do Instituto Português de Oncologia de Lisboa.

As candidaturas podem ser enviadas para o email bolsas@apcl.pt e o regulamento deve ser consultado no site da APCL.

Doentes Hemato-Oncológicos aprendem a cozinhar com mais sabor

Maria João Caldeira, coordenadora de formação da ACPP, refere que “ao juntarmo-nos à APCL para realizarmos este tipo de projetos, conseguimos contribuir para melhorar a vida destas pessoas e ensinar-lhes aquilo que sabemos melhor: cozinhar”, referindo que “toda a equipa teve de receber indicações da nutricionista para preparar o workshop, em especial o Chef Pedro Sommer, que teve de perceber quais os alimentos que necessitavam de ser integrados ou retirados da dieta destes doentes para que conseguisse elaborar uma ementa adaptada”.

“Este género de iniciativas são muito importantes para os doentes, familiares e cuidadores, no sentido de perceberem que as restrições alimentares das doenças não os impedem de poder comer comida saborosa” refere a Dra. Inês Almada Correia, nutricionista e acrescenta que “ter um estilo de vida saudável e uma nutrição adequada ajuda a moderar os efeitos dos tratamentos e reforçar o sistema imunitário”.

“A realização destes workshops é uma mais-valia para todos os doentes com doenças hemato-oncológicas, uma vez que os tratamentos têm vários efeitos secundários, que podem ser atenuados com uma alimentação cuidada e nutritiva que pode ajudar na recuperação destes doentes. Um dos objetivos desta iniciativa é promover a qualidade de vida de todos os doentes e, ajudar todos os que procuram a ajuda da APCL “, explica Carlos Horta e Costa, Vice-Presidente da APCL.

Este workshop, destinado a doentes hemato-oncológicos, cuidadores e profissionais relacionados, será gratuito, no entanto terá vagas limitadas pelo que as inscrições deverão ser realizadas até ao dia 14 de novembro através do email geral@apcl.pt ou do telefone 213 422 205.

 

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