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APDP organiza caminhadas pelos trilhos de Monsanto para pessoas com diabetes

As próximas datas são: 26 de outubro, 30 de novembro e 28 de dezembro.

A caminhada, com  duração de cerca de uma hora, pretende fomentar a prática de atividade física e desmistificar a relação do exercício com a diabetes. O grupo “Diabetes (em)Caminhada” tem, desde fevereiro, realizado várias caminhadas e cumpriu, em junho, o seu objetivo de percorrer cinco etapas do Caminho Inglês para chegar a Santiago de Compostela.

Os interessados podem participar sem inscrição prévia, basta marcar presença com roupa desportiva, calçado confortável, medidor de glicemia e comida para se alimentarem durante o percurso. O ponto de encontro será junto ao parque de estacionamento exterior do Casa Pia Atlético Clube (junto à Embaixada do México) às 09h00.

A prática de exercício é benéfica para a generalidade das pessoas, mas ganha particular importância para quem vive com diabetes, pois é um fator-chave do tratamento, ajudando a regular os índices de glicemia.

Ponto de encontro: Parque de estacionamento exterior do Casa Pia Atlético Clube, junto à Embaixada do México

Quando: 26 de outubro, 30 de novembro e 28 de dezembro (últimos sábados de cada mês) às 09h00

APDP é a primeira IPSS a integrar o Registo de Saúde Eletrónico do SNS

“É com agrado que a APDP dá mais este passo pioneiro no sentido de proporcionar às pessoas com diabetes melhores soluções de gestão da doença. Esta partilha vem beneficiar tanto os profissionais de saúde da APDP, como do SNS, mas, acima de tudo, a pessoa com diabetes, que passa a ter disponível na sua Área do Cidadão toda a informação relativa à sua saúde”, explica o presidente da APDP, José Manuel Boavida.

O protocolo de partilha foi assinado entre a APDP e os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) a 10 de setembro e vai permitir aos profissionais de saúde da APDP aceder ao RSE – Área do Profissional. Através do RSE será possível à APDP partilhar, eletronicamente, dados clínicos com as entidades prestadoras de cuidados de saúde do SNS, e vice versa. Por sua vez, o utente poderá consultar a sua informação clínica através do RSE – Área do Cidadão.

Esta assinatura marca o alargamento do RSE, com o objetivo de obter um sistema único de partilha de informação clínica, mais completo, e que permita a tomada de decisões mais adequadas e sustentadas.

APDP recebe Partido Socialista e Bloco de Esquerda

Numa altura em que se aproximam as eleições legislativas e se discutem programas eleitorais, Catarina Martins e Mariana Mortágua, do Bloco de Esquerda, bem como representantes do Partido Socialista, serão convidados a refletir sobre o melhor acesso a cuidados de saúde e tratamento das doenças crónicas, de que a diabetes é exemplo.

Portugal é o país com a mais alta prevalência de diabetes na Europa: 13% da população entre os 20 e os 79 anos, segundo dados da OCDE relativos a 2014.

A integração plena da APDP no Serviço Nacional de Saúde (SNS), através de uma solução sustentável, é um dos pontos que a associação vai abordar com os partidos, dado o papel fundamental que a APDP desempenha na sociedade. A associação sempre funcionou integrada no SNS, enquanto Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) que compreende um leque de serviços multidisciplinares que abrangem todos os cuidados associados à diabetes, na perspetiva do controlo da doença e prevenção das suas complicações.

A promoção do acesso a cuidados de qualidade, um maior e melhor investimento na saúde e o envolvimento de toda a sociedade, incluindo das associações de doentes, estarão igualmente em cima da mesa esta quinta-feira, no encontro dos partidos com a direção da APDP. Estes são temas que a própria Organização das Nações Unidas advoga e que discute a 23 de setembro, na 3.ª Reunião de Alto Nível sobre Cobertura Universal de Saúde, que se realiza em Nova Iorque.

A doença crónica, de que a diabetes é espelho, exige um tratamento diferenciado e implica que sejam criadas condições que assegurem ao doente crónico um acompanhamento multidisciplinar e integrado, de maior proximidade, centrado na pessoa e não na doença.

Mais de 1 milhão de portugueses tem diabetes e, destes, um pouco menos de metade desconhece ter a doença, que progride silenciosa. A estes números juntam-se mais 2 milhões com “pré-diabetes”. Se adicionados 3 milhões de familiares, há 6 milhões de portugueses atingidos diariamente pela diabetes e que consomem mais de 10% dos custos em saúde no país.

Campanha “IR(S) é o melhor remédio” vai renovar pediatria para crianças e jovens com diabetes

“Uma nova pediatria na APDP também depende de si!” é o mote desta campanha, cujos fundos vão permitir a remodelação e ampliação do serviço de pediatria da APDP. A pediatria da APDP tem atualmente 5 salas de consulta e uma pequena zona de espera dedicada aos mais jovens, que beneficiarão de melhorias significativas graças a esta campanha.

“Esperamos aumentar a capacidade das salas de consulta e criar um espaço de convívio e de refeições para dar melhor conforto e condições às mais de 600 crianças e jovens com diabetes tipo 1 que acompanhamos anualmente na APDP”, explica José Manuel Boavida, endocrinologista e presidente da APDP.

