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Bomba explode junto a tribunal de Atenas

O engenho explodiu por volta das 03:25 (01:25 em Lisboa), desconhecendo-se, de momento, a autoria do ataque. Não obstante, 40 minutos antes um jornal recebeu uma chamada telefónica de advertência.

No telefonema em causa uma pessoa apelou para que se procedesse à evacuação do tribunal e do prédio contíguo, afirmando que não se tratava de uma brincadeira.

A explosão causou inúmeros danos na fachada do edifício do tribunal, com vidros a partirem-se nos arredores.

Segundo as primeiras informações, citadas pelos ‘media’ locais, o engenho explosivo, com temporizador, estava numa mochila que foi depositada no local por duas pessoas que fugiram de moto.

Um forte dispositivo policial isolou a área que ficou cortada ao trânsito.

A brigada antiterrorismo assumiu a investigação do caso, assinalou um porta-voz policial citado pela agência de notícias espanhola Efe.

Em 20 de abril, um engenho explosivo idêntico foi detonado junto a uma sucursal de Eurobank, no centro de Atenas.

Este tipo de ataques, que visam apenas provocar danos materiais e não pessoais, têm acontecido com regularidade nos últimos anos na Grécia, sendo a sua autoria frequentemente reivindicada por membros de grupos ou movimentos anarquistas.

Austrália: autor do atropelamento agiu deliberadamente

“Daquilo que nos foi permitido ver pensamos que se trata de um ato deliberado. Os motivos são desconhecidos”, disse aos jornalistas o comandante da polícia de Vitória, Russell Barrett.

As autoridades acrescentaram que o motorista responsável pelos atropelamentos – numa zona particularmente movimentada da cidade – foi detido, assim como o acompanhante.

Pelo menos 13 pessoas foram hospitalizadas, entre as quais uma criança que se encontra gravemente ferida.

Donald Trump quer pena de morte para atacante

“O terrorista de NYC [Nova Iorque] estava contente, [dado que] pediu para que a bandeira do ISIS [Estado Islâmico] fosse pendurada no seu quarto no hospital. Ele matou oito pessoas e feriu gravemente 12. Deve ser condenado à pena de morte!”, escreveu Donald Trump no Twitter.

O presumível autor do ataque, Sayfullo Saipov, de 29 anos, natural do Uzbequistão, que investiu a carrinha contra quem passava numa ciclovia movimentada em Manhattan, foi formalmente acusado na quarta-feira de terrorismo.

O Presidente dos Estados Unidos tinha já admitido enviar o “animal” – como o descreveu – para a prisão de Guantánamo.

“Com certeza que vou considerar isso. Enviá-lo para Gitmo”, disse, numa conferência de imprensa, usando o diminutivo atribuído à base militar norte-americana situada em Cuba que o anterior Presidente Barack Obama prometeu fechar, mas não o fez.

Sayfullo Saipov, que chegou aos Estados Unidos em 2010, tem carta de condução da Flórida e residência em Nova Jérsia. Segundo o jornal New York Times, trabalhava como motorista da Uber e já estaria no radar da polícia norte-americana.

Sayfullo Saipov reconheceu ser o autor de uma mensagem escrita em árabe que fazia referência ao autoproclamado Estado Islâmico, encontrada, a par com uma bandeira do grupo extremista, junto da carrinha utilizada no ataque ocorrido perto do memorial do World Trade Center, durante o interrogatório no hospital, para onde foi levado depois de ter sido baleado.

Formalmente acusado de apoio a uma organização terrorista e de destruição de veículos levando à morte de pessoas, arrisca prisão perpétua se for condenado.

Apesar de o estado de Nova Iorque não prever a pena capital, tendo a prisão perpétua como pena máxima, Saipov pode ser condenado à morte num julgamento federal por terrorismo.

Dzhokhar Tsarnaev, um dos terroristas que perpetraram, em 2013, um atentado contra a maratona de Boston, foi condenado à pena capital, numa sentença possível ao abrigo da lei federal e que gerou inclusive alguma controvérsia no estado de Massachusetts, que aboliu a pena capital em 1947.

