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Dicas básicas para manter a segurança do seu carro

Se concorda com a afirmação, saiba que existem cuidados básicos que devem ser mantidos no seu automóvel. Quer saber quais são? Continue a leitura.

7 dicas básicas para manter a segurança de um automóvel
1. Faça uma revisão profissional com frequência
Embora existam vários cuidados que podem ser mantidos pelo dono do carro, muitos problemas passam despercebidos e só são detetados aos olhos de um profissional. Decidimos colocar esta como primeira dica devido à sua enorme importância.
Manter uma revisão periódica diminui o risco de avarias e aumenta a vida útil do motor; de forma resumida, protege-o a si e ao seu carro. Existem outras vantagens, como a economia do combustível, portanto mantenha uma visita regular.
Um problema que acontece com frequência é a avaria ou o mau funcionamento dos travões; esse problema pode ocorrer devido às pastilhas ou discos. Para mais informações, pode consultar a página de travões de disco na pecasdecarros24.pt.
2. Mude o óleo
A mudança de óleo é uma das dicas mais básicas, mas mais importantes, para quem tem um carro. Se tem dúvidas de como fazer esta dica de manutenção, peça apoio profissional para as primeiras vezes.
Esta mudança deve ser feita com a frequência aconselhada pelo fabricante. Lembre-se que cada carro é um carro e, o que funciona para uma marca e modelo, pode não ser o mais indicado para outra marca ou modelo.
3. Reponha a pressão dos pneus e, se necessário, mude os mesmos
O sustento do carro, o contacto constante com o piso e o atrito são apenas algumas das caraterísticas relacionadas aos pneus. O nível de pressão adequado aos seus pneus encontra-se nas informações do fabricante.
Lembre-se que a pressão baixa provoca um aumento da fricção, levando ao desgaste mais rápido e ao aquecimento dos pneus. Já a pressão mais alta do que o recomendado leva à não aderência dos pneus à estrada.
Se tem dúvidas quanto a este procedimento, pode deixá-lo para as revisões periódicas. O mecânico irá, ainda, avaliar a necessidade de mudança de pneus e o alinhamento da direção.
4. Mude o filtro de ar
O filtro de ar, geralmente, encontra-se num local pouco acessível, principalmente para os menos experientes. Se for o caso, guie-se pela quilometragem indicada no livro.
No entanto, caso consiga observar o filtro, verifique a sujidade do mesmo; se estiver sujo, chegou o momento de o trocar.
5. A componente elétrica é de grande importância!
A componente elétrica é muito importante num carro, portanto dê-lhe a atenção merecida. A verificação desta componente deve ser feita com o mecânico. Este irá avaliar a bateria, as luzes, os vidros, entre outros componentes elétricos do carro.
6. Lembre-se do limpa para-brisas
As escovas do limpa para-brisas, quando não usadas com frequência, podem ressecar e riscar o para-brisas.
A troca destas escovas é relativamente fácil e pode ser feita por si mesmo, mas se preferir pode pedir o apoio de um profissional. Compre escovas de qualidade para garantir uma maior durabilidade e, ainda, assegurar uma boa visibilidade aquando o seu uso.
7. Por último, tome atenção a qualquer alteração
Todas as dicas acima são importantes, mas, mais importante, é manter-se atento a possíveis alterações no seu carro.
Por exemplo, o automóvel tem aumentado o consumo de combustível? As luzes do carro sofreram alterações? A temperatura está mais elevada do que a temperatura normal ou recomendada? Estes são alguns sinais de que deve levar o automóvel a um profissional.
Esteja atento, ainda, a alterações no seu cinto de segurança – por exemplo, desgaste –, a luzes no painel, entre outros.
Em 2018, o número de acidentes com vítimas em Portugal continental foi de 34.235, segundo um estudo do website Pordata. São diversas as razões que levam a estes acidentes rodoviários, mas se mantivermos o nosso automóvel sem problemas, podemos salvar vidas.

Tem tomado os cuidados mencionados acima com o seu carro? Lembre-se que, de todas as dicas, a revisão regular é a mais importante, portanto marque a sua.

Carros: os mais baratos em Portugal

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Skoda Citigo (10 929 € com equipamento Active): O mais barato dos trigémeos do Grupo VW (com o VW up! e SEAT mii), o Skoda Citigo é o único destes a propor uma versão abaixo dos 11 mil euros. A habitabilidade é interessante para um carro citadino.

