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Não era um espetáculo, conseguir construir uma casa para quem precisa?

Num momento musical único, para todos os gostos e cujo valor de bilheteira reverte na totalidade para a construção da Casa Porto Seguro, a  Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL) marca a noite de 23 de outubro, no Campo Pequeno, em Lisboa, com o Concerto Solidário Todos por uma Casa.

O concerto Todos por uma Casa junta Ana Bacalhau, Carlão, Gisela João, Sofia Escobar, Tim, Paulo de Carvalho e a Orquestra Sinfónica Promenade e convida todos – dos apreciadores de música clássica aos amantes do Hip-Hop – a contribuir para proporcionar um Porto Seguro a doentes deslocados em tratamento em Lisboa. Os bilhetes estão à venda na Ticketline e nos locais habituais.

A APCL divulgou recentemente nas suas redes sociais um vídeo onde é possível conhecer a realidade de doentes a quem a Casa Porto Seguro já fez falta. Paulo de Carvalho e Ana Bacalhau também já deixaram nas redes sociais um convite aos portugueses, para que se juntem por esta causa.

A Casa Porto Seguro é um projeto da APCL, que prevê a reconstrução de uma casa próxima do IPO Lisboa e do Hospital Santa Maria, os dois centros de tratamento de cancros do sangue doenças hemato-oncológicas em Lisboa, que vai alojar doentes com cancros do sangue e seus familiares deslocados de casa e em situação de carência económica.

Associações de doentes juntam-se em campanha “Contra o Cancro do Sangue”

No mês de setembro, em que se  assinala a consciencialização para as doenças hemato-oncológicas, as associações de doentes Associação de Apoio aos Doentes com Leucemia e Linfoma (ADL), Associação Portuguesa Contra a Leucemia  (APCL) e Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas (APLL), em parceria com a farmacêutica Takeda, lançam a campanha “Contra o Cancro do Sangue, com os hashtags #contraocancrodosangue #vestimosdevermelho.

“Contra o Cancro do Sangue” pretende desafiar os portugueses a vestirem uma peça de roupa com a cor vermelha (t-shirt, lenço, são alguns exemplos) e, ao longo do mês de setembro, partilharem fotografias e imagens nas suas redes sociais e nas redes sociais das associações de forma a aumentar o conhecimento sobre estas doenças. A campanha terá ainda um micro-site contraocancrodosangue.pt com informação sobre a campanha e que reencaminhará para os sites das associações onde está comunicação sobre as doenças hemato-oncológicas.

O objectivo da campanha é informar as pessoas sobre as doenças hemato-oncológicas, sensibilizar para o que são e o impacto que têm e dar visibilidade a esta causa.

  • #contraocancrodosangue #vestimosdevermelho
  • Setembro, Mês das Doenças hemato-oncológicas
  • 15 de setembro – Dia Mundial do Linfoma
  • 22 de setembro – Dia Mundial da Leucemia Mielóide Crónica

Vencedor de Bolsa de Investigação em células B maduras conhecido na próxima semana

O projeto vencedor é contemplado com uma bolsa no valor de 15.000€, destinada à realização, pelo período de um ano, de uma proposta de investigação na área das neoplasias de células B maduras.

Nas candidaturas recebidas valorizaram-se os projetos interdisciplinares que apresentassem propostas nas áreas do tratamento, diagnóstico, epidemiologia, impacto social da doença e melhoria da qualidade de vida do doente.

Os projetos foram avaliados por um júri composto pelo diretor do Serviço de Hemato-Oncologia do IPO do Porto, Dr. Mário Mariz, pelo diretor do Serviço de Hematologia do Centro Hospitalar de Lisboa Norte, Dr. João Raposo, e pela diretora do Serviço de Hematologia do Instituto Português de Oncologia de Lisboa, Profª Drª Maria Gomes da Silva.

Seminário sobre Mieloma Múltiplo ajuda doentes e profissionais de saúde a lidar com esta doença

O mieloma múltiplo é uma doença hemato-oncológica rara que tem uma taxa de mortalidade de aproximadamente 600 portugueses por ano. Apesar de ainda não existir cura para esta doença, muitos têm sido os avanços realizados, podendo hoje em dia ser uma doença controlada. É neste sentido, que vários especialistas se juntam neste seminário para discutir quais as principais barreiras que ainda existem nesta área e quais as principais necessidades dos doentes ou cuidadores.

Em primeiro lugar, será explicado o que é o mieloma múltiplo e de que forma é que pode ser feito um diagnóstico. Este tema será apresentado pelo Dr. Fernando Leal da Costa, médico oncologista no IPO de Lisboa, que é também, responsável pela coordenação deste seminário. “É com muito gosto que apoio a APCL na organização deste seminário. É importante mostrar a todos os interessados o que estamos a tentar desenvolver nesta área e os avanços que existem quer na área terapêutica quer nos cuidados que podemos prestar a estes doentes”, explica.

O seminário irá ainda contar com a intervenção de outros especialistas que irão debater temas como a “Abordagem da Dor no Mieloma”, “Cuidados Domiciliários”, “Novos Tratamento e Ensaios Clínicos” e “Terapia Ocupacional”.

“É muito importante para a APCL poder organizar este género de seminários formativos para apoiar os doentes e profissionais de saúdes com informação prática sobre questões que afetam o seu dia-a-dia, como a gestão da dor ou os cuidados domiciliários.””, refere Carlos Horta e Costa, vice presidente da APCL.

O Seminário APCL sobre o Mieloma Múltiplo, destina-se a pacientes, cuidadores, enfermeiros, médicos e outros profissionais de saúde. As inscrições devem ser realizadas através do geral@apcl.pt ou 213 422 205.

