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Nova loja iStore no NorteShopping

Com uma grande diversidade de produtos e acessórios Apple, na nova loja iStore os visitantes do NorteShopping podem aceder aos produtos oficiais da marca e usufruir de uma experiência única.

A inauguração está marcada para as 16h00, mas a festa começa antes. Para captar a atenção de todos os visitantes, haverá uma performance em jeito de warm up que não vai deixar ninguém indiferente. E é depois do cair do pano que a música toma conta da nova loja, com um showcase dos The Gift marcado para as 16h30, seguindo-se uma sessão de autógrafos com os artistas.

E as surpresas neste dia não ficam por aqui. Haverá ainda o sorteio de um iPhone Xs, dois vales iStore e powerbanks para todos os interessados. Neste dia, os visitantes da loja poderão ainda usufruir de uma oferta exclusiva de 20% de desconto em todos os artigos Apple (10% de desconto direto e 10% em vale iStore).

A nova loja iStore apresenta um estilo moderno e inovador e foi desenvolvida com o objetivo principal de proporcionar a todos os visitantes o melhor atendimento e uma experiência Apple única. Neste espaço, os mais curiosos poderão conhecer o ecossistema da marca, os seus últimos lançamentos, acessórios, ofertas especializadas e ainda ter acesso a diversos serviços exclusivos como reparação de vidros, workshops e formações. A nova loja iStore disponibiliza ainda um centro de assistência autorizado para reparações.

É já a partir de dia 19 de janeiro que os visitantes do NorteShopping poderão visitar a nova loja iStore que oferece o melhor do mundo Apple num espaço melhor, no Piso 0 do Centro, junto à Praça da Indústria.

Maior loja Apple da Península Ibérica chega ao Centro Colombo

Com a abertura de portas marcada para as 17h00, é já este sábado que todos os visitantes do Centro Colombro serão surpreendidos com uma nova loja situada na Praça Central e uma inauguração à altura. Animações e jogos de realidade aumentada são apenas algumas das iniciativas que vão marcar este momento, que terá ainda outros pontos altos. Pelas 17h30, Cuca Roseta vai surpreender todos os visitantes com um ShowCase e, ao final da tarde, haverá ainda um sorteiro de iPhone XS e iPhone XR.

Esta nova loja, que oferece o maior showroom da Apple na Europa, oferece ainda diversos serviços que chegam pela primeira vez a Portugal. Neste novo espaço os clientes poderão ter acesso ao serviço exclusivo oficial de reparação de vidro, tendo ainda zonas que irão receber workshops, formações, espaços de entretenimento, salas dedicadas, e muito mais.

É já a partir de dia 10 de novembro que os visitantes do Centro Colombo poderão usufruir da nova loja GMS Store Colombo, na Praça Central, no Piso 0.

Wall Street sofre consequências pelo mau desempenho da Apple

Meia hora depois do início da sessão, o índice caía para 24.752,73, enquanto o índice S&P500 registava uma queda de 0,11% para 2.680,46 e o Nasdaq perdia 0,52% para 6.923,55 pontos.

Depois de ter estado encerrada na segunda-feira, devido ao Natal, os analistas estimaram uma queda, arrastada pelo mau desempenho da Apple, cujas ações caíram mais de 2,5% após uma previsão de menor procura pelo iPhone X.

Segundo uma publicação de Taiwan, citada pela EFE, a Apple cortou em 40% as previsões de vendas do novo Iphone X, para 30 milhões de dispositivos, desde que saiu para o mercado em novembro.

O setor tecnológico liderava as quedas em Wall Street, com um forte recuo de 0,75%, enquanto a energia caía 0,35%, a saúde 0,10%, a indústria 0,08% e o setor financeiro 0,02%.

A Apple (2,79%) liderava as perdas do Dow Jones, à frente da Intel (0,99 %), Nike (0,54 %), Microsoft (0,33 %), McDonald’s (0,33 %), Pfizer (0,17 %), American Express (0,14 %), Johnson & Johnson (0,04 %) o Goldman Sachs (0,04 %).

Ao contrário, os ganhos eram liderados pela Travelers (0,88%), seguida da General Electric (0,83 %), Walmart (0,66 %), Verizon (0,66 %), 3M (0,56 %), Caterpillar (0,46 %), Procter & Gamble (0,42 %) e IBM (0,41 %).