O jornalista Martim Cabral, coapresentador da rubrica televisiva “Ir é o melhor remédio” é o embaixador desta causa e explica no vídeo como todos podem ajudar a APDP, doando 0,5% do seu IRS sem qualquer custo.

Para ajudar a APDP a renovar o serviço que ajuda a associação a cuidar das crianças com diabetes, basta inserir o NIF da APDP, 500 851 875, no quadro 11 do modelo 3, selecionando “Instituições particulares de solidariedade social ou pessoas coletivas de utilidade pública”.

“A pediatria da APDP já é um centro referência a nível europeu, reconhecido como “Centro Sweet” e estamos certos de que a renovação desta ala vai contribuir para melhorar o trabalho dos profissionais de saúde e, ao mesmo tempo, os cuidados prestados às crianças e jovens com diabetes tipo 1”, conclui João Filipe Raposo, Diretor Clínico da  APDP.

A diabetes tipo 1 caracteriza-se pela incapacidade do pâncreas em produzir insulina, o que implica que as pessoas com este tipo de diabetes tenham de realizar terapêutica com insulina durante toda a vida. De acordo com os números mais recentes do Observatório Nacional da Diabetes 2016, referentes a 2015, estima-se que a diabetes tipo 1 afete 3.327 crianças e jovens entre 0 e 19 anos.

Sobre a APDP

Fundada em 1926, a APDP é a associação de pessoas com diabetes mais antiga do mundo. Com cerca de 15 mil associados, desenvolve a sua atividade na luta contra a diabetes e no apoio à pessoa com esta doença, tendo sempre como meta a integração das pessoas com diabetes enquanto elementos ativos na sociedade. A APDP tem sido pioneira na prevenção, na educação e no acompanhamento personalizado. Conhecer melhor a doença e explorar novas formas de tratamento são os seus principais objetivos, a par da criação de estruturas capazes de dar resposta aos diversos problemas que envolvem a diabetes.

www.apdp.pt

É urgente uma resposta mais agressiva na gestão do risco cardiovascular em pessoas com diabetes

“Atualmente é muito clara a necessidade de gerir de forma mais agressiva o risco de doença cardiovascular nas pessoas com diabetes, visto que são as doenças cardiovasculares a causa mais comum de morte entre os adultos com diabetes”, alerta José Luís Medina, presidente do 2.º O Coração da Diabetes, encontro organizado pela Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP), que junta no Porto centenas de profissionais de saúde em torno das principais questões relevantes na diabetes e doenças cardiovasculares.

A segunda edição deste encontro nacional realiza-se a 22 e 23 de março na Fundação Engenheiro António de Almeida, centrando o debate na diabetes e na relação desta doença crónica com as doenças cardiovasculares e outras complicações, o seu peso na qualidade de vida dos doentes e cuidadores e para o próprio Estado e Serviço Nacional de Saúde.

A prevalência da diabetes tem vindo a aumentar nos últimos anos, o que realça a importância de diagnosticar e tratar a diabetes de forma adequada e explica o empenho da APDP na organização deste encontro.

“A diabetes afeta mais de um milhão de portugueses. 30% dos internamentos por acidente vascular cerebral (AVC) são em pessoas com diabetes e perto de 1/3 dos internamentos por enfarte agudo do miocárdio ocorrem em pessoas com diabetes. Não podemos ignorar esta doença nem as complicações a ela associadas”, afirma o endocrinologista.

O 2º O Coração da Diabetes vai juntar mais de 200 participantes, entre profissionais de endocrinologia, cardiologia, medicina interna e medicina geral e familiar, as áreas que mais lidam com o flagelo da diabetes e das suas complicações.

“Apesar dos progressos já alcançados na gestão dos níveis glicémicos e no tratamento dos fatores de risco cardiovascular, a taxa de mortalidade em pessoas com diabetes tipo 1, por exemplo, ainda é elevada”, explica José Luís Medina, acrescentando que “por se manifestar mais cedo na vida do doente [por exemplo em criança ou adolescente] na diabetes tipo 1 as complicações vasculares começam a desenvolver-se cedo, logo no início da doença, embora se manifestem depois na idade adulta”. Os temas a abordar no encontro têm uma relação direta com a prática clínica, procurando respostas para as importantes questões que assolam médicos e doentes na gestão da diabetes e das complicações a ela associadas. Obesidade, hipertensão arterial e insuficiência cardíaca, cirurgia bariátrica como meio de proteção vascular, síndrome metabólica na mulher e biomarcadores e outras formas de diagnóstico em doentes sem sintomas são alguns dos temas em foco neste encontro.

A diabetes é hoje uma das principais causas de morte, principalmente por implicar um risco significativamente aumentado de doença coronária e de AVC. Em 2014 a diabetes representou cerca de oito anos e meio de vida perdida por cada óbito por diabetes na população com menos de 70 anos.

Sobre a APDP

Fundada em 1926, a APDP é a associação de pessoas com diabetes mais antiga do mundo. Com cerca de 15 mil associados, desenvolve a sua atividade na luta contra a diabetes e no apoio à pessoa com esta doença, tendo sempre como meta a integração das pessoas com diabetes enquanto elementos ativos na sociedade. A APDP tem sido pioneira na prevenção, na educação e no acompanhamento personalizado. Conhecer melhor a doença e explorar novas formas de tratamento são os seus principais objetivos, a par da criação de estruturas capazes de dar resposta aos diversos problemas que envolvem a diabetes. www.apdp.pt

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