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Peugeot 108 (10 700 € com três portas e equipamento Active): Mesmo na versão mais acessível, o carro francês combina um nível de equipamento interessante com um motor capaz de baixos consumos. Por um ligeiro custo adicional, está disponível com cinco portas.

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Nissan Micra (10 450 € com equipamento Naru Edition): Aproveitando a chegada ao mercado da nova geração do Micra, a Nissan está a oferecer versões especiais mais acessíveis do modelo antigo, a um preço bastante a ter em conta.

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Ford Tourneo Courier (10 227 € com motor 1.0 Ecoboost): Baseado num veícuo comercial, o Ford Tourneo Courier oferece excelente habitabilidade bagageira por um preço reduzido, tudo graças ao seu motor 1.0 turbo.

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Citroën C1 (10 198 € com três portas e equipamento Live): A Citroën consegue oferecer o gémeo do Peugeot 108 a um preço ligeiramente mais reduzido, mas com um visual mais civilizado. Também tem uma variante de cinco portas por um custo adicional.

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Ford Ka+ (9827 € com equipamento Essencial): Finalmente conseguimos descer abaixo da barreira dos dez mil euros. O Ford Ka é um automóvel de aparência simples mas funcional, e mesmo a versão mais cara fica na casa dos 11 mil euros.

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Suzuki Celerio (8944 € com campanha e versão GA): Graças a uma campanha de desconto, a Suzuki consegue oferecer o automóvel mais barato à venda em Portugal, quebrando a barreira dos nove mil euros, e outra versão abaixo dos dez mil.

O custo de ter carro pode variar até 344 euros por mês na Europa

Entre os proprietários europeus, os noruegueses são os que mais pagam para conduzir um automóvel. Mensalmente, os noruegueses pagam quase o dobro do que os automobilistas húngaros em veículos a gasolina, 708€ e 364€, respetivamente. A Holanda é o país mais caro para os condutores de veículos a gasóleo. Em média, os holandeses gastam 695€ por mês no seu veículo a gasóleo. Nos carros a gasóleo, a Hungria é, mais uma vez, o país mais barato (369€). Estas são apenas algumas das conclusões do LeasePlan CarCost Index 2016, um estudo recente sobre os custos de propriedade de automóveis e utilização de carros a gasolina e gasóleo em 24 países europeus. Este estudo internacional mapeia todos os parâmetros do custo de um automóvel em grande detalhe, aproveitando o conhecimento e experiência da LeasePlan a partir da sua própria frota multimarca, usando a metodologia Index.

O LeasePlan CarCost Index fornece informações sobre os parâmetros de custo total dos veículos no segmento de veículos utilitários e familiares, como o Renault Clio, Opel Corsa, Volkswagen Golf e Ford Focus. O índice compara os custos mais importantes, como o preço de compra, custos de depreciação, reparações e manutenção, seguros, impostos e despesas de combustível, incluindo pneus de inverno, se exigido por lei. A análise é baseada nos primeiros três anos de custos operacionais e uma quilometragem anual de 20.000 kms.

Divisão europeia: diferenças regionais

Na Europa, o custo médio de condução de um carro pequeno a médio pode variar 344€ por mês. Os três países mais caros para conduzir um veículo a gasolina são a Noruega (708€), Itália (678€) e a Dinamarca (673€). O ranking dos países mais caros dos carros a gasóleo é liderado pela Holanda (695€), seguido pela Finlândia (684€) e Noruega (681€). De destacar que nos países da Europa de Leste, como na Hungria, República Checa e Roménia, os custos de condução de um automóvel a gasolina e a gasóleo são significativamente inferiores, a partir de 369€ por mês.

Proprietários têm pouca influência nos custos dos automóveis

Os custos de depreciação são aqueles que mais contribuem para o custo total de utilização do veículo. Na Europa, o custo médio de depreciação dos veículos de pequena e média dimensão representam 37% do custo total. Na Hungria, o baixo custo global deve-se principalmente ao preço de compra inferior à média, o que afeta positivamente os custos de depreciação. O imposto de circulação e o IVA representam 20%, enquanto o combustível contribui 16%, para o custo total de um carro por mês. Isto significa que os proprietários de automóveis têm relativamente pouca influência sobre os custos.