Preço do iPhone X vai baixar?

O rumor indica que apesar do sucesso do smartphone na China, parece que o ‘desempenho’ não está a ser mesmo em outros mercados, nomeadamente nos EUA onde a decisão da Apple em lançar três modelos de iPhone parece ter atrapalhado as vendas.

“Corre o rumor que a Apple ajustará o preço dos seus iPhone no início de 2018 e até começou a preparar um protótipo do iPhone com suporte para funcionalidades pré-5G”, pode ler-se no relatório da publicação.

Como recorda o BGR, esta não é a primeira vez que a Apple cortou no preço do iPhone pouco antes do lançamento. Na verdade, foi até com o modelo original que a tecnológica de Cupertino cortou no preço poucos meses depois do lançamento.

As redes sociais “são usadas para manipular as pessoas” diz Tim Cook, CEO da Apple

A julgar por uma entrevista recentemente dada à CNBC, o CEO da Apple, Tim Cook, não tem neste momento a melhor das opiniões sobre redes sociais, considerando que atualmente são usadas para desinformar e manipular os internautas.

Cook foi chamado a comentar a atual polémica em que as redes sociais estão envolvidas, polémica esta que diz respeito à exibição de anúncios publicitários russos durante as eleições presidenciais dos EUA.

“Não acredito que a grande questão esteja nos anúncios ou em governos estrangeiros. Acredito que isso é cerca de 1% do problema. A grande questão é que algumas destas ferramentas [como redes sociais] são usadas para dividir e manipular as pessoas, para levar notícias falsas a grandes números para influenciar a forma de pensar”, apontou Cook. Pode ver o segmento na publicação de Twitter abaixo.

O CEO da Apple aproveitou ainda para voltar a afirmar que a Apple não coloca em risco a privacidade dos seus clientes, indicando que a tecnológica tem “uma perspetiva pró-privacidade”. “A Apple não sabe qual é o conteúdo das tuas mensagens. Encriptamos o FaceTime. Não sabemos o que estás a dizer”, garantiu.

O iPhone 7 corrigiu um dos principais receios dos consumidores

Apesar de uma alteração pouco falada, o iPhone 7 removeu o botão Home mecânico e substituiu-o por um sensível ao toque. Parece pouco mas a verdade é que desta forma a Apple anulou também um dos principais receios dos consumidores relativamente ao botão que fazia anteriormente parte do iPhone.

De acordo com o Business Insider, eram frequentes os rumores que o facto de o iPhone fazer uso de um botão mecânico aumentava as hipóteses de avariar. A tendência foi particularmente adotada em países como a China, Singapura, Coreia do Sul e Brasil, com os detentores de iPhones a utilizarem outros métodos para desbloquear o iPhone sem recorrer ao botão Home, com receio que este encravasse.

John Gruber, conhecido blogger de tudo o que é Apple, especula que tenha sido o receio de limitar o alcance e vendas do iPhone 7 nestes países que justificou a integração de um botão Home sensível ao toque.

A desilusão da Apple

Nesta semana, ele anunciou um novo modelo do iPhone. Na semana anterior, respondeu com uma carta pública à sentença europeia que exige à Apple 13 mil milhões de euros de IRC. Foram duas intervenções públicas duma empresa que sempre exerceu um enorme controlo sobre a sua comunicação e imagem. Sobre a desilusão com o iPhone, deixo para quem sabe do assunto. A carta em que Cook justifica porque é que a Apple deve pagar pouco IRC na Europa é uma desilusão pela pobreza dos argumentos.

Sabendo que dezenas de consultores muito bem pagos passaram semanas a escrever essa carta, é caso para aconselhar Cook a poupar tempo e dinheiro e dedicar-se mais aos seus produtos. Ele expõe cinco argumentos na sua carta. Primeiro, orgulha-se de dar emprego a seis mil pessoas na Irlanda. Mas ao mesmo tempo afirma que cria 1,5 milhões de empregos na Europa, e esquece-se de notar que uma parte muito pequena das suas vendas ou da produção ocorrem na Irlanda. A questão é essa: todos os lucros da Apple na Europa em grande parte do mundo são atribuídos aos trabalhadores irlandeses, e por isso não são taxados em mais lado nenhum.

