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Está a chegar a 5ª edição da microMBA da Universidade de Aveiro

Trata-se do microMBA UNAVE/UNIVERSIDADE DE AVEIRO, agora na sua quinta edição, depois de quatro edições literalmente esgotadas.

A formação tem início marcado para 18 de janeiro e decorrerá no campus universitário de Santiago, em Aveiro.

De modo a não conflituar com as responsabilidades profissionais dos formandos, as sessões presenciais decorrerão às sextas-feiras (18h00 – 22h00) e aos sábados (9h00 – 13h00).

A ideia é proporcionar aos formandos a possibilidade de adquirirem ou atualizarem todo um conjunto de conhecimentos e ferramentas fundamentais de gestão num curto espaço de tempo.

Outro aspeto diferenciador do micro MBA UNAVE-UA é o facto do programa prever sessões de coaching individual e de grupo, destinadas a estimular a adoção de práticas eficazes de liderança e de trabalho em equipa, a partir do estudo das dominantes de personalidade, dos talentos e das experiências profissionais de cada um.

O microMBA UNAVE/UA tem a coordenação científico-pedagógica do professor António Carrizo Moreira (UA) e conta com um grupo de formadores constituído igualmente por professores do Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial e Turismo (DEGEIT) da Universidade de Aveiro.

Estratégia, comportamento organizacional, finanças, marketing e operações são as áreas de conhecimento a aprofundar ao longo das 96 horas de formação presencial, organizadas por módulos.

A título de trabalho autónomo, os formandos deverão desenvolver, apresentar e defender um projeto final, de natureza empresarial, estando também previsto um workshop de encerramento, para partilha de experiências e de boas práticas.

A aprovação em todos os módulos confere direito a 12 ECTS, para efeitos de prosseguimento de estudos de nível superior.

Inscrições e Informação mais detalhada disponíveis em http://www.unave.pt/?formacao=micromba

Aveiro: EFTA & OMNI abrem 1ª edição do Curso de Tripulante de Cabine

Ao longo da sua fundação, que conta já com uma década, a EFTA tem vindo a registar um crescente aumento da procura pela sua oferta formativa, tendo, até à data, formado muitos jovens que têm hoje agora carreiras de sucesso. É uma escola de referência a nível regional e nacional, no ensino especializado nas áreas do Turismo, Restauração e Hotelaria.

Com forte contributo na melhoria das ofertas do setor, consolidou parceria com uma das melhores escolas de aeronáutica do país, enriquecendo a oferta formativa, da Região Norte e Centro do país, com foco no Turismo.

A sua parceira, OMNI Aviation Training Center, com sede em Lisboa, é uma escola de Aviação com mais de 20 anos de experiência, devidamente certificada na área da Formação Inicial de Pilotagem e de Qualificação de Tipo. Até hoje a OMNI formou cerca de 1500 Tripulantes de Cabine, dos quais 92,5% estão a voar ao serviço das diversas Companhias Aéreas Mundiais.

Assim, como resposta à qualificação dos jovens, a EFTA amplia a sua oferta formativa para o ano letivo 2018/2019 centrada em dois níveis: secundário e pós secundário.

O nível secundário conta com quatro Cursos Profissionais: Técnico de Turismo, Técnico de Restaurante/Bar, Técnico de Cozinha/Pastelaria e Técnico de Pastelaria/Padaria.

Ao nível pós secundário temos o Curso de Tripulante de Cabine e dois cursos de Especialização Tecnológica.

A 1ª edição do Curso de Formação Inicial de Tripulantes de Cabine em Aveiro, que iniciou no dia 24 de setembro, decorre com grande sucesso. O curso tem a duração de 4 semanas, com uma componente prática que decorre no Centro de Formação Aeronáutica dos Açores, St. Maria, e culmina com um exame final que concede a respetiva certificação. No final de cada edição do Curso é garantida a participação de todos os Formandos no processo de recrutamento que pode conduzir à seleção e consequente integração na White Airways e TAP Express.

