Inicio Tags Aplicações

Tag: aplicações

Nova app portuguesa quer ajudar a reduzir o risco do cancro

São gestos simples, mas têm repercussões: comprar fruta e vegetais no supermercado, ir para debaixo do guarda-sol na praia, substituir a cerveja por uma bebida sem álcool, fazer o exame médico que está atrasado, levantar-se do banco e caminhar no jardim. Com os anos, a soma destas acções tem influência na saúde e pode ajudar a diminuir o risco de doenças como o cancro. Mas na nova aplicação portuguesa para telemóveis, a HAPPY, este tipo de acções dão pontos. Quem tiver 150 pontos está a fazer tudo o que pode, dentro do universo da aplicação e das suas sugestões diárias, para reduzir o risco de vir a ter cancro.

Criada e desenvolvida nos últimos dois anos no Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (I3S), a HAPPY (sigla em inglês para Health Awareness and Prevention Personalized for You, qualquer coisa como Sensibilização para a Saúde e Prevenção Personalizada para Si) já está pronta para ser descarregada gratuitamente. Os utilizadores que fizerem o download da aplicação em Setembro e Outubro com idade entre os 18 e os 40 anos poderão entrar num estudo anónimo de Nuno Ribeiro, investigador do I3S, que vai analisar a eficácia da aplicação na prevenção do cancro.

“Não basta ter o conhecimento [sobre os riscos associados ao cancro] para alterar o comportamento. Muitas vezes, as pessoas conhecem o risco mas assumem-no ou ignoram-no e continuam com o comportamento que lhes dá prazer”, diz Nuno Ribeiro ao PÚBLICO, dando o exemplo de quem continua a fumar. A aplicação não dá só informação às pessoas, também oferece “a oportunidade de alterar os comportamentos”.

A HAPPY envia diariamente uma única mensagem a cada utilizador. Essa mensagem é aleatória em relação à hora do dia e ao tema do conteúdo, mas está condicionada pela situação em que o utilizador se encontra. A aplicação tem acesso temporário ao lugar onde o utilizador está. A partir daí, tem em conta factores como a meteorologia, os raios ultravioleta ou se alguém está num supermercado, para escolher dentro da sua colecção de mais de 1500 mensagens aquela que é mais apropriada.

“São coisas simples. Mudar uma sobremesa por outra, fazer um exame médico”, diz o investigador, que trabalha há alguns anos na área da prevenção na saúde e está a fazer um doutoramento, na Universidade de Aveiro, onde está a desenvolver esta aplicação. À medida que os utilizadores vão cumprindo as acções, ganham pontos, até um total de 150. Podem depois “competir amigavelmente” com outros utilizadores para ver quem tem mais pontos. “O principal desafio é que as pessoas mantenham o uso da aplicação e depois alterem elas próprias o seu comportamento. Às vezes, mudar uma coisa simples tem uma amplificação na vida das pessoas porque mostra que somos capazes de mudar.”

HUGO SANTOS

Nuno Ribeiro foi durante dez anos professor de ensino básico e secundário na área da Biologia e da Geologia. Em 2006, ligou-se ao Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (Ipatimup), hoje integrado no I3S. Lá, desenvolveu projectos para a sensibilização sobre o cancro, mais precisamente, como se pode reduzir o risco de desenvolver estas patologias.

“Havia algum aumento do conhecimento por parte das pessoas e um indício de que podia haver uma mudança de comportamento”, explica. Mas isto pode não ser suficiente. Há três factores importantes para haver uma mudança de comportamento: tem que haver motivação para isso, a pessoa tem que ser capaz (é preciso ter sapatos de desporto para correr, por exemplo) e, por fim, tem que se ser lembrado no momento mais apropriado para se mudar o comportamento.