Logo, seis mil é um número muito pequeno, não um número grande. Segundo, a Apple defende ser a companhia que mais impostos paga na Europa. Mas em 2015, a Apple também foi a empresa mais lucrativa do mundo com 50 mil milhões de euros em lucros. E, ao contrário de outras empresas lucrativas hoje mas com prejuízos passados a abater, a Apple tem poucos créditos fiscais, quer porque não perde dinheiro há muitos anos quer porque não está envolvida em atividades que atraem subsídios estatais. Terceiro, Cook queixa-se de Bruxelas estar a sobrepor-se à lei irlandesa.

Os consultores de Cook devem ter andado a dormir para lhes escapar o que é a União Europeia. Neste caso, uma das principais funções da autoridade da concorrência europeia é precisamente analisar se as leis nacionais dão apoios estatais indevidos as empresas locais. Passámos o último mês em Portugal a ouvir falar disto, no que diz respeito às ajudas a CGD. Quarto, Cook queixa-se de isto ser uma mudança retroativa da lei. Em termos de argumentação, isto é bem ingénuo.

A Apple explora ao máximo a interpretação de um conjunto de leis fiscais, irlandesas e europeias, para quase não pagar IRC. Depois de uma investigação, Bruxelas achou que a interpretação da lei devia ser outra. Os tribunais vão agora decidir qual é a interpretação da lei correta.

Como fazem sempre, sem nenhuma mudança na lei em si. Por fim, Cook fala da necessidade de reformar o IRC, tal como muitos outros CEO já fizeram em eventos públicos. Mas quando uma autoridade fiscal toma um passo para o fazer, Cook usa um argumento que conhecemos bem em Portugal: “Reformar sim, mas esta reforma é que não.” O argumento certo é outro e é simples: o IRC atual é um imposto ineficiente e facilmente manipulável, que faz pouco sentido num mundo com multinacionais. 

Professor de Economia na London School of Economics, em Londres

“Estamos a brincar com fogo”. Especialista desaconselha uso de Airpods

A decisão da Apple de abandonar os auscultadores comuns, trocando-os pelos auriculares sem fio AirPods, foi contestada por vários utilizadores e clientes. O principal argumento é que estes são fáceis de perder e são caros. Agora, mais um problema ameaça juntar-se à lista de críticas: os AirPods podem ser muito prejudiciais à saúde, segundo especialistas.

Os auriculares por bluetooth transmitem ondas de rádio de baixa intensidade e, ao longo do tempo, estas emissões constantes podem afetar a barreira hematoencefálica, uma camada protetora entre o sangue e o cérebro que protege este órgão de toxinas.

“Estamos a brincar com o fogo”, afirmou Joel Moskowitz, professor na Escola de Saúde Pública na Universidade da Califórnia em Berkeley, ao Daily Mail. “Porque é que alguém haveria de inserir dispositivos que emitem micro-ondas dentro dos ouvidos, ao lado de cérebro, quando há formas mais seguras de usar o telemóvel?”, perguntou.

“Eu recomendo essencialmente o uso do telefone com auscultadores ou em modo mãos livres, não com auriculares sem fios”, afirmou o professor Joel Moskowitz, focando-se especialmente na frequência emitida especialmente pelos dispositivos com Bluetooth.

Apesar de ainda não ter sido divulgada a frequência exata das ondas que os Airpod emitem, os engenheiros da Apple garantem quem esta não ultrapassa as normas da Comissão Federal de Comunicações, que regulam as telecomunicações e a difusão de rádio nos Estados Unidos.

Mais de 200 especialistas em saúde pública que estudam os efeitos dos campos eletromagnéticos argumentam, no entanto, que as normas da Comissão Federal de Comunicações são insuficientes para proteger o público, pois estabelecem limites diferentes dos aconselháveis.

A relação entre aparelhos com Bluetooth, como o telemóvel, e os efeitos negativos sobre o cérebro têm sido documentados nos últimos anos, mas ainda assim parece não haver nenhuma consequência prática, pois estes aparelhos continuam a ser produzidos e comprados.

“Isto tem sido observado ao longo de várias décadas”, continuou o investigador. “É como se nós estivéssemos sempre a descobrir que o Bluetooth é prejudicial e tentássemos esquecê-lo porque não sabemos como lidar com essa descoberta em termos de normas e políticas”, concluiu Joel Moskowitz.