Turma da 1ª Edição

A EFTA assume uma postura proativa, com um duplo contributo para a consolidação do Turismo contribuindo para a qualificação dos nossos jovens, dando resposta um dos maiores desafios da atividade Turística: aumentar o número de quadros especializados formados nas áreas de Turismo, Restauração e Hotelaria, no sentido de melhorar o serviço ao cliente, seja ele nacional ou estrangeiro, valorizando as respetivas áreas.

A 2ª edição do Curso de Formação Inicial de Tripulantes de Cabine iniciará a 12 de Novembro.

Aveiro: Cadáver de homem encontrado em fábrica abandonada

© Global Imagens

“A PSP deslocou-se a uma antiga fábrica situada no Cais do Paraíso cerca das 11:45, tendo encontrado o cadáver de um indivíduo do sexo masculino aparentando 50 anos”, disse fonte da PSP.

A Polícia Judiciária foi chamada ao local e está a investigar a ocorrência.

O corpo foi transportado para o Gabinete Médico-Legal de Aveiro.

LUSA

Aveiro anuncia protocolo com Serralves para formação cultural dos jovens

acordo, a ser assinado na quarta-feira, prevê, nomeadamente, “a realização de uma grande exposição anual, acompanhada de uma componente de serviço educativo, assim como a colaboração com as escolas em programas pedagógicos que visem a formação dos Jovens na área da cultura”.

A colaboração entre as duas entidades recebe um primeiro impulso com a exposição “Corpo, Abstração e Linguagem na Arte Portuguesa”, a inaugurar pelas 17:00 de quarta-feira, no Museu de Aveiro “Santa Joana”, antecedendo a assinatura do protocolo.

A exposição, que estará patente até ao dia 01 de dezembro, apresenta um conjunto de 24 obras proveniente da Coleção da Secretaria de Estado da Cultura (SEC), que se encontram em depósito no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, no Porto, desde a criação da Fundação, e na Câmara Municipal de Aveiro.

O conjunto de obras expostas “demonstra a importância que a pintura e a escultura tiveram ao longo das décadas de 1960-80 na renovação das linguagens artísticas em Portugal”.

“As obras escolhidas atestam os diversos níveis de diálogo e confluência formais que os artistas portugueses souberam estabelecer entre si e com o contexto internacional a partir do pós-guerra”, refere um texto alusivo.

Para a Câmara, que vem trabalhando na candidatura de Aveiro a Capital Europeia da Cultura, trata-se de uma “exposição única e singular, que afirma também Aveiro estrategicamente na Arte Contemporânea em Portugal”.

LUSA

Escola de Aveiro lança plataforma dedicada à reabilitação respiratória

ESSUA

Reabilitação Respiratória em Rede (3R) visa ajudar a “encontrar soluções para um conjunto de doenças que tem em Portugal um acompanhamento clínico insuficiente” e vai ser apresentada durante a conferência “Reabilitação Respiratória em Rede”, que se realiza dia 11, na Universidade de Aveiro.

Segundo Alda Marques, coordenadora do Lab3R da ESSUA e responsável pelo 3R, a “doença pulmonar obstrutiva crónica, asma, apneia do sono, fibrose pulmonar idiopática, e bronquiectasias são algumas das enfermidades que fazem parte do grupo das doenças respiratórias crónicas e que em Portugal estão ainda muito subdiagnosticadas”.

Entre 2011 e 2016 o diagnóstico da doença pulmonar obstrutiva crónica aumentou 241 por cento e o da asma 234 por cento. “Estas doenças são crónicas e, portanto, já estavam há muito presentes na população, nunca tinham é sido diagnosticadas”, afirma Alda Marques.

A ausência de uma rede nacional de espirometria que permita avaliar a saúde dos pulmões e a falta de sensibilização da comunidade em geral, para a enorme presença de doenças respiratórias crónicas na população, são algumas das razões que explicam o porquê de no país existir um subdiagnóstico destas doenças, de acordo com a coordenadora do projeto.