Em 6 dos 24 países europeus analisados, conduzir um carro a gasóleo é mais caro do que conduzir um carro a gasolina. Embora o preço do gasóleo seja mais barato que o preço da gasolina, outros fatores, como impostos mais caros, seguros ou encargos de manutenção, explicam o maior custo total para os veículos a gasóleo em alguns países.

A importância da fiscalidade ambiental

O estudo mostra também que existe uma forte correlação entre o custo global elevado e o Imposto de Circulação/IVA entre os dois tipos de veículos para os países mais caros (Itália, Países Nórdicos e Holanda) e vice-versa para os países mais baratos, menos sujeitos a tributação (Hungria, República Checa e Roménia). Tal pode ser visto como um reflexo dos movimentos “verdes” relativamente fortes nos países mais caros, o que se traduz em regulação ambiental via tributação. Por exemplo, na Holanda o IVA e o Imposto de Circulação somam 31% dos custos totais de condução de um veículo a gasóleo. Quando se trata de veículos a gasolina, a Noruega é o número um em impostos, o que pode acrescentar até 29% do custo total.

Para António Oliveira Martins, Diretor-Geral da LeasePlan Portugal: “A depreciação e a falta de controlo dos custos dos veículos são dois fatores que podem tornar a tradicional propriedade do carro menos competitiva relativamente ao renting ou outras alternativas de mobilidade. A nossa presença em toda a cadeia de valor automóvel, assim como a nossa escala global, permite-nos gerir os nossos veículos em renting com custos muito competitivos e, na verdade, a um custo mais baixo para os nossos clientes. Devido à complexidade dos vários custos do veículo, recomendamos que os potenciais proprietários de automóveis ou gestores de frota pesquisem e analisem antes de decidirem a compra de um carro novo ou usado.”

Reparação e manutenção mais cara na Suécia

A Suécia tem os custos de manutenção e assistência em viagem mais elevados, em 15%, com um custo total de 85€. Pelo contrário, a Turquia tem os custos mais baixos de reparação e manutenção, a 28€ por mês. Isto não é surpreendente, uma vez que os custos da mão-de-obra representam uma parte significativa das despesas de reparação e de manutenção e o preço do valor/hora da Suécia pode ser três vezes mais elevada do que na Turquia.

Seguro: Suíça com os valores mais altos

A Suíça tem os valores de seguros mais altos da Europa. Estes custos totalizam 117€ por mês para gasolina e gasóleo. A República Checa é o país com o seguro mais barato para o veículo a gasolina, a 37€. O LeasePlan CarCost Index mostra que a Suécia é o país europeu mais barato para o seguro de veículos a gasóleo, a 39€ por mês.

Custos médios da gasolina: 100€ por mês

Com base numa quilometragem anual de 20.000 quilómetros, a despesa média mensal de combustível na Europa é de 100€ para a gasolina, e de 67€ para o gasóleo. A Itália assume a liderança nos custos de combustível com 136€ por mês para veículos a gasolina, devido ao elevado imposto de combustível. Com apenas 54€ por mês, os russos beneficiam de um custo de combustível mais barato para a gasolina, devido às grandes reservas de petróleo do país. O país mais barato para o gasóleo é a Polónia com 49€ por mês. 

Sobre o LeasePlan CarCost Index 2016

O futuro da mobilidade e a indústria de renting de veículos estão a ser moldados pela aceleração da evolução económica, tecnológica e social. A LeasePlan pretende dar a conhecer dados importantes sobre mobilidade global em toda a sua rede de empresas, que se encontra em 32 países em todo o mundo. O CarCost Index faz parte do LeasePlan MobilityMonitor. O LeasePlan MobilityMonitor permite que os leitores se mantenham atualizados sobre os principais desenvolvimentos e tomem decisões informadas sobre a gestão da frota e a mobilidade dos condutores.

O CarCost Index 2016 analisa os custos totais de possuir e operar veículos em 24 países: Áustria, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Holanda, Portugal, Roménia, Rússia, Eslováquia, Espanha, Suécia, Suíça, Turquia e Reino Unido.