Os novos AirPods, da Apple, ainda não saíram. Mas muita gente já os “perdeu”

É o acessório que está a gerar mais controvérsia, entre tudo o que foi anunciado pela Apple na quarta-feira, na apresentação do iPhone 7. Os Airpods são os auscultadores in-ear (ou seja, para enfiar no pavilhão auditivo) com que a Apple quer dar um salto para um futuro sem fios e onde os smartphones não precisam da tradicional entrada áudio de 3,5mm. “Simples e sem fios. Parece magia” é o slogan da Apple para os Airpods, mas o receio de muitos especialistas é mesmo esse: que seja demasiado fácil fazê-los desaparecer, por “magia”, ou seja, perdê-los.

Pode ser um típico caso de “estranha-se, depois entranha-se” — a Apple já nos habituou a esse sentimento quando, por exemplo, abandonou as entradas para diskettes (floppy) nos seus Macs. Mas vários especialistas em design e analistas da Apple estão a colocar em causa o design dos novos auscultadores sem fios, que são a aposta da empresa de Tim Cook para convencer os consumidores de que os auscultadores tradicionais pertencem ao passado. A verdade é que os auscultadores in-ear estão longe de ser uma novidade, mas até aqui as marcas têm-se limitado a eliminar a necessidade de um fio entre o smartphone e os auscultadores — na maior parte dos casos, os dois auscultadores continuam a estar ligados por um fio, entre eles.

No caso dos Airbuds, os dois auscultadores são completamente independentes não só do aparelho emissor mas, também, entre si. Muito arriscado, comentaram logo vários observadores nas redes sociais.

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Nas redes sociais, as brincadeiras não tardaram: houve quem ainda nem os tenha comprado e já os tivesse perdido, quem tema que os Airpods vão perder-se no buraco negro para onde vão os bâtons meio-usados e, até, quem ache que os vai perder em menos tempo do que durou Cristiano Ronaldo na final do Campeonato Europeu de Futebol. Mas qual é o problema, afinal?

 

Uma das razões por que a maioria das marcas continua a ter um fio a unir os dois auscultadores (que é, normalmente, jogado para trás do pescoço) é que isso torna mais fácil utilizá-los. Se precisamos de os pousar para falar com alguém, basta deixá-los cair e eles ficam pendurados à volta do pescoço. Além disso, torna-se mais fácil “pescá-los” numa mala e, logicamente, torna-se mais fácil saber por onde andam.

Com os AirPods, que vão custar 179 euros em Portugal, não será assim. O utilizador terá de usar as duas mãos para segurar cada um deles quando os retirar dos ouvidos. E perdê-los facilmente pode não ser o único problema — nem o mais grave — dos AirPods. Houve, logo durante a apresentação da Apple, quem alertasse para o grande risco de que crianças ou animais possam engolir e sufocar com estes aparelhos.

A Apple não é a primeira marca a lançar auscultadores sem fios (entre os dois dispositivos). Como nota a Esquire, a Motorola e a Samsung também já enveredaram pelo mesmo caminho, com alguns modelos. A Apple tenta dar a volta a este problema levando os utilizadores a transportarem consigo, sempre, a pequena caixa que além de os guardar também inclui uma bateria interna que reforça a autonomia dos dois auscultadores.

#RevistaPontosdeVista

O iPhone: o smartphone que que ainda antes de sair já gera mais textos do que qualquer outro gadget do mercado. Este incluindo. Basta uma simples pesquisa no Google para revelar um sem número de rumores. A maioria não passa de pura “adivinhação”, já que a Apple é conhecida por guardar muito bem a informação relativa a novos produtos.

Mas também é verdade que o crescimento verdadeiramente exponencial da empresa que Steve Jobs deixou a Tim Cook fez com que seja cada vez mais difícil guardar segredos. Basta lembrar que todos os iPhones são produzidos no sítio do costume, ou seja, na China, onde nem sempre é fácil manter a informação confidencial. Sobretudo quando se quer produzir depressa e aos milhões. E aqui fica a primeira previsão: o iPhone 7 vai chegar ao mercado norte-americano a 16 ou 23 de setembro e a Portugal lá para o fim de outubro.

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