“As doenças respiratórias, possíveis de prevenir e tratar, representam um problema de saúde pública substancial com enorme sobrecarga para os doentes e famílias, mas também para a economia e sistemas de saúde e sociais”, aponta Alda Marques.

Principais causadoras de morte e incapacidade prematura em Portugal, “prevê-se que o número de pessoas afetadas por estas doenças continue a aumentar devido à exposição contínua a fatores de risco e ao envelhecimento da população”.

Alda Marques diz ser fundamental que “as pessoas possam ser referenciadas o mais precocemente possível e acompanhadas de forma personalizada, de acordo com as suas necessidades e expectativas, independentemente do local onde vivem ou severidade de doença que têm”.

Em Portugal as doenças respiratórias crónicas afetam 40 por cento da população mas, “apesar de serem líderes de mortalidade e morbilidade”, menos de um por cento dos doentes têm acesso a reabilitação respiratória, uma intervenção considerada “essencial” para estes doentes. Nesse sentido, a plataforma 3R pretende ser uma ajuda. Desenvolvida para Portugal e para os Países da Comunidade de Língua Portuguesa, a 3R visa ajudar as pessoas com doenças respiratórias crónicas e promover a parceria entre doentes, familiares, comunidade e profissionais de saúde.

“Pretendemos facilitar o acesso, de forma gratuita, a toda a informação referente às doenças respiratórias crónicas e à reabilitação respiratória, e assim contribuir para a adoção de estilos de vida saudáveis e para uma melhoria da qualidade de vida destes doentes”, explica Alda Marques.

Os doentes e familiares passam a dispor, em vários vídeos e textos, de informações úteis acerca das doenças respiratórias crónicas e da reabilitação respiratória, testemunhos de experiências vividas, bem como acompanhar as novidades acerca destes temas.

A 3R quer também constituir-se como “um ponto de referência para os profissionais de saúde, permitindo desenhar e implementar programas de reabilitação respiratória baseados na evidência”.

Os profissionais de saúde terão assim acesso a uma listagem de recursos materiais e humanos necessários para implementar programas de reabilitação respiratória, a uma lista compreensiva de instrumentos para avaliar os efeitos da reabilitação respiratória nos doentes, a orientações de como implementar os programas, a material informativo para as sessões psicoeducativas e a folhas de registo das sessões.

LUSA

Venha conhecer a «Veneza portuguesa»…Aveiro

Conhecida como a “Veneza portuguesa” a cidade de Aveiro encanta-nos com os seus edifícios exuberantes e a incrível biodiversidade da ria. Visitar e conhecer a cidade de Aveiro é…?

É ter uma experiência única a todos os níveis: a beleza natural e única dos canais urbanos da Ria de Aveiro, as salinas e as marinhas de sal, os nossos barcos moliceiros, a gastronomia, das enguias aos ovos-moles, passando pelo Licor de Alguidar e o principal, as Gentes de Aveiro.

Somos a Cidade dos Canais, uma Terra com Horizonte, feita de gente boa, empreendedora que sabe inovar, cuidar e preservar. É essa a nossa principal missão, cuidar da herança recebida, para a dar valorizada aos nossos filhos, e a Ria de Aveiro é uma muito boa herança que queremos continuar a cuidar bem.

Formada no século XVI, a Ria de Aveiro, com a sua biodiversidade, é hoje o símbolo e o espelho de uma cidade em forte crescimento. Está a Ria de Aveiro preparada para este crescimento? Que desafios acarreta o mesmo para o Município de Aveiro?

Para o mandato atual 2017/2021 existem dois grandes eixos que estamos a trabalhar: a Cultura e o Ambiente.

Queremos valorizar a frente-Ria, melhorando a sua perceção, intensificando a relação entre a terra e a água da Ria de Aveiro, apostando no modo de mobilidade elétrico para as embarcações. Neste âmbito iremos criar uma rede de distribuição de energia elétrica de abastecimento nos cais para os Moliceiros e restantes embarcações. Aveiro Cidade dos Canais é uma aposta a continuar.