O ataque de terça-feira foi o primeiro em Nova Iorque com registo de mortes desde os atentados contra o World Trade Center em 11 de setembro de 2001.

LUSA

#missinginManchester

Os desaparecidos são na maioria jovens, muito jovens. Olivia Campbell, de 15 anos, tinha ido ao concerto com a amiga Adam, que foi localizada e se encontra hospitalizada.

Missing: Olivia Campbell at the bombing. Her mom Charlotte Campbell is looking for her. Please RETWEET.

 

Charlotte, mãe de Olivia, como tantos outros pais desesperadas, recorreu ao Twitter para tentar encontrar alguém que possa ter pistas que a ajudem a localizar a filha.

“O último contacto que tive com ela foi às 20h30. Ela estava no concerto… disse-me que se estava a divertir imenso e agradeceu-me por a ter deixado ir”, escreveu Charlotte na rede social.

Numa entrevista ao telefone ao The Telegraph, Charlotte pede ajuda a qualquer pessoa que tenha alguma informação sobre o paradeiro da filha de 15 anos

Mas Olivia está longe de ser a mais nova. O Twitter exibe fotos de desaparecidos que não entraram ainda na adolescência.

Saffie Rose Roussos tem apenas 8 anos. É provavelmente a mais jovem entre os que ainda se encontram desaparecidos após a explosão na Manchester Arena.

“Desperate search for info on Saffie Rose Roussos, aged 8, from Leyland, Lancs, at Manchester Arena last night with her mother and sister.”

A família, destroçada, procura a filha que tinha ido assistir ao concerto com a sua irmã mais velha.

A explosão aconteceu numa zona onde adolescentes, pré-adolescentes e até crianças, estava já a deixar o concerto da cantora norte-americana.

A polícia confirmou que várias pessoas continuam desaparecidas. Pelo menos 22 pessoas morreram e 59 ficaram feridas na explosão.

As autoridades suspeitam que o responsável foi um homem sozinho, que morreu na explosão e que “transportava um engenho explosivo improvisado, que detonou, causando esta atrocidade”. Este caso está a ser tratado como um “incidente de terrorismo”.

Testemunhas dizem ter havido mais um atentado em centro comercial

Segundo a Reuters o centro comercial foi evacuado e há pessoas a fugir do local.  Imagens do local partilhadas na redes sociais mostram isto mesmo.

http://<blockquote class=”twitter-video” data-lang=”pt”><p lang=”en” dir=”ltr”>Police pushing crowd back by Manchester Arndale centre, some running, some in tears <a href=”https://t.co/4wYbwzdm8E”>pic.twitter.com/4wYbwzdm8E</a></p>&mdash; Dan Johnson (@DanJohnsonNews) <a href=”https://twitter.com/DanJohnsonNews/status/866963495639814145″>23 de maio de 2017</a></blockquote> <script async src=”//platform.twitter.com/widgets.js” charset=”utf-8″></script>

Foi neste centro comercial que, em 1996, um atentado causou 200 feridos.

Entretanto, a superfície comercial já foi reaberta e tudo indica que qualquer tipo de ameaça possa ser falso alarme.  Este incidente acontece algumas horas depois de um bombista suicida ter provocado a morte a 22 pessoas e ter ferido outras 59, na Manchester Arena, a poucos quilómetros do centro comercial.

Manchester: Identidade do terrorista é conhecida mas a polícia ainda não a pode revelar

Theresa May afirma que este ataque em específico é de uma “cobardia doentia” porque matou sobretudo “crianças e jovens inocentes” que deveriam estar a “usufruir um dos momentos mais felizes da sua vida”.

“Embora não seja a primeira vez que Manchester sofreu um incidentes destes, este é o pior que esta cidade e o norte da Inglaterra já sofreu”, disse, referindo, que “os nossos corações estão com as vítimas familiares e amigos”.

Recordando os dados até agora já conhecidos, relativamente ao número de mortos e feridos, a primeira-ministra britânica afirma que a polícia sabe que terá sido um único homem a agir na noite de segunda-feira, mas que estará a tentar perceber-se este organizou o atentado sozinho ou se haverá mais alguém envolvido.