Mais dados sobre a doença:

  • O mieloma múltiplo é o tipo mais comum de tumor das células plasmáticas e a esperança média de vida das pessoas que sofrem de mieloma múltiplo é de sete a dez anos.
  • Em Portugal, estima-se que surjam, em cada ano, 300 novos casos desta doença. Alguns destes casos não chegam a ser diagnosticados. Os últimos dados indicam o mieloma múltiplo afeta mais de 1500 portugueses.
  • O Mieloma Múltiplo atinge mais os homens do que mulheres, mas a diferença entre ambos não é significativa.
  • A doença ocorre mais frequentemente entre os 50 e os 70 anos.
  • A doença tem um pico de incidência entre os 60 e os 65 anos.
  • Apenas em 3% dos casos a pessoa tem idade inferior a 40 anos.
  • Até hoje ainda não existe um tratamento que cure esta doença. No entanto, já existem diversas terapêuticas que permitem controlar este tipo de cancro e que melhoram significativamente a sua qualidade de visa. Há doentes que necessitam de se submeter ao transplante para tratamento da doença: estamos a falar de impacto na qualidade de vida na medida de qualquer outro transplante – hospitalização, o que leva à ausência no trabalho, ausência da vida familiar e dos cuidados redobrados que terá de ter após a cirurgia.

Sobre a APCL

A Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL) foi fundada em janeiro de 2002 em resultado da iniciativa de um conjunto de doentes que sobreviveram a patologias do foro Hemato-Oncológico (Leucemias e Linfomas) e de um grupo de médicos do Instituto Português de Oncologia Francisco Gentil (IPOFG) de Lisboa que os trataram.

A principal motivação dos Fundadores da APCL radicou na sua compreensão da importância de consciencializar e mobilizar a sociedade civil no apoio a todos os que diariamente lutam contra a devastadora doença que é a Leucemia.

A APCL tem como missão contribuir, a nível nacional, para aumentar a eficácia do tratamento das Leucemias e outras neoplasias hematológicas afins, investindo para isso em investigação científica com um programa de atribuição de Bolsas e investindo na Formação para profissionais de saúde.

A APCL assume ainda como sua missão o aumento da literacia do doente, promovendo e organizando workshops sobre patologias do sangue e temas relacionados, com envolvimento de profissionais de saúde.

A promoção de encontros entre pares para partilha de experiências e informações, bem como o apoio financeiro a doentes com Leucemia e às suas famílias, são outras valências que doentes e cuidadores encontram da APCL.

A APCL iniciou um processo de construção de uma casa de acolhimento para doentes hemato-oncológicos e seus familiares com

carências financeiras que se encontrem deslocados da sua área de residência e se encontrem em tratamentos específicos ou transplante em Lisboa.

“Ser dador de IRS não dói nada” chama portugueses a combater Leucemia

“Doar 0,5% do IRS é efetivamente simples e não são retirados quaisquer benefícios ao contribuinte ao escolher uma associação para ajudar. Todos podem contribuir para permitir que cada vez mais doentes com leucemia recebam apoio numa fase tão difícil da sua vida”, explica Manuel Abecasis, médico hematologista e presidente da APCL.

“Os fundos angariados vão permitir que a APCL continue a organizar atividades de apoio aos doentes, como workshops, apoio com bolsas de investigação para aumentar o conhecimento científico destas doenças e apoio financeiro aos doentes e famílias com menos recursos”, acrescenta o presidente.

Para ajudar a APCL com 0,5% do IRS, o contribuinte apenas tem de escolher a opção “consignar o seu IRS” e indicar o Número de Identificação Fiscal (NIF) da associação: 505 945 401.

Para consignar o seu IRS à APCL bastará apenas aceder ao Portal das Finanças e escolher a opção “Comunicação do agregado familiar/Entidade a consignar”, indicando o NIF 505 945 401. A consignação é feita com base no montante que teria de pagar ao Estado, sendo que, desta forma, o seu reembolso será o mesmo. No caso de optar por consignar também o IVA, este montante irá ser retirado do valor que seria creditado no seu saldo de IRS.

Sobre a APCL

A Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL) foi fundada em janeiro de 2002 em resultado da iniciativa de um conjunto de doentes que sobreviveram a patologias do foro Hemato-Oncológico (Leucemias e Linfomas) e de um grupo de médicos do Instituto Português de Oncologia Francisco Gentil (IPOFG) de Lisboa que os trataram.

A principal motivação dos Fundadores da APCL radicou na sua compreensão da importância de consciencializar e mobilizar a sociedade civil no apoio a todos os que diariamente lutam contra a devastadora doença que é a Leucemia.

A APCL tem como missão contribuir, a nível nacional, para aumentar a eficácia do tratamento das Leucemias e outras neoplasias hematológicas afins, investindo para isso em investigação científica com um programa de atribuição de Bolsas e investindo na Formação para profissionais de saúde.

A APCL assume ainda como sua missão o aumento da literacia do doente, promovendo e organizando workshops sobre patologias do sangue e temas relacionados, com envolvimento de profissionais de saúde.

A promoção de encontros entre pares para partilha de experiências e informações, bem como o apoio financeiro a doentes com Leucemia e às suas famílias, são outras valências que doentes e cuidadores encontram da APCL.

A APCL iniciou um processo de construção de uma casa de acolhimento para doentes hemato-oncológicos e seus familiares com

carências financeiras que se encontrem deslocados da sua área de residência e se encontrem em tratamentos específicos ou transplante em Lisboa.

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