Estamos já hoje a qualificar os canais urbanos com a reabilitação de vários canais, inauguramos recentemente a nova Ponte de São João, que faz a travessia do Canal de São Roque e que permite a partir de agora que os barcos moliceiros tenham uma largura de navegação bem superior à que existia com a antiga ponte. Esta é uma obra que vai ficar para a cidade durante várias gerações.

O CMIA – Centro Municipal de Interpretação Ambiental, visa promover a educação ambiental, potenciando a sua proximidade com a Ria de Aveiro. Qual tem sido o impacto do seu propósito nos visitantes e, inclusive, nos habitantes?

O CMIA tem um edifício-sede que integra um conjunto de equipamentos inaugurados há cerca de dois anos, nomeadamente o Cais da Ribeira de Esgueira, o Parque Ribeirinho do Carregal e o Parque Ribeirinho de Requeixo.

Com um investimento ligeiramente superior a um milhão de euros, o CMIA é um espaço notável e diferente, de arquitetura contemporânea, desafiando-nos a conhecer mais sobre a Ria de Aveiro, e com um ponto de observação diferente e excecional sobre o Salgado Norte Aveirense e sobre a Cidade de Aveiro.

Recebemos visitantes de vários pontos da Europa, bastantes Escolas em visitas de estudo e através de um protocolo firmado com a Universidade de Aveiro, damos a oportunidade aos alunos de biologia de fazerem lá o seu estágio para conclusão do seu plano de estudos. O balanço é claramente positivo, ajudando a sensibilizar os cidadãos e a dar a conhecer a fauna e flora da Ria de Aveiro.

Com 107 km de extensão, qual é a complexidade e que importância assumem as vias ecológicas cicláveis da Polis Litoral Ria de Aveiro?

As vias cicláveis que estamos a tratar de desenvolver terão um traçado final de mais de 300km de extensão. O Património Natural assume um papel basilar neste processo, que queremos que tenha uma forte vocação turística, mas também de coesão territorial e de inovação.

Não obstante o valor intrínseco e singularidades dos recursos turísticos (naturais ou culturais), não pode ser descurada a necessidade de criar as condições básicas necessárias para que os visitantes possam experienciar os territórios de uma forma, mais ou menos, autónoma. É necessário conferir uma melhor acessibilidade do Homem à Natureza, para que esta possa ser compreendida e desfrutada por um maior número de pessoas e de uma forma mais intuitiva. Para cumprir este propósito é importante dotar os territórios de sinalética e estruturas de comunicação e construir estruturas de apoio à visitação.

É neste sentido que as vias ecológicas cicláveis são tão importantes para o Município e para a Região de Aveiro, e que estamos a ultimar a Grande Rota da Ria de Aveiro no âmbito da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro.

O Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano da Cidade de Aveiro (PEDUCA) é uma aposta da Câmara Municipal. No âmbito do PEDUCA que projetos são de destacar?

O PEDUCA integra um vasto conjunto de intervenções, nas áreas da qualificação urbana de edifícios e espaços públicos, da mobilidade e da qualificação de Bairros Sociais, com um valor global de investimento de 25 milhões de euros. No site da CMA, www.cm-aveiro.pt, pode ser consultada informação sobre os vários projetos e o seu estado de desenvolvimento.

Uma nota de destaque para a Qualificação do Rossio, que assuem a opção política de dar à Cidade de Aveiro uma Praça Urbana de elevada qualidade, que conjugue um espaço livre e grande para a realização de eventos e para espaço de encontro das Pessoas, deviamente conjugado com espaços verdes e a presença de árvores, numa organização que valorize devidamente a frente-Ria, do Canal Central e do Canal das Pirâmides.