“A polícia acredita já conhecer a identidade do homem, mas neste momento ainda não pode confirmar o seu nome”, referiu, garantindo que serão dados todos os recursos necessários à polícia e à segurança britânica para que prossigam as investigações.

Theresa May disse ainda que “todos os atos terroristas são covardes contra pessoas inocentes” e que embora faça um esforço para perceber “a mente das pessoas”, não consegue perceber esta “covardia doentia” que mata crianças.

Polícia de Nova Iorque investiga alegado manifesto de bombista de Chelsea

As autoridades novaiorquinas estão a investigar a autoria de um manifesto publicado na plataforma online Tumblr em que alguém parece reivindicar responsabilidade pela bomba improvisada que explodiu em Nova Iorque no sábado, ferindo 29 pessoas.

A notícia foi avançada pelo tablóide “New York Daily News” citando fontes da polícia de Nova Iorque que estarão a analisar uma página de Tumblr, entretanto apagada, onde um utilizador assumia a autoria do ataque e dizia ter sido ele a construir o engenho explosivo que a polícia encontrou perto do local da explosão “intencional”.

A página intitulada “Eu sou o bombista de NY” tinha como cabeçalho uma imagem da bandeira do orgulho gay. Num primeiro post, o autor afirmava ter sido ele a orquestrar o ataque para alegadamente vingar os maus-tratos sofridos pela comunidade gay nos Estados Unidos — apesar de esse ataque ter acontecido em Chelsea, um dos bairros mais gay-friendly de Manhattan.

“Provavelmente já viram as notícias, os explosivos detonados na cidade de Nova Iorque, fui eu [que os coloquei ali]”. Numa segunda publicação, o mesmo utilizador sublinhou que cometeu “alguns erros” e garantiu que não voltará “a cometê-los da próxima vez”, de acordo com o jornal britânico “The Independent”.

A página de Tumblr foi suspensa pouco depois das 14h de domingo (19h em Lisboa)

A página de Tumblr foi suspensa pouco depois das 14h de domingo (19h em Lisboa)

TUMBLR

“Fiz isto porque não aguento esta sociedade”, era referido na mesma página. “Não posso viver num mundo onde os homossexuais como eu, bem como o resto da comunidade LGBT, são rebaixados pela sociedade. Não sei exatamente como me sinto por roubar vidas humanas. Suponho que terei de continuar o meu caminho sabendo que o que estou a fazer tem um propósito e que irá, de facto, fazer a diferença.”

As autoridades ainda não confirmaram a autenticidade da publicação. Após a explosão no sábado à noite no bairro de Chelsea, o governador do estado de Nova Iorque, Andrew Cuomo, anunciou aos jornalistas o reforço da presença policial nas ruas da ilha de Manhattan. Neste momento, há mil agentes da polícia adicionais a patrulhar a rede de transportes públicos da cidade, disse o governante no domingo, altura em que referiu que este parece tratar-se de um ataque interno sem ligações ao terrorismo internacional.

Horas depois de Cuomo falar à imprensa, fontes da polícia avançaram ao “New York Times” que foram detidas cinco pessoas por suspeitas de envolvimento no ataque. Tudo indica que estariam a caminho do aeroporto quando foram travadas pelas autoridades e levadas para uma agência do FBI para serem interrogadas.

Polícia prende extremistas que preparavam atentado em Ancara

“Supomos que são dois membros do Estado Islâmico e que preparavam um atentado durante o Ano Novo na capital”, Ancara, disse a fonte, que pediu anonimato.

Os dois suspeitos foram interpelados pela polícia antiterrorista na zona de Mamak, arredores de Ancara, indiciou à AFP uma outra fonte oficial na capital turca.

Por outro lado, e de acordo com as cadeias de televisão turcas, os dois homens estavam referenciados “há algum tempo” pelo corpo especial de polícia que decidiu proceder à detenção.