“Há automatismos instituídos em nós que são difíceis de quebrar porque não temos consciência deles. O uso de tecnologias é uma forma de chamar a atenção para esses automatismos”, diz Nuno Ribeiro, que contextualiza a sua investigação com a teoria desenvolvida pelo investigador norte-americano B. J. Fogg, que na década de 1990 fez uma série de experiências na área da psicologia experimental demonstrando que os computadores eram capazes de influenciar os comportamentos humanos.

“Hoje, estamos rodeados por tecnologias persuasivas”, escreveu este teórico da Universidade de Stanford, em São Francisco (EUA), num artigo em 2010, referindo-se a todo o aparato tecnológico com que lidamos, dossmartphones às redes sociais como o Facebook. “Em todos os locais onde osmedia digitais tocam nas nossas vidas, há um elemento de persuasão.” Para Nuno Ribeiro, este tipo de persuasão é mais positiva ou menos positiva, dependendo da “intenção que está por trás”. Por isso, é necessário estar bem informado para compreender essa intenção, argumenta.

A HAPPY está dirigida a utilizadores entre os 18 e os 40 anos. Quanto mais cedo alguém adoptar comportamentos saudáveis, mais impacto essa mudança terá anos depois, quando o risco de se ter cancro aumenta. As pessoas acima desta faixa etária poderão usar a HAPPY, mas a aplicação não tem todas as recomendações previstas para a redução do risco do cancro (há exames médicos que só são recomendados a partir de uma certa idade, por exemplo).

Durante os testes da versão beta da aplicação, 32 pessoas usaram-na durante um mês. “Houve uma redução no número de cigarros fumados e no álcool”, refere Nuno Ribeiro, acrescentando que 83% dos utilizadores recomendariam a aplicação a outras pessoas.

Para já, a ciência associada à aplicação irá continuar. Os utilizadores que quiserem fazer parte da experiência irão ajudar Nuno Ribeiro a avaliar a eficácia da aplicação, se há mudanças no comportamento e se há aumento de conhecimento sobre este tema: “A aplicação é completamente gratuita e sem publicidade associada. Não é para a promoção de nada, a não ser da saúde. Não tem nenhum pensamento institucional por trás. As directrizes de saúde por trás da aplicação são internacionais, fruto de um consenso.”

24 horas a programar em simultâneo no Porto, Recife, Utrecht e Santander

Começa às 18h00 de sábado e acaba às 18h00 de domingo. Este fim de semana, o Porto vai estar ligado a Olinda/Recife (Brasil), Santander (Espanha) e Amersfoort/Utrecht (Holanda) para uma maratona de programação que desafia programadores, designers, criativos e empresários dos quatro pontos do mundo a desenvolverem aplicações para melhorar a qualidade de vida nas cidades. Em simultâneo. Em 24 horas, os participantes vão ter de criar soluções com impacto local e usando tecnologia big data fornecida pelos responsáveis.

O desafio chama-se Hackacity e já vai na segunda edição. A primeira, organizada pela 7Graus — uma empresa portuguesa especialista no desenvolvimento e distribuição de conteúdo online, que em 2015 faturou 2,3 milhões de euros e cresceu 408% — e pela Câmara Municipal do Porto, pôs 40 criativos a desenvolverem 10 apps na cidade do Porto, em junho do ano passado. Este ano, o desafio mantém-se, mas é alargado a outros pontos do mundo. A 27 e 28 de maio, os empreendedores portugueses, brasileiros, espanhóis e holandeses programam em simultâneo.

Temos os dados, temos a tecnologia. Faltam as pessoas para implementar soluções”, diz Rui Marques, diretor executivo da 7Graus.
As soluções que os responsáveis procuram podem cobrir vários aspetos e serviços da cidade, como cuidados de saúde, gestão de tráfego e estacionamento e informação turística. O objetivo é “contribuir para a ligação e modernização de infraestruturas, tecnologias e serviços dos principais setores urbanos, melhorando a qualidade de vida, competitividade e sustentabilidade das cidades” em que o desafio decorre.