Dar muito mais espaço à utilização pedonal alargando passeios e criando novas zonas de estar e de circular com qualidade, condicionar a circulação automóvel, organizar o estacionamento numa área de menor valor e sem impacto na paisagem urbana, resolver os problemas de segurança conferindo um bom ambiente de segurança passiva, são objetivos assumidos nesta aposta de qualificação.

Estamos a desenvolver este projeto em fase inicial, de forma aberta e participada, estando disponíveis para receber contributos de quem o entenda por bem fazer, o que desde já agradecemos.

Foi aprovada, em Conselho de Ministros, a Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e Biodiversidade 2030 (ENCNB 2030), reforçando que Portugal é reconhecidamente um país rico em património natural. Esta estratégia vem corresponder, de facto, à transversalidade das problemáticas que se colocam nos domínios da biodiversidade e da conservação da natureza?

Em termos globais sim, sendo que existe muito dessa estratégia que tem de ser concretizada no terreno, materializando os objetivos definidos, podendo dar como exemplo a necessidade urgente de uma intervenção do ICNF na qualificação da Reserva Natural das Dunas de São Jacinto.

 

Homem confessa ter ateado nove fogos em Águeda

Um homem de 39 anos confessou esta quarta-feira, no Tribunal de Aveiro, ter ateado nove incêndios florestais entre Agosto e Novembro de 2016, em Águeda, um dos concelhos mais fustigados pelos fogos no último verão.

“Não sei porque fazia aquilo. Estou arrependido, tenho de pagar pelo quis fiz”, disse o arguido, que está acusado de seis crimes de incêndio florestal, dois dos quais na forma tentada e três crimes de incêndio.

Questionado pelo juiz presidente, o arguido justificou o seu comportamento, alegando que “andava descontrolado” devido à separação da companheira.

Segundo a acusação do Ministério Público (MP), os incêndios ocorreram em diferentes locais da freguesia de Macinhata do Vouga, no concelho de Águeda, onde o arguido reside.

O MP refere que no início do mês de Agosto, com o intuito de “causar comoção nos residentes naquela localidade e nas localidades próximas”, o arguido decidiu passar a atear vários fogos em terrenos de vizinhos seus.

O arguido atuava durante a noite, ateando fogo com recurso a pinhas secas e um isqueiro e, em alguns casos, ficou a ver os populares a combater o incêndio, nada fazendo para apagar as chamas, indica o MP.

Na maioria dos casos bastou a intervenção de populares para extinguir o fogo, mas em duas situações tiveram de ser chamados os bombeiros para travar a propagação das chamas para zonas florestais e habitações.

O suspeito foi detido em Novembro de 2016 pela Polícia Judiciária (PJ) de Aveiro, encontrando-se desde então em prisão domiciliária, com vigilância electrónica.

Na altura da detenção, a PJ referiu que os referidos incêndios colocaram em perigo “uma extensa mancha florestal, bem como, em três das situações, estruturas de apoio à agricultura, pecuária e, ainda, casas de habitação”.

“Apenas a pronta detecção dos fogos e o seu combate no imediato impediu que os mesmos tivessem consequências de maior”, disse a PJ.

Aveiro: jovens de 13 e de 15 anos vivem em matrimónio

Em comunicado, a PJ refere que a investigação foi desencadeada na sequência da realização de várias buscas domiciliárias, efetuadas no âmbito de uma operação policial de combate à criminalidade violenta.

“No decurso de uma delas constatou-se que dois menores, ela com 13 anos de idade e ele com 15, viviam maritalmente, em condições análogas às dos cônjuges”, refere a mesma nota.

Os jovens terão contraído matrimónio no passado mês de janeiro, com o consentimento prévio dos progenitores de ambos, e viviam na habitação dos pais do rapaz.

Segundo a PJ, a rapariga foi retirada da habitação e foi entregue para acolhimento num centro de apoio familiar.

Os dois casais, que estão “fortemente indiciados” pelo crime de abuso sexual de crianças, foram notificados para serem presentes a primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação.