A Turquia encontra-se em estado de alerta depois do atentado suicida que fez 103 mortos e mais de 500 feridos, na estação de comboios de Ancara no dia 10 de outubro.

Segundo o Governo, os extremistas do grupo Estado Islâmico são os principais suspeitos do atentado de outubro, apontado como o mais grave de sempre na Turquia.

Após o atentado na estação ferroviária de Ancara multiplicaram-se as detenções de suspeitos de envolvimento em grupos extremistas islâmicos, na Turquia.

Detidos em Bruxelas presentes a tribunal na quinta-feira

Este habitante de Anderlecht, uma das comunas de Bruxelas, foi condenado a seis anos de prisão por envolvimento em roubos de restaurantes entre 2008 e 2009.

No mandado para a sua prisão constavam acusações de ameaças de ataques, participação em atividades de um grupo terrorista enquanto dirigente e recrutamento para ações terroristas, como autor e coautor.

Mohamed Karay, de 27 anos, através do seu advogado, contestou as acusações e negou ser radicalizado e garantiu não ter antecedentes criminais.

Também originário de Anderlecht, o homem foi detido na sua casa, onde foi encontrado material do grupo extremista Estado islâmico (EI) e equipamento de Airsoft, um desporto que envolve o uso de réplicas de armas de guerra e camuflagem.

Karay foi colocado sob prisão devido a ameaças de ataques e participação em atividades de um grupo terrorista, como autor ou coautor.

Nas operações não foram encontradas quaisquer armas.

A Procuradoria belga divulgou terça-feira a detenção de seis pessoas, quatro das quais foram libertadas, no quadro de uma investigação que revelou “ameaças sérias de atentados em locais emblemáticos de Bruxelas durante as festas de fim de ano”.

A imprensa local relatou uma “operação antiterrorista discreta, mas importante” realizada nos últimos dias, em Bruxelas, na região de Liège e na província Brabante flamenga.

Para tomar a decisão de manter, ou não, os festejos do final de ano no centro de Bruxelas, o presidente daquela comuna, Yvan May, pediu ao Órgão de Coordenação para a Análise de Ameaças (OCAM, em francês) um parecer e que deve ser feito esta tarde.

A Bélgica mantém o nível 3 de alerta, que inclui uma vigilância maior em ocasiões de concentração de pessoas, tendo o último Conselho de Ministros decidido prolongar a presença de militares nas ruas até 20 de janeiro.

Nas esquadras policiais o nível foi aumentado, até 4 de janeiro, por terem sido apontadas como possíveis alvos de ataques.

A organização responsável pela análise de ameaças não defendeu o aumento generalizado do alerta por “não ser iminente” um ataque, mas sim “uma possível e credível ameaça, ao mesmo estilo dos ataques em Paris”.

Dois detidos por suspeita de planearem atentados para o fim do ano

A investigação, que resultou na detenção de seis pessoas, das quais quatro foram libertadas, revelou “ameaças sérias de atentados em lugares emblemáticos de Bruxelas durante as festas de fim de ano”.

Um dos suspeitos foi preso sob a suspeita de planear ataques e também por “desempenhar um papel de liderança em atividades de um grupo terrorista e recrutar”, enquanto outro enfrenta acusações de planeamento e “participação em ativistas de um grupo terrorista”, refere o mesmo comunicado.

A imprensa local relata uma “operação antiterrorista discreta, mas importante” realizada nos últimos dias, em Bruxelas, na região de Liège e na província Brabante flamenga, no âmbito de um mandato ordenado por um juiz de instrução da capital belga, especializado em questões de terrorismo.

“Nem armas, nem explosivos foram descobertos”, segundo a mesma fonte, que não confirmou informações da imprensa sobre “ameaças concretas” contra uma esquadra da polícia localizada junto da Grand Place, um dos locais mais frequentados por turistas, e acerca do aumento do estado de alerta nas esquadras do nível dois para três.

O comunicado indicou que as detenções não estão relacionadas com os atentados de 13 de novembro de Paris, que causaram 130 mortos, e que para o “interesse” do processo “não serão dadas mais informações por agora”.

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