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Condutor que matou ciclista confessa que guiava sem carta e fugia à GNR

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Num depoimento a marcar o início do seu julgamento, no Juízo Central Criminal de Vila Nova de Gaia, o arguido sublinhou que o atropelamento se deu quando seguia a alta velocidade, perseguido por um carro-patrulha da GNR, e que não conseguiu evitar o embate com o ciclista.

Segundo fonte ligada ao processo, o local onde circularia a vítima, alegadamente fora da ciclovia ali existente, é uma questão que pelo menos duas testemunhas poderão clarificar em próxima sessão de julgamento.

Relatos das autoridades feitos no próprio 16 de março de 2017 indicam que o homem, de 31 anos, acusado de homicídio por negligência, percorreu mais de cinco quilómetros em fuga à GNR, depois de desobedecer a uma ordem de paragem, e atropelou mortalmente um ciclista de 35 anos junto à praia do Atlântico, em Valadares.

Ainda tentou prosseguir a fuga a pé após o atropelamento, mas acabou detido pela GNR.

Nesse mesmo dia, a GNR divulgou que o arguido estivera envolvido num episódio similar, em maio de 2016, na localidade de Baltar, concelho de Paredes, quando “duas patrulhas foram em seu alcance, uma de cada lado, e o carro em que seguia abalroou uma viatura da GNR”.

LUSA

Vinte e quatro pessoas morreram este ano na sequência de 1.700 atropelamentos

Vinte e quatro pessoas morreram na sequência de 1.700 atropelamentos ocorridos nos primeiros seis meses do ano, em todo o país, mais 178 face ao período homólogo de 2015, segundo dados divulgados pela GNR.

Nos primeiros seis meses de 2015 e de 2016, foram registados, no total, mais de 3.200 atropelamentos, dos quais resultaram 49 mortos, correspondendo a 14% do total das mortes em acidentes rodoviários registados na área de responsabilidade da Guarda Nacional Republicana.

No primeiro semestre deste ano, foram registadas 24 mortes (menos uma do que em igual período de 2015), 94 feridos graves (mais 11) e 791 feridos leves (mais 66), num total de 1.700 atropelamentos.

Porto (202), Braga (182), Aveiro (142) e Viseu (110) são os distritos com maiores índices deste tipo de sinistralidade, adianta em comunicado a GNR, que está a realizar uma campanha, nas redes sociais, sobre atropelamentos, alertando para a necessidade de reduzir a velocidade junto às passadeiras.

“Os atropelamentos ocorrem muitas vezes por distração, tanto do condutor como do peão”, refere a corporação, sublinhando que “as principais vítimas de atropelamentos” são as crianças e os idosos.

Para prevenir estes acidentes, a GNR aconselha os condutores a redobrarem a atenção nas vias habitualmente utilizados pelos peões para passagem, mesmo fora das passadeiras, e a “reduzir a velocidade para um nível que permita imobilizar o veículo no caso de necessidade”, em zonas urbanas ou residenciais.

Recomenda ainda aos condutores para não realizarem atividades que provoquem distração, como o uso de telemóvel.

A GNR dirige também algumas recomendações aos peões, como caminharem pelos passeios e atravessarem nas passadeiras, sempre que existam. Quando não existirem, “atravessar pelo lugar mais seguro, a direito, depressa mas sem correr”.

Nas bermas, os peões devem caminhar no sentido contrário ao dos veículos, o mais afastado possível da faixa de rodagem, e usar vestuário de cores vivas para uma maior visibilidade, sobretudo durante a prática desportiva,

Outros conselhos passam pelos peões não atravessarem entre viaturas estacionadas, “tomar especial cuidado” ao atravessarem as vias, olhando para ambos os sentidos, e “evitar realizar atividades distrativas”, como enviar mensagens e consultar as redes sociais no telemóvel.

Polícia divulga vídeo “chocante” de atropelamento

O atropelamento correu a 23 de julho, às 0.55 horas, no parque de estacionamento de Vicarage, em Norfolk.

Um homem de 30 anos, caminhava no parque com dois amigos quando foi atingido. Na sequência do impacto, foi projetado cerca de cinco metros, refere a polícia de Norfolk, em comunicado.

A vítima foi levada para o hospital de Norfolk e Norwich, onde permanece internada, 11 dias após o atropelamento. Fraturou a pélvis e sofreu lesões graves nas pernas.

“As motivações para o atropelamento não são conhecidas, mas estamos a tratar o assunto como uma tentativa de homicídio e consideramos que se tratou de um ato isolado”, disse o detetive Stu Armes, da polícia de Norfolk.

“O vídeo que revelamos é chocante e reconheço que algumas pessoas o achem perturbador. No entanto, reflete a seriedade do incidente e como poderia ter tido consequências fatais”, acrescentou Stu Armes.

“Pedimos ajuda para identificar o condutor do carro ou as pessoas que o acompanhavam. Acreditamos que três pessoas estavam na viatura, incluindo uma mulher”, disse Stu Armes.

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