Sobre a LeasePlan

A LeasePlan é líder global de gestão de frotas e de soluções de mobilidade, tendo a sua origem na Holanda. A sua oferta consiste no financiamento e gestão de frotas para satisfazer uma base de Clientes diversificada. Fundada em 1963, a LeasePlan tem crescido para se tornar a empresa líder mundial em gestão de frotas e soluções de mobilidade, com mais de 85% dos seus 7.400 colaboradores a operarem fora de território holandês. Atualmente, gere cerca de 1,6 milhões de veículos multimarca e oferece serviços globais de gestão de frota e de soluções de mobilidade em 32 países. A LeasePlan tem reforçado a presença em mercados maduros tradicionais, bem como apostado na expansão para novos mercados e no reforço dos mercados onde ocupa posições de liderança. O Grupo tem sido capaz de capitalizar a sua presença global e a sua rede internacional através da oferta de produtos inovadores e serviços de excelência que respondem às necessidades dos seus clientes multinacionais.

Proteja o seu carro no frio

Arranques desenfreados

A mecânica do seu veículo é semelhante e exigir demasiado do motor assim que dá à ignição é prejudicial. Os primeiros quilómetros devem ser feitos com acelerações tranquilas sem que as rotações subam muito até que o óleo fique à temperatura ideal e todos os componentes internos do bloco sejam corretamente lubrificados. Tanto mais que o estado do piso também o desaconselha.

Não aquece prolongadamente o automóvel 

Os motores modernos – em que a injeção de combustível é bem mais avançada – não necessita que o motor fique minutos (falamos de minutos e não um minuto, por exemplo) a aquecer, como era norma com os sistemas de carburador (quando a mistura ar-combustível era mais pobre na fase inicial). Ou seja, assim que ligar o carro, pode deixar o motor aquecer por 20-30 segundos, mas a melhor forma de o colocar à temperatura ideal é com uma condução relaxada nos primeiros quilómetros.

Mude as escovas

Um dos elementos mais descurados pelos automobilistas está bem à sua frente. As escovas do pára-brisas são essenciais para a correta visibilidade da estrada e do ambiente à sua volta, mas muitas vezes são esquecidas quando chega o inverno. Assim que as escovas começarem a deixar o para-brisas mais baço do que limpo, é altura de proceder à sua mudanças, mesmo que o mais indicado seja fazê-lo imediatamente antes do inverno (no verão, com o tempo quente, irão ressequir).

Tenha atenção aos pneus

Lembre-se que os pneus são o único meio de contacto do veículo com o asfalto. Mesmo que o conjunto de suspensão e os travões sejam fundamentais, não se esqueça que são aqueles elementos de cor preta que determinam o nível de aderência do veículo. Pneus com a pressão incorreta tendem a ser um problema, sabendo-se que a pressão dos mesmos decai com o tempo frio. Pneus sem rasto são outro problema decorrente do seu desgaste, mas que não pode descurar: faça o teste da moeda e saiba se os seus pneus precisam de ser mudados.

Bateria

A bateria é um dos elementos que mais sofre com o inverno, perdendo alguma da sua eficácia com o clima frio. Tanto mais que o número de funcionalidades utilizadas com o frio pode aumentar: aquecimento, limpa para-brisas, luzes de nevoeiro, bancos aquecidos ou sistemas de infoentretenimento mais elaborados aumentam o esforço da bateria. Por vezes, a bateria pode simplesmente ‘morrer’ sem qualquer aviso.

Não utilize água da torneira

Os construtores prescrevem prazos para a mudança de todos os fluidos do seu carro e fazem-no para que o motor esteja nas condições ideais em todos os momentos. Naturalmente, os líquidos do circuito de arrefecimento devem ser específicos e não água da torneira, que contém minerais que podem corroer todo o sistema. A atenção a este aspeto deve ser reforçada em regiões mais frias, por conseguinte, um conselho mais adequado aos condutores do Norte do país.

Conduza com mais precaução

As baixas temperaturas podem formar finas camadas de gelo no asfalto, invisíveis a olho nu e que podem provocar perdas de aderência. Mantenha uma distância segura para o carro da frente e a atenção ao máximo.

 

10ª Feira Usados LeasePlan em Lisboa e no Porto

Até 9 de outubro será possível visitar e adquirir um dos mais de 1.000 automóveis multimarca disponíveis com condições especiais, tanto ao nível de financiamento, retoma do atual automóvel, como de seguro e combustível.