O evento conta com o apoio da Comissão Europeia, da plataforma Fireware — um software que providencia aos concorrentes um conjunto de interfaces de programação para apps que facilitam o desenvolvimento de “aplicações inteligentes” para diferentes domínios, segundo os responsáveis —, da iniciativa Open & Agile Smart Cities, do projeto GrowSmarter e da Ubiwhere, que fornece aos participantes apoio técnico e dados relativos à mobilidade, turismo, ambiente e segurança das cidades.

As inscrições para o evento encerram esta quarta-feira, 25 de maio, e os prémios já são conhecidos: os programadores que desenvolvam a melhor solução serão premiados com um smartwatch Pebble Time. Para os segundos e terceiros classificados, estão reservados um computador Raspberry — concebido para a aprendizagem de programação — e uma Nerf Gun, respetivamente. A atribuição dos vencedores será feita por um júri de três elementos, composto por Paulo Calçada, chefe do departamento de Inovação da Câmara Municipal do Porto, Ricardo Vitorino, da Ubiwhere, e Rui Marques, líder executivo da 7Graus.

Aplicações de encontros são perigosas, avisa relatório

De acordo com um relatório publicado pelo The Telegrah têm crescido em número a quantidade de crimes com recurso a aplicações de encontros como o Tinder, Grindr, Bumble e Happn.

Diz o relatório que o número tem crescido exponencialmente de ano para ano no Reino Unido, com 2013 a figurar 55 crimes, 2014 um total de 204 e em 2015 até 412, sendo o tipo mais comum do tipo violento e sexual como violação e exploração sexual de menores.

Apesar destas aplicações se esforçarem em disponibilizar aos utilizadores uma descrição detalhada de cada um, é praticamente impossível certificar que a pessoa atrás do ecrã é de facto quem diz ser, pelo que se adverte cuidado na utilização destas aplicações.

Tem notificações em excesso no seu smartphone? Saiba como o corrigir

Olhar para o ecrã de inicial do seu smartphone e perceber a quantidade de coisas que tem para ver não é fácil, sobretudo quando as notificações estão relacionadas com coisas sem importância como alguém que tenha feito retweet de uma publicação ou uma aplicação que não é utilizada passado determinado tempo.

Contudo não tem de ser assim. Pode perfeitamente impor limites àssuas aplicações e definir o que quer o não ser avisado com uma notificação. Isto é possível tanto em iOS como em Android, sendo que nos dois sistemas operativos as definições funcionam de forma diferente.

Como aponta o TheNextWeb, em iOS basta dirigir-se às ‘Definições’ e à área dedicada a ‘Notificações’, sendo que bastará selecionar a opção que lhe surge para deixar de ver notificações no ecrã principal. Em Android dependerá da versão que tenha mas se já anda a utilizar o Android Marshmallow terá ir a ‘Definições’ e na zona das ‘Aplicações’ poderá definir em cada uma das suas apps o tipo de notificações que recebe.

Aplicação mytaxi chega a Lisboa com desconto de 50%

A empresa pretende contribuir para a mobilidade urbana da capital portuguesa através da transformação do sector do táxi. O objectivo da mytaxi é unificar e globalizar a forma como se chama um táxi, apostando na mobilidade sustentável e eficiente.

Lançada em 2009 na Alemanha, a mytaxi foi a primeira aplicação de táxis a conectar passageiros com os táxis mais próximos, em qualquer lugar. A tecnologia pioneira da mytaxi permite que os utilizadores possam conhecer o perfil do motorista de táxi, ver as avaliações de outros utilizadores e pagar através do smartphone, tornando todo o processo de pedido de um táxi mais conveniente, transparente e fácil. A aplicação mytaxi está disponível para iOS, Android, Windows Phone e Blackberry.

A mytaxi que ser a aplicação de táxis «número 1» na Europa e posiciona-se como a app de táxis mais popular e com um crescimento mais rápido entre os utilizadores da União Europeia com mais de 10 milhões de downloads.