Homem pede que filha deixe de usar o seu apelido depois de descobrir que não é o pai biológico

“O Tribunal de primeira instância considerou que o meu cliente não é efetivamente o pai biológico da menor, mas é, apesar disso, afetivamente, sociologicamente e juridicamente o seu pai”, explicou o advogado Pedro Teixeira.

O causídico admitiu estar surpreendido com a decisão, tendo recorrido para o Tribunal da Relação do Porto.

Pedro Teixeira admite que os laços sociais e afetivos “são muito importantes”, mas “não prescindem do elemento biológico”.

“O Tribunal não pode obrigar a filha a aceitar aquele pai e não pode obrigar o pai a aceitar aquela filha, quando não existe elemento biológico”, referiu o advogado, sustentando que a menor tem o direito de saber quem é o pai biológico e aquele tem o direito de assumir a paternidade.

O causídico recorda que o seu cliente só decidiu apresentar a ação de impugnação de paternidade quando a menor já tinha 15 anos, porque foi nessa altura que descobriu que era infértil e que não poderia ser o pai biológico.

“O facto de durante tantos anos ter efetivamente acreditado ser pai da menor só entristece mais o autor e a sua família”, diz o causídico.

Segundo o advogado, a progenitora foi condenada pelo tribunal a pagar uma multa e uma indemnização por litigância de má-fé, por ter escondido, mesmo durante os presentes autos, que tinha tido relações sexuais com outro homem, durante o período legal de conceção da criança.

Na ação de impugnação de paternidade que deu entrada no Tribunal de Família e Menores de Aveiro, o homem pedia que fosse decretado que não é o pai da menor e, consequentemente, esta deixasse de poder usar o seu apelido.

Pretendia ainda que a ex-companheira fosse condenada a pagar uma indemnização de quase 17 mil euros, sendo dez mil euros por danos não patrimoniais e 6.350 euros relativos à pensão de alimentos da menor.

LUSA

Sunenergy possibilita a venda da energia produzida a partir do sol à INETO em Aveiro

Trata-se da instalação de uma Unidade de Pequena Produção Fotovoltaica (UPP), antiga minigeração (produção descentralizada de eletricidade em pequena escala), que conta com 214 painéis fotovoltaicos de 250W para produção de energia elétrica através do sol. A UPP permitirá, ao contrário do autoconsumo, a venda da energia na sua totalidade à rede elétrica. Este novo projeto conta com 53.50 kW de potência instalada, produzindo aproximadamente 78.000 kWh de energia por ano.

Segundo Rui Oliveira da Sunenergy, “o valor anual de venda de energia que estimamos é de 8.000€, o que representa uma rentabilidade superior a 15% ao ano, muito superior a qualquer outro investimento de baixo risco como é este o caso”.

Para o Eng. Idílio Neto, responsável da INeto, “este investimento faz todo o sentido do ponto de vista económico mas também do ponto de vista ambiental, sobretudo para uma empresa como a nossa que tem uma vertente muito forte nessa área”.

Em termos de emissões de CO2, estima-se que este projeto permita uma redução de emissões de CO2 de 40 toneladas por ano.

Cada cliente pode escolher o modelo mais apropriado para si, autoconsumo (UPAC, Unidade de Produção de Autoconsumo) ou venda (UPP, Unidade de Pequena Produção), contando com um serviço de aconselhamento da Sunenergy, que analisa fatores como o perfil de consumo, o consumo anual de energia, entre outros.

Sobre a SunEnergy:

A SunEnergy é uma empresa especializada em soluções de energias renováveis com vários anos de experiência.

A SunEnergy é composta por um conjunto de delegações espalhadas pelo país e suportadas por uma rede de profissionais especializados.

Através da implementação de sistemas energéticos limpos e eficientes para climatização, produção de água quente e geração de eletricidade, contribui para um desenvolvimento sustentável, otimizando o consumo de recursos energéticos e melhorando o bem-estar das pessoas.

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