Esta edição distingue-se das anteriores por ser a primeira feira sob a marca LeasePlan. Esta mudança reflete a consolidação da LeasePlan Portugal no mercado dos veículos usados nos últimos anos e o crescente compromisso da empresa em continuar a oferecer as melhores condições aos clientes deste segmento.

Para Manuel Berger, Diretor de Operações da LeasePlan Portugal, “Sob a marca LeasePlan reiteramos o nosso empenho em continuar a ser o melhor parceiro no mercado de usados. O nosso selo garante total transparência e confiança no histórico de utilização e manutenção. Estas feiras permitem o acesso a descontos muito interessantes”.

Monitorizados desde a compra até à revenda, os automóveis usados da LeasePlan distinguem-se pelas suas condições especiais: um único registo de propriedade, quilómetros reais, revisões e manutenções comprovadas. Para além destas vantagens, a LeasePlan oferece ainda uma garantia de dois anos em todos os automóveis comercializados, bem como o acesso a parceiros que facilitam a obtenção de financiamento automóvel e a retoma.

Perante a crescente adesão por parte dos clientes, a Feira de Usados LeasePlan continua a reunir as melhores oportunidades de veículos usados exclusivamente provenientes do negócio de renting e gestão de frotas. Os interessados que visitarem uma das feiras, em Carnaxide ou em Matosinhos, receberão um voucher que oferece um desconto imediato entre os 750€ e os 1.500€.

A Feira LeasePlan é já uma referência na venda de automóveis usados, tendo verificado um aumento de mais de 110% veículos vendidos entre a primeira e a última edição.

Sobre a LeasePlan:

A LeasePlan é líder nacional no mercado do renting e gestão de frotas, presente em Portugal desde 1993 com escritórios em Lisboa e no Porto. Com mais de 5.000 clientes, gere atualmente uma carteira de cerca de 98 mil veículos, dos quais 48 mil são renting de sua propriedade. A LeasePlan Portugal tem no cliente e no condutor o centro da sua atividade e procura oferecer um serviço de renting superior com redução contínua de custos na gestão da sua frota. Foi a primeira empresa de aluguer operacional em Portugal a obter a certificação de qualidade em 1998, tendo transitado para a norma ISO 9001:2008, em 2010, e que se encontra atualmente em vigor.

Para a venda de automóveis usados, dirigida a clientes particulares e profissionais a LeasePlan disponibiliza uma plataforma online.

Domingo sem carros: Lusoponte impede travessia da ponte 25 de Abril em bicicleta

Ainda não é desta que a celebração da Semana da Mobilidade e do Dia Sem Carros pode contar com a travessia da Ponte 25 de Abril, entre Almada e Lisboa, de bicicleta e sem automóveis.

O Expresso apurou que a Câmara Municipal de Almada gostaria este ano de aliar a celebração da mobilidade sustentável à dos 50 anos da ponte, promovendo a travessia desta via rodoviária sobre duas rodas não motorizadas, na manhã de domingo, 20 de setembro. Porém, a Lusoponte não autoriza.

A concessionária alega questões de segurança relacionadas com o acesso às duas zonas em grelha aberta do tabuleiro que, “pela diversidade de participantes e tipos de bicicletas possíveis de utilizar carece de medidas excecionais de segurança”, lê-se no parecer emitido a que o Expresso teve acesso. A concessionária também invoca que, tendo em conta o tempo do evento e o tempo necessário para a montagem e desmontagem do mesmo, fechar a ponte ao trânsito afetaria 50 mil veículos, “o que para um mínimo de dois passageiros por viatura perfaz cerca de 100.000 pessoas afetadas na sua liberdade de circulação”.

Em resposta escrita, a Câmara Municipal de Almada lamenta “a falta de abertura e recetividade” da Lusoponte para acolher as soluções propostas, e lembra que teve pareceres positivos de associações de utilizadores de bicicleta, dos organizadores da Maratona e de entidades com competência em matéria de segurança que “garantiriam a segurança dos participantes”.

Há quatro anos que o programa “Duas Margens, Duas Rodas”, uma iniciativa coorganizada pelas câmaras municipais de Almada e de Lisboa, permite a travessia de bicicleta gratuitamente nos barcos da Transtejo ou nos comboios da Fertagus. Assim continuará a ser este ano para aqueles que se inscreverem até 17 de setembro.