Antonio Cantalapiedra, CEO da mytaxi para Portugal e Espanha, está muito satisfeito com a chegada da mytaxi à capital portuguesa: «Lisboa está preparada para a nossa forma inovadora de pedir um táxi. Os lisboetas estavam à espera de um serviço transparente e agora podem beneficiar de uma forma conveniente de pedir um táxi através de uma app, podendo escolher o seu motorista de táxi favorito e, dessa forma, transformar e dar um toque mais pessoal às suas viagens de táxi.»

Para que os motoristas de táxi possam aderir à plataforma, a mytaxi estabelece elevados padrões de qualidade, determinando que os veículos têm de estar em perfeitas condições e os motoristas têm de ser entrevistados e assistir a uma sessão de formação específica.

Vera Falcão, City Manager da mytaxi, afirmou: «A qualidade do nosso serviço é o que nos diferencia de outras empresas e é o que os nossos clientes valorizam acima de tudo: táxis limpos e um trato educado por parte dos motoristas. Os smartphones podem ter um impacto enorme na mobilidade urbana. Na mytaxi queremos repensar e reformular a forma como são efetuadas as viagens de táxi. Os passageiros e os motoristas querem soluções convenientes, transparentes e desenhadas de acordo com as suas necessidades. Nós queremos dar resposta a esses anseios.»

Para celebrar a chegada a Lisboa, a mytaxi vai oferecer um desconto de 50% em todas as viagens até ao final do ano. Para beneficiar desta promoção, os utilizadores apenas têm de descarregar a app, registar-se e seleccionar a funcionalidade de pagamento através da aplicação e o desconto será aplicado automaticamente.

É fã de Star Wars? Experimente o lado luminoso ou negro da força no Google

Há que escolher entre o lado da luz ou o lado negro da força para dar início à experiência e a partir daí o utilizador acorda o lado da força que escolheu para o acompanhar enquanto usa as apps.

Enquanto o episódio VII da saga não estreia em Portugal (17 de dezembro), o Google convida os utilizadores a experimentarem o que é usar algumas apps enquanto seguidor do lado bom e do lado mau da força, optando por um ambiente Jedi ou Sith.

As apps que permitem a experiência Star Wars são a Android Wear, Google Chrome, Chromecast, Gmail, Inbox by Gmail, Google Agenda, Google Maps, Google Now, pesquisa, tradutor, Waze e YouTube. A opção está disponível para smartphones e tablets Android e iOS e portáteis Windows.

Foi criada uma página para fazer a escolha – google.com/starwars – e é nela que o utilizador escolhe um dos lados. Primeiro é necessário aceder à conta do Gmail para “usar o poder da Força”, escreve o Google. Iniciada a conta, o utilizador opta pelo lado da luz ou o negro e a partir a sua experiência de navegação com o motor de busca no Chromecast, Gmail, Google Maps começa. A empresa alerta que, com a exceção da pesquisa Google, do tradutor e do Waze, é necessário estar ligado ao Gmail.

O ambiente Star Wars não é ativado de imediato, com o Google a admitir que pode levar algumas horas até ao acesso. Quando está operacional a funcionalidade, o Gmail passa a ter fundos inspirados na saga, a barra de progresso e de volume do YouTube aparece em formato sabre luminoso vermelho ou azul, consoante o lado escolhido, e no Google Maps, por exemplo, o marcador de posição assume o formato de uma nave TIE ou X-Wing.

Depois da experiência num dos lados da Força, o utilizador pode facilmente passar para o outro lado, bastando para isso arrastar o avatar para a posição que prefere e clicar em “juntar-se”. Para desativar o modo Star Wars, basta arrastar o avatar para o centro da ágina criada pelo Google. Caso o utilizado não desativar a experiência, esta mantear-se-á até 1 de Fevereiro, altura em que a página deixará de funcionar.

EMPRESAS