Nova geração up! disponível a partir de 11.882€

Já disponível em Portugal, o up! começa por exibir uma imagem refrescada, muito por culpa das secções dianteira e traseira redesenhadas, agora com vários apontamentos capazes de lhe conferir um visual mais dinâmico e desportivo, como é o caso do novo difusor traseiro. Ao mesmo tempo, as ópticas dianteiras passam a contar com luzes diurnas por LED, os farolins traseiros foram redesenhados e os retrovisores exteriores integram agora as luzes de mudança de direcção.

Estão ainda disponíveis treze cores para a carroçaria, três cores para o tejadilhos e dez decorações diferentes para o painel de instrumentos e tablier. Bem como o volante multifunções, a câmara de visão traseira, o tecto de abrir panorâmico, o ar condicionado electrónico e o sistema de som da Beats, com 300 Watt de potência e sete altifalantes.

A gama tem início com a versão 1.0 de 60 cv, disponível a partir de 11 882€, seguindo-se-lhe a variante de 75 cv deste mesmo motor, proposta desde 12 542€. Novidade de relevo, a chegada da derivação turbocomprimida desta mesma unidade motriz, com 90 cv e prestações ao nível do primeiro Golf GTI, à venda entre nós desde 14 478€. Da oferta faz ainda parte o up! equipado com a versão alimentada a gás natural comprimido (GNC) do mesmo motor de 999 cc, com 68 cv, proposta desde 15 358€.

Automóvel autónomo da Google cada vez mais perto

Shaun Sewart é um nome que pouco dirá à maioria, em especial fora dos EUA. Mas a contratação por parte da Google deste ex-executivo da Airbnb, a empresa especializada em alugueres online de casas de férias, deixa perceber que o “gigante” da área da tecnologia estará cada vez mais próximo de lançar no mercado a sua tecnologia de condução autónoma.

Em comunicado, a Google anunciou que Stewart passa a integrar a empresa enquanto director do projecto do automóvel autónomo, tendo como principal tarefa ajudar a assegurar a respectiva comercialização. Um projecto que está a ser desenvolvido há já mais de sete anos, mas que registou um avanço de monta nos últimos doze meses.

Uma centena de monovolumes Chrysler Pacifica estão a testar o sistema de condução sem condutor nos EUA
Uma centena de monovolumes Chrysler Pacifica estão a testar o sistema de condução sem condutor nos EUA

De recordar que o ex-responsável técnico deste projecto previu, em 2015, que a Google estaria pronta a produzir a sua tecnologia de condução autónoma em 2020, e que a empresa estaria em busca de parceiros para este efeito entre as marcas de automóveis de dimensão global. Entretanto, no decurso do último ano, a empresa não só inaugurou um centro de engenharia no estado norte-americano do Michigan, como assinou um acordo de colaboração com a Fiat Chrysler Automobiles no sentido de duplicar a sua frota de automóveis autónomos, actualmente composta por 60 veículos de testes, sendo que, desde o arranque do projecto, os seus protótipos já percorreram, autonomamente, praticamente três milhões de quilómetros.

48% dos americanos não querem condução autónoma

A MaritzCX levou a cabo, entre Maio e Agosto, um inquérito que envolveu 12 353 proprietários de automóveis e tinha por principal finalidade perceber qual a receptividade dos automobilistas norte-americanos aos veículos dotados de tecnologia de condução autónoma. Os resultados variaram bastante em função do tipo e da marca do automóvel que os participantes conduzem, sendo que, globalmente, 48% dos inquiridos afirmaram não ter interesse em adquirir um veículo com tais características, mesmo que 94% tenha afirmado estar a par desta tecnologia, e da sua iminente chegada ao mercado.

Foram os proprietários de modelos da Mercedes e da Infiniti os que, neste estudo, revelaram maior disponibilidade para ceder os comandos do seu automóvel a um robot, mas ainda assim longe da maioria. Cerca de 27% dos clientes da marca da estrela e da divisão de luxo da Nissan revelaram estar “muito interessados” em adquirir um modelo com condução autónoma logo que estes estejam disponíveis, por oposição aos que conduzem veículos da Jeep ou pick-ups da Ram (a marca do Grupo FCA especialista neste tipo de proposta), que foram os que menor interesse revelaram nesta solução.

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Já há mais de 70 anos que se calculava que os automóveis iriam deixar de necessitar de condutor

Convencer os consumidores a aceitar os automóveis que se “auto-conduzem” poderá, assim, ser um dos principais desafios para as marcas de automóveis e para as empresas tecnológicas que estão a investir milhões nesta tecnologia. É que, mais uma vez segundo o inquérito, até entre os proprietários de Mercedes e Infiniti, são mais os que a rejeitam do que aqueles que a aceitam, indicadores que confirmam as conclusões obtidas noutros inquéritos recentes, levados a cabo com o mesmo objectivo, e que mostram que a maioria dos condutores ainda não está preparada, ou pura e simplesmente não vê interesse, nos automóveis que se conduzem sozinhos.

Por outro lado, a possibilidade das falhas de sistemas e dos automóveis autónomos ficarem desorientados no meio do tráfego mais intenso, foram as principais preocupações manifestadas pelos inquiridos relativamente à condução autónoma. Mas entre os seus receios encontram-se ainda a segurança dos veículos relativamente aos hackers, ou a sua capacidade para circular em segurança também entre peões e ciclistas.

Para a MaritzCX, a maior receptividade aos automóveis com condução autónoma manifestada pelos proprietários de modelos da Mercedes e da Infiniti deve-se à sua crença de que a segurança será bastante maior neste tipo de veículo, assim como ao facto da a respectiva comunicação já apostar bastante neste factor, e de os seus actuais modelos já incluírem algumas soluções de condução semi-autónoma. Contudo, nem todos os detentores de automóveis de luxo estão preparados para abdicar do controlo dos seus veículos a curto prazo, se é que alguma vez o estarão. Entre os que afirmaram não estar interessados nesta tecnologia, os proprietários de modelos da Porsche surgem em terceiro lugar, com 57%, logo seguidos dos da BMW, com 56%.

Publicidade. Uma pupila incomoda muita gente?

Um anúncio televisivo ao novo Audi R8, exibindo um olho em que a pupila dilata e contrai, à medida que a sonoridade dá a ideia de um aumento de velocidade, foi proibido pela entidade britânica que regula a publicidade, a Advertising Standards Authority (ASA). Esta alega que o conteúdo publicitário em causa vai contra os regulamentos que enquadram a publicidade automóvel no país, por fazer depender a excitação ao volante da velocidade.

Segundo noticia a “Auto Express”, esta tomada de posição surge na sequência de uma reclamação efectuada por um único telespectador, queixando-se de que o anúncio é “irresponsável”. Veja se concorda:

No entender da ASA, o filme em questão, concebido pela agência Bartle Bogle Hegarty, mostra uma representação irresponsável da velocidade, ao relacioná-la com excitação. Algo inaceitável, segundo o mesmo organismo, à luz da legislação britânica para o sector.

Perante esta decisão, o Grupo Volkswagen, proprietário da marca Audi, veio já contestar a retirada do anúncio, defendendo que este não apela à velocidade, até porque foi filmado a velocidades abaixo de 50 km/h. O Grupo Volkswagen argumenta ainda que o movimento da pupila significa a concentração e o foco nas sensações transmitidas pelo carro, mais do que excitação.

Audi R8 V10

O Grupo Volkswagen já reagiu à proibição do anúncio, esclarecendo inclusivamente que este foi filmado a velocidades abaixo de 50 km/h

No entanto, e apesar da argumentação da própria Audi, afirmando que o filme destina-se, sobretudo, a fazer sobressair elementos que fazem parte do novo R8, como os discos de travão em cerâmica, o novo motor ou a nova caixa S tronic de sete velocidades, e que o olho exibido no anúncio é apenas e só uma invenção, a ASA veio já descartar a hipótese de voltar atrás na decisão. A entidade britânica sustenta que, na sua opinião, “os espectadores interpretarão as alterações na pupila como uma resposta emocional ao movimento do automóvel, representado também no som que é audível durante o filme”.

Esta decisão da ASA, envolvendo a Audi, é apenas o último caso de uma lista de marcas automóveis com filmes publicitários proibidos por este organismo. A Jaguar já teve quatro situações do género, por exemplo, e a publicidade “Keep Up” da Honda também foi retirada após apenas duas queixas.

Acha estranho? Incompreensível? Se já viu o anúncio da Audi, veja também o da Honda, retire as suas próprias conclusões e partilhe-as